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12月30日

Comentário da Lição 01 - Meios de comunicação do Céu - ESCOLA NO AR

1º Trimestre de 2009 - O Dom Profético

Comentário da Lição 01 - Meios de comunicação do Céu

 

 

sábado, 27/12/2008
› Introdução

Qual o papel básico da comunicação? Toda relação entre seres é baseada no conhecimento entre as partes. A linguagem utilizada, apesar de esta não ser a única a permitir entendimento e conversação entre as partes, poderá garantir uma base de condições que tornam mais produtiva essa interação. Além da linguagem, outros elementos podem compor essa base para que se alcance o objetivo da comunicação.

Deus utilizou, além dos recursos disponíveis e por Ele criados, técnicas que se adéquam aos momentos e objetivos daquilo que Ele quer comunicar. Porém, além da mensagem, das técnicas e recursos que funcionam como meios, na comunicação existem dois componentes essenciais, aquele que dá a mensagem e aquele que a recebe, e cada um deles tem uma parte importante a desempenhar nesse processo.

Nessa semana vamos analisar alguns aspectos importantes que apontam para a relevância dos meios que Deus utilizou para comunicar-se conosco. Vamos perceber que cada meio utilizado por Ele tem o propósito de apresentar algum aspecto do caráter e da natureza de Deus. Porém, por mais clara que seja essa revelação, a fé será sempre um componente que permitirá uma riqueza maior na percepção e entendimento da mensagem completa.

Pense: Deus escolhera Israel para revelar Seu caráter aos homens. Ele queria que eles fossem fontes de salvação no mundo. A eles foram entregues os oráculos do Céu, a revelação da vontade de Deus. Nos primeiros dias de Israel, as nações do mundo, mediante práticas corruptas tinham perdido o conhecimento de Deus. Eles O haviam conhecido antes; mas porque "não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu". Rom. 1:21. Mas em Sua misericórdia Deus não as riscou da existência. Ele Se propôs dar-lhes nova oportunidade de se familiarizarem com Ele por intermédio de Seu povo escolhido. Atos dos Apóstolos pág. 14.

Desafio: O canal de comunicação entre o homem e seu Deus tem de estar continuamente aberto, para que a alma cresça na graça e no conhecimento do Senhor. E Recebereis Poder - Meditação Matinal, pág. 63.



domingo, 28/12/2008
› No princípio

A princípio temos a idéia de que a comunicação de Deus com o homem foi perdendo em originalidade, não por culpa de Deus, mas pelo grau de pecaminosidade humana crescente. A princípio Deus tinha tanta intimidade com o casal Adão e Eva que conversava com eles quando passeava pelo Jardim do Éden. Ainda no Jardim do Éden, o casal escondeu-se de Deus porque tinha percebido a sua nudez. Note, não é Deus afastando-se do casal, e sim o casal escondendo-se de Deus.

Vemos nisso uma evidência de que Deus está sempre disposto a comunicar-se com o homem. Na medida em que o homem envolve-se mais e mais com o pecado, a comunicação com Deus parece-lhe mais difícil. Mas Deus, em Sua misteriosa misericórdia e piedade, não permite que o homem, obra de Suas mãos, afaste-se definitivamente da Sua presença. Deus não tolera o pecado, mas ama o pecador! Ele, mais do que nós, sabe identificar o pecador em sua fraqueza, e toma sempre a iniciativa.

A comunicação com Deus é, além de um antídoto contra o pecado, um fortificante para a alma. Não importa se pessoalmente ou através de anjos, ou mesmo através da comunhão, reflexão e oração, o relacionamento com Deus comunica poder em dose superior ao poder do pecado em nossa vida. Assim foi com Enoque, que mesmo comunicando-se com Deus através de anjos, serviu como uma forte advertência ao pecado em sua época, e ficou tão intimamente ligado a Deus, que Deus o levou para morar com Ele.


Pense: Enoque continuou a crescer celestialmente enquanto se comunicava com Deus. ... O Senhor amava Enoque porque Ele firmemente O seguia, aborrecendo a iniqüidade, e fervorosamente buscava conhecimento celestial, para fazer com perfeição a Sua vontade. Anelava unir-se ainda mais estreitamente a Deus, a quem temia, reverenciava e adorava. O Senhor não permitiria que Enoque morresse como os demais homens. Enviou anjos para levá-lo ao Céu sem provar a morte. Na presença de justos e ímpios, foi Enoque removido deles. A Verdade Sobre os Anjos pág. 67.

Desafio: Podemos proceder como Enoque. Foi tomada provisão em nosso favor. ... Anjos de Deus, excelentes em poder, são enviados para ministrar aos herdeiros da salvação. Estes anjos, ao perceberem que estamos fazendo o último esforço possível para sermos vencedores, realizarão a sua parte, e sua luz brilhará em torno de nós, dissipando a influência dos anjos maus que nos rodeiam. Criarão uma fortificação semelhante a muros de fogo à nossa volta. Review and Herald, 19 de abril de 1870.



segunda-feira, 29/12/2008
› Pela natureza

A natureza revela, através de uma imensidão de evidências, o poder de Deus e o Seu caráter. Nada conhecemos sobre a eternidade porque julgamos não ter em nossa esfera nada que nos reporte a ela. Mas vejam só: considere um segmento de reta. É um elemento finito, aparentemente. Em quantas frações é possível dividir um segmento de reta? Isso não é conhecer um pouco da eternidade? Como é possível algo que, aos nossos olhos, é limitado, dividir-se em frações infinitas?

Ao observar um pouco do que se conhece do Universo, podemos perceber a imensidão que se esconde atrás desse escuro que permite o brilho das estrelas. Quantas estrelas há no Universo? Quantas galáxias há no Universo? Será que existem outros Universos?

A natureza, por si só, é uma fortíssima evidência da existência de Deus e do Seu caráter. Uma outra observação intrigante é a de que, apesar de o homem tentar manusear a Natureza, ele não tem nenhum poder para alterar o seu curso, e quando tenta, a natureza deixa claro o seu descontentamento.

Atualmente, o assunto que toma conta da mídia, além da Crise Financeira Mundial, é a questão ambiental. Assim como ela é dadivosa, por outro lado, é visível a forma como a natureza reage às ações de desrespeito do homem e cobra pela negligência com que é tratada.

Através da natureza, Deus também envia mensagens de que o fim do mundo está às portas. É um fato real e que está sendo amplamente divulgado através da própria natureza (veja esse vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=i-yk5fMX_V4). Jesus autorizou a natureza como um "farol" dos tempos (Mateus 24). Deus também falou e fala através dela.

Pense: Os avisos de Deus são uma evidência do Seu amor pela raça que Ele redimiu na cruz.

Desafio: Os céticos recusam-se a crer em Deus, porque não podem compreender o infinito poder pelo qual Ele Se revela. Mas Deus deve ser reconhecido, tanto pelo que não revela de Si mesmo como por aquilo que é franqueado à nossa limitada compreensão. Tanto na divina revelação como na Natureza, Ele deixou mistérios a fim de reclamar a nossa fé. Assim deve ser. Devemos estar sempre indagando, sempre pesquisando, sempre aprendendo, e resta todavia um infinito para o além. A Ciência do Bom Viver pág. 429.



terça-feira, 30/12/2008
› Pelos profetas

Ninguém é colocado como profeta pela sua própria vontade. Deus é quem escolhe o profeta e lhe incumbe de ser o canal para a Sua mensagem. A natureza da mensagem que o profeta tem a tarefa de transmitir é definida por Deus para objetivos diferentes. Além de predizer fatos e acontecimentos, o profeta também transmite mensagens de advertência, de conforto e de orientação espiritual. Da mesma forma que o profeta, a mensagem também é de escolha exclusiva de Deus (I Pedro 1:21).

Não é uma tarefa simples ser profeta de Deus, porque o profeta tem mensagens espirituais que, embora aceita por muitos, sofre o preconceito e o descrédito de muitos também. Considerando que existe incompatibilidade entre os interesses materiais e os interesses espirituais, geralmente as pessoas que estão mais entretidas com o material não compreende em sua plenitude a mensagem espiritual (I Coríntios 2:14).

Deus utiliza o profeta como um mensageiro seu. Deus não dita as palavras para os profetas, exceto em situações especiais. Deus impressiona o profeta com o Seu Espírito para transmitir com as palavras do profeta a mensagem que é de Deus.


Pense: "É assim que Deus Se agradou comunicar Sua verdade ao mundo por meio de agências humanas que Ele próprio, pelo Seu Espírito, faz idôneas para essa missão, dirigindo-lhes a mente no tocante ao que devem falar ou escrever. Os tesouros divinos são deste modo confiados a vasos terrestres sem contudo nada perderem de sua origem celestial. O testemunho nos é transmitido nas expressões imperfeitas de nossa linguagem, conservando todavia o seu caráter e testemunho de Deus, no qual o crente submisso descobre a virtude divina, superabundante em graça e verdade." O Grande Conflito, pág. 7.

Desafio: É importante o reconhecimento da voz de Deus através dos Seus profetas.



quarta-feira, 31/12/2008
› Pela Palavra

As provas materiais da autenticidade da Bíblia são muitas. A arqueologia ]tem levantado provas surpreendentes de alguns fatos mencionados somente na Bíblia e que representam evidências claras de que o que está escrito nela hoje é o mesmo que foi escrito nos originais. Para quem tem um pouco mais de curiosidade sobre esse assunto, o Prof. Rodrigo Silva apresenta muitos fatos e evidências em seu trabalho "Evidências". São quatro DVD's recheados de provas incontestáveis.

Mas deve ficar bem claro para nós que a Bíblia não é um livro comum. Nela estão orientações que têm o objetivo de nos aproximar de Deus. A natureza humana busca por provas e comprovações, mas não podemos perder de vista que, apesar de o próprio Deus nos oferecer algumas provas ou evidências que revelam parte das coisas espirituais, a fé é a base da relação do homem com Deus. Se tudo for provado e revelado, de que valerá a fé? Qual é a participação da fé na vida do cristão? "De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam." Hebreus 11:6.

A Bíblia foi escrita para servir-nos como um roteiro confiável para o nosso relacionamento com Deus. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça". II Tim. 3:16. Nela encontramos experiências de pessoas que se relacionaram com Deus, relatos de experiências de pessoas que rejeitaram a orientação divina e quais foram as suas conseqüências, de experiências de pessoas que foram utilizadas por Deus para propósitos divinos e, sobretudo, o plano da Salvação. Mas nunca devemos nos esquecer: o relacionamento com Deus é baseado na fé! "Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração. II Ped. 1:19.


Pense: Em Sua Palavra, Deus conferiu aos homens o conhecimento necessário à salvação. As Santas Escrituras devem ser aceitas como autorizada e infalível revelação de Sua vontade. Elas são a norma do caráter, o revelador das doutrinas, a pedra de toque da experiência religiosa. Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra ( II Tim. 3:16 e 17)". O Grande Conflito, págs. 8 e 9.

Desafio: Deus nos ordena encher o espírito com elevados e puros pensamentos. Deseja que meditemos sobre Seu amor e misericórdia, e estudemos Sua maravilhosa obra no grande plano de redenção. Então, nossa percepção da verdade tornar-se-á mais e mais clara, e nosso desejo de pureza de coração e clareza de pensamento mais elevado e mais santo. A alma que descansa na pura atmosfera de santa meditação será transformada pela comunhão com Deus mediante o estudo das Escrituras. Parábolas de Jesus, pág. 60.



quinta-feira, 1/1/2009
› Por Cristo

Jesus veio como homem para mostrar em linguagem humana, verbal e não-verbal, quem é Deus, qual a Sua natureza, e qual o verdadeiro sentido das orientações divinas para a humanidade. "Os ensinos de Cristo eram tão diferentes das explicações bíblicas feitas pelos escribas e fariseus que prendiam a atenção do povo. Os rabis apegavam-se à tradição, às teorias e especulações humanas. Muitas vezes, o que os homens haviam ensinado e escrito acerca das Escrituras era posto em lugar delas próprias. O tema dos ensinos de Cristo era a Palavra de Deus. Ele respondia aos inquiridores com um positivo Está escrito (Mat. 4:4), Que diz a Escritura? (Rom. 4:3), Como lês?. Luc. 10:26. Em todas as oportunidades, despertando-se em um amigo ou adversário qualquer interesse, Ele apresentava a Palavra. Proclamava a mensagem evangélica de maneira clara e poderosa. Suas palavras derramavam abundante luz sobre os ensinos dos patriarcas e profetas, e as Escrituras chegavam aos homens como uma nova revelação." A Ciência do Bom Viver, pág. 21.

Jesus vivia dentro de uma esfera de proteção criada pela sua própria conduta. As suas atitudes eram tão diferentes das pessoas comuns que havia respeito em relação a tudo o que se referisse a Ele. "Deus viu que era necessária uma mais clara revelação, tanto de Sua personalidade como de Seu caráter, do que a que nos é oferecida pela Natureza. Enviou Seu filho ao mundo para, tanto quanto a vista humana podia suportar, manifestar a natureza e os atributos do Deus invisível." A Ciência do Bom Viver, pág.419. "Cristo estava escondido em Deus, e Deus era revelado no caráter de Seu Filho. Era a essa revelação que Jesus desejava dirigir a mente do povo." A Ciência do Bom Viver, pág. 32.


Pense: Deus nos fala a nós por Sua Palavra. Aí temos em linhas mais claras a revelação de Seu caráter, de Seu procedimento com os homens, e da grande obra de redenção. Aí está aberta perante nós a história de patriarcas e profetas e outros homens santos da antiguidade. Eram homens sujeitos "às mesmas paixões que nós". Tia. 5:17.

Desafio: O conhecimento de Deus segundo a revelação dada em Cristo, eis o que devem ter todos quantos se salvam. É o conhecimento que opera transformação no caráter. Recebido, esse conhecimento recriará a alma à imagem de Deus. Comunicará a todo o ser um poder espiritual que é divino. A Ciência do Bom Viver, pág. 425.



sexta-feira, 2/1/2009
› Revelação, luz e testemunha

"Visto como o livro da Natureza e o da revelação apresentam indícios da mesma mente superior, não podem eles deixar de estar em harmonia mútua. Por métodos diferentes em diversas línguas, dão testemunho das mesmas grandes verdades. A ciência está sempre a descobrir novas maravilhas; mas nada traz de suas pesquisas que, corretamente compreendido, esteja em conflito com a revelação divina. O livro da Natureza e a palavra escrita lançam luz um sobre o outro. Familiarizam-nos com Deus, ensinando-nos algo das leis por cujo meio Ele opera." Educação, pág. 128.

"Deus escolhera Israel para revelar Seu caráter aos homens. Ele queria que eles fossem fontes de salvação no mundo. A eles foram entregues os oráculos do Céu, a revelação da vontade de Deus. Nos primeiros dias de Israel, as nações do mundo, mediante práticas corruptas tinham perdido o conhecimento de Deus. Eles O haviam conhecido antes; mas porque "não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu". Rom. 1:21. Mas em Sua misericórdia Deus não as riscou da existência. Ele Se propôs dar-lhes nova oportunidade de se familiarizarem com Ele por intermédio de Seu povo escolhido." Atos dos Apóstolos, pág. 14

"Cristo, o resplendor da glória do Pai, veio ao mundo como sua luz. Veio representar Deus aos homens, e dEle está escrito que foi ungido com o Espírito Santo e com virtude, e andou fazendo o bem. Atos 10:38. Na sinagoga de Nazaré, disse: O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-Me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. Luc. 4:18 e 19. Esta foi a obra de que encarregou os discípulos. Vós sois a luz do mundo, disse Ele. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos Céus. Mat. 5:14 e 16." Parábolas de Jesus, pág. 416.


Pense: "Aqueles que deviam ter sido a luz do mundo têm projetado apenas raios pálidos e fracos. Que é luz? É piedade, bondade, verdade, misericórdia, amor; é a revelação da verdade no caráter e na vida. O evangelho, com o seu explosivo poder, depende da piedade pessoal de seus crentes, e Deus proveu, pela morte de Seu amado Filho, os meios para que cada alma esteja perfeitamente preparada para toda boa obra". Review and Herald, 24 de março de 1891. Beneficência Social, pág. 36.

Desafio: "Os que aguardam a vinda do esposo devem dizer ao povo: "Eis aqui está o vosso Deus." Isa. 40:9. Os últimos raios da luz misericordiosa, a última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do caráter do amor divino. Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus por eles tem feito." Parábolas de Jesus, pág. 415 e 416.


 

Conheça o autor

Wanderley Gazeta
É professor no UNASP desde 1982. Casado com Sônia M. M. Gazeta, tem dois filhos, Jean Marcel e Marcus Fernando.

 

www.escolanoar.org.br

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Coordenação › Wanderley Gazeta • Projeto gráfico › Rodrigo Matias

 

FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao.asp?nivel=adultos_pt&data=2/1/2009

 

Qual a participação da mulher no culto público e na liderança?

Qual a participação da mulher no culto público e na liderança?

Alguns pontos característicos da vida cristã não são práticas rígidas, mas costumes que mudam com o tempo, dependendo da época, da cultura, e da região de um povo. Coisas como o comprimento de um vestido, ou de cabelo, o uso da barba, instrumentos musicais de adoração, posição da mulher na sociedade e na igreja, etc., têm mudado com o passar dos anos. Por isto é muito próprio o conselho de Ellen White: "Não deveríamos ser os primeiros a aderir a um costume, nem os últimos a abandoná-lo". O equilíbrio está em permanecer longe dos extremos. Existem algumas pessoas que têm uma certa dificuldade em aceitar as mudanças trazidas pelo tempo. Há pessoas e movimentos religiosos que tem maior dificuldade em acompanhar tais mudanças. Contudo, sempre devemos buscar qual o melhor caminho a tomar, com muita oração, humildade e acima de tudo com a guia do Espírito Santo, sob a luz da Palavra de Deus. Temos de entender em primeiro lugar, que todo princípio bíblico tem que ser estudado com base no contexto geral das Escrituras, respeitando a época, as circunstâncias e para quem foi escrito originalmente. O mundo é constituído por diversas culturas, ideologias, religiões, valores e padrões de pensamento completamente diferentes. Isto significa que o relacionamento do cristão com o mundo não deve tomar as mesmas formas em toda a parte. Um bom exemplo de tudo isso que estamos falando é a igreja de Corinto, nos tempos no Novo Testamento.

A igreja em Corinto era imatura. Lutava com o problema de oferecer a Deus um culto adequado, correto. Eles estavam confusos sobre a posição da mulher no culto, sobre a ceia do Senhor, sobre os dons espirituais e o problema do dom de línguas (I Coríntios 11-14). Paulo menciona certos costumes que nos parecem estranhos e esquisitos. Ele menciona o "uso do véu na cabeça", "sinal de poderio sobre a cabeça", "mulher orar com cabeça descoberta", "rapar a cabeça", "tosquiar a cabeça", "proibir a mulher de falar", "ósculo santo" e expressões conexas. Vamos analisar mais detidamente dois conceitos daquela época: o uso do véu, e a proibição da mulher falar em público.

1º - O uso do véu era costume oriental, sinal de virgindade e prova de submissão da mulher ao marido. Era muito usado naquele tempo e ainda é usado hoje em várias partes do Oriente. Não há menção do costume entre os judeus. Os Evangelhos não relatam incidente algum com mulheres, mesmo as mulheres que seguiam a Cristo, em que se mencionasse que alguma usasse o véu. Há referências em Gênesis 24:65; 38:14 e 19 das quais se deduz que naqueles tempos as mulheres de má fama o usavam (Gênesis 38:15). Note-se que até aí não existia a nação judaica. Mais tarde o véu mudou de conceito e passou a significar poderio do esposo ou submissão da mulher. Mas esse costume não existia entre os judeus e jamais teve lugar no Oriente. Na igreja de Corinto havia o costume de se usar véu. Sem véu, as mulheres seriam olhadas com suspeita.

2º - Outro costume daqueles tempos: a mulher, tida como inferior ao homem, não tinha certos direitos, como o de falar em público. Hoje há oradoras, educadoras, juízas, etc... Em Corinto, naquele tempo e naqueles lugares isto seria um escândalo. Note aqui, porém, que em Israel não havia esse problema. Afinal quem já não ouviu falar de Miriam (irmã de Moisés), de Débora (Juíza), de Hulda (profetiza) e outras mais que não só falaram em público como exerceram papel de liderança? Portanto entendemos que o princípio por traz dessa prática é o respeito pela autoridade. Na cultura daquela época e lugar envolvia a sujeição das mulheres à liderança masculina. Mas pensemos um pouco na igualdade entre o homem e a mulher diante de Deus. Pensemos também no chamado do Espírito Santo. O Espírito Santo é quem dá os dons conforme lhe apraz para um fim útil. A Bíblia não fala que algum dom está restrito apenas aos homens e proibido às mulheres. Se Deus dá o dom de ensinar, de administrar, de pastorear (anciãs) e outros mais às mulheres quem somos nós para nos opormos à obra de Deus?? Por causa de cultura local, Paulo procurou evitar esse choque desnecessário com a cultura e costumes daquele lugar e proibiu as mulheres de falarem em público naquela ocasião particular.

