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10月30日 OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAÇÃO!!!OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAFAÇÃO!!!
Você pode resumir Os Dez Mandamentos em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a você mesmo (MARCOS 12:29-31). Ainda mais, transformá-lo em apenas um: DEUS É AMOR (1 JOÃO 4:8 e 16). Você só não pode deixar de obedecer como Ele mandou e deseja que seja obedecido. Não pode ser da maneira que você quer obedecer. A doutrina é de Deus e não dos homens. Lembre-se de que Ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Mudando a Sua Lei você não reconhece Deus como Pai e Criador (DANIEL 8:12), mas atribui e aceita aquele outro anjo caído – (satanás) – como pai e criador. Leia I JOÃO 3 (Deus é Pai e é santo. Seus filhos são também santos – Os filhos de Deus e os filhos do Maligno – O amor aos irmãos e o ódio ao mundo). Pense nisto! -- Adams Roberto Santos Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ...Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 13 Não matarás. 14 Não adulterarás. 15 Não furtarás. 16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. 18 Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte a fumegar; e o povo, vendo isso, estremeceu e pôs-se de longe. 19 E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos. 20 Respondeu Moisés ao povo: Não temais, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis. 21 Assim o povo estava em pé de longe; Moisés, porém, se chegou às trevas espessas onde Deus estava. 22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que do céu eu vos falei. 23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata, ou deuses de ouro, não os fareis para vós. 24 um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois. Em todo lugar em que eu fizer recordar o meu nome, virei a ti e te abençoarei. 25 E se me fizeres um altar de pedras, não o construirás de pedras lavradas; pois se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás. 26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a tua nudez. PENSE NISTO: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Adams Roberto Santos LEMBRA-TE... DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICARLEMBRA-TE...
PRIMEIRO DIA DA SEMANA = DOMINGO SEGUNDO DIA = SEGUNDA-FEIRA TERCEIRO DIA = TERÇA-FEIRA QUARTO DIA = QUARTA-FEIRA QUINTO DIA = QUINTA-FEIRA SEXTO DIA = SEXTA-FEIRA SÉTIMO DIA = REPOUSO = SÁBADO LEMBRA-TE... GÊNESIS... Gênesis Capítulo: 2 1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. 2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. 3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera. ÊXODO... Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. ISAÍAS... Isaías Capítulo: 66 21 E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor. 22 Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. 23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor. 24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne. APOCALIPSE... Apocalípse Capítulo: 1 1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; 2 o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu. 3 Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalípse Capítulo: 12 17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. Apocalípse Capítulo: 14 6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. 8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. 9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, 10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. 12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Crês tu em Jesus? João Capítulo: 9 35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou-lhe: Crês tu no Filho do homem? João Capítulo: 11 26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto? João Capítulo: 14 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. Atos Capítulo: 8 37 [E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] Tiago Capítulo: 2 19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem. Depois de lê os textos acima e meditar bem, agora responda com sinceridade de coração. Eu não quero a sua resposta, mas Ele, Jesus Cristo, gostaria de ouvir o que você vai responder. Qual é o verdadeiro Dia do Senhor? O Sábado ou o primeiro dia da semana? Pense nisto! -- Lição 6 - Disposições para o futuro - Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira
Leituras da semana: Nm 15; 2Co 2:15, 16; Gl 3:26-29; Ef 5:2; Cl 3:11 No começo de Números 15, as cenas de tumulto e rebelião, vergonha e derrota (nas mãos dos amalequitas e cananeus) já estavam no passado. O povo havia aprendido, da maneira mais difícil, o sofrimento que traz a desobediência. Desta feita, o povo estava de volta à jornada no deserto pela qual havia começado. E foi nesse momento que o Senhor Se comunicou com Moisés no começo do capítulo: “O Senhor disse a Moisés: Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que lhes dou para sua habitação, ...” (v. 2, NVI). Apesar do grande retrocesso, a promessa ainda era certa: Deus levaria Seu povo para a Terra Prometida. Sobre isso não havia dúvida! Da mesma forma, nos deparamos com algumas instruções especiais, dadas ao povo escolhido de Deus. Embora as circunstâncias sejam diferentes, embora as ordens sejam específicas, as lições e princípios espirituais não foram dados só para eles, mas também para nós.
Gratidão 1. Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? Nm 15:1-10, 18-21 O termo hebraico traduzido como “manjares/cereais” é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de Deus nos campos e colheitas (veja Dt 8:18). No contexto de Números 15, essas orientações realmente levavam para a geração mais jovem a promessa de que um dia plantariam campos de trigo, cevada e outros grãos em seu novo lar em Canaã. Com as próprias mãos, eles plantariam vinhas nas colinas e cultivariam oliveiras e outras árvores que produzissem frutos como figos e romãs. Em outras palavras, essas ofertas sem derramamento de sangue ajudavam a lhes apontar as bênçãos materiais que seriam suas caso permanecessem fiéis. Sem dúvida, todos esses pensamentos estavam envolvidos nos sacrifícios ao Senhor, que ajudavam a lhes apontar dia a dia a terra da promessa que os aguardava. 2. Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2 Por mais difíceis que fossem as coisas naquele momento, o Senhor queria que Seu povo cultivasse uma atitude de louvor e gratidão pelo que fizera e prometia fazer por eles no futuro. Não devemos fazer o mesmo?
O estrangeiro em sua terra Uma das ideias mais radicais do Israel antigo era sua atitude para com os estrangeiros, os que não pertenciam a sua herança ou fé.3. Quais mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? Nm 15:14-16. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? Gl 3:26-29; Cl 3:11 O estrangeiro era alguém que, habitando entre os israelitas, aceitava plenamente a fé e, no caso dos homens, era circuncidado conforme a lei. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. “A mesma lei” ou “ordenança” se aplicará tanto “a vocês como ao estrangeiro residente” (Nm 15:16, NVI). A mesma lei e ordenança se aplicará tanto a vocês como ao estrangeiro residente. Admirável inclusividade! 4. Na oração de dedicação, oferecida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a Deus com respeito aos não israelitas? 1Rs 8:41-43. O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo? Is 56:6, 7 Quando se considera todo o propósito de Deus ao chamar Seu povo e estabelecê-lo na Terra Prometida, esses textos são perfeitamente lógicos. Israel precisava manter seus ensinos e verdades distintivas, ensinos e verdades que os tornavam representantes especiais de Deus a um mundo pagão. Mas, ao mesmo tempo, eles precisavam ser abertos e receptivos aos pagãos que quisessem aprender sobre seu Deus e segui-Lo. De muitas formas, nossa igreja hoje deve fazer a mesma coisa. Temos verdades específicas para ensinar ao mundo, verdades que precisamos guardar e proteger, mas, ao mesmo tempo, precisamos estar dispostos a receber aqueles que buscam conhecer o Senhor e Sua mensagem para este tempo.
Pecados de ignorância Devemos ter em mente que a geração mais jovem à qual Deus estava Se dirigindo neste capítulo (Números 15) nasceu em escravidão. Assim, os israelitas foram influenciados pela cultura egípcia que os cercava, bem como por seus pais que, como escravos, também haviam sido influenciados por aquela mesma cultura. Consequentemente, havia muita coisa ruim que os israelitas precisavam desaprender e muitas coisas novas e boas a aprender. 5. Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma “oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro”? Nm 15:22-27 A oferta pelo pecado expiava o erro da congregação. As ofertas queimadas representavam a renovação da consagração do povo perante Deus. É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas “sem querer” eram consideradas “pecado” e precisavam ser corrigidas. 6. Como a pessoa obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? Nm 15:27-29 “Há os que já experimentaram o amor perdoador de Cristo, e que desejam realmente ser filhos de Deus, contudo reconhecem que seu caráter é imperfeito, sua vida faltosa, e chegam a ponto de duvidar se seu coração foi renovado pelo Espírito Santo. A esses eu desejo dizer: Não recuem em desespero! Muitas vezes, teremos de nos prostrar e chorar aos pés de Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por Deus. Não! Cristo está à destra de Deus, fazendo intercessão por nós. Diz o amado João: ‘Estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo’” (1Jo 2:1; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 64).
Pecados de desafio 7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como atuava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? Nm 15:30, 31 A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são tomados com muita seriedade pelo Senhor. Em casos como esse, de fato, os que mais tarde se desculpam, frequentemente o fazem só por haverem sido apanhados, mas não estão arrependidos pelo pecado em si. Contra essa dureza de coração, o que o Senhor pode fazer? O pecado deve ser objeto de verdadeiro arrependimento antes de ser perdoado.8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em Números 15:32-36? Que lição espiritual podemos tirar disso? Deve ter sido difícil para um grupo de israelitas apedrejar até a morte um de seus membros. Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Talvez Ele também quisesse lhes mostrar a natureza corporativa de sua comunidade, e que aquilo que eles faziam influenciava os outros ao seu redor. O que cada um fazia, individualmente, ainda afetava o bem-estar de todos. Afinal, não fora por causa das queixas de algumas pessoas que o acampamento inteiro tivera que sofrer permanecendo no deserto? Como cristãos, precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal. Enquanto isso, embora na teocracia do antigo Israel, frequentemente a morte viesse imediatamente, não devemos nos enganar. Embora não sejamos atingidos imediatamente pela morte no desafio, não significa que um dia não vamos colher a recompensa.
Borlas azuis Se você já viu algum judeu ortodoxo, pode ter notado que, debaixo da camisa, eles vestem alguma coisa com borlas brancas. A origem disso é encontrada aqui, na Bíblia.9. O que o Senhor instruiu Moisés a ensinar que todos os israelitas prendessem em suas vestes? Nm 15:38 Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática usual entre os povos antigos do Oriente Médio, e Deus adotou essa prática. A “franja” (KJV) ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha (“ribband” KJV) azul. O moderno manto de oração tem quatro borlas – uma em cada canto, presa em um laço tradicional com linhas brancas e azuis. 10. Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas Deus queria que os israelitas se lembrassem? Nm 15:39-41 O verbo lembrar-se aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de Deus, e ser santos a Deus (v. 40). Quando tentados a seguir outros deuses – adultério espiritual – o azul nas borlas os chamaria de volta à lealdade jurada a Deus, o Deus que tirara a nação da escravidão egípcia (v. 41). Aparentemente, mesmo com a presença tão marcante de Deus entre eles, o Senhor queria lhes dar algo ainda mais imediato para ajudá-los a se lembrar do que precisavam fazer. Embora hoje não usemos borlas, temos algo ainda mais poderoso: a cruz de Cristo, que sempre deve trazer à nossa mente o preço do pecado, o custo de nossa redenção e a promessa de salvação a todos os que, pela fé, confiam nos méritos de Jesus e que seguem “a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).
Estudo adicional “Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a graça segundo nos é dada a conhecer através dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de Deus ao revelar em nós mesmos a atuação de um poder que é divino. Cada indivíduo tem uma vida diversa da de todos os outros, uma experiência que difere essencialmente da sua. Deus deseja que nosso louvor a Ele ascenda, com o cunho de nossa própria individualidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando confirmados por uma vida semelhante à de Cristo, possuem irresistível poder, eficaz para salvação das pessoas” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 347). Perguntas para reflexão 1. Que princípios importantes podemos tirar da citação acima, de
Ellen G. White? Como você entende a ideia de que, mediante uma “vida
semelhante à de Cristo”, nosso louvor a Deus pode ser uma influência
poderosa para a salvação de outros? Resumo: Embora a primeira geração tenha sido condenada a vagar pelo deserto até morrer, o Senhor encorajou Seus filhos a esperar ansiosamente pela vida em Canaã. Por causa disso, o Senhor deu aos israelitas instrução adicional a respeito dos sacrifícios, uma atitude pelos estrangeiros que se convertiam à fé, como lidar com os pecados de ignorância e pecados de aberto desafio e, finalmente, o uso de borlas azuis para as vestes a fim de lembrá-los dos mandamentos de Deus e que sua obediência constituía o caminho único para a felicidade verdadeira. Respostas Sugestivas: Pergunta 1: Farinha, azeite e vinho. Representavam o reconhecimento das bênçãos de Deus. Lição 6 - Disposições para o futuro - Auxiliar Para Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora BrasileiraA Lição em resumo TEXTO-CHAVE: Ezequiel 20:18, 19 O aluno deverá...
ESBOÇO DO APRENDIZADO
II. Sentir: A importância da experiência individual
III. Fazer: Oferecer a vida a Cristo, um aroma agradável
Resumo: Podemos ser sempre agradecidos porque nosso Deus é um Deus de ordem e detalhe tanto em misericórdia como em justiça. CICLO DO APRENDIZADO
O antigo tele-evangelista Jim Bakker conta o que aconteceu logo depois de seu livramento da prisão: “Quando fui transferido para minha última prisão, Franklin [Graham] disse que queria me ajudar quando saísse – com um emprego, uma casa em que morar e um carro. Foi meu quinto Natal na cadeia. Pensei cuidadosamente nisso e disse: ‘Franklin, você não pode fazer isso. Isso vai lhe prejudicar. A sua família não precisa da minha bagagem.’ Ele olhou para mim e disse: ‘Jim, você foi meu amigo no passado e é meu amigo agora. Se alguém não gostar disso, está procurando briga.’ “Então, quando saí da cadeia, os Graham me apadrinharam, pagaram uma casa para eu viver e me deram um carro para dirigir. No primeiro domingo fora, Ruth Graham ligou para o Exército de Salvação, a meio caminho da casa em que eu estava vivendo e pediu permissão para que eu fosse com ela à Igreja Presbiteriana de Montreat naquele domingo de manhã. Quando cheguei lá, o pastor me deu boas-vindas e me encaminhou para um assento junto à família Graham. Havia quase duas fileiras inteiras de bancos da família – acho que todos os tios e primos de Graham estavam lá. O órgão começou a tocar, e o lugar estava cheio, a não ser por um assento perto de mim. Então, as portas se abriram e Ruth Graham entrou. Ela caminhou por aquele corredor e sentou perto do preso 07407-058. Eu estava fora da cadeia havia só 48 horas, mas ela disse ao mundo naquela manhã que Jim Bakker era seu amigo” (“A Reeducação de Jim Bakker”, Christianity Today, 7 de dezembro de 1998, citado em Perfect Illustrations For Every Topic and Occasion [Wheaton, Ill.: Tyndale House Publishers, Inc., 2002], p. 182, 183).
