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11月25日

Justiça determina nova data do Enem para alunos judeus

Justiça determina nova data do Enem para alunos judeus

O desembargador federal Mairan Maia, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), determinou que o Ministério da Educação (MEC) fixe uma nova data de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio 2009 (Enem) para que 22 estudantes judeus do Colégio Iavne, no bairro dos Jardins, em São Paulo, possam fazer a prova. O Enem está marcado para 5 e 6 de dezembro. Sua primeira prova cairá num sábado, dia do Shabat, sagrado para os judeus, no qual eles não podem fazer nenhuma atividade secular. O MEC informou que pretende manter a realização do Enem nas datas pré-estabelecidas e recorrerá da decisão em instâncias superiores.

Atualmente, todos os alunos cuja religião preserva os sábados como dia de descanso têm a alternativa de fazer a prova em horário especial. Esses estudantes devem chegar às 12h ao local de avaliação estabelecido, onde permanecem confinados até o pôr do sol, quando começarão a fazer o exame. Na opinião de Rogério Terra, advogado que representou o colégio na ação, essa opção oferecida pelo MEC é paliativa. Para Terra, ela seria uma piada de mau gosto:

"Isso viola o princípio da dignidade da pessoa humana", diz. "Depois de ficar seis horas olhando para o teto, o aluno não poderá competir em condições de igualdade com os outros estudantes."

A decisão do desembargador federal Mairan Maia é inédita no TRF-3. Ela poderá abrir precedente para determinações posteriores, em benefício de outros alunos sabatistas.

Na opinião do desembargador, não há sociedade livre sem liberdade de crença religiosa. Segundo ele escreveu no texto da sua decisão: "Incumbe ao Estado, ao planejar e ao executar as tarefas que a Constituição lhe atribui, como por exemplo, promover a educação, observar e respeitar a liberdade de crença e a pluralidade de crenças religiosas entre seus integrantes."

A decisão do desembargador não prevê, em caso do seu não cumprimento, nenhuma ação punitiva ao MEC. Porém, se o ministério demorar muito ou não atender o pedido da justiça, o advogado Rogério Terra pretende entrar com uma petição, solicitando um prazo para o órgão acatar a decisão, sob pena de multa e de responsabilidade administrativa. Terra explicou também que, caso o MEC não atenda a determinação, os alunos do colégio não farão o exame no sábado. O Iavne ainda avalia se os estudantes iriam ou não à prova de domingo.

A ação judicial impetrada pelo colégio havia sido negada em primeira instância. Foi após ter seu pedido indeferido na 16ª Vara Cível de São Paulo que o Iavne recorreu ao TRF-3.

(O Globo)

Nota: Dia 8 de dezembro é o feriado católico em homenagem à Nossa Sra. da Conceição. Cai numa terça-feira e a empresa em que trabalho não poderá ter expediente, por força de lei. Algumas religiões são mais iguais que outras...[MB]
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Postado por Michelson

PROFECIAS PARA O TEMPO DO FIM

Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da Apostasia

Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da Apostasia

Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça
do Ômega da Apostasia


Pr. Joaquim Azevedo Neto,  Ph.D.
Professor de Línguas Bíblicas e Antigo Testamento
do SALT-IAENE, Bahia
Editor da revista Hermenêutica
Coordenador do Centro de Pesquisa de Literatura Bíblica

            Para uma melhor compreensão do termo Ômega, o qual aparece nos escritos do Espírito de Profecia, temos que considerar o tema do selamento.  Quem é que sela? E por que sela?  Podemos entender, fundamentados em Efésios 1:13 e 4:30, que o Espírito Santo é quem sela para a redenção.  Em Ap 7:1-4 (veja também Ez 9:1-6) o anjo sai a selar o povo de Deus antes, durante e depois da sacudidura preparando-os para o alto clamor e o fechamento da porta da graça.  Portanto, a função do Espírito Santo é fundamental nos últimos dias desta geração.

            Assim podemos acertadamente dizer que o Inimigo das almas tentará neutralizar a obra do Espírito Santo na vida do remanescente.  Essa tentativa satânica é a substituição do Espírito verdadeiro pelo falso. Desde a sua queda no Céu, Satanás assim tem trabalhado, mas seus esforços serão mais intensos nos últimos dias. Essa tentativa de substituição pode ser parte do Ômega. Apresentarei detalhes a seguir que corroboram com esta asserção.
            Da mesma maneira como o alfa da apostasia no tempo do Dr. Kellogg era relacionado com a natureza de Deus (panteísmo), anulando assim o trabalho de Deus na vida do crente, o qual é a obra do Espírito Santo; assim é de se esperar que o Ômega, contenha esse mesmo elemento de engano,[1] isto é, a tentativa de anular a obra do Espírito Santo para que o remanescente não seja selado e preparado para enfrentar os últimos eventos da história desta terra.
            Conseqüentemente, esse é um estudo introdutório à ampla produção literária da IASD e por outros autores mencionados na bibliografia deste estudo.  Portanto, diante da expressiva quantidade de publicações referentes ao tema proposto, a objetivação deste estudo é permitir uma re-análise das informações obtidas até o momento por muitos.


[1] Jesus disse “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último...” Os próprios títulos “Alfa” e “Ômega” da apostasia podem ser uma indicação da imitação que o inimigo quer fazer da verdade, isto é, tomar o lugar que só é dado a Cristo.  Satanás sempre quis ser como Deus, tomando sobre si os Seus atributos de poder e deixando de lado os atributos relacionados como o amor.  Satanás dizia no seu coração “. . . serei semelhante ao Altíssimo,” (Is 14:14).

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Postado por Gilberto

O que significam essas ditas ‘aparições de Maria’ em janelas e vitrais?

O que significam essas ditas ‘aparições de Maria’ em janelas e vitrais?

O Apocalipse descreve alguns seres humanos que estão no céu, mas não menciona Maria. Em diversos lugares a Bíblia apresenta que o único Mediador entre Deus e os homens é Jesus.

Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:5) . “Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas”. (Hebreus 8:6). “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados”. (Hebreus 9:15). “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1). “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. (Hebreus 7:25).

Entretanto mesmo assim algumas pessoas proclamam que Maria ascendeu ao Céu, onde ela estaria atuando como advogada ou nossa conciliadora para com Deus. Ensina-se ainda que como advogada e amiga dos pecadores ela é mais acessível do que o próprio Cristo, pois ela se coloca entre a miséria da pessoa e a misericórdia de Cristo.

Sendo assim, de acordo com este ensinamento, a intercessão de Maria seria então o meio mais seguro de atingir a graciosa mão de Deus. Essa é uma crença que não conta com o aval da Bíblia, nem dos apóstolos ou do próprio Cristo. Primeiramente porque "ninguém subiu ao céu, senão Aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do homem" (São João 3:14).

Os salvos somente serão introduzidos no reino celestial (inclusive Maria) após a volta de Jesus em glória e majestade a Terra (S. Mateus 25:31 e 32), e isso ainda não ocorreu. Hebreus 4:14 a 16 declara que o nosso Mediador Celestial é Jesus Cristo.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”. (Hebreus 4:14-16).

A Bíblia não chama Maria de "Mãe de Deus", nem diz que ela concede graça aos homens. Ela se considerava uma pecadora que precisava de um Salvador, assim como todos nós.

Quando orou, ela disse: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador" (Lucas 1:46,47). Maria foi uma mulher digna e um exemplo de mãe virtuosa. O modo como criou seu filho Jesus atesta de seu amor, dedicação, carinho e sabedoria.

Lemos em Lucas 2:52 - "E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens". Entretanto apesar de sua obra grandiosa e do seu maravilhoso caráter, Maria não pode ser objeto de veneração nem tem qualquer poder intercessório.

O que podemos e devemos fazer com cristãos é conhecer e imitar essa mulher extraordinária que foi escolhida para ser a mãe de Jesus. Maria dorme o sono da morte, na sepultura. Como qualquer um que já morreu, ela não pode “aparecer” aos vivos.

Infelizmente o diabo tem usado esse “truque” de se fazer passar por pessoas que já morreram para enganar os seres humanos. Fez isso muitas vezes no passado, inclusive imitando o falecido profeta Samuel (I Samuel 28). Toda essa polêmica criada em torno do assunto das supostas “aparições” serve apenas para iludir aqueles que não estudam a palavra de Deus diligentemente.

E, é claro, espalhar o erro na tentativa de suplantar a verdade cristalina da mortalidade da alma. Que esses sinais sirvam de advertência para permanecermos firmes, pois o diabo, nesse tempo do fim, fará proezas para enganar, se possível, os próprios eleitos.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000952

Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 25/11/2009 - Quarta

Comentário da Lição dos adultos de 25/11/2009

SERPENTES ABRASADORAS
Texto por: Pr. Albino Marks

Declara Paulo: “Muito mais aqueles que recebem de Deus a imensa provisão da graça e a dádiva da justiça reinarão em vida por meio de um único homem, Jesus Cristo”. – Rm 5:17 – Nova Versão Internacional. O dom da graça e da justiça para livrar o pecador da condenação, em conseqüência do pecado de Adão e de seus próprios pecados, está em Cristo Jesus. É uma questão de aceitar e receber a dádiva oferecida.

Um ponto importante precisa ser entendido em relação à provisão da graça feita em favor do pecador. Ela é ampla, mas somente se torna eficaz quando o pecador sente sua condição de escravo do pecado e se volve a Cristo, para obter o Seu perdão e justificação. A provisão da graça é ampla, mas a sua ação eficaz é individual. Assim como a serpente levantada por Moisés no deserto, proveu graça e cura para todos os que sofressem a picada mortal de serpentes, mas somente recebia a cura quem volvesse o olhar para ela, assim é a provisão em Jesus. Cada pecador precisa sentir a malignidade do pecado que o domina desde que é concebido. Precisa compreender que por nascimento é pecador e em consequência vive como pecador. Precisa reconhecer a sua necessidade de graça e volver a Deus em busca de perdão e justificação.