Algo que deveria estar sempre vívido em nossa mente é o seguinte: Devemos estar o mais próximo possível da cultura daqueles a quem queremos alcançar para Cristo, desde que não estejamos ferindo os princípios da Palavra de Deus. A verdadeira religião baseia-se em princípios, Os princípios são eternos, mas a aplicação destes princípios pode mudar com o passar dos anos e de lugar para lugar. Quando aceitamos que a aplicação dos princípios pode mudar podemos entender que Paulo estava certo em proibir as mulheres de falarem em público em Corinto, e a igreja dos nossos dias também está certa em permitir que as mulheres participem da liderança pública. Concluímos, pois que não há nada intrinsecamente mau em uma mulher participar do culto público. Não é uma questão de princípio, mas de aplicação do princípio do respeito pela autoridade e pela cultura. Por que Paulo proibiu? Porque não seria aceito, nem benéfico, na cultura e nas condições da igreja de Corinto. Mudando as condições muda-se a aplicação do princípio. Por exemplo, o princípio da reverência para com Deus é imutável, mas a maneira de expressá-lo pode variar. No Oriente se expressa tirando os sapatos para entrar na igreja. Já no Ocidente, não temos por costume tirar os sapatos para entrar na igreja, mas nem por isso estamos sendo irreverentes. São apenas formas diferentes de cumprir o Princípio.

Quando Jesus disse: "Não julgueis segundo a aparência e sim pela reta justiça" (João 7:22-24). Ele pretendia restaurar a glória e a grandeza original da Lei de Deus. O princípio revela a misericórdia de Deus no cumprimento do preceito. Ao tentarmos professar uma religião calcada somente na letra da lei, ou seja, nos dogmas e preceitos, podemos cair no erro de julgar as pessoas, sermos intolerantes, observarmos o exterior, (cabelo, roupa, pintura, formas e mais formas), o que não é agradável a Deus. Os fariseus faziam isso o tempo todo e foram severamente advertidos por Cristo a mudarem. A lei de Deus deve estar inscrita em nosso coração. Aí reside a diferença, porque seria o resultado da entrega do coração diariamente a Cristo, que produz os frutos do Espírito. Professar uma religião de princípios, em nenhum momento significa a quebra ou a transgressão do preceito. É uma obediência que se desloca do formalismo religioso, para uma vida pura, reta e com uma liberdade e alegria que vem de dentro para fora. A essência da religião cristã não está nas exterioridades, mas sim num eterno relacionamento com a pessoa de Jesus. A ênfase em aspectos exteriores, culturais e formais pode produzir dentro da igreja os chamados "sepulcros caiados" (Mateus 23). Por fora estão bem, mas por dentro está faltando a vital conexão com Cristo. Sem Ele nada poderemos realizar ou produzir (João 15).

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000958

Se a salvação é gratuita porque tantas regras nos são colocadas para alcançá-la?

Se a salvação é gratuita porque tantas regras nos são colocadas para alcançá-la?

Você tem razão. A salvação é gratuita. NADA do que o ser humano pode vir a fazer pode se constituir em um mérito para a salvação. A obediência NUNCA deve ser um caminho para a salvação, e sim uma conseqüência dela. Jesus não disse que devemos guardar os mandamentos PARA obter a salvação. Apenas disse que se o tivermos no coração, se o amarmos, iremos fazer a nossa parte em guardar os seus mandamentos. Como Jesus bem colocou: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos." (João 14:15)

Com certeza a salvação é gratuita. Então porque as regras? Será que como seres humanos "somos totalmente incapazes de vencer o menor de nossos pecados?" Sim, se lutarmos apenas com a nossa força. Mas na verdade Deus não quer que vençamos em nossa força, mas na força dEle!! Ai reside a beleza do plano da redenção exposto na Bíblia: I João 1:9 diz que "se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."

O desejo de Deus não é apenas nos conceder o perdão. O desejo de Deus é também nos conceder a vitória. Isaías 27:5 menciona que esta não é uma obra na força humana, mas é uma obra na força que vem do Senhor!! Quando Deus fala que ele quer nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça Deus está mencionando que Ele quer prover transformação para as nossas vidas, ou seja, vitória.

Uma outra palavra para vitória é santificação. I Pedro 1:16 diz que devemos ser santos porque Deus é santo. Romanos 6:22 diz que "agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna." Hebreus 12:14 aconselha seguir a paz com todos e "a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor."

Quando Deus nos convida para sermos santos, Ele está nos convidando para nos apoderarmos de Sua força a fim de sermos vitoriosos contra o mal. Vamos imaginar uma pessoa que fuma e não consegue abandonar o hábito do cigarro. Ela sabe que desperdiçou muito de sua saúde com este mau hábito. Sabe também que está transgredindo o sétimo mandamento da Lei de Deus que ordena não matar. (Quem fuma está matando a si próprio).

Com alegria esta pessoa aceita a Jesus como salvador e sente a paz de ter os seus pecados passados perdoados. E agora? Jesus exige que esta pessoa deixe de fumar para ser salva? CLARO QUE NÃO! E Jesus pode capacitá-lo a deixar do pecado do cigarro? - O que você acha????

Deveria a comunidade cristã onde esta pessoa aceitou a cristo como salvador incentivá-lo a aceitar a Jesus também como "Senhor" de sua vida? "Senhor" do cigarro ajudando-a a libertar-se deste mau hábito? Será que isto é esperar demais da salvação que Cristo tem a oferecer a raça humana? Sempre que dizemos que uma pessoa não tem condições de abandonar um mau hábito, estamos na verdade deixando de confiar no que Deus pode fazer. Estamos limitando a Deus por nossa falta de fé...

Deus não espera que atinjamos 100% de perfeição neste mundo. Ele apenas pede que façamos a nossa parte em obedecer sua santa Lei. Não para conquistarmos a salvação, mas como fruto dela. Os cristãos que tem em alta consideração pela Lei de Deus, não estão com isso diminuindo o valor do sacrifício de Cristo na cruz. Estão na verdade exaltando este sacrifício e o poder que vem da cruz para transformar todo pecador. Pense bem amigo ouvinte: será que Deus iria pedir algo a seus filhos que eles não pudessem alcançar??

Lembre-se de que "quando Deus chama, Ele capacita". Se estamos no caminho da obediência, Deus saberá recompensar os esforços de cada humilde filho dele. Outro aspecto: a obediência EXALTA a Deus, não ao ser humano. Quando o pecado se originou neste mundo Satanás acusou a Deus de que Sua Lei era injusta, difícil demais, impossível de ser guardada!!!

Quando o povo de Deus se consagra para obedecer a Deus e Sua Lei está trazendo glória ao nome de Deus. Romanos 8:37 diz que "em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou." Na terceira carta de João 1:4 encontramos essas lindas palavras: "Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade." Pense um pouco sobre a importância da obediência, não PARA a salvação, mas PARA a glória do nome de Deus!

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000957

Por que Mateus menciona uma profecia como sendo de Jeremias, sendo que ela consta no livro do Profeta Zacarias?

Por que Mateus menciona uma profecia como sendo de Jeremias, sendo que ela consta no livro do Profeta Zacarias?

A passagem de Mateus 27:9, realmente é uma menção da profecia de Zacarias 11:12 e 13 e não de Jeremias, embora exista uma alusão a passagem de Jeremias 32:8-14. As explicações desta aparente contradição são várias e têm dividido os teólogos em muitas facções. As mais plausíveis são as seguintes:

a) Alguns têm sugerido que a referência feita por Mateus à Jeremias se deve ao fato que este profeta aparecia em primeiro lugar entre os livros proféticos, e que ele fez a citação sobre o nome daquele que figurava em primeiro lugar entre estes livros, ao invés de identificar com mais exatidão o autor destas palavras.

b) Outros teólogos explicam que Mateus citou de memória, e que simplesmente incorreu em pequeno equívoco, por lapso de memória.

c) Outros dizem que provavelmente Mateus tivesse usado o material básico de Jeremias 32:8,14, e mediante uma paráfrase produziu a citação que encontramos aqui.

d) Alguns teólogos também chegam a afirmar que a intenção de Mateus era dar ênfase à profecia em si, não relevando desta forma, a participação do autor desta profecia.

e) Há uma possibilidade, de acordo com alguns teólogos, que no livro original de Mateus havia referência a profecia e não ao profeta, e que os copiadores dos manuscritos querendo consertar um suposto erro, adicionaram o nome do profeta cometendo assim um outro erro mais grave ainda. Alguns pensam assim, porque em alguns manuscritos não se faz menção alguma do autor da profecia. Contudo, nos manuscritos mais antigos e mais dignos de confiança existe esta menção profética e o seu autor.

f) A maioria, no entanto, concorda que nunca houve uma profecia complicada, em tudo a mais obscura, que tivesse um cumprimento mais admirável. Não precisamos buscar um acordo perfeito e completo nas circunstâncias históricas de uma profecia e sua real aplicação profética.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000664

Tenho medo da volta de Jesus... o que devo fazer?

Tenho medo da volta de Jesus... o que devo fazer?

Você deve encarar a volta de Jesus da seguinte maneira: pensar em Quem virá, e não no que virá. O mais importante na vinda de Jesus será Sua presença conosco. Todas as vezes que você pensar na Volta de Jesus procure imaginá-lo como a Pessoa Maravilhosa que realmente Ele é: Aquele que te ama mais que todos, com "amor eterno" (Cf. Jeremias 31:3); não importa o que você tenha feito, Ele sempre te amará. Aquele que deu a vida para que você pudesse hoje ter vida, e que anseia muito poder ter-lhe no céu...

Em I João 4:18, lemos "No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor." Deus nos deu tempo para preparar-nos para esse grande dia, hoje é o dia de preparação. Essa preparação envolve comunhão, conhecimento e relacionamento íntimo com Deus (através do estudo da Bíblia e Oração).

Hoje é o tempo de preparo, hoje precisamos conhecer ao máximo o Nosso Deus, para que por esse conhecimento venhamos a amá-lo e também confiar totalmente nEle. Não podemos confiar, nem tão pouco amar uma pessoa que não conhecemos. Lembre-se que o Deus que você aguarda é a pessoa mais confiável no mundo. E Ele deixou bem claro na Bíblia que não precisamos ter medo. Encontramos a palavra NÃO TEMAS, 366 vezes em Sua Palavra, isto significa que a cada dia do ano Deus está nos dizendo que não precisamos temer, e se o ano for bissexto, ainda assim Ele estará a nos dizer NÃO TEMAS.

Imagine por um instante que ao você nascer aconteceu um problema e para que você não morresse seria necessário que alguém doasse o órgão necessário para que você pudesse viver. Com certeza você faria tudo para conhecer essa pessoa, não é? Imagine ainda, que embora more longe essa pessoa vai viajar para lhe visitar, e lhe levar para passar uns dias em sua casa. (Isso não é maravilhoso?)

Acontece que para que essa pessoa venha é necessário que você enfrente tempestades, e uma série de coisas nada agradáveis para chegar ao local em que irá recebê-la, e ainda se sua família não quiser ir com você, você terá que deixá-los para ir encontrá-la.

Valeria a pena passar por essas coisas para poder encontrar essa pessoa tão especial, não é? Jesus além de nos dar a vida, ainda teve que sofrer muito, mais do que qualquer pessoa do mundo, e Ele é a única pessoa que nunca fez nada para merecer sofrer. Para Ele será uma alegria imensa saber que você estará aguardando-O com muita alegria!! Oremos a Ele para que nos ajude a estarmos prontos para encontrá-lo com alegria.

A seguir enumeramos algumas razões pelas quais não precisamos temer:

1º Não há necessidade de nos preocuparmos com aquilo que haveremos de comer ou vestir, pois Deus providenciará tudo que for necessário para nossa sobrevivência, assim como Ele fez com o povo de Israel durante os 40 anos de peregrinação no deserto, assim como fez com Elias durante a seca, assim como fez com Hagar quando fugia, etc...

2º Deus nos protegerá em qualquer lugar que estivermos, quer seja no campo, quer seja na cidade. Lógico que será bem mais fácil sobreviver longe dos grandes centros, mas nem todos terão condições para tanto.

3º Assim como os filhos de Israel foram preservados durante as pragas que incidiram sobre o Egito, o povo de Deus também será preservado durante as últimas pragas, de tal forma, que nenhuma conseqüência delas os assolará.

4º Os últimos acontecimentos que antecedem a volta de Jesus serão muito rápidos. Confie em Deus, descanse em suas promessas e tenha coragem de entregar a Ele todos os seus sonhos, todos os seus planos e todo seu futuro - (I Pedro 5:6,7). Que Deus ilumine sua vida!

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000931

Por que os Adventistas dão mais ênfase ao sábado?

Por que os Adventistas dão mais ênfase ao sábado?

Nossa ênfase ao sábado se dá pelo fato deste mandamento de Deus ter sido esquecido pelo mundo. Deus, ao criar o mandamento, sabia que o mesmo seria esquecido; por isto, usa a expressão "LEMBRA-TE..." no momento em que ordena a observância do sábado como dia de repouso e adoração. (Êxodo 20:8).

Outro fator se dá pelo fato de Deus ter feito um chamado à humanidade para que o adore como Criador; esta mensagem está em Apocalipse 14:7: "Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."

Se você comparar esse texto com Êxodo 20:8-11 verá as grandes semelhanças entre eles. Estão falando do mesmo assunto. Um convite a todos para que guardem o sábado, para que lembrem de seu Criador através do "memorial da criação" estabelecido por Ele.

Como igreja, como cristãos, temos de pregar esta mensagem de Deus. Isto não quer dizer que a doutrina Adventista centralize-se apenas no sábado. Cristo é o centro das Escrituras; "um fio de sangue passa por todas as páginas da Bíblia" (o sacrifício de Jesus em favor da humanidade é o tema predominante).

Mas não podemos falar de Jesus sem falar de Sua doutrina, pois a mesma é dEle. A doutrina é importante para nosso fortalecimento e solidificação na fé.

Pouco antes de subir aos céus, o Senhor Jesus instruiu os discípulos a ensinarem "todas as coisas..." (cf. Mateus 28:20). Sendo que o sábado foi criado por Jesus Cristo (João 1:1-3 é claro em afirmar que Jesus é Deus.

Em Gênesis 1:26-27 vemos a presença de Cristo com o Pai e o Espírito Santo ao dizer: 'Façamos o homem...'), devemos ensiná-lo também. O Centro do Sábado é Jesus, pois Ele é o criador. Não há como falar do sábado sem falar de Jesus, pois a santificação deste dia faz parte da adoração a Ele (Cristo).

Cremos como igreja que a fé cristã é composta de vários 'pilares'; o sábado é apenas um deles e não o todo. Mas este todo sem o sábado é incompleto.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000658

Por que Deus fez o mundo em seis dias e não em sete?

Por que Deus fez o mundo em seis dias e não em sete?

A Bíblia resume a criação da seguinte maneira: "Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera". (Gênesis 2:1-3).

Deus poderia ter feito o mundo em um segundo se quisesse; Ele é onipotente (Salmo 91:1; Ezequiel 1:24). Creio que não o fez para que pudesse desfrutar melhor de suas obras criadas juntamente com suas criaturas. Não sabemos todas as razões as quais levaram Deus a fazer o mundo em seis dias e não em sete.

Mas algo que pode servir para que endentamos pelo menos um pouco, é o fato de que Deus queria fechar sua obra com o descanso do 7º Dia, pois este dia é o estabelecido por Ele, para que descansássemos de nossas obras e lembrássemos de nosso Criador.

O Sábado é um memorial do Criador e da criação. Êxodo 30:8-11 apresenta a seguinte recomendação: "Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou". (Êxodo 20:8-11).

Ao guardarmos este dia santificado e abençoado por Deus, demonstramos crer que não estamos aqui por acaso, ou por 'evolução', mas sim que cremos em um Deus Criador de todas as coisas e o adoramos e amamos. Que melhor maneira haveria de Deus concluir a obra da criação estabelecendo o último dia como sendo de descanso, para que tenhamos a oportunidade de contemplarmos com Ele suas lindas obras criadas e para que fortaleçamos nossos laços de amor com o Senhor?

Isaías 56:2 diz que a pessoa que faz isso é feliz ou, como diz a Bíblia, bem-aventurada. "Bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal". (Isaías 56:2). Outro fator que levou Deus a fazer tudo em seis dias talvez tenha sido com o propósito de nos ensinar a importância da "organização".

Deus fez tudo em seis dias mostrando que o "planejamento" é muito importante para que tenhamos êxito naquilo que fazemos. Deus é um 'Deus de ordem' (I Coríntios 14:33). Santifique o dia de sábado; desfrute da comunhão total com Deus neste dia e serás "bem-aventurado" ao fazer a vontade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000929

12月27日

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR!

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR!

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; MAS O SÉTIMO DIA É O SÁBADO DO SENHOR TEU DEUS. Nesse dia não farás trabalho algum, .... , e ao sétimo dia descansou; POR ISSO O SENHOR ABENÇOOU O DIA DE SÁBADO, E O SANTIFICOU. (Êx. 20:8-11)

Éxodo 20 (João Ferreira de Almeida Atualizada)

    8Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

    9Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

    10mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?book_id=2&chapter=20&version=25

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR!

LEMBRA-TE DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR!

Exodus 20 (Maori Bible)

    8Kia mahara ki te ra hapati, kia whakatapua.

    9E ono nga ra e mahi ai koe, e mea ai hoki i au mea katoa;

    10Tena ko te ra whitu, he hapati no Ihowa, no tou Atua: kaua e mahia tetahi mahi i reira e koe, e tau tama, e tau tamahine, e tau pononga tane, e tau pononga wahine, e au kararehe hoki, me tou tangata ke i roto i ou tatau;

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=24;

Exodus 20 (Het Boek)

 8Onderhoud de sabbat als een heilige dag.

 9Zes dagen moet u werken,

 10maar de zevende dag is de sabbat van de HERE, een rustdag. Op die dag mag u niet werken. En dat geldt ook voor uw zonen, dochters, slaven (man of vrouw), vee en gasten.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=30;

Exod 20 (Romanian)

    8Adu-ţi aminte de ziua de odihnă, ca s'o sfinţeşti.

    9Să lucrezi şase zile, şi să-ţi faci lucrul tău.

    10Dar ziua a şaptea este ziua de odihnă închinată Domnului, Dumnezeului tău: să nu faci nicio lucrare în ea, nici tu, nici fiul tău, nici fiica ta, nici robul tău, nici roaba ta, nici vita ta, nici străinul care este în casa ta.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=14;

Egzòd 20 (Haitian Creole Version)

    8Toujou chonje jou repo a pou nou mete l' apa pou mwen.

    9N'a travay sis jou. Lè sa yo n'a fè tou sa nou gen pou fè.

    10Men, setyèm jou a, se jou repo pou nou mete apa pou Seyè a, Bondye nou an. Jou sa a, nou p'ap fè ankenn travay, ni nou menm, ni pitit gason nou, ni pitit fi nou, ni moun k'ap travay lakay nou, ni bèt nou yo, ni etranje ki lakay nou.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=23;

Esodo 20 (La Nuova Diodati)

 8Ricordati del giorno di sabato per santificarlo.

 9Lavorerai sei giorni e in essi farai ogni tuo lavoro;

 10ma il settimo giorno è sabato, sacro all'Eterno, il tuo DIO; non farai in esso alcun lavoro, né tu, né tuo figlio, né tua figlia, né il tuo servo, né la tua serva, né il tuo bestiame, né il forestiero che é dentro alle tue porte;

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=55;

Exod 20 (Romanian)

    8Adu-ţi aminte de ziua de odihnă, ca s'o sfinţeşti.

    9Să lucrezi şase zile, şi să-ţi faci lucrul tău.

    10Dar ziua a şaptea este ziua de odihnă închinată Domnului, Dumnezeului tău: să nu faci nicio lucrare în ea, nici tu, nici fiul tău, nici fiica ta, nici robul tău, nici roaba ta, nici vita ta, nici străinul care este în casa ta.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=14;

Exode 20 (Louis Segond)

    8Souviens-toi du jour du repos, pour le sanctifier.

    9Tu travailleras six jours, et tu feras tout ton ouvrage.