COMENTÁRIO BÍBLICO I. Gratidão Enquanto algumas religiões consideram que o corpo é algo a ser desdenhado ou de que devemos escapar, o cristianismo considera o corpo e todos os aspectos físicos da criação como dons de Deus sobre os quais somos nomeados Seus gerentes (mordomos). As promessas de Deus assumem dimensões físicas: terras, riquezas materiais e saúde física. Portanto, não devemos nos surpreender de que as expressões humanas de gratidão pelos dons de Deus assumam também dimensões físicas. Os sacrifícios que reconheciam a graça de Deus eram coisas que se podia tocar, cheirar e saborear. As leis quanto às ofertas de ações de graças continham oculta uma promessa de prosperidade e sucesso futuro. Mesmo que em suas caminhadas pelo deserto eles não tivessem pronto acesso a óleo, farinha e suco de uva, que representavam a produtividade de uma população estabelecida, viria o tempo em que Deus cumpriria Suas promessas, apesar da deslealdade deles. Pense nisto: Quando ouvimos uma apelo para a oferta, somos tentados a pensar: Ah! Já vêm eles querendo meu dinheiro? Como nossa atitude mudaria se reconhecêssemos que a saúde física e as riquezas materiais são dons imerecidos confiados a nós por um Deus que perdoa misericordiosamente nossa deslealdade? II. O estrangeiro dentro de suas portas Quando o coração humano reconhece a profundidade da misericórdia de Deus e aceita o perdão que Ele oferece livremente, a resposta imediata é agradecer a Deus por tudo o que Ele fez. A parte seguinte de nossa resposta à graça envolve nossos semelhantes. Se Deus nos perdoou – e até mesmo o “menor” pecado é digno de condenação eterna – que direito temos nós de nos elevar acima de nossos semelhantes? Podemos fazer isso corretamente com base na cor da pele, extensão das posses materiais, língua, conexões familiares ou alguma outra característica superficial? Não é verdade que eu estou naturalmente mais perto de uma pessoa com um tom de pele contrastante que compartilha meu compromisso com Jesus de que estou de alguém com tom de pele idêntico ao meu mas que rejeita o Senhor? Então, a base fundamental para aceitar os outros é que todos estamos igualmente relacionados com Deus; mas também existe um propósito evangelístico. O mundo equipara desempenho e status com aceitação. Na economia baseada no pecado, desenvolvida por Satanás, essa visão equivocada foi responsável por dor desnecessária e problemas psicológicos que são resultado de exclusão. O evangelho oferece inclusão a todos os que vierem, não importando seu desempenho passado ou status mundano. Em Cristo, todos são alguém! Pense nisto: Que passos da vida real posso dar para praticar a aceitação daqueles que não são como eu, até mesmo daqueles que me ofenderam? III. Pecados de ignorância, pecados de desafio Nestes textos, como mostra Números 15:22-36 Deus estabelece um princípio de lei que se reflete nas leis das nações modernas ainda hoje. Para se estabelecer o grau de culpabilidade de alguém, são considerados os motivos e a atitude. Jesus expôs o mesmo princípio na parábola dos servos, registrada em Lucas 12. Por exemplo, se uma pessoa distraída atropela e mata outra pessoa, é condenada por homicídio culposo. Mas se o acusador puder demonstrar que o motorista atropelou intencionalmente o falecido, o motorista será culpado de homicídio doloso. Note que, em ambos os casos, foi cometido um crime. No entanto, o castigo, no segundo caso, será maior que no primeiro. O pecado, intencional ou não, sempre exige expiação, mas ai daquela pessoa que se opõe arrogante e desafiadoramente a Deus. Pense nisto: Quando chegam as contas do pecado, não é só o pecador que é cobrado, mas a família e os amigos também são. Como isso nos deve afetar quando somos confrontados com a tentação?
Atividade: Na Bíblia, Deus usou ilustrações muito simples do mundo físico para ensinar conceitos e princípios espirituais. Esses são comuns em certos livros, como Jeremias, Ezequiel e Zacarias. Jesus fez uso extensivo do mundo físico para explicar o reino espiritual. Por exemplo: Ele poderia ter falado, apenas, e curado o cego, mas Ele fez uma massa de barro e a aplicou sobre os olhos do homem. Deus sabe que existe uma dimensão da personalidade humana que entende e sente melhor o reino espiritual quando são usados elementos do mundo físico para ensinar conceitos espirituais, por mais simples que sejam as ilustrações. Entregue uma folha de papel sulfite a cada um dos seus alunos. Sugira que todos imitem o que vai fazer. Explique que Deus nos criou perfeitos e quer que sejamos felizes. Agite o papel ao ar e convide a classe a celebrar, fazendo as folhas “cantarem” porque a vida cristã é feliz. Mas o pecado macula nossa vida. Vagarosamente, amasse seu papel, fazendo dele uma bola, enquanto menciona diversos exemplos da destruição que o pecado provoca (vícios, pecado sexual, mentira, orgulho, etc.). Mas Jesus Cristo nos renova. Ele pode perdoar os pecados. Desamasse agora a folha, tentando restaurá-la ao estado original. Deus renova e transforma nossa vida, que deixa de ser uma massa disforme e é renovada em Cristo. Agite agora a folha de papel. Perceba que, embora recuperada, a folha não mais “canta”. O pecado deixa em nós suas cicatrizes. Pergunte à classe se existe algum pecado que Deus não pode perdoar. Se Deus pode curar ou reformar nossa vida depois que a arruinamos com más escolhas, por que ficam cicatrizes? Essas só deixarão de existir na glorificação.
(1) Procure alguém que o ofendeu, e ofereça-lhe o mesmo perdão que Deus estendeu a você. INFORMATIVO MUNDIAL DAS MISSÕES – Lição 6 - Casa Publicadora BrasileiraINFORMATIVO MUNDIAL DAS MISSÕES – Lição 6
Veresa, um garoto de 14 anos de idade, ouvia em silêncio enquanto o médico falava com seus pais. – Seu filho tem um sopro no coração – o médico disse. – Por isso ele sente muita dor de cabeça, se cansa rápido e não consegue correr como os outros garotos. Mas uma equipe de médicos da Austrália poderá restaurar o coração dele e dar-lhe a chance de ter uma vida normal e saudável. Vou colocá-lo na lista para a cirurgia quando a equipe vier. Veresa mora em um vilarejo em Fiji, uma ilha no Sul do Pacífico. Ele ficou aliviado ao saber que os médicos poderiam fazer alguma coisa para ajudá-lo a sentir-se melhor. Procurou não se preocupar com a cirurgia e se concentrar na esperança de uma vida melhor depois da cirurgia do coração. Ele ansiava o dia que a equipe médica viria e realizaria a cirurgia. Desejava ser curado. Nova saúde, nova vida A cirurgia de Veresa foi um sucesso, mas precisou permanecer no hospital por um mês inteiro enquanto se recuperava. Seus pais não puderam ficar com ele no hospital, por isso sua enfermeira sempre parava para conversar quando não tinha outro paciente para atender. Os dois se tornaram amigos e Veresa ansiava por suas visitas e conversas que o animava. Ela sempre falava sobre Jesus e sobre a Bíblia. Veresa cresceu indo à igreja com seus pais aos domingos, mas nunca tinha ouvido as coisas que sua enfermeira contava ou lia na Bíblia. Duas coisas em particular, ficaram em sua mente: o sábado e alimentos impuros. Finalmente, Veresa pode deixar o hospital e voltar para casa. Ele lembrou do que sua enfermeira tinha falado, e no primeiro sábado já em casa, decidiu ir à igreja adventista mais próxima. Ele não sabia como seus pais reagiriam ao saber que fora à igreja, por isso, não contou. Vestiu uma roupa do dia-a-dia e colocou uma roupa especial em uma mochila. Antes de entrar na igreja trocou de roupa. Veresa conheceu o pastor e fez muitas perguntas sobre o sábado e outras coisas que a fiel enfermeira tinha contado. Porque você está fazendo isso? Veresa frequentou a igreja adventista durante várias semanas antes de decidir contar à família. Eles ficaram extremamente abalados quando ele contou que queria se tornar membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. – Por que você quer deixar a nossa igreja? Seus pais queriam saber. Veresa tentou explicar o que aprendeu no hospital e com o pastor. Ele queria que seus pais entendessem que não estava abandonando sua igreja, mas estava seguindo o caminho de Deus. – Se você insistir em ir para essa igreja – o pai disse – não volte para casa. Veresa ficou triste com a reação dos pais ao seu desejo de conhecer a Deus, mas colocou suas poucas roupas e seus livros escolares dentro de sua mochila e foi para a igreja. Depois do culto contou ao pastor que seus pais o expulsara de casa e que não tinha lugar para ficar. – Você pode morar conosco – o pastor disse. Veresa foi batizado e ficou na casa da família do pastor durante cinco meses. No caminho para a igreja, a cada sábado, ele passava pela casa da sua família. Mas, quando parava para conversar eles o mandavam embora. Então, numa segunda-feira de manhã seus pais foram visitar o pastor. Eles pediram que o pastor o levasse para casa. Com muita alegria, Veresa voltou para casa, pois sentia falta da família. Eles o receberam com muito carinho. Não o forçaram a frequentar a antiga igreja e nem mudar de opinião em relação às novas crenças. Uma porta de esperança Veresa partilhava com seus pais o que aprendera na igreja. E quando o pastor anunciou um seminário de um mês, ele convidou seus pais, sua tia e sua irmã para ir às reuniões com ele. A família assistiu todas as reuniões. Seu coração se encheu de esperança de que sua família se uniria a ele na Igreja Adventista. Mas, quando ele os convidou para seguir a verdade de Deus e serem batizados, recusaram. – Até hoje eles não são adventistas – Veresa diz – Eles guardam o sábado como eu, do pôr-do-sol da sexta ao pôr-do-sol do sábado, mas não vão à igreja comigo, exceto em programações especiais. Temos um bom relacionamento, e espero que um dia eles decidam se unir à família de Deus e poderemos adorar juntos novamente. Ore por Vereza e sua família. Lembre-se que nossas ofertas missionárias ajudam às pessoas do mundo todo a terem uma oportunidade de ouvir a verdade de Deus e aceitar Seu amor.
Estudo nº 06 – Disposições para o futuro - Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo MarksEstudos da Bíblia: Quarto Trimestre de 2009 Tema geral: O povo a caminho: o livro de Números Estudo nº 06 – Disposições para o futuro Semana de 31/10 a 07/11/2009 Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868 Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil
“Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (I Cor. 10:12)
Verso para memorizar: “Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de DEUS inculpáveis no meio de uma geração corrompidas e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no Universo” (Ezeq. 20:18 e 19, NVI).
Situação triste a dos israelitas no cap. 15 de Números. Agora eles estavam de volta ao deserto, de onde há alguns meses tinham saído. De volta para ficarem por 38 anos. Quanto tempo pela frente, e no deserto. E pensar que tudo por uma boba rebeldia, diante da óbvia possibilidade de terem uma pátria. Agora, em lugar de estarem no deserto, poderiam estar lutando sob o poder de DEUS e em plena conquista da terra prometida. Já poderiam ter conquistado Jericó por exemplo. Mas o que estavam eles fazendo ali no deserto? Estavam ouvindo as palavras de DEUS, dizendo: “quando entrardes na terra que lhes dou...” (Num. 15:2). Isso seria décadas mais para o futuro. Mas DEUS os estava instruindo, com mais leis. Se eles tivessem obedecido, receberiam essas leis, não lá no deserto, mas na terra conquistada. Aquelas palavras: “quando entrarem na terra que lhes dou” deve ter doído em seus corações. Poderiam já estar nessa terra, mas, as palavras eram para quando lá entrarem. E não adiantava eles decidirem ir sem DEUS. Precisavam da nuvem como proteção, do maná, do poder de DEUS para vencer os habitantes de Canaã. Não tinham outra saída senão esperar por 38 anos, no meio do deserto. Como custou cara aquela rebeldia! Hoje o custo de rebeldia contra DEUS, de desobediência, pode custar muito mais caro ainda. O deserto para nós poderá ser a perda da vida eterna, de ficar nesse mundo, não vagando pelo deserto, mas espalhados pelo chão, durante mil anos... Não é isso que desejamos, não é mesmo? Que tal o seguinte conselho: antes um pouco cuidadoso demais com as coisas de DEUS do que perder a vida eterna por um pouco de mundanismo. Essa é ou não uma boa idéia?
DEUS passou a se voltar para a juventude de Israel. Aqueles que estavam com mais de 20 anos ao saírem do Egito, e que por mais de dez vezes se rebelaram ao extremo contra DEUS, e que rejeitaram entrar na Terra Prometida, estavam destinados a morte no deserto. Seriam enterrados na arreia, e jamais veriam a pátria prometida a Abraão, Isaque e Jacó, que nela havia peregrinado. Mas os filhos deles sim, esta conquistariam a terra. Para educar esses filhos, que possuíam no máximo 22 anos, DEUS instituiu um novo tipo de ofertas, as de gratidão. Está em Números 15:1 a 21. Eles poderiam trazer a DEUS, como oferta de manjares, farinha, azeite, cereais, sal, incenso e vinho. De onde obteriam esses ingredientes não se sabe, por certo eram muito raros lá no deserto. Manjares significava dádiva feita a um superior. Representavam submissão e dependência e reconhecimento da soberania de DEUS, e mordomia pelo que Ele providenciou e dependência de um Superior. Essas ofertas denotam consagração da vida. Significavam que tudo o que possuíam, e até eles mesmos, pertencia ao Senhor e que Ele purificará e guardará o que lhe pertence. “Descreve-se em Lev 2 e em 6.14 a 23, o cerimonial respectivo à oferta de manjares. Compunha-se de farinha fina, em que se deitava sal, e era amassada com azeite e incenso, mas sem fermento, sendo isto geralmente acompanhado de uma oferta de vinho. Uma porção dessa massa, incluindo todo o incenso, devia ser queimada sobre o altar como ‘porção memorial’, o resto pertencia ao sacerdote, mas as ofertas de manjares dos próprios sacerdotes deviam ser inteiramente queimadas. Era reconhecida a soberania e a benignidade de Deus, dedicando-se-lhe o melhor dos Seus dons: a farinha, como principal sustento da vida - o azeite, como símbolo de riqueza - e o vinho como símbolo do vigor e da recreação (Sal 104.15). A ausência de fermento e a presença de sal significavam pureza - o incenso santificava aquele especial serviço a Deus. A oferta de manjares fazia parte de várias outras cerimônias, sendo algumas delas de uma importância ainda mais profunda (Êxo 29.1,2,40,41 - Lev 6.20 - 8.2 - 14.20 - Num 6.15 - 8.8 - 28.9,10,11 a 14,20,28 - 29.3 a 16)” (Bíblia On-line). Agora a nova geração estava sendo preparada para uma vida de reconhecimento da dependência de DEUS, de confiança n’Ele, e inteira consagração a Ele. Nós também temos que ter essa disposição porque estamos diante de dias que serão os mais difíceis de todos os tempos, mas nada que esteja acima de nossa capacidade de suportar nos sobrevirá.
