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日志


2月29日

Neumoel Stina - A proposta divina de vida

A VOZ DA PROFECIA


A Voz é Nossa, Mas a Palavra é de Deus!

 

Escute o Pr. Neumoel Stina abordar o tema, A proposta divina de vida

 

Música - Arautos do Rei "O Amor do Calvário" (Greg Nelson - Phill Mchugh, trad. Marilisa Mota - Josué de Castro, arr. Costa Jr.)

Duração: 12:08 minutos

Para ouvir, é só clicar no ícone acima, mas pra isso você precisa ter em seu computador o programa Real Player. Faça o download aqui! (Versão Gratuita)


Após escutar o Pr. Neumoel Stina, se desejar entre em contato com a Voz da Profecia e peça o curso bíblico "Encontro com a Vida".

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A Voz da Profecia
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12300-970 - Jacareí - SP.

PABX: 12 2127 3000 - Email: vp@sisac.org.br


Se desejar uma cópia do sermão, o mesmo se encontra abaixo.


A Proposta Divina de Vida

Na Bíblia encontramos a mais trágica de todas as conseqüências do pecado: "Porque o salário do pecado é a morte." Que tristeza seria se esta fosse a única declaração que a Bíblia traz sobre o assunto.

Felizmente não é assim. Paulo então conclui: "mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor" Romanos 6:23.

Há um conforto no coração do homem com esta mensagem. Nós fomos feitos para a vida. E não aceitamos a morte.

Todas as vezes que vamos a um cemitério sepultar um amigo, uma criança, ou alguém da família, despertam-se em nós os piores sentimentos. Isto acontece porque dentro de cada um de nós, existe uma vontade muito forte de viver. A divindade possuía um plano de salvação, mesmo antes do pecado.

Desta maneira, quando Adão e Eva pecaram, Deus vetou-lhes o acesso à árvore da vida, mas abriu-lhes um caminho de esperança e salvação. Naquele mesmo dia, Deus prometeu-lhes que viria alguém nascido de mulher para pagar o alto preço que o pecado exigia: a morte.

Quando falamos em morte, não nos referimos a simples morte física. Fazemos referência ao fato em si e sobre tudo o que isso representa: a pior e mais amarga de todas as separações.

A condição humana após o pecado era viver uma existência sujeita a todos os transtornos que o pecado trouxe: dor, sofrimento, angústia, injustiça, dissensões e depois, morrer, sem ter nenhuma esperança de algo superior. Esta seria a história se não fosse a proposta divina.

O desejo de vida no homem é tão forte que a maioria das pessoas acredita no prolongamento da vida após a morte. Surgiram várias teorias que defendem o fato de o ser humano possuir uma alma imortal.

A primeira mentira proferida por Satanás continua igual, ainda engana milhões de pessoas da mesma forma como Eva foi enganada.

No entanto, não é isso que a Palavra de Deus nos ensina. O triste fato é que tendo escolhido o pecado, o homem tornou-se mortal.

Por outro lado, o amor de Deus não poderia permitir que a humanidade ficasse escrava do pecado para sempre. Para isso alguém precisaria pagar o preço do pecado. É aí que entra a proposta divina.

A Bíblia nos diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nEle não é condenado, mas quem não crê, já está condenado; porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus." João 3:16 a 18.

O amor de Deus é algo tão maravilhoso e extraordinário que só poderá ser compreendido plenamente na eternidade.

Passaram-se milhares de anos desde o momento em que Deus foi ao Jardim do Éden na tarde daquele dia e então sua voz soou: "Adão, onde estás?" Gênesis 3:9.

Nesta procura divina vemos o resumo do Evangelho. O homem pecou e se escondeu de Deus. O Senhor no entanto, foi em busca daqueles que se haviam perdido.

Ao nascer Jesus neste mundo, segundo a primeira promessa de Gênesis 3:15, Deus veio em pessoa se aproximar da humanidade pecadora. Aqui viveu Jesus identificado com as coisas dos homens.

Cresceu, trabalhou, sofreu. Conheceu as dificuldades e problemas que todos nós enfrentamos. Suportou provas e tentações. Mas resistiu a tudo e a todas as coisas, e não foi achado nEle pecado algum.

Em seu ministério de 3 anos e meio, Jesus se identificou com os pobres, miseráveis e sofredores deste mundo. Dedicou seu tempo aliviando a carga daqueles que padeciam as tristes conseqüências do pecado.

Ao findar Sua missão, Jesus enfrentou a morte. Morte é separação. Eternamente em companhia de Deus o Pai e de Deus, o Espírito Santo, Jesus temeu não suportar a dor horrível da separação. Na noite de Sua extrema agonia, Ele orou: "Pai, se possível passa de mim este cálice, todavia não seja como eu quero, mas como Tu queres." Mateus 26:39.

Jesus foi condenado e crucificado. Por Sua vida justa, Jesus adquiriu o direito de pagar o preço que o pecado impôs. Com Sua morte, derramando seu sangue inocente, Jesus pagou o preço requerido pelo pecado de Adão e Eva.

No momento de Sua morte, Jesus assumiu a culpa de todos os pecados que haviam sido cometidos e a culpa de todos os pecados que haveriam de ser praticados ainda.

Como Jesus é plenamente Deus e tornou-se plenamente homem, Ele era o único que poderia morrer e tornar a viver por Seu próprio poder. Lemos em João 10: 17 e 18: "Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém a tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para dar e poder para tornar a tomá-la".

Quando Jesus ressuscitou, obteve a confirmação de que seu sacrifício havia sido aceito para pagar o preço do pecado, e tornou-se o Salvador da humanidade. Ele subiu ao céu e o Espírito Santo veio para atuar no coração dos homens a fim de que estes aceitem a proposta de vida que Deus lhes está fazendo.

Deus está propondo a vida eterna a todos quantos desejarem. É uma oferta para todos, é para você e para mim. Não importa nossa cor, raça, religião ou profissão. Se somos ricos ou pobres.

O que Ele quer é que aceitemos esta proposta de vida. Simplesmente aceitar. Deus fez tudo o que era necessário para que tivéssemos vida. Jesus pagou totalmente o preço que o pecado exigiu. Ele pode perfeitamente dar vida a todos os que aceitarem Sua oferta de amor.

Eu sinto em meu coração que a cruz do Calvário é a maior dádiva que recebemos de Deus.

Que amor maravilhoso. É impossível recusar a proposta do Senhor, e por outro lado sentirmos vontade de contar esta linda história - a história da Cruz.


A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação


 

FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7070

RNT - A VOLTA DE JESUS E O ARREBATAMENTO

A VOLTA DE JESUS E O ARREBATAMENTO

Gostaria de saber sobre a volta de Jesus e o arrebatamento. Em Apocalipse 1:7 creio eu que não se trata do arrebatamento da igreja, e sim da volta de Jesus para julgar as nações. E em Atos 1:11 .Como viram Cristo subir, sendo que nos 40 dias após a Sua ressurreição, nenhum incrédulo O viu.

Respondendo sua carta queremos dizer que em lugar algum da Bíblia a volta de Jesus para buscar os salvos é chamada de arrebatamento.

Nem há base bíblica para afirmar que se trata de algo secreto, invisível aos ímpios ou misterioso. Justamente os dois textos que você menciona afirmam a volta de Jesus em forma visível e corpórea.

Comecemos por Atos 1:11: “Do modo como O vistes subir.” Como os discípulos viram Cristo subir? Com os próprios olhos. Não foi miragem ou visão. Tanto que o fato se constituiu no motivo de “grande júbilo”. Lucas 24:52.

A ressurreição de Cristo (I Coríntios 15:14) pressupõe corpo, forma corpórea (João 20:28) da mesma forma que Sua ascensão. Ora, se os discípulos viram com seus olhos naturais e Jesus subiu em pessoa, como deduzir daí que descerá de forma invisível?

A afirmação de que “nos 40 dias que o Senhor passou na Terra, após a ressurreição nenhum incrédulo O viu” é contraditada por Ellen White, autora de uma das melhores biografias de Cristo.

Ela escreveu: “Com os onze discípulos dirige-Se Jesus para o monte. Ao passarem pela porta de Jerusalém, muitos olhares curiosos seguem o pequeno grupo, chefiado por Aquele que, poucas semanas antes, fora condenado pelos principais, e crucificado.” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 617).

Quanto ao texto de Apocalipse 1:7, não há como aplicá-lo a uma volta de Jesus para julgar as nações que perseguiram os judeus. O contexto mostra claramente que a mensagem se dirige à igreja cristã.

Veja as expressões “nos ama, nos libertou de nossos pecados” (verso 5). Note ainda que o texto diz: “até os que O transpassaram”, aqueles que transpassaram a Cristo.

Fazer uma leitura dispensacionalista deste texto é puro erro. Os melhores comentários bíblicos afirmam o seguinte a respeito de Apocalipse 1:7 “Sua vinda será visível (John Phillipd, Albert Barnes e Expositor’s Bible); “Será visível a inimigos e amigos” (Interpreter’s Bible); “Visível não só aos crentes” (J. Peter Lange).

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/

CPB - Lição da Escola Sabatina - Nº 10 – Desvios no discipulado

Lição da Escola Sabatina - Nº 10 – Desvios no discipulado

Você já estudou a sua Bíblia hoje?

Durante a semana, de 1º a 8 de março, vamos estudar a lição de nº 10. Você tem a oportunidade de conhecer como Deus, o nosso Criador, utiliza para ensinar o Seu povo. Eu lhe convido a passar pelo resumo dos principais temas e faço a seguinte sugestão: Confia no SENHOR! Ele tem o melhor método para nos conduzir até a vida eterna.


Desvios no discipulado


A Lição em poucas palavras...

Texto-chave: Lucas 9:51-56

Esboço do aprendizado

I. Conhecer: Os Filhos do Trovão

A. Ao estilo de Elias, Tiago e João se ofereceram para fazer descer severa e generosamente fogo do céu sobre os samaritanos. Não é de surpreender que Jesus os tenha chamado de Filhos do Trovão. O que mais esse apelido pode indicar sobre o temperamento deles? O que esse fato sugere sobre a disposição de Jesus de trabalhar conosco, apesar de nossas falhas?
B. O que o oferecimento dos discípulos revela sobre sua atitude severa e crítica para com os pecadores?

II. Sentir: Misericórdia pelos malfeitores

A. Comente como o zelo mal dirigido, mesmo por uma boa causa, pode produzir mais dano que bem.
B. Como podemos mostrar misericórdia e graça para as pessoas sem apoiar suas convicções?
C. O discipulado não é apenas um chamado para algo novo mas para algo antigo. A Bíblia diz que Jesus nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz. Pensando nisso, como Jesus nos transforma de filhos do trovão em filhos de Deus?

III. Fazer: Bem-aventurados os misericordiosos

A. Os discípulos abusaram da história de Elias para justificar sua vingança. Como somos culpados de ignorar ou torcer teimosamente a Palavra de Deus?
B. Como devemos tratar os que nos ofendem? O que a resposta de Jesus a Tiago e João nos ensina?

Resumo: Nosso primeiro trabalho como discípulos é levar as pessoas à misericórdia de Jesus e deixar para Ele o julgamento das pessoas.


VERSO PARA MEMORIZAR: "Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?" (Jr 12:5).

LEITURAS DA SEMANA: 1Rs 18; Mt 26:56; Lc 9:51-56; Jo 6:1-15; 12:1-6; 18:1-11; 21:15-19

Prévia da semana: Que advertência devemos aprender da busca dos discípulos pelo poder político? Que lições Judas tem para nós? O que existia por trás da vontade de Tiago e João de destruir os que haviam rejeitado Jesus? O que podemos aprender da precipitação e do arrependimento de Pedro? Por que, depois de ter visto tanto, todos os discípulos abandonaram Jesus na hora de Sua maior necessidade?


O modelo do poder

1. Que lição Jesus deixou sobre o uso do poder político pelos Seus discípulos? Jo 6:1-15

Muito embora, evidentemente, o propósito de Jesus na Terra não fosse tornar-Se rei terrestre, é claro que o exercício do poder político terrestre não deve ser comparado com a obra do discipulado. Uma coisa é reconhecer que Deus pode pôr as pessoas no poder, ou que pode usar as pessoas no poder; outra é achar que o exercício do poder político é a própria obra de Deus. Nada no Novo Testamento apresenta esse modelo de poder do evangelho. Infelizmente, até mesmo Seus discípulos mais próximos perderam este ponto importante: "Os discípulos unem-se à multidão em declarar que o trono de Davi é a legítima herança de seu Mestre. É a modéstia de Cristo, dizem, que O faz recusar essa honra. ... Tomam ansiosamente providências para executar seu desígnio." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 378. Confiando na ansiosa expectativa e no entusiasmo da multidão, eles tentaram tomar Jesus à força e fazê-Lo rei sobre a nação (Jo 6:14, 15). Isso era discipulado a seu modo. Em reação a essa tentativa, Jesus despediu a multidão, enviou os discípulos a cruzar o lago e foi sozinho para o monte a fim de orar.

Mesmo em nível mais pessoal, de que maneiras podemos abusar da religião e utilizá-la para nossos fins egoístas?


O modelo da cobiça

Leia João 12:1-6 e, depois, responda às seguintes perguntas:

2. Que simbolismo existe no ato de Maria? Em outras palavras, como ele representa as atitudes do verdadeiro discípulo de Cristo? Veja também Mt 13:46; Fp 3:8.

3. O que essa história nos diz sobre a importância dos motivos de nossas ações?

4. Os textos dizem que Lázaro ressuscitado estava à mesa com eles. Por que esse fato torna as ações de Judas ainda mais repugnantes, indicando como ele estava cego ao próprio pecado?

Como você pode estar certo de que a ganância não é o motivo que está envenenando seu papel como discípulo de Cristo? E se você descobriu algum motivo impuro, como obter a purificação dele?


O modelo do trovão

5. Que razões os discípulos teriam para reagir de forma tão impulsiva? Lc 9:51-56 Em outras palavras, o que eles ouviram Jesus dizer, ou que outros exemplos do Antigo Testamento eles podem ter tido, para reagir dessa forma? Veja, por exemplo, Gn 6, 7; Mt 8:12; 13:42; Mc 6:11.


