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3月29日

Lição da Escola Sabatina - Nº 01 – Quem foi Jesus?

Lição da Escola Sabatina - Nº 01 – Quem foi Jesus?

Você já estudou a sua Bíblia hoje?

Durante a semana, de 29 de março a 05 de abril, vamos estudar a lição de nº 01. Você tem a oportunidade de conhecer como Deus, o nosso Criador, utiliza para ensinar o Seu povo. Eu lhe convido a passar pelo resumo dos principais temas e faço a seguinte sugestão: Confia no SENHOR! Ele tem o melhor método para nos conduzir até a vida eterna.


Quem foi Jesus?


A Lição em poucas palavras...

TEXTO-CHAVE: Mateus 16:13-15

ESBOÇO DO APRENDIZADO

I. Quem dizem os homens que Eu sou?

A. A questão da identidade de Jesus foi repetida ao longo de Seu ministério na Terra.
B. Os discípulos estavam muito familiarizados com as discussões sobre quem Jesus realmente era.
C. Jesus queria que os discípulos estivessem certos de quem Ele era, apesar do que os outros diziam.

II. Salvador ou figura histórica preeminente?

A. Nos séculos 18 e 19, passaram a ser aplicados novos critérios pseudo-científicos para o estudo da Bíblia.
B. O pensamento racional tomou o lugar da visão bíblica de um ser divino descendo para salvar a humanidade do pecado.
C. Jesus não mais era apresentado como Salvador, mas como figura histórica – um bom homem ou mestre que viveu muito tempo atrás.

III. A fé bíblica prevalece

A. Já no século 20, a visão pseudo-científica de quem era Jesus começou a ceder.
B. Hoje, o ponto-de-vista cristão prevalece entre muitos – apoiando a posição de Jesus como Salvador de um mundo pecaminoso.
C. Nossa fé em Jesus baseia-se nos relatos dos discípulos, registrados no Novo Testamento, os quais testemunharam os muitos milagres de Jesus e deram testemunho de que Ele era o Messias.
D. O próprio Jesus afirmou ser o Filho de Deus.

Resumo: Ao longo dos séculos, houve muito debate sobre a verdadeira identidade de Jesus. Porém, apesar das pretensas aplicações científicas aos ensinos da Bíblia, prevalece a fé em Jesus como Salvador do mundo.


Verso para Memorizar: "Indo Jesus para os lados de Cesaréia de Filipe, perguntou a Seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do homem?" (Mt 16:13).

LEITURAS DA SEMANA: Mt 16:13-16; Jo 20:26-28; 1Co 1:18-27; 15:3-7

Quem, realmente, foi Jesus? Por que Ele foi confundido com outros preeminentes personagens judeus? Que desafios houve sobre Sua integridade e identidade nos séculos seguintes ao tempo do Novo Testamento? Quão convictos estavam os escritores da Bíblia sobre Sua identidade, e por quê? Essas são algumas das perguntas que a lição desta primeira semana examinará.


Não era João Batista (Mt 16:14)

1. Leia a resposta dos discípulos em Mateus 16:14. Por que você acha que Jesus quis tratar desse assunto nessa ocasião específica?

2. Por que alguns poderiam achar que Jesus era a reencarnação de João Batista? Mt 3:1-3; 4:12, 13 e 17; 14:1, 2; Mc 1:1-5


Não era Elias nem Jeremias

3. Que significado você vê no fato de que os contemporâneos de Jesus O identificavam com esses personagens em particular?

4. Qual é a principal diferença entre Jesus e os demais profetas, e por que essa diferença é tão importante para nós? Jo 1:1-5; 17:5; Hb 1:1-3


Continuam os sofismas – I


Continuam os sofismas – II

A história dos estudos sobre Jesus é longa, sinuosa e complicada. Não precisamos nos deter mais a esse respeito, a não ser para mencionar o assim chamado Seminário de Jesus, um grupo atual de radicais estudiosos decididos a ter sucesso onde falharam outros questionamentos históricos antes deles. Seu objetivo é "resgatar Jesus das interpretações particulares daqueles doutores que escreveram os Evangelhos" (Roy Hoover, em Kenneth L. Woodward, "A Morte de Jesus", Newsweek, 4 de abril de 1994, p. 39).