É uma tendência do ser humano se imaginar superior aos outros. Cada membro de sua religião sempre pensa que está na igreja verdadeira, e que ela é superior às demais. Outros torcem para times de futebol, e jamais aceitam que outros times sejam superiores. A universidade em que estuda é superior. A marca que usa é superior. E assim por diante. Na verdade, esses são artifícios de satanás para enganar as pessoas, e levá-las a destruição completa, já que ele está perdido, leva junto a quantos puder. O marketing hoje faz um esforço de milhões de reais para levar as pessoas a quererem se sentir superiores, por meio de artistas, marcas, produtos, prestígio, etc. E assim se vai a humildade e a simplicidade. Isso tem afetado fortemente o povo de DEUS, que dificilmente se dá conta do perigo, pois são coisas consideradas como não potencialmente perigosas para a vida eterna. Mas são! Os antigos israelitas pesanvam assim. Como eles de fato tinham a verdade, se imaginavam superiores, viam os demais povos como inferiores, não merecedores de consideração. Mas na verdade DEUS os tornou povo eleito não para essa finalidade, e sim, para levarem a verdade sobre a vida que receberam para esses povos, e os conquistarem para DEUS. Por exemplo, DEUS disse a eles, em Núm. 15:14-16, que o estrangeiro deveria ter o direito de oferecer sacrifício do mesmo modo como eles, e nesse caso, deveria cumprir os mesmos estatutos que eles receberam. Ou seja, não deveria haver nem judeu nem grego, como diz Gál. 3:26 a 29, pois todos deveriam ser um em CRISTO. Assim também, na inspirada oração de Salomão, este disse que tanto o israelita quanto pessoas de outros povos, se orassem a DEUS, esta oração seria atendida, e que o pecado seria perdoado. A sabedoria de Salomão está retratada na lembrança de que eles, israelitas, também foram estrangeiros no Egito, e seu clamor foi atendido por DEUS (I reis 8:41-43). Esse é um princípio para nós hoje. Se nos foi dada a incumbência de irmos ao mundo todo e anunciar o evangelho da segunda vinda de CRISTO e da adoração ao que criou, então devemos, com sabedoria, sair de nossos locais de adoração e ir até as pessoas do mundo para levar a elas esse evangelho. Como JESUS mesmo disse, devemos estar no mundo, mas não ser do mundo, como CRISTO também não é do mundo. DEUS quer nos guardar do mal, quer nos santificar na verdade (separar do mundo) (João 17:14 a 17). Ou seja, devemos nos misturar com as pessoas do mundo para atraí-las, mas não praticar o que elas praticam. Nisso reside uma incoerência, que muitos dos nossos irmãos, inclusive muitos líderes tropeçam. A incoerência é: como atrair pessoas do mundo sem ser como são as pessoas do mundo? De fato, tal coisa é quase impossível. Prova é que igrejas mundanizadas, que fazem shows, facilmente atraem multidões, pois o mundo corre atrás de shows. Mas a exortação é que, embora estando no mundo, não sejamos dele, não pertençamos a ele, e sim, que nos mantenhamos santos, isto é, separados do mundo. E ainda assim, sendo sábios e poderosos em atrair pessoas do mundo para o Reino de DEUS. E como romper com a incoerência? Isso é até bem simples: com o poder do ESPÍRITO SANTO. É o que está faltando em muitos esforços missionários.
DEUS não leva em consideração os tempos de ignorância (Atos 17:30) estes perecerão sem lei, sem serem julgados, pois pecaram sem saber que era pecado (ROM. 2:12). No tempo em que os israelitas vagavam no deserto tiveram que aprender muitas coisas novas. Eles foram fortemente influenciados pela cultura egípcia. A cultura é algo em extremo perigoso. Em nossos dias também estamos inseridos em culturas diferentes, depende do país e da região. As culturas desses últimos dias são agregam a maior degeneração desde que há por aqui ser humano. Há hoje uma crescente prática entre nós de sermos mais parecidos com a cultura do mundo, e assim melhor nos identificarmos com aqueles que desejamos salvar. Esse é um tremendo engano. É a tentativa de substituir o poder do ESPÍRITO SANTO por métodos humanos. A esse respeito anexamos três elucidativas citações de EGW: Vemos, portanto, que pode ser obtido o mais alto grau de educação terrestre, sendo todavia os seus possuidores ignorantes dos princípios fundamentais que os tornariam súditos do reino de Deus. A cultura humana não pode habilitar as pessoas para esse reino. Os súditos do reino de Cristo não se tornam assim por meio de formas e cerimônias e pelo dilatado estudo de livros. "E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste." João 17:3. Os membros do reino de Cristo são membros de Seu corpo, do qual Ele mesmo é a cabeça. São os filhos eleitos de Deus, "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." (I Ped. 2:9), a fim de proclamarem as virtudes dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. (Fundamentos da educação cristã, 413) “Mas, minha querida irmã, estamos nos aproximando do fim do tempo, e o que precisamos agora é não nos ajustarmos aos gostos e práticas do mundo, mas à mente de Deus; é ver o que dizem as Escrituras, e então andar segundo a luz que Deus nos deu. Nossas inclinações, nossos costumes e práticas não devem ter a preferência. A Palavra de Deus é nossa norma” (Conselhos sobre educação, 110). “Cristãos acham-se constantemente procurando imitar as práticas dos que adoram o deus deste mundo. Muitos insistem em que, unindo-se aos mundanos e conformando-se aos seus costumes, poderiam exercer uma influência mais forte sobre os ímpios. Mas todos os que adotam tal método de proceder, separam-se desta maneira da Fonte de sua força. Tornando-se amigos do mundo, são inimigos de Deus” (Patriarcas e Profetas, pág. 607). Esse tipo de erro os antigos israelitas cometeram em seu tempo. Se formos realmente inteligentes, não cometeremos tal erro outra vez. Lá facilmente cometiam o erro de comportar-se conforme a cultura egípcia porque nasceram em meio a escravidão, e estavam sem instruções seguras sobre o que requeria a vontade de DEUS e o que exigia a cultura do Egito. Mas hoje não temos desculpa para cometer erros parecidos imitando o mundo, pois temos toda a história passada para nos ensinar, temos a Bíblia e temos os escritos do Espírito de Profecia. Os pecados cometidos por ignorância também precisavam de intercessão, requeriam derramamento de sangue, e precisavam ser perdoados. Interessante é que nesse caso o perdão era mais fácil. E é simples entender a razão, que está no próprio pecador: para quem erra por ignorância é bem mais fácil se arrepender do que quem erra sabendo ou repetindo o erro, pois este último pode chegar a uma situação de acariciar o seu pecado. Quanto mais se torna familiarizado com o pecado, mais difícil é ‘querer’ largar dele. Outro ponto importante é que, em caso desse tipo de pecado, toda a congregação oferecia sacrifício. Isto quer dizer que somos todos responsáveis pela ignorância das pessoas que fazem parte de nossa igreja, devemo-nos ensinar uns aos outros para que erremos menos. Somos todos guardiões uns dos outros, e esse é um conceito bem frágil em nosso meio. Ainda precisamos crescer muito para que tenhamos tal unidade a ponto de nos sentirmos responsáveis pelo nosso próximo.
Foi achado um sujeito, em dia de sábado, apanhando lenha. Por ordem de DEUS o povo o apedrejou até a morte. DEUS não foi muito duro nessa punição? Vejamos melhor os fatos, e então tiremos uma conclusão. Fazia pouco tempo, talvez uns poucos dias, que acontecera a rebelião contra a entrada em Canaã. Porque o povo dera ouvidos a dez homens fofoqueiros, que deixaram de lado todas as provas do poder de DEUS, e que insuflaram a todo o povo, houve uma tremenda rebelião que, não fosse o perdão de DEUS, teriam sido mortos ali mesmo, no deserto, às portas de Canaã. Afinal, não foi o que pediram? Eles não estavam preferindo ter morrido no Egito do que entrar em Canaã? Não queriam voltar atrás? Se seus sentimentos e rebelião fossem atendidos, esta seria uma nação eliminada da face da Terra, mas DEUS teve mais um pouco de paciência, e deixou que os mais revoltosos morressem aos poucos, no deserto, permitindo assim mais uma chance a seus filhos. Agora veja só como o mal no coração de uma ou de umas poucas pessoas pode causar estrago. Dez homens mal intencionados, com espírito rebelde no coração influenciaram toda a congregação para a morte. Cuidado, que tal coisa acontece ainda hoje, veremos um pouco mais adiante. Acontece sim, mas por estratégia um pouco diferente. Mas o que aconteceu poucos dias após essa tragédia? Um homem, rebelde, furioso com a não entrada em Canaã, resolveu se rebelar ainda mais. Esse homem fora um dos que gritaram contra Moisés e contra DEUS, de punhos erguidos e agitados, saudoso do Egito. Em sua raiva, decidiu deliberadamente fazer um ato consciente e ofensivo contra DEUS e Sua Lei. Em dia de sábado saiu para recolher lenha. Não fez isso por ingenuidade, mas por uma atitude como quem diz: ‘viu Sr. DEUS, estou furioso contigo e aqui o demonstro desprezando a Tua Lei’. Mais uma vez tal ato logo levaria a outros mais a realizarem atos de rebelião, pois para o mal todos nós sofremos facilmente influência. Nessa situação foi que DEUS tomou a decisão dura que está relatada em Números 15:30 a 36. Vejamos um pouco sob a ótica de DEUS. Por bem pouco a nação toda não foi eliminada há alguns dias antes. Isso foi por bem pouco mesmo, por dramática intercessão de Moisés. Mal escaparam desse castigo definitivo, pois DEUS resolvera que iriam morrer aos poucos no deserto, novamente se levanta uma rebelião que, se não são tomadas as devidas providências, dessa vez sim, levaria a outra rebelião em massa, e certamente a eliminação de todo aquele povo. Para que isso não acontecesse, o germe, o princípio da rebelião foi eliminado com urgência. E todo o povo teve que participar para que soubessem do que estavam sendo libertos. E mais, para que aprendessem que a rebelião, seja de dez, seja de um só, facilmente afeta a congregação toda. E mais ainda, para que se dessem conta que uma congregação é um sistema, ou seja, todos deveria zelar pelo bem de todos. Afinal, ou estão todos interessados na salvação, ou, se houver algum inimigo infiltrado, combatendo o povo de DEUS, esse inimigo precisa ser repelido por todos. Ou ainda, se uns poucos simpatizam com um inimigo, isso pode influenciar a todos, e colocar tudo a perder. Um exemplo ilustrativo foi a gripe “A”, que tivemos nesse inverno. Um só afetado que viesse ao Brasil poderia transmitir o vírus a muitos, e levar muita gente à morte. Por isso as autoridades tiveram um cuidado que parecia exagerado. Veja agora o que Ellen G. White escreveu a respeito desse caso. “Logo depois da volta ao deserto, ocorreu um caso de violação do sábado, sob circunstâncias que o tornavam de uma culpabilidade peculiar. O anúncio do Senhor de que deserdaria Israel, despertara um espírito de rebelião. Alguém do povo, irado por ser / excluído de Canaã, e decidido a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento, indo apanhar lenha no sábado. Durante a permanência no deserto fora estritamente proibido acender fogo no sétimo dia. A proibição não se estendia à terra de Canaã, onde muitas vezes a inclemência do clima tornaria necessário o fogo; mas no deserto o fogo não era necessário para aquecer. O ato deste homem foi uma violação voluntária e deliberada do quarto mandamento - pecado este não cometido por inadvertência ou ignorância, mas por presunção” (Patriarcas e Profetas, 408 e 409). Então, DEUS exagerou na dose nessa punição? Não, Ele viu-Se obrigado a uma providência para salvar o povo todo daquilo que seria o desastre mais lamentável da história do povo de DEUS nesses seis mil anos. Será que temos que aplicar esse fato para os nossos dias, hoje? Seria bom não é mesmo? Veja bem, todos nós influenciamos e somos influenciados. Em lição passada já disse que a IASD é severamente combatida por inimigos de fora, e inimigos de dentro. O modo como falamos, como negociamos, como nos alimentamos, como nos vestimos, como nos adornamos, como nos divertimos, como nos informamos, como passamos os momentos de lazer, como vivemos em família, como testemunhamos em todos os momentos, e muitos etc., pode servir como incentivo a outros serem fiéis a DEUS, ou a serem rebeldes a DEUS. Essa é hoje uma das principais armas de satanás contra a igreja, utilizar membros dela para influenciar a outros membros. Nada como ler no Espírito de Profecia sobre esse ponto. "Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal. Os mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares. Os que pertencem a essa classe, forem mais aptos e inteligentes, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas. Muitos não lhes temerão a influência, porque professam a mesma fé. Levá-los-emos então a concluir que as reivindicações de Cristo são menos estritas do que uma vez creram, e que pela conformação com o mundo exercerão maior influência sobre os mundanos. Assim se separarão de Cristo; então não terão forças para resistir ao nosso poder, e dentro de pouco tempo estarão prontos para ridicularizar o seu antigo zelo e devoção” (Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos, 474, destaques foram acrescentados). Ainda um último alerta para meditarmos. Os do povo de DEUS certamente não se perderão por grandes pecados, mas por pequenos. Tanto pecados grandes como pequenos levam ao mesmo destino. Os pequenos tem a vantagem (para satanás) de não serem tão temidos, nem de provocarem preocupação. Assim, nossas atuais rebeliões estão sendo por meio de pequenas coisas, que tal como as grandes, levam ao mesmo destino: morte eterna. Após esse estudo, quem ler o Salmo 95 terá uma surpresa!