Duas condições requeridas por Deus para tornar eficaz o plano de Sua graça salvadora precisam ser satisfeitas: justiça pela fé em Jesus e justiça pela conduta na submissão à vontade de Deus expressa em Sua lei moral. Em nenhuma das duas condições entram méritos do pecador. Ele aceita pela fé a graça de Deus manifestada em Jesus e se submete pela fé, movido pelo amor, à todas as orientações de conduta para os que são salvos pela fé.
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Lição 09 - O Pecado de Moisés e Arão

Lição 09 - O Pecado de Moisés e Arão

(Números 20 e 21)

Introdução: Você já teve algum período na tua vida no qual você sentiu que tinha uma desculpa para pecar? Você tem tantas coisas acontecendo errado que é fácil escorregar e cair? Você se desapontou quando um líder espiritual no qual você confiava caiu em pecado? Você tem um padrão diferente para você e para os teus líderes? Deveria ter? Nossa lição desta semana é a respeito de um líder que caiu durante um período difícil em sua vida. Vamos mergulhar para dentro da nossa lição e aprender mais!

I.   Problemas em Família

A.  Leia Números 21:1. O texto começa com “no primeiro mês”. O primeiro mês do que? Eles estavam no deserto por décadas! (Lembre-se que em Números 14:32-34 Deus sentenciou aqueles que não confiaram nEle e que se recusaram a entrar em Canaã e peregrinar por quarenta anos no deserto e morrer lá. Números 33:38 sugere que os quarenta anos que lhes foi dito que passariam peregrinando no deserto estavam no fim. Provavelmente este é o primeiro mês de seu quadragésimo ano de peregrinação..

1.  Você acha que Moisés esperava que sua irmã Miriã morresse? (Sabemos que ela era mais velha do que Moisés porque ela o vigiou quando ele foi colocado em um cesto no rio Nilo para salvar a sua vida. (Êxodo 2:1-4.) Talvez ela tenha sido incluída junto aos que foram sentenciados a morrer no deserto por causa de sua rebelião.)

2.  Como você se sentiria se fosse Moisés? (Ela não era apenas a sua irmã mais velha, ela era parte da “equipe administrativa” dos israelitas.)

B.  Leia Números 20:2-5. Estes seriam a nova geração do povo. E fé deles aumentou? A sua atitude ficou melhor?

1.  O que você acha da sugestão deles, que estariam melhor se tivessem morrido com a geração mais velha?

2.  Por que o Egito era o ponto de referência? Por que não suplicar a Deus para que Ele os levasse rapidamente para Canaã? (Eles não tinham visão nem confiança. Pensavam que seria preferível voltar à escravidão.)

C.  Leia Números 20:6-8. Na tua opinião, Moisés e Arão estavam fazendo a coisa certa? (Sim, eles imediatamente se voltaram para Deus para resolver o problema.)

1.  O que você pensa sobre a mensagem de Deus, que Moisés deveria “falar” à pedra?

a.  Leia Gênesis 1:3 e Êxodo 17:5-6. Você acha que é significante que Deus diga agora a Moisés para falar à rocha em vez de bater na rocha? (Falar é um paralelo mais preciso do poder demonstrado por Deus na Criação. Não é necessário qualquer ação física, apenas um comando verbal. Um novo nível de poder é dado a Moisés.)

b.  Por que Moisés precisa apanhar o seu cajado (Números 20:8), se agora ele só precisa falar?

D.  Leia Números 20:9-11. O que você encontra de perturbador na declaração de Moisés ao povo? Ou será que Moisés está lhes falando a verdade – que eles são rebeldes? (O primeiro problema é que Moisés parece declarar que Arão e ele produzirão a água, e não Deus. Segundo, no passado Deus havia declarado que o povo era rebelde e Moisés havia intercedido por eles. Agora, Moisés os está condenando.)

1.  Embora Moisés bata na rocha em vez de falar a ela, a água sai mesmo assim. Por que isso? Por que Deus executaria um milagre mesmo quando Moisés não seguiu as instruções? (Deus honra a Moisés, embora Moisés não honrasse a Deus.)

E.  Leia Números 20:12. Qual é o erro de Moisés e Arão? Quando Deus diz “vocês não confiaram em Mim para honrar Minha santidade”, A que, exatamente Deus está se referindo? Que confiança, qual honra? (Deus pode criar meramente através da fala. Ele delegou este poder para Moisés – uma honra muito grande. Em vez de dar glória a Deus, Moisés não somente reclama o poder para si mesmo, mas ele bate na rocha – como se ele precisasse executar uma ação física para fazer um milagre. Moisés reclama o crédito, e faz isso agindo assim.)

1.  O que você diria sobre o castigo? Ele parece severo?

a.  Coloque-se no lugar de Moisés. O que você argumentaria em sua defesa? (Ainda estou perturbado pela morte da minha irmã. Estas pessos estão me deixando louco – parece que elas nunca aprendem. Este foi apenas um pequeno erro.)

b.  Coloque-se no lugar de Deus. O que você diria a Moisés? (Toda a questão gira em torno de confiar em Mim. Como o povo pode aprender a confiar em Mim se você não confia em Mim (ao simplesmente falar)? Como as pessoas podem confia em Mim se você reclama a Minha autoridade?)

c.  O castigo tem algum impacto prático na questão da confiança? (Até o ponto em que as pessoas confiam (e acusam) Moisés, se é preciso que elas entrem em Canaã sem ele, compreenderão mais claramente que Deus é a fonte de sua vitória.)

II.  O Fim de Arão

A.  Leia Números 20:23-29. Coloque-se no lugar de Moisés. Sua irmã morre e, quatro meses mais tarde (Números 33:38), seu irmão morre. Quais são os teus pensamentos a respeito de Deus? Quais são os teus pensamentos a respeito da morte próxima?

1.  Por que Moisés tirou as vestes de Arão? (Esta era uma passagem simbólica da autoridade do Sumo sacerdote Arão para Eleazar.)

a.  Que tipo de emoção você consegue ver neste processo para eles três? (Moisés pode sentir que uma parte disso é sua culpa, por ter batido na rocha. Moisés perdeu agora seu irmão e co-líder. Arão está morrendo por causa de seu pecado – e sem entrar na terra prometida. O filho compreende que o fim chegou para o seu amado pai.)

b.  Quando as pessoas chegam ao final de suas vidas, olham para trás e fazem julgamentos acerca das coisas. Que julgamentos Arão teria feito?

c.  Já ocorreram algumas situações difíceis na tua vida? Coisas que, se você analisa honestamente, tem a ver com falhas da tua parte? Como você as aceitaria?

d.  Leia Judas 1:9 e Mateus 17:3. Estou avançando {com o assunto} aqui, mas o que estes versos nos ensinam a respeito do amor e cuidado de Deus por nós quando passamos por situações difíceis por causa dos nossos pecados? (Não sabemos o que aconteceu com Arão, mas nos foi revelado que Deus foi mais do que justo no que diz respeito a Moisés. Ele foi levado para a terra prometida final – e imediatamente. )

e.  Qual é a lição para nós? (Tanto Arão quanto Miriam (a irmã de Moisés) estavam envolvidos em rebelião. Arão era velho e esta foi uma boa maneira de morrer. Porém, levando em conta que ele morreu antes de entrar em Canaã, é uma advertência para que nós confiemos em Deus e não nos rebelemos contra Ele. Para que não levemos crédito pelo poder de Deus.)

III.  A Serpente

A.  Leia Números 21:4-6. O povo deveria ter aprendido alguma coisa com a morte de Arão?

1.  Seria razoável para eles crer que as suas últimas reclamações levaram à morte de Arão e ao julgamento contra Moisés?

B.  Leia Números 21:7-9. Nós acabamos de aprender que quando Deus diz para fazermos alguma coisa, deveríamos fazê-la. Por que você acha que Deus ordenou a Moisés fazer a imagem de uma serpente para salvá-los?

1.  Leia João 3:14-15. Se Jesus é como esta serpente, por que não fazer um cordeiro e colocá-lo em um poste? A serpente não representa o pecado? Como Jesus pode ser como a serpente? (A serpente representa o pecado. O pecados das pessoas as estavam matando. O primeiro passo para a salvação é reconhecer o teu pecado – admitir que você é um pecador necessitado da graça. Portanto, olhar para a serpente é o reconhecimento do teu pecado.)

2.  Leia II Reis 18:3-5. Por que Ezequias destruiu a serpente que Moisés havia feito? (As pessoas a estavam adorando. Elas a estavam tratando como um ídolo.)

a.  Há uma lição nisto para nós hoje? (Precisamos enfrentar e confessar os nossos pecados. Contudo, não deveríamos mais tarde ficar “adorando” o nosso passado pecaminoso, se orgulhando dele para os outros. Nosso objetivo é confessar e abandonar o pecado, não voltar a ele.)

C.  Amigo, todos nós passamos por momentos difíceis. Ao invés de ficar usando esses momentos como desculpa para não confiarmos em Deus, em momentos difíceis precisamos confiar nEle ainda mais. Você vai pedir a Deus agora mesmo para te dar um espírito de confiança e gratidão e tirar o teu espírito de rebelião?

IV.  Próxima Semana: A "Loucura" do Profeta

Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original.

Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços:

Inglês - http://www.gobible. org/study. php3

Português (trimestre atual) - http://www.portal. netium.com. br/iasdsf/ noticias1. htm  

Português (arquivo) - http://brucecameron .blogspot. com/ 

Francês - http://www.etudesbi bliques.net/ accueil.php 

Espanhol - http://www.tagnet. org/azenmarcha/ leccion/cameron/ leccion_cam. html  

Alemão - http://www.gobible. org/german

Indonésio - http://www.gobible. org/indonesian

Russo - http://holysite. narod.ru/ ss.htm

Bósnio - http://www.adventis ti-bih.com/ bible.htm

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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb. com.br/htdocs/ periodicos/ les2009.html

Tradução: Levi de Paula Tavares

11月24日

O homem é monógamo

O homem é monógamo

Como criacionista, minha maior discórdia com os que advogam a macroevolução não resulta das diferenças diametrais entre as conclusões morais consequentes de cada uma dessas duas cosmovisões (tratarei dessas diferenças no fim do texto). Minha maior incompatibilidade com eles, incompatibilidade que por vezes beira a aversão, é de natureza argumentativa. Mais especificamente me refiro a um tipo de artifício por eles empregado ao formularem suas ideias. Como a evolução é aceita hoje como um fato, qualquer explicação que a tenha como partida apresenta boa possibilidade de ser aceita como verdade. A psicologia evolutiva é um caso típico – e escabroso.