O modelo de Pedro arrependido

6. O que podemos dizer sobre a personalidade e o caráter de Pedro? Jo 18:1-11. Agora compare com Mateus 26:69-75.

7. O que Jesus pode fazer por Seus discípulos que, arrependendo-se de seus erros, não abandonam Cristo? Jo 21:15-19

"Aí se dá uma lição a todos os seguidores de Cristo. O evangelho não transige com o mal. Não pode desculpar o pecado. Os pecados secretos devem em segredo ser confessados a Deus; mas o pecado público requer pública confissão. ... Dando provas de arrependimento, deve o discípulo remover a injúria, tanto quanto esteja ao seu alcance. ... Três vezes negara Pedro abertamente o Senhor, e três vezes tirou Jesus dele a certeza de seu amor e lealdade, insistindo naquela penetrante pergunta, seta aguda ao seu ferido coração. Jesus revelou perante os discípulos reunidos a profundeza do arrependimento de Pedro, e mostrou quão completamente humilhado se achava o discípulo outrora jactancioso." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 811, 812.

Você fez promessas jactanciosas, só para, vez após vez, falhar no seu cumprimento? O que você pode aprender da história de Pedro para não desistir?


O modelo da fuga

"Então, os discípulos todos, deixando-O, fugiram" (Mt 26:56).

8. Folheie rapidamente um Evangelho, qualquer Evangelho. Que coisas surpreendentes Jesus disse e fez à vista de Seus discípulos? Quanta prova incrível Ele lhes deu a respeito de quem Ele era? Depois de examinar cuidadosamente esses incidentes, examine o texto de hoje. Que mensagem terrível, até mesmo de advertência, podemos tirar desse episódio para nós mesmos?

Medite em tudo o que Jesus fez para você: as promessas, a esperança, os dons que lhe deu, as mudanças feitas em sua vida, as evidências para sua fé, tudo por meio de Cristo. Como podemos evitar os enganos dos discípulos?


Estudo adicional

Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 364-380, 437, 438, 547-551, 559-565, 809-817; Atos dos Apóstolos, p. 539-543.

"O amor ao dinheiro no coração de Judas crescia com o exercício de suas inteligentes capacidades. Sua habilidade prática em finanças, se exercida, iluminada e modelada pelo Espírito Santo, teria sido de grande valia para a pequena igreja e, pela santificação de seu espírito, ele teria tido compreensão clara e discernimento correto para apreciar as coisas divinas. Mas os planos da prática mundana eram constantemente valorizados por Judas. Não havia nenhum pecado de revolta de sua parte, mas suas espertas intrigas, o espírito egoísta e avarento que tomou posse dele, finalmente o levaram a vender seu Senhor por uma pequena soma. ...

"Judas esteve com Cristo em todo o período de ministério público do Salvador. Teve tudo o que Cristo lhe poderia dar. ... Tivesse ele buscado ser uma bênção, em vez de um homem questionador, crítico e egoísta, o Senhor o teria usado para avançar Seu reino. Mas Judas era um especulador. Pensava que poderia administrar as finanças da igreja e, por sua esperteza no negócio, auferir algum lucro. Tinha o coração dividido. Amava o louvor do mundo. Recusava abrir mão do mundo em favor de Cristo. Nunca submeteu a Cristo seus interesses eternos. ... Judas era uma fraude religiosa." – Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 5, p. 1.101, 1.102.

Perguntas para consideração

1. Se discípulos são seguidores, os que seguem suas próprias idéias e programas ainda são discípulos? Pense nesta pergunta e em sua resposta.

2. Em que outros modelos de discipulado sob pressão você pode pensar, e que lições podemos aprender deles?

3. Embora possamos achar em Pedro alguém que saltava à frente muito rapidamente, só para tropeçar e cair, quais são os perigos de ser muito cauteloso? Como podemos ir muito longe em sentido oposto? Pense sobre isso e traga alguns pensamentos para a classe. Ao fazer assim, pense em sua igreja local como um todo. Sua igreja é muito pronta para saltar à frente do Senhor, ou tende a ser muito tímida para seguir a guia do Senhor? O que vocês podem fazer, como classe, para ajudar sua igreja a alcançar o equilíbrio correto?


Você quer acompanhar o estudo completo em questão? Então, não perca mais tempo e acesse o link agora mesmo: http://www.cpb.com.br/ no setor de Serviços.

Não deixe de conhecer o material da Casa Publicadora Brasileira, vale a pena; então vá ao setor de serviços acesse todos os temas até agora estudado.

Você ainda pode acompanhar um comentário excelente da lição com os autores:

Bruce Cameron - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm

Escola no Ar - http://www.escolanoar.org.br/

Gilson Nery - http://www.oestadio.com/escola_NCCcomentario.shtml

Sickberto Marks - http://www.cristovoltara.com.br/

Boas compras e bons estudos!

Sikberto Marks - Estudo nº 10 – Desvios no discipulado

Estudos da Bíblia: Primeiro trimestre de 2008 - Semana de 1º à 08/03/2008

Tema geral: Discipulado cristão

Estudo nº 10 – Desvios no discipulado

 

Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina

Este comentário não dispensa o estudo do texto original

Verso para memorizar: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?” (Jeremias 12:5)

  1. Introduçãosanto sábado, dia do Senhor, da vida e da felicidade

A lição apresenta uma das leis de Murphy. São leis pessimistas, ou seja, bem típicas das condições do contexto de pecado. São leis satíricas. Elas brincam com a realidade da vida. Muitos as lêem para darem risada. Aqui temos mais algumas: “Tudo que começa bem, acaba mal.”  “Tudo que começa mal, acaba pior.” “Se você perceber que ha quatro maneiras de uma coisa dar errada, e driblar as quatro, uma quinta maneira surgira do nada.” “Deixadas a sua sorte, a tendência das coisas e ir de mal a pior.”

Nesse mundo é mais ou menos assim. Ao natural, tudo tende a piorar. O fim desse processo é o caos, e não estamos longe. A natureza, após o dilúvio, vem envelhecendo. A estrutura do planeta está se decompondo, pois há cada vez mais terremotos e maremotos.

Mas há algo que se dirige em sentido contrário. São os crentes em DEUS, que estão sendo transformados, recriados. São os discípulos de CRISTO.

No entanto, nem sempre um discípulo está subindo, sendo santificado. Há quedas, e muitas delas são feias. É isso que estudaremos nessa semana, as quedas que podem ocorrer com os discípulos, ou seja, quando parece que as leis de Murphy passam a funcionar em nossa vida. Ao verdadeiro cristão, essas leis não deveriam fazer efeito. Mas, vez por outra, somos atingidos. Então, o que fazer? É muito importante o estudo dessa semana!

  1. Primeiro dia: O modelo do poder

Poder é o que a maioria dos seres humanos buscam. Vamos traduzir essa palavra para outra mais comum, e adequada: força para mandar nos outros. Ou simplesmente, mandar. Isso é poder. Há também a autoridade, que em termos mais comuns seria o direito de mandar nos outros.

Portanto, poder é ter força para mandar, autoridade é ter o direito de mandar. Ou seja, alguém com uma arma na mão tem poder, outro com o voto popular, tem autoridade. A autoridade tem o poder legítimo de se fazer respeitar. Ela tem direito a mandar e o exército bem como a polícia garantem o poder para que possa mandar e ser obedecida.

Então, DEUS tem o quê? Poder ou autoridade? Ou tem os dois? Sim, Ele tem os dois, mas não dessa forma. O poder de DEUS é o que a maioria dos seres humanos não busca. Esse poder vem do amor, é o poder não para mandar, mas para servir. Foi o que JESUS veio aqui demonstrar e fazer. Ele veio para ajudar as pessoas. Veio para salvá-las. E a igreja que Ele fundou por meio dos apóstolos deve ter idêntico intento.

Qual a finalidade da igreja que CRISTO fundou? A mesma pela qual Ele veio ao mundo: salvar pessoas para a vida eterna. Mas (e que mas!) o que fizeram com a igreja de CRISTO? Transformaram-na num instrumento de poder político.

Entenda o seguinte: há dois tipos de poder político envolvendo a igreja, ou melhor, a religião. Esse tipo de poder vem do modo da ligação da Religião com o Estado. O primeiro tipo é a ligação do Estado com a Religião, o segundo tipo é a ligação da Religião com o Estado. É parecido, mas radicalmente diferente. Depende da ordem das palavras.

Nos antigos reinos e impérios sempre, em todos eles, o sistema de poder era uma ligação do Estado com a Religião, evidentemente religião pagã. Ou seja, o Estado usava a Religião para exercer poder. Eram os sacerdotes a serviço do rei para submeter o povo. A população tinha medo dos deuses, que eram, no entanto, familiares ao poder do Estado uma vez que os sacerdotes trabalhavam para o Estado. Isso quando o próprio Rei não se fazia passar por DEUS ou algo assim. Veja bem, os políticos antigos usavam a mitologia para sujeitar o povo por um poder místico que fazia as pessoas obedecerem por meio do medo.

Na Idade Média, já no tempo do cristianismo, houve o contrário. Foram os sacerdotes cristãos que dominaram o Estado colocando-o a seu serviço, segundo os seus intentos de poder. E você sabe disso, o Estado usando a Religião para exercer poder não é algo tão nocivo quanto a Religião usando o Estado para exercer poder. No primeiro caso, o interesse era conquistas de terras, conquistas políticas, domínio sobre outros povos, fazer guerra, etc. Mas no segundo caso, além disso tudo, acrescenta-se o super nocivo interesse de separar as pessoas do DEUS Criador e submetê-las ao demônio, impondo pela força uma forma de adoração pela qual se concretiza esse interesse. Nesse caso, as maiores atrocidades são cometidas, desde queimar pessoas vivas até votá-las para o inferno, sujeitando-as pelo medo. Todos aqueles que adorassem de modo diferente da oficial eram severamente perseguidas. A ligação da Religião com o Estado resulta em cruel violência contra a consciência, contra a liberdade. Nem mesmo estados fundamentados em ideologia de esquerda conseguiram ser mais cruéis que a Igreja dominando o Estado.

Hoje o uso da religião para fins de poder, e de enriquecer é algo impressionante. Relato num caso típico. Certa vez pregando sobre profecias (meu assunto predileto) na cidade de Passo Fundo (RS), soube de uma igreja que nem nome possuía. De fato, em seu prédio não havia nenhuma identificação. E alguém freqüentaria uma igreja assim?

Ela, pelo visto, fora ‘inventada’ por algum esperto. Era freqüentada por pessoas da classe média, apareciam muitas pessoas com carros bons. Agora veja só, certo dia havia uma gritaria que chamou a atenção da vizinhança. Sabe o que estavam fazendo? Uma mulher, supostamente endemoninhada estava sendo submetida a uma seção para expulsar o mau espírito. E sabe como? Alguns homens tiraram cada um a sua cinta, e tentavam expulsar o demônio a laço. Ora, é muito mais fácil enganar as pessoas que ensinar a elas a verdade. Se os próprios apóstolos de CRISTO não O entenderam quando lhes ensinava a verdade, imagina então como é fácil ensinar mentiras baseadas no que as pessoas desejam ouvir. As igrejas que “vendem” riquezas, poder, prestígio, soluções terrenas e coisas assim, estão sempre lotadas, mas uma pregação sobre o evangelho da vida eterna capta pouca atenção.

O que as multidões buscavam em JESUS? Buscavam curas, milagres, palavras sábias, alimento, e principalmente um reino terrestre que os libertasse do poder romano. Procuravam o mesmo que as populações procuram hoje nas igrejas que vendem milagres, cujos proprietários enriquecem em poucos anos. Os judeus queriam um rei que os levasse à prosperidade material terrestre. Sonhavam o tempo todo com isso, incluindo os Seus discípulos. É o que o povo em geral procura ainda hoje, por isso que os falsos pregadores logo conseguem muitos adeptos.

Então, o que aconteceu com JESUS logo após multiplicar os pães? Eles não puderam conter-se, prepararam-se para arrebatá-Lo (raptá-Lo) e forçando a situação, queriam proclamá-Lo rei de Israel. Assim interpretavam as profecias, o que meteu muito medo em Herodes quando JESUS nasceu.

Aqueles de maior capacidade de liderança entre o povo achavam que JESUS andava meio devagar, que Ele era demais modesto e humilde. Era, sim, poderoso, sábio, inteligente e capaz de resolver tudo, mas não tomava a iniciativa necessária para a proclamação da independência de Israel. Devem ter pensado, vamos dar-lhe uma ajuda. Esse era o melhor momento, tendo Ele enchido as barrigas de milhares.

Imagine a situação. Milhares de pessoas reunidas em lugar distante de qualquer cidade. Era hora da alimentação. Onde comprar alimento? Estava ali um menino que certamente se valia da situação para faturar alguns trocados, tendo uma cesta com cinco pães e dois peixinhos. Isso parece que era para vender. Mas os discípulos disseram, o que é essa pequena quantidade para tantos?

JESUS multiplicou esse pouco, e sobrou muito mais do que havia inicialmente. Pois bem, o plano já estava pronto, e perceberam que essa era a ocasião. Teriam o apoio popular de milhares. Certamente marchariam sobre Jerusalém, e a revolução em poucos dias, com o poder de JESUS seria vitoriosa.

O que foi que JESUS fez? Despediu o povo, mandou os discípulos para o outro lado do lago e Ele subiu ao monte para orar e pedir que DEUS cuidasse da situação. Por pouco os seus discípulos estragam a Sua missão.

Uma coisa é buscar poder e prestígio terrestre. Outra é buscar servir as pessoas para salvá-las, é completamente diferente. As duas coisas são incompatíveis entre si, uma exclui a outra. Há igrejas criadas para gerar poder aos seus criadores, para enriquecê-los e para dar prestígio a seus líderes. Essas igrejas são falsas. E na igreja verdadeira, inclusive, há líderes buscando poder e prestígio. Estes são líderes falsos, inimigos na trincheira. Não são poucos. Mas nós devemos ser humildes e mansos, como foi JESUS. Nós devemos buscar servir, fugindo da corrida pelo prestígio. Essa é uma condição para a vida eterna.

  1. Segunda-feira: O modelo da cobiça

Continuamos o assunto de ontem. “Se quiser ficar rico, funde uma igreja.” Igrejas não pagam impostos sobre o que vendem, angariam grandes somas em dinheiro por meio de ofertas, prometendo bênçãos. Ou seja, os homens aqui na Terra ganham o dinheiro e o DEUS do Céu recompensa os doadores. Nada mais falso.

Isso não é religião verdadeira, elas não ligam com O Criador. Ou seja, igrejas que agem assim, não seguem a CRISTO. São aquelas que JESUS advertiu, falsos profetas, e Ele os repreenderá no final dizendo que nunca os conheceu.