DEUS deu uma ordem aos israelitas, que eles prendessem nos quatro cantos de suas roupas borlas, uma em cada canto. É de lembrar que naquele tempo as pessoas se vestiam de mantos, hoje são vestes nas quais nós entramos, mas naquele tempo se enrolavam (cingiam) em grandes mantos. E mantos sempre tem quatro cantos. Cada canto devia ter uma borla. O que eram essas borlas? Consistiam de bolas da qual pediam fios de seda, ou algodão, ou até de prata ou de outro. Na outra extremidade da bola havia um cordel para prender a borla onde desejasse. Portanto, a borla poderia ser retirada para lavar as peças em separado. Uma borla, portanto, era uma espécie de franja redonda. E qual foi o motivo para DEUS dar tal ordem? Foi para que, vendo as borlas, se acostumassem de lembrar de DEUS, de Seus mandamentos, de obedecer a esses mandamentos, de serem santos a DEUS e de não seguir seus desejos e inclinações carnais nem de seguir a outros deuses dos pagãos. Nós hoje podemos seguir o exemplo dos israelitas. Não precisamos usar borlas, mas cada servo de DEUS pode, criativamente, desenvolver seus métodos para mais facilmente se lembrar de que é um servo de DEUS. Anos atrás, quando em nossa família passamos por grande provação que durou dois anos e oito meses, levava no bolso um pequeno cartão, uma espécie de grade horária. Ali anotava com um “x” as orações que fazia de hora em hora, até que obtivemos a vitória. Hoje tenho alguns memoriais para não esquecer de DEUS e de orar a Ele, e de sempre lembrar de ser fiel a Ele. Por exemplo, quando estou em aula, num papelzinho simplesmente desenho a letra “D”, em tamanho grande para ver facilmente. Essa letra quer dizer DEUS. E é incrível, sempre que vejo essa letra, lembro d’Ele, e geralmente faço, ali mesmo, em pensamento, uma oração. E assim tenho vários esquemas para não esquecer de DEUS. Bem, hoje estudando essa lição, finalmente descobri a razão daquelas borlas entre os israelitas. De fato, nós somos seres bem degenerados, esquecemos facilmente, portanto, precisamos inventar formas de lembretes de que somos cidadãos de outra cultura, que não é dessa terra. Seja criativo(a), invente seus modos de lembrar de DEUS, e de ser fiel a Ele. Aproveito para me abrir mais aos meus leitores. Muitos enviam correspondência fazendo perguntas no campo teológico. Grande parte não sei responder. Na verdade sou apenas um professor de uma Universidade secular, no curso de Administração de Empresas. Nem mesmo teólogo sou. Portanto, além desses estudos da lição, sou um “zero à esquerda”, como todos leigos também são. Apenas com uma pequena diferença, estudo com amor e alguma profundidade as profecias bíblicas, já há décadas, pois amo esse assunto, e sou ligado a qualquer tema bem fundamentado relacionado com a volta de JESUS. Sou por demais ansioso por esse dia. O que aqui escrevo é mais fruto de oração e estudo do que de formação. Para cada lição e comentário que escrevo, primeiro tenho eu mesmo que estudar e aprender, só depois o comentário é escrito. Ao redigir, DEUS está ao meu lado, é então que aprendo coisas que antes nem sabia, mas quero deixar bem claro que não sou profeta. O que faço qualquer pessoa desse mundo pode fazer. É só orar a DEUS para que o torne uma pessoa humilde. Aliás, conclamo aos milhares de jovens, gente ainda menos afetada pelo pecado que eu já fui, para que busquem em DEUS a humildade, se entreguem a Ele, e deixem que Ele faça o resto. Pecadores continuaremos sendo, mas cada dia menos propensos ao mal. Portanto, para esses comentários, primeiro preciso aprender do estudo da lição (e algumas outras pesquisas quando necessário), e depois escrever um comentário de forma simples que todos entendam, buscando aplicar o conhecimento em nossa vida hoje, que sem isso, de que adiantam esses estudos todos? Muitos acham meus comentários duros. Não vêem nisso como sendo algo negativo, mas positivo. Na verdade não são duros, são apenas realistas. Sou muito apegado a Elias, João Batista e Ellen G. White. Esses três fizeram um trabalho similar em épocas diferentes. Todos eles pareciam ser duros, mas apenas foram realistas. E no ambiente liberal em que vivemos, ser realista parece durão. Mas isso não é verdade, temos que pregar a salvação com todas as letras, não apenas com aquelas palavras que não ofendem as pessoas que vão se perdendo, pois tais palavras também não salvam ninguém. Aliás, o pregador que age assim, ele pode ter uma certeza, ele mesmo também se perderá. Uma forma extremamente sutil de enganar é pregar a verdade, mas não toda a verdade, apenas a parte boa e suave. Por exemplo pregar sobre a volta de JESUS, mas sobre a preparação, apenas dizer que ela é necessária e que Ele vem. Pregar assim é enganar mais poderosamente que sofismar pela santificação do domingo. Temos que ser honestos, tanto no que fazemos quanto o que ensinamos. Há uma regrinha que tento seguir a risca: tudo o que descubro da parte da Bíblia, e que requer mudança em minha vida, não espero para o dia seguinte, mudo na hora. Essa história de deixar para mais tarde é uma prática que só serve para fazer nunca. Em se tratando de vida eterna não se brinca. Imagine perder a vida eterna só porque deixou para amanhã uma pequeno detalhe que o desaprova para a vida eterna? O que podemos ter nessa Terra, se é bom, vale pouco, se é ruim, vale nada. O que nos aguarda, em poucos anos, vale tudo, e agora nem podemos fazer idéia de como será. Sejamos todos pessoas simples e humildes, que em breve nos encontraremos lá! Tudo bem, mas não esqueçam das borlas...
Há três testemunhos que todos aqueles que querem ser salvos devem dar: A DEUS, ao próximo e a si mesmos. Antes de explorarmos um pouco esse tema, o que é testemunho no contexto desse estudo? Refere-se a demonstração ou prova de vida. Significa aquilo que DEUS percebe em nosso modo de ser, o que os nossos semelhantes percebem e o que nós mesmos percebemos em nós. Então vamos entender essa questão importante. Esses três testemunhos necessariamente devem ser coerentes entre si. Um não pode ser diferente do outro. Vamos a um exemplo, muito comum aqui no sul. O gaúcho gosta muito de chimarrão. Na Universidade onde trabalho, em todas as reuniões o chimarrão passa de mão e mão. Na verdade nunca tomei um gole dessa bebida que vicia e é uma droga, pois afeta o sistema nervoso central, causando dependência, entre outros problemas. Pois bem, não são poucos os casos em que, o pastor vindo à uma casa para visitar os irmãos, a cuia e a bomba de onde bebem o chimarrão é atirada pela janela, ou escondida em algum lugar, mas esquecem a erva bem à vista do pastor. Fica uma cena hilariante. Essa é uma tentativa de dar bom testemunho ao pastor, mas não a DEUS nem a si mesmos. Quando em acampamentos uma barraca está totalmente fechada, e se ouve pessoas falando lá dentro, é certo que está em andamento uma rodada de chimarrão. Isso é testemunho incompleto. Ou seja, se queremos parecer corretos perante os homens, mas esquecemos de que também devemos ser corretos perante DEUS e para nós mesmos, então estamos nos enganando, enganando a DEUS, e nos desqualificando para a vida eterna. Os seres humanos geralmente preocupam-se com sua reputação perante outros seres humanos, e só isso. Às vezes um respeitável ancião que tem seus pecados ocultos, é respeitável perante os homens, mas não perante DEUS, nem perante ele mesmo. Assim há muitas pessoas. Portanto, vamos aprender uma coisa aqui por demais importante. Em primeiro lugar, não há como escapar dos três testemunhos, sempre estamos testemunhando nesses três níveis. E o que demonstramos deve ser coerente em todos eles. Por exemplo, aquilo que pensamos, pode não ser visto por pessoa alguma, mas DEUS sabe e nós também. Aquilo que fazemos em secreto, só é visto por DEUS e por nós. Portanto, o testemunho mais importante é aquele que aqui na Terra só nós conhecemos. Se esse testemunho for aprovado por DEUS, que também tem o conhecimento do que se passa, então jamais teremos necessidade de esconder algo de nossos semelhantes.
escrito entre: 23/09/2009 a 02/10/009 - revisado em 02/10/2009
Declaração do professor Sikberto R. Marks O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.
Comentário da Lição 05 - Das Murmurações à Apostasia - Escola no Ar
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao.asp?nivel=adultos_pt&data=30/10/2009 Comentario da Lección 05 - De las Quejas a la Apostasía - "La Escuela en el Aire" (Escola no Ar)
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao_es.asp?nivel=adultos_es&data=30/10/2009 Lección 5 De las quejas a la Apostasía. - (Números 11-14)Lección 5 De las quejas a la Apostasía. - (Números 11-14)
Copr. 2007, Bruce N. Cameron, J.D. Todas las referencias de las escrituras son de la Nueva Versión Internacional. (NVI), copr. 1973, 1978, 1984 Sociedad Bíblica Internacional, al menos que se mencione de otra manera. Las citas de la NVI son usadas con autorización de Publicadores de la Biblia Zondervan. Las respuestas sugeridas se encuentran entre paréntesis. Si usted normalmente recibe esta lección por e-mail, pero se ha perdido una semana, puede encontrarla haciendo clic en el siguiente link:
Introducción: ¿Sientes que Dios te ha decepcionado? ¿Estás insatisfecho con la vida que Dios te ha dado? ¿Te has quejado de que Dios no haya hecho más por ti? Nuestra lección esta semana muestra que Dios es receptivo a las quejas, y que las responde, pero cuando las quejas se tornan en rebelión y desconfianza en Dios, ¡Cuidado! Estamos hablando de fe. Nuestros textos bíblicos sugieren que podríamos estar enfocándonos en la rebeldía. ¡Entremos de lleno a nuestro estudio del libro de Números y aprendamos más!
I. El Dilema de los Omnívoros
A. Lee Números 11:4-6. ¿Te gusta la variedad en tu dieta? ¿Simpatizas con las quejas del pueblo? (A mi me gusta visitar restaurantes nuevos para ver si tienen algo diferente y bueno para comer. Por otra parte, cuando estaba creciendo comí el mismo almuerzo por al menos cinco años. Durante la semana de trabajo he comido el mismo desayuno por más de diez años. Esta es mi elección.)
1. ¿Está el pueblo quejándose solo de su dieta? (No, ellos extrañaban Egipto.)
a. ¿Era gratis el pescado en Egipto? (solo si pasas por alto el hecho de que ellos eran esclavos que no recibían salario.)
1. ¿Cuánto es el período de tiempo del que estamos hablando para esta misma dieta? (Lee Deuteronomio 1:2. Aunque no sé el tiempo total, la Biblia nos dice que desde que se dan los Diez Mandamientos hasta su locación actual era ¡un viaje de 11 días!)
A. Lee Números 11:7-9. ¿Qué es lo bueno del maná?
1. Si tú fueras Dios, ¿Qué hubieras pensado sobre el pedido de un menú más variado?
1. ¿Cuán difícil hubiera sido para Dios enviarles una comida diferente cada día de la semana?
1. Como Dios, puedes hacer cualquier cosa. Si fueras Dios, ¿Cuál hubiera sido tu reacción ante todo esto? (¿Dónde está la gratitud por todo lo que yo hice?)
A. Lee Números 11:10-15. Considera la queja de Moisés a Dios. ¿Cuál consideras que es la raíz del problema con la actitud de Moisés? (En el versículo 13 Moisés dice, “¿Dónde puedo conseguir carne para toda esta gente?” Su actitud es que el es responsable. Sus esfuerzos curarán los problemas.)
1. ¿Confía Moisés en Dios para que le de ayuda? (En el versículo 14 Moisés parece pedir ayuda, pero una vez más parece estar mayormente preocupado por si mismo – “¡así no veré mi propia desgracia!”)
a. Considera la última vez que te quejaste de Dios. ¿Estabas preocupado por tu reputación? ¿Estabas tratando de llevar la carga tu mismo?
1. Si estuvieras aconsejando a Moisés en su discusión con Dios, ¿Qué le hubieras sugerido que diga? (No le expongas a Dios cómo te sientes. Permítele a Dios conocer los problemas y decidir como los manejará.)
A. Lee Números 11:16-17. Anteriormente leímos que Dios estaba enojado con el pueblo. ¿Cómo describirías la respuesta de Dios a Moisés? (Parece más razonable.)
1. ¿Qué ha perdido Moisés? (Su autoridad está diluida ahora.
1. ¿Cuál es la clave del liderazgo? (¡El Espíritu de Dios!)
1. Veamos unos versículos más abajo. Lee Números 11:24-25. Este no es el libro de Hechos. ¿Qué nos enseña esto sobre el Espíritu Santo? (Que podemos esperar manifestaciones literales de el.)
a. ¿Por qué no profetizaron nuevamente? (Dios quería que ellos supieran que tenían Su Espíritu. Pero, una manifestación física continua no era necesaria.)
A. Lee Números 11:31-34. ¿Qué rol jugaban los ancianos de 70 años en esto? (Ninguno. Dios pudo haber obrado solo a través de Moisés.)
1. ¿Deberíamos ser cuidadosos en lo que pedimos?
1. ¿Por qué piensas que murió la gente? ¿Cuál es la lección para nosotros? (Yo no creo que la gente muriera por pedir una dieta variada. Creo que murieron debido a su actitud. Ellos no tuvieron gratitud por ser librados de la esclavitud. No tenían gratitud por el alimento provisto. Lo único que tenían eran quejas.)
I. La Tierra Prometida
A. Lee Números 13:1-2. ¿Cuáles crees que eran los motivos de Dios en esto? (Si le vas a dar un bello regalo a tu esposa o esposo, estás ansioso por que lo vea.)
A. Lee Números 13:26-29. ¿Cuáles son los elementos esenciales del reporte de esos enviados a explorar la tierra? (Es todo lo que se les había prometido. Pero, será difícil obtenerla.)
1. ¿Hay algún paralelo para nosotros hoy cuando se trata del cielo?
A. Lee Números 13:30. ¿Por qué Caleb tuvo que hacer callar al pueblo? (El reporte causó una instantánea discusión. Aparentemente una gran discusión.)
1. ¿Qué causó que Caleb dijera esto? (El estaba preocupado de que el pueblo se descorazonara por el reporte de las dificultades para tomar la tierra.)
A. Lee Números 13:31. ¿Es esto verdad? (Si. Si sacaban a Dios de la ecuación.)
A. Lee Números 14:1-4. ¿Hay alguna lógica a la respuesta del pueblo? (Si querían morir, ¿por qué no morir en el campo de batalla? ¿Por qué no morir tratando de hacer algo mejor para ti mismo?)
1. ¿Te has sentido alguna vez culpable de esta actitud cuando enfrentaste un problema muy grande en tu vida?
A. Lee Números 14:5-9. ¿Por qué Josué y Caleb pensaron que podían tomar la tierra? (“No tienen quien los proteja, porque el Señor está de parte nuestra.”)
1. ¿Estaban seguros de que Dios estaba con ellos? (Nota el versículo 8: “Si el Señor se agrada de nosotros, El… nos dará la tierra.”)
1. Si tuvieras esa inseguridad, ¿avanzarías? (Recuerda que se trata de Dios no de ellos. Avanzas sabiendo que lo que sea que suceda, Dios está a cargo.)
A. Lee Números 14:10. ¿Qué ha decidido el pueblo? (Que Moisés, Caleb y Josué les habían fallado. Son culpables de algo, quizás algo que merece la muerte.)
A. Lee Números 14:11. Nota que Dios no habla sobre falta de fe, Él habla de menosprecio. ¿Qué piensas de la reacción de Dios?
1. Cuando estamos animando a otros (o a nosotros mismos) a tener fe, ¿Deberíamos afirmarlo en términos de no menospreciar a Dios?
1. ¿Piensas que el pueblo realmente menospreciaba a Dios? ¿Era que simplemente pensaban que Dios no podía hacerlo, y el problema era que ellos habían dejado a Dios fuera de la ecuación? (Si eres parte del pueblo de Dios, nunca puedes dejarlo fuera de la ecuación. Desde el punto de vista de Dios esto es menosprecio.)
A. Lee Números 14:12-19. ¿No es este un diálogo extraordinario? ¿Por qué está en el registro inspirado? ¿Por qué Dios quiere que veamos esto? ¿Está acaso moisés manipulando a Dios?
A. Lee Números 14:20. ¿Ha pedido perdón esta gente? Recuerda que cuando discutimos las epístolas de Juan (1 Juan 5:16-17) consideramos si podemos orar por el perdón de los pecados de otros. En Mateo 18:18 Jesús les dice a los discípulos que ellos pueden “atar” y “soltar” cosas en el cielo. ¿Deberías orar por el perdón de los pecados de otros (como tus hijos) o tienes que ser Moisés o un discípulo para hacer esto?
A. Lee Números 14:21-25. ¿Le está dando Dios al pueblo lo que el pueblo pidió? (Compara Números 14:2 y Números 14:28-29.)
1. Si Dios los ha perdonado, ¿Por qué se los envía a la muerte en el desierto?
A. En Números 14:36-38 aprendemos que todos aquellos que dieron un mal reporte murieron, solo Josué y Caleb sobrevivieron. Esto fue comunicado al pueblo. Lee Números 14:40, 44-45. ¿Se le dio una segunda oportunidad al pueblo? (No. Tuvieron muchísimas “oportunidades” antes, pero cuando se trató de entrar en la tierra prometida tuvieron una sola oportunidad.)