5. Em uma de suas réplicas mais penetrantes para os sofisticados intelectuais de seus dias, Paulo dirigiu a atenção para a essência da proclamação cristã: "Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus." (1Co 1:18). Por que a mensagem da cruz é tão importante para nós também?


O Messias, Filho de Deus (Jo 17:3)

6. Que evidências dá a Bíblia de que Jesus foi mais que um grande mestre da Palestina?

a. Mt 1:22 e 23

b. Mt 11:2-6

c. Mt 22:41-45

d. Mc 14:61-64

e. Jo 20:26-28


Estudo adicional

Sobre a questão da identidade de Jesus, leia, de Ellen G. White, "Não é Este o Filho do Carpinteiro?", p. 236-243, em O Desejado de Todas as Nações.

"Quem é esse Jesus?" indagaram. Aquele que reclamara para Si a glória do Messias, era o filho de um carpinteiro e trabalhara no ofício com José, Seu pai. Tinham-nO visto labutando acima e abaixo das colinas, conheciam-Lhe os irmãos e as irmãs, bem como Sua vida e labores. Haviam-Lhe acompanhado o desenvolvimento da infância à mocidade, e desta à varonilidade. Conquanto Sua vida houvesse sido sem mancha, não queriam crer que fosse o Prometido" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 237). "Não admitiriam que aquele que surgira da pobreza e da humildade fosse mais que um homem comum" (Ibid., p. 239).

"Um homem que fosse apenas homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus dizia não seria um grande mestre moral. Ou seria um lunático... ou então, seria o Diabo do inferno. Você deve fazer a escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou então, um louco ou algo pior. Você pode considerá-Lo um bobo, pode cuspir nEle e matá-Lo como um demônio; ou pode cair a Seus pés e chamá-Lo Senhor e Deus. Mas que não me venha com essa tolice de que Ele foi um grande mestre humano. Ele não deixou essa alternativa aberta para nós. Ele não tinha essa intenção" (C.S. Lewis, "A Alternativa Chocante", em Mere Christianity [Mero Cristianismo], p. 56).

Perguntas para reflexão

1. Em que sentido é mais fácil para nós, que vivemos dois mil anos depois de Jesus, aceitá-Lo como o Messias, do que para os que viveram no tempo de Jesus? Em que sentido é mais difícil?

2. É provável que o ceticismo a respeito de Jesus persista enquanto o tempo durar. Para você, qual é a evidência mais convincente da veracidade de Jesus e Sua graça salvadora? Como você pode compartilhar essa evidência com outros para que eles também sejam convencidos disso?


 

Você quer acompanhar o estudo completo em questão? Então, não perca mais tempo e acesse o link agora mesmo: http://www.cpb.com.br/ no setor de Serviços.

Não deixe de conhecer o material da Casa Publicadora Brasileira, vale a pena; então vá ao setor de serviços acesse todos os temas até agora estudado.

Você ainda pode acompanhar um comentário excelente da lição com os autores:

Bruce Cameron - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm

Escola no Ar - http://www.escolanoar.org.br/

Gilson Nery - http://www.oestadio.com/escola_NCCcomentario.shtml

Sickberto Marks - http://www.cristovoltara.com.br/

Boas compras e bons estudos!

Estudo nº 01 – Quem foi JESUS?

Estudos da Bíblia: Segundo trimestre de 2008 - Semana de 29/02 a 05/04/2008

Tema geral: Maravilhoso JESUS

Estudo nº 01 Quem foi JESUS?

 

Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina

Recomenda-se antes estudar a lição original e depois esse comentário

Verso para memorizar: “Indo JESUS para os lados de Cesaréia de Felipe, perguntou a Seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do homem?” (Mateus 16:13).