Dia desses, eu falava a um amigo que não existe melhor ocupação que a de psicólogo evolutivo: não é preciso lá grande rigor técnico, basta que sua formulação, embora sem bases epistêmicas, apresente alguma coerência – e voilá! – o dogma evolucionista oferece o alicerce de justificação teórica, e a proposição psicológico-evolutiva ganha espaço em jornais, blogs e revistas.

Essa distorção lembrou minhas aulas de Metodologia Científica. Nosso professor era taxativo: “Lembrem-se sempre disso! Escrevam-no na testa e nas mãos! Em pesquisa científica, deve-se privilegiar o árido método em detrimento da aconchegante hipótese, mesmo quando aquele invalida essa!” Bingo, saudoso mestre!

Por isso, surpreende-me às vezes que um biólogo macroevolucionista busque testar suas hipóteses a partir de um estudo objetivo de campo em vez de tecer ilações a partir dos pressupostos do naturalismo filosófico contrabandeado no bojo da ciência.

Em outubro de 2005, o famoso zoólogo Desmond Morris, autor de livros como O Macaco Nu, falou ao jornalista Luis Amiguet, do La Vanguardia, na cidade de Barcelona. Seguem alguns trechos da entrevista traduzida e publicada na Folha On-Line (os destaques em negrito são de minha iniciativa):

LV: [O senhor] não tentou a poligamia habitual entre nossos irmãos primatas?

Morris: O homem na realidade é monógamo.

LV: Mesmo que guarde sua monogamia em segredo?

Morris: Você crê que é uma ironia, mas acaba de dizer uma grande verdade. Em muitas culturas o poderoso é obrigado a ser polígamo, porque a posse de muitas esposas é um sinal de status. Mas embora haja muitas concubinas sempre existe uma favorita: isso em pureza zoológica se chama monogamia.

LV: Ou seja, essa história de “duas mulheres ao mesmo tempo” é biologicamente improvável.

Morris: Pode haver duas mulheres ao mesmo tempo, mas na realidade há uma esposa e a outra. Sempre há uma que é A mulher. A outra tem um papel secundário que complementa mais ou menos o homem, mas seu investimento emocional, o homem o realiza só em uma mulher, uma companheira, embora :seja claro que esse lugar prioritário em seu afeto e sua economia possam ser ocupados por diversas mulheres sucessivamente.

LV: Por que somos seres de uma só mulher?

Morris: Porque só podemos nos ocupar realmente de uma prole, mesmo que possamos ter engendrado várias. E a natureza hierarquiza nossa dedicação para otimizar as possibilidades de êxito sucessório.

LV: Nunca houve um polígamo de verdade?

Morris: Eu e minha equipe de pesquisadores e antropólogos procuramos por todo o planeta pelo menos um caso de poligamia real, quer dizer, um polígamo que desse exatamente o mesmo tratamento a todas as suas fêmeas e aos descendentes que tivesse com cada uma.

LV: E...?

Morris: Não encontramos. Filmamos um famoso bruxo e cantor de rock nos Camarões que tinha chegado a colecionar 58 esposas...

LV: Deve ter sido terrível, coitado.

Morris: ...mas sempre tinha uma favorita.

LV: Ela. Sempre ela.

Morris: ...embora nosso bruxo roqueiro realizasse uma festa de casamento gigantesca cada vez que mudava de favorita.

LV: Como tantas celebridades do rock.

Morris: E todas as garotas do coro estavam casadas com ele! Na realidade era monógamo, mas para aparentar diante da tribo o pobre homem era obrigado a parecer polígamo.

LV: Extenuante.

Morris: A mesma coisa aconteceu com um rei do Taiti que pesquisamos: chegou a ter 28 esposas espalhadas pela ilha, cada uma em sua casa. Mas sempre havia uma com a qual passava mais tempo e cuja prole protegia com mais dedicação e recursos. O homem pode ter muitas companheiras, mas uma única dona.

*****

Apesar de discordar de partes dessa entrevista e do conjunto da obra de Morris, em especial do livro que ele divulgava à época, A Mulher Nua, não pude deixar de reconhecer-lhe a honestidade metodológica e também, por que não dizer?, sua honestidade moral. Embora encilhado com os arreios materialistas, a íntegra de sua entrevista é um maravilhoso encômio ao que possa haver de amor e pureza nas relações afetivas entre homens e mulheres.

Agora voltemos à fealdade destes nossos dias bicudos. Em Nuremberg, os acusados defendiam-se alegando estarem apenas cumprindo ordens. Imagino um adepto – sincero ou oportunista – das ideias de antropólogos como Jane Lancaster. Imagino o sujeito flagrado com as calças literalmente na mão: “Mas, meu bem, eu estava apenas cumprindo meu código genético!” Mais um pouco e estupradores vindicarão essa tese nos tribunais.

Certo, certo, nem todos os evolucionistas defendem a Síntese Evolutiva Moderna como jurisprudência biológica para a prática de atos socialmente reprováveis. Mas há um atrativo irresistível nas pretensões materialistas. Somando pragmatismo ao relativismo, o homem de hoje sente-se desobrigado de carregar o fardo das responsabilidades morais. Talvez isso explique o pouquíssimo apuro inquisitivo dos que recebem como verdadeiras as mirabolantes afirmações da doxa macroevolucionista.

(Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)
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Postado por Michelson

Editores de revistas da CPB participam do fórum da Aner

Editores de revistas da CPB participam do fórum da Aner

A Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) promoveu ontem no Teatro Raul Cortez, na sede da Fecomércio, em São Paulo, o 3º Fórum Aner de Revistas, com o tema “Um futuro digital que preserve o impresso”. Foi um dia bastante intenso, com palestras apresentadas por renomados expoentes da comunicação nacionais e internacionais, entre eles Roberto Civita, diretor editorial do grupo Abril; James Collins, vice-presidente sênior de pesquisas do Mediamark Research & Intelligence; Pyr Marcondes, diretor do Núcleo ProXXIma do Grupo M&M; Frederich Kachar, diretor geral da Editora Globo; Daniel Chalfon, sócio e diretor de mídia da MPM; entre outros. A mestre de cerimônias foi a apresentadora do Jornal da Globo, jornalista Christiane Pelajo.

“Os recentes desenvolvimentos da indústria editorial mostram que os editores precisam estar cada vez mais preparados para a evolução do seu negócio e adaptação ao meio digital”, diz o texto o texto de apresentação do programa. Os palestrantes deram uma amostra de como está o cenário atual do mercado de revistas e apontaram as perspectivas para um futuro multimídia em que a essência das publicações terá um papel crucial para atrair a atenção de um público leitor cada vez mais exigente.

Os palestrantes falaram ainda sobre as novas tecnologias digitais, mídias sociais, a questão do conteúdo aberto e fechado (afinal, como foi dito, a informação quer ser gratuita, mas a qualidade tem um preço) e a qualidade editorial nas múltiplas plataformas. Foram apresentados casos de sucesso e compartilhadas dicas de como fazer uma revista impressa sobreviver em meio ao avanço digital.

O presidente da Aner, jornalista Roberto Muylaert, abriu o dia afirmando que, a despeito da não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo, “vamos continuar a contratar profissionais de comunicação”. A justificativa tem que ver com a manutenção da qualidade na apuração e tratamento da informação, atividades para as quais o jornalista é treinado.

A tônica que permeou as discussões teve que ver com a boa convivência entre as mídias impressas e as digitais. O palestrante André Jalonetsky, diretor da Editora Escala, diz que as mídias se sobrepõem e brinca: “Tecnologia é uma coisa inventada depois que você nasceu.” Portanto, é importante se atualizar e conhecer as novas possibilidades de disseminação de conteúdos, fazendo com que uma mídia ajude a outra. Uma dessas mídias, o Twitter, foi descrita pelo vice-presidente executivo da Editora M&M Marcelo Salles Gomes como ótimo recurso para (1) gerar tráfego para o site ou blog da revista, (2) acompanhar a repercussão de matérias publicadas, (3) elaborar matérias com a participação dos leitores, e (4) aproximar a marca da audiência, já que a linguagem nessa e em outras mídias sociais é mais informal. Ele deu alguns exemplos de revistas que estão se valendo desse recurso: a Capricho tem hoje mais de 170 mil seguidores; a Veja tem quase 95 mil, e a Superinteressante já passa dos 66 mil.

Jairo Leal, presidente executivo da Abril, afirmou que a internet é a grande aliada das revistas, e justifica: “A internet não alterou o hábito de ler revistas; é mais um meio de comunicação para nossas marcas; fortalece a relação com o público; e ajuda a aumentar as assinaturas.” O fato de haver 64 milhões de internautas no Brasil, dos quais 27 milhões leem sites de revistas, parece justificar a tese de Jairo.

Os jornalistas Francisco Lemos (editor da revista Vida e Saúde), Sueli Ferreira de Oliveira (editora da revista Nosso Amiguinho), Wendel Lima (editor associado da Revista Adventista), Diogo Cavalcanti (editor associado de Vida e Saúde) e Michelson Borges (editor da revista Conexão JA) participaram do evento representando a Casa Publicadora Brasileira (CPB) juntamente com alguns administradores da instituição.

Sueli diz que “é muito bom participar de um evento como esse! Inúmeras oportunidades podem ser aproveitadas: entrar em contato com outras publicações, sondar o que o mercado de revistas está fazendo, discutir estratégias para ampliar o alcance da nossa marca”. Ela afirma que não gostaria de se acomodar com a revista Nosso Amiguinho. “Quero que ela melhore a cada edição e cresça cada vez mais. Fóruns como esses ajudam muito.”