1. ¿Hay una lección en esto para nosotros hoy? ¿Qué sugiere esto sobre la teoría de los “perdidos”[1] (“Left behind”) sobre las segundas oportunidades para el cielo?
a. ¿Qué sugiere sobre las diferencias entre la actitud de Dios hacia el perdón del pecado y la actitud de Dios sobre los resultados prácticos del pecado? (Pasamos por alto Números 12, que revela segunda (o más) oportunidades para Aarón y Miriam. En Números 14:22 Dios dice que les dio ¡diez oportunidades!)
a. ¿Que nos enseña la falla al entrar en la tierra prometida sobre desconfiar de Dios cuando se trata de las decisiones más importantes en la vida?
A. Amigo, muchas veces en estas lecciones te he invitado a ser un seguidor de Dios. Aceptar esa invitación conlleva la obligación de confiar en Dios, no menospreciarlo. ¿Te decidirás a confiar en Él hoy – aún cuando enfrentes gigantes?
I. La Semana Próxima: Planes para el Futuro.
[1] Se refiere aquí a una serie de novelas religiosas best Sellers escritas por Tim LaHaye and Jerry B. Jenkins, basados en la teología del “rapto secreto” teoría que dice que los cristianos serán llevados secretamente al cielo. Cuando los “perdidos” se dan cuenta de que los santos se han ido, ellos tienen una segunda oportunidad para volverse a Dios y ser llevados al cielo.
Guida allo studio settimanale della BibbiaGuida allo studio settimanale della Bibbia Argomento di questo trimestre:
5. DALLE LAMENTELE ALL’APOSTASIA24/10/2009 5. DALLE LAMENTELE ALL’APOSTASIA 24 - 30 ottobre
Letture: Numeri 11-14
«Fate ogni cosa senza mormorii e senza dispute, perché siate irreprensibili e integri, figli di Dio senza biasimo in mezzo a una generazione storta e perversa, nella quale risplendete come astri nel mondo» Filippesi 2:14,15
Quando la nuvola si alzò dal tabernacolo nel Sinai e i sacerdoti partirono con l’arca, Mosè proclamò: «Sorgi, o Signore, e siano dispersi i tuoi nemici, e fuggano davanti alla tua presenza quelli che ti odiano!» (Nm 10:35). Era come un grido di vittoria e la grande massa degli israeliti iniziò quel viaggio con buona disposizione d’animo. Alla fine stavano finalmente per entrare nella terra promessa! Immaginiamo come doveva essere poter vedere in mezzo a loro la presenza di Dio; sarebbe naturale pensare che, accompagnati da una manifestazione così chiara ed evidente, avrebbero prontamente ubbidito a ogni ordine di Dio lungo quell’ultimo tratto che li separava dall’adempimento della promessa fatta ai loro padri tanto tempo prima. Ma le cose non hanno la tendenza ad andare in questo modo, nemmeno se di mezzo c’è il popolo del Signore. Questa settimana ci troveremo davanti a una confusione dopo l’altra, a una serie continua di dubbi, incredulità e ingratitudini. Mentre li osserveremo da vicino, teniamo sempre presente le possibili analogie con la nostra esperienza presente, mentre attendiamo la realizzazione di una promessa perfino superiore. Leggere Numeri 11 e rispondere alle seguenti domande:
Perché è importante non dimenticare il modo in cui Dio ci ha guidati nel passato?
Come interpretiamo la reazione del Signore nei loro confronti?
Cosa ci insegna questo episodio in merito alla necessità di saper controllare i nostri appetiti?
In ebraico, queste persone vengono letteralmente descritte così: «Mormoratori di mali». Possiamo solo immaginare di quali «mali» si lamentassero; forse ritenevano che il Signore avesse condotto la nazione verso una trappola mortale nel deserto, e non verso la terra promessa di «latte e miele». Dopo tutti i miracoli di cui erano stati testimoni in Egitto e il passaggio del Mar rosso, quel mormorio assumeva i contorni della ribellione. Il loro influsso sarebbe potuto essere contagioso e distruttivo per quella giovane nazione. E così scese del fuoco dal cielo che annientò quegli individui «e l’estremità dell’accampamento» (v. 1). Solo l’intercessione di Mosè placò le fiamme. Il popolo non aveva motivi reali per lamentarsi dell’alimentazione; la manna caduta dal cielo poteva essere preparata in tanti modi, macinata nel mulino o battuta in un mortaio; era possibile cuocerla o bollirla (Es 16:23; Nm 11:8). Il Dio che aveva creato così tanti sapori sopraffini per i palati di tutti gli esseri umani, non avrebbe certo offerto al popolo del patto una pietanza non commestibile. E inoltre c’era a disposizione il latte di capre, pecore e bestiame, dal quale veniva ricavato formaggio e burro. Analogamente ai sacrifici di carne, le varie «offerte di pace», i voti, i ringraziamenti e i doni spontanei terminavano con un pasto comune nel quale il sacerdote, colui che presentava l’offerta, con familiari e servitù, e i leviti invitati partecipavano al rito del sacrificio. Una cosa è certa, non pativano la fame.
C’è un proverbio che dice: «Stai attento a ciò che chiedi o per cui preghi, perché potresti essere esaudito». Che cosa significa e quale lezione può insegnarci? Quando Israele passò così repentinamente all’idolatria e adorò il vitello d’oro, Mosè implorò il Signore perché perdonasse il suo popolo, e in sottordine lo invocò: «Nondimeno, perdona ora il loro peccato! Se no, ti prego, cancellami dal tuo libro che hai scritto!» (Es 32:32). Come reagì in seguito Mosè, quando udì e vide la gente che all’ingresso delle loro tende piangeva e gridava, «Dacci da mangiare della carne!»? Perché il suo era un atteggiamento ingiustificato? Dove emerge l’umanità corrotta di questo grande uomo di Dio? Numeri 11:10-15
Leggere anche Numeri 11:21-23. In che modo si vede la natura umana di Mosè?
Nonostante gli sbagli e la mancanza di fiducia dimostrata da Mosè, il Signore lo soccorse per alleviare il peso che quell’uomo avvertiva sulle proprie spalle e lo fece nominando settanta anziani che lo avrebbero assistito nel suo lavoro (Nm 11:16,17). L’esperienza dei settanta fu simile alla discesa dello Spirito sui discepoli di Cristo nel giorno della Pentecoste, tranne per il fatto che i primi «profetizzarono». In questo modo essi vennero onorati da Dio in presenza di tutto il popolo. «L’iniziativa non sarebbe stata necessaria se Mosè avesse dimostrato una fede in Dio corrispondente alle manifestazioni di potenza e bontà alle quali aveva assistito. Egli, però, aveva ingigantito il peso delle sue responsabilità e dei suoi compiti, dimenticando di essere semplicemente lo strumento attraverso il quale il Signore operava. Era una debolezza ingiustificabile, in cui si manifestava - anche se in forma molto meno grave - lo stesso atteggiamento contestatario per il quale il popolo era stato punito» - PP, p. 380 [318,319].
Leggere con attenzione Numeri 11:20. Essi avevano «respinto il Signore che è in mezzo a voi». Respingere Dio non significa dunque apertamente apostasia, negazione della sua esistenza o vedere il proprio nome cancellato dai registri di chiesa. In che modo questo incidente ci fa capire quanto sia facile ingannare noi stessi a proposito del nostro rapporto con il Signore? Sefora, moglie di Mosè, e i loro due figli erano rimasti con il padre di lei, il sacerdote di Madian, durante le piaghe d’Egitto. Dopo che Israele si era stabilito nel Sinai, Ietro riportò Sefora e i figli a Mosè; la donna notò quanto fosse affaticato il marito e ne informò Ietro, il quale volle vedere più da vicino il metodo di amministrare la giustizia del genero e suggerì una riorganizzazione, nominando tra il popolo i capi delle migliaia, delle centinaia, delle cinquantine e delle decine. Essi avrebbero amministrato le questioni minori, mentre i casi di maggiore importanza, Mosè li avrebbe presentati al Signore. Mosè acconsentì e questi uomini scelti amministrarono il popolo in ogni circostanza (cfr. Es 18:13-26). Questa mossa scatenò alla fine la gelosia e l’invidia di Aaronne e Miriam.
Leggere Numeri 12. Quali miseri tratti tipicamente umani rivelano in questo episodio Miriam e Aaronne? In che modo il loro peccato stride con l’atteggiamento e il carattere di Mosè? Come vede il Signore le attitudini negative come quelle esibite dal suo popolo in questo episodio meschino?
Il verbo «parlò» o «iniziò a parlare» è al singolare femminile, a indicare che fu Miriam a dare corso all’accusa che prende corpo dal v. 1. Ella era gelosa di Sefora e le imputava di aver condizionato Mosè nella nomina dei giudici suggerita da Ietro. La definì una cusita, probabilmente perché era di carnagione scura; in realtà Sefora era madianita, una discendente di Abramo per via del figlio di questi, Madian di Chetura e adoratore dello stesso vero Dio. Ma questa espressione di dileggio potrebbe anche derivare dal fatto che alcune tribù cusite vivevano tra i madianiti nel territorio a oriente del Sinai e a oriente del golfo di Acaba, in Arabia. Sefora avrebbe potuto essere qualificata da entrambi gli aggettivi; per esempio, una persona di origine tedesca nata negli Stati Uniti d’America si può definire tedesca o americana; ma è più probabile che quell’appellativo di Miriam sia stato usato in maniera ingiuriosa.
Nonostante le straordinarie manifestazioni della potenza di Dio, questi due fedeli elementi rivelarono alcuni atteggiamenti negativi. Quali sono alcune tue caratteristiche negative che vanno estirpate prima che ti conducano alla rovina spirituale? Probabilmente era settembre; le vigne stavano maturando ed era giunto il momento del secondo raccolto di fichi. Il popolo israelita impiegò solo undici giorni per raggiungere Cades-Barnea, nei pressi del confine meridionale di Canaan. Si può solo immaginare il moto di gioia e felicità che deve aver pervaso questa immensa folla mentre si avvicinava all’oggetto ambito dei suoi sogni.
Leggere Deuteronomio 1:19-23. Quale errore viene commesso?
Leggere Numeri 12 e rispondere alle seguenti domande:
Sebbene il Signore abbia dato il suo consenso, perché l’invio delle spie era da considerare un compromesso? Quali furono i suoi frutti?
Come valuti la reazione della maggior parte del popolo, nonostante le manifestazioni della potenza divina?
La gente si rallegrò nell’udire la produttività di quella che sarebbe diventata la loro nuova terra. Si stupirono nel vedere gli enormi grappoli d’uva trasportati da due uomini. La realtà era davvero positiva, anche migliore di come l’avevano immaginata; come al solito, le cose di questo mondo generano sempre problemi, anche quando è il Signore a guidarci; egli conosceva i popoli pagani che abitavano quelle terre. Come potevano pensare gli ebrei che Dio non si sarebbe occupato della situazione, specie dopo quello che aveva fatto agli egiziani! Eppure, dimenticando le promesse e la potenza divina, videro gli ostacoli che avevano davanti e, nonostante le suppliche di Caleb e Giosuè, le altre spie instillarono nella mente degli israeliti senso di depressione e foschi presagi.
Come imparare a confidare nel Signore pur in presenza di ostacoli apparentemente insuperabili che troviamo lungo il cammino? Quali scelte operate oggi determineranno la tua reazione davanti alle prove future? Leggere Numeri 14. Qual è il principale insegnamento spirituale che puoi trarre da questa storia?
Tra le tante orribili cose che dissero, forse la peggiore fu la richiesta di un capo che li riportasse in Egitto (Nm 14:3,4). Se consideriamo che quel paese era il simbolo della schiavitù dal peccato, della morte e dell’allontanamento da Dio, un atto simile da parte di quella gente che era stata liberata in maniera così eclatante, era del tutto imperdonabile. «Le spie bugiarde, di fronte al tentativo di Caleb e Giosuè, li accusarono pubblicamente: allora la folla gridò che fossero lapidati. La plebaglia impazzita si accalcò intorno a quei due uomini sinceri e fedeli; alcuni raccolsero delle pietre per ucciderli e si gettarono su di loro, gridando in modo orribile. All’improvviso, le pietre caddero dalle mani degli aggressori: un pesante silenzio li opprimeva e iniziarono a tremare. Dio faceva da scudo a Caleb e Giosuè, per impedire il loro assassinio. Lo splendore della sua presenza, simile al bagliore di una fiamma, illuminò il santuario… Nessuno osò opporre resistenza» - PP, p. 390 [327].
Come si rivelano la pietà e la grazia di Dio nei confronti di questa gente che gli si era apertamente ribellata?
Analizziamo la reazione alla punizione loro inflitta. Avendo rifiutato ciò che Dio aveva fatto per loro, decisero di provare a fare di testa propria e l’esito fu chiaramente disastroso. Se solo avessero confidato nel Signore, che li aveva già molto aiutati, tutto ciò si sarebbe potuto evitare; ma è altresì triste notare che tante persone innocenti, come sempre a causa del peccato, che non avevano niente a che vedere con la ribellione, soffrirono per le colpe altrui. Leggere: «Dal Sinai a Kades», tratto da Ellen G. White, Patriarchi e profeti, pp. 374-386 [312-325]; «Le dodici spie», pp. 387-394 [312-331].
«Una volta adottato un atteggiamento negativo, i dieci uomini continuarono a opporsi ostinatamente a Mosè, ad Aaronne e, in ultima analisi, a Dio stesso. Ogni minimo accenno positivo li rendeva ancora più determinati. Ormai erano decisi a scoraggiare ogni tentativo di intraprendere la conquista di Canaan, e deformarono il resoconto della situazione perché avesse un peso decisivo nell’influenzare il popolo. “È un paese che divora i suoi abitanti”, dissero. Con l’aggiunta di questa affermazione il loro rapporto, che fino a quel momento si era limitato a esprimere un parere negativo, diventava addirittura falso e contraddittorio. Le dieci spie infatti avevano dichiarato che il paese era ricco e prospero, popolato da uomini di statura gigantesca: ciò diventava impossibile da sostenere, se a causa del suo clima insalubre si poteva dire che esso “divorava i suoi abitanti”. La scelta di non credere nell’intervento di Dio espone l’uomo all’influsso di Satana: è impossibile stabilire fino a che punto si possa esserne condizionati» - PP, p. 389 [326].
Domande per la discussione 1. Perché, in qualsiasi circostanza, è importante coltivare un atteggiamento di lode e gratitudine per il Signore? Non abbiamo tutti motivi concreti per i quali essergli grati? Non è forse vero che è meglio pensare a questi piuttosto che ai problemi e che la gratitudine e la lode contribuiscono a conservare una fede salda? 2. Hai sperimentato come possano essere contagiosi la critica e il mormorio e quanto sia facile acquisire, da chi li diffonde, questi comportamenti? Quanto dobbiamo mostrarci prudenti a proposito delle parole che escono dalla nostra bocca? 3. In quali forme corriamo il rischio, nell’attesa del ritorno di Cristo, di avere lo stesso comportamento degli ebrei in quella circostanza, che valutiamo ripugnante?