  1. Introduçãosanto sábado, dia do Senhor, da vida e da felicidade

Confesso que levei um susto de alegria quando descobri o assunto desse semestre. Vai ser maravilhoso estudar sobre o nosso Criador e Salvador. Logo Ele vai voltar, então O conheceremos como Ele é. Enquanto Ele não vem, estudemos sobre Ele, para que nos apeguemos ainda mais a Ele. Sem dúvida, essas treze lições serão as melhores de todas, pois estudaremos sobre Um Ser que criou por amor e que morreu por nos amar.

É muito fácil descobrir quem é JESUS. Para as pessoas simples, que em termos de fé se tornaram como crianças, JESUS é um amigo insuperável. É alguém que gostariam ter sempre por perto. Como seria bom andar com JESUS pelos caminhos! Como seria bom tê-Lo ao lado em nosso trabalho, no lazer e recreação, em nossa família, ceando conosco! Seria bom tê-Lo bem perto quando enfrentássemos problemas difíceis para resolver. E quando tivéssemos que tomar decisões difíceis, que modificam nosso futuro, como seria bom pedir conselho a Ele!

Mas, para outros, afinal quem é JESUS? Um simples profeta? Um pregador que já morreu? Um herói nacional dos judeus, mas que foi morto? Uma pessoa cujo corpo os cristãos esconderam para dizer depois que ressuscitou? Um personagem muito inteligente que soube se inserir nas profecias do Velho Testamento para se tornar famoso e conseguir a liderança entre os judeus?

Os líderes religiosos da época O combateram. E eles sabiam quem Ele foi. Eles criaram o contexto de Sua morte. Eles temiam a liderança d’Ele.

Muitos, ao longo do tempo, combateram JESUS porque sabiam quem Ele foi (e ainda é). Outros O combateram porque não sabiam de quem se tratava. Outros ainda, O combateram porque eram escravos de outro senhor, o inimigo de JESUS. Estes geralmente fora falsos líderes religiosos.

De qualquer forma, JESUS foi um personagem incrível. Ele foi o homem mais humilde que já pisou na face da Terra, no entanto, era e é o dono dela. Ele foi a pessoa mais perseguida da Terra, no entanto, era o mais poderoso ser que já esteve por aqui. Ele foi humilhado, desamparado e maltratado até morrer, no entanto, foi o que mais amou de todos. Ele morreu, no entanto, ressuscitou de uma morte que deveria ter sido eterna. E o mais interessante é que Ele vai voltar. E quando Ele voltar, muitos gritarão de alegria, e outros gritarão de terror. Ele é um Ser incrível. Vamos conhecê-Lo melhor nesse trimestre?

  1. Primeiro dia: Não era João Batista (Mateus 16:14)

“Quem diz o povo ser o Filho do homem?” perguntou JESUS. A resposta foi: João Batista, Elias, Jeremias e algum dos muitos profetas do passado, menos que fosse o Messias aguardado. Isso que faltavam apenas seis meses antes d’Ele ser morto! Quem estava por trás dessa confusão? Alguém que preparava as pessoas para gritarem contra JESUS para que mais facilmente fosse morto.

Ora, não era difícil confundir JESUS com outro personagem. Veja bem: os líderes judeus jamais admitiam ser Ele o prometido filho de DEUS, O Messias. Isso até os nossos dias. Herodes, vendo a fama de JESUS, ficou falando por aí ser Ele João Batista ressuscitado. E para completar, o que JESUS pregava era uma continuidade da pregação de João. Os dois pregavam sobre o arrependimento, sobre a preparação para uma nova vida. E quando João foi preso, JESUS desapareceu daquela região e foi para a Galiléia e outros lugares.

Aos líderes judeus convinha que o povo não entendesse ser Ele o Messias prometido. Eles já estavam preocupados com a fama e o poder de JESUS, para tirar proveito próprio para eles, imagine se o povo soubesse que esse homem era o Salvador da humanidade.