Segundo Wendel, “algo que o fórum deixou claro é que a internet não vai acabar com a mídia impressa, pelo contrário, tem mostrado ser uma ferramenta fundamental para a sobrevivência e expansão das revistas. Não tem como pensarmos num futuro, sem a integração estratégica das mídias”.

“Pairou a certeza de que o jornalismo impresso está em uma preocupante transição, vendo crescer em torno de si a ‘matéria escura’ do universo digital”, avaliou Diogo. “Um gigante horroroso chamado Google, milhões de sites, blogs, twitters, kindles, celulares, os meios e devices que você quiser, giram absurdamente numa espiral insana chamada mercado editorial. Simplesmente ninguém no Brasil nem fora dele pode prever o futuro do jornalismo impresso, nem dar a ‘receita do bolo’ para se sobreviver financeiramente na internet”, completa o jornalista. Apesar da incerteza, para Diogo está mais do que clara a importância de se criar uma simbiose entre mídias impressas, digitais e outras, a fim de impactar leitores por todos os canais disponíveis. “Além disso, o conhecimento e a satisfação das demandas dos leitores serão a única maneira de prosperar no futuro”, prevê.

Uma das palestras de que os editores da CPB mais gostaram teve como título “O poder de uma capa perfeita”, e foi apresentada pelo veterano Thomaz Souto Corrêa, da editora Abril. Corrêa participou do lançamento e reformulação de inúmeras revistas da editora e apresentou algumas características da boa capa: (1) existe para vender a revista; (2) capa bonita vende mais do que revista feia; (3) capa é um convite, um apelo, uma convocação. Segundo ele, “a boa capa tem que ter uma imagem forte, ter boas e claras chamadas, atratividade, legibilidade, surpresa e representatividade do conteúdo da revista”. Na definição de alguns profissionais do meio, a boa capa tem que ter uma ideia e deve comunicá-la de maneira rápida e clara (em três segundos, segundo Corrêa). Além disso, não basta ser linda e não basta ser informativa, e deve despertar a vontade de comprar e de guardar para sempre.

Em sua palestra, durante o almoço que reuniu os mais de 700 participantes no restaurante da Fecomércio, o jornalista Roberto Civita disse ser esta uma época “divertida”, pois ninguém sabe exatamente para onde as coisas caminham. Segundo ele, “nosso trabalho tem alma, não é apenas um negócio, como vender sabonetes”.


No encerramento do evento, foi anunciada a melhor capa de revista de 2009. A vencedora foi a capa da Época sobre a tragédia do voo da Air France, em junho deste ano. Na foto acima, da esquerda para a direita, a capa vencedora, duas finalistas e a capa da Marie Claire, muito elogiada por alguns palestrantes.

(Michelson Borges, jornalista)
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Adúlteros – é como a evolução nos torna

Adúlteros – é como a evolução nos torna

Dois artigos apresentados no mesmo dia no LiveScience.com são um estudo de contrastes. Um tem como título “Sobrevivendo à infidelidade – O que as esposas fazem quando os homens traem”. O outro, “O ser humano foi projetado para ser monogâmico?”. O fio que os interliga é a evolução. O primeiro artigo admite o sofrimento, a vergonha e o senso de traição que as esposas sentem ao serem traídas pelo marido, bem como os sentimentos de raiva e desonra que os maridos sentem com a infidelidade da esposa. “Muitos cônjuges jamais se recuperam por completo de seus sentimentos de traição e raiva, ainda que continuem juntos”, disse um conselheiro matrimonial. Os homens e as mulheres diferem em suas reações gerais, mas “as reações típicas de ambos os sexos incluem se tornarem irados, tristes, humilhados e deprimidos”. O artigo não forneceu qualquer explicação ou aconselhamento, a não ser métodos estóicos de competição, sugerindo que a evolução tornou as pessoas assim.

Tais diferenças podem ter raízes evolucionistas profundas. “Com base na perspectiva masculina, a infidelidade sexual historicamente colocou em risco sua certeza de paternidade – ‘o bebê da mamãe ou talvez do papai’”, disse Buss [David Buss é professor de Psicologia na Universidade do Texas, em Austin]. O ciúme sexual masculino é, entre outros, uma adaptação desenvolvida para solucionar o problema genético da traição que, no contexto de sua declaração, foi projetada pela evolução. Em nenhum lugar, o artigo sugeriu uma explicação não-evolucionista para esse problema de infidelidade – nem explicou que, se a evolução causou isso, por que não a colocou longe do sofrimento.

O segundo artigo foi além, propondo abertamente a ideia de que o ser humano não deveria ficar obcecado com a fidelidade marital (monogamia), pois os outros animais são promíscuos, ainda que felizmente (veja a informação adicional, “Animal sex no stinking rules” [O sexo animal sem regras sujas]. O artigo afirma que “apenas 3 ou 5% das quase cinco mil espécies de mamíferos (incluindo os humanos) formam laços duradouros e monógamos com os mais notórios sendo os castores, lobos e alguns morcegos”. Isso implica que os cônjuges fiéis deveriam dançar conforme a música, ou pelo menos se livrar de seus bloqueios mentais quanto à promiscuidade. Então, qual é a resposta para as suas questões? Os humanos são feitos para serem monógamos? Não procure aqui por qualquer bússola moral universal. A fidelidade, se valer alguma coisa, é também uma estratégia evolucionista. Psicólogos evolucionistas já sugeriram que os homens são mais suscetíveis a terem sexo extraconjugal; parcialmente, devido à necessidade masculina de “espalhar os genes” ao disseminarem esperma. Tanto mulheres como homens, dizem esses cientistas, tentam melhorar seu progresso evolucionista ao procurarem parceiros de alta qualidade, embora o façam de maneiras diferentes.

A parceria comprometida entre um homem e uma mulher evoluídos, dizem alguns, é para o bem-estar dos filhos. “As espécies humanas evoluíram para formar compromissos entre homens e mulheres, com o propósito de cuidar de sua prole. Portanto, isso é um laço”, disse Jane Lancaster, antropóloga evolucionista da Universidade do Novo México (EUA). “No entanto, esse laço pode se enquadrar em todo tipo de padrões de casamento: poligamia, pais e mães solteiros, monogamia.” O que quer que funcione.

O artigo encerra declarando que a monogamia não é algo natural – é uma regra social, não biológica. “Não acho que sejamos animais monogâmicos”, disse Pepper Schwartz, professora de Sociologia da Universidade de Washington em Seattle. Ela acrescentou que a “monogamia foi criada para haver ordem e investimento, mas não necessariamente porque seja `natural’”. Essa menção é parte de uma série do LiveScience.com chamada Life’s Little Misteries [Os pequenos mistérios da vida].

Conforme a visão difundida nesses dois artigos, os humanos adultos são presos a um verdadeiro inferno, controlados por desejos primitivos, vindos de algum passado animal nunca visto, destinados a causar mágoas, raiva, dor, tristeza, angústia, desconfiança, indignação, humilhação, até mesmo fúria.

(Tradução: Elizandra Milene da Rocha)
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A juíza e a jornalista: afetadas pela deterioração social?

A juíza e a jornalista: afetadas pela deterioração social?


A mídia divulgou na semana passada o incidente da universitária com roupas provocativas numa universidade brasileira, expulsa a princípio e depois readmitida na instituição. Inacreditável a fala de uma juíza e de uma repórter sobre esse caso! A juíza afirmou que houve preconceito contra a mulher e repressão contra a sexualidade feminina! Se eu tivesse ouvido isso no rádio e, portanto, sem ver a pessoa, imaginaria uma juíza muito jovem, deslumbrada e prepotente por adquirir poder sobre destinos de vidas humanas que o magistrado lhe confere, e supersensualizada. Usa ela minissaia provocativa no Tribunal? Mas era notícia na TV e, assim, vi a juíza, uma senhora de uns 65 anos de idade. Sua fala foi deprimente, infeliz, enojadora e revoltante pela posição de juíza – alguém muito bem pago para julgar questões na sociedade em busca de... de quê? De justiça, preservação dos bons costumes? A meu ver ela foi contra a justiça, o bom senso e infeliz com o depoimento sobre a jovem que expunha o corpo de modo supersensual em ambiente estudantil e sobre a punição recebida. Ela disse que a jovem fora punida injusta e preconceituosamente e que aquela universidade fora abusiva, quando, na verdade, creio, a jovem é que foi abusiva, admitindo em outro telejornal que havia exagerado e que tinha certa culpa pelo ocorrido. Antes de tomar a decisão de colocar limite para os abusos dessa moça, a universidade, no seu direito de preservar os bons costumes, havia conversado mais de uma vez com a aluna, pedindo sua cooperação. Não adiantou.

A jornalista da TV anunciou ser “absurdo” a instituição colocar regras contra o comprimento de uma saia porque, disse ela, “Será que existe limite para comprimento de minissaias?” Será que essa jornalista pensou no que disse? Será que ela percebeu a besteira que disse?

A sociedade decai mais e mais por misturar limites saudáveis com preconceito, liberdade de você ter seu ponto de vista com discriminação. Juntam coisas que são separadas. Em nome de liberdade, abrem-se as fronteiras do “abaixo a discriminação” e o que vem é anarquia. Defender bons costumes não é hipocrisia ou contradição. Contradição, a meu ver, são pessoas religiosas num momento “rezarem” na igreja e em seguida saírem e embebedarem-se na festa de um “padroeiro”. Hipocrisia é um grupo de religiosos com a Bíblia na mão orando e em seguida explorarem a boa fé do povo com lavagem cerebral para obter doações, dízimos, ofertas.

Olhe os sem-terra apoiados financeiramente pelo governo depredando propriedades públicas e particulares. Quem paga e se responsabiliza por isso? O que o governo faz para coibir isso? Reforma agrária valida depredações e impunidade por “pena” dos sem-terra? Se eles são “tadinhos” e “inofensivos”, já pensou “se fossem” violentos?