In sintesi Gli undici giorni impiegati per trasferirsi dal Sinai a Kades-Barnea, nei pressi del confine con Canaan, furono tra i più difficili della permanenza nel deserto di Israele. Ci furono delle proteste così esagitate contro la manna, che Mosè implorò Dio di farlo morire all’istante. Un altro colpo basso fu la sfida al suo ruolo lanciatagli da Miriam e Aaronne. Alla fine, dopo il falso rapporto delle spie, la nazione oltrepassò il limite, che volle dire altri quaranta anni di permanenza nel deserto
Dari Persungutan Kepada Kemurtadan - (Bilangan 11-14) - Kitab Bilangan: Pelajaran 5Dari Persungutan Kepada Kemurtadan - (Bilangan 11-14) - Kitab Bilangan: Pelajaran 5
Copr. 2009, Bruce N. Cameron, diterjemahkan oleh Hetty Simatupang. Semua referensi Alkitab dikutip dari Alkitab Terjemahan Baru ©1974 Lembaga Alkitab Indonesia, kecuali disebutkan lain. Saran jawaban terdapat di dalam tanda kurung. Pengajar diasumsikan menggunakan papan tulis atau alat peraga lainnya dalam membawakan pelajaran. Pelajaran ini dapat dilihat di http://www.GoBible.Org/indonesian.
Pendahuluan: Apakah Anda merasa dikecewakan oleh Allah? Apakah Anda merasa tidak puas dengan kehidupan yang Allah berikan? Apakah Anda bersungut karena Allah tidak memberikan lebih? Pelajaran kita minggu ini menunjukkan bahwa Allah tanggap terhadap rasa tidak puas, dan Ia menanggapi, tetapi kalau rasa tidak puas berkembang menjadi pemberontakan dan tidak percaya kepada Allah, hati-hati! Kita berbicara mengenai iman. Ayat-ayat Akitab mengatakan bahwa kita lebih baik memusatkan perhatian kepada melawan. Mari selami pelajaran kita tentang kitab Bilangan dan belajar lebih jauh! . I. Pilihan Omnivora
A. Baca Bilangan 11:4-6. Apakah Anda menyukai variasi dalam makanan Anda? Apakah Anda menaruh simpati terhadap persungutan mereka? (Saya suka mengunjungi restoran-restoran baru untuk melihat kalau mereka mempunyai sesuatu yang berbeda dan baik untuk dimakan. Disisi lain, ketika saya remaja paling sedikit selama lima tahun saya makan makanan siang yang sama setiap harinya. Dalam minggu bekerja selama lebih dari sepuluh tahun saya makan makanan pagi yang sama. Ini adalah pilihan saya.)
1. Apakah mereka bersungut hanya tentang makanan? (Tidak, mereka merindukan Mesir.)
a. Apakah ikan di Mesir gratis? (Jangan lupa fakta bahwa mereka adalah budak tanpa bayaran.)
2. Berapa lamakah jangka waktu yang kita bicarakan untuk makanan yang sama ini? (Baca Ulangan 1:2. Walaupun saya tidak mengetahui total waktunya, Alkitab mengatakan bahwa sejak diberikannya Sepuluh Hukum sampai lokasi sekarang adalah 11 hari perjalanan!) B. Baca Bilangan 11:7-9. Apakah kebaikan manna?
1. Kalau seandainya Anda dalam posisi Allah, apa pendapat Anda dengan permintaan untuk lebih bervariasi dalam menu?
2. Seberapa sulitkah bagi Allah untuk mengirimkan makanan yang berbeda setiap hari dalam sepanjang minggu?
3. Sebagai Allah, Anda dapat melakukan apa saja. Kalau seandainya Anda adalah Allah, apakah reaksi Anda terhadap semua ini? (Dimanakah rasa terima kasih atas semua yang telah saya lakukan?)
C. Baca Bilangan 11:10-15. Pertimbangkan persungutan Musa terhadap Allah. ìDari manakah aku mengambil daging untuk diberikan kepada seluruh bangsa ini?î Sikapnya menyatakan bahwa ia bertanggung jawab. Usahanya akan menyelesaikan masalah.)
1. Apakah Musa datang kepada Allah meminta tolong? (Dalam ayat 15 Musa kelihatannya meminta tolong, tetapi lagi-lagi ia sepertinya lebih mencemaskan dirinya – ìsupaya aku tidak harus melihat celakaku.î)
a. Pikirkan kapan terakhir Anda bersungut kepada Allah. Apakah Anda mengkhawatirkan reputasi Anda? Apakah Anda mencoba memikul beban tersebut seorang diri?
2. Kalau Anda menjadi penasehat Musa dalam diskusinya dengan Allah, apa yang akan Anda sarankan ia katakan? (Jangan jadikan persoalan itu mengenai diri Anda. Beritahu Allah mengenai masalahnya dan biarkan Dia memutuskan bagaimana menyelesaikannya.) D. Baca Bilangan 11:16-17. Kita baca sebelumnya bahwa Allah murka terhadap bangsa Israel. Bagaimanakah Anda mengkategorikan tanggapan Allah terhadap Musa? (Kelihatannya masuk diakal.)
1. Apa yang hilang dari Musa? (Wibawanya berkurang.)
2. Apakah kunci dari kepemimpinan? (Roh Allah!)
3. Mari kita lompat beberapa ayat. Baca Bilangan 11:24-25. Ini bukanlah kitab Kisah para Rasul. Apakah yang diajarkan kepada kita sekarang ini mengenai Roh Kudus? (Bahwa kita masih dapat melihat manifestasi nyata dari Roh Kudus.)
a. Mengapa mereka tidak bernubuat lagi? (Allah mau mereka mengetahui bahwa mereka memiliki RohNya. Tetapi, manifestasi nyata yang berkesinambungan tidak diperlukan.)
E. Baca Bilangan 11:31-34. Peranan apakah yang dimainkan oleh ke-70 tua-tua di sini? (Tidak ada. Allah dapat bekerja melalui Musa saja.)
1. Haruskah kita berhati-hati atas apa yang kita minta?
2. Menurut Anda mengapa bangsa Israel binasa? Apakah pelajarannya bagi kita? (Saya pikir bangsa Israel binasa bukan karena mereka minta variasi makanan. Saya pikir mereka binasa karena sikap mereka. Mereka tidak tahu berterima kasih karena dibebaskan dari perbudakan. Mereka tidak tahu berterima kasih untuk makanan yang diberikan. Mereka hanya tahu bersungut-sungut.)
II. Tanah Perjanjian
A. Baca Bilangan 13:1-2. Menurut Anda apakah motif Allah di sini? (Kalau Anda memberikan pasangan Anda hadiah yang luar biasa, Anda gelisah menantikan dia untuk melihatnya.) B. Baca Bilangan 13:26-29. Apakah elemen-elemen penting yang dilaporkan mereka yang dikirim untuk menjelajah negri itu? (Persis seperti apa yang dijanjikan. Tetapi, akan sulit untuk memilikinya.)
1. Apakah ada persamaannya dengan kita sekarang dengan surga?
C. Baca Bilangan 13:30. Mengapa Kaleb harus menenteramkan bangsa Israel? (Laporan itu segera menimbulkan diskusi. Sepertinya diskusi dengan suara nyaring.)
1. Apa yang menyebabkan Kaleb mengatakan ini? (Ia khawatir kalau bangsa Israel akan berkecil hati karena laporan dengan kesulitan dalam mengabil alih tanah perjanjian.)
D. Baca Bilangan 13:31. Apakah ini benar? (Ya. Kalau mereka mengeluarkan Allah dari situasi.)
E. Baca Bilangan 14:1-4. Apakah ada logikanya dari tanggapan bangsa Israel? (Kalau mereka akan binasa, mengapa tidak binasa dalam medan peperangan? Mengapa tidak binasa ketika mencoba untuk meningkatkan hidup kepada yang lebih baik?)
1. Pernahkah Anda berada dalam sikap bersalah seperti ini ketika Anda menghadapa masalah hidup yang hebat?
F. Baca Bilangan 14:5-9. Mengapa Yosua dan Kaleb berpendapat mereka dapat mengambil tanah perjanjian itu? (ìYang melindungi mereka sudah meninggalkan mereka, sedang Tuhan menyertai kita.î)
1. Apakah mereka yakin bahwa Allah beserta dengan mereka? (Perhatikan ayat 8: ìJika Tuhan berkenan kepada kita, maka Ia . . . memberikannya kepada kita.î)
2. Kalau Anda memiliki ketidakpastian itu, apakah Anda akan maju kedepan? (Ingat bahwa ini adalah mengenai Allah dan bukan mengenai mereka. Anda maju kedepan karena mengetahui apapun akhirnya, Allah yang memimpin.)
G. Baca Bilangan 14:10. Apa yang diputuskan bangsa Israel? (Bahwa Musa, Harun, Yosua dan Kaleb telah mengecewakan mereka. Mereka bersalah atas sesuatu, kemungkinan sesuatu yang pantas dihukum mati.)
H. Baca Bilangan 14:11. Perhatikan Allah tidak berbicara mengenai kurangnya iman, Ia berbicara melawan. Apa pendapat Anda mengenai reaksi Allah?
1. Ketika kita mendorong iman bagi orang lain (atau diri kita sendiri) haruskah kita menyatakannya dalam kondisi melawan Allah?
2. Menurut Anda apakah bangsa Israel benar-benar melawan Allah? Atau apakah itu karena mereka pikir mereka tidak sanggup, dan masalahnya adalah mereka mengeluarkan Allah dari situasi? (Kalau Anda adalah bagian dari umat Allah, Anda tidak akan pernah mengeluarkan Dia dari situasi. Dari sudut pandang Allah itu adalah melawan.)
I. Baca Bilangan 14:12-19. Bukankah ini dialog yang luarbiasa? Mengapa ini ada dalam tulisan yng diinspirasikan? Mengapa Allah mau kita melihat ini? Apakah Musa memanipulasi Allah?
J. Baca Bilangan 14:20. Apakah bangsa Israel meminta pengampunan? Ingat ketika kita mempelajari surat-surat Yohanes (1 Yohanes 5:16-17) kita mempertibangkan dapatkah kita mendoakan pengampunan dosa orang lain. Dalam Matius 18:18 Yesus mengatakan kepada murid-murid bahwa mereka dapat ìikatî dan ìlepaskanî hal-hal di surga. Haruskan Anda berdoa untuk pengampunan dosa orang lain (misalnya anak-anak Anda) atau hanya Musa atau murid-murid yang dapat melakukannya?
K. Baca Bilangan 14:21-25. Apakah Allah mengabulkan permintaan bangsa Israel? (Bandingkan dengan Bilangan 14:2 dan Bilangan 14:28-29.)
1. Kalau Allah sudah mengampuni mereka, mengapa mereka harus mati di padang gurun?
L. Di dalam Bilangan 14:36-38 kita pelajari bahwa mereka yang membawa laporan buruk mati, hanya Yosua dan Kaleb yang hidup. Ini dikabarkan kepada bangsa Israel. Baca Bilangan 14:40, 44-45. Apakah bangsa Israel diberikan kesempatan kedua? (Tidak. Mereka memiliki banyak ìkesempatan-kesempatanî sebelumnya, tetapi untuk masuk ke negri perjanjian mereka hanya memiliki satu kesempatan.)
1. Apakah ada pelajaran disini bagi kita sekarang? Apa yang dikatakan disini mengenai teori ìLeft Behindî (Tertinggal Dibelakang) dengan kesempatan kedua di surga?
a. Apa yang dikatakan disini tentang adanya perbedaan sikap Allah terhadap pengampunan dosa dan sikap Allah terhadap hasil-hasil perbuatan dosa? (Kita melewati Bilangan 12, yang menyatakan kesempatan kedua (atau lebih) bagi Harun dan Miriam. Dalam Bilangan 14:22 Allah katakan Ia memberikan mereka sepuluh kesempatan.)
b. Apa yang diajarkan kegagalan memasuki tanah perjanjian kepada kita mengenai ketidakpercayaan kepada Allah ketika menghadapi keputusan penting dalam hidup?
M. Sahabat, banyak kali dalam pelajaran ini saya mengundang Anda untuk menjadi pengikut Allah. Menerima undangan itu membawa kewajiban untuk mempercayai Allah dan tidak melawan Dia. Maukah Anda bertekad untuk mempercayai Allah hari ini – walaupun ketika Anda menghadapi raksasa-raksasa?
III. Minggu depan: Merencanakan Dimuka
“Haverá Casamentos na Nova Terra?”“Haverá Casamentos na Nova Terra?” O céu será um lugar perfeito, onde poderemos viver felizes, ao lado de Deus. Mas, será que no céu haverá casamentos? O que a Bíblia diz sobre isso? Nos tempos de Jesus, havia uma classe de pessoas que possuía uma filosofia materialista e cética. Eles se consideravam intelectualmente superiores às outras pessoas. Acreditavam em Deus como o Criador, mas negavam que Ele se interessava pelos seres humanos. Eles negavam a existência dos anjos, da ressurreição e da obra do Espírito Santo. Eram chamados de Saduceus. Certa vez querendo pegar Jesus em alguma contradição, os saduceus perguntaram a Jesus sobre o seguinte problema: “Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se morrer o irmão de alguém, sendo aquele casado e não deixando filhos, seu irmão deve casar com a viúva e suscitar descendência ao falecido. Ora, havia sete irmãos: o primeiro casou e morreu sem filhos; o segundo e o terceiro também desposaram a viúva; igualmente os sete não tiveram filhos e morreram. Por fim, morreu também a mulher. Esta mulher, pois, no dia da ressurreição, de qual deles será esposa? Porque os sete a desposaram” (Lucas 20:28-33). Entendendo que eles queriam pegá-lo em contradição, e sabendo que não acreditavam em ressurreição, Jesus lhes diz como seriam as questões conjugais no céu. Ele diz: “mas os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos não casam, nem se dão em casamento” (Lucas 20:35; veja também Mateus 22:30). Um renomado Comentário Bíblico diz o seguinte sobre Mateus 22:30, que fala a respeito do mesmo episódio: “Não se casam - É evidente que não haverá necessidade de matrimônio porque prevalecerá uma ordem de vida totalmente diferente. Como os anjos – Os anjos são seres criados e não procriados. Jesus não revelou tudo sobre o assunto. Mas é mais “provável” que não haverá necessidade de matrimônio na Nova Terra. Em determinados assuntos como este, em que não há uma grande luz bíblica, “o silêncio é prudência”; mas existem algumas citações de Ellen White, uma escritora cristã, que são muito proveitosas: “Homens há hoje que expressam a crença de que haverá casamentos e nascimentos na nova Terra; os que crêem nas Escrituras, porém, não podem admitir tais doutrinas. A doutrina de que nascerão filhos na nova Terra não constitui parte da "firme palavra da profecia". As palavras de Cristo são demasiado claras para serem entendidas mal. Elas esclarecem de uma vez por todas a questão dos casamentos e nascimentos na nova Terra. Nenhum dos que forem despertados da morte, nem dos que forem trasladados sem ver a morte, casará ou será dado em casamento. Eles serão como os anjos de Deus, membros da família real.” Este tema é um dos quais Deus não revelou a ninguém; o mais seguro é não darmos nossas opiniões sobre assuntos encobertos, pois: “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”. (Deuteronômio 29:29). Não precisamos nos preocupar se no céu vamos fazer isto ou aquilo, pois Deus proverá coisas incrivelmente surpreendentes para preencher nosso coração. Coisas tão maravilhosas que jamais puderam penetrar no coração humano. O mais importante é termos a certeza de que estaremos lá. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000652 Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 30/10/2009 - Sexta
10月29日 Lição 05 - Das Murmurações à Apostasia (Números 11-14)Lição 05 - Das Murmurações à Apostasia (Números 11-14)
Introdução: Você sente que Deus te desapontou? Está insatisfeito com a vida que Deus tem te dado? Já reclamou que Deus não fez mais por você? Nossa lição desta semana mostra que Deus é receptivo a reclamações e que responde a elas; mas quando as reclamações se tornam em rebelião e desconfiança de Deus, cuidado! Vamos falar sobre fé. Nossos textos bíblicos sugerem que seria melhor nos concentrarmos nas reclamações Vamos pular para dentro do nosso estudo do livro de Números e aprender mais!