Afinal, quem ali estava interessado na verdadeira identidade de JESUS, senão Ele mesmo? Portanto, só mesmo os Seus discípulos entenderam quem Ele era: O Filho de DEUS. Mesmo assim, queriam que Ele fosse Rei nessa Terra.

  1. Segunda-feira: Não era Elias nem Jeremias

Outros confundiram JESUS com Elias ou Jeremias. É intrigante como as pessoas tendem a voltar ao passado, e evitar o futuro. E mais, como tendem a reverenciar os mortos em lugar dos vivos. E como tendem a valorizar o ser humano em lugar da divindade.

JESUS estava ali profeticamente anunciado. Mesmo assim, o povo, cegado pela ignorância e pelo preconceito, via n’Ele, ou Elias ou Jeremias. Há a profecia anunciando que Elias precisa vir primeiro, antes da vinda do Filho do homem, mas daí confundi-Lo com o antigo profeta, isso é um desleixo de atenção aos escritos, pois fica fácil de ver que Elias viria primeiro, mas não que seria o próprio Messias (ver Malaquias 4:5; Mateus 11:14 e 17:10 a 12).

Por que eles confundiram JESUS com algum profeta do passado? Porque, por falta de conhecimento, sendo superficiais, adoradores de ouvido não de experiência pessoal, tem tendência em acreditar no que a mente fabrica na imaginação ou no que ouve de mentes de outros, que fazem coisa semelhante. Então valem mais os ditos populares e crenças sem fundamento que a verdade, desconhecida e desacreditada. Será que hoje é diferente? É evidente que não. Hoje devemos conhecer a verdade sobre o que DEUS deseja de nós, que sejamos santos (ver Lev. 20:23, 24 up e 26), no entanto, a maioria pensa que uma vida superficial, sem conhecimento e sem experiência com JESUS no dia-a-dia, vivendo uma mistura de cristianismo com mundanismo, vez por outra praticando alguma boa obra, que assim se salvará. Vai se surpreender, pois assim se perderá. É assim que nos tornamos joio. Aliás, uma boa pergunta é: quem semeou o joio entre o trigo (ver Mateus 13: 27 e 28)? Foi um inimigo! Que inimigo estaria hoje semeando joio, adoradores superficiais, entre o povo que aguarda a segunda vinda de CRISTO? Essa parábola do trigo e do joio nos serve de alerta, ser joio é ser produto do inimigo de CRISTO.

O que mais será que influenciou o povo para que cresse ser JESUS um profeta, Elias ou Jeremias? Foi a mensagem. Esses dois pregaram mensagens fortes de arrependimento e de reforma, e JESUS também. Eles enfrentaram as autoridades da época, JESUS também. Eles foram valentes e destemidos, JESUS também.

Mas há diferenças, os dois profetas falharam, JESUS não falhou. Elias fugiu de Jezabel, e Jeremias freqüentemente desanimava e desatava a chorar. A vida desses dois profetas não foi fácil, assim como também não é nada fácil aos Elias de hoje que precisam reformar a igreja e sacudi-la do mundanismo, e eles em suas épocas fizeram um excelente trabalho. Mas nenhum dos dois servia de modelo para o Salvador do mundo, que não poderia falhar. JESUS não falhou, portanto, Ele não foi nem Elias, nem Jeremias.

Aí vai uma pergunta final: se o povo crera que JESUS era Elias, ou Jeremias, então por que não criam nesses profetas, para descobrir para que JESUS veio? Porque queriam um JESUS como rei secular? Por que não O queriam como seu Salvador? Se tivessem crido nesses dois profetas, então teriam visto em JESUS outra pessoa, não apenas um profeta, mas aquele que iluminou e inspirou esses profetas, o próprio Mestre dos profetas.