    10Mais le septième jour est le jour du repos de l'Éternel, ton Dieu: tu ne feras aucun ouvrage, ni toi, ni ton fils, ni ta fille, ni ton serviteur, ni ta servante, ni ton bétail, ni l'étranger qui est dans tes portes.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=2;

Egzòd 20 (Haitian Creole Version)

    8Toujou chonje jou repo a pou nou mete l' apa pou mwen.

    9N'a travay sis jou. Lè sa yo n'a fè tou sa nou gen pou fè.

    10Men, setyèm jou a, se jou repo pou nou mete apa pou Seyè a, Bondye nou an. Jou sa a, nou p'ap fè ankenn travay, ni nou menm, ni pitit gason nou, ni pitit fi nou, ni moun k'ap travay lakay nou, ni bèt nou yo, ni etranje ki lakay nou.

FONTE: http://www.biblegateway.com/passage/?search=Exodus%2020%20;&version=23;

Qual o significado da palavra sábado?

Qual o significado da palavra sábado?

1 - Definição e Significado Etimológico da Palavra Sábado

1.1. Em Hebraico, as palavras para sábado são:

(a) SHABBATH, que significa (dia) de descanso', 'cessação', 'interrupção' (Ex. 20:8).

(b) SHABBATHON, tempo sagrado para repouso (Ex 31:15).

Em Levítico 23:32 encontramos os dois termos usados juntos:

SHABBATH SHABBATHON – O SÁBADO DE DESCANSO.

1.2. Em Grego as palavras são:

(a) SÁBBATON – uma transliteração da palavra hebraica Shabbath.

(b) SÁBBATA – pode ser o plural de SÁBBATON ou a transliteração do aramaico SHABBETHA (Ex 16:23; Mt 12:1)".

A Bíblia recomenda em Êxodo 20:8 "Lembra-te do dia de Sábado, para o santificar".

O Sábado é o dia instituído por Deus para que o homem possa descansar, no Senhor. Este descanso não inclui apenas a parte física, mas também a mental, emocional e espiritual.

O Sábado foi feito para que o homem pudesse desfrutar de uma comunhão viva com seu Criador e também com a família.

O sábado é um sinal, um lembrete no tempo, que nos fala que em seis dias Deus criou os céus e a terra, e está disposto a nos recriar, a nos fazer novas criaturas, para que possamos nascer de novo para uma vida feliz, em comunhão com Ele.

Descansar no dia de sábado é deixarmos de lado nossas atividades rotineiras, cessar nossas obras, louvar e adorar a Deus e passar maior tempo em companhia do Criador e com nossos queridos; é também um tempo muito especial a fim de dedicarmos mais de nossa vida em serviço do nosso próximo (Mateus 12:12).

Obedecendo a Deus, seremos pessoas felizes, sadias e prósperas.

Isaías 56:2 afirma que é feliz, é "bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal".

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000320

12月26日

Lição 13 - Expiação e harmonia Universal - Comentário Gilson Nery

Lição 13. Quarto trimestre. 20 a 27 / 12 / 008

Comentários de Gilson Nery

Esc. Sabatina.

Expiação e harmonia Universal

A desarmonia universal se originou no centro do Universo e na sala do Trono, no Palácio (Santuário)do Rei dos reis e Senhor dos senhores, com o pecado do anjo cobridor da Arca ( Trono ) e do Propiciatório ( Ezq. 28:14; trad. Figueiredo ), passou para o nosso planeta, através de Adão e Eva, deixando resíduos venenosos da dúvida por todo o Universo; para a solução do problema, Deus optando por fazer justiça, apenas justiça, nada mais, poderia ter punido e eliminado os infratores logo no início do conflito, e, se este ato Seu ampliasse a rebelião em nível universal, em Sua justiça, justiçaria a todos eliminando-os sem deixar nenhum vestígio da rebelião e, teria recomeçado tudo outra vez e, ninguém, absolutamente ninguém, , em todo o Universo, teria sobrado para questionar os Seus feitos, mas, Este Deus não possuía apenas justiça para justiçar, Ele possuía, também, justiça para justificar, mas, este ato de justificar, exigiu Dele uma expiação pelo preço de Sua Própria vida, o preço a pagar teria que ser passar pelos horrores da morte terna e, para que Ele conseguisse este objetivo, teria que passar pelo processo encarnação, Se tornar Humano, viver como homem, ser tentado e morrer como Deus "DESPIDO" de Seus atributos de divindade e ressuscitar para restaurar todo o Seu Universo à harmonia universal, e, isso foi  feito por Ele quando pagou com a Sua vida e com a Sua morte, o preço fazendo expiação por todos os pecadores, e, ressuscitando para fazer expiação "no" Santuário e expiação "pelo" Santuário, em outras palavras: Erradicar do Seu Santuário Celestial, onde se originou o pecado, todo vestígio do mal, e, na linguagem profética bíblica, este processe chama-se "purificação do Santuário;" "restabelecer o Santuário;" "fazer justiça ao Santuário;" "restaurar o Santuário;" "justificar o Santuário;" "restabelecer o Santuário em seus direitos;" "reivindicar o Santuário." Etc. Veja Dan. 8:14 nas traduções: Monges Beneditinos; Bíblia de Jerusalém ; Missionário Capuchinhos; Pastoral; Tradução Ecumênica; Trinitaria; etc; todos estes conceitos estão embutidos no significado e conteúdo das palavras de Dan. 8:14 e, também, pode-se aplicar o significado de restabelecimento da doutrina a respeito do Santuário Celestial, mais particularmente, nos últimos dias da história deste mundo. Como vimos, em comentários anteriores, o planeta terra se tornou o pátio ou átrio do Santuário Celestial ( Apc. 11:2 ), e o Calvário, onde Cristo morreu, se tornou, por sua vez, o altar de holocausto deste pátio ou átrio, neste altar e átrio, o preço do nosso resgate e expiação, foi pago e consumado; no Santuário, onde se originou o pecado, se processaria e, se processa, atualmente, a erradicação do pecado e seus vestígios, do Universo, isso é assim porque a Cruz pagou o preço e consumou de uma vez por todas, a expiação, mas o pecado continuou e continua ainda no Universo, e, esta erratificação total, somente será concluída após o milênio final apocalíptico, quando será concluído purificação, ou, o juízo pós-Advento investigativo e, quando descer do Céu, os fogos que tem a finalidade, não destruir ninguém, mas sim, purificar a terra e os nossos céus atmosféricos, seus arredores e, quem sabe, o nosso sistema solar onde os seres humanos já colocaram as suas "traias" e as suas patas contaminadas por lá.

Verso para memorizar: É maravilhoso pensar no fato de que o nosso pequenino  e insignificante "grão" de areia," será o centro do Universo; imaginem, Deus de mudança com todo o Seu Palácio, Seus móveis, Seu Trono, deixando, quem sabe, o Corpo Celeste, onde mora atualmente, fisicamente e Pessoalmente, no Terceiro Céu, como morada para os anjos, para vir morar aqui conosco eternamente! Teremos uma eternidade inteira para matarmos as saudades Dele, dos nossos queridos que já se foram e, nunca jamais nos separarmos em todas as eternidades. Amém!

Parte de domingo. Purificação universal.

Perg. 01 – Até quando? Depois que Daniel ouviu seres extraterrestres conversando entre si sobre as façanhas do chifre pequeno, em sua investida contra as Verdades da Palavra de Deus e, particularmente, contra o Santuário e doutrinas a respeito deste Templo, ele ouviu, também, a pergunta de um deles: "Até quando?" Dan. 8:13. Este, "até quando," naturalmente, só pode ser referente as atividades do chifre pequeno simbólico deste mesmo capítulo; lendo superficialmente, este símbolo é referente a um personagem grego e, não a um reino, pelo fato aparente de que ele tenha uma procedência do bode que simboliza o império grego na profecia. Dan. 8:5-9. O espaço e o tempo não nos permitem entrar em detalhes sobre estes problemas teológicos e escatológicos, mas, apenas em alguns fragmentos para pronta pesquisa e orientação:

1 – Segundo o contexto desta profecia, este chifre pequeno, surgiria no cenário histórico-profético, unicamente, no fim do reinado grego de Alexandre dividido. Ver Dan. 8:23, e, este fim do tempo deste reinado ocorreu, segundo a história dos Diádocos, no ano 31 a.C., data em que o Egito tornou-se província Romana, e o último dos reis gregos, Ptolomeu XVI Cesárion, foi derrotado na batalha de Actio; para a teologia escatológica desta profecia, em geral entre os cristãos, o chifre pequeno de Dan. 8, é cumprimento das façanhas de Antíoco Epifanes IV da história grega, relacionada com a história dos Macabeus na Palestina, mas, e isso é de suma importância para o pesquisador, este rei Sírio da dinastia dos Diádocos, surgiu em cena pelos idos de 175 a 163 a.C., 144 anos antes do ano 31 a.C. no "Fim" da última ramificação grega, quando, segundo a profecia, deveria surgir este chifre simbólico da profecia de Daniel e, segundo fatos históricos, neste ano, o poder que se projetou em supremacia e, particularmente relacionado com o povo de Deus na Palestina.

A data 168 a.C., citada, geralmente, como sendo o inicio do domínio universal de Roma. É preciso ter em mente que a data 168 a.C., que geralmente é considerada a data inicial do domínio mundial de Roma, não exclui o ano 31 a.C., fim do reinado grego divido, como sendo a data em que, segundo Dan. 8:21-25, Roma estaria completamente livre do último dos seus inimigos que poderia ser considerado um obstáculo a sua supremacia mundial. 168 a.C., é o marco inicial deste domínio universal, e o ano 31 a.C., é o ano em que ficou  livre completamente para exercer o seu domínio de ferro sobre todas as Nações em ser molestada de forma importante. A profecia, portanto, focaliza este período da história de Roma já dentro da fase imperial dos Cesares; a batalha de Pídna em 168, a.C., foi decisiva, mas ainda restava nesta época muita oposição e muita coisa a ser feita para que este império pudesse mostrar todas as suas unhas de metal e os seus dentes de ferro. Dan. 7:19. Um dos pontos importantes que identifica o Chifre pequeno de Dan. 8, como sendo Roma em sua fase de domínio absoluto e de tranqüilidade absoluta e dominante, é o fato que a profecia aponta e descreve o cúmulo de sua arrogância em tentar se levantar contra o Próprio Príncipe dos príncipes que é o Filho de Deus; todos sabem que foi pela autoridade de Roma que Jesus Cristo foi crucificado; Roma, também, destruiu, no ano 70 d.C., a Cidade de Jerusalém e o Santuário do povo de Deus; estas características, naturalmente e obviamente, não se encaixam em Antíoco Efifânio IV da Síria, mas sim, apenas em Roma. A pergunta do anjo: "até quando ?", portanto, está relacionada com as atividades e façanhas do Chifre pequeno que, segundo muitas evidências ( esta é apenas uma delas ), é referente a Roma em suas duas fases, a fase imperial pagã e a fase imperial papal, assim é que, temos que fazer as seguintes colocações e complementos a esta pergunta: Até quando durará ou continuará a história das atividades e façanhas deste poder, sem que haja uma reação ostensiva e poderosa da parte do povo de Deus denunciando os seus erros e restaurando, ou reivindicando as verdades eternas do Evangelho e particularmente a doutrina do Santuário e suas funções Sacerdotais exercidas pelo Seu Ministro, Sacerdote e Sumo Sacerdote Jesus Cristo?; Esta pergunta, também, focaliza o tempo em que este Santuário seria vasculhado ou purificado por uma ação investigativa de juízo, após o período profético de 2300 anos que alcançam o ano de 1844 d.C.  Do livro Problemas e Soluções nas profecias de Daniel, de autoria de Gilson Nery. Em andamento.

Perg. 02 – Este texto precisa ser lido na tradução dos Monges Bneditinos que menciona o tribunal divino em audiência, o tribunal deu audiência, diz esta tradução. O tribunal divino em audiência, é o mesmo que obra Sumo Sacerdotal de intercessão e juízo, ou ainda, purificação do Santuário Celestial com o Sacrifício infinitamente superior aos holocaustos de todos os animais que eram oferecidos no Santuário levítico.

Parte de segundo feira. Vindicação do povo de Deus.

Dan. 8:13 e 14, focaliza, também a mesma obra anunciada em Apc. 14:6-9 que, por sua vez, descreve a obra da igreja no final dos tempos, como restauradora das verdades eternas que foram deitadas por terra pelas atividades do chifre pequeno, particularmente a doutrina do Santuário Celestial e o Ministério Sacerdotal e Sumo Sacerdotal de Jesus Cristo neste Santo e Santíssimo lugar Isa. 58:12, portanto, é referente a um movimento mundial que focalizaria estes assuntos, o que ocorreu de fato no século dezenove e prossegue atualmente, este item, portanto, se constitui, por si só, um ponto importante que identifica o movimento Adventista neste século e após este, como sendo este povo do cumprimento desta profecia.

Parte de terça feira.  Julgando os poderes do mal e os ímpios.

Perg. 04 – Esta é a etapa do juízo investigativo pós Advento e que ocorrerá durante o milênio e, ainda pode ser incluída como purificação do Santuário Celestial, no sentido de que, após esta obra, não haverá nenhum vestígio de registros de pecados em nenhum átomo do Universo, tudo estará purificado, tudo será restaurado e em tudo haverá harmonia, paz e felicidade completa e eterna, toda dúvida será eliminada e, viveremos em uma certeza eterna. Amém!

Parte de quarta feira. Reconciliação cósmica.

Perg. 05 – Um julgamento justíssimo, com o testemunho geral e irrestrito de todos os habitantes do Universo, inclusive daqueles que vão se perder, todos sem exceção, darão testemunho de que Deus é Justo em permitir que os ímpios colham as conseqüências dos seus atos. O caráter de Deus estará reivindicado e o Seu Universo também, e, este nosso planeta será a morada eterna do Criador e Redentor, o Seu Trono estará aqui e veremos a Sua face eternamente. Amém!

Parte de quinta feira. O triunfo do amor de Deus.

O histórico do plano da redenção em seu aspecto prático no que diz respeito aos atos de Deus em  Se sacrificar dando a Sua vida e morrendo uma morte expiatória por Seus inimigos, provou perante todo o Universo que Ele é, também, Todo Poderoso e Onipotente em amor e misericórdia, e, não apenas em poder e justiça. Talvez fôssemos precisar de milhões de anos para conhecermos o que já conhecemos nestes "poucos" 6.000 anos, com a história da redenção e o sacrifício da Divindade por causa do pecado, transformando assim, a maldição do pecado em um processo rápido de aprendizado desta outra face de Deus mas, não foi o pecado que trouxe esta bênção para o Universo, mas sim, a solução divina de Deus para a erradicação deste mal  e sua maldição no Universo; seria infinitamente melhor, aprender e conhecer o amor de Deus, por um processo lento sem a maldição do pecado, do que sofrer esta maldição e acelerar este processo; a eternidade dispõe de tempo mais do que suficiente para este aprendizado e, o faríamos sem o sacrifício eterno da Divindade e a perda de milhões de vidas como resultado do pecado.

Perg. 06 – Os processos de nosso aprendizado a respeito de Deus, Seu amor, misericórdia, graça e justiça, tem sido enigmáticos, mas, o Espírito Santo tem nos revelado coisas que o nossos olhos não podem ver, e os nossos ouvidos não podem ouvir e não podem subir aos nossos corações (ICor. 2:9), e, assim é, que temos sim, entendido os estranhos e maravilhosos caminhos de Deus, até o ponto em que podemos suportar com a nossa mente finita, mas, muito em breve, estaremos freqüentando a Escola Superior na Cidade Eterna, tendo como Professores, em Pessoa e visivelmente, o Pai Celestial, o Filho de Deus Unigênito e o Espírito Santo. Amém!

Que a expiação da Cruz nos coloque agora em harmonia com a Divindade e com o Seu Universo fiel, nos purifique de todo o pecado, nos vindique como povo de Deus, nos livre dos poderes do mal, nos reconcilie com o Seu Cosmo e, nos faça triunfar em amor a Deus eternamente, amém, e, que este seja, também, o Amém de Deus Pai, Deus Filho e de Deus Espírito Santo, amém, aleluia!

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários

www.oestadio.com/escola.shtml

FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment13.htm

LIÇÃO 01 - Meios de Comunicação do Céu - LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - CASA PUBLICADORA BRASILEIRA

Lição 1
27 de dezembro a 3 de janeiro

Meios de Comunicação do Céu

Lição 112009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Ap 15–17


VERSO PARA MEMORIZAR:"Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo" (Hebreus 1:1, 2).

LEITURAS DA SEMANA:Gn 18:1-15; 32:30; Êx 4:10-17; Sl 19:1-6; Jo 1:14; 3:16; Cl 2:9

Deus Se revelou à humanidade por dois meios básicos: revelação geral e revelação especial. A revelação geral é revelação de Deus a todos pela natureza e pela consciência (veja Sl 19:1; Rm 1:20). As revelações de Deus por meio dos profetas, registradas nas Escrituras, e mui especialmente Sua revelação em Jesus Cristo, é revelação especial. Por esse meio, Deus apareceu aos patriarcas e profetas do Antigo Testamento a fim de Se fazer conhecido. Ele revelou Seu poder e propósito na história de Israel. Então, mais tarde, enviou Seu Filho que, revestido da humanidade, revelou o Pai de maneira incomparável e poderosa.
Nesta semana, vamos estudar esses dois tipos de revelação.

Prévia da semana: Que é revelação geral e especial? O que a natureza pode nos ensinar sobre Deus? O que não pode ensinar? Em que aspectos a revelação de Deus em Jesus Cristo é diferente de outras revelações?


Domingo

Ano Bíblico: Ap 18, 19

No princípio

No Jardim do Éden, Deus falava com Adão e Eva face a face. Nossos primeiros pais "ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia" (Gn 3:8). Porém, depois daquele dia fatídico em que eles desobedeceram desafiadoramente ao seu Senhor, não mais lhes foi permitido desfrutar de Sua presença (Gn 3:23, 24), e a comunhão face a face com Ele terminou.

1. Que tipo de comunicação entre Deus e o homem era usada frequentemente nos primeiros tempos? Gn 18:1-15; 32:30; Êx 33:11; Jz 6:22; Jz 13:2, 3

Frequentemente, o Antigo Testamento identifica o Anjo de Deus ou o Anjo do Senhor com o próprio Deus. Jacó se referiu da mesma forma a Deus e ao Anjo (Gn 48:15, 16); o Anjo do Senhor apareceu a Moisés na sarça ardente, mas era Deus que falava com ele; Anjo que apareceu a Gideão é identificado como Deus (Jz 6:11-14); e o mesmo se deu com o Anjo do Senhor que apareceu a Manoá e sua esposa (Jz 13:11-22). Sempre que Deus Se manifestou corporalmente, foi em forma humana.

Em João 1:18, o apóstolo diz: "Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem O revelou". O ser divino, então, que aparecia ao povo no Antigo Testamento deve ter sido Jesus, não o Pai. Ellen G. White diz que "depois da transgressão de Adão, o Senhor não mais falou diretamente com o homem; a humanidade foi entregue nas mãos de Cristo, e toda comunicação ao mundo foi efetuada por Seu intermédio. Foi Cristo que proferiu a lei no Monte Sinai" (Fundamentos da Educação Cristã, p. 237, 238).


Segunda

Ano Bíblico: Ap 20–22

Pela natureza

2. O que a natureza pode revelar sobre Deus? Sl 19:1-6; 33:6-9; Rm 1:19-23

A Bíblia diz que o mundo que Deus criou era perfeito em todos os sentidos (Gn 1:31). Mas as Escrituras também revelam que o pecado alterou o mundo natural (Gn 3:17, 18). Antes da queda, só havia na Terra plantas bonitas e úteis. Deus "jamais... criou um espinho, um cardo, uma erva daninha. Essas são obras de Satanás, resultado de degeneração"  (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 186). Não obstante, ainda existe grande beleza na mudança de cor das folhas no outono, em um vívido pôr-do-sol e no desabrochar de um botão de rosa em uma manhã ensolarada.

Os escritores da Bíblia se referem frequentemente aos fenômenos da natureza como revelações da majestade e grandeza de Deus (Sl 8). Pense no Universo. (Sl 104). Em uma noite clara se podem ver a olho nu milhares de estrelas. Porém, nossa galáxia, a Via Láctea, tem cerca de duzentos bilhões de estrelas – e que esta é só uma galáxia entre centenas de bilhões de galáxias que agora podemos ver. Quem sabe quantas mais haverá além de nossos telescópios!