I. O Dilema do Onívoro
A. Leia Números 11:4-6. Você gosta de variedade na tua dieta? Tem simpatia pela reclamação do povo? (Gosto de visitar novos restaurantes para ver se têm algo diferente e bom para comer. Por outro lado, quando eu estava crescendo, comi o mesmo almoço por pelo menos cinco anos. Durante a semana de trabalho, tenho comido o mesmo café da manhã por mais de dez anos. Esta é a minha escolha.)
1. As pessoas estão somente reclamando da dieta? (Não, eles estão com saudades do Egito.)
a. Os peixes eram de graça no Egito? (Só se você esquecer o fato de que eles eram escravos, sem pagamento, no Egito.)
2. Estamos falando sobre quanto tempo com essa mesma dieta? (Leia Deuteronômio 1:2. Embora não saibamos o tempo total, a Bíblia nos diz que desde que os Dez Mandamentos foram dados até a sua localização atual, foi uma viagem de 11 dias!)
B. Leia Números 11:7-9. O que havia de bom acerca do maná?
1. Se você fosse Deus, o que pensaria sobre o pedido de mais variedade no menu?
2. Qual seria a dificuldade para Deus em mandar uma comida diferente para cada dia da semana?
3. Como Deus, você pode fazer qualquer coisa. Se você fosse Deus, qual seria a tua reação a tudo isso? (Onde está a gratidão por tudo o que fiz?)
C. Leia Números 11:10-15. Considere a reclamação de Moisés para Deus. Qual você considera como sendo a causa raiz do problema com a atitude de Moisés? (No verso 13 Moisés diz: “Onde conseguirei carne para todo esse povo?” Sua atitude é que ele é o responsável. Seus esforços solucionarão o problema.)
1. Moisés olhou para Deus em busca de ajuda? (No verso 14 Moisés parece pedir ajuda, mas novamente parece mais preocupado consigo mesmo – “não me deixes ver a minha própria ruína.”)
a. Considere a última vez que você reclamou com Deus. Você estava preocupado com a tua reputação? Estava tentando carregar o fardo sozinho?
2. Se você estivesse orientando Moisés nessa discussão com Deus, o que sugeriria que ele dissesse? (Não faça com que o assunto fique sendo sobre você. Faça com que Deus saiba sobre o problema e deixe Ele decidir como lidar com isso.)
D. Leia Números 11:16-17. Lemos anteriormente que Deus estava irado com o povo. Como você caracterizaria a resposta de Deus a Moisés? (Parece ser a mais razoável.)
1. O que Moisés perdeu? (Sua autoridade está a gora diluída.)
2. Qual é a chave para a liderança (O Espírito de Deus!)
3. Vamos pular alguns versos. Leia Números 11:24-25. Este não é o livro de Atos. O que este texto nos ensina acerca do Espírito Santo? (Que podemos esperar manifestações literais dele.)
a. Por que eles não profetizaram novamente? (Deus queria que eles soubessem que tinham o Espírito. Mas uma manifestação física contínua não era necessária.)
E. Leia Números 11:31-34. Que papel os 70 anciãs desempenharam nisso? (Nenhum. Deus poderia ter operado apenas através de Moisés.)
1. Deveríamos ser cuidadosos sobre o que pedimos?
2. Por que você acha que essas pessoas morreram? Qual é a lição para nós? (Não creio que as pessoas morreram porque pediram uma variação na dieta. Creio que elas morreram por causa de sua atitude. Não tiveram gratidão por haverem sido libertos da escravidão. Não tiveram gratidão pela comida fornecida. Elas tinham apenas reclamações.)
II. Terra Prometida
A. Leia Números 13:1-2. Qual você acha que eram os motivos de Deus para isso? (Se você está dando um presente para a sua esposa, fica ansioso para que ela o veja.)
B. Leia Números 13:26-29. Quais são os elementos essenciais do relato daqueles que foram explorar a terra? (Ela é em tudo como foi prometida. Mas será difícil possuí-la.)
1. Existe algum paralelo para nós hoje com relação ao céu?
C. Leia Números 13:30; Por que Calebe teve que silenciar o povo? (O relatório causou uma discussão instantânea. Aparentemente uma discussão acalorada.)
1. O que levou Calebe a dizer isso? (Ele estava preocupado que o povo seria desencorajado pelo relato das dificuldades em tomar a terra.)
D. Leia Números 13:31. Isto é verdade? (Sim. Se eles removessem Deus da equação.)
E. Leia Números 14:1-4. Há alguma lógica na resposta do povo? (Se eles queriam morrer, por que não morrer no campo de batalha? Por que não morrer tentando construir uma vida melhor para si mesmos?)
1. Você já foi culpado deste tipo de atitude quando enfrentou um grande problema na vida?
F. Leia Números 14:5-9. Por que Josué e Calebe pensaram que poderiam tomar a terra? (“A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco.”)
1. Eles tinham certeza de que Deus estava com eles? (Note o verso 8: “Se o Senhor se agradar de nós, Ele ... a dará a nós.”)
2. Vê você tivesse essa incerteza, avançaria? (Lembre-se que isto tem a ver com Deus, e não com o homem. Você avança sabendo que, qualquer que seja o resultado, Deus está no comando.)
G. Leia Números 14:10. O que o povo decidiu? (Que Moisés, Arão, Josué e Calebe haviam falhado com eles. Eram culpados de algo, talvez alo digno de morte.)
H. Leia Números 14:11. Note que Deus não fala sobre falta de fé, Ele fala sobre desprezo. O que você acha da reação de Deus?
1. Quando estamos encorajando a fé dos outros (ou de nós mesmos) deveríamos nos expressar em termos de desprezo a Deus?
2. Você acha que o povo realmente está desprezando a Deus? Seria o caso de que eles simplesmente não acham que poderiam fazer isso, e que o problema foi que eles deixaram Deus de fora da equação? (Se você é parte do povo de Deus, nunca pode deixá-Lo de fora da equação. Do ponto de vista de Deus, isso é desprezo.)
I. Leia Números 14:12-19. Este não é um diálogo extraordinário? Por que ele está no relato inspirado? Por que Deus quer que vejamos isso? Moisés está manipulando a Deus?
J. Leia Números 14:20. Essas pessoas pediram perdão? Lembre-se de que quando discutimos as epístolas de João (I João 5:16-17) consideramos se podemos orar pelo perdão do pecado de outras pessoas. Em Mateus 18:18 Jesus diz aos discípulos que eles podem “ligar” e “desligar” coisas no céu. Deveríamos orar pelo perdão dos pecados de ouras pessoas (como nossos filhos) ou você tem que ser um Moisés ou um discípulo para fazer isso?
K. Leia Números 14:21-25. Deus está dando ao povo o que eles pediram? (Compare Números 14:2 e Números 14:28-29.)
1. Se Deus os perdoou, então porque eles foram condenados à morte no deserto?
L. Em Números 14:36-38 aprendemos que todos aqueles que fizeram um mal relato morreram, somente Josué e Calebe sobreviveram. Isto foi relatado ao povo. Leia Números 14:40, 44-45. Foi dada uma segunda chance às pessoas? (Não. Eles haviam tido muitas “chances” antes, mas quando se trata de entrar na terra prometida, eles tiveram uma chance.)
1. Existe uma lição nisso para nós hoje? O que este texto sugere acerca da teoria “Deixados Para Trás”, que fala de uma segunda chance para o céu?
a. O que estes textos sugerem acerca de quaisquer diferenças entre a atitude de Deus com relação ao perdão dos pecados e a atitude de Deus com relação aos resultados práticos do pecado? (Nós pulamos Números 12, o qual revela segundas (ou mais) chances para Arão e Miriam. Em Números 14:22 Deus diz que deu a eles dez chances!)
b. O que a falha em entrar na terra prometida nos ensina acerca de desconfiarmos de Deus quando se trata de decisões importantes na vida?
M. Amigo, muitas vezes nessas lições tenho te convidado a ser um seguidor de Deus. Aceitar este convite traz junto a obrigação de confiar em Deus e não desprezá-Lo. Você vai decidir confiar em Deus hoje – mesmo quando enfrenta gigantes?
III. Próxima Semana: Disposições Para o Futuro
Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original.
Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços: Inglês - http://www.gobible.org/study.php3 Português (trimestre atual) - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm Português (arquivo) - http://brucecameron.blogspot.com/ Francês - http://www.etudesbibliques.net/accueil.php Espanhol - http://www.tagnet.org/azenmarcha/leccion/cameron/leccion_cam.html Alemão - http://www.gobible.org/german Indonésio - http://www.gobible.org/indonesian Russo - http://holysite.narod.ru/ss.htm Bósnio - http://www.adventisti-bih.com/bible.htm
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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2009.html
Tradução: Levi de Paula Tavares Lesson 5 - From Complaints to Apostasy - (Numbers 11-14)GoBible » Bible Studies » Numbers Lesson 5 - From Complaints to Apostasy - (Numbers 11-14) Introduction: Do you feel God has let you down? Are you unsatisfied with the life God has given to you? Have you complained that God did not do more for you? Our lesson this week shows that God is receptive to complaints, and that He responds to them, but when complaints turn to rebellion and distrust of God, watch out! We talk about faith. Our Bible texts suggest that we might better focus on contempt. Let's jump into our study of the book of Numbers and learn more!
Étude 05 - Du murmure à l’apostasie (Nombres 11 à 14)
Étude biblique de la semaine
Étude 05 - Du murmure à l’apostasie (Nombres 11 à 14)Étude 05 - Du murmure à l’apostasie (Nombres 11 à 14) Thème : Le livre des Nombres Samedi, 24 Octobre 2009 19:14 Copyright © 2009, Bruce N. Cameron, J.D. Toutes les références bibliques se réfèrent à la version Nouvelle Bible Second (NBS), 2002, sauf indication contraire. Des réponses suggérées sont placées entre parenthèses. Cette étude est publiée sur Internet à l’adresse http://www.etudesbibliques.net.
Introduction : Avez-vous le sentiment que Dieu vous a laissé tomber ? Êtes-vous insatisfait de la vie que Dieu vous a donnée ? Vous êtes-vous déjà plaint que Dieu n’avait pas fait davantage pour vous ? Notre étude de cette semaine montre que Dieu est réceptif aux plaintes, et qu’il y répond, mais lorsque la plainte se transforme en rébellion et en défiance envers Dieu, attention ! Nous parlons de la foi. Notre texte biblique suggère que nous ferions mieux de nous focaliser sur le mépris. Continuons notre étude du livre des Nombres et apprenons-en davantage !
I. Le dilemme omnivore
1. Lisez Nombres 11:4-6. Aimez-vous la variété dans votre alimentation ? Êtes-vous compatissant avec la plaintes des Israélites ? (J’aime aller dans de nouveaux restaurants pour voir s’ils ont quelque chose de différent et de bon à manger. D’un autre côté, quand j’étais jeune j’ai mangé le même repas pendant au moins cinq ans. Pendant les jours de travail j’ai mangé le même petit-déjeuner pendant plus de dix ans. C’était mon choix.)
a. Le peuple se plaint-il simplement de son alimentation ? (Non, il regrette l’Égypte.) i. Les poissons étaient-ils gratuits en Égypte ? (N’oubliez pas qu’ils étaient des esclaves sans aucune solde.) b. De quelle période de temps parlons-nous pour ce régime alimentaire unique ? (Lisez Deutéronome 1:2. Bien que je ne connaisse pas la durée totale, la Bible dit que depuis qu’ils ont reçu les Dix Commandements jusqu’à ce lieu, il faut onze jours de voyage !)
2. Lisez Nombres 11:7-9. Qu’est-ce qui est bien avec la manne ?
a. Si vous étiez Dieu, que penseriez-vous de la demande de plus de variété dans le menu ? b. Était-il difficile pour Dieu d’apporter une nourriture différente chaque jour de la semaine ? c. Si vous étiez Dieu vous pourriez tout faire. Quelle serait votre réaction à tout cela ? (Où est la gratitude pour tout ce que j’ai fait pour vous ?)
3. Lisez Nombres 11:10-15. Considérez la plainte de Moïse à Dieu. Selon vous, quelle est la source du problème dans l’attitude de Moïse ? (Au verset 13 Moïse dit : "Où prendrai-je de la viande pour en donner à tout ce peuple ?" Son attitude démontre une responsabilité. Ses efforts vont résoudre les problèmes.)
a. Moïse regarde-t-il à Dieu pour trouver de l’aide ? (Dans le verset 14 Moïse semble demander de l’aide, mais à nouveau il semble être principalement préoccupé par lui-même - "que je n’aie plus à voir le malheur que tu m’infliges".) i. Réfléchissez à la dernière fois que vous vous êtes plaint à Dieu. Vous préoccupiez-vous de votre réputation ? Essayiez-vous de porter vous-même le fardeau ? b. Si vous deviez coacher Moïse dans sa discussion avec Dieu, que lui suggéreriez-vous de dire ? (Ne reporte pas le problème sur toi. Parle à Dieu des problèmes et laisse-le décider de la façon de s’en occuper.)
4. Lisez Nombres 11:16-17. Nous avons lu précédemment que Dieu était en colère contre le peuple. Comment caractériseriez-vous la réponse de Dieu à Moïse ? (Elle semble plus raisonnable.)
a. Qu’a perdu Moïse ? (Son autorité est désormais diluée.) b. Quelle est la clé du leadership ? (L’Esprit de Dieu !) c. Sautons quelques verset. Lisez Nombres 11:24-25. Il ne s’agit pas du livre des Actes. Que cela nous enseigne-t-il aujourd’hui sur l’Esprit saint ? (Nous pouvons nous attendre à des manifestations de l’Esprit saint.)
i. Contre quoi n’ont-ils pas prophétisé ? (Dieu voulait qu’ils sachent qu’ils avaient l’Esprit saint. Mais une manifestation physique continuelle n’était pas nécessaire.)
5. Lisez Nombres 11:31-34. Quel rôle les 70 anciens ont-ils joué dans cela ? (Aucun. Dieu aurait pu agir avec Moïse seul.) a. Devons-nous faire attention à ce que nous demandons ? b. Selon vous, pourquoi le peuple est-il mort ? Quel est l’enseignement pour nous ? (Je ne pense pas que le peuple est mort parce pour avoir demandé un peu de variété dans l’alimentation. Je pense qu’il est mort à cause de son attitude. Il n’avait pas de gratitude pour avoir été libéré de l’esclavage. Il n’avait pas de gratitude pour la nourriture donnée. Il se plaignait simplement.)