Essas são igrejas cujos líderes, disfarçadamente, pois não parece, seguem os motivos de Judas. Esse apóstolo reclamou em voz audível, para que todos ouvissem, do desperdício de Maria ao derramar um frasco de perfume de 300 denários nos pés de JESUS. Quanto foi que ela gastou, ou melhor, que ela investiu? Pelo salário mínimo no Brasil, de R$380,00, um denário valeria R$13,00, logo, se fosse no Brasil, ela teria gasto a soma de R$3.900,00. Não é pouco dinheiro, é bastante!

O que motivou Judas a essa observação? Cobiça! Esse apóstolo daria um bom empresário para comercializar a salvação. Ele enriqueceria vendendo ilusões com a Bíblia aberta na mão.

Mas qual foi o motivo de Maria ao derramar o ungüento nos pés de JESUS? Gratidão. Pense bem, dias atrás o seu irmão foi ressuscitado. Lembra que tempos antes JESUS se hospedou em sua casa, e ela O ouvia enquanto Marta servia? Dessa vez, Marta estava lá, servindo outra vez (não aprendeu a lição), Lázaro, que deveria estar no túmulo, estava vivo, também presente ali, e Maria, percebeu-se diante de um homem capaz de devolver a vida. Ela percebeu em JESUS O Salvador da humanidade. Ela entendeu o significado de ter JESUS em sua casa. Viu-se como uma pecadora diante do Salvador. Portanto, quem pôde devolver a vida a Lázaro, poderia devolver a vida a outros, todos que quisessem. Nada para ela era mais importante do que estar com JESUS. Ela gastou uma pequena fortuna para honrar a quem poderia dar-lhe nada menos que a vida eterna! E quanto vale a vida eterna? Um frasco de perfume? Não tem preço.

Enquanto isso, Judas era movido por outros motivos: o de querer tudo de bom daqui da Terra e também herdar a vida eterna. Essa é a fórmula das igrejas cujos “donos” as fundam para se enriquecer. Acha que eles não desejam a salvação? Desejam sim, e como Judas, querem também dinheiro, para si. Eles ouvirão a severa sentença: “apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniqüidade.”

  1. Terça-feira: O modelo do trovão

Ora, imagine-se andando com JESUS, indo para Jerusalém. Então JESUS lhe pede para ir à frente e conseguir hospedagem entre os samaritanos. Mas eles são severos e hostis, e negam o pouso. Como reagiria?

Pois bem, Tiago e João ficaram indignados. Foram relatar o fato a JESUS, certamente o fizeram do modo que gerasse revolta em JESUS. Devem ter pensado, JESUS vai vingar-Se. Então, querendo agradar a JESUS, foram propondo, perguntando a Ele se queria que eles mandassem descer fogo do Céu para consumir os samaritanos.

Já imaginou se nós reagíssemos assim toda vez que a nossa pregação pela salvação das pessoas resultasse em negativas. Já teríamos eliminado a maioria dos seres humanos! Não é esse o caminho. Nós devemos alcançar o plano da salvação às pessoas, se elas não querem, a justiça final cuidará desse assunto, não nós.

Ou seja, compete-nos cuidar de nossa vida. Se outros não querem seguir, afaste-se deles, e deixe-os seguirem seus caminhos. Assim é até na igreja. Se há pessoas que não atendem às admoestações, e preferem continuar vivendo sua vida sem fazer as reformas necessárias, deixe-as viver dessa maneira. Mas continue dando o seu exemplo de verdadeiro cristão, pois fora da igreja é pior, bem pior. A igreja é como um hospital. Há doentes que colaboram, e seguem as recomendações do tratamento. Estes ficarão bons. Mas há outros que recusam o tratamento. Se não querem mesmo mudar de vida, deixe-os em paz, logo eles morrerão. A opção é deles mesmos.

Mas não deixe de orar por eles, e tendo oportunidade, de fazer algo pela salvação deles.

  1. Quarta-feira: O modelo de Pedro arrependido

Cada um dos doze apóstolos serve de modelo, mesmo que aproximado, a algum de nós. Inclusive Judas. Esse serve de modelo como não seguir a JESUS. Judas é modelo negativo daqueles que não se arrependem. Ele demonstra o final deles. Muitos tiram a sua vida, outros morrem para sempre.

Pedro é outro modelo. É aquele discípulo determinado, impetuoso e sempre decidido, pronto para dar respostas imediatas. Essas características são excelentes se submissas a DEUS, e, como em todos os outros casos, são um desastre se controladas pela própria pessoa.

Vamos estudar o caso de Pedro quando negou conhecer JESUS por três vezes. Ora, ele era tão determinado a apoiar JESUS que não se imaginava fracassando. A sua determinação se originava de seu íntimo, mas faltava uma humilde submissão a JESUS. A determinação era boa, porém, destituída de uma entrega do indivíduo a Quem dependia para viver. Logo, a força para cumprir a determinação se limitava àquela que Pedro possuía, que, como todo ser humano, era bastante limitada.

Pedro pensava que com sua determinação e força de vontade conseguiria seguir a JESUS pelos lugares e situações mais penosas. Grande engano! Ao esse discípulo encontrar-se sob as condições de julgamento de JESUS, ficou perplexo. Sentindo medo e vergonha ao mesmo tempo, negou saber quem era JESUS e que era seu seguidor. Pedro estava decepcionado com JESUS. Como é que aquele homem tão poderoso não fazia nada contra aquela gente maldosa que o prendeu? E Pedro também estava com medo, poderia também ser preso. Ele esqueceu que JESUS dissera várias vezes que Ele seria morto pela humanidade, isso incluía os seus discípulos. E Pedro, sempre tão corajoso, dessa vez perdeu toda a coragem. Não entendia o que se passava ali, pois sempre que JESUS falava ele ouvia e entendia suas palavras conforme o seu plano para JESUS. Aliás, assim agiram todos os discípulos, incluindo Judas, e até João.

Decepcionado e com medo, Pedro observava o que se passava. Enquanto isso, foi pego de surpresa. Na situação em que se encontrava, estava totalmente despreparado para uma reação ao uma criada lhe dizer que ele também era um dos que estavam com JESUS.

Atente só ao seguinte: antes as multidões apreciavam estar com JESUS, afinal, Ele era interessante para eles. Agora, que estava preso, nas mãos das autoridades, até uma criada ousava falar contra JESUS e seus seguidores. E Pedro disse que não entendia o que ela estava falando. Mas, por via das dúvidas, antes que a inoportuna criada continuasse falando, segundo Pedro, o que não devia, preventivamente retirou-se dali. No entanto, em outro lugar, outra criada o interpelou e disse a mesma coisa. Então Pedro foi mais duro e enfático, dizendo que nem conhecia o tal homem, cujo nome parecia nem saber qual era.

Logo a seguir, vieram a ele pessoas que ali estavam reafirmando o que as duas criadas já haviam dito, que ele era um deles. Aí Pedro perdeu a paciência e a compostura. Diz o relato que ele começou a praguejar e a jurar, querendo convencer a todos que não conhecia esse homem. Pedro nem ousava pronunciar o nome de JESUS. No entanto, todas essas pessoas haviam visto Pedro sempre junto a JESUS, e afinal, fora ele quem afirmara segui-Lo onde quer que fosse.

Vamos aprender aqui umas lições.

ð        quando tudo vai bem, todos, aparentemente são amigos e aliados, mas, muitos são oportunistas e aproveitadores, como aqueles que só queriam as bênçãos de JESUS;

ð        muitas vezes, como Pedro e como todos os seus discípulos, temos os nossos planos e metas, em lugar dos planos e metas de JESUS, por isso, quando a realidade se torna mais intensa, é bem fácil a decepção com o nosso Salvador;

ð        o Reino de DEUS é radicalmente diferente dos reinos da Terra, por isso, precisamos aprender a diferenciar um do outro;

ð        no Reino de DEUS vale a lógica do amor, que requer pessoas humildes como cidadãos, nos reinos desse mundo, vale a lógica do ódio, que produz cidadãos que buscam poder, prestígio e riquezas materiais;

ð        todos nós, para sermos salvos, precisamos ser transformados, isto significa, ser modificados por aqu`Ele que nos projetou.

Como Pedro, afinal, começou a ser transformado? Após a ressurreição, JESUS encontra um Pedro arrependido, envergonhado de seu passado. Agora era um Pedro que ganhou nojo do que ele era. Sentia a necessidade de ser outro Pedro, de ser transformado. Queria entregar-se a JESUS. Agora ele sabia que a sua determinação de seguir JESUS, unicamente com suas forças, não resistia a primeiro teste. Assim, viriam novos fracassos.

Três vezes JESUS perguntou a Pedro: tu Me amas? Uma vez para cada negação. Pedro não foi repreendido por JESUS, ele foi perdoado. Foi para perdoar que JESUS morreu. Daquilo que Pedro sentia tanta vergonha, medo e repulsa, daquilo agora dependia o perdão de seu passado, para poder ter a vida eterna. Agora ele entendeu de vez! Pedro sentiu-se humilhado pelo que fez a Quem o amava tanto. Foi ali que Pedro tornou-se outro homem, outro discípulo, pois ali recebeu a incumbência de cuidar do rebanho.

  1. Quinta-feira: O modelo de fuga

Aqueles homens que estiveram com JESUS por 3,5 anos foram privilegiados. Quantas vezes me passou no pensamento o desejo de ter sido um deles. De qualquer maneira, nós, desses últimos dias, também somos privilegiados. Eles viram JESUS operando maravilhas que só o Criador é capaz, nós não O veremos fazendo sinais, mas veremos os sinais, como eles. Ou seja, não veremos JESUS, mas os sinais, estes veremos. Assim como por meio dos discípulos se fizeram maravilhas, assim, por nosso meio, também grandes maravilhas se farão.

E o que aconteceu a eles no momento da crise? Fugiram. Eis o alerta. Há uma forte crise a nossa frente, também fugiremos? Não sejamos como Pedro que garantiu permanecer ao lado de JESUS não importa o que acontecesse. Não só fugiu, além disso, negou conhecê-Lo.

Como foi que fugiram? Talvez fosse melhor dizer, eles O abandonaram. De três deles sabemos o que fizeram. Judas, que O traiu, ainda tentou dissuadir JESUS de ser sacrificado, não conseguindo, fugiu para se enforcar. Pedro, que O negou, fugiu, chorando, para o Getsêmani. João, o discípulo amado, ficou por ali, tanto que JESUS o encarregou de cuidar de Sua mãe Maria. Mas João não, permaneceu ao lado de JESUS, solidário com seu Mestre, dando o seu apoio e defendendo-O. Os demais discípulos se tornaram discretos ausentes.

Por quê os discípulos agiram assim? Vejamos as possibilidades:

ð        não aprenderam os ensinamentos de JESUS sobre a necessidade da Sua morte, motivo pelo qual se tornou ser humano;

ð        eles estavam interessados em outro objetivo, o deles, de JESUS Se tornar rei dos judeus;

ð        inclusive queriam cargo com Ele;

ð        tudo o que JESUS ensinava sobre a Sua missão, entendiam conforme suas idéias pré-concebidas (e erradas);

ð        chegando o momento da verdade sobre JESUS, tiveram medo do que pudesse acontecer a eles;

ð        o ambiente era estranho, não estavam ali em ação agentes humanos, mas todos os poderosos agentes espirituais do mal coligaram-se com os homens;

ð        isso tornava o ambiente terrível e moralmente negro, algo parecido como será após o fechamento da porta da graça;

ð        parecia que JESUS tinha perdido, de um momento para outro, todo aquele poder que todos os dias demonstrava ter, a agora, tornou-se estranhamente submisso aos piores inimigos;

ð        a população, sempre muito beneficiada por JESUS, agora gritava palavrões apavorantes contra o grande Mestre (influência dos demônios em ação);

ð        por não terem entendido os ensinamentos de JESUS sobre como seriam Seus últimos momentos como guerreiro contra satanás, sobre como seria essa última batalha d’Ele, sobre a necessidade d’Ele morrer, e como morreria, ficaram desconcertados com a sucessão dos acontecimentos, e perderam completamente a segurança em relação ao futuro;

ð        então, todos eles O abandonaram, cada um do seu jeito.

Resumindo, responda: por quê eles fugiram? Estavam despreparados para a situação. A expectativa deles era outra. Quando a rápida sucessão de fatos, todos em direção contrária a expectativa deles se desencadeou, apavoraram-se e perderam a capacidade de sustentação de suas estruturas emocionais. Eles ficaram apavorados com algo que deveriam saber. Enquanto eles deveriam permanecer no mínimo solidários com aqu’Ele que veio para os salvar, e que para isso deveria morrer vitorioso, ao contrário, O abandonaram totalmente. Ele teve que enfrentar a batalha decisiva sem o amparo moral de ninguém. Isso aumenta a dimensão da vitória de JESUS, por outro lado, nos serve de alerta quanto ao nosso comportamento quando vier a perseguição final. Se hoje não desenvolvermos uma experiência com JESUS, é bem provável que nos ocorra o mesmo. Só que dessa vez, abandonar JESUS é o mesmo que optar pela morte eterna.

E o que é experiência com JESUS? É ter conhecimento posto em prática. Em resumo, vigiar (estudar para saber), orar e trabalhar.

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Para seguir o Mestre deve haver, naturalmente, harmonia de pensamento e de ação. Não se pode seguir o Mestre em desacordo com Ele. Aliás, nem mesmo se pode seguir mestres da Terra em desacordo com eles. Ou há harmonia entre os pensamentos do Mestre e os nossos pensamentos, entre as ações do Mestre e as nossas ações, ou não O estaremos seguindo.

O que isso quer dizer? Não significa que devemos a todo tempo cumprir ordens d’Ele. Nós somos seres livres, temos racionalidade para tomarmos nossas decisões por iniciativa própria. E é esse o ponto em que devemos nos habilitar a seguir o Mestre: termos os mesmos critérios de pensamento e de ações que Ele possui. Assim estaremos vivendo em harmonia como Ele vive e seremos felizes, saudáveis e bons cristãos. Viveremos em harmonia entre nós.

Ou seja, é tudo uma questão de adoção dos princípios de vida que são necessários para que sejamos bem sucedidos na vida social, econômica e principalmente espiritual, ou ainda, para que tenhamos a vida eterna.