As distâncias do Universo estarrecem a mente: além do Sol, a estrela mais próxima à Terra, Alfa Centauri, está à distância de 4,28 anos-luz (um ano luz é a distância que a luz viaja em um ano – 9,4 trilhões de quilômetros). Uma astronave viajando a 160 mil quilômetros por hora levaria cerca de 29 mil anos para chegar lá. Em contraste, nossa Via Láctea tem o diâmetro de 100 mil anos-luz! A maior galáxia conhecida até agora é Mcarian, com o diâmetro de 1,3 milhões de anos-luz.

Fatos igualmente inspiradores viriam à luz se usássemos um microscópio eletrônico para estudar as dezenas de milhares de genes que cada indivíduo possui. Nossa mente finita é simplesmente incapaz de compreender todas as maravilhas do mundo criado.

Mas só a natureza não é suficiente para revelar a plenitude do caráter de Deus (Rm 1:25). Muitas das questões fundamentais sobre Deus não podem ser respondidas pelo estudo da natureza. Achamos difícil ver o amor de Deus refletido na maneira de os gatos e as baleias assassinas brincarem com suas presas antes de matá-las. E embora possamos ver o poder e a majestade de Deus na criação, a natureza não diz sempre que Deus é "compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade" (Êx 34:6).

Que aspectos da natureza lhe falam verdadeiramente sobre o amor e o poder de Deus? Ao mesmo tempo, que coisas você acha perturbadoras, e por quê? O que suas respostas lhe dizem sobre as limitações da natureza em esclarecer a plenitude do amor e do caráter de Deus?


Terça

Ano Bíblico: Repassar o Novo Testamento

Pelos profetas

3. Mais tarde, que meio de comunicação Deus escolheu? 2Sm 23:2; Jr 1:5; Os 4:1; Am 7:14, 15; Jo 1:1-3

Depois da queda, quando Deus não mais falou diretamente com os seres humanos, Ele Se comunicou com eles por intermédio de homens e mulheres que a Bíblia chama de videntes ou profetas (1Sm 9:9).

A palavra profeta (em hebraico nabi ') significa "chamado (por Deus)" ou "alguém que tem uma vocação (de Deus)". Profeta é uma pessoa que proclama mensagens divinas. Essas podem se relacionar com o passado, o presente ou o futuro e podem consistir em exortação, instrução, consolação ou predição.

A palavra portuguesa profeta vem dos profetas gregos, uma combinação da preposição profissional, para ou em nome de com o verbo phemi, falar. Assim, a ideia é de "falar em nome de... ".

4. Analisando Êxodo 4:10-17, qual seria o papel básico de um profeta?

Aqui, Moisés apresentava objeções à ordem divina de ir para o Egito e confrontar Faraó, afirmando ser "pesado de boca e pesado de língua" (v. 10). Mesmo depois que Deus lembrou a Moisés que Ele fez a boca do homem e o capacitaria a falar diante de Faraó, Moisés ainda resistiu. Então, Deus disse a Moisés que enviaria Arão para que fosse com ele. "Ele falará por ti ao povo; ele te será por boca, e tu lhe serás por Deus" (v. 16). Assim como Moisés devia ser o porta-voz de Deus, Arão seria o porta-voz de Moisés. Assim, um profeta fala em nome de alguém. O profeta pode falar com a humanidade em nome de Deus, ou vice-versa. A primeira tarefa de um profeta bíblico não é predizer o futuro mas declarar a vontade divina.

Ao longo da história de Israel, a principal tarefa dos profetas era guiar o povo de Deus.

Parti­cularmente durante o tempo da monarquia, quando os reis frequentemente faziam "o que era mau perante o Senhor" (2Rs 13:2), a instituição profética era a guardiã da teocracia.

Os profetas apoiavam a lei de Deus e a ensinavam ao povo.

Note a humildade de Moisés e o senso de sua própria fraqueza. Por que essa é uma boa atitude para qualquer pessoa, e não só a um profeta? Se adquirirmos o senso de nossa auto-suficiência, que perigos enfrentamos?


Quarta

Ano Bíblico: Vista geral de toda a Bíblia

Pela Palavra

Uma das reivindicações básicas do cristianismo é que se trata de uma religião revelada, e seu registro é achado nas Escrituras. Durante os primeiros milênios de existência da humanidade, Deus Se revelou a indivíduos através de sonhos, visões ou epifanias (aparecimentos). Desde o tempo de Moisés (décimo quinto sé­culo a.C.) e daí em diante, muitas dessas revelações foram escritas. Como resultado, temos hoje 66 livros na Bíblia, contendo todo o conhecimento necessário para a salvação.

5. Qual era o papel da Bíblia nos tempos antigos? O que estes textos nos dizem sobre a Bíblia?
a. Mt 1:22; 2:15, 17; 4:14
b. Jo 20:30, 31
c. 2Tm 3:16

Várias características importantes da Bíblia devem chamar nossa atenção. 1. Sua unidade: à primeira vista, a Bíblia parece ser apenas uma coleção de literatura antiga. Porém, considerando que foi escrita por aproximadamente quarenta autores ao longo de um período de quase 1.600 anos, sua unidade é surpreendente. O plano de salvação é progressivamente revelado desde o Gênesis até o Apocalipse. Existe unidade em seu tema:

O Messias é prometido ao longo do Antigo Testamento e, em todos os livros do Novo Testamento, declarado ter vindo na pessoa de Jesus Cristo. E existe completa harmonia de ensino: As doutrinas do Antigo e do Novo Testamento são as mesmas. 2. A história que conta: O Antigo Testamento apresenta a história mais antiga de qualquer povo do mundo.

William F. Albright, o maior arqueólogo do sé­culo 20, escreveu: "A tradição nacional hebreia supera todas as outras na descrição clara das origens tribais e familiares. No Egito e na Babilônia, na Assíria e na Fenícia, na Grécia e em Roma, em vão pro­curamos qualquer coisa comparável. Não existe nada semelhante na tradição dos povos germânicos. Nem a Índia nem a China podem apresentar qualquer coisa semelhante" (The Biblical Period From Abraham to Ezra, p. 27.) 3. Sua sobrevivência: Comparada a outros escritos antigos, a Bíblia tem mais evidências manuscritas que qualquer outra peça de literatura clássica – apesar das primeiras tentativas dos imperadores romanos de destruí-la. Por exemplo, existem mais de 5 mil manuscritos gregos conhecidos do Novo Testamento. A Ilíada de Homero é a segunda em número, com apenas 643 manuscritos sobreviventes.


Quinta

Ano Bíblico: Gn 1–3

Por Cristo

O centro e a substância da revelação de Deus é a pessoa de Cristo, Deus em carne humana. Quando, nos planos de Deus, chegou o tempo certo, veio Jesus, "nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gl 4:4). Ele viveu por cerca de trinta e três anos na Palestina, morreu na cruz, ressuscitou e ascendeu para Seu Pai.

6. Qual é a diferença fundamental entre a revelação de Deus através de Cristo e as outras revelações discutidas nesta semana? Jo 1:14; 3:16; 14:8, 9; Cl 2:9; Hb 1:1, 2. Quais são alguns exemplos de que eles pouco entendiam sobre a obra do Messias?

A Bíblia sobrepuja em muito a revelação de Deus na natureza, mas nenhum registro escrito pode ser igualado à presença pessoal do Filho de Deus. A Bíblia é a ferramenta de Deus para realizar Seu propósito em nossa vida. Porém, não tem valor duradouro se a considerarmos apenas como um livro interessante de história. A menos que ela nos leve ao que Ele revela, nosso estudo da Bíblia será de pouco benefício. A Bíblia foi escrita, acima de tudo, para nos dar a revelação de Deus, apresentada ao mundo pela vida e morte de Seu Filho, Jesus.

7. Jesus é "a luz verdadeira que veio ao mundo e ilumina todas as pessoas". Jo 1:9, NTLH Qual é o objetivo da revelação de Deus?

A New International Version, dá uma ideia melhor: "A verdadeira luz que dá luz a todo homem estava vindo ao mundo". Isso não significa que todos recebem essa luz, mas que se uma pessoa é, de fato, iluminada, deve ser de Jesus (At 4:12). A verdadeira luz brilha em toda a humanidade no mesmo sentido em que Jesus morreu por todos, mas nem todos serão salvos. Como João continua a dizer, muitos não aceitarão essa luz (Jo 1:10-12).

Quanto você conhece de Jesus? Se alguém lhe pedisse: "fale-me de Jesus, como Ele é e o que Ele pode fazer por mim", o que você diria, e por quê? Esteja preparado para compartilhar sua resposta em classe no sábado.


Sexta

Ano Bíblico: Gn 4–7

Estudo adicional

Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 409-426: "O Verdadeiro Conhecimento de Deus"; Educação, p. 99-101: "Deus na Natureza".

Cristo veio revelar aos seres humanos o que Deus quer que saibam. Nos altos céus, na Terra, na imensidão das águas do oceano, vemos as obras da mão de Deus. Todas as coisas criadas testificam do Seu poder, Sua sabedoria, Seu amor. Mas não é das estrelas, nem do oceano, nem da cachoeira que podemos aprender acerca da personalidade de Deus segundo é revelado em Cristo. Viu Deus que uma revelação mais clara do que a natureza era necessária para retratar-Lhe a personalidade e o caráter. Enviou Ele o Seu Filho ao mundo para revelar, tanto quanto podia a vista humana suportar, a natureza e os atributos do Deus invisível.

"Cristo revelou, acerca de Deus, tudo quanto seres humanos pecadores poderiam suportar sem ser destruídos. Ele é o divino Mestre e Iluminador. Se Deus houvesse pensado que necessitávamos de revelações outras que não as feitas através de Cristo, e em Sua Palavra escrita, Ele as teria dado" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 8, p. 265, 266).

"A Bíblia é um livro maravilhoso. É uma história que nos abre os sé­culos passados. Sem a Bíblia, teríamos apenas conjeturas e fábulas a respeito das ocorrências das eras passadas. É uma profecia que desvenda o futuro. É a Palavra de Deus desdobrando para nós o plano de salvação, assinalando a maneira pela qual podemos escapar da morte eterna e obter a vida eterna" (Ellen G. White, em Bible Echo, 1º de outubro de 1892).

Perguntas para consideração

1.  Compare em classe suas respostas à última pergunta de quinta-feira. O que vocês podem aprender uns dos outros?

2.  Se Deus Se revela a nós pela natureza, ao menos parcialmente, o que este fato nos diz sobre a necessidade de protegermos o meio-ambiente?

3.  Quais são outras formas pelas quais Deus Se comunica conosco? Como podemos estar certos de que é realmente Deus que fala? Que cuidados precisamos ter para evitar os enganos?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: Comunicação face a face.
Pergunta 2: Embora limitadamente, a natureza pode revelar muitos dos atributos de Deus, como grandeza, ordem, sabedoria, amor, etc.
Pergunta 3: Os profetas.
Pergunta 4: Comunicar ao povo a vontade de Deus.
Pergunta 5: Registrar o que Deus falou. a. Anunciar o que Deus falou; b. Fortalecer nossa fé; c. Para nos instruir e corrigir.
Pergunta 6: Foi uma revelação muito mais ampla e profunda, exemplificando ao vivo o caráter de Deus.
Pergunta 7: Iluminar-nos, guiar e abrir nossa compreensão para as maiores dimensões da vida.


FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2009/frlic112009.html

LIÇÃO 01 - Meios de Comunicação do Céu - AUXILIAR DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - CASA PUBLICADORA BRASILEIRA

A Lição em poucas palavras...

Texto-chave: Salmo 19:1-6

O aluno deverá...

Conhecer:Que Deus Se manifesta pela revelação geral, (criação, nossa consciência) e pela revelação especial, (os profetas, a Bíblia, a encarnação).
Sentir: Gratidão e responsabilidade pela autorrevelação de Deus.
Fazer: Procurar conhecer a Deus e Sua vontade mediante o estudo de Seus inúmeros meios de revelação.

Esboço do aprendizado

I. A necessidade da revelação (Sl 19:1-6)

A. Como Deus Se revelou na criação? Como teria sido manter comunhão com Deus no Éden?
B.Como o pecado limitou a revelação de Deus a nós por meio da criação? E pela consciência? Pela Bíblia e outros

II. Revelação e os profetas (Êx 4:10-17; Is 6:5-8)

A. Qual é o significado do papel de Jesus em revelar Deus? Como o conhecimento mais profundo sobre Jesus nos leva a uma compreensão mais profunda de Deus?
B.Como você se sente quanto à possibilidade de que Deus possa ter algo a dizer para você ou por seu intermédio? Ou que, como Arão, você seja chamado a anunciar a verdade sobre Deus?

III. Revelação e Jesus (Cl 1:15; 2:9)

A. Por que responder ao chamado de Jesus, visto que a vida de um discípulo pode ser tão difícil?
B.O que pode você fazer nesta semana para ter Jesus como a revelação suprema de Deus a você?

Resumo: As Escrituras registram os esforços incessantes de Deus para Se revelar à humanidade que se separou dEle pelo pecado. Em Jesus, Deus não só nos salva desse pecado mas Se revela, habilitando-nos assim a ter uma relação mais profunda com Ele.

Ciclo do aprendizado

Motivando

Motivação – Por que esta lição é importante para mim?

Conceito-chave: A natureza, a Bíblia e Jesus são os meios que Deus escolheu para Se revelar a nós.

Qual seria o som do Sol se você pudesse ouvi-lo cantar?

O salmista descreve o Sol "alegre", cada dia "falando dessa glória" e os céus "anunciando" a glória de Deus (Sl 19:1-6, NTLH). Obviamente, o Sol não tem cordas vocais. Mas os cientistas que o estudam podem ter razão para crer que a descrição do astro-rei feita pelo salmista pode ser um pouco mais literal do que anteriormente se esperava.

O Sol é cheio de som. Medindo as vibrações na sua superfície, os astrônomos da Universidade de Stanford registraram a pressão das ondas acústicas do astro. As ondas sonoras do Sol são muito baixas para o ouvido humano, mas os cientistas aceleraram as ondas e comprimiram as vibrações, fazendo a sua música soar como um zumbindo. Mas isso não é tudo. O Sol não só canta, mas pode fazer isso em um vasto alcance de notas. Um piano tem 88 teclas; o sol tem 10 milhões. Esse é um teclado colossal (www.noao.edu/education/ighelio).

Agora, as palavras "os céus declaram a glória de Deus" e "o Sol... sai alegre" assumem um significado totalmente novo, em que o Sol literalmente canta para nós sobre o calor e vasto alcance do amor mantenedor de Deus.

Pense nisto: De que outras formas o Sol nos ensina sobre a majestade e a glória de Deus? O que o Sol sugere sobre a capacidade de Deus de nos alcançar, embora Ele, também, esteja fisicamente distante? O que essa distância, luz e calor nos ensinam sobre Seu cuidado em nos alcançar? Quais são os limites dessa analogia?

Explorando

Compreensão – O que preciso conhecer da Palavra de Deus?

Comentário bíblico

Só para professores: A Bíblia dá claras evidências da maneira de Deus Se comunicar com a humanidade desde o início até o fim dos tempos. No estudo da Lição desta semana, vamos mencionar algumas formas de Deus Se comunicar conosco: pela revelação geral (natureza e consciência humana) e pela revelação especial (Seus profetas, a Bíblia e Jesus).

I. Deus Se comunica pela naturezaeixando os barcos

(Leia com sua classe Sl 19:1-6 e Rm 1:19-23.)

A beleza e a harmonia da natureza são poderosos argumentos sobre a existência de Deus. Paulo diz que Deus usa as coisas visíveis da natureza para revelar as coisas invisíveis, como Sua divindade e Seu poder eterno. A mente pode compreender essas verdades invisíveis pela ajuda das obras criadas. Embora tenha sido ma­culado pelo pecado, o mundo natural ainda dá testemunho do poder de Deus e de Seu amor. A revelação que Deus faz de Si mesmo mediante Sua criação é suficiente para nos revelar o que Ele exige de nós, não deixando qualquer des­­culpa para negligenciarmos o dever.

Paulo também diz em Romanos 1:20-23 que a humanidade não se contenta com a revelação que Deus faz de Si mesmo por meio da natureza. Essas mentes se apoderam das coisas que Deus deseja que O revelem e as veem como se fossem o próprio Deus. Assim, em vez de considerar a íbis e a serpente como demonstrações do amor de Deus, as mentes obs­­curecidas dos antigos egípcios passaram a considerar esses animais como se fossem deuses. Podemos ser culpados de fazer o mesmo hoje. Retire Deus do ato da criação e você ficará com a evolução.

Pense nisto: Que outras verdades do mundo invisível a natureza nos comunica sobre Deus? Por que a Bíblia diz que não temos escusa para entender os requisitos divinos?

Embora a natureza seja perfeitamente bela e harmônica e declare a glória de Deus, por que ela não é capaz de comunicar uma imagem completa de Deus, de Seu amor ou o propósito que Ele tem para a humanidade? Que mensagens enganosas também podemos tirar sobre Deus pela natureza?

II. Comunicação pelos profetas

(Leia com sua classe Êx 19:7.)

Os antigos profetas proviam um rosto humano variado e identificável de Deus ao comunicar a mensagem de salvação ao Seu povo. Essas mensagens podiam se referir a eventos tanto do passado quanto do presente ou futuro. As mensagens eram dadas para exortar, instruir, consolar ou predizer o que aconteceria.

O principal trabalho de um profeta era revelar ao povo a vontade de Deus. A pessoa não acorda um dia e decide se tornar profeta. Esse é um chamado do Senhor, como no caso de Moisés. Ironicamente, a relutância de Moisés em falar diante do faraó revela um detalhe muito esclarecedor sobre a obra de um profeta. A tarefa específica que Moisés temia fazer está no centro do trabalho de um profeta: servir de porta-voz divino, uma voz que liga a vontade do Céu à Terra.

Pense nisto: O que os textos a seguir nos ensinam sobre o trabalho e as tarefas de um profeta? Êx 19:7; Nm 12:6; 1Sm 3:10; Dn 4:23; Am 7:15; At 18:9; 22:18; Ap 10:4.

O que significa ser porta-voz de Deus? Que tipo de responsabilidade isto inclui? É preciso ser profeta para fazer este trabalho?

III. Comunicação pela palavra falada e escrita

(Leia Jo 20:30, 31; 2Tm 3:16; 2Pe 1:21.)

Paulo nos lembra que "toda a Escritura" é inspirada por Deus. Não cabe a nós decidir qual parte das Escrituras é inspirada por Deus e qual parte é de invenção humana.

Mas o que significa ser inspirado ou "assoprado por Deus"? A palavra "inspirada" pode ser traduzida do grego theopneustos. Podemos pensar na criação de Adão para obter uma sugestão. Adão, o primeiro homem, foi "assoprado por Deus", o que significava que Deus havia literalmente assoprado vida sobre ele. Deste modo, a vida de Adão era inspirada por Deus. Foi por isso que ele se tornou alma vivente. A Bíblia é chamada a Palavra Viva de Deus porque tem poder para ensinar, convencer, corrigir e nos instruir como crescer na plenitude de Deus.
A Bíblia é o pensamento de Deus comunicado à humanidade.

Pense nisto: O que podemos aprender nos textos seguintes sobre a composição da Bíblia? Êx 34:27; Sl 119:105; Hb 4:12; Ap 21:5.

Como a unidade, a história e a sobrevivência das Escrituras foram preservadas tão harmoniosamente? O que isso nos diz sobre a confiabilidade da Bíblia como revelação de Deus?

IV. Exemplos de comunicação e ensinos – em Jesus

(Leia Jo 1:1, 14; Cl 2:9; Hb 1:1-3.)

Jesus Se tornou um de nós para melhor revelar o amor do Pai, viver nossa experiência, dar o exemplo de uma vida santa, confortar-nos quando somos tentados, pagar nossos pecados e nos representar diante do Pai. Jesus, que estava com Deus, agora seria Deus conosco.

Em nenhuma parte o amor do Pai por todos os pecadores é revelado mais completamente que no plano de salvação e na encarnação. O salmista nos ensina que Jesus veio a este mundo especificamente para revelar "graça e verdade" (Sl 85:10, 11). Neste mundo pecaminoso, Jesus viveu cheio de misericórdia e verdade. Essa plenitude Lhe permitiu dar uma revelação completa da misericórdia e graça de Deus.

O maior ato da misericórdia divina foi enviar Jesus para morrer por nós. Mas todos os aspectos da vida de Jesus, não apenas Sua morte, revelam o plano da salvação em ação e nos comunicam a verdade e a graça de Deus: Sua vida perfeita é um exemplo de obediência; Sua morte vicária Lhe permite justificar-nos; nossa fé em Sua morte nos livra da culpa do pecado; Sua ressurreição nos promete imortalidade; Sua ascensão ao Céu confirma a promessa que nos fez de voltar à Terra e nos levar para encontrar o Pai.