  1. Terça-feira: Continuam os sofismas - I

A Bíblia não apresenta comprovações diretas da divindade de JESUS. Ela simplesmente afirma que Ele antes de se tornar ser humano era DEUS. Podemos pesquisar evidências bíblicas em sua história da divindade de JESUS, mas sempre restará o argumento de que o papel aceita tudo. Ainda assim, então a Bíblia seria o livro mais fantástico em termos de fertilidade da imaginação humana, pois nela não existem contradições, embora fosse escrita ao longo de 2.600 anos. É difícil aceitar que dezenas de autores, ao longo de séculos, que não se conheceram, possam ser coerentes entre si num texto compilado em relação a um personagem central, JESUS. Ou seja, isso é uma evidência muito forte de que JESUS é mesmo O Salvador, e não mais um ser humano qualquer, embora um grande herói nacional.

JESUS sempre foi aceito como um Ser divino, até que surgiram os iluministas com suas formas racionalistas de pensar. Eles só aceitavam a razão, ou melhor, a sua razão. Essa razão era governada por alguns pressupostos por eles mesmos inventados, e um deles era não aceitar nada que não pudesse ser explicado pela mente humana. Dessa forma, o ser humano torna a sua capacidade de pesquisa tacanha e limitada ao que sabe, ou que pensa saber e pensa ser o correto. Essa forma de pensar leva ao desastre científico. Por essa forma de pensar a ciência fatalmente um dia vai ruir em pedaços, pois formas falsas de pensamento não são sustentáveis eternamente. Essa, portanto, é uma forma muito limitada de ver todas as coisas uma vez que a razão humana é limitada, e se engana com facilidade. Ora, como explicar DEUS com base na limitada razão humana? E como explicar Seus atos com base nessa razão? É impossível. Portanto, unicamente pela razão humana, é óbvio que naturalmente só se pode chegar a uma única conclusão em relação a DEUS: que Ele não existe. Ou seja, como Ele não pode ser explicado, só pode ser aceito pela fé, logo, pela razão humana, sem alguma revelação extra, DEUS é um mito, pois jamais poderá ser compreendido.

Foi dentro desse contexto que se desenvolveu a moderna ciência, que busca explicar todas as coisas pelo enfoque indutivo, ou seja, pelo meto experimental de busca do conhecimento verdadeiro. No entanto, DEUS não pode ser testado num laboratório, então, o limitado método científico chega a conclusão que Ele não existe, e que JESUS não era DEUS. Nesse caso o problema não está em DEUS, mas, no método para descobri-Lo. Esse método não serve para obter conhecimento sobre a origem de DEUS, senão para obter conhecimento sobre algumas coisas que Ele fez.

Assim sendo, resta aos homens céticos em relação a DEUS a alternativa para entender a aparição do ser humano nessa Terra por um processo casual, de geração espontânea da vida por aqui, por meio de complexas e felizes coincidências. Em outras palavras, ter-se-iam formadas coincidências incríveis, estatisticamente improváveis, de fatos e elementos estarem no lugar certo, no momento correto, acontecendo fenômenos eletro químicos adequados em um contexto favorável. Assim, por meio de grande quantidade de coincidências favoráveis, ter-se-ia formada a vida. Essa teoria também nunca foi demonstrada em laboratório, portanto, ela não pode ser comprovada assim como DEUS também não. Porém, é essa explicação para a existência do homem que é admitida pela maioria dos adeptos do mundo científico. Por quê será? Pois bem, os cientistas, mais que as crianças e as pessoas humildes, são mais facilmente manipulados por satanás. Eles tem a pretensão de serem homens e mulheres mais capazes que os demais seres humanos, e é aí que o maior inimigo deles os derruba, e eles deixam de ver o que é muito mais óbvio que aquilo que fertilizam em suas mentes. Na verdade muitos cientistas pretendem mesmo é provar que DEUS não existe, outra coisa impossível à ciência.