Que princípios são esses que nos colocam em harmonia com nosso Criador e entre todos nós? Estamos acostumados de saber que são os Dez Mandamentos. A Lei é completa, é a Lei do Amor, que nos ensina os procedimentos essenciais para amarmos a DEUS e ao nosso próximo como a nós mesmos. Eis, então, o elemento fundamental para sermos discípulos de JESUS: amar a DEUS e amar o nosso próximo, como desejamos também ser amados por DEUS e pelos nossos semelhantes.

escrito entre:   28/01/2008 a 1º/02/2008 - corrigido em   06/02/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

Prof. Sikberto Renaldo Marks – marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 - Ijuí – RS, Brasil – Visite o site: http://www.cristovoltara.com.br/


 

A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO

APOCALIPSE (14:6-7) - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Eu convido você a se tornar um mensageiro do SENHOR, ajudando a divulgar a Palavra de Deus. Leia mais a sua Bíblia. Procure colocar em prática os Seus mandamentos. Você será transformado pelo Espírito Santo. Preparar-se-á cada vez mais para a breve volta de Jesus. Certamente levará mais alguém aos pés do nosso Senhor e Salvador. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém. (Apocalipse 22:20-21).

Pense nisto!

Azenilto Brito - O ESPIRITISMO PERANTE A BÍBLIA

O ESPIRITISMO PERANTE A BÍBLIA

Prof. Azenilto G. Brito

 
        Com seus 170 milhões de habitantes, mais de 70% declarando-se católicos-romanos, o Brasil é considerado demograficamente o maior país católico do mundo. Não obstante, entre os brasileiros, uma religião que cresce extraordinariamente é o espiritismo. Isto se dá tanto em sua forma refinada, chamada de Kardecismo (pautando os seus ensinos e práticas segundo os escritos de Allan Kardec, chamado de "codificador do Espiritismo"), também conhecido como "alto espiritismo", como em sua forma popular, ou "baixo espiritismo", com elementos oriundos do espiritismo de Kardec, do animismo indígena e africano, e do próprio catolicismo-romano. É fato bem sabido ser comum que pessoas de formação católica freqüentam as reuniões espíritas, tanto do chamado "alto" quanto do "baixo espiritismo". Assim, aos domingos assistem à missa, e em outros dias da semana participam regularmente de sessões espíritas. Com isso, alguns chegam a alegar que o Brasil não é mais exatamente "o maior país católico do mundo", vindo a ser talvez o maior país espírita do planeta!
        Ocorre, nesse aspecto, um verdadeiro sincretismo religioso que atrai pessoas adeptas da própria religião principal, o catolicismo, quanto aqueles que se empolgam com as teorias kardecistas. É o caso da Umbanda, Quimbanda ou Candomblé, praticado nas mais diversas regiões do país, com participação tanto de pessoas humildes e sem cultura, quanto de figurões da política e das artes. Nessas religiões, os santos da Igreja Católica recebem nomes diferentes, e são identificados e cultuados como deuses da mitologia desses cultos.
        Mas não é só no Brasil que esse fenômeno pode ser testemunhado. Nos Estados Unidos, as seitas e crenças exóticas, inspiradas em filosofias orientais que contêm muitos elementos do espiritismo clássico, vêm tendo crescente aceitação nestas últimas décadas. Os próprios jovens oriundos do movimento hippie adotaram em massa as religiões da Índia, China e Japão, de onde procedem alguns dos alicerces do espiritismo moderno. Uma famosa ex-artista de Hollywood passou a escrever livros defendendo teses de reencarnação e comunicação com os mortos, popularizando ainda mais tal filosofia.
        Num giro pela Europa em uns anos passados, observei publicidade em estações de rádio na Itália e França proclamando as virtudes de certos indivíduos dotados de capacidade supostamente sobrenatural, inclusive com acesso aos que morreram, para ajudar os que precisam de ajuda, obviamente mediante pagamento. . .

Os Princípios Básicos da Fé Espírita

        Alegando não se tratar meramente de religião, mas ser três coisas—religião, filosofia e ciência—o espiritismo prega a caridade como básica para o aprimoramento do indivíduo em preparação para uma vida superior no além. Tendo por fundamento a idéia da reencarnação e, subjacente a ela, a da imortalidade da alma, os espíritas ensinam que o corpo não passaria de uma prisão material da verdadeira essência do indivíduo, sua alma, ou espírito. E segundo o admitido  princípio da evolução, o homem vai superando gradativamente suas deficiências e purificando-se, através de muitas vidas sucessivas, em diferentes épocas e mesmo formas, até chegar à pureza absoluta. Nessa linha de pensamento, os que vivem agora em sofrimento é porque certamente foram maus na vida pregressa e estão sendo refinados para uma existência superior e mais feliz numa outra vida.
        O espiritismo também promove a consulta aos que morreram, como não só uma possibilidade real, mas um privilégio a qualquer pessoa que consiga recorrer a seus médiuns, que seriam indivíduos superdotados com a capacidade de evocar os espíritos dos que se foram, atraindo-os mesmo à visão dos que os busquem.
        Tendo elementos do cristianismo e de outras religiões antigas, os espíritas chegam a citar a Bíblia como base de tais idéias. Mas o Mestre Jesus é tido por um grande filósofo, como outros grandes fundadores de religiões e promotores de idéias revolucionárias—a exemplo de Buda, Maomé, Confúcio, etc.—e guru de superior intelecto e espiritualidade.
        Quando Jesus se entrevista com o líder judaico Nicodemos e lhe diz—"importa-vos nascer de novo" (João 3:7), os espíritas não têm dúvida de que isto representa a reencarnação sendo admitida pelo Cristo. O problema nessa concepção é o costume de partir de idéias preconcebidas como premissa básica e buscar a comprovação para tais idéias em qualquer trecho que tenha a mais leve referência a elas, mesmo indireta.

Respeitando o Contexto

        Alguém já disse que um texto fora do contexto não passa de um pretexto. Se o estudioso do assunto se der ao trabalho de examinar os ensinos de Cristo globalmente, em lugar de apanhar segmentos isolados que aparentemente lhe favoreçam a idéia, não encontrará harmonia de Seus ensinos com o que pregaram os mestres do passado a respeito da morte. Cristo fala em ressurreição, não reencarnação. A própria idéia de "novo nascimento" é tornada clara no verso 5 ao Jesus falar em "nascer da água". Tendo por base um costume já existente entre os judeus de uma lavagem purificadora para indicar renovação espiritual, fica claro pelo contexto literário e histórico que a referência é ao batismo, simbolizando a morte para a vida pecaminosa, e um renascer para nova vida segundo o Espírito de Deus. O apóstolo Paulo tornou isto bem claro em Romanos, capítulo 6.
A evidência de que ressurreição não é o mesmo que reencarnação se acha nos relatos dos Evangelhos ao descreverem como Jesus miraculosamente trouxe de volta à vida pessoas que haviam exalado o último suspiro. Há o episódio da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim, e, de modo destacado, a volta à vida de seu amigo Lázaro, que já estava sepultado há quatro dias e até "cheirava mal", todos sobrenaturalmente trazidos de volta à vida por Jesus, com seus mesmos corpos (ver Lucas 8: 41-56; 7: 11-16; João, cap. 11). Portanto, por uma questão de coerência, uma vez que se recorra à Bíblia como documento comprobatório de uma tese, todo o seu contexto deve ser levado em conta para validar ou negar a idéia.
        Jesus citava repetidamente o Antigo Testamento, que era a Escritura vigente em Seu tempo. Reconhecia sua autoridade como livro histórico e como um manual de instrução da vida prática, e fonte de doutrina religiosa. No Antigo Testamento fala-se sobre a ressurreição, não reencarnação, havendo uma detalhada descrição da ressurreição em Ezequiel 37. É por demais claro que a idéia da imortalidade da alma não encontra apoio ali (ver Ecles. 9:5, 10; Sal. 146:3,4). Igualmente, a prática comum do espiritismo de consultar os mortos, muito difundida entre os povos antigos que circundavam Israel, é claramente condenada nas Escrituras (ver Êxodo 22:18 e Deuteronômio 18:11-14).
        O profeta Isaías, muitos séculos depois que as leis de Moisés foram proclamadas, exorta o povo de Israel a não contaminar-se com ritos religiosos dos povos pagãos que os rodeavam: "Se disserem: Consultai os encantadores e os adivinhos, que sussurram falando, responde: Não consultará o povo ao seu Deus? Consultará os mortos pelos vivos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem conforme a esta palavras, é porque não têm iluminação". (Isaías 8:19, 20).

Evolução ou Salvação?

        Uma das premissas fundamentais do espiritismo—no que se revelaria o seu aspecto de ciência—é a teoria da evolução das espécies. Sabe-se hoje que as posições evolucionistas, popularizadas a partir de Darwin no século XIX—têm sido cada vez mais disputadas. Não se tem podido demonstrar a existência de "elos perdidos" que comprovariam que o homem procede de formas inferiores, e os descobrimentos da Astronomia têm lançado dúvidas sobre as teorias da origem do universo.
        Crer que o homem está sempre evoluindo por meio da reencarnação produz uma dúvida difícil de responder: Como se explica o aumento do crime, da corrupção, do divórcio, das intrigas políticas, do consumo de drogas, do suicídio e do desamor em geral, quando tudo isso contradiz a idéia de que a humanidade está evoluindo moral e espiritualmente há séculos e milênios?
        Finalmente, a idéia de praticar obras para ganhar a aceitação de Deus e merecer uma vida superior choca-se claramente com o fundamento da mensagem bíblica e cristã. Contrariamente a essa doutrina própria de religiões não-cristãs, as Escrituras ensinam que a salvação do pecador deriva, não de seus próprios atos meritórios, mas da morte de Jesus, que foi perfeito e obedeceu plenamente a toda a lei divina, tomando o lugar dos seres humanos falíveis. (Efésios 2:8-10). Todas as nossas obras estão maculadas pelo pecado, e somente graças à intercessão dAquele que foi feito pecado por nós (Romanos 5:6-12)  é que lograremos o perdão e aceitação do Pai, não para continuar tendo existências experimentais e refinadoras sobre esta Terra de sofrimento e dor, mas para viver eternamente na companhia de Deus e de Seus anjos. (João 14:1-3, Apoc. 22:3-5).
        É indiscutível que a Bíblia nos oferece a alternativa verdadeira e, por conseguinte, a melhor. Estudemo-la, pois, e sigamos os seus ensinos.

 

FONTE:  http://www.azenilto.com/17OESPIRIT.html

Azenilto Brito - O ESTRANHO ENVOLVIMENTO DA TORRE DE VIGIA COM O ESPIRITISMO

O ESTRANHO ENVOLVIMENTO DA TORRE DE
VIGIA COM O ESPIRITISMO

 
       A Sociedade Torre de Vigia, organização religiosa que comanda os trabalhos das chamadas "testemunhas de Jeová" por todo o mundo, sempre busca obter respaldo de eruditos para sua teologia peculiar e costuma citar autoridades que dêem apoio a suas teses. É uma forma de causar uma impressão de erudição ou autoridade quanto a muitos de seus ensinos, deixando os leitores convencidos do elevado gabarito e profundidade de pesquisa dos que redigem suas publicações. Puro "jogo de cena".
       Contudo, muitas vezes isso ocorre distorcendo as palavras e intenções de tais pesquisadores. Algo assim se deu com o Dr. Julius R. Mantey, um dos autores do Manual Grammar of the Greek New Testament. Mantey em várias ocasiões pediu que a Torre de Vigia removesse declarações de sua obra, como apareciam com sentido distorcido, fora de contexto, em publicações da seita. Embora os autores TTJ se utilizassem de trechos da gramática grega de sua autoria na busca de pretextos para negar a divindade de Cristo, esse autor sempre foi um dedicado crente num Deus Triúno.
    O que se deu, porém, com a prática de citar eruditos, envolvendo o tradutor de Bíblia Johannes Greber, é um caso à parte. Certamente Greber seria hoje um autor favorito entre as TTJ pois tem uma postura idêntica em muitos de seus ensinos. Por exemplo, num de seus escritos Greber declarou:

    Não existe qualquer união de três pessoas em nenhuma Trindade no sentido em que os cristãos em  geral  ensinam. . . Somente o Pai é Deus. O próprio Cristo não foi Deus, mas somente o primeiro dentre os filhos de Deus.

       Devido à necessidade de apoiar suas doutrinas heréticas, Greber igualmente publicou sua própria tradução do Novo Testamento. Tendo inclinações espiritualistas, alegava ter-lhe sido comunicado pelo "mundo dos espíritos" haver lugares no Novo Testamento, das Bíblias modernas, em que uma palavra havia sido mudada a ponto de alterar o sentido do texto. Quando lhe foi solicitado referir algum texto ele citou João 20:28. Um "espírito" teria anunciado a Greber que Tomé não proclamou Jesus como seu Senhor e Deus, mas que teria se referido a Ele como seu Senhor e Mestre.
       Greber dedicou-se, então, à tradução completa do Novo Testamento, sempre com o auxílio dos "espíritos" e sem ligação "com dogmas de qualquer igreja". É digno de nota que a própria Torre de Vigia, em The Watchtower [A Sentinela] de 15/02/1956, condenou Greber denunciando-o como espírita, contudo cita de suas obras como autoridade confiável em publicações lançadas em 1962, 1975, 1976 e 1981!
       A tradução de Greber de João 1:1 ajusta-se como uma luva às interpretações jeovaístas: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus; e o Verbo era um deus". Os livros Aid to Bible Understanding [atualmente Insight on the Scriptures, em português Estudo Perspicaz das Escrituras], Certificai-vos de Todas as Coisas, O Verbo, Quem é Ele? fazem todos uso da tradução de Greber de João 1:1. Greber é citado como um exemplo de uma tradução moderna que emprega "um deus" concordando, assim, com a Tradução do Novo Mundo.
      Greber foi um sacerdote católico que morou na Alemanha no princípio do século XX. Em 1923 uma série de experiências o levou a interessar-se pelo espiritismo, ou comunicação com os seres espirituais. Ele recorda essas experiências numa seção autobiográfica de seu livro Comunicação com o Mundo dos Espíritos de Deus. Os seres desse mundo lhe teriam comunicado que muito do que se crê na cristandade é falso porque as traduções bíblicas estavam cheias de imprecisões e traduções falhas. Assim, inspirado por tais espíritos, Greber lançou-se à empresa de preparar sua própria tradução bíblica. Eis como a Fundação Memorial Johannes Greber, que ainda vende seus livros, expõe sua fantástica experiência:

      O Novo Testamento, como interpretado pelo erudito Pr. Johannes Greber, tem como fonte os mais antigos manuscritos no mundo, postos em disponibilidade ao Pr. Greber para estudo e tradução mediante a cortesia e cooperação de especialistas teológicos e museus por todo o mundo. Esta é uma tradução absolutamente independente, sem restrição a dogmas de qualquer igreja.
      Às vezes ele obtinha as respostas corretas através de grandes letras e palavras  iluminadas  que passavam perante os seus olhos. Outras vezes, obtinha as respostas corretas durante seções de oração. Sua esposa, uma médium do Mundo do Espírito de Deus, era freqüentemente a instrumentalidade para transmitir as respostas corretas dos Mensageiros de Deus ao Pr. Greber.