Pense nisto:
O que nos revelam os textos seguintes sobre Jesus como a revelação mais perfeita de Deus ao homem? Mt 4:17, 23; 10:24; 28:18; Lc 1:77; Jo 13:15; 1Co 11:1; 1Ts 1:10; 5:9

Aplicando

Aplicação – Como posso pôr em prática as informações que obtive?

Perguntas para reflexão

1. Por que não devemos aceitar o ensino de qualquer pessoa que prega com eloquência e invoca o nome de Deus? Veja Jr 14:14; Mc 13:22; 1Jo 4:1; 2Pe 2:1.

2. Deus Se comunicava diretamente com os seres humanos no Jardim do Éden. Ele Se comunicava da mesma forma quando Jesus esteve na Terra. Por que Deus não mais Se comunica face a face com os seres humanos? Leia Jl 2:28-29 e Am 3:7.

3. Como sabemos que Deus ainda Se comunica conosco? Veja Is 8:19, 20.

Perguntas de aplicação

1. Deus não é estático; Ele Se comunica conosco quando necessário, para atender às nossas necessidades. Com este paradigma dinâmico em mente, que métodos de comunicação você pode sugerir a fim de ajudar a atender às necessidades de sua congregação?

2. Jesus disse que devemos olhar os lírios. O que os lírios (ou outras plantas) lhe dizem sobre Deus? Como eles revelam Deus mais completamente? Que "teologia" existe nessas plantas? Ou mesmo em uma humilde folha de capim? Como você pode absorver o que aprendeu sobre Deus pela natureza e aplicar à sua vida?

Testemunhando

Quase trinta anos atrás, o fotógrafo sueco naturalista Kjell B. Sandved encontrou uma perfeita letra F na asa de uma mariposa. E ele pensou: e se as letras de todo o alfabeto pudessem ser encontradas nos padrões das asas das borboletas e mariposas? Nos vinte anos seguintes, no mundo inteiro, ele percorreu córregos com água à altura do peito, investigou flores exóticas ou pro­curou debaixo de folhas à caça de letras. Usando lentes microscópicas projetadas por ele mesmo, ele fotografou as letras de A a Z e os algarismos de zero a nove – frequentemente encontrando mais de uma – sem capturar nem matar um único inseto. Assim nasceu o Alfabeto das Borboletas.

Mas não espere que as borboletas comecem a se alinhar em algum momento para formar palavras, como fazia a aranha na história de ficção infantil A Teia de Charlotte. É verdade que as borboletas podem não ser capazes de soletrar, mas são parte do alfabeto de Deus que expressa Seu amor por nós. A natureza é um dos meios designados por Deus para Se revelar a nós, e as mensagens do amor de Deus por nós estão escritas em todos os lugares. É uma linguagem universal que não precisa de tradução para palavras humanas, porque fala conosco na língua do coração. Então, o que uma das borboletas de Sandved, e não apenas da letra em sua asa, nos diz sobre nosso Criador?

Pense nisto: O que a natureza lhe ensina sobre Deus? De que outras formas Deus Se comunica conosco? O que as diferentes maneiras que usamos para nos comunicar uns com os outros sugerem sobre a importância de não limitar Deus a um só modo de falar conosco?

Praticando

Transformação – Em que áreas minha vida vai mudar?

1. Você é eficiente como comunicador? O que você pode fazer para melhorar sua eficiência de comunicador do amor de Deus e embaixador de Cristo?

2. Organize uma ex­­cursão de sábado para visitar a natureza. Encontre algum objeto natural e descubra como ele revela a você algo sobre Deus. Traga sua ideia para a classe.

3. Pinte um quadro ou escreva um poema sobre o objeto que você colecionou. Mostre para a classe sua pintura. Diga a verdade espiritual que ele lhe ensina sobre Deus. Ou descreva o objeto em seu poema. Encerre o poema dizendo o que a descrição física do objeto lhe revela sobre Deus.

Encerre a lição com oração, pedindo a Deus que ajude cada um a ser um comunicador ativo e silencioso a Seu respeito.


FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2009/frlic112009.html

Estudo nº 01 – Meios de comunicação do Céu - Comentário Sikberto Marks

Estudos da Bíblia: Primeiro Trimestre de 2009

Tema geral:  O Dom Profético nas Escrituras e na história adventista

Estudo nº 01   Meios de comunicação do Céu

Semana de   27/12/2008 a 03/01/2009

Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks

marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

Alegremo-nos, CRISTO está muito próximo de voltar

Há sinais por toda a parte!

Veja comentários sobre sinais proféticos em www.cristovoltara.com.br

 

Verso para memorizar: "Havendo DEUS, outrora, falado muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo" (Hebreus 1:1 e 2).

 

  1. Introdução – santo sábado, dia da aliança entre criaturas e o Criador

Quem é DEUS? Como Ele é? O que Ele pensa de nós? Quais os Seus planos a nosso respeito após o pecado? Quais foram os Seus planos ao nos criar? Qual é o Seu caráter?

Estas, e muitas outras perguntas, DEUS responde por três maneiras: pelas obras que Ele fez, pelos escritos por meio dos profetas e pela vida e palavras de JESUS. DEUS quer que O conheçamos. O pecado nos separou d'Ele. Agora ficou difícil de conhecê-Lo só pela natureza. Era necessário mais que aquilo que Ele fez, para que O conhecêssemos. No Éden, na verdade, tanto Adão como Eva eram profetas, e todos os seus descendentes, não houvesse o pecado, também seriam como profetas. Teriam, é verdade, funções diferentes, mas todas as pessoas teriam relacionamento direto com DEUS e conheceriam a Sua vontade, e isso transmitiriam entre si. O ambiente seria simplesmente uma maravilha para se viver feliz.

Por meio da natureza Adão e Eva estudavam DEUS. Essa era uma de suas ocupações no Éden, descobrir os atributos de DEUS por meio do que Ele fez. Mas mesmo eles não contavam apenas com esse meio, pois DEUS aparecia pessoalmente a eles às tardes, e falavam entre si, e assim eles, recém criados, iam aprendendo sobre quem é aquele maravilhoso Ser que os criou.

Uma vez entrando o pecado no mundo, a forma direta de DEUS Se revelar foi interrompida. Só restou a primeira, e essa não é suficiente. Então foi suprida uma forma alternativa para melhorar a compreensão de DEUS por parte do homem. DEUS escolheu mensageiros, homens e mulheres bem mais consagrados que os demais para que Ele enviasse mensagens aos homens. Assim se procedia uma comunicação um tanto indireta, e bastante rara, mas afinal, era isso o possível. Agora eram pessoas para instruir as demais sobre a vontade e os planos de DEUS.

Então, passados dois milênios, veio o próprio JESUS para revelar como é DEUS. Ele tanto falou como demonstrou como é DEUS, pois Ele mesmo é o Filho de DEUS, encoberto por uma capa humana. Essa revelação foi perfeita, e foi na cruz o auge de seu significado.

Pelo evolucionismo satanás tenta obstruir a revelação natural de DEUS, e pelos falsos dogmas e tradições, que distorcem a Bíblia, satanás tenta destruir a revelação pelos profetas e por intermédio de JESUS. Mas nesses últimos dias todos aqueles que forem realmente fiéis a DEUS serão por Ele dotados do poder de profetas para revelar a todo o mundo quem é DEUS, e quais os Seus planos para todos os homens e mulheres desse planeta (Joel 2:28 e 29 e Atos 2:17 e 18).

 

  1. Primeiro dia: No princípio

No Jardim do Éden a comunicação entre DEUS e as duas criaturas era normal. Vale dizer, sem alguma barreira. Adão e Eva eram puros, santos por inteiro, sem mácula. Pertenciam inteiramente a DEUS. Desconheciam qualquer pensamento de desconfiança em relação a DEUS. Viam a DEUS como uma criança vê seu pai ou sua mãe.

As duas criaturas eram, portanto, ligadas a DEUS pelos laços ao amor. Eles não dividiam a sua atenção e interesse com outra criatura, cujas exigências não estejam de acordo com o que requeria O Criador. Eles pertenciam a DEUS e o conceito de pertencer era o que fazia parte de seus desejos. Portanto, eles desejavam a DEUS em todos os sentidos, não apenas em alguns aspectos que lhes favorecesse os seus interesses. E por serem puros, em nada desconfiavam da veracidade do que DEUS lhes dizia. Eles confiavam em DEUS por inteiro. Eles eram íntimos de DEUS, sentiam-se como parte de DEUS.

Mas quando pecaram, o fizeram com uma dúvida na mente: se DEUS realmente disse a verdade com relação a morrer se comessem do fruto. Esse ato abriu um precedente em sua mente, uma porta para a entrada a novas desconfianças e dúvidas em relação ao que DEUS lhes disse e em relação ao que DEUS é. Essa dúvida inicial os levou a pecar e os levou a terem novas dúvidas. E mais dúvidas e desconfianças em relação a DEUS foram surgindo ao longo dos séculos, a ponto de o ser humano quase não conhecer mais a DEUS, e nem desejar saber quem Ele é. Agora, a partir de Darwin, até a ciência trabalha contra DEUS, ou desconsidera a Sua existência, ou o considera um tirano, mas nunca que é um Ser Criador e puro amor. A Dúvida levou aos nossos primeiros pais romperem com a intimidade sublime e pura entre eles e DEUS. No primeiro dia do pecado, por causa da ruptura dessa intimidade sentiram vergonha, medo e insegurança, portanto, fugiram e se esconderam. Até hoje vivemos assim, temos temor de ver DEUS, fugimos d'Ele e muitas vezes nem nos sentimos bem ao estarmos próximos de pessoas mais puras, porque até entre os ímpios e os justos, embora ainda sejam todos pecadores, há distanciamento.

Mas não era assim no princípio, ao seja, antes do pecado. DEUS falava com Adão e Eva face a face, sem nuvem entre eles, sem incenso entre eles, podendo eles ver DEUS como Ele era. Podiam contemplar a face de DEUS, coisa que se tornou impossível após o pecado. Então DEUS Se comunicava oralmente por meio de seus representantes, outras criaturas, os anjos. Estes são menos gloriosos que DEUS, assim, eram suportáveis pelas criaturas caídas. Assim foi, por exemplo, com Gideão, com Abraão, com Maria mãe de JESUS, e muitos outros. O DEUS Pai nunca mais Se apresentou perante ser humano. Em algumas ocasiões aparecia CRISTO, mesmo assim, entre espessa nuvem, como foi com Moisés na tenda e no monte Sinai.

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Apreciaria que os organizadores da lição considerassem um ponto que já havia destacado meses atrás. Repercute entre os membros estudiosos menos graduados academicamente a dificuldade no estudo da lição, pelo fato de como são citados os versos bíblicos, ou seja, com apenas duas letras. Não aumentará a quantidade de páginas se em vez de citar duas letras o fizessem em três, ou quatro conforme o caso. Isso facilitaria os estudiosos mais humildes, para os quais destino esses comentários. O que se tem constatado é que, com essa forma de notação fica difícil para muitos fazerem a pesquisa na Bíblia, e como no final do estudo há as respostas sugeridas, maior tem sido o número de irmãos que nem consultam mais a Bíblia. Devemos criar as condições para que os membros consultem mais a Bíblia e não apenas vejam respostas na lição, fora do texto sagrado. Assim como está não se habilitam ao manuseio da Bíblia, portanto, ficam despreparados a encontrar nela o que precisam na hora das provações severas que estão logo à nossa frente.

 

  1. Segunda-feira: Pela natureza

Muito interessante os relatos da lição de hoje sobre a criação. Apenas alguns dados e já temos o suficiente para dizer, como o salmista: "Quão grande és Tu". Aí surge uma pergunta: Qual é o tamanho do Universo? A pergunta refere-se a tudo que DEUS criou. Não temos a resposta, mas duas são as possibilidades: ou o Universo é muito grande, mas finito, ou ele é de tamanho infinito, isto é, continua sempre sem que haja fronteiras. É curioso que com o aumento dos poderes dos aparelhos para especular o Universo, cada vez se descobre mais, e não para de aparecerem novos sistemas de estrelas até então desconhecidos. É possível que o Universo não tenha fronteiras. E se for assim, seria impossível o Big Beng, pois tudo o que explode necessariamente tem que ter limites. Como teremos assunto para estudar na eternidade! A eternidade não será suficiente para esgotar o tema da criação.

Pois bem, algo curioso acontece com os seres humanos. Os aparelhos dos cientistas descobrem cada vez mais galáxias e sistemas de planetas. Com isso, fica cada vez mais difícil se aceitar que tanta ordem, tanta imensidão (como a lição descreveu em breves palavras) tudo funcionando em equilíbrio, tenha-se formado sem a participação de um Ser inteligente, mas sim, por mero acaso, a partir de uma explosão.

Vamos a uma ilustração. Suponha que você esteja entrando numa floresta onde dizem que ainda nenhum ser humano penetrou. É numa ilha desabitada, e pela primeira vez seres humanos chegam por lá. Vão caminhando por entre árvores altas e há todo tipo de vegetação, muitas desconhecidas. Então chegam a algum lugar, e encontram uma espécie de clareira. No meio dela percebem três varetas de galhos cortados. Eles estão em pé, cada um com uma ponta no chão e as três outras pontas encostadas entre si, de modo que não caem. Formam um cone bem equilibrado. Aí os cientistas ateus dizem, "não somos os primeiros, alguém já esteve antes aqui". Sim porque essas varetas não se cortariam por si no mesmo tamanho e jamais se equilibrariam uma na outra, formando um cone. Não é admissível que isso tenha acontecido por acaso.

E no entanto, o Universo, infinitamente mais complexo que o posicionamento de três varetas ao acaso, isso é aceito como não sendo obra de DEUS, e sim, do acaso. Você não vai conseguir convencer aqueles cientistas que aquelas varetas se posicionaram daquela maneira por acaso, mas eles já se convenceram que o Universo se tornou uma complexa ordem, com leis sofisticadas, sem a participação da inteligência. Se os outros seres de outros lugares do Universo também contam piadas como nós, então esse deve ser o principal motivo de anedotas entre eles: os humanos crerem num disparate desses. Bem, os outros, seres santos, tem muitos outros motivos de serem felizes, eles não contam piadas para rir de outros, não nos preocupemos. Mas motivo haveria, se fossem bobos e mal educados como nós. Nossos homens e mulheres mais inteligentes acreditam numa estupidez dessas. Poderíamos inverter a ótica. Basta verificar a complexidade de nosso código genético. Levaram quase dez anos para decifrá-lo, com a participação de milhares de pessoas em uma infinidade de computadores. E no entanto, continuam a acreditar que esse código se formou a partir de longos processos de evolução, só porque os seres queriam lutar pela sobrevivência.

Ora, tudo o que vemos, mesmo depois de seis mil anos de degeneração, ainda permite que se diga: "Os céus proclamam a glória de DEUS e o firmamento anuncia as obres de Suas mãos" (Sal. 91:1). Hoje o salmista acrescentaria, "e o genoma humano também". Alguém, muito inteligente fez tudo isso!

Tudo o que existe, mesmo as coisas aparentemente simples como o átomo, são complexos demais para terem se formado como estão sem um desígnio inteligente. Eles, por existirem, estão anunciando alguma coisa em relação a sua origem.

 

  1. Terça-feira: Pelos profetas

Vimos que pela natureza DEUS sempre se manifestou. É a comunicação natural de quem fez alguma coisa. Por exemplo, se você fabrica roupas, muita coisa se pode saber sobre o seu caráter pelo seu produto, não é assim? Se você é professor, muita coisa se pode saber de seu caráter pelo modo como ensina e se relaciona com os alunos. Enfim, em tudo o que fazemos demonstramos quem somos, nosso conhecimento, nossa perícia, nossa dedicação, nossos princípios de vida e até nossa fidelidade em relação ao que cremos. Muita coisa se pode saber sobre uma pessoa pelo que ela fez, mesmo que nunca tenhamos visto essa pessoa, e nem a conheçamos.

Mas sempre há muito mais para se saber a respeito a uma pessoa do que aquilo que se pode obter pelo que ela fez ou deixou de fazer. Esse também é o caso de DEUS. Pode-se aprender muito a Seu respeito estudando a natureza. E para que isso se tornasse impossível, satanás inventou a teoria da evolução para que, ao nossos melhores homens e mulheres estudarem o que DEUS fez, não vissem na criação a ação de DEUS. Mas, para que pudéssemos saber mais a respeito de DEUS, Ele também Se comunicou com os seres humanos por meio de pessoas especialmente escolhidas. Eram os profetas. Essas eram pessoas escolhidas a dedo, diretamente por DEUS. Ele as escolhia, e quando deixavam de corresponder (os casos foram poucos) Ele também as demitia. DEUS sempre escolheu para profeta pessoas puras, as menos afetadas pela degeneração por causa do pecado. Assim Ele geralmente buscava por jovens, ou mesmo adolescentes, e até crianças, como foi o caso de Samuel. Ellen G. White, por exemplo, era uma adolescente quando foi chamada para ser profetiza. É que crianças, adolescentes ou jovens muitas vezes tiveram menos contaminação pelo pecado do que adultos, com mais tempo de exposição à contaminação pelo pecado. Esse foi o caso de EGW, preservada por um acidente na infância. Nós temos um conceito errado de profeta, são representadas pro foto ou desenho como sento sempre pessoas idosas. Elas ficaram idosas com o tempo, mas quando escolhidos, os profetas geralmente eram de pouca idade. Eles eram escolhidos ainda jovens, como o caso de Jeremias, que se classificou como "sendo uma criança".

Profetas deviam falar em nome de DEUS aos demais homens. Eles eram embaixadores da vontade de DEUS entre os homens. Isso explica porque profetas sempre tiveram sérios problemas de aceitabilidade por parte de muitas pessoas do povo de DEUS. Explica porque EGW é hoje bastante rejeitada por muitos membros da igreja, que não desejam ou não suportam suas exortações. Assim como teve problemas com a liderança em seu tempo. Rejeitar um profeta de DEUS é rejeitar o próprio DEUS.

Profetas sempre sofreram severa oposição por parte de seu próprio povo. Quem mais se opunha a eles nem era o povo, e sim, os líderes do povo, os reis, nobres e sacerdotes. Acontece que o povo segue os líderes. Sempre foi assim, e hoje ainda continua sendo assim. O povo tende a adotar as práticas dos líderes mais facilmente quando essas práticas não são corretas segundo os princípios divinos. Mas se o líder é uma pessoa exemplar, então só alguns o seguem. Se ele é um exemplo para o mal, quase todos o seguem. E os profetas eram enviados por DEUS para corrigir, geralmente, esses líderes.

Ou seja, existe sim, uma força atuando nessa Terra contra qualquer iniciativa para levar o povo para mais perto de DEUS. Os profetas eram as pessoas mais próximas de DEUS, mais capacitadas, portanto, para recolocar o povo no caminho certo. Eles revelavam o que DEUS queria a cada situação de decisão importante.

Então vamos entender os profetas. Eles, nessa Terra de pecado, de degeneração, foram as pessoas mais fiéis a DEUS, escolhidas para ensinar ao povo a respeito da Lei e da vontade de DEUS e de como adorá-Lo. Logo, eram pessoas pelas quais DEUS Se fazia conhecer, em complementação ao que a natureza poderia revelar. Portanto, os profetas sofriam severa oposição por parte de satanás e seus agentes (muitos deles sacerdotes e reis) para que a revelação que DEUS estava fazendo por meio deles não se tornasse eficaz.

 

  1. Quarta-feira: Pela Palavra

A Bíblia, revelação escrita de DEUS sobre Ele mesmo, sobre os planos para o Seu povo nesta Terra, é um livro fascinante. Ela começou a ser escrita por Moisés, enquanto guiava o povo de DEUS pelo deserto. Isto foi a 1.500 anos antes de CRISTO. Ele escreveu os cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco. E o último livro escrito foi o Apocalipse de João, 100 anos depois de CRISTO. Portanto, seus livros foram escritos ao longo de 1.600 anos.

Mas não é só isto que fascina. Foram escritos muitos outros livros não inspirados por DEUS nesse mesmo tempo. Então, para formar o conjunto, havia que se ter muito cuidado. Para isto, o cuidado de DEUS precisava participar, ou a seleção dos escritos, em grande número, tornaria a Bíblia uma coleção de contradições. Assim foi que quando pessoas sinceras a DEUS decidiram formar a coleção, foram guiadas para que incluíssem só o que foi realmente inspirado por DEUS. Desse modo a Bíblia resultou num conjunto de 66 livros todos coerentes entre si.