Então, pela ciência, que muitas vezes gera sofismas (raciocínios falsos ou equivocados, ou ainda tendenciosos, para enganar, subterfúgios, explicações falsas, ou mais claramente, mentiras bem arquitetadas), muitos aceitam que JESUS de fato existiu, mas não aceitam que se trata do Salvador da humanidade. Nesse aspecto satanás foi bem sucedido. Cabe aos verdadeiros discípulos de JESUS provar, pela transformação de suas vidas, que a verdade é exatamente o contrário. No entanto, inúmeros cristãos provam, pela forma como vivem, que JESUS não passou de um mero ser humano, cujo projeto de vida foi uma grande frustração. Eu e você devemos servir de marcos da verdade para provar a veracidade da Bíblia pelo testemunho de nossa vida, que DEUS nos transforma em seres á semelhança do criador.

  1. Quarta-feira: Continuam os sofismas - II

Hoje os sofismas em relação a JESUS continuam. A ciência influi fortemente o pensamento das pessoas. Há uma forma muito sutil, atual e poderosa, para desacreditar que JESUS veio como o Filho de DEUS e por meio de Sua morte e ressurreição tornou-Se o Salvador do mundo. É a teoria da evolução das espécies. A própria ciência, coerente com a realidade, diz que se trata apenas de uma teoria. Isto significa que é um tema não suficientemente comprovado pela ciência, mas apenas uma possibilidade de explicação sobre a origem do homem.

Pois bem, o que fazem as emissoras de televisão, as revistas e jornais, muito freqüentemente? Desenham uma sucessão de macacos, desde uns tipos supostamente mais primitivos até o homem que caminha ereto. Com base nesses desenhos, perante a opinião dos leigos, parece estar definitivamente provado que o homem descende de macacos, e que não é criatura de DEUS.

Ora, se for assim, então JESUS não existe, e se existiu, nunca poderia ter-se tornado Salvador, ou seja, morreu em vão, afinal, se o homem está evoluindo para estágios superiores, então ele mesmo vai resolver a questão da maldade e da mortalidade com o tempo. Assim ele não necessitaria de um Salvador. Também porque, de onde teria surgido esse JESUS? Se a evolução fosse verdadeira, então o próprio JESUS, como ser superior, deveria ter surgido por algum processo de geração espontânea, há bem mais tempo que o ser humano, e sendo assim, JESUS seria um ser mais evoluído, e sabendo, por exemplo, como ressuscitar dos mortos.

Meu caro leitor, é o seguinte: falsas explicações sobre JESUS podem ser inventadas sem limites. Veja, quantas versões falsas sobre um fato podem ser inventadas? Infinitas versões. Mas quantas versões verdadeiras existem sobre esse fato? Só uma, e é a verdadeira! A Bíblia é que possui a explicação verdadeira sobre a nossa origem, sobre DEUS, e sobre o nosso futuro.

Mas ela pode ser aceita como verdadeira? Talvez agora possa chocar meus leitores, espalhados pelo mundo todo. Mas vou fazer uma afirmação um tanto radical: não aceite a Bíblia como verdadeira assim prontamente. Não deve fazer isso. Você precisa colocar esse livro sob prova, para ver se realmente merece crédito. Há um teste fácil de se fazer. Ele parte de uma premissa: se a Bíblia realmente é a Palavra de DEUS, então o que está escrito nela merece crédito. E para saber se ela é verdadeiramente a Palavra de DEUS, um dos testes (não é o único) é ver se o Seu Autor cumpre o que nela prometeu. Se você se entregar a JESUS, o JESUS da Bíblia, com humildade, disposto a ser totalmente reformado, a sua vida vai mudar maravilhosamente. Essa mudança, que você é incapaz de fazer por você, e que foi JESUS quem fez, é para você uma prova particular que a Bíblia é verdadeira, e, portanto, o seu personagem central é o JESUS Salvador. Essa transformação para você não é uma simples evidência, embora o seja para os outros. Para você é um prova de que JESUS está te salvando para a vida eterna. Diante disso, caem todos os sofismas e falsas teorias sobre JESUS. Você se tornou íntimo com Ele, seu amigo pessoal. E amigo não se precisa provar, e sim, se precisa continuar convivendo em cada vez maior intimidade.