      A Bíblia proíbe todo contato com seres do mundo espiritual, e as próprias TTJ aprendem isso. Na obra de 1995, O Conhecimento Que Conduz à Vida Eterna,  todo o capítulo 12 é dedicado a expor tal proibição. Um livro de instrução doutrinária anterior, A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, pág. 61, traz  o  subtítulo  "Mantenha-se  Livre  de  Toda Forma de Espiritismo". Assim, é paradoxal que para a defesa de sua teoria antibíblica de ser Jesus um ser criado busquem os instrutores da Torre de Vigia respaldo de um autor que tem tais alegações de práticas espíritas.
      Por falar nisso, é interessante acentuar que há algumas coisas um tanto misteriosas em certas publicações jeovaístas, exatamente sobre a questão de consulta aos mortos. No livro de exposição das profecias do Apocalipse intitulado Revelação, Seu Grandioso Clímax Está Próximo, pág. 125, há esta declaração:

        Desde o tempo do apóstolo João, e até o dia do Senhor, cristãos ungidos ficaram curiosos quanto à identidade da grande multidão. Portanto, é apropriado que um dos 24 anciãos, representando os ungidos já no céu, estimule o raciocínio de João por fazer uma  pergunta  pertinente: "E, em resposta, um dos anciãos me disse: 'Quem são estes que trajam compridas vestes brancas e donde vieram?' Eu lhe disse assim imediatamente: 'Meu Senhor, és tu quem sabes'" (Revelação 7:13, 14a) Sim, este ancião podia achar a resposta e dá-la a João. Isto sugere que os ressuscitados do grupo dos 24 anciãos talvez estejam envolvidos em transmitir verdades divinas hoje em dia.

       Logo, a Torre de Vigia está alegando que as "testemunhas de Jeová" ungidas que morreram e agora estão ressuscitadas como espíritos, habitando no Céu, podem estar "envolvidas em transmitir verdades divinas hoje em dia"!
       Mas tal conceito não é tão moderno. O livro O Mistério Consumado, publicado pela Torre de Vigia em 1917, pág. 144, já sugeria que o falecido Russell controlava a obra das TTJ mesmo a  partir  do Céu, para onde teria partido ao ser ressuscitado espiritualmente. Ao comentar Apoc. 8:3, consta do livro (não mais disponível) esta estranha declaração, certamente desconhecida da grande massa de "testemunhas"  atuais: "Este verso mostra que, conquanto o Pr. Russell tenha passado para além do véu [N.A.: o além-túmulo], ele ainda está dirigindo cada aspecto da obra da Ceifa".
       É difícil imaginar como Russell estaria dirigindo a obra das "testemunhas de Jeová" a partir do Céu, enquanto o seu sucessor, Joseph F. Rutherford, alterava sobre a Terra muitos dos ensinos que o primeiro estabelecera, como a teoria da pirâmide de Gizé como base de entendimento profético, as mudanças de datas, como a da ressurreição dos ungidos, de 1878 para 1918, a do início da parusia, de 1874 para 1914, a do início do milênio, de 1915 para 1925, além de várias outras práticas e ensinos do tempo daquele.
       Confirmando a noção de controle da Obra por Russell após sua morte (que se deu em 1916), é dito na revista Watchtower [A Sentinela] de 1º/11/1917:

Portanto, nosso querido Pr. Russell, sem dúvida, está manifestando um profundo interesse na obra da ceifa, e tem permissão do Senhor para exercer uma forte influência sobre ela.

       Rutherford parece ter temido que tal idéia sugerisse uma prática espírita, e décadas depois declara preventivamente no livro Luz, vol. 1, pág. 64:

O Senhor empregou a Torre de Vigia para anunciar essas verdades. Sem dúvida ele empregou seus representantes invisíveis para realizar muito disso. De modo algum isso se trataria do que alguns poderiam considerar espiritismo.

        Cria-se então que a ressurreição invisível dos salvos começara em 1878, mas "em 1927 concluiu-se que somente tivera lugar desde 1918" [Cf. as obras da Torre de Vigia Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado, pág. 192 e Los Testigos de Jehová en el Propósito Divino, págs. 63 e 64]. Assim, no ano de 1917, Russell NEM MESMO HAVIA CHEGADO NO CÉU! Como poderia estar se comunicando com seus irmãos que deixara sobre a Terra para conduzir a "obra da Ceifa"? Não deixa de ser este um curioso mistério . . .

[Transcrito e adaptado de pesquisas de M. Kurt Goedelman e David Reed].

Referências à tradução de Greber em obras da Torre de Vigia:

* Aid to Bible Understanding [Atual Insight on the Scriptures,  em português: Estudo Perspicaz das Escrituras], pág. 1669,  vb. "The Word" [O Verbo], em conexão com João 1:1

* Idem, pág. 1134, vb. "Memorial Tomb" [Túmulo Memorial], em  conexão com Mateus 27:52, 53.

* Certificai-vos de Todas as Coisas (edição de 1965, em inglês),  pág. 489, em conexão com João 1:1.

* The Watchtower [A Sentinela], 1º de setembro de 1962, pág. 554,  em conexão com João 1:1.

The Watchtower [A Sentinela], 15 de outubro de 1975, pág. 640,  em conexão com Mateus 27:52, 53.

* The Watchtower [A Sentinela], 15 de abril de 1976, pág. 231,  em conexão com Mateus 27:52, 53.

* The Word-Who Is He, According to John? [O Verbo-Quem é Ele, Segundo João?], em conexão com João 1:1.

* The Watchtower [A Sentinela], 15 de fevereiro de 1956: expõe e condena Greber como um médium espírita!
 

http://www.ministeriosolascriptura.com
 
 
FONTE: http://www.azenilto.com/13a-ENVOLVMT.html

Azenilto Brito - ASTROLOGIA -- SERÁ QUE OS ASTROS DIRIGEM NOSSA VIDA?

ASTROLOGIA -- SERÁ QUE OS ASTROS DIRIGEM NOSSA VIDA?

Prof. Azenilto G. Brito

         Um ex-assessor presidencial norte-americano causou sensação há alguns anos, ao revelar atitudes que a esposa de um ex-presidente ao qual servia tomava e com que influenciava o marido: ela dependia das posições de astros e planetas no cosmos para tomar decisões importantes, e queria que o marido lhe seguisse o exemplo em seu trabalho como líder nacional. Segundo informou o ex-assessor presidencial, a inspiradora da primeira-dama era uma conhecida astróloga cujas previsões astrológicas ela seguia à risca e que lhe servia de conselheira, orientando-a  à luz do que indicavam os astros.
        Nas penúltimas eleições presidenciais brasileiras, uma famosa astróloga previu que certo candidato seria vitorioso, e divulgou suas previsões com toda certeza. Embora as pesquisas de opinião indicassem que o candidato tinha poucas possibilidades de ser o preferido dos eleitores, ela insistia em que antes das eleições "um fato novo" viria a se passar que o poria disparado à frente dos concorrentes. E houve deveras um tal "fato novo", o que deu a ela maior convicção de sua previsão, baseada no mapa astrológico daquele candidato em comparação com os dos demais. No entanto, embora os astros, na sua opinião, preferissem o tal aspirante presidencial, o que pesou realmente foi o número de votos acumulados por aquele que por fim se saiu vitorioso. E o "favorecido" pelos astros terminou amargando um longínquo sexto lugar.
        Tais episódios servem para demonstrar o elevado status que a astrologia alcançou nestes últimos anos e seu potencial de até mesmo influenciar os rumos de um governo, a partir de quando passou a servir como diretriz para a vida de nobres babilônicos dois milênios antes da Era Cristã.
        Lembra um estudioso do assunto que na Índia alguns governantes buscaram na astrologia diretrizes para conduzir os negócios nacionais, e nem por isso a situação daquele país revelou-se menos problemática. Com crises políticas sucessivas, disputas étnicas e uma economia em bancarrota, o misticismo dos indianos, de onde procedem muitas das idéias de modernos esotéricos, não parece contribuir para a superação das dificuldades que a nação vem atravessando ao longo de sua história. Tal realidade nos lembraria também o Haiti.

A Popularização dos Horóscopos

        Desde que começaram a surgir nos jornais britânicos na década de 30, revistas e diários por todo o mundo publicam colunas de horóscopos que atraem a atenção de muitas pessoas e rendem um bom dinheiro para os que se beneficiam com essa difundida credulidade. Não são poucos os que levam realmente a sério tais previsões, e não tomam nenhuma decisão, no campo sentimental, comercial, profissional, sem conferirem "o que dizem os astros" para aquele dia. Tais pessoas certamente não se dão ao trabalho de examinar os diferentes horóscopos oferecidos por publicações variadas, pois perceberiam muitas incoerências. Não é para menos—as previsões dos astros "que não mentem" dependem do redator de cada horóscopo.
        Enquanto fazia meu curso de jornalismo, um colega contava que no jornal em que trabalhava havia um colaborador regular de horóscopos que certo dia falhou em levar a sua matéria antes do tempo de fechamento do periódico. Para não deixarem de atender ao grande público que religiosamente consultaria o seu horóscopo na manhã seguinte, ele tomou a iniciativa de criar o texto de previsões astrológicas para substituir o do astrólogo regular. Assim, pediu aos colegas de redação opiniões sobre o que poderia conter cada signo. Com as várias sugestões coletadas—por exemplo, "coloque aí que o dia será favorável aos aquarianos para fazer novas amizades, mas que devem cuidar com a saúde. . ."—pôde preencher o espaço sem que os leitores percebessem o "amadorismo" dos que compuseram o seu horóscopo. Aliás, uma das características dos horóscopos é a maneira genérica, vaga e mesmo ambígua em que as previsões são emitidas.
        Em vários lugares há profissionais que se dedicam a preparar mapas astrológicos, até mesmo com o auxílio de computadores, para, supostamente, orientar as pessoas "sobre os melhores períodos, alertando-as para os piores. É como se fosse um mapa de previsões e alertas para um ano", explica Neide Sampaio, que mantém um escritório de astrologia em Belo Horizonte.
        Segundo a astrologia, cada planeta representa uma força a influenciar os indivíduos de algum modo. Nessa crença, os astrólogos indicam, por exemplo, datas apropriadas para a abertura de lojas, como no caso das butiques quando, "é bom saber a posição de Vênus, ligado à estética e à beleza", segundo a alegação de um adepto da consulta aos astros. Do mesmo modo, "se o seu negócio é comida, fique de olho na Lua". Supostamente, a posição tanto do planeta quanto do satélite no dia da inauguração poderia levar o negócio da butique ou de uma lanchonete ao sucesso ou ao fracasso.

Ciência ou Mito?

        Mas que evidência científica existe para indicar que Vênus tem influência sobre questões de estética e beleza? Seria tão somente a mitologia, e suas incríveis histórias dos deuses do Olimpo, de tantas intrigas e fraquezas nada divinas?
        O planeta Vênus tem tal nome atribuído por astrônomos do passado em homenagem à deusa da beleza entre os romanos, que se identificava com a Afrodite dos gregos. Casada com Vulcano, Vênus teve "um caso" com Marte, o deus-guerreiro que inspirou o nome de outro planeta de cor avermelhada (daí sugerindo guerra). Mas tudo isso, como o próprio nome diz, não passa de MITOlogia.
        Não seriam muitas das concepções da moderna astrologia meros mitos? Aliás, o astrólogo Renato Quintino chega a admitir isso candidamente ao explicar que "os planetas têm o mesmo nome dos deuses gregos e não é por acaso. Portanto, é fundamental que o astrólogo conheça a Mitologia. Só assim ele saberá, por exemplo, que Plutão, que é o deus dos infernos, rege, na Astrologia, os infernos interiores dos homens" ("Tudo [ou quase tudo] que você precisa saber sobre Astrologia", O Estado de Minas, 25/8/91, p. 6).
        Qualquer estudante do nível elementar sabe que a Terra e os demais planetas giram em torno do Sol, dentro da concepção heliocêntrica. Os astrólogos, porém,  ainda vivem a cultura dos astrônomos de milênios atrás, quando prevalecia o conceito geocêntrico—de que a Terra fica ao centro, girando em torno dela o Sol, a Lua e as estrelas. Ademais, os cinco planetas conhecidos pelos babilônios (Mercúrio, Marte, Vênus, Júpiter e Saturno, com o Sol e a Lua acrescentados para formar o "mágico" número sete), passaram a nove, incluída a própria Terra, pela descoberta posterior de Netuno e Plutão.

Contradições e Perigos

 

        Sabe-se que os fatores a influenciar o comportamento, ou mesmo o futuro de alguém, dependem de aspectos de formação moral, educacional, e mesmo físicos. Como argumenta Isaltino G. Coelho Filho, em artigo sobre o assunto, uma criança "filha de pais pobres, sem alimentação adequada, com gestação tumultuada, nascida em um país miserável e em guerra, terá o mesmo temperamento, o mesmo caráter e o mesmo destino de uma criança filha de pais ricos, bem alimentada, que teve gestação tranqüila, nascida em uma mansão, só porque ambas nasceram em 10 de Fevereiro?" ("Qual é o Seu Signo?"–Mulher Cristã Hoje, agosto de 1991, p. 9). O mesmo autor lembra o caso dos gêmeos, nascidos no mesmo dia, sob o mesmo signo e supostas influências planetárias, que revelam temperamentos diferentes. "Tendo a mesma data e a mesma hora de nascimento, além dos mesmos antecedentes, deveriam ter temperamentos e destinos idênticos. Mas isso não sucede". (Ibid.) E recorda o exemplo bíblico dos gêmeos Esaú e Jacó para confirmá-lo.
        A Astronomia também indica que os céus não se mantêm constantes desde o período em que os magos de Babilônia perscrutavam o espaço sideral e especulavam quanto às "vibrações" que os diferentes astros emitiam sobre a vida das pessoas. Assim, os seus mapas de astros e estrelas hoje estão inteiramente desatualizados. Como explica o astrofísico Hubert Reeves, "Tendo nascido em 13 de julho, os astrólogos me dizem que sou de Câncer. O que deveria significar que o Sol, no meu nascimento, se encontrava na constelação de Câncer. Isso era verdade há dois mil anos, mas no dia do meu nascimento, o Sol estava em Gêmeos". (O Estado de S. Paulo, 9/02/86, citado por Isaltino G. Coelho Filho, Ibid). Portanto, alguém que fosse sagitariano ao tempo dos sábios de Babilônia hoje seria capricorniano! Mas os astrólogos não levam em conta essa "defasagem" cósmica ao emitirem suas previsões.
        Um psicólogo avaliou da seguinte maneira os perigos que a astrologia representa na formação de uma pessoa: "Podemos ver o perigo pelo aspecto dos sérios distúrbios psicológicos; o medo da vida, o desespero e o desequilíbrio mental são produzidos por ela em pessoas sensíveis. A astrologia paralisa a iniciativa e a capacidade para avaliar. Ela entorpece as faculdades mentais e encoraja a superficialidade". (Citado por Axel Hart em "O Golpe das Estrelas", Decisão, janeiro de 1990, pp. 25 e 26).
        Para o cristão, não é o condicionamento cego da mecânica planetária que lhe determinará o rumo da existência. Sabe que Deus o criou com o livre arbítrio para decidir seu próprio destino e depositará confiança na Sua direção, seguindo a Sua palavra.
        Parafraseando o salmista, diríamos, "Uns confiam em horóscopos, outros em cartomantes, mas nós faremos menção ao Senhor nosso Deus" (cf. Salmo 20:7).