Outra coisa interessante em relação a Bíblia é a sua preservação. Quem garante que ela não foi adulterada ao longo dos milênios. Afinal, as suas primeiras partes já existem entre nós há 3.500 anos. Nesse meio tempo muitas mudanças poderiam ter acontecido. Mas JESUS quando esteve na Terra ratificou os escritos no Antigo Testamento dizendo que não veio destruir os profetas ou a lei, mas veio para cumpri-los. Ele mandou que se examinassem as escrituras, pois elas testificavam a Seu respeito.

Os escritos da Bíblia tem a função de nos levar a conhecer DEUS. Ela é a revelação sobre DEUS, sobre a Sua vontade, sobre Seus planos para conosco. Ela abre a nós o futuro por meio das profecias. Uma profecia não é uma determinação de como deverá ser o futuro, mas sim, é a história escrita antes de acontecer. É bem fácil escrever o que aconteceu na história, mas só DEUS é capaz de escrevê-la antes dela acontecer, sem impor os acontecimentos. Por isso, devemos nos comportar como seres livres, pois a história em relação a nós acontecerá exatamente como nós decidirmos. O interessante é que DEUS já sabe como iremos decidir, e como a humanidade decidirá.

A Bíblia é uma fonte para se conhecer melhor a DEUS. Nela vemos o Criador e O Salvador interagindo com o ser humano. Vemo-Lo declarando o Seu amor a nosso respeito. Vemos o ser humano muitas vezes não se importando com DEUS. Então as coisas vão mal e o ser humano ainda culpa a DEUS. Vemos o ser humano, por exemplo, hoje em seu automóvel andando a 140 km por hora, bêbado, sofrendo um acidente e morrendo todos os ocupantes. Depois outros, tristes, perguntam: onde estava DEUS que permitiu tudo isso acontecer? Ele estava ali, também perguntando: filho, porque desobedeces as leis para te fazeres mal? Vemos no entanto um DEUS dando tempo ao tempo, para que todos tenham total oportunidade de fazerem a mais importante decisão de suas vidas: se querem ser salvas ou se preferem morrer para sempre. A Bíblia na verdade é um relato do amor de DEUS para conosco, nem sempre correspondido.

 

  1. Quinta-feira: Por CRISTO

A natureza revela as obras das mãos de DEUS. Os escritos dos profetas revelam quem é DEUS, mas JESUS, O Filho de DEUS, revela como é DEUS. Nas três formas de revelação temos o quadro completo. DEUS é aquele que fez tudo perfeito, aquele que Se comunica conosco, aquele que se mostra a nós. Resumindo, DEUS é aquele que nos ama, porque DEUS é amor.

Das três formas de revelação, a por meio de CRISTO é a mais ampla. Aqueles que estavam com CRISTO humano naqueles dias, viram a DEUS. Eles viram a Sua glória, isto é, viram o quanto Ele, JESUS, ou assim também DEUS, O Pai, nos ama, a ponto de se tornar um de nós e até de morrer por nós. Isso faz parte da glória de DEUS, nos amar incondicionalmente, não importando o que tenhamos feito ou o que sejamos. Eles disseram: "vimos a Sua glória, como a do Unigênito do Pai". E todo aquele que nele crê não vai perecer, porque crendo, nele brotará o amor recíproco, e assim vai se entregar ao amor que já vinha da parte de DEUS. Assim a reconciliação se torna completa e essa criatura será salva. Essa é a glória de DEUS: amar e salvar.

JESUS é a luz do mundo. Ele disse: Eu Sou a luz do mundo. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Ele é O Salvador. Ele é a verdadeira luz que veio ao mundo para iluminar a todo homem. É a luz da verdade, ou seja, que revela a DEUS, revela a situação do pecado, revela o plano da salvação, revela o caminho para a vida eterna.

A natureza revela a DEUS, mas ela não tem sentimentos de amor para conosco. A Bíblia revela a DEUS, mas ela também não tem sentimentos de amor para conosco. É só papel e letra. JESUS revela a DEUS e ao mesmo tempo tem sentimentos para conosco. Ele, além de revelar a DEUS, sente amor a nosso respeito, e deu-Se a nós porque nos ama. Assim é DEUS, como JESUS, bem igual. Aliás, havia uma diferença: JESUS estava em forma de ser humano, não na forma de DEUS. Isso para que pudéssemos estar com Ele. Até nisso DEUS revela o Seu amor com Suas criaturas caídas, adaptando-Se às condições em que estamos para nos alcançar. Paulo aprendeu isso de JESUS: fazer-se tal que possa ser alcançado pelos pecadores, mas não ser um pecador.

 

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Então temos três fontes de revelação sobre DEUS: a natureza, os profetas e seus escritos, e JESUS CRISTO. E, vejam só, era bem assim no Jardim do Éden. Havia diferença sim, em relação aos dias de hoje. Naqueles tempos, a natureza era perfeita, e testificava uma criação perfeita. Naqueles dias, profetas não havia, mas os seres humanos falavam um para o outro ou que aprenderam de DEUS, assim como mais tarde fizeram os profetas. Só havia duas pessoas no Éden, mas, se não ocorresse a queda, outras pessoas viriam. Elas todas falariam, e trocariam idéias entre si, do que aprendessem a respeito de DEUS. Ou seja, todas as pessoas seriam profetas, e mais intensamente que os profetas que surgiram depois da queda. Todas teriam um relacionamento perfeito com DEUS, e a partir desse relacionamento, umas ensinariam as outras. Assim haveria assunto para debaterem entre si, sempre com novas revelações fantásticas a respeito de DEUS e de Suas obras. Essas trocas de idéias seriam a ciência nesse mundo. As pesquisas seriam sobre as maravilhas da criação, para entender cada vez mais profundamente como DEUS criou, não para elaborar teorias evolucionistas. Alias, podemos crer que, se a humanidade em pecado não tivesse caído tanto, se as pessoas fossem todas como Enoque, ou como Elias, ou como a profetiza Ana, ou como muitos outros profetas, DEUS teria a todos como tais, e Se comunicaria de forma mais intensa e direta com todas as pessoas, como fazia com os profetas.

Assim como CRISTO veio revelar DEUS, na perfeição, se não houvesse a queda, DEUS também estaria lá, todos os dias, no Éden perfeito se não houvesse a queda, Se revelando pessoalmente. Esses seriam os momentos mais impressionantes, emocionantes e atraentes: falar com quem nos criou. E desses momentos, depois sairíamos para nos aprofundar nas pesquisas com a natureza, e teríamos mais assunto para nos deliciarmos entre nós. Assim, eternamente seríamos felizes porque estaríamos estudando a ciência do amor cada vez com maior profundidade.

Mas, como houve o pecado, hoje temos uma parcial revelação por parte de uma natureza sofredora, afadigada e em estado de penosa extinção. Temos os profetas em descrédito, e temos uma revelação de um CRISTO crucificado, no qual poucos acreditam. Tudo foi transformado em motivos para comércio, para obter dinheiro e riquezas, o deus desse mundo, desviando a atenção do DEUS a ser adorado. Mesmo assim, para quem quiser ver, a revelação é ao menos suficiente para que as pessoas optem por serem salvas vivendo eternamente, ou para morrerem eternamente. Depois de salvos, continuaremos estudando com maior profundidade, como teria sido se o pecado não se tivesse manifestado por aqui. Ainda chegaremos lá, pelo poder do amor de JESUS CRISTO.

 

escrito entre:   20/11/2008 a 28/11/008 - corrigido em   28/11/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

FONTE: www.cristovoltara.com.br

LIÇÃO 01 - MEIOS DE COMUNICAÇÃO DO CÉU - Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina - CASA PUBLICADORA BRASILEIRA

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Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina
1º Trimestre de 2009


Lição 1 – Meios de Comunicação do Céu

Alberto R. Timm, PhD
Reitor do SALT e Coordenador do Espírito de Profecia
Divisão Sul-Americana da IASD
Brasília, DF

O amor precisa sempre ser expresso e, por isso, quem ama se comunica com a pessoa amada. ­Deus criou os seres humanos como manifestação do Seu amor, portanto, Ele precisava Se comunicar com eles. Assim, tão logo nossos primeiros pais foram criados, foi isso que Ele passou a fazer. As primeiras palavras de ­Deus aos seres humanos, registradas na Bíblia, foram o imperativo: "Sede fe­cundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a..." (Gn 1:28). Seguiu-se a advertência de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2:16, 17). Em realidade, Adão "andava e falava com ­Deus no Éden" (O Maior Dis­curso de Cristo, p. 27).

De acordo com Gênesis 3, a queda de nossos primeiros pais rompeu o convívio face a face entre o Criador e Suas criaturas, deixando após si profundas sequelas espirituais (v. 8 – "esconderam-se da presença do Senhor ­Deus"), psicológicas (v. 10 – "medo"), sociais (v. 12, 13 – a­cusações mútuas), físicas (v. 16, 19 – "sofrimentos", "dores", "suor do rosto" e morte) e ecológicas (v. 17, 18 – "maldita é a terra"). Isaías 59:2 acrescenta: "Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso ­Deus; e os vossos pecados encobrem o Seu rosto de vós, para que vos não ouça."

A plenitude da glória do ­Deus santo e perfeito, que "é fogo consumidor" para o pecado (Hb 12:29), não mais poderia ser vista por seres pecaminosos (Jo 1:18; 1Tm 6:15, 16; 1Jo 4:12). Então, Ele passou a usar alguns meios que possibilitassem Sua comunicação com os seres humanos, sem que Sua glória os destruísse. Hebreus 1:1, 2 declara: "Havendo ­Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo." Entre as "muitas maneiras" de ­Deus Se comunicar estão as formas gerais e especiais de revelação.

Revelações gerais

Deus Se revela de forma geral através da natureza e da história humana. A natureza evidencia o poder criador, mantenedor e restaurador de ­Deus. No Salmo 19:1 Davi declara: "Os céus proclamam a glória de ­Deus, e o firmamento anuncia as obras de suas mãos." Isaías 40:26 acrescenta: "Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o Seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais Ele chama pelo nome; por ser Ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar."

Os mistérios da preservação do Universo e da perpetuação da vida revelam a poderosa atuação divina. No livro Caminho a Cristo, p. 85, ­Ellen G. ­White afirma: "Muitas são as maneiras pelas quais ­Deus pro­cura revelar-Se a nós e pôr-nos em comunhão com Ele. A natureza fala sem cessar aos nossos sentidos. O coração aberto é impressionado com o amor e a glória de ­Deus manifestados nas obras de Suas mãos. O ouvido atento ouve e compreende as comunicações de ­Deus pelos objetos da natureza. Os verdejantes campos, as árvores altaneiras, os botões e as flores, a nuvem que passa, a chuva, o rumorejante regato, as glórias do firmamento, tudo nos fala ao coração, convidando-nos a familiarizar-nos com Aquele que os criou a todos."

Evidências do poder restaurador de ­Deus são encontradas no misterioso processo de renovação da natureza. O livro Educação, p. 27, esclarece: "Apesar de ma­culada pelo pecado, ela [a Natureza] fala não apenas da criação mas também da redenção. Posto que a Terra testifique da maldição, com sinais evidentes de decadência, é ainda rica e bela nos indícios de um poder que confere vida. As árvores lançam suas folhas apenas para se vestirem de folhagem mais vicejante; as flores morrem, para brotar com nova beleza; e em cada manifestação do poder criador existe a segurança de que podemos de novo ser criados em 'justiça e santidade' (Ef 4:24). Assim, as próprias coisas e operações da Natureza que tão vividamente nos trazem ao espírito nossa grande perda, tornam-se mensageiros da esperança."

O mesmo poder restaurador também é manifesto na preservação dos seres humanos. Em A Ciência do Bom Viver, p. 112, 113, lemos: "Por intermédio de agentes naturais, ­Deus está operando dia a dia, hora a hora, momento a momento, para nos conservar com vida, construir e restaurar-nos. Quando qualquer parte do corpo sofre um dano, principia imediatamente um processo de ­cura; os agentes da natureza põem-se em operação para restaurar a saúde. Mas o poder que opera por intermédio seu é o poder de ­Deus. Todo poder comunicador de vida tem nEle sua origem. Quando alguém se restabelece de uma enfermidade, é ­Deus que o restaura."

Por sua vez, a história humana é o palco das providenciais ações divinas. Daniel 4:32 afirma que "o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer". O livro Educação, p. 173, declara: "Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda de impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição ou capricho. Na Palavra de ­Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a exe­cutar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade."

Mas tanto a natureza quanto a história são revelações parciais e ambíguas, devido à atuação do mal que permeia a ambas. No mundo natural, encontramos lindas flores, mas também espinhos; algumas plantas medicinais, e outras venenosas; alguns animais dóceis, e outros predadores. Nos anais da história encontramos demonstrações de profundo altruísmo, da parte de pessoas que sacrificaram a própria vida em favor da humanidade; mas também inúmeras guerras sangrentas, e outras manifestações de inveja, ódio e crueldade.
Portanto, a natureza e a história só poderão ser compreendidas adequadamente quando inseridas na moldura filosófica do grande conflito cósmico entre as forças do bem e os poderes do mal (veja Gn 3; Ap 12), e interpretadas à luz da Palavra de ­Deus (veja Sl 119:105; 2Pe 1:19-21).

Revelações especiais

Deus Se revelou de forma especial aos seres humanos através de profetas, das Escrituras e da pessoa de ­Jesus Cristo. O profeta (hebraico nabi) é uma pessoa chamada e capacitada por ­Deus para receber mensagens divinas e depois transmiti-las ao povo. A respeito do processo de recepção da mensagem, ­Deus menciona em Números 12:6 que "se entre vós há profeta, Eu, o Senhor, em visão a ele, Me faço conhecer ou falo com ele em sonhos". Já o profeta deveria transmitir fielmente a palavra de ­Deus, sem quaisquer acréscimos ou supressões (veja Ez 33:1-9; Ap 22:18, 19). Essa transmissão poderia ser oral (veja Êx 4:15, 16), escrita (veja Êx 17:14) ou mesmo dramatizada (veja Ez 4:1-5:4). Enquanto que os sacerdotes divinamente escolhidos eram sempre homens, os profetas podiam ser tanto homens quanto mulheres.

A mensagem profética é sempre revestida de plena autoridade divina. Em Lucas 10:16 encontramos a seguinte advertência de Cristo: "Quem vos der ouvidos ouve-Me a Mim; e quem vos rejeitar a Mim Me rejeita; quem, porém, Me rejeitar rejeita aquele que Me enviou." Consequentemente, a aceitação ou rejeição das mensagens proféticas podem redundar em bênçãos ou maldições e castigos para o povo (veja Dt 28; 2Cr 36:15, 16). Cristo desaprovou a tendência humana de laurear retoricamente os profetas antigos, que condenavam o mau comportamento das gerações passadas, e de rejeitar na prática os profetas mais recentes, que desaprovam os maus atos dos próprios ouvintes (veja Mt 23:29-34). Mas uma bênção especial é reservada àqueles que aceitam a mensagem profética: "Crede no Senhor, vosso ­Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis" (2Cr 20:20).

Uma das formas mais importantes de revelação especial são, sem dúvida, as Escrituras Sagradas. Entre os escritos proféticos produzidos ao logo dos tempos sob inspiração do Espírito Santo, a providência divina assistiu o processo de formação e consolidação do cânon bíblico, composto pelos 66 livros aceitos pelos protestantes. Em harmonia com os protestantes, os adventistas do sétimo dia não aceitam como canônicos ou divinamente inspirados os sete livros apócrifos (Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Baruque, Sabedoria, e Eclesiástico) e os acréscimos aos livros de Ester (10:4 a 11:1 ou a 16:24) e Daniel (3:24-90; capítulos 13 e 14) contidos nas Bíblias católicas. Esta posição deriva do fato de que tais escritos (1) não fazem parte do cânon hebraico do Antigo Testamento; (2) não foram citados por Cristo nem pelos apóstolos no Novo Testamento; e (3) apresentam ensinamentos contrários ao restante das Escrituras. Entre esses ensinamentos encontram-se, por exemplo, as falsas teorias da existência do purgatório (Sabedoria 3:1-9; contrastar com Sl 6:5; Ec 9:5, 10); das orações pelos mortos (2 Macabeus 12:42-46; contrastar com Is 38:18 e 19); de que anjos bons mentem (Tobias 5:10-14; contrastar com Mt 22:30; Jo 8:44); de que o fundo dos órgãos de um peixe, postos sobre brasas, espantam os demônios (Tobias 6:5-8; contrastar com Mc 9:17-29); de que as esmolas expiam o pecado (Tobias 12:8 e 9; Eclesiástico 3:30; contrastar com 1Pe 1:18, 19; 1Jo 1:7-9). – Alberto R. Timm "Livros apócrifos", Sinais dos Tempos, dezembro de 1997, p. 28.

A Bíblia é a "norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas" (O Grande Conflito, p. 595). Ela é a Palavra de ­Deus em linguagem humana, e não apenas contém a palavra de ­Deus, como querem alguns. A "união do divino com o humano" existente na Bíblia é semelhante à que "existia na natureza de Cristo, que era o Filho de Deus e o Filho do homem" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 25). Mesmo havendo sido escrita na imperfeita linguagem humana, ela é a confiável mensagem de ­Deus para os seres humanos. Aqueles que usam supostos "erros factuais" para minar a confiabilidade das Escrituras deveriam tomar mais a sério o seguinte conselho inspirado: "Irmãos, apeguem-se à Bíblia, exatamente conforme ela declara, parem com suas críticas relativamente a sua validade, e obedeçam à Palavra, e nenhum de vocês se perderá" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 18).

Mas toda a revelação profética oral, dramatizada e escrita (incluída ou não nas Escrituras) atingiu seu clímax na pessoa de ­Jesus Cristo, que é a suprema revelação de ­Deus aos seres humanos. João 5:29 relata o seguinte testemunho do próprio Cristo: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim." Hebreus 1:1, 2 declara: "Havendo ­Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo." Cristo não apenas pregava a verdade; Ele era "a verdade" (Jo 14:6). Tão plenamente Cristo revelava o Pai, que pôde dizer: "Quem Me vê a Mim, vê o Pai" (Jo 14:9; veja também 12:45). Em realidade, "temos apenas uma fotografia perfeita de ­Deus, e esta é ­Jesus Cristo" (Comentários de Ellen G. ­White em Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 906).
Diante das várias formas de revelação divina, surge a indagação: Como podemos conhecer a vontade de ­Deus para a nossa própria vida, diante das diferentes opções que vão surgindo em nosso caminho?

Como conhecer a vontade de Deus

Muitos cristãos hoje buscam na expressão "porque a letra mata, mas o espírito vivifica" (2Co 3:6) um endosso para o seu profetismo místico. Desta forma, uma suposta voz do Espírito Santo falando à mente humana se transforma em substituo às Escrituras. É certo que a simples "letra" da Lei, sem o poder santificador do Espírito Santo, não passa de mero formalismo legalístico. Mas somos advertidos pelo próprio Cristo: "Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos Céus."

Ellen G. White, em Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 512, apresenta algumas orientações muito elucidativas de como descobrir a vontade de ­Deus para nossa vida. Ela diz: "Há três modos pelos quais o Senhor revela Sua vontade a nós, para guiar-nos e capacitar-nos a conduzir outros. Como poderemos diferenciar Sua voz daquela do estranho? Como podemos distingui-la da voz do falso pastor? ­Deus nos manifesta Sua vontade [1] através das Santas Escrituras. Sua voz revela-se também [2] em Suas providenciais atuações; e nós a distinguiremos, se dEle não nos afastarmos, andando em nossos próprios caminhos, agindo segundo nossa vontade, e seguindo os impulsos de um coração não santificado, até que a percepção se torne tão confusa que as coisas eternas deixem de ser discernidas, e a voz de Satanás seja tão distinta a ponto de ser aceita como se fosse a voz de Deus.

Outro modo pelo qual se ouve a voz do Senhor é [3] mediante os apelos de Seu Santo Espírito, produzindo no coração impressões que se desenvolverão no caráter. Se você está em dúvida quanto a qualquer ponto, consulte primeiro as Escrituras."

Portanto, para descobrirmos a vontade de ­Deus para a nossa vida, devemos buscar em primeiro lugar as Escrituras. Poderemos buscar alguma luz adicional sobre o assunto também nos escritos de Ellen G. White. Uma vez encontrando a resposta para a nossa indagação, não mais devemos buscar outras formas de "revelação" que discordem da revelação escrita. Caso, porém, a revelação escrita não aborde o assunto, podemos, então, orar pedindo que ­Deus intervenha de alguma forma no processo, ou mesmo que o Seu Espírito impressione nossa mente na direção correta. Questões que não transgridem um mandamento ou princípio divino podem ser consideradas assunto de consciência. Nestes casos, ­Deus nos concede o direito de escolha. Que Deus nos ajude para que nossa consciência esteja sempre sintonizada com a vontade de Deus!


 FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2009/frlic112009.html

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12月25日

Lição 13 - Expiação e Harmonia Universal (Hebreus 9; Apocalipse 20 e 21; Mateus 25)

Lição 13 - Expiação e Harmonia Universal (Hebreus 9; Apocalipse 20 e 21; Mateus 25)

 

Introdução: O que a Bíblia diz a respeito dos últimos capítulos da vida humana neste planeta pecaminoso? Para que futuro o serviço do santuário terrestre nos aponta? O que a Bíblia diz a respeito da conclusão daquilo que Jesus fez por nós, como Cordeiro sacrifical e como Sumo Sacerdote? Qual é o padrão para o julgamento final? Vamos mergulhar em nosso último estudo sobre este assunto e descobrir!

 

I.  O Final do Santuário

 

A.  Leia Hebreus 9:24-28. Depois que Jesus terminar Sua obra no santuário celestial, o que vai fazer em seguida? (Ele "aparecerá segunda vez", ou seja, voltará à terra.)

 

1.  Como esta segunda vinda de Jesus é diferente da primeira? (Desta vez Ele não vem para suportar nossos pecados por nós, Ele vem para nos resgatar. Está vindo para nos trazer a salvação.)

 

2.  Jesus está trazendo salvação para todos? (Não. Somente para aqueles que estão aguardando por Ele.)

 

B.  Leia Apocalipse 20:11-14. O que estamos vendo aqui? Este santuário está no céu? O santuário está descendo para a terra? (Leia Mateus 25:31-33. A mediação de Jesus no céu como nosso Sumo Sacerdote terminou. Este é o retorno à terra do qual fala Hebreus 9:28. Jesus, assentado no trono do juízo (João 5:22-23), retorna à terra como nosso Rei e nosso Juiz. O santuário celestial está de mudança em direção ao nosso planeta!)

 

1.  Vamos dar mais uma olhada em Apocalipse 20:11-14. Hebreus nos diz que Jesus estava vindo para trazer salvação. Este texto não soa como salvação para mim. Como você explica este aparente conflito acerca do que Jesus está trazendo?

 

2.  Note que parece haver vários conjuntos de livros. Quantos livros existem aqui e quantos livros são dedicados à vida? (Parece haver dois grupos de livros. Um grupo tem vários livros. O outro tem apenas um. Lembre-se de que na semana passada terminamos nossa discussão com o "salário do pecado". As pessoas ganham a sua destruição. As ações dos ímpios são registrados no grupo dos múltiplos livros. Não sabemos quantos são. Porém, para os justos só existe um livro – não um livro de ações, mas simplesmente um livro registrando seus nomes.)

 

a.  O que é destruído no juízo final? (A morte e o Hades [ou inferno]. Existe um término final para a morte, o inferno e os ímpios.)

 

C.  Leia Apocalipse 20:15. Que tipo de julgamento acontece com relação àqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida? (Parece que o "julgamento" para eles é simplesmente se o nome aparece ou não [no livro].)

 

1.  Como pode ser isso? Por que os justos simplesmente tem o seu nome registrado? (A mediação de nosso Sumo Sacerdote no céu teve como resultado os nossos pecados serem cobertos pelo sangue de Jesus. Sua vida perfeita é a nossa vida perfeita. Não é necessário registrar os nossos atos, porque nossos atos não são a base para o julgamento. Somente o nome é necessário para aqueles que já passaram da morte para a vida (I João 3:14-15).)

 

a.  É seguro ser julgado pelas nossas ações? (Não. Estas são as pessoas que estão perdidas!)

 

D.  O prédio da Suprema Corte dos EUA é muito impressionante. Na época pré-terrorismo eu subi os vários degraus amplos na frente, passei pelas enormes colunas exteriores, e entrei no grande hall de entrada. Ali, dei meu nome a uma pessoa do lado de fora das grandes portas de bronze do tribunal. Eles confirmariam se meu nome estava na lista de membros e me levariam para assentar-me diante dos juízes. Ninguém me perguntava se eu era um advogado "bom o bastante" para me assentar na presença da Suprema Corte. Tudo o que eles queriam era o meu nome. Esta é a coisa mais próxima em minha experiência que se compare com a admissão no céu descrito em Apocalipse 20:15.)

 

E.  Uma leitura alternativa de Apocalipse 20:11-15 é que todos – os perdidos e os salvos – são julgados de acordo com o que fizeram. Conforme eles são julgados, os nomes dos justos são escritos no livro da vida. Você consegue encaixar esta leitura com sistema do santuário, que estivemos discutindo por todo este trimestre? Quando o pecador aparecia com o cordeiro no santuário, o perdão dos pecados dependia dos méritos relativos das ações daquela pessoa? Em caso afirmativo, então porque o cordeiro era morto, em vez da pessoa ser morta ou castigada? (A questão, naquela época, assim como agora, é a mesma: se você tem o Cordeiro.)

 

F.  Se o "julgamento" dos justos não é baseado nos seus atos mas somente se seus nomes estão escritos no livro da vida, com que base os nomes são escritos ali? Isto envolve algum tipo de julgamento? Vamos olhar alguns textos sobre isto.

 

1.  Leia Apocalipse 3:5 e Apocalipse 21:27. Estes textos sugerem que uma declaração simples faz com que o nosso nome seja escrito no livro da vida?

 

2.  Leia as palavras de nosso Senhor em Mateus 25:31-40. O que aconteceu com simplesmente ter os nossos nomes escritos no livro da vida? Isto não é claramente um julgamento baseado em obras?

 

a.  Onde, nos Dez Mandamentos, nos é dito alguma coisa como esta?

 

3.  Leia o que Jesus diz em Mateus 7:21-23. Como você explica este texto? Jesus diz que as palavras que não são suficientes para ter o teu nome escrito no livro da vida, mas então Jesus diz que essas grandes obras não tem valor algum!

 

4.  Leia as palavras de Jesus em Mateus 5:21-22. Não passamos de mal a pior? Agora, não apenas estamos sendo julgados por nossas obras, mas somos julgados pelo nosso processo mental! É tão difícil ter os nossos nomes escritos no livro da vida?

 

G.  Vamos voltar um pouco e revisar um ponto que estudamos repetidamente neste trimestre. Leia Romanos 6:1-4. Quando, no batismo, nós morremos para os nossos pecados através de Jesus, nosso nome foi escrito no Livro da Vida do Cordeiro.

 

H.  Leia Romanos 6:5-7 e Romanos 6:11-18. Amigo, vamos ver se as partes deste quebra-cabeças são colocadas em seus lugares. No serviço do santuário, nunca havia um julgamento com base nas ações do pecador. Tudo era baseado no cordeiro. Porém, ver o cordeiro morrer deveria mover o coração do pecador. Quanto mais deveriam ser os nossos corações movidos ao contemplarmos Jesus morrendo! Esta nova atitude é o novo eu, o antigo eu morreu. É por isso que em Mateus 5:21-22 Jesus diz que a ira (uma atitude) e não o assassinato (uma obra) é o novo padrão para o julgamento. É por isso que em Mateus 25:31-36 Jesus fala a respeito de um julgamento dos justos baseado em atos de bondade, e não em violações dos Dez Mandamentos. É por isso que em Mateus 7:21-23 Jesus diz que conhecê-Lo e não as boas obras, é a chave para o céu.

 

I.  Leia Mateus 22:36-40. A explicação de Jesus faz sentido agora? Os ímpios enfrentam um julgamento baseado em suas obras sob a lei – sua violação dos Dez Mandamentos. Nossos nomes estão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, com base em nossa aceitação do que Jesus fez por nós, em Seus atos de amor e sacrifício incríveis. Nossos nomes permanecem no livro da vida (veja Apocalipse 3:5 a respeito da possibilidade de ter nossos nomes apagados) quando vivemos nesta atitude de gratidão e amo pelo que Jesus tem feito por nós. Isto transforma as nossas atitudes com relação aos outros! I João 3:14 nos fala que este amor marca a nossa passagem da morte para a vida.)

 

J.  Você pode decidir hoje a começar a ser amável? (Não! Como você poderia apertar os dentes e decidir amar? Esta é uma "obra" impossível.)

 

1.  Se você pensa a respeito de Jesus e o amor não está acontecendo, você está simplesmente perdido? (Reveja cuidadosamente Romanos 8:1-17. O Espírito Santo é a chave para esta transformação de nossos corações. Ele é a chave para manter os nossos nomes escritos no livro da vida.)

 

II.  A Nova Terra

 

A.  Leia Apocalipse 21:1-3. Qual é o destino final do trono de Deus? (A Nova Jerusalém, o trono de Deus desce para a terra renovada. Deus e os seres humanos salvos agora vivem juntos.)

 

B.  Leia Apocalipse 21:4. O que é parte da "antiga ordem" e o que é a nova ordem das coisas? (Lágrimas, tristeza, choro são a nossa reação à dor da morte. Dor e morte, e todas as suas conseqüências não existirão sob a nova ordem.)

 

1.  Como tudo pode ser tão perfeito quando algumas pessoas entraram no céu não por porque tinham atos perfeitos, mas por que tinham os seus nomes escritos no livro da vida? Esses podem ser vizinhos perigosos? (Não. Uma atitude de amor é a chave para o livro da vida. Imagine viver em um lugar no qual todos te amam – todos tem em mente o melhor para você!)

 

C.  Leia Apocalipse 21:5-7. O que mias é parte da nova ordem para aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida? (Você pode beber continuamente da fonte da água da vida. Você vai herdar todas as coisas renovadas. Vai ter um relacionamento de pai e filho com Jesus!)

 

D.  Leia Apocalipse 21:8. Qual é a alternativa para este destino? Olhe esta lista. Por que Deus mencionaria a "covardia" como um pecado – o primeiro pecado da lista? Por que seria mencionado antes dos "depravados"? (O comentário Barnes Notes  sugere que estas são pessoas que tiveram medo de serem conhecidas como amigos de Deus em um mundo ímpio.)

 

E.  Amigo, você tem a coragem de ser batizado e ter o teu nome escrito no Livro da Vida do Cordeiro? Tem a coragem de confessar teus pecados a Deus e pedir ao Espírito santo que dirija a tua vida? Tem a coragem de desejar uma natureza de amor? Tem a coragem de seguir a Jesus? Se sim, eu te convido a dar estes passos e contemplar a recompensa que está à tua frente! Louvado seja Deus por esta oportunidade! Louvado seja por Sua maravilhosa graça e amor!

 

III.  Próxima Semana: Começaremos uma nova série intitulada "O Dom Profético"

 

Direito de Cópia de 2008, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.

 

Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços:

Inglês - http://www.gobible.org/study.php3

Português (trimestre atual) - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm  

Português (arquivo) - http://brucecameron.blogspot.com/

Francês - http://www.etudesbibliques.net/accueil.php

Espanhol -  http://www.tagnet.org/azenmarcha/leccion/cameron/

leccion_cam.html

Alemão - http://www.gobible.org/german

Indonésio - http://www.gobible.org/indonesian

Russo - http://holysite.narod.ru/ss.htm

Bósnio - http://www.adventisti-bih.com/bible.htm

 

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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2008.html

 

Tradução: Levi de Paula Tavares


FONTE: http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/licao13.htm

Lesson 13 - Atonement and Universal Harmony - (Hebrews 9, Revelation 20 & 21, Matthew 25)

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Lesson 13 - Atonement and Universal Harmony - (Hebrews 9, Revelation 20 & 21, Matthew 25)

Introduction: What does the Bible say about the last chapters of human life on this sinful planet? Where does the earthly sanctuary service point us for the future? What does the Bible say about the conclusion of what Jesus has done for us as both the sacrificial Lamb and the High Priest? What is the standard for our final judgment? Let's dive into our last study on this topic and find out!

  1. The Sanctuary's End

    1. Read Hebrews 9:24-28. After Jesus finishes His work in the heavenly sanctuary, what will He do? (He will "appear a second time," i.e.,return to earth.)

      1. How does this second coming of Jesus differ from the first? (This time He is not bearing our sin for us, He is coming to rescue us. He is coming to bring our salvation.)

      2. Is Jesus bringing salvation for everyone? (No. Just those who are waiting for Him.)

    2. Read Revelation 20:11-14. What are we seeing here? Is this the sanctuary in heaven? Is the sanctuary descending to earth? (Read Matthew 25:31-33. Jesus' mediation in heaven as our High Priest has ended. This is the return to earth spoken of in Hebrews 9:28. Jesus, on the judgment seat ( John 5:22-23), returns to earth as our King and our Judge. The sanctuary in heaven is on the move towards our planet!)

      1. Let's look again at Revelation 20:11-14. Hebrews told us that Jesus was coming to bring salvation. This does not sound like salvation to me. How do you explain this apparent conflict in what Jesus is bringing?

      2. Notice that there seem to be several sets of books. How many books are there, and how many books are devoted to life? (There seem to be two groups of books. One group has multiple books. The other has only one. Recall last week that we ended our discussion with the "wages of sin." People earn their destruction. The deeds of the wicked are recorded in the group of multiple books. We don't know how many. However, for the righteous there is just one book - not a book of deeds, but simply a book recording their names.)

        1. What is destroyed in this final judgment? (Death and Hell. There is a final end to death, Hell and the wicked.)

    3. Read Revelation 20:15. What type of judgment takes place with regard to those whose names are written in the book of life? (It appears that the "judgment" for them is simply whether or not their name appears.)

      1. How can that be? Why do the righteous simply have their names recorded? (The mediation of our High Priest in heaven has resulted in our sins being covered by Jesus' blood. His perfect life is our perfect life. There is no need to record our deeds because our deeds are not the basis for our judgment. Only the name is needed for those who have already passed from death to life ( 1 John 3:14-15).)

        1. Is it safe to be judged by our deeds? (No. Those are the people who are lost!)

    4. The U.S. Supreme Court building is very impressive. In pre-terrorist days, I walked up the many broad steps in front, through the huge outside columns, and into the grand entrance hall. There, I gave my name to a person just outside the big, bronze courtroom doors. They would confirm my name was on the list of members and I would be ushered to sit up front in the presence of the justices. No one asked me whether I was a "good enough" lawyer to sit in the presence of the Supreme Court. All they looked for was my name. This is the closest thing in my experience to the Revelation 20:15 admission to heaven.)

    5. An alternate reading of Revelation 20:11-15 is that everyone - the lost and the saved - are judged according to what they have done. As they are being judged the names of the righteous are written in the book of life. Can you square that reading with the sanctuary system we have been discussing all quarter? When the sinner appeared with the lamb at the sanctuary, did the forgiveness of sins depend on the relative merits of the person's deeds? If so, why did the lamb get killed as opposed to the person being killed or punished? (The question then and now is the same: whether you have the Lamb.)

    6. If the "judgment" of the righteous is not based on their deeds, but only on whether their names are in the book of life, on what basis is your name written? Does that involve some sort of judgment? Let's look at a few texts on this.

      1. Read Revelation 3:5 and Revelation 21:27. Do these texts suggest that a simple declaration gets our name written in the book of life?

      2. Read the words of our Lord in Matthew 25:31-40. What happened to just having our names written in the book of life? Isn't this clearly a judgment based on works?

        1. Where, in the Ten Commandments, are we told about anything like this?

      3. Read what Jesus says in Matthew 7:21-23. How do you explain this text? Jesus says words are not enough to have your name written in the book of life, but then Jesus says these great works accounted for nothing!

      4. Read Jesus' words in Matthew 5:21-22. Have we not gone from bad to worse? Now we not only get judged on our works we get judged on our mental process! Is it so hard to get our names written in the book of life?

    7. Let's go back and revisit a point we have studied repeatedly this quarter. Read Romans 6:1-4. When, in baptism, we died for our sins through Jesus, our name was written in the Lamb's Book of Life.

    8. Read Romans 6:5-7 and Romans 6:11-18. Friend, let's see if the parts of the puzzle can now fall into place. In the sanctuary service, there never was a judgment based on the deeds of the sinner. Everything was based on the lamb. But, seeing that lamb die must have moved the heart of the sinner. How much more should seeing Jesus die for us move our hearts! This new attitude is the new self, the old self has died. This is why in Matthew 5:21-22, Jesus tells us that anger (an attitude), not murder (a work) is the new standard for judgment. This is why in Matthew 25:31-36 Jesus talks about a judgment of the righteous based on acts of kindness, not violations of the Ten Commandments. This is why in Matthew 7:21-23 Jesus says that knowing Him, not good deeds, is the key to heaven.

    9. Read Matthew 22:36-40. Does Jesus' explanation now make sense? The wicked face a judgment based on their works under the law - their violation of the Ten Commandments. Our names are written in the Lamb's Book of Life based on our acceptance of what Jesus has done for us in His works of unbelievable love and sacrifice. Our names remain in the book of life (see Revelation 3:5 about the possibility of having your name blotted out) when we live in this attitude of gratitude and love for what Jesus has done for us. That transforms our attitude towards others! 1 John 3:14 tells us this love marks our passage from death to life.)

    10. Can you decide today to start being loving? (No! How could you ever grit your teeth and love? This is an impossible "work.")

      1. If you think about Jesus, and the love is not happening, are you just lost? (Carefully review Romans 8:1-17. The Holy Spirit is the key to this transformation of our hearts. It is the key to keeping our names written in the book of life.)

  2. The New Earth

    1. Read Revelation 21:1-3. What is the final destination of God's throne? (The New Jerusalem, the throne of God come down to the earth made new. God and saved humans now live together.)

    2. Read Revelation 21:4. What is part of the "old order" and what is the new order of things? (Tears, crying and mourning are our reaction to pain and death. Pain and death, and all that flows from them is gone under the new order.)

      1. How can everything be so perfect when some people entered heaven not because they had perfect deeds, but because they had their name written in the book of life? Might these be dangerous neighbors? (No. An attitude of love is the key to the book of life. Imagine living in a place where everyone loved you - everyone had your best interests in mind!)

    3. Read Revelation 21:5-7. What else is a part of the new order for those whose names are written in the book of life? (You can continually drink from the spring of the water of life. You inherit all things new. You have a father-son relationship with Jesus!)

    4. Read Revelation 21:8. What is the alternative destination? Look at this list. Why would God mention being "cowardly" as a sin - the first sin, even? Why would it be mentioned before those who are "vile?") (Barnes Notes suggests these are the people who were afraid to be known as friends of God in a wicked world.)

    5. Friend, do you have the courage to be baptized and have your name written in the Lamb's Book of Life? Do you have the courage to confess your sins to God and ask the Holy Spirit to lead your life? Do you have the courage to desire a loving nature? Do you have the courage to follow Jesus? If so, I invite you to take that step and contemplate the reward which lies ahead of you! Praise God for this great opportunity? Praise Him for His amazing grace and love!

  3. Next week: We begin a new series entitled "The Prophetic Gift."

FONTE: http://www.gobible.org/study/

Étude 13 - Réconciliation et harmonie universelle (Hébreux 9, Apocalypse 20 & 21, Matthieu 25)

Étude 13 - Réconciliation et harmonie universelle (Hébreux 9, Apocalypse 20 & 21, Matthieu 25)

 

Thème : La réconciliation et la croix du Christ

 

Copyright © 2008, Bruce N. Cameron, J.D. Toutes les références bibliques se réfèrent à la version Nouvelle Bible Second (NBS), 2002, sauf indication contraire. Des réponses suggérées sont placées entre parenthèses. Cette étude est publiée sur Internet à l'adresse http://www.etudesbibliques.net.

 

Introduction : Que dit la Bible au sujet des derniers chapitres de la vie humaine sur cette planète empreinte de péché ? Selon le service du sanctuaire terrestre, que ferons-nous ensuite ? Que dit la Bible sur la conclusion de ce que Jésus a fait pour nous, tant comme Agneau sacrificiel que comme grand Prêtre ? Quelle est la norme en vigueur pour notre jugement final ? Entamons notre dernière étude sur le sujet et découvrons !

 

I.         La fin du sanctuaire

 

1.      Lisez Hébreux 9:24-28. Que fera Jésus lorsqu'il aura fini son travail dans le sanctuaire céleste ? (Il va "apparaître une seconde fois", c'est-à-dire il va revenir sur la terre.)

 

a.        En quoi cette seconde venue diffère-t-elle de la première ? (Cette fois, il ne viendra pas porter notre péché, il viendra nous sauver. Il viendra nous apporter le salut.)

b.        Jésus apportera-t-il le salut à tous ? (Non. Seulement à ceux qui l'attendent.)