O professor Aurélio define “moral” como: relativo aos costumes; conjunto de regras de conduta consideradas como válidas; relativo ao domínio espiritual. E “moralista” como: que ou quem defende valores morais ou de boa conduta. O moralista perverso é o que prega uma coisa e pratica o oposto. Destruir princípios de boa moral como revolta contra moralistas hipócritas é o mesmo, por exemplo, que soltar os marginais das prisões porque há maus policiais.

O contrário de anarquia não é necessariamente ditadura ou proteção aos latifundiários. O contrário do direito de pensar diferente não é obrigatoriamente preconceito. O contrário de ter seu ponto de vista sobre certas questões morais não é o mesmo que discriminação. Pode ser tão abusivo uma mulher expor seu corpo indevidamente num ambiente escolar onde se vai para estudar, pesquisar, ensinar, quanto ela ser discriminada pela instituição que a expulsa se ela não infligiu padrões de conduta éticos conhecidos na instituição. Escrevi “se ela não infligiu”. Se ela infligiu, será juridicamente errado a instituição tomar uma providência para proteger a ética naquele ambiente? A jovem universitária tem o direito de fazer o que quer sem limites na universidade para não ser discriminada? A universidade não tem direito de colocar padrões de conduta no seu ambiente? Quem discrimina quem? Pode-se respeitar as escolhas das pessoas sem concordar com o que elas fazem. Mas não temos o direito de fazer o que queremos num ambiente social. E não concordar com o que as pessoas fazem não é preconceito ou discriminação. De novo, é liberdade, aliás, garantida pela nossa Constituição.

Quando o país faz uma lei para proteger negros quanto a vagas nas universidades, não os está discriminando? São eles menos inteligentes e por isso precisam ser protegidos na competição com os brancos, reservando-se vagas para eles?

Os comentários daquela juíza e da jornalista, lamentavelmente, são uma amostra do rebaixamento dos princípios morais e éticos na sociedade. São uma amostra do pensamento anárquico. Triste e revoltante. Mas se a sociedade quer isso e aprova isso, então aguentem o preço. E ele é alto. Qual o preço dessa falsa liberdade? Gravidezes indesejadas, doenças sexualmente transmissíveis, superficialidade das relações humanas, intoxicações alcoólicas com acidentes graves e mortes, violência, invasões de propriedades particulares, destruição de patrimônio público e privado, falsa felicidade, dependência química, rompimento de laços familiares, corrupção em todos os níveis, etc.

Quem domina sua mente? O bem ou o mal? A luz ou as trevas? A justiça ou a injustiça? A verdade ou a mentira? Você tem a escolha.

(Dr. Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br)

Em tempo: A moça da minissaia já está sendo sondada para posar nua em revistas masculinas. Vai sair como heroína e engordar a conta bancária.
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Redes sociais a serviço do ensino

Redes sociais a serviço do ensino

Mais de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social na internet, como o Facebook ou o Twitter. A novidade é que, agora, parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados pela própria escola - e com fins educativos. Alguns colégios, a maioria particular, fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a aproximar os pais da vida escolar. O maior avanço proporcionado por esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso, em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição.

O Twitter está sendo também adotado nas escolas por uma de suas particularidades: como nenhum texto ali pode ultrapassar 140 caracteres, os alunos são desafiados a exprimir ideias com concisão - habilidade revelada por grandes gênios da história e tão requerida nos tempos modernos. (...) Entre os sites de relacionamento, o Twitter agrada às escolas justamente por preservar, ao menos em parte, a privacidade dos alunos: é preciso nome de usuário e senha para tomar parte dos encontros on-line promovidos pelo colégio. Todo o conteúdo que resulta daí, porém, fica disponível na internet e qualquer um pode ver. (...)

Para executar tarefa de tamanha complexidade, antes de tudo é necessário que as escolas disponham de uma equipe de professores bem treinados, artigo raríssimo num país que acumula tantas deficiências nesse setor [o Brasil]. Por completa inexperiência, muitos deixam os computadores acumulando pó e, quando fazem uso deles em sala de aula, é para dar burocráticas lições de informática. Há, portanto, um gigantesco caminho a percorrer - e isso deve ser feito logo.

(Veja.com)

A propósito, você já está seguindo o Twitter do blog Criacionismo? Receba notícias e dicas diariamente. Clique aqui.
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Turma da Mônica tem seu primeiro personagem gay

Turma da Mônica tem seu primeiro personagem gay

A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista Tina, já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido, apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda jornalismo, aproveita e faz um discurso contra o preconceito. Caio, aos poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias. Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.

Segundo o blog Universo Mix, "de acordo com a assessoria de Maurício de Sousa, é a primeira vez que o assunto é abordado abertamente nas histórias. Na Turma da Mônica Jovem, no entanto, a personagem Denise utiliza-se de várias gírias adotadas – também – pelos gays. O próprio Maurício afirmou que Denise poderia ter um amigo gay e assimilado o vocabulário dele. Tina é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e agora é estudante de jornalismo e suas histórias são voltadas para um público mais adolescente".

Nota: Além da bruxaria e do sensualismo, Maurício parece disposto a tornar “normais” na mente dos seus leitores outros tipos de comportamento.[MB]

Leia também: “Quadrinhos: janela para uma sexualidade distorcida”

Falando em homossexualismo, aproveite e dê o seu voto contra o totalitarismo gay. Clique aqui.
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Violações de direitos humanos no Irã

Violações de direitos humanos no Irã

O cidadão que vive em um país livre e democrático, como o Brasil, tem a obrigação moral de ser solidário para com as pessoas que sofrem nas mãos de governos desumanos, cruéis e que não respeitam a universalidade dos direitos humanos. Gravíssimas violações de direitos humanos praticadas no Irã desde a Revolução de 1979 permaneceram praticamente desconhecidas da sociedade brasileira. Nem mesmo a Resolução da ONU de 2008, que condenou o Irã por tais desatinos, mereceu a devida consideração. As recentes eleições iranianas para presidente, contudo, precipitaram a revelação de informações outrora ignoradas pelo grande público. Graças à internet, imagens de protestos populares, duramente reprimidos pelo governo, espalharam-se ao redor do mundo e foram retransmitidas por diversas emissoras de televisão. Assim, ficou patente a inexistência de liberdade de imprensa no território iraniano. Outros problemas logo vieram à tona.

No Irã, os direitos das mulheres são constantemente violados, com o pretexto do relativismo cultural. Além disso, não há liberdade de consciência e de crença. Minorias privadas do direito fundamental à liberdade religiosa são duramente perseguidas. Sete líderes Bahá’ís, falsamente acusados de espionagem, estão presos em Teerã. Eles aguardam o julgamento através de processos judiciais sem publicidade e direito de defesa. A comunidade Bahá’í do Brasil teme que esses líderes espirituais possam ser sentenciados à morte a qualquer momento. Também há notícias de que alguns cristãos estão presos nas mesmas circunstâncias. No dia 18 de novembro de 2009, duas cristãs convertidas do islamismo, Maryam e Marzieh, foram libertadas da prisão, após meses de sofrimentos e maus-tratos. O aprisionamento arbitrário dos líderes religiosos no Irã reflete a intolerância no contexto teocrático em que a lei do Estado se confunde com a religião.

Durante visita oficial aos Estados Unidos, antes da sua reeleição, o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi questionado sobre a eliminação de homossexuais no Irã. A resposta foi incisiva: “No Irã, não temos homossexuais como em seu país.” É verdade, uma vez que todos eles são sumariamente enforcados assim que descobertos. Isso é que é “homofobia”!

O Brasil não pode ser omisso em relação a essas gravíssimas violações de direitos no Irã. Os atos do nosso chefe de Estado, presidente da República, e, também, dos nossos representantes diplomáticos estão vinculados à Constituição Federal de 1988. Segundo esse nosso Documento Maior (art. 4º), o Brasil rege-se nas suas relações internacionais pela prevalência dos direitos humanos e pelo repúdio ao terrorismo. O dever de não intervir (“não-intervenção”) do Estado Brasileiro deve ser afastado nesses casos em que há graves violações de direitos humanos.

Nossos representantes diplomáticos na ONU se abstiveram na votação da resolução que condenou o Irã por violações de direitos humanos. Como Pilatos, eles lavaram as mãos. A sociedade civil, contudo, acredita nas instituições brasileiras e, sobretudo, no compromisso democrático que vincula o governo à prevalência dos direitos humanos e ao repúdio do terrorismo. Execuções públicas e enforcamentos que ocorrem no Irã podem ser classificados como atos de terrorismo estatal.

É muito fácil condenar os horrores praticados no passado, como o holocausto de seis milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, mas, no geral, poucos se dispõem a censurar as atrocidades atuais. Esse certamente não é o caso da Frente pela Liberdade no Irã, um grupo pluralista de cidadãos que lançou, em 15 de novembro, o manifesto pela liberdade no Irã.

A sociedade civil brasileira encontra-se, hoje, numa posição pouco confortável diante da visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, programada para o dia 23 próximo. Certamente, ela não poderá ficar omissa diante dessas gravíssimas violações de direitos humanos. A comunidade internacional também não pode ficar insensível diante de tantos sofrimentos impostos ao povo iraniano.

(Aldir Guedes Soriano, advogado e vice-presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa)
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STF nega data alternativa a judeus para prestar o Enem

STF nega data alternativa a judeus para prestar o Enem

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta segunda-feira (23) a decisão que permitia a estudantes judeus realizarem as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em data alternativa para não coincidir com o Shabat, período sagrado judaico. O Enem será realizado nos próximos dias 5 e 6 de dezembro. Em sua decisão, o presidente do STF, Gilmar Mendes, ressalta que o Ministério da Educação oferecia a possibilidade de os estudantes assinalarem a opção de “atendimento a necessidades especiais”, que atenderia pessoas com limitações de cunho religioso ou que se encontram hospitalizadas ou presas.