II. Le pays promis
1. Lisez Nombres 13:1-2. Selon vous, quels étaient les motifs de Dieu pour cela ? (Si vous offrez à votre conjoint un cadeau magnifique, vous êtes anxieux de le voir le découvrir.) 2. Lisez Nombres 13:26-29. Quels sont les éléments essentiels du rapport de ceux qui sont partis explorer le pays ? (C’est exactement ce qui avait été promis. Mais ce sera difficile de le posséder.) a. Y a-t-il un parallèle pour nous aujourd’hui avec le royaume de Dieu ?
3. Lisez Nombres 13:30. Pourquoi Caleb a-t-il dû faire taire le peuple ? (Le compte-rendu avait généré des discussions spontanées. Apparemment des discussions bruyantes.)
a. Qu’est-ce qui a amené Caleb à dire cela ? (Il s’inquiétait de ce que le peuple puisse être découragé par le compte-rendu des difficultés à prendre le pays.) 4. Lisez Nombres 13:31. Cela est-il vrai ? (Oui. S’ils enlèvent Dieu de l’équation.) 5. Lisez Nombres 14:1-4. Y a-t-il une quelconque logique dans la réponse du peuple ? (S’ils voulaient mourir, pourquoi ne pas mourir sur le champ de bataille ? Pourquoi ne pas mourir en essayant d’avoir une vie meilleure ?)
a. Vous êtes-vous déjà rendu coupable de ce genre d’attitude lorsque vous vous trouviez devant un problème de vie majeur ?
6. Lisez Nombres 14:5-9. Pourquoi Josué et Caleb pensaient-ils pouvoir prendre le pays ? ("Leurs dieux protecteurs les ont abandonnés, tandis que le Seigneur est avec nous" (version TOB).) a. Étaient-ils certains que Dieu était avec eux ? (Notez le verset 8 : "Si le Seigneur prend plaisir en nous, il nous fera entrer dans ce pays et nous le donnera.") b. Si vous aviez cette incertitude, iriez-vous de l’avant ? (Rappelez-vous qu’il est question de Dieu et non d’eux-mêmes. Vous avancez en sachant que Dieu dirige toute chose, quelle qu’en soit l’issue.)
7. Lisez Nombres 14:10. Qu’a décidé le peuple ? (Que Moïse, Aaron, Josué et Caleb les ont lâchés. Ils sont coupables de quelque chose, peut-être de quelque chose digne de mort.)
8. Lisez Nombres 14:11. Notez que Dieu ne parle pas d’un manque de foi, il parle de mépris. Que pensez-vous de la réaction de Dieu ? a. Quand nous encourageons la foi en les autres (ou en nous-mêmes), devrions-nous l’exprimer en affichant du mépris pour Dieu ? b. Pensez-vous que le peuple avait réellement du mépris pour Dieu ? Peut-être était-ce simplement qu’il n’avait pas pensé pouvoir prendre le pays, et le problème était qu’il avait laissé Dieu hors de l’équation ? (Si vous faites partie du peuple de Dieu, vous ne pouvez jamais le laisser hors de l’équation. Du point de vue de Dieu, c’est du mépris.)
9. Lisez Nombres 14:12-19. Ne s’agit-il pas d’un dialogue extraordinaire ? Pourquoi cela est-il dans les textes inspirés ? Pourquoi Dieu voulait-il que nous voyions cela ? Moïse manipule-t-il Dieu ?
10. Lisez Nombres 14:20. Ces gens ont-ils demandé pardon ? Rappelez-vous que lorsque nous avons étudié les épîtres de Jean (1 Jean 5:16-17) nous nous sommes demandé si nous pouvons prier pour le pardon des péchés d’autrui. Dans Matthieu 18:18 Jésus dit aux disciples qu’il peuvent "lier" et "délier" ce qui est dans le ciel. Devriez-vous prier pour le pardon des péchés des autres (comme vos enfants) ou devriez-vous être Moïse ou un disciple pour pouvoir le faire ? 11. Lisez Nombres 14:21-25. Dieu donne-t-il au peuple ce qu’il demande ? (Comparez Nombres 14:2 et Nombres 14:28-29.) a. Si Dieu les a pardonné, pourquoi sont-ils destinés à mourir dans le désert ?
12. Dans Nombres 14:36-38 nous apprenons que tous ceux qui avaient fait un rapport négatif sont morts, seuls Josué et Caleb ont survécu. Cela a été reporté sur le peuple. Lisez Nombres 14:40,44-45. Le peuple a-t-il eu une deuxième chance ? (Non. Ils avaient eu beaucoup de "chances" auparavant, mais lorsqu’il était question d’entrer dans le pays promis ils n’ont eu qu’une seule chance.)
a. Y a-t-il là un enseignement pour nous aujourd’hui ? Que cela suggère-t-il quant à la théorie de Left Behind[1] d’une deuxième chance pour le ciel ? i. Que cela suggère-t-il au sujet de quelque différences entre l’attitude de Dieu face au pardon des péchés et l’attitude de Dieu face au résultat concret des péchés ? (Nous n’avons pas abordé Nombres 12 qui révèle une seconde (ou davantage) chance pour Aaron et Miriam. Dans Nombres 14:22 Dieu dit qu’il leur a donné 10 chances !) ii. Que nous enseigne l’échec de l’entrée dans le pays promis sur le fait de ne pas faire confiance à Dieu lorsque nous faisons face à des décisions majeures dans notre vie ?
13. Cher ami, à plusieurs reprises au cours de ces études je vous ai invité à suivre Dieu. Le fait d’accepter cette invitation implique l’obligation de faire confiance à Dieu et de le garder à l’écart de tout mépris. Voulez-vous faire confiance à Dieu dès aujourd’hui - même si vous vous trouvez devant des géants ?
III. La semaine prochaine : Préparer l’avenir.
[1] Left Behind est une série de fictions apocalyptiques très populaire aux USA. Vous trouverez plus d’informations sur le site Internet http://www.leftbehind.com (en anglais). Урок 5. От ропота к отступничеству - (Чис. 11--14)Урок 5. От ропота к отступничеству - (Чис. 11—14)
Copr. 2009, Bruce N. Cameron, J.D.— Комментарий доктора юридических наук Брюса Н. Камерона. Все библейские цитаты приводятся по Синодальному тексту (современная редакция), если не указан другой источник. В скобках даются возможные ответы. Если вам не пришел комментарий к уроку по электронной почте, вы cможете найти его по ссылке http://www.adventist.kz/ss Просите Духа Святого направлять вас в вашем изучении Библии.
Введение: Испытываете ли вы чувство, что Бог вас подвел? Чувствуете ли вы недовольство от той жизни, которую даровал вам Бог? Не жалуетесь ли вы на то, что Бог мог бы сделать для вас больше? Урок этой недели показывает, что Бог восприимчив к нашим жалобам, Он отвечает на них, но когда это недовольство перерастает в мятеж и недоверие к Богу, держитесь! Библейские тексты на этой неделе призывают нас сосредоточиться на довольствии. Давайте углубимся в изучение Книги Чисел и узнаем больше!
I. Проблема всеядности 1. Прочитайте Чис. 11:4—6. Вы любите разнообразие в своей диете? Понимаете ли вы жалобы этих людей? (Мне нравится посещать новые рестораны, чтобы попробовать что-нибудь новое и вкусное. А когда я был маленьким, я, по крайней мере, лет пять ел одно и то же на обед. Когда я пошел на работу, я лет десять ел одно и то же на завтрак. Таков мой выбор). а) Может, эти люди просто жалуются на свое питание? (Нет, они скучают по Египту). 1) А что, правда, что рыба в Египте была для них бесплатная? (Если вы забыли, они были рабами в Египте, которым ничего не платили). 2) В течение какого периода у них была одна и та же диета? (Прочитайте Втор. 1:2. Я не знаю, сколько всего прошло времени, но от момента, когда Бог дал им Десять Заповедей, до того места, где они сейчас пребывали, прошло 11 дней!) 2. Прочитайте Чис. 11:7—9. Чем полезна была манна? а) На месте Бога, что бы вы подумали об этих просьбах об изменениях в питании? б) А было ли трудно для Бога посылать различную пищу в разные дни недели? в) На месте Бога вы могли бы сделать все что угодно. Но какова была бы ваша реакция как Бога на подобное? (А где благодарность за все, что я сделал?) 3. Прочитайте Чис. 11:10—15. Поразмышляйте о жалобах Моисея к Богу. Что, по вашему мнению, лежало в корне проблем Моисея? (В тексте 13 Моисей говорит: «Откуда мне взять мяса, чтобы дать всему народу сему?» Он ведет себя так, как будто он за все отвечает и что его усилия могут решить все проблемы). а) Ищет ли Моисей помощи у Бога? (В тексте 15 Моисей вроде просит помощи, но, кажется, только для себя – «чтобы мне не видеть бедствия моего»). 1) Вспомните, когда вы последний раз жаловались Богу. Переживали ли вы о своей репутации? Пытались ли вы сами нести свое бремя? 2) Если бы вы были советником Моисея в его дискуссии с Богом, что бы вы ему порекомендовали? (Не переводи все стрелки на себя. Расскажи о своих проблемах Богу и дай Ему решить, как с ними справиться). 4. Прочитайте Чис. 11:16—17. Ранее мы читали, что Бог был недоволен народом. Как вы охарактеризуете ответ Бога Моисею? (Он звучит рационально). а) Что потерял Моисей? (Его авторитет ослаблен). б) Что главное в лидерстве? (Божий Дух!) в) Давайте пропустим несколько текстов. Прочитайте Чис. 11:24—25. Это не книга Деяний. Что она говорит нам о Святом Духе? (Что мы можем ожидать Его буквального проявления). 1) Почему старейшины перестали пророчествовать? (Бог хотел, чтобы они знали, что у них есть Святой Дух. А дальнейшее физическое проявление было ненужным). 5. Прочитайте Чис. 11:31—34. Какую роль играли 70 старейшин? (Никакую. Бог действовал через одного Моисея). а) Надо ли нам быть внимательными, когда мы просим о чем-то? б) Как вы считаете, почему люди умерли? Какой урок из этой истории для нас? (Не думаю, что люди умерли потому, что хотели разнообразить свое питание. Думаю, они умерли из-за своего отношения. Они не испытывали благодарности за свое освобождение от рабства. Они не испытывали благодарности за пищу, которую имели. Они просто роптали).
II. Обетованная земля 1. Прочитайте Чис. 13:1—3. Как вы думаете, какие мотивы были у Бога, когда Он давал такое повеление? (Когда вы дарите супруге(у) чудесный подарок, вам хочется, чтобы его скорей увидели). 2. Прочитайте Чис. 13:26—30. Что главное в докладе соглядатаев? (В той земле есть все, что нам обещали. Но овладеть землей будет трудно). а) Есть ли какие-то параллели в этой ситуации с нашим стремлением к небесам? 3. Прочитайте Чис. 13:31. Почему Халеву пришлось успокаивать людей? (Отчет сразу вызвал дискуссию. Шумную дискуссию). а) Почему Халев сказал такие слова? (Он боялся, что народ будет удручен отчетом о трудностях в достижении обетованной земли). 4. Прочитайте Чис. 13:32. Это правда? (Да. Если убрать Бога из уравнения). 5. Прочитайте Чис. 14:1—4. Есть ли какая-то логика в ответе народа? (Если они хотели умереть, почему не сделать это на поле битвы? Почему не умереть, все-таки пытаясь изменить жизнь к лучшему?) а) А у вас не было таких же жалоб, когда вы сталкивались с какими-то серьезными проблемами в жизни? 6. Прочитайте Чис. 14:5—9. Почему Иисус Навин и Халев считали, что земля может быть доступна? («Защиты у них не стало, а с нами Господь»). а) Они были уверены, что Бог с ними? (Обратите внимание на стих 8: «если Господь милостив к нам, то введет нас в землю сию и даст нам ее»). б) Если вы чувствуете неуверенность, вы будете двигаться вперед? (Помните, что все зависит от Бога. Вы двигаетесь вперед с уверенностью, что каков бы ни был итог, Бог знает, как решить проблему лучше). 7. Прочитайте Чис. 14:10. Что решил народ? (Что Моисей, Аарон, Иисус Навин и Халев подвели их. Они виновны, и за это, возможно, они должны умереть). 8. Прочитайте Чис. 14:11. Обратите внимание, Бог говорит не о недостатке веры. Он говорит о неповиновении. Что вы думаете о реакции Бога? а) Когда мы поддерживаем веру других (или себя), должны мы всегда исходить из неповиновения Богу? б) Вы действительно считаете, что люди выражали неповиновение Богу? А может просто они об этом и не думали, а проблема была в том, что они оставили Бога вне этого уравнения? (Если вы – часть народа Божьего, вы никогда не сможете убрать Его из уравнения. И с точки зрения Бога это выглядит как неповиновение). 9. Прочитайте Чис. 14:12—19. Разве это обычный диалог? Почему он находится в Священном Писании? Почему Бог желает, чтобы мы его прочли? Разве Моисей здесь не манипулирует Богом? 10. Прочитайте Чис. 14:20. А сам народ просил прощения? Помните, когда мы изучали послания Иоанна (1 Ин. 5:16—17), мы обсуждали вопрос, можем ли мы просить о прощении грехов других. В Мф. 18:18 Иисус говорит ученикам, что они могут «связывать» и «разрешать» вопросы на небе. Должны ли мы молиться о прощении грехов других (например, наших детей), или мы должны быть Моисеем или учеником, чтобы иметь право на это? 11. Прочитайте Чис. 14:21—25. Дал ли Бог людям то, о чем они просили? (Сравните тексты Чис. 14:2 и Чис. 14:28—29). а) Если Бог им простил, почему они обречены на смерть в пустыне? 12. Из текста Чис. 14:36—38 мы узнаем, что из соглядатаев все, кроме Иисуса Навина и Халева умерли. Это было сообщено народу. Прочитайте Чис. 14:40, 44—45. Дарован ли был этим людям второй шанс? (Нет. Они имели множество «шансов» до этого, но когда им надо было войти в Обетованную землю, они имели только один шанс). а) Есть ли в этом урок для нас? Что это говорит о теории второго шанса на небо для «оставшихся»? 1) Что это говорит о разнице в отношении Бога к прощению греха и практическим результатам греха? (Мы пропустили 12-ю главу Чисел, где Бог дает второй (и больше) шанс Аарону и Мариами. В Чис.14:22 Бог говорит, что Он давал им десять шансов!) 2) Что говорит нам невозможность для большинства из народа войти в Обетованную землю о недоверии к Богу, когда речь идет о главном решении в жизни? 13. Дорогой друг, много раз я приглашал тебя быть последователем Христа. Принять это приглашение – значит взять на себя обязательство доверять Богу и повиноваться Ему. Прими сегодня решение – доверять Богу, даже если на твоем пути встретятся великаны!
ІІІ. Урок следующей недели: «Планируя наперед» Перевод Аллы Бурлай,
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