NOTA: Após a publicação deste artigo, uma cientista britânica trouxe ao conhecimento da sociedade humana que os especuladores do Zodíaco teriam que fazer um ajuste essencial nos seus horóscopos, se quiserem dar um mínimo de feição científica a seus estudos, pois há um mais a ser acrescentado. Assim, em lugar de 12, seriam 13 signos. A reação da comunidade astrológica e seus adeptos foi típica dos que, na intenção de guiar-se pelos astros, preferem "tapar o sol com a peneira": simplesmente disseram que não alterariam o que têm  sido crido e ensinado por milhares de anos. Alguém, entrevistado por uma jornalista da TV a respeito de ter de possivelmente alterar o seu signo diante do novo fato, expressou-se mais ou menos assim: "Pode até ser que realmente haja um signo a mais; contudo, continuarei a crer como sempre cri, pois do contrário teria que alterar muito o meu  modo  de  pensar. . ."
 

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FONTE: http://www.azenilto.com/16ASTROLOG.html

Azenilto Brito - Como Identificar o Anticristo

Como Identificar o Anticristo

        Poucas imagens têm estimulado tanto a imaginação e causado tanta ansiedade como a misteriosa figura do anticristo. Enquanto gerações de cristãos têm contemplado o horizonte em busca de sinais do fim do mundo, têm acreditado ter descoberto o anticristo em homens como Nero, Constantino, Napoleão, Hitler ou Stalin. Não se deixando desalentar por causa de esforços feitos no passado para identificá-lo, alguns aficionados apocalípticos sugerem que Saddam Hussein é o amplamente antecipado anticristo.

        A mesma palavra, anticristo, é usada apenas pelo apóstolo João em sua primeira e segunda epístolas. Antes de examinar outros textos bíblicos comumente reconhecidos como referências ao mesmo anticristo, examinemos nas cartas de João quatro características ressaltantes desse enganador:

        Filhinhos, já é última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos . . . Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. 2 João 2:18-26.
        Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo. . . . Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. 2 João 7-9.

        Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus. . . . todo espírito que não confessa a Jesus, não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo. 1 João 4:1-3.

1. O caráter religioso do anticristo

        O anticristo é espiritual. João admoesta: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus". 1 João 4:1. Nem tudo quanto é espiritual procede necessariamente de Deus (Efé. 6:12). A terça parte dos espíritos ministradores (anjos) do céu se uniram com Lúcifer em sua rebelião contra Deus (Apo. 1:20; 12:3-9). O apóstolo Paulo diz que os enganadores "são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça" 2 Cor. 11:13-15.
        Um enganador é alguém que faz com que outros pensem ser ele algo que na verdade não é. Quanto maior for a semelhança do anticristo com Cristo, mais eficaz será o engano.
        O prefixo grego anti significa "em lugar de". Também abrange a idéia de "substituição". Por exemplo, quando Paulo diz que Jesus Cristo "a Si mesmo Se deu em resgate por todos" (1 Tim. 2:6), não emprega a palavra comum para resgate (em grego-lutron), mas emprega o prefixo anti (grego-anti-lutron). A palavra literalmente significa resgate substitucionário.
        Portanto, anticristo refere-se a uma figura que se coloca a si mesma no lugar de Cristo Jesus. É um Cristo substituto. Ocupando o lugar de Jesus Cristo, trata de levar a cabo o ministério de Cristo. Em 2 Tes. 2:4 Paulo diz que ele se assenta "no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus". O anticristo é de um caráter altamente religioso.

2. A realidade presente do anticristo

         O anticristo de João não é somente uma identidade futura. É uma realidade presente: ". . . muitos anticristos têm surgido", "tendes ouvido que vem [o anticristo] e, presentemente, já está no mundo".
       O tempo entre o primeiro e o segundo advento de Cristo se chama "os últimos dias" (Heb. 1:2). O aparecimento do anticristo pertence ao "tempo do fim", e segundo o apóstolo João, o espírito do anticristo manifestado nos falsos mestres de seu tempo foi um indício dos últimos dias. Jesus predisse que viriam falsos Cristos. João declara que já estão aqui, e por isso estamos no tempo do fim.
        A igreja é uma comunidade escatológica que tem o dom do Espírito Santo, o "penhor" da herança (Efé. 1:14); e enquanto o povo de Deus espera o regresso de Cristo, tem que entender que vive na hora em que o anticristo está em plena ação.
        O apóstolo Paulo estava de acordo com isto quando escreveu: "o mistério da iniqüidade já opera". 2 Tes. 2:7. Assim, o anticristo sempre deve ser visto como uma realidade presente-em 65 AD, em 1517, e hoje, mas não devemos negar que o anticristo terá uma manifestação futura e final. Mas o problema com um futurismo absoluto é que se cega ante a realidade presente do anticristo.
        Não basta ver o disfarce do anticristo no ano 65 AD quando João confrontava a heresia gnóstica, nem vê-lo em 1517, quando Martinho Lutero pregou o seu protesto na porta da instituição religiosa. O anticristo é uma realidade presente. Necessitamos ver como está trabalhando hoje.

3. O perigo interno do anticristo

        Buscar o anticristo como um inimigo externo à Igreja é passar por alto uma parte essencial da advertência bíblica. O anticristo não é meramente um inimigo à porta; infiltrou-se dentro da cidade. É um lobo disfarçado de pastor entre o rebanho. É alguém que se apresenta como se fosse Cristo, e sua mensagem é um evangelho substituto. As advertências de João e Paulo deixam bem claro que este procede da própria igreja:

        Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos. 1 João 2:19.

        Depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Atos 20:29, 30.

4. Seu espírito nega a doutrina de Cristo

        Embora o anticristo se apresente numa variedade de formas, cada uma de suas manifestações se caracteriza pelo mesmo espírito-o espírito de negar a doutrina de Cristo. Nega que Jesus foi Deus em carne humana, o Salvador do mundo. O espírito do anticristo sempre deseja obscurecer a distinção entre Deus e o homem. Deseja substituir a Cristo ou Sua obra com algo "bom". John MacArthur enfoca este espírito quando diz:

        Inevitavelmente os sistemas religiosos falsos sempre atacam a Pessoa e a obra de Cristo. Toda religião falsa promove uma salvação . . . que nega a obra de Cristo, que é o único que salva. E todas elas têm um conceito distorcido de Cristo. Para algumas, é um anjo; para outras é uma classe de emanação elevada; ou unicamente um homem glorioso; ou um profeta de Deus. O espírito do anticristo sempre ataca a realidade de Cristo e Sua Palavra".-Sermão "The Coming Man of Sin", Pt. 6", Grace to You, cassete, GC53-12.

        Finalmente, é um erro pensar que o anticristo só tem uma forma. João, o discípulo amado, diz que têm surgido muitos anticristos. Enquanto indicava um anticristo futuro, Paulo declarou aos tessalonicenses: "o mistério da iniqüidade já opera". 2 Tes. 2:7. Advertiu aos anciãos da igreja de Éfeso que mais de um lobo feriria o rebanho. E conquanto um lobo desmascare a outro, nem por isso se livra de ser também um anticristo.

Conclusões

        O ensino bíblico é de que o anticristo tem caráter religioso e não-religioso, presente, e não unicamente futuro, interno, e não externo à Igreja, sendo insistente em pôr algo bom no lugar de Cristo e Sua obra. Por isso não nos convém fixar o olhar para um remoto século passado nem para um futuro distante. Identificar o anticristo no Século XXI não é questão de atirar pedras em Roma nem sobre os liberais. É questão de examinar nossa própria casa e coração, deixando que a mensagem bíblica da Pessoa e obra de Jesus Cristo desafie tudo o que fazemos e ensinamos. Que pusemos no lugar da gloriosa Pessoa e obra de Cristo? A menos que discernamos a obra do anticristo hoje, não teremos segurança de que discerniremos sua manifestação amanhã.

[Extraído de Pregonero de Justicia, julho de 1999, págs.3 a 6. Editor: Richard Marín.]

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Azenilto Brito - Que Quer Dizer "Justificar"?

Que Quer Dizer "Justificar"?

Geoffrey Paxton

       Que quer dizer o Novo Testamento por "justificar"? Todos estão de acordo com o fato de que a justificação é de Deus, mas nem todos estão de acordo com o significado preciso da justificação. A forma mais direta de expressar o problema é esta: "Justificar" significa "declarar justo" ou "tornar justo"? Isto é, a justificação corresponde a um evento externo à pessoa justificada—uma justificação "fora de mim"—ou é algo que ocorre "dentro" da pessoa justificada?
        Alguns recusam aceitar as alternativas "uma ou outra" aqui apresentadas. Em sua maneira de pensar, Deus declara justa a pessoa, mas a torna, ao mesmo tempo, justa; o ato de Deus justificar é simultaneamente um ato "fora de mim" e "dentro de mim". Logicamente bater-se por "uma ou outra" na questão da justificação, não é, como veremos mais adiante, sugerir que nada sucede dentro do crente. Tudo com que insistimos aqui é que a justificação é uma de duas coisas—"a declaração de" ou "a criação de"; o que não é ambas as coisas, uma declaração e uma criação.
        "Justificar" significa o mesmo que "declarar justa" uma pessoa que, em si mesma, não é outra coisa senão injusta. De fato, a pessoa justificada, em si mesma está cheia de podridão e é repugnante à santidade verdadeira. A justificação é inteira e completamente objetiva. A expressão "justificar" não significa "tornar justo" mas "declarar justo", "confirmar como justo". A razão por que não se pode dizer que "justificar" significa "tornar justo" não é pelo fato de o crente já ser justo, mas porque Outro já é inteiramente justo em seu favor—a saber, o Filho de Deus. "Justificar" é um ato de Deus baseado numa justiça perfeita, não um ato de Deus que produz uma justiça perfeita.

Quatro razões a considerar

 
        Quais são as razões tomar esta posição? Em primeiro lugar devemos consultar as Escrituras.

        1. A justificação no Novo Testamento é (a) a justificação do perfeitamente Justo e (b) a justificação do ímpio, ou pecador. Quando se fala da primeira justificação, o Justificado é (1) perfeito Deus e (2) perfeito Homem. A justificação do perfeitamente Justo, quando é a justificação do perfeito Deus, é mencionada em Lucas 7:29: "Todo o povo O ouviu, e até os publicanos, reconheceram a justiça de Deus. . . ." A New International Version capta a força disto dizendo: ". . .reconheceram que o caminho de Deus era correto". A justificação do perfeito Deus é a declaração (não o tornar) da justiça de Deus.
        A justificação do perfeitamente Justo, quando é a justificação do perfeito Homem, é mencionada em 1 Tim. 3: 16: "Aquele que foi manifestado em carne, foi justificado no Espírito. . .". De acordo com o Expositor's Greek Testament (Vol. 4, pág. 118), esta justificação se efetuou "sobre uma revisão da totalidade da Vida Encarnada". Indiscutivelmente, Cristo foi o Justo (Atos 3:14; 22:14; 1 João 2:1). Cristo foi declarado justo, não tornado justo.
A justificação do perfeito Deus (Luc. 7:29) e do perfeito Homem (1 Tim. 3:16) é em ambas as ocasiões a declaração, não a criação de justiça.
       E que dizer da justificação do homem imperfeito, ou do pecador? Obviamente se conservamos em mente que a justificação é a justificação do ímpio, resultará impossível pensar nisso como da criação de justiça. Se assim não fosse, a justificação já não seria a justificação do ímpio. Contudo, assim é exatamente como o Novo Testamento a ela se refere. Romanos 4:4, 5 fala explicitamente da justificação do ímpio e da justificação como coerente em que Deus não nos considera nossos pecados contra nós. Ademais, deve-se reconhecer que quando Paulo fala da justificação à parte das obras da lei, ele está falando de uma  justificação à parte de uma  conformidade positiva com as demandas da lei; isto é, santidade em pensamento e obra (Rom. 3:20-28; Gál. 2:16; 3:11; 1 João 2:2). Esta é a justificação daqueles que não possuem santidade em, nem por, si mesmos; que não têm uma  conformidade pessoal com as demandas positivas da lei.

        2. O verdadeiro significado da justificação pode derivar de sua antítese no Novo Testamento. O oposto de "justificar" não é "depravar", mas "condenar". Se "justificar" significasse "tornar santo" seu oposto seria "tornar ímpio". Todavia, se "justificar" significa "absolver" logo, o seu oposto seria "condenar". E esta é exatamente a situação. De acordo com Paulo, o oposto de "justificar" é "condenar", e partindo do contexto de Romanos 5: 12 em diante, fica claro que a antítese é uma, entre condenação e justificação, e não entre "corromper" e "tornar justo". Daí que "porque o julgamento derivou de uma só ofensa [de Adão], para a condenação; mas a graça transcorre de muitas ofensas, para a justificação". Rom. 5: 16. E Romanos 5: 18 declara: "Assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. . ." Esta ênfase é o que governa a forma como devemos entender Romanos 5: 19: "Porque, como pela desobediência de um homem muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só muitos se tornarão justos".
       A propagação de uma  natureza corrupta desde nosso pai Adão é uma correta verdade bíblica e teológica, mas nesta passagem não é a ênfase de Paulo (comparar com Rom. 5: 12 em diante). Sua ênfase é esta: Devido a nossa ligação com Adão, o que resulta judicialmente é a condenação. Não obstante, dada a nossa ligação com Cristo o que procede judicialmente é a justificação. Assim como a condenação não significa "tornar mau", de igual forma a justificação não significa "tornar bom".
        Considerando a antítese de "justificar" ("condenar") podemos ver que "justificar" significa "absolver" e não "tornar justo". As expressões usadas nas passagens bíblicas revelam que são derivadas, não da operação de purificar a alma ou de infundir justiça nela, mas do procedimento das cortes em seus julgamentos, ou de pessoas ofendidas em seu perdão junto aos ofensores (comparar com Rom. 8:33, 34).