  1. Quinta-feira: O Messias, Filho de DEUS (João 17:3)

JESUS é um personagem profetizado. Dito melhor, é d’Ele que nos vem as profecias bíblicas. Foi Ele que as concedeu ao mundo, por meio de seus servos, os profetas, e estão escritas em Sua Palavra, a Bíblia. Então, em relação a JESUS, Ele mesmo que cumpriu as profecias que ele mesmo revelou. Ou seja, Ele seguiu o Seu próprio plano para nos salvar, plano revelado na Sua Palavra por meio das profecias. Por esse detalhe, mais ainda era delicado que se cumprisse ao pé da letra tudo o que dizia a respeito do que faria para Se tornar Salvador. Se algum detalhe falhasse, e satanás estava de olho nos detalhes, Ele seria acusado de incapaz pelo inimigo. Assim sendo, de todas as profecias escritas na Bíblia, as mais combatidas por satanás para que não se cumprissem assim como foram escritas foram as que se referiam, e que se referem, em relação a JESUS. Bastava, por exemplo, que JESUS fosse morto de uma maneira diferente, ou que não fosse naquele horário do sacrifício da tarde por exemplo, e já haveria argumento para desacreditar JESUS.

Portanto, as profecias nos servem de excelente ponto de apoio a nossa fé. Todas elas, relacionadas a JESUS, bem como outras, até agora se cumpriram sem o menor desvio. E, saiba que as profecias em relação a JESUS foram bastante detalhadas. Temos uma relação das profecias ao longo dos tempos, quem desejar peça pelo e-mail marks@unijui.edu.br, mencionando simplesmente o desejo de receber “as profecias bíblicas”. Vai receber por e-mail, sem custo.

Alguns exemplos de profecias. Foi profetizado que JESUS nasceria de uma virgem (Mateus 1:22 e 23), e eles O aguardavam por meio das profecias (Mateus 11:2 a 6), assim como nós O aguardamos pela segunda vez (João 14:3). Também JESUS, chamado filho de Davi, era, ao mesmo tempo o Senhor de Davi (Marcos 14:61 a 64. Ou seja, O Senhor, Criador e libertador de Israel do Egito, que tornou Davi rei em Israel, tornou-Se descendente de Davi, do qual era Senhor. Foi assim porque Ele tornou-Se ser humano para morrer por nós, na descendência de Davi, ou melhor, na sua linhagem.

Por ocasião do julgamento de JESUS (que na realidade foi o nosso julgamento, pois O trataram como pecador, e Ele estava de fato sendo julgado e condenado em nosso lugar) o sumo sacerdote lhe perguntou se era o CRISTO, Filho do DEUS bendito. Ele respondeu: “Eu sou”, e profetizou que O veriam retornando à Terra sobre as nuvens.

Mais tarde, Tomé, que duvidou da ressurreição de JESUS (de certa forma, felizmente, pois assim como a dúvida dele foi tirada, também nós não teremos mais motivos para duvidar) pôde ver e testemunhar numa aparição de JESUS que era Ele mesmo. Tomé pôde apalpar os ferimentos de JESUS, e proclamou que era mesmo JESUS.  Foi então que o Salvador disse que se Tomé creu por ter visto, “bem aventurados os que não viram e creram”. Esses bem aventurados somos todos nós. Embora não O tenhamos visto naquela época, cremos nas profecias de que Ele retornará. Há muitos detalhes proféticos que de certa forma até impedem que não se creia na segunda vinda. Hoje, pela proporção das profecias que já se cumpriram, duvidar de JESUS e do plano da salvação é uma postura de desleixo em relação a sua própria vida.

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Vamos fazer uma viagem imaginária? Já a fizemos várias vezes. Particularmente, aprecio muito, pela imaginação, situar-me num ponto da história do passado e conviver imaginariamente com os personagens daquela época.