Mendes lembra que no caso dos adventistas do sétimo dia, a prova do sábado será realizada após o pôr-do-sol. “Tal providência (inicio da prova após o pôr-do-sol) revela-se aplicável não apenas aos adventistas do sétimo dia, mas também àqueles que professam a fé judaica e respeitam a tradição do Shabat. Em uma análise preliminar, parece-me medida razoável, apta a propiciar uma melhor ‘acomodação’ dos interesses em conflito”, disse Gilmar Mendes.

O pedido de data alternativa havia sido feito pelo Centro de Educação Religiosa Judaica e 22 alunos secundaristas por meio de uma ação ordinária contra o a União e o Instituto Nacional de Estudos Anísio Teixeira (INEP) para que o exame não coincidisse com o Shabat (do pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol de sábado).

Mendes destacou ainda em sua decisão que “a fixação da data alternativa apenas para um determinado grupo religioso configuraria, em mero juízo de delibação, violação ao princípio da isonomia e ao dever de neutralidade do Estado diante do fenômeno religioso”.

Segundo ele, “se os demais grupos religiosos existentes em nosso país também fizessem valer as suas pretensões, tornar-se-ia inviável a realização de qualquer concurso, prova ou avaliação de âmbito nacional, ante a variedade de pretensões, que conduziriam à formulação de um sem-número de tipos de prova”.

(Gazeta Online)
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Os Adventistas são Evangélicos?

Os Adventistas são Evangélicos?

Autor: Prof. Gilson Medeiros

Acredito que praticamente todo Adventista do 7º Dia ja ouviu alguém dizer que a IASD é uma "seita".

Talvez sejamos uma das denominações religiosas mais discriminadas em nosso país, tanto do ponto de vista da guarda do sábado (empregos, concursos, aulas, etc.), quanto com relação a outros pontos de nossa doutrina.

É curioso observar que mesmo dentro do Cristianismo, muitos "cristãos" demonstram um grande preconceito para com nossa amada Igreja. Recebo freqüentemente e-mails de pessoas de outras denominações que insistem em usar argumentos fantasiosos e humanos para "provar" que os Adventistas estão errados em suas doutrinas.

Algumas revistas voltadas ao público evangélico também adoram nos estampar em suas capas, como meio de vender mais exemplares. Uma delas é a ECLÉSIA.

Hoje eu vou colocar aqui a resposta a um artigo preconceituoso e equivocado que esta dita revista publicou em janeiro de 2001. A excelente resposta foi preparada pelo Pr. Moisés Mattos.

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Adventistas: Evangélicos ou Seita?
Uma resposta ao artigo: “Como água e óleo” – Eclesia – Janeiro de 2001

Acabo de reler a revista Eclésia de janeiro de 2001 onde me deparei com a matéria de Carlos Fernandes intitulada: “Como água e óleo” (p. 50 a 58). Através dela se pretende mostrar que doutrinas antagônicas separam evangélicos de adventistas.

Acredito que Fernandes seja um jornalista, pelo menos é o que posso perceber na sua maneira de escrever.

Em linhas gerais o autor parece ser isento, apenas se limitando a colocar as posições adventistas de um lado e a dos evangélicos do outro. Digo "em linhas gerais", pois de vez em quando ele deixa de ser repórter e se comporta como um “militante” evangélico. O que chega em alguns pontos a tirar a credibilidade do material.

Tergiversações à parte o artigo merece alguns esclarecimentos, o que faço a seguir:

1. A matéria contém imprecisões históricas:
É uma pena que os escribas que escrevem sobre o adventismo não bebam em fontes seguras e primárias. Por "primárias" eu entendo como sendo livros e artigos escritos por pessoas isentas de preconceito e que não escreveram baseados em mitos sobre os adventistas e sua história.

Hoje muitos opúsculos, que estão nas prateleiras de muitas livrarias, na verdade são cópias de cópias, e não refletem a verdade. Quase todos seguem o “trilho do bezerro doente”. Um escreveu e os outros se limitaram a copiar sem investigação acurada.

Infelizmente o senhor Fernandes caiu neste canto da sereia que é pesquisar pouco para escrever. Senão vejamos: Ele diz na p. 51 que Willian Miller “criou o Movimento do Advento” em meados do século 19. À primeira vista é isto mesmo. Mas as coisas não são bem assim.

O Movimento do Advento teve seus fundadores em vários continentes, com a participação de várias religiões. Por exemplo: na América do Sul, um sacerdote católico escreveu um livro sobre o segundo advento de Cristo, com o título “La venida del Messias”. Seu nome era Manuel Lacunza, um jesuíta.

José Wolf, um judeu cristão, também pregou a segunda vinda de Cristo na Europa e no Oriente Médio, e foi até perseguido por isso.

Mas, o interessante é que ninguém fala deles. Centram-se só em Miller como a dizer que ele era um desvairado marcador de datas para a volta de Jesus. Entretanto, Miller era um pesquisador sincero das Escrituras. Teve avanços significativos, e redescobriu pontos da Bíblia esquecidos pelos religiosos de sua época.

Aliás, o artigo diz que quando Jesus não voltou em março de 1843, Miller teria “refeito os cálculos” e chegado à conclusão de que a data seria 22 de outubro de 1844. De novo o Sr. Carlos Fernandes leu na fonte errada. Na verdade quem “refez o cálculo” não foi Miller, mas seus colaboradores, entre eles, Samuel Snow. Para Miller o mais importante não era a data mas a volta do Senhor.

Ainda outro erro histórico: Com o desapontamento de 1844 o movimento fragmentou-se em vários grupos.
O grupo dos que desanimaram e abandonaram a fé foi grande; o segundo foi o grupo do “status quo” que continuou a marcar datas para a vinda de Cristo. E o terceiro grupo foi formado por um conjunto de estudiosos da Bíblia que com oração e lágrimas descobriu as verdades bíblicas até então desconsideradas. Este grupo é que em maio de 1863 tornou se a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Os três grupos não se “uniram para formar a Associação Geral das Igrejas Adventista do Sétimo Dia”, como quer o articulista (p. 52).

A Igreja Adventista não surgiu de alguma briga de líderes por causa do poder eclesiástico [fato comum em muitas igrejas neo-pentecostais de nossos dias], mas por um grupo que entendeu que Deus os chamou para pregar uma mensagem bíblica, cristocêntrica e equilibrada.

Ellen White teve participação no desenvolvimento da doutrina, mas não foi ela quem “lançou as bases da fé adventista”, como apregoa a revista Eclésia.

Pessoas piedosas estudaram profundamente as Escrituras e chegaram às conclusões sobre pontos doutrinários. Ellen com suas visões apenas confirmou ou retificou o que já se havia estudado.

2. A matéria contém distorções sobre as doutrinas adventistas.
Em minha experiência de cristão aprendi que nem sempre uma heresia é exatamente uma doutrina errada, mas pode ser uma ênfase errada numa doutrina certa.

Propositalmente ou não, é o que o acontece quando muitos dos chamados “especialistas em apologética” falam ou escrevem sobre doutrinas adventistas.

Por exemplo, o Sr. Roque Carvalho, um dos entrevistados diz o seguinte sobre a maneira como os adventistas vêem a questão da salvação: “Se a salvação, para eles, depende da obediência à lei do Antigo Testamento, então a graça de Deus não faz sentido” (p. 58). Ele então desafia: “É possível ser meio cristão?”. Que argumentação paupérrima e descabida!

Os adventistas não crêem em salvação pelas obras da lei. Vamos colocar as coisas nos devidos lugares.

A Igreja Adventista crê na salvação pela graça por meio da fé em Cristo (Efésios 2:8). Entende também que sendo perdoada e justificada por Cristo (Romanos 5:1) a pessoa agora guarda, pela fé, os mandamentos de Deus. Pois fé sem obras é morta (Tiago 2:17).

A grande dificuldade de alguns evangélicos é entender a verdadeira função da lei moral de Deus na vida do cristão.

Eles ficam confusos quando lêem Paulo escrever quye “ninguém será justificado diante dele por obras da lei...” (Romanos 3:20) e logo a seguir “a lei é santa e o mandamento, santo e justo e bom.” (Romanos 7:12).

Afinal, Paulo era contra ou a favor da lei? Um estudo isento de preconceitos e dentro de princípios hermenêuticos sérios, mostrará que Paulo era contra o mau uso da lei de Deus. Na sua época, pessoas achavam que seriam salvas apenas cumprindo os preceitos, e deixavam Jesus de lado. Para Paulo, a lei mostra o pecado (Romanos 3:20), e como um aio (um ajudador) conduz o pecador a Cristo (Gálatas 3:24) a fim de que este seja justificado pela sua fé.

Desta forma o apóstolo não descartou a lei, mas colocou-a no seu devido lugar: mostrar o pecado.

Todavia, o problema está com os que param por ai e dizem que "Paulo nos desobriga de guardar a lei".
Ledo engano! O mesmo escritor sagrado diz que os “simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados” (Romanos 2:20).

Estaria ele (Paulo) pregando salvação pela lei? De forma alguma. Ele apenas está dizendo que os que guardam a lei o fazem depois de terem uma experiência de salvação com Jesus Cristo e Sua graça.

Portanto, para os Adventistas do 7º Dia, guardar a lei não é um meio de salvação, mas uma conseqüência da salvação.

Alguns parecem dizer que estar salvo em Cristo é o mesmo que desobedecer a lei. Isto é um absurdo que nem os oponentes gratuítos do adventismo aceitariam.

Teimam em distorcer este assunto. Talvez por medo de seus fiéis compreenderem esta verdade bíblica e eles perderem suas gratificantes funções de “intérpretes da lei.” É curioso observar que os escribas e pastores modernos usam do Velho Testamento só o que lhes interessa. Quando o assunto é dízimo, por exemplo, logo eles correm para Levíticos, Deuteronômio e Malaquias. Mas quando se fala em sábado dizem que ele foi abolido.