        3. Ao determinar o verdadeiro significado bíblico de justificação, um exame das expressões equivalentes demonstra que elas comunicam a mesma idéia que no sentido jurídico de "justificar" e de "justificação". [Ver Deut. 25:1; Prov. 17:15].
Em João 3:18, a recompensa de crer não é a purificação (conquanto verdadeiramente esta a siga) mas a não-condenação; ou seja, absolvição ou justificação. De igual forma, diz-se que ouvir a palavra de Jesus e crer Nele (João 5:24) traz, não a liberdade da corrupção, mas a liberdade da condenação em juízo.
        Quiçá a passagem que mais claramente apresente o significado de um equivalente da justificação é 2 Coríntios 5: 19-21. No verso 19 é explicada a obra de reconciliação, não de como purificar os homens de seus pecados, mas de como "não imputando aos homens as suas transgressões". A justificação é a não imputação do pecado. O verso 21 estabelece claramente: "Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós, para que Nele fôssemos feitos justiça de Deus".
        Em que sentido foi Cristo feito pecado? Por imputação ou por comunicação? Contando-o ou reconhecendo-o como pecador, o tornando-o um pecador? Pode haver só uma resposta a fazer justiça à evidência bíblica: Cristo foi feito pecado por imputação, não por comunicação, tendo nosso pecado sobre Si, não em Si! De igual modo, podemos perguntar como somos feitos justiça de Deus em Ele. A resposta é a mesma. Somos feitos justiça de Deus por imputação, não por comunicação. Somos tratados como se fôssemos justos e não porque somos justos em nós mesmos de fato. Cristo foi tratado como pecador porque veio e tomou nosso lugar e nós tratados como justos porque, mediante a fé, nos apropriamos de Sua sorte.

        4. Falar da justificação, no sentido de "tornar justo" é dar à justificação o mesmo significado que a santificação tem na maior parte das Escrituras. A justificação e a santificação chegam a ser sinônimas, ambas significando "tornar santo". O que nas Escrituras tem o sentido de uma libertação externa da sentença do pecado (justificação) é mudado para algo que significa uma liberação interna do poder do pecado (santificação). Esta é a posição oficial da Igreja de Roma. O que a Bíblia ensina como um processo judicial, Roma transformou na infusão de uma  qualidade. Contudo, um processo judicial e a infusão de uma  qualidade são coisas verdadeiramente diferentes! O Concilio de Trento, e alguns de seus devotos que o seguiram, caíram no terrível erro de fazer com que uma figura represente duas coisas inseparáveis, porém bastante diferentes—perdão (liberdade da pena do pecado) e renovação (liberdade do poder do pecado). O Concilio declarou que a justificação consiste em ambas as coisas: a remissão e a renovação interna.
        Roma tem falado assim: Quando se leva a cabo a justificação, quer isto dizer que nada sucede no crente? A resposta a esta pergunta é—Não! Logo, diz Roma, se também algo sucede dentro do crente, por que fazer com que a justificação se refira somente à realidade externa?
        Nossa resposta a isto é que a realidade tida em mente deve corresponder à figura empregada. Entender a justificação como incluindo a conseqüência necessária da santificação é como tomar a expressão figurada do "pé de um monte" para que signifique tanto a base como o cume da montanha. Não se pode separar a base do cume, mas não se deve usar a figura do pé para incluir, ao mesmo tempo, o cume. Tal como o pé e o cume da montanha são inseparáveis, assim também a justificação e a santificação são inseparáveis. Sem embargo, tal como se deve distinguir entre o pé da montanha e seu cume, assim se deve distinguir entre a justificação e a santificação. Ainda assim, porém, tal como não se inclui necessariamente o cume da montanha quando alguém se refere a seu pé, não se necessita referir necessariamente à santificação quando se fala da justificação.
        Bem pode ser que pelo interesse de enfatizar que a justificação é totalmente fora de uma pessoa, não dando suficiente ênfase à obra interior do Espírito, os protestantes tenham ajudado (conquanto sem querer) Roma em seu erro. Não obstante, confundir o que deve ser distinguido é tão mau quanto dividir o que é inseparável.
        Em suma: Afirmamos o significado de "justificar" como "declarar justo" e não "tornar justo". Consideramos o significado da palavra, a antítese de "justificar", algumas expressões equivalentes e a distinção necessária entre a justificação e a santificação.

[Extraído de Pregonero de Justiça, Vol. 4, nº 4, págs. 13-17; Editor: Richard Marin]



Artigos Relacionados ou de Especial Interesse:

[20] PARA ENTENDER JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ – 4  páginas,  de Azenilto G. Brito.

    Neste artigo o autor busca apresentar uma exposição didática do tema, o contraste entre as posições históricas dos reformadores do século XVI em contraste com a ideologia católica-romana. A má compreensão desse tema tem produzido noções equivocadas sobre o plano da salvação entre os cristãos evangélicos em geral levando muitos a terem uma compreensão mais católica do que protestante do tema da justificação/santificação.

[20a] DESTAQUES EM ROMANOS (Traduzido da publicação Thinking Aloud) – 8 páginas.

     Um comentário objetivo sobre a epístola aos Romanos, capítulo por capítulo, em que o autor, Richard Marin, busca responder a duas perguntas básicas: 1) o que é o evangelho; 2) para que serve o evangelho.
     Um questionário de recapitulação ao final oferece um bom exercício para quem queira realmente dominar o assunto básico da justificação pela fé tratado na epístola paulina.

[20b] EXPLICANDO O ENTENDIMENTO COMUM DE JUSTIFICAÇÃO – (Captadas na Web e outras fontes) – 8 páginas.

     O autor, teólogo da Igreja de Confissão Luterana, analisa alguns pontos da recente declaração conjunta entre luteranos e católicos no entendimento da justificação pela fé e discute as diferenças irreconciliáveis entre os dois pontos de vista. Os textos de parágrafos enumerados,  em itálico, representam trechos-chave do documento luterano-católico, vindo a seguir os comentários do autor.
     Acompanha essa análise cópias de cartas interessantes em que um destacado líder luterano e professores de Teologia dessa denominação rejeitam o documento ecumênico e garantem: "Resistiremos!"
Finalmente, uma reprodução comentada dos cânones do Concílio de Trento (da Contra-Reforma católica) mostra as razões porque os evangélicos conscientes de sua herança protestante não podem aceitar as formulações de síntese entre as posições católicas e protestantes de justificação pela fé e santificação.

[42] - A SALVAÇÃO SE PROCESSA NO CÉU OU NA TERRA? Artigo publicado em Correio Cristão, por Azenilto G. Brito) – 4 páginas.

     Exposição didática sobre o importante tema da justificação pela fé que nesta época caracterizada pela superficialidade e subjetivismo teológico deveria empolgar os cristãos modernos, como empolgou o mundo cristão ao tempo dos pais da Reforma Protestante. Trata-se de uma seqüência ao artigo, "Para Entender Justificação Pela Fé", de autoria do autor, transcrito em seu livro O Desafio da Torre de Vigia.


     Solicite os artigos que lhe interessarem pelos respectivos números ao E-mail  otabrito@aol.com  que lhe serão encaminhados eletronicamente de forma gratuita.


 http://www.azenilto.com

FONTE: http://www.azenilto.com/42aQueQuerDizerJustif.html

EGW - CURIOSIDADES DIÁRIAS QUE FORTALECEM A ALMA – 013

- Pergunta sobre o Ano Bíblico.:

 

Quantas vezes maior era a porção de alimento que Benjamin recebeu de seu irmão José?

Resposta: cinco vezes (Gênesis 43:34)

 

- Curiosidades Bíblicas.:

 

Qual a ave, citada na Bíblia, que trata os seus filhos como se não fossem seus?

Resposta: A avestruz. Jó 39:13,14,15,16.

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/biblia.asp?lista=1&livro=18&capitulo=39

 

- Versos Bíblicos.:

 

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. João 14:21

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/biblia.asp?lista=1&livro=43&capitulo=14&verso=21

 

- Meditação Matinal de EGW (Português).:

 

A profecia de Elias

 

"Eis que Eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que Em não venha e fira a terra com maldição". Mal. 4.-4 e S.

 

Os que devem preparar o caminho para a segunda vinda de Cristo são representados pelo fiel Elias, assim como João veio no espírito de Elias a fim de preparar o caminho para o primeiro advento de Cristo. - 3T, 62.

 

A obra de João Batista e a obra dos que nos últimos dias saem no espírito e poder de Elias para despertar as pessoas de sua apatia, são idênticas em muitos aspectos. Sua obra é uma figura da obra que precisa ser efetuada nesta época. Cristo virá a segunda vez para julgar o mundo com justiça. -The Southern Watchman, 21-03-1905.

 

João separou-se dos amigos e dos luxos da vida. A simplicidade de seu vestuário, feito de pêlos de camelo, era uma permanente reprovação à extravagância e exibição dos sacerdotes judeus, bem como do povo era geral. Seu regime, puramente vegetariano, composto de gafanhotos e mel silvestre, era uma reprovação à tolerância para com o apetite e a glutonaria predominante em toda parte. ...

 

O grande assunto da reforma deve ser agitado, e a mente do público deve ser estimulada. Temperança em todas as coisas deve estar associada com a mensagem, a fim de fazer voltar o povo de Deus de sua idolatria, glutonaria e extravagância no vestir e em outras coisas.

 

A abnegação, humildade e temperança requeridas dos justos, a quem Deus de maneira especial guia e abençoa, devem ser apresentadas em contraste com os hábitos extravagantes e destruidores da saúde dos que vivem neste século degenerado. Deus tem mostrado que a reforma de saúde está tão intimamente relacionada com a mensagem do terceiro anjo como a mão está com o corpo. - 3T, 62.

 

Assim como João Batista, ao preparar um povo para o primeiro advento de Cristo, chamou-lhes a atenção para os Dez Mandamentos, devemos dar, não com sonido incerto, a mensagem: "Teme! a Deus e dai-Lhe glória, Pois é chegada a hora do Seu juízo". Com o fervor que caracterizava o profeta Elias e João Batista, devemos esforçar-nos por preparar o caminho para o segundo advento de Cristo. - 4BC, 1184.

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/?l=100&p=20

 

- Mensagens para Evangelistas.:

 

A voz do Salvador era qual música aos ouvidos dos que se achavam habituados à pregação monótona e sem vida dos escribas e fariseus. Ele falava devagar e de modo impressivo, acentuando as palavras a que desejava que os ouvintes dessem especial atenção. ...

 

De grande valor é o poder da linguagem, e a voz deve ser cultivada para benefício daqueles com quem nos pomos em contato. Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, pág. 240.

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/?l=37&p=240

 

- Mensagens sobre Escola Sabatina.:

 

Que todos contemplem a Jesus e O imitem. Que todo obreiro exercite o máximo possível suas faculdades para trabalhar em harmonia com o plano de Deus.

 

Aprenda ele na escola de Cristo, para poder ser sábio em instruir a outros. Os que, na Escola Sabatina, estão entregues ao cuidado do professor, necessitam da sabedoria e experiência que Deus pode dar ao seguidor de Cristo.

 

Aprenda o professor a mansidão e humildade de coração reveladas em Cristo, a fim de ser um verdadeiro mestre e conquistar seus alunos para Cristo, para que eles, por sua vez, se tornem fiéis missionários na grande seara. Testimonies on Sabbath School Work, págs. 76 e 77 e Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 106.

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/?l=15&p=106

 

- Mensagens sobre Saúde.:

 

As crianças devem aprender que têm de comer para viver, e não viver para comer. Esses hábitos devem começar a ser implantados já na criancinha.

 

Ela só deve tomar alimentos a intervalos regulares, e menos freqüentemente, à medida que vai tendo mais idade. Não convém dar-lhe doces, ou comidas dos adultos, que é incapaz de digerir.

 

O cuidado e a regularidade na alimentação dos pequeninos, não somente promove a saúde, tendendo assim a torná-los sossegados e mansos, mas lançará o fundamento para os hábitos que lhes serão uma bênção nos anos posteriores. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, págs. 229 e 230.

 

Fonte: http://www.ellenwhitebooks.com/?l=17&p=229

2月28日

Neumoel Stina - Humildade, caminho da glória

A VOZ DA PROFECIA


A Voz é Nossa, Mas a Palavra é de Deus!

 

Escute o Pr. Neumoel Stina abordar o tema, Humildade, caminho da glória

 

Música - Arautos do Rei "O amor do Calvário" (Greg Nelson - Phill McHugh, trad. Marilisa Mota - Josué de Castro, arr. Costa Jr.)

Duração: 12:06 minutos

Para ouvir, é só clicar no ícone acima, mas pra isso você precisa ter em seu computador o programa Real Player. Faça o download aqui! (Versão Gratuita)


Após escutar o Pr. Neumoel Stina, se desejar entre em contato com a Voz da Profecia e peça o curso bíblico "Encontro com a Vida".

Envie um email para escolabiblica.orb.br e peça seu curso bíblico hoje mesmo!.

A Voz da Profecia
Caixa Postal, 7
12300-970 - Jacareí - SP.

PABX: 12 2127 3000 - Email: vp@sisac.org.br


Este sermão só está disponível em áudio!


A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação


 

FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7074

RNT - COMO HONRAR O PAI E A MÃE?

Minha mãe e eu somos de religiões diferentes, e meu pai é um alcoólatra. A Bíblia diz, "honra teu pai e tua mãe". Como é que posso honrar um alcoólatra e uma mulher que está sempre me menosprezando e me chamando de não-cristão? Isso realmente me fere, e eu não gosto nenhum pouco?

Comecemos com o que a Bíblia não diz acerca de seus pais. Ela não diz para concordarmos com tudo que eles estão fazendo.