2.      Lisez Apocalypse 20:11-14. Que voyons-nous ici ? S'agit-il du sanctuaire qui est dans le ciel ? Le sanctuaire descend-il sur la terre ? (Lisez Matthieu 25:31-33. La médiation de Jésus dans le ciel en tant que notre grand Prêtre est terminée. Il s'agit du retour sur la terre dont il est fait mention dans Hébreux 9:28. Jésus, sur le trône du Juge (Jean 5:22-23), revient sur la terre comme notre Roi et notre Juge. Le sanctuaire céleste est en route vers notre planète !)

 

a.        Lisons à nouveau Apocalypse 20:11-14. Le texte d'Hébreux nous dit que Jésus vient nous apporter le salut. Cela ne ressemble pas à un salut à mes yeux. Comment expliquez-vous cette contradiction apparente sur ce que Jésus apportera ?

 

b.        Notez qu'il semble y avoir plusieurs séries de livres. De combien de livres est-il question et combien d'entre eux sont consacrés à la vie ? (Il semble y avoir deux groupes de livres. Un groupe contient plusieurs livres. L'autre n'en contient qu'un seul. Rappelez-vous que la semaine passée nous avons terminé notre discussion avec le "salaire du péché". Les gens ont gagné leur destruction comme salaire. Il est fait mention des actions des méchants dans le groupe qui contient plusieurs livres. Nous ne savons pas combien. Cependant, pour les justes il n'y a qu'un seul livre - qui n'est pas un livre qui répertorie leurs actions, mais simplement un livre qui enregistre leur nom.)

i.        Qu'est-ce qui sera détruit lors de ce jugement final ? (La mort et le séjour des morts. Il y a une fin ultime à la mort, au séjour des morts et aux méchants.)

3.      Lisez Apocalypse 20:15. Quel type de jugement a lieu pour ceux dont le nom est inscrit dans le livre de la vie ? (Il semble que le "jugement" en ce qui les concerne se limite à savoir si leur nom apparaît ou non.)

 

a.        Comment cela peut-il être ? Pourquoi les justes ont-ils simplement leur nom inscrit ? (Le résultat de la médiation de notre grand Prêtre dans le ciel est que nos péchés sont couverts par le sang de Jésus. Sa vie parfaite est notre vie parfaite. Il n'y a pas besoin d'inscrire nos actions parce que celles-ci ne sont pas la base de notre jugement. Seul le nom est nécessaire pour ceux qui sont déjà passés de la mort à la vie (voir 1 Jean 3:14-15).)

 

i.        Est-il plus sûr d'être jugés selon nos actions ? (Non. Il est question des gens qui sont perdus !)

 

4.      Le bâtiment de la Cour suprême des États-Unis d'Amérique est très impressionnant. Avant les évènements terroristes que nous connaissons, j'ai eu l'occasion de monter les larges marches d'escalier devant le bâtiment, au milieu des immenses colonnes, et d'entrer dans le grand hall d'entrée. Là, j'ai donné mon nom à une personne qui se trouvait juste devant les grandes portes de bronze des salles de tribunal. Ils devaient confirmer que mon nom était sur la liste des membres pour ensuite me conduire à ma place devant les juges. Personne ne m'a demandé si j'étais un "assez bon" avocat pour siéger en présence de la Cour suprême. La seule chose qu'ils ont vérifiée était mon nom. De mon expérience, il s'agit là de ce qui se rapproche le plus de l'admission au ciel décrite dans Apocalypse 20:15.)

 

5.      Une lecture alternative d'Apocalypse 20:11-15 est que tout le monde - les perdus et les sauvés - est jugé selon ses actions. Au fur et à mesure qu'ils sont jugés, le nom des justes est inscrit dans le livre de la vie. Pouvez-vous faire correspondre cette lecture avec le système du sanctuaire que nous avons discuté tout au long de cette série d'études ? Quand le pécheur arrive au sanctuaire avec l'agneau, est-ce que le pardon de ses péchés dépend des mérites relatifs aux actions de cette personne ? Si tel est le cas, pourquoi l'agneau est-il tué alors que la personne elle-même n'est ni tuée ni punie ? (La question est la même alors et maintenant : selon si vous avez l'Agneau.)

6.      Si le "jugement" des justes n'est pas basé sur leurs actions, mais uniquement sur le fait que leur nom est présent dans le livre de la vie, sur quelle base est inscrit votre nom ? Cela implique-t-il une quelconque sorte de jugement ? Lisons quelques textes à ce propos.

a.        Lisez Apocalypse 3:5 et Apocalypse 21:27. Ces textes suggèrent-ils qu'une simple déclaration permet à notre nom d'être inscrit dans le livre de la vie ?

 

b.        Lisez les paroles de notre Seigneur dans Matthieu 25:31-40. Qu'est-il arrivé à l'idée de simplement avoir notre nom inscrit dans le livre de la vie ? Ne s'agit-il pas ici clairement d'un jugement basé sur nos actions ?

 

i.        Où dans les Dix Commandements est-il question de quelque chose de semblable ?

c.        Lisez ce que dit Jésus dans Matthieu 7:21-23. Comment expliquez-vous ce texte ? D'un côté Jésus dit que les discours ne suffisent pas pour avoir notre nom inscrit dans le livre de la vie et d'un autre côté Jésus dit que ces grandes actions ne comptent pour rien !

d.        Lisez les paroles de Jésus dans Matthieu 5:21-22. Ne sommes-nous pas passés du mauvais au pire ? Maintenant nous ne sommes pas uniquement jugés selon nos actions, mais également selon notre processus mental ! Est-il si difficile d'avoir notre nom inscrit dans le livre de la vie ?

 

7.      Revenons en arrière et revoyons un point que nous avons étudié à plusieurs reprises au cours de cette série d'études. Lisez Romains 6:1-4. Lorsque, dans le baptême, nous sommes morts pour nos péchés au travers de Jésus, notre nom a été inscrit dans le livre de la vie de l'Agneau.

 

8.      Lisez Romains 6:5-7 et Romains 6:11-18. Cher ami, voyons maintenant si les pièces du puzzle peuvent s'assembler. Dans le service du sanctuaire il n'y a jamais eu de jugement basé sur les actions du pécheur. Tout était basé sur l'agneau. Mais le fait de voir cet agneau mourir doit avoir ému le cœur du pécheur. Combien plus le fait de voir Jésus mourir pour nous doit émouvoir notre cœur ! Cette nouvelle attitude est le nouveau moi, l'ancien moi est mort. C'est la raison pour laquelle dans Matthieu 5:21-22 Jésus nous dit que la colère (une attitude) et non le fait de ne pas tuer (une action) est la nouvelle norme pour le jugement. C'est la raison pour laquelle dans Matthieu 25:31-36 Jésus parle du jugement des justes basé sur des actes de bonté et non de la violation des Dix Commandements. C'est la raison pour laquelle dans Matthieu 7:21-23 Jésus dit que le fait de le connaître, et non les bonnes actions, est la clé pour le ciel.

9.      Lisez Matthieu 22:36-40. L'explication de Jésus a-t-elle maintenant du sens ? Les méchants seront jugés sur la base de leurs actions sous la loi - leur violation des Dix Commandements. Notre nom est inscrit dans le livre de la vie de l'Agneau sur la base de notre acceptation de ce que Jésus a fait pour nous dans ses actions d'amour et de sacrifice incroyables. Notre nom reste dans le livre de la vie (voir Apocalypse 3:5 au sujet de la possibilité d'avoir notre nom effacé) lorsque nous vivons selon cette attitude de gratitude et d'amour pour ce que Jésus a fait pour nous. Cela transforme notre attitude vis-à-vis des autres ! 1 Jean 3:14 nous dit que cet amour marque le passage de la mort à la vie.)

10.  Pouvez-vous décider aujourd'hui de commencer à aimer ? (Non ! Comment pourriez-vous serrer les dents et aimer ? Il s'agit là d'une "action" impossible.)

 

a.        Si vous pensez à Jésus et que l'amour n'arrive pas, êtes-vous simplement perdu ? (Relisez attentivement Romains 8:1-17. L'Esprit saint est la clé de cette transformation de notre cœur. Il est la clé pour garder notre nom inscrit dans le livre de la vie.)

 

II.       La nouvelle terre

1.      Lisez Apocalypse 21:1-3. Quelle est la destination finale du trône de Dieu ? (La Jérusalem nouvelle, le trône de Dieu descend vers la terre nouvelle. Dieu et les humains sauvés vivent maintenant ensemble.)

2.      Lisez Apocalypse 21:4. Qu'est-ce qui fait partie des "premières choses" et quelles sont les nouvelles ? (Les larmes, les cris et le deuil sont notre réaction à la souffrance et à la mort. La souffrance et la mort ainsi que tout ce qui en découle n'existent plus.)

 

a.        Comment tout peut-il être si parfait alors que certaines personnes seront entrées dans le ciel non pas grâce à des actions parfaites, mais parce qu'elles avaient leur nom inscrit dans le livre de la vie ? Pourraient-ils être de dangereux voisins ? (Non. Une attitude d'amour est la clé vers le livre de la vie. Imaginez-vous vivre quelque part où tout le monde vous aime - tout le monde a vos meilleurs intérêts à l'esprit !)

 

3.      Lisez Apocalypse 21:5-7. Quoi d'autre fait partie des choses nouvelles pour ceux dont le nom est inscrit dans le livre de la vie ? (Vous pouvez continuellement boire à la source de l'eau de la vie. Vous héritez toutes choses nouvelles. Vous avez une relation père-fils avec Jésus !)

4.      Lisez Apocalypse 21:8. Quelle est la destination alternative ? Regardez cette liste. Pourquoi Dieu mentionne-t-il la lâcheté comme un péché - et même le premier qu'il cite ? Pourquoi mentionner les lâches avant les "abominables" ? (Le commentaire biblique Barnes Notes suggère que les lâches sont ceux qui ont peur d'être reconnus comme amis de Dieu dans un monde mauvais.)

5.      Cher ami, avez-vous le courage de vous faire baptiser et d'avoir votre nom inscrit dans le Livre de la Vie de l'Agneau ? Avez-vous le courage de confesser vos péchés à Dieu et de demander à l'Esprit saint de diriger votre vie ? Avez-vous le courage de désirer une nature aimante ? Avez-vous le courage de suivre Jésus ? Si tel est le cas, je vous invite à entreprendre cette démarche et à contempler la récompense qui se trouve au-devant de vous ! Louez Dieu pour cette formidable opportunité ! Louez-le pour sa grâce et son amour incroyables !

 

III.    La semaine prochaine : Nous commencerons une nouvelle série d'études sur le thème "Le don de prophétie".

 

FONTE: http://www.etudesbibliques.net/index.php?option=com_content&view=article&id=375:etude-13-reconciliation-et-harmonie-universelle-hebreux-9-apocalypse-20-a-21-matthieu-25&catid=62:reconciliation&Itemid=18

Урок 13. Искупление и вселенская гармония - (Евр. 9; Откр. 20 и 21; Мф. 25)

Урок 13. Искупление и вселенская гармония - (Евр. 9; Откр. 20 и 21; Мф. 25)

           

Copr. 2008, Bruce N. Cameron, J.D.— Комментарий доктора юридических наук Брюса Н. Камерона.

Все библейские цитаты приводятся по Синодальному тексту (современная редакция), если не указан другой источник. В скобках даются возможные ответы. Если вам не пришел комментарий к уроку по электронной почте, вы cможете найти его по ссылке http://www.adventist.kz/ss

 

Введение: Что говорит Библия о последних главах жизни человечества на этой грешной планете? Как служение в земном святилище указывает нам на будущее? Что говорит Библия о том, что сделал Иисус для нас как жертвенный Агнец и Первосвященник? Каковы стандарты для нашего окончательного суда? Давайте углубимся в изучение последнего урока по этой теме и найдем ответы на эти вопросы!

 

I.                   Конец святилища

1.      Прочитайте Евр. 9:24—28. Что будет делать Христос после окончания работы в небесном святилище? (Он «во второй раз явится», то есть, возвратится на землю).

а)      В чем второе пришествие Христа отличается от первого? (На этот раз он не берет на Себя наши грехи, Он придет спасти нас. Он придет, чтобы принести нам спасение).

б)      Иисус принесет спасение всем? (Нет, только тем, кто ожидает Его).

2.      Прочитайте Откр. 20:11—14. Что мы здесь видим? Это святилище на небе? Святилище спускается на землю? (Прочитайте Мф. 25:31—33. Служение Иисуса как нашего Первосвященника на небе закончилось. Это Его возвращение на землю, о котором говорится в Евр. 9:28. Иисус на престоле Судии (Ин. 5:22—23) возвращается на землю как наш Царь и наш Судия. Небесное святилище приближается к земле!)

а)      Давайте еще раз просмотрим Откр. 20:11—14. В послании к Евреям говорилось, что Иисус возвращается, чтобы дать нам спасение. А эти тексты совсем не напоминают о спасении. Как вы объясните это очевидное противоречие? Что же несет с Собою Иисус?

б)      Обратите внимание, что в текстах говорится о нескольких книгах. Сколько книг указано? Сколько книг, связанных с жизнью? (Похоже, говорится о двух группах книг. В одной группе много книг. В другой только одна. Помните, на прошлой неделе мы закончили обсуждение вопросом о «плате за грех». Люди заработали свое уничтожение. Дела нечестивых записаны в группу этого множества книг. Не знаем, сколько их. Тем не менее, для праведных есть только одна книга. Не книга дел, а книга с записями имен праведных).

1)      Что разрушается на этом последнем суде? (Смерть и ад. Приходит конец смерти, аду и нечестивым).

3.      Прочитайте Откр. 20:15. Какой суд происходит по отношению к тем, чьи имена записаны в книгу жизни? (Получается, что для них «суд» заключается в том, чтобы их имена были записаны в книгу жизни).

а)      Как такое может быть? Почему праведным необходимо только запись в книге жизни? (В результате служения нашего Первосвященника Иисуса Христа Его кровь покрывает наши грехи. Нет необходимости записывать наши дела, потому что не они являются основанием для нашего суда. Необходимо только имя тех, кто перешел из смерти в жизнь (1 Ин. 3:14—15)).

1)      Нормально ли быть судимым по делам? (Нет. По делам будут судить погибших!)

4.      Людей впечатляет здание Верховного суда США. Как-то, еще до террористического акта, я поднимался по многочисленным ступеням, проходил мимо торжественных колонн в огромный холл. Там я назвал свое имя человеку, стоящему у больших бронзовых дверей зала заседаний. Найдя мое имя в списке приглашенных, он пропустил меня в зал. Никто не спросил меня, являюсь ли я хорошим адвокатом, чтобы сидеть в присутствии членов Верховного суда. Им всего нужно было мое имя. Вот такой у меня опыт практического применения текста Откр. 20:15 относительно тех, кто будет допущен на небо).

5.      Есть такое понимание текстов Откр. 20:11—15: каждый – и погибший, и спасенный – будет судим по своим делам. И на этом суде имена праведных будут записаны в книгу жизни. Можете ли вы совместить такое понимание с изученной нами в этом квартале системой служения в святилище? Когда грешник приходил с ягненком ко святилищу, зависело ли прощение грехов от личных заслуг конкретного человека? Если так, то почему убивали ягненка, а не наказывали грешника? (И тогда и теперь – ответ один: есть ли у тебя Агнец).

6.      Если «суд» над праведными не основан на их делах, но только на записи в книге жизни, на каком основании вписывается имя в эту книгу? Необходим ли для этого какой-то суд? Давайте рассмотрим несколько текстов.

а)      Прочитайте Откр. 3:5 и Откр. 21:27. Предполагают ли эти тексты, что наши имена записываются в книгу жизни просто на основании этих утверждений?

б)      Прочитайте слова нашего Господа, записанные в Мф. 25:31—40. Что происходит с именами, записанными в книгу жизни? Разве это не суд, основанный на делах?

1)      Где в Десяти заповедях говорится о подобном?

в)      Прочитайте, что говорит Иисус в Мф. 7:21—23. Как вы объясните этот текст? Иисус говорит, что слов недостаточно, чтобы ваше имя было записано в книгу жизни, но далее Иисус утверждает, что даже великие дела ничего не стоят!

г)       Прочитайте слова Христа в Мф. 5:21—22. Чем дальше, тем сложнее. Оказывается, нас не только судят по нашим делам, но и по нашим помышлениям! Неужели так сложно быть записанным в книгу жизни?

7.      Давайте вернемся к тому, что неоднократно обсуждали в течение этого квартала. Прочитайте Рим. 6:1—4. Когда при крещении мы умираем посредством Иисуса Христа за наши грехи, наши имена записываются в Книгу Жизни Агнца.

8.      Прочитайте Рим. 6:5—7 и Рим. 6:11—18. Друзья, давайте попробуем теперь сложить все вместе. В служении в святилище никогда не совершался суд над грешником, основанный на делах. Имел значение только агнец. Сердце грешника было исполнено покаяния, видя смерть агнца. Насколько больше должны изменяться наши сердца, когда мы видим, что Иисус умер за наши грехи! Эти изменения заключаются в том, что теперь все новое, а старое умерло. Вот почему в Мф. 5:21—22 Иисус говорит, что гнев (отношение), а не убийство (поступок) является новым стандартом для суда. Вот почему в Мф. 25:31—36 Иисус говорит о суде над праведными, основанном на добрых делах, а не на нарушении Десяти заповедей. Вот почему в Мф. 7:21—23 Иисус говорит, что доступ на небо открыт не добрыми делами, доступ открыт для тех, кто знает Его.

9.      Прочитайте Мф. 22:36—40. А как теперь понимать объяснение Иисуса? Нечестивых ожидает суд на основании их дел под законом – вследствие нарушения ими Десяти заповедей. Наши имена записаны в Книге Жизни у Агнца вследствие нашего принятия того, что Иисус сделал для нас, творя дела безграничной любви и жертвы. Наши имена остаются в книге жизни (см. Откр. 3:5 о возможности изглаживания нашего имени из книги), когда мы живем в любви и благодарности Иисусу за все, что Он для нас сделал. Это меняет наше отношение к другим! Текст 1 Ин. 3:14 говорит, что эта любовь делает возможным переход от смерти к жизни).

10.  Вы можете прямо сейчас решить начать любить? (Нет! Как можно любить стиснув зубы? Это невозможная «работа» ).

а)      Если вы размышляете об Иисусе, а любви не прибавляется, вы погибли? (Внимательно просмотрите текст Рим. 8:1—17. Святой Дух является ключом к преобразованию нашего сердца. Это ключ к сохранению вашего имени в книге жизни).

 

II.                Новая земля

1.      Прочитайте Откр. 21:1—3. Куда опустится небесный престол? (В Новый Иерусалим. Престол Божий будет находиться на обновленной земле. Бог и спасенное человечество будут теперь обитать вместе).

2.      Прочитайте Откр. 21:4. Что относится к старому, а что к новому? (Слезы, плач и вопли являются реакцией на боль и смерть. Боль и смерть, и все, что вытекает из этого, исчезнет при новом порядке вещей).

а)      Как все может быть совершенным, когда некоторые люди оказались на небе не в результате своих совершенных дел, но потому, что их имена были записаны в книгу жизни? Могут такие люди быть опасными? (Нет. Любовь является ключом к книге жизни. Представьте только, что вы живете в местности, где все вас любят и делает все самое лучшее в ваших интересах!)

3.      Прочитайте Откр. 21:5—7. Что еще является частью нового для тех, чьи имена записаны в книгу жизни? (Вы можете постоянно пить из источника жизни. Вы заново наследуете все. Вы строите отношения отца-сына с Иисусом Христом).

4.      Прочитайте Откр. 21:8. Какая участь ожидает остальных? Обратите внимание на этот перечень. Почему Бог «боязливость» считает грехом, причем ставит его на первое место? Почему Он его ставит перед «неверностью»? (Комментарий Barnes Notes предполагает, что боязливые – это люди, которые боялись, что их признают за друзей Иисуса в нечестивом мире).

5.      Дорогой друг, есть ли у тебя мужество, чтобы креститься, чтобы твое имя было записано в Книге Жизни у Агнца? Есть ли у тебя мужество признать свои грехи перед Богом и просить Святого Духа вести тебя по жизни? Есть ли у тебя мужество любить? Есть ли у тебя мужество следовать за Христом? Если так, я приглашаю тебя сделать этот шаг и наслаждаться наградой, ожидающей тебя! Слава Богу за эту прекрасную возможность! Хвала Ему за Его удивительную милость и любовь!

 

V. На следующей неделе мы начинаем изучение нового пособия: «Дар пророчества в Священном Писании».

                               Перевод Аллы Бурлай, allaburlay@yahoo.com

 

FONTE: http://www.adventist.kz/ss/