Outro exemplo de distorção ficou por conta do Pr. Natanael Rinaldi. Duas coisas ditas por ele merecem uma explicação maior. A primeira é com respeito a Miguel ser igual a Cristo. Na verdade Miguel é um dos nomes de Cristo na Bíblia. Com um razoável conhecimento de hebraico se conclui que o nome Miguel quer dizer: “Quem é igual a Deus?” E a resposta natural seria esta: "Somente Jesus Cristo". Portanto, diferente do que expõe Rinaldi, dizer que Miguel é um nome de Cristo na Bíblia não relativiza a deidade de Cristo, mas a confirma. Para o adventismo, Jesus Cristo é Deus em plenitude de Divindade (Colossenses 2:9).

É provável que alguma autoridade do Centro Apologético Cristão de Pesquisas ainda fique com dúvidas e argumente dizendo que a Bíblia fala de Miguel como um arcanjo e não como Cristo. Pois bem, seria interessante lembrá-lo de que a palavra bíblica para "anjo" também quer dizer “mensageiro”. E Jesus Cristo foi o mensageiro de Deus para a humanidade. Em Cristo está a maior revelação de Deus Pai (Hebreus 1:1 e 2). E ainda mais, devemos recordar que ao identificar Jesus como o “Arcanjo Miguel”, a Bíblia não O torna um mero anjo, como também não O transforma em animal ao identificá-Lo como um “Cordeiro” (João 1:29) ou como um “leão” (Apocalipse 5:5).

Algo mais: Miguel, em Daniel 12:1 e 2, aparece para defender o povo de Deus, e de acordo com o profeta, ocorre uma ressurreição como conseqüência disto. Será que um anjo pode ressuscitar mortos? É fácil observar que este "Miguel" deve ser mais do que um anjo...

Outra afirmação infeliz: “Os adventistas consideram que Cristo adentrou no santuário celeste em 1844...”. Quem disse isto? Onde Rinaldi encontrou tal afirmação nas publicações oficiais da IASD?

A literatura adventista deixa claro que Cristo pode ir (e foi) ao lugar santíssimo do santuário celeste desde Sua ascensão ao céu. O que se destaca é que em 1844 (segundo a profecia de Daniel 8:14) Jesus iniciou a fase do Santíssimo no santuário celestial. Todavia, Ele sempre trabalhou em nosso favor, como intercessor. Os adventistas não limitam a Cristo e Sua obra.

Sobre este ponto seria saudável dizer que embora a obra de salvação foi completa na cruz do calvário, seus efeitos serão sentidos por toda a eternidade. Alguns não entendem porque Jesus hoje está ministrando no Santuário Celestial (Hebreus 8:1 e 2) como sumo Sacerdote se Ele já fez tudo na cruz. Eles não entendem que a salvação é um plano completo. Ela envolve o nascimento sobrenatural, a vida impecável de Cristo, Sua morte na cruz, Sua ressurreição, Sua intercessão e o juízo no santuário celestial, e a Sua segunda vinda para fazer o juízo final.

A mesma Bíblia que diz que quem não crê em Cristo “já está julgado (João 3:18), também diz que Deus “estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça...” (Atos 17:31). Portanto, ao se falar sobre a obra de Cristo na cruz, temos que enfatizar todos os atos do Senhor antes e depois dela. A cruz é o centro, e o centro deve ser um ponto de atração de todos os demais atos do plano de salvação, sem anulá-los.

Deveria parar aqui, mas Rinaldi tem outra afirmação infeliz: “os ensinos de Ellen White deixam claro que o Salvador não é Cristo, e sim, Satanás, já que sobre ele seriam lançados os pecados, à semelhança do bode emissário descrito no livro de Levítico” (p. 52).

O arguto pesquisador certamente está por dedução tentando distorcer a aplicação adventista sobre o bode por Azazel (Levíticos 16:8). Azazel e o bode emissário representam a mesma coisa. No original hebraico está exatamente assim: “E lançará Arão sorte sobre os dois bodes. Uma sorte para Javé e outra sorte para Azazel.”

Comentando este texto, veja o que diz o comentário evangélico (não adventista) The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge: “Partindo do fato de que há um contraste entre expressões ‘para Jeová’ ‘para Azazel’, supõem muitos que Azazel seja um nome oposto a Jeová, um monstro do deserto, um demônio, ou diretamente Satanás... O contraste entre ‘para Jeová’ e ‘para Azazel’ favorece a interpretação de Azazel como substantivo próprio, sugerindo em si mesmo, uma referência a Satanás.”

Desta maneira, o bode emissário (Azazel) é visto como o próprio Satanás. Porém a acusação é de que os adventistas por interpretarem assim Levítico 16 estão dizendo que o diabo é o salvador, e não Cristo. Não sei onde se lê esta afirmação nos livros adventistas!

Para os adventistas, Azazel (Satanás) não participa da expiação. Ele não é o Salvador, pois ele não derramou seu sangue. Isto é concluído a partir de uma leitura bem feita de Levítico 16:9 e 10. O verso 9 fala do bode “para o Senhor” (que simbolizava Cristo) que era o único que tinha o seu sangue derramado. “Sem derramamento de sangue não há remissão” (Hebreus 9:22). O verso 10 fala do bode emissário (Azazel) cujo sangue não era derramado, em resumo ele não era oferecido em sacrifício pelo pecado. Ele apenas simbolicamente carregava os pecados do povo e morria no deserto sem derramar sangue. O bode emissário prefigura Satanás que vai morrer, não para perdoar pecados, mas por causa dos pecados que cometeu e induziu pessoas a cometer (Apocalipse 20:7 e 10).

Portanto, dizer que por esta interpretação de Levítico 16 os adventistas crêem em Satanás como salvador é um absurdo dos mais preconceituosos.

Satanás não é, nem nunca foi nosso salvador. A Igreja Adventista do Sétimo Dia nunca ensinou isto.

Conclusão:

Muita coisa ainda poderia ser dita sobre a polêmica e frágil matéria da revista evangélica. Porém, gostaria de fazer mais duas explicações e depois uma pergunta:

a. Estado do homem na morte:
Na Bíblia, a alma significa a pessoa total. O homem não tem uma alma, ele é uma alma. Gênesis 2:7 diz que da junção de fôlego de vida e do pó da terra é que o homem foi feito “alma vivente”. Não veio uma “alma” e "entrou dentro" dele, mas ele inteiro passou a ser uma alma. Portanto, "alma" significa a pessoa inteira. A morte seria a desintegração da alma. O pó volta à terra e o espírito (ruach no hebraico = fôlego de vida) volta para Deus (Eclesiastes 12:7).

Há várias razões par se crer que a alma é mortal:
“A alma que pecar esta morrerá” (Ezequiel 18:4). Ezequiel não está falando figurativamente (ou espiritualmente apenas). Ele está falando de pessoas e situações reais (leia também Ezequiel 18:1 a 9).
A única vez que a palavra "imortal" aparece na Bíblia, é atribuída a Deus (I Timóteo 1:17). A idéia de uma alma imortal é de origem pagã. Os gregos a transmitiram para os judeus, e esta pregação anti-bíblica chegou até os cristãos.
O inferno como lago de fogo acontecerá no fim (Apocalipse 20:14). A palavra "inferno" quer dizer sepultura ou lugar inferior. O credo dos apóstolos diz que Jesus morreu e desceu aos infernos (sepultura). Só uma perguntinha: Se as pessoas que morrem hoje já vão para o céu ou para o inferno de condenação, por que Deus terá que realizar um juízo final? Afinal de contas já não estão todos julgados? Quando a Bíblia usa a palavra "inferno" no sentido de fogo o faz referindo-se ao lago de fogo no fim.

b. A questão do adventismo como seita.
A questão do adventismo ser ou não uma seita não me preocupa. Explico porque: Nem sempre a palavra "seita" tem uma conotação ruim ou desastrosa. Os “especialistas em apologética” que usam de forma indiscriminada esta palavra para ofender o adventismo certamente estudaram a história do cristianismo [ou pelo menos deveriam ter estudado].

Em seus primórdios, a igreja cristã nada mais era do que uma seita rejeitada do judaísmo. Nem por isso o cristianismo deixou de ser a fé verdadeira (cf. Atos 24).

Se continuarmos a pesquisa veremos que o mesmo ocorreu com a Reforma Protestante do século 16. Lutero, Calvino e outros eram considerados uma “seita do diabo” por aqueles que detinham as “chaves do céu e do inferno”: a igreja oficial romana.

Apesar de os adventistas se considerarem cristãos por crerem nas doutrinas essenciais do cristianismo, eles empunham a bandeira de doutrinas que têm sido esquecidas pelos chamados cristãos evangélicos em nossos dias.

Walter Martin, conhecido autor batista do livro The Kingdon of the Cults, depois de uma exaustiva pesquisa sobre doutrinas adventistas concluiu que, embora a igreja tenha doutrinas distintivas, ela ainda pode ser cristã por proclamar verdades básicas do cristianismo.

Apesar disto, ser chamado de "seita" por uma causa justa não é ruim, mas um testemunho da verdade no tempo do fim.

c. Uma última pergunta:
Durante toda a reportagem se falou de um aparente confronto entre a igreja adventista e os evangélicos. Mas, perdoem-me a pergunta incisiva: De que povo "evangélico" estamos falando? Confesso que tenho dúvidas sobre quem são de fato os verdadeiros evangélicos em nossos dias.

Às vezes acho que são os protestantes históricos, que receberam um legado maravilhoso dos homens de Deus que foram os precursores da fé. Mas, desisto de pensar assim, pois algumas destas igrejas estão mais ligadas a uma filosofia e teorias de teólogos do que na Bíblia. O princípio de “sola scriptura” foi sorrateiramente substituído por teorias e métodos racionalistas de estudo bíblico. O fervor missionário de algumas correntes religiosas tem estado em queda, e em alguns países os templos destas denominações têm sido vendidos por absoluta falta de assistência dos fiéis que perderam a fé e a devoção.