Ela não diz que você deve gostar do que eles estão fazendo.

Êxodo 20:12 não é um mandamento condicional.

Lá não diz: "Honra teu pai e tua mãe se eles agirem desta ou daquela maneira".

A Bíblia diz que os filhos devem aos seus pais o respeito e o apreço que lhes pertence pela função que desempenham no lar.

Um lar ferido só pode ser mais prejudicado quando o amor e o respeito pelos pais é contido porque estes não o puderam avaliar.

Todos nós recebemos amor de nossos pais mesmo quando estávamos procedendo mal ou de tal modo que não o merecêssemos.

Podemos nós agora devolver esta mesma espécie de amor?

Mas, vamos além.

Sua carta dá a entender que sua preocupação é mais por seus sentimentos do que pelo bem-estar de seus pais.

É um problema melindroso.

Um pai alcoólatra está procedendo de maneira prejudicial com seus problemas internos.

Como um jovem que está ansioso com o que a Bíblia diz, você também está preocupado em como amar, encorajar e cooperar com um pai doente?

(Se você partilhar algum tempo de joelho com sua mãe, eu duvido que ela o chamará de não-cristão).

Minha sincera sugestão é que você gaste menos tempo procurando brechas legais no 5º mandamento e mais tempo com os cuidados de um filho preocupado com pessoas que obviamente necessitam justamente disto.

FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/

Gilson Medeiros - Especial para os casados...

Especial para os casados...

Olá.

Alguns enviaram e-mails solicitando artigos para casais. Vou começar com um texto muito legal e prático, que saiu na Revista Decisão (Junho/1987).

Sugestões para Manter a CHAMA DO AMOR no Casamento

PARA ELE:
- Use flores.
Passe numa floricultura e escolha uma rosa da cor que ela mais gosta e entregue-a a sua esposa no momento em que ela abrir a porta, ou na hora em que forem para a mesa; e faça esse comentário: "
Pensei em você hoje e comprei-lhe esta flor para dizer-lhe que a amo".

 

- Use o telefone.
Ligue para ela umas três vezes nesta semana. Não porque tenha algo definido para dizer-lhe, mas simplesmente para falar: "
Eu a amo e sou feliz por ter casado com você".

 

- Use cartões.
No aniversário dela e no dia dos namorados (ou em outra data especial), surpreenda-a presenteando-lhe com um cartão feito por você mesmo. Ainda que ele não possa ser considerado uma obra de arte, sua esposa o apreciará imensamente.

PRA ELA:
- Faça uma eleição.
Diga a seu marido que ele acaba de ser escolhido como "
o melhor esposo e pai do ano" em uma votação realizada por você e seus filhos.

 

- Também use cartões.
Compre um cartão bem interessante, o qual deve expressar o que você sente por seu marido. Envie-o pelo Correio ou entregue-o pessoalmente.

 

- Faça elogios.
Reconheça a capacidade dele, sua inteligência, a maneira como trata os filhos, seu jeito de conversar ou qualquer coisa que ele faça bem.

 

- Mande mensagens secretas.
Surpreenda seu marido com bilhetinhos colocados em lugares estratégicos, como, por exemplo, sob seu prato, à mesa; em determinado dia, coloque outro na agenda dele, etc...

 

:::::::::::::::::::::::

 

São apenas dicas simples, mas que estão fazendo falta em muitos casamentos hoje em dia.

Depois coloco outros textos...

 

"Digno de honra entre todos seja o matrimônio..." - Heb. 13:4

Autor: Prof. Gilson Medeiros

FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/ 

Gilson Medeiros - Ellen White era racista?

Ellen White era racista?

Mais de uma vez já me questionaram sobre algumas declarações de Ellen White sobre o casamento entre brancos e negros.

Existe um Centro Apologético (em teologia, "apologia" significa "defesa da fé") aqui no Brasil que "adora" falar mal dos Adventistas, uma das principais "seitas" heréticas, segundo eles. Os "estudiosos" deste Centro gostam de usar esta foto ai do lado, para chamar a atenção para o assunto. (Veja a foto no blog do professor Gilson Medeiros).

Como é possível que você já tenha se deparado com esta questão referente ao "racismo" por parte de Ellen White, estou disponibilizando um material que preparei há algum tempo sobre este assunto.

Se ainda não ouviu falar de mais esta absurda acusação contra nós, Adventistas do 7º Dia, aproveite para ficar sabendo, e ver o que realmente é verdade sobre o tema.

Espero que ajude!

Para pegar uma cópia do artigo, clique aqui.

FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/

Gilson Medeiros - Em 2008... sonhe alto!

Em 2008... sonhe alto!

Um novo ano está iniciando nas nossas vidas. Mais do que uma oportunidade para refletir sobre os 365 dias que passaram, é um momento de traçar metas para os 366 que estão começando.

 

Em 2008, realize o sonho que você há tanto tempo vem almejando. O que pode ser?

 

- Iniciar sua própria família?

 

- Participar de um grande projeto missionário?

 

- Iniciar um curso superior (ou concluir os estudos que ficaram paralisados)?

 

- Iniciar seu próprio negócio comercial?

 

- Fazer de Jesus o nº 1... de verdade!?

 

Eu lí uma história que me chamou a atenção, pois é o relato de vida de alguém que tinha um sonho, e não ouviu os que queriam fazê-lo desistir. Continuou, persistiu, insistiu... e o final... leia você mesmo:

 

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Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.

 

O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de "visionário". O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não!


Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d'água e o homem desiste? Não!

 

Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entre em pânico e desiste? Não!

 

Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção.

 

Como não tem capital ($), resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

 

Encurtando a história: hoje é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa. É conhecida como HONDA CORPORATION, respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

 

Infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, a mania de viver reclamando. Não faça isso! A persistência tem sido a vitamina do triunfo de muitas pessoas e empresas. Não desista e vá em frente. A pessoa que tem grandes sonhos é mais forte do que aquela que tem todos os fatos.

 

Quem sonha prova que está vivo! Pense nisso, viva e faça.

 

Autor: Desconhecido (ao menos, para mim).

 

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Talvez você não precise iniciar uma empresa do porte da HONDA.

 

Mas, não importa... dê o primeiro passo.

 

2008 poderá ser o ano da vitória para você. Deus te criou e escolheu para ser um(a) vencedor(a).

 

Eu creio nisso!

 

"Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam" - Isaías 40:30-31.

 

FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/

Michelson Borges - Terremoto abala Inglaterra

Diversas regiões da Inglaterra e do País de Gales, incluindo parte de Londres, foram sacudidas na madrugada desta quarta-feira por um terremoto de 5,2 graus na escala Richter, o mais forte no país em quase um quarto de século. Segundo o British Geological Survey (BGS), órgão britânico que monitora os sismos geológicos, o epicentro do tremor, à 0h56 (21h56 de terça-feira em Brasília), foi na cidade de Market Rasen, no condado de Lincolnshire, a cerca de 250 quilômetros ao norte de Londres.

Não houve registros de grandes danos ou de ferimentos graves. Apenas um homem idoso sofreu ferimentos em sua perna, atingida por uma chaminé que caiu de sua casa em Wombwell, no condado de South Yorkshire, ao norte do epicentro do tremor. Bev Finnegan, que vive na cidade de Market Rasen, disse: "Eu estava apavorada, para ser honesta. O barulho foi muito, muito aterrorizador. Foi tão profundo e estrondoso."

"Parecia que o teto ia cair. Havia gente saindo à rua de pijama para saber o que estava acontecendo. Foi uma experiência e tanto", afirmou. O tremor foi sentido no centro de Londres e em outras cidades britânicas ao norte da capital, como Manchester e Newcastle. ...

(Terra)

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Michelson Borges - Se essa lei existisse aqui, não haveria Carnaval

Deu no Observatório da Imprensa: "A Comissão Federal de Comunicações (FCC, sigla em inglês), órgão que regula o setor nos EUA, propôs multa de US$ 1,43 milhão à rede de televisão ABC por 'indecência' em um episódio de 2003 da série NYPD Blue.

 

A agência indicou multa de US$ 27.500 a 52 estações afiliadas da ABC que transmitiram o episódio antes das 22 horas – horário em que termina o controle exercido pela FCC em emissoras abertas de rádio e TV em território americano.

 

O episódio em questão, exibido em fevereiro de 2003, continha uma cena em que uma mulher se despia para tomar banho quando era flagrada por um garoto.

 

Segundo a agência, suas nádegas são mostradas em close, assim como parte de um seio.

 

Pelo estatuto da FCC, de 6h às 22h, quando é mais provável que haja crianças assistindo, as emissoras não podem exibir conteúdo desta natureza."

Nota: Fico pensando: se essa lei existisse por aqui, os desfiles de Carnaval jamais seriam transmitidos na TV.

 

Durante horas intermináveis, toda a programação televisiva focaliza o desfile das "escolas" de samba, mostrando as partes íntimas de mulheres que passam o ano se preparando para o "grande evento", como se a vida fosse uma eterna festa e o principal objetivo, despertar a libido dos espectadores.

 

Mas já que não existe multa para isso, o melhor mesmo é pegar a família e fugir para algum retiro de paz. [MB]

Marcadores: moralidade

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Michelson Borges - Prefeitura distribuirá pílula do dia seguinte

A Prefeitura de Recife (PE) irá distribuir gratuitamente durante o Carnaval deste ano o anticoncepcional de emergência conhecido como "pílula do dia seguinte". O projeto prevê a entrega gratuita da pílula em dois postos de saúde móveis que funcionarão apenas durante as noites e madrugadas da festa. Para ter acesso ao medicamento, as mulheres terão que declarar apenas ao médico de plantão que mantiveram relação sexual sem proteção, que os métodos tradicionais de prevenção falharam ou que foram vítimas de violência sexual.

Após avaliação médica, a pílula do dia seguinte será entregue em um kit, que contará ainda com um preservativo masculino, um feminino e um folheto com informações sobre o uso do produto e um alerta de que o método não previne doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. ...

"O que faremos é garantir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres também no período carnavalesco", diz a gerente de Atenção à Saúde da Mulher da Secretaria da Saúde de Recife, Benita Spinelli. Segundo ela, desde 2003 o contraceptivo de emergência está disponível na rede pública.

Spinelli diz que não há estimativa de quantos kits deverão ser distribuídos durante a folia. "Para nós, não importa a quantidade. Não queremos fazer fila para a entrega."

A Secretaria da Saúde complementará o projeto com um programa que prevê a distribuição nas ruas de 1,04 milhão de preservativos masculinos a partir da segunda, durante os eventos pré-carnavalescos. Em Paulista (a 50 km de Recife), a prefeitura também distribuirá a pílula do dia seguinte.

Para a Igreja Católica, a medida é um "desserviço". A Arquidiocese de Olinda e Recife diz que pode entrar na Justiça, caso a prefeitura não recue.

"A posição da Igreja é clara: ela é contra, porque trata-se de um método abortivo", afirma o coordenador da pastoral da saúde da arquidiocese, Vandson Holanda. "Além disso, a distribuição do medicamento estimula a cultura desenfreada do sexo e da violência."

Para ele, a iniciativa da prefeitura torna-se ainda mais "prejudicial" em uma cidade como Recife, "que possui a cultura da morte enraizada". "Isso não se resolve com a polícia, apenas com a cultura da vida."

O coordenador da pastoral diz que a arquidiocese espera que a prefeitura recue na sua decisão. Se isso não acontecer, afirma, a Igreja poderá entrar na Justiça para tentar impedir a distribuição da pílula.

O CRM (Conselho Regional de Medicina) de Pernambuco diz que solicitará mais dados sobre o projeto à prefeitura e que acompanhará a distribuição do medicamento durante o Carnaval.

"Trata-se de um assunto que gera polêmica, mas não adianta fechar os olhos", diz a dirigente da instituição, Nair Cristina Nogueira de Almeida. "O que não pode é haver distribuição maciça, sem um rígido controle de saúde. A ação não pode ser arbitrária nem aleatória."

(Folha Online)

Nota: Por mais que se reconheçam os benefícios dos preservativos como paliativos de um problema que existe, a decisão da Prefeitura do Recife cheira à institucionalização da pouca vergonha. Perdoem-nos, Sodoma e Gomorra!

Marcadores: moralidade, sexualidade

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Michelson Borges - Os encalhados

Recebi de um amigo que viu esta nota e a foto num blog de humor: "Um boto cinza foi resgatado na praia de Guaratuba (PR), no fim da tarde de domingo. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada.

 

Dois biólogos do Centro de Produção e Propagação de Organismos Marinhos (Cppom) e banhistas também auxiliaram na operação."

"Se um indigente fingir que é uma baleia ou qualquer outro animal que vive encalhando, pessoas se juntarão para ajudá-lo."

 

Marcadores: humor

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Michelson Borges - O desafio do secularismo e do ateísmo

A revista Eclésia (ano 11, ed. 120) traz a reportagem de capa "Para eles, Deus deve morrer!", com o subtítulo "Movimento ateísta cresce em todo o mundo e conquista adeptos até mesmo em países de forte tradição cristã". No texto do jornalista Marcos Stefano, são mencionados e entrevistados especialistas e estudiosos ateus e teístas (num exemplo meio raro de bom jornalismo, quando o tema é fé ou a falta dela). Um deles é o professor Paulo Romeiro, do Departamento de pós-Graduação em Ciências da religião da Universidade Mackenzie, em São Paulo. Ele aponta um dos fatores de crescimento do ateísmo e do secularismo na sociedade atual: "É algo duro de aceitar, mas real. As igrejas brasileiras perderam seu conteúdo, trocaram a pregação pelo entretenimento, e o refletir, pelo sentir. Sem falar nos sucessivos escândalos, que têm feito com que um número grande de crentes não apenas abandone a igreja, mas a própria fé."

Outro entrevistado, o Dr. Rodrigo Pereira da Silva, professor do Centro Universitário Adventista, faz coro com o professor Paulo e propõe alguns desafios: "Estamos enfrentando uma guerra intelectual para a qual não estamos preparados. ... Primeiro, temos que arrumar a própria cozinha. É necessário repensar as universidades evangélicas, que vêm sofrendo uma progressiva secularização. Disciplinas como apologética, a verdadeira defesa da fé, foram jogadas para escanteio e perderam a importância. Depois, precisamos nos conscientizar de que nossos jovens não estão preparados para o debate e para o ambiente secular universitário. Esse é o ambiente mais atacado pelos sem-religião e ateus."

Marcadores: ateísmo, cristianismo,

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