Às vezes chego a pensar que são os queridos e fervorosos irmãos "pentecostais". Mas infelizmente alguns se limitam apenas a uma interpretação unilateral dos dons do Espírito. Onde estão as outras doutrinas bíblicas? A fé muitas vezes é baseada só na emoção em detrimento de um “Assim diz o Senhor”. Em muitas dessas igrejas pentencostais modernas, temas como ressurreição, volta de Jesus, reforma de saúde, etc., nunca são pregados, pois causariam uma grande confusão com os temas anti-bíblicos amplamente ensinados por estas igrejas.

Será que por evangélicos devo entender alguns (não todos) dos políticos que usam o nome de evangélicos para conseguir votos dos de boa fé?

Será que evangélicos são alguns (não todos) dos pregadores do rádio e da televisão que fazem um império monetário na Terra, e vivem fugindo da Receita Federal como o diabo foge da cruz?

Ou evangélicos serão alguns pregadores que gostam de estar de bem com todos fazendo um discurso politicamente correto, e não raro estando envolvidos em escândalos financeiros e sexuais, manchando o nome de Cristo?

Seriam evangélicos, alguns determinados “artistas” que continuam vivendo como sempre viveram (prostituição, luxúrias, drogas, imoralidades, etc.) e se declaram evangélicos nas entrevistas?

Sinceramente, ser evangélico é viver o evangelho de Cristo. Alguns tipos de "evangélicos" não me fascinam.

Simplesmente ter o nome de evangélico pode não significar nada. Parafraseando Paulo, eu diria: “Evangélico ou não evangélico não importa, mas sim ser uma nova criatura” (cf. Gál. 6:15).

Autor: Pr. Moisés Mattos

Adaptação e acréscimos: Prof. Gilson Medeiros
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Excelente material!

Aproveite, e dê uma olhada nestes outros artigos:
Quem é o Arcanjo Miguel?
Quem representa o bode Azazel?


"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" - Apoc. 14:12
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Adão foi criado imortal?

Adão foi criado imortal?

O homem foi criado por Deus para ser imortal; era um candidato à existência eterna, mas com a condição de que deveria ser obediente a Deus (imortalidade condicional). Pelo fato de ter pecado, perdeu o direito à imortalidade, pois foi privado da presença do Criador e da árvore da vida (cf. Gênesis 3:22 e 23); Adão viveu apenas (em relação ao que poderia ter vivido!) 930 anos (Gen. 5:5).

O fato de o homem ser privado da presença contínua do Eterno e da árvore da vida, é uma prova de que nós não somos imortais; para que o fôssemos (ter um espírito imortal, segundo dizem alguns), teríamos ainda de comer da árvore da vida. Graças a Deus que todos temos novamente a possibilidade de ter a vida eterna; eis o segredo: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16).

“De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. (João 6:40). “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna?”. (João 6:47). “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6).

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. (João 17:3). “a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade” (Romanos 2:7). “a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Romanos 5:21).

O segredo da vida eterna é crer em Jesus e aceitá-lo como salvador; crer em Seu sacrifício realizado na cruz do calvário. Tal pessoa está com a imortalidade garantida e a receberá na volta de Jesus (I Coríntios 15:23 e 23) quando Ele voltar (cf. I Tessalonicenses 4:13-16) “nas nuvens do céu com poder e grande glória” (Lucas 21:29).

Creia em Jesus e no que Ele fez por você na cruz; aceite Sua salvação hoje mesmo: “Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração...” (Hebreus 3:15). “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. (Apocalipse 3:20).

Jesus é o único caminho para a vida eterna; não há outro: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6 RA).

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000673

Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 24/11/2009 - Terça

Comentário da Lição dos adultos de 24/11/2009

O PECADO DA INGRATIDÃO
Texto por: Pr. Albino Marks

Os israelitas estavam vagueando pelo deserto quase quarenta anos. Se pensarmos em termos de comodidade, certamente concluiremos que não estava sendo um período de tempo agradável. No entanto, se avaliarmos que durante todos estes anos não lhes faltou pão, água, o conforto durante o dia e a noite protegidos pela nuvem e a coluna de fogo e acima de tudo, a liderança visível de Deus, concluímos que não foi um período de tempo muito ruim.

Contudo, apesar de todas as evidências do constante cuidado de Deus por eles, com freqüência murmuravam contra Moisés e contra Deus. Parece que amavam a ingratidão.

Como agimos nós, neste tempo em que todos os dias, apesar dos contratempos de viver em um mudo dominado pelo pecado, podemos sentir o cuidado de Deus nos envolvendo a cada momento?

Aos tessalonicenses, Paulo escreve: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco". - 1Ts 5:18. - Almeida Revista e Atualizada. Ou: "Dai graças em todas as circunstâncias". - Tradução Ecumênica da Bíblia.

Paulo está se dirigindo aos membros das igrejas de maneira geral. Todos são concitados a aprender e desenvolver o espírito de gratidão.

O espírito de gratidão é uma atitude mental positiva em relação a tudo o que acontece com você. Viver na gratidão sob todas as circunstâncias significa que você sempre terá motivos de gratidão ainda que aconteça o que não é do seu agrado.

O espírito de gratidão encontra motivos em tudo para externar gratidão, porque é um estado de espírito. O espírito de gratidão é a maneira de a pessoa reagir em face dos acontecimentos é o seu modo de ser, porque ela observa sempre o que de positivo se encontra em cada situação.
continue seu estudo agora no site da Escola no Ar... e faça o seu comentário também!
11月23日

"Legião": mais um filme antibíblico vem aí

"Legião": mais um filme antibíblico vem aí

Nas últimas semanas, este e outros blogs fizeram referência ao recente filme "2012" e a como esse tipo de cinema apocalíptico facilmente lança a confusão na mente das pessoas, a ponto de não se tornar tão óbvia quanto desejável a distinção entre ficção e realidade (da mesma forma, proporcionou a oportunidade para apresentarmos o que a Bíblia diz sobre o assunto, reconheço). Esse não é um dado novo. O cinema é uma das maiores ferramentas que o inimigo de Deus tem usado para desviar a mente do Criador. Será por isso sem surpresa que, à medida que cada vez menos tempo lhe resta, ele intensifique seus esforços de engano e contrafação, usando esse método que tanto sucesso lhe tem garantido nas últimas décadas?

Agora, por favor, preste bem atenção neste outro caso que lhe quero apresentar, caso ainda não conheça. Está previsto para o próximo ano a estreia de um filme intitulado "Legion" ("Legião" - desde já uma pergunta: o que lhe faz lembrar ese título?). Segundo o que já se sabe sobre esse projeto, o enredo é o seguinte (sugiro que se sente bem antes de ler): "Após um terrível apocalipse bíblico atingir o mundo, um grupo de estranhos presos num remoto restaurante de autoestrada do sudoeste, torna-se involuntariamente a última linha de defesa da humanidade ao descobrir que a jovem empregada de mesa do restaurante está grávida do Messias."

Alguns resumos (não confirmados oficialmente), incluem as seguintes frases:

"O que acontece quando Deus fica cansado de nós, reles humanos, e decide começar tudo de novo? Bem, nada de bom, isso é certo."

"Quando Deus perde a crença na humanidade, ele envia a sua legião de anjos para trazerem o Apocalipse. A única esperança da humanidade está num grupo de estranhos presos num restaurante no deserto e no Arcanjo Miguel."

Percebeu como se desvirtua e lança descrédito sobre a mais bela história de sempre? Como se reduz à banalidade de um argumento tratado e alterado pela própria conveniência de mãos humanas a maior (e urgente!) mensagem que este mundo precisa saber?

Concluo que com esse - entre outros - entupimento de perceções, a mente das pessoas nem pensará quando a verdadeira história lhes for contada; será, julgarão elas tragicamente, apenas mais um filme...

(O Tempo Final)

Leia também: "A espera do Messias" e "Hollywood ajuda a propagar o último engano"

Nota [MB]: Além de distorcer o caráter de Deus e apresentar conceitos antibíblicos, o filme "Legião" é incorreto também quanto à verdadeira identidade do Arcanjo Miguel. Veja aqui as características desse "Anjo", confira os textos em sua Bíblia e tire suas conclusões:

Êxodo 23:20, 23 – O Anjo de Israel
Atos 7:38 e versos anteriores – O Anjo de Israel é Jesus
1 Coríntios 10:4 – Quem os seguia (a Pedra) era Cristo (cf. Êxodo 14:19)
Judas 9 – O Arcanjo Miguel (hebraico = “Quem é como Deus”)
Josué 5:13-15 – O Príncipe do exército do Senhor (“Descalça as sandálias...”)
Êxodo 3:5, 6, 2 – O “Anjo do Senhor” é o “Eu Sou”
Gênesis 22:11, 12 – Anjo do Senhor
Juízes 6:11, 14, 16 – O Anjo do Senhor aparece a Gideão
Malaquias 3:1 e Tiago 2:25 – Anjo = mensageiro
João 17:3 – Jesus, o supremo Mensageiro
Isaías 63:9 – O “Anjo da Sua presença”
Gênesis 48:16 – O Anjo que redime
1 Tessalonicenses 4:16 – A voz do Arcanjo ressuscita os mortos
João 5:28, 29 – A voz do Filho de Deus chama os mortos à vida
Daniel 12:1-4 – Quando Miguel Se erguer, no tempo do fim, ocorrerá a ressurreição
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Postado por Michelson

Motivo certo, maneira errada

Motivo certo, maneira errada

A atriz americana Christian Serratos, que interpreta a amiga de Bella (Kristen Stewart), Angela, na saga cinematográfica Crepúsculo, posou nua para a nova campanha do Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais), uma organização não governamental que defende os animais. No pôster, ela aparece sem roupas em uma floresta sombria no melhor estilo Crepúsculo. O slogan principal da campanha é "eu prefiro ficar nua a usar peles de animais". Também aparece no cartaz a seguinte inscrição: "animais mortos por causa de sua pele são eletrocutados, afogados, espancados e muitas vezes esfolados vivos. Por favor, não use casacos de pele".

(Terra)

Leia também: "Ideologias no liquidificador - confusão conveniente" e "O motivo até é bom, mas o apelo estraga"
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Postado por Michelson