Imagine-se, então, um cidadão habitante de Nazaré, no tempo de JESUS. É uma pequena cidade com fama de formação de elementos pouco confiáveis. Era uma cidade ímpia. Note que JESUS teve a Sua infância num contexto difícil. Poderia ter-se desenvolvido, por exemplo, em Cafarnaum, ou na cidade espiritualmente mais qualificada de todas. Parece que Ele já teve que enfrentar a contradição do pecado até em seus anos de formação, desde criança tudo contava contra Ele.

Aí você, uma pessoa zelosa, vê aquele menino exemplar na igreja. Trata-se de um garoto humilde, de pais bem pobres, que precisam lutar durante a semana para obterem o sustento. O menino é estudioso, mas também, pouco tempo lhe sobra para brincar. Ele precisa, desde cedo, ajudar o pai na luta pelo sustento.

O menino cresce e torna-se jovem e depois adulto. A sua vida não parece muito promissora, pois abraça o ofício do pai: carpinteiro. Significa muito trabalho humilde e nenhuma projeção social. Como dizemos hoje, “nessa atividade esse nunca vai ter nada na vida” e “nunca vai ser alguém na sociedade”.

Um dia desses você precisa construir um estábulo para os seus animais. Quem você contrata? JESUS, Ele trabalha bem, cobra barato, e não cria encrenca. Você O vê como uma pessoa muito humilde, que, embora super honesto é incapaz de se tornar um líder na sociedade. Ele é bom para aqueles trabalhos para os quais pagam pouco, ele é, na verdade, uma pessoa fácil de ser explorada.

Mas Ele obtém um certo respeito e admiração porque, mesmo nessa estado, ele demonstra uma interessante capacidade nos assuntos religiosos. Ele ajuda na igreja, ajuda as pessoas, é prestativo, entende bem dos escritos, dá estudos bíblicos. Ou seja, ele trabalha por dois, por três, e assim por diante. Mas daí a vir a ser um líder na igreja, não parece provável. Ele não tem o perfil de alguém que venha a se impor perante os outros.

Um dia desses, num sábado, dão a JESUS o rolo de Isaías para ler. E ele lê um trecho e depois diz: “Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lucas 4:21). Tratava-se da profecia sobre a vinda do Messias. Ele estava ali dizendo que era O Messias!

O quê? Aquele carpinteiro querendo se fazer passar pelo Messias? Mas o que Ele está pensando? Ele é só um carpinteiro.

Como você reagiria (desconsidere seu conhecimento sobre a história posterior). Eis a questão, Ele era humilde demais, tinha um perfil de trabalhador, de servo, não de líder e de mestre. Muito menos para ser O Messias. Ele era um ser humano, em carne e osso, sujeito a tudo a que os demais seres humanos estavam sujeitos. De fato, aparentemente Ele não passava de um ser humano.

Era difícil crer que aquele bebê, depois menino, depois jovem e depois adulto, um humilde carpinteiro sem projeção, de um momento para outro, Se apresentasse como sendo O Messias. Como você reagiria?

Eis a questão fundamental. Hoje condenamos aqueles que O expulsaram da sinagoga por ter-se proclamado O Messias. É que eles não podia ver o futuro n’Ele, mesmo conhecendo as profecias a Seu respeito. É fácil julgar e de não errar depois que os outros cometeram erros, e que podemos avaliar as conseqüências. Mas, temos uma pergunta: e hoje, nós aceitamos que esse Messias é o nosso Salvador e que está por retornar?

escrito entre:   26/02/2008 a 29/02/2008 - corrigido em   29/02/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

Prof. Sikberto Renaldo Marks – marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 - Ijuí – RS, Brasil – Visite o site: http://www.cristovoltara.com.br/


A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO

APOCALIPSE (14:6-7) - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Eu convido você a se tornar um mensageiro do SENHOR, ajudando a divulgar a Palavra de Deus. Leia mais a sua Bíblia. Procure colocar em prática os Seus mandamentos. Você será transformado pelo Espírito Santo. Preparar-se-á cada vez mais para a breve volta de Jesus. Certamente levará mais alguém aos pés do nosso Senhor e Salvador. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém. (Apocalipse 22:20-21).

Pense nisto!

3月22日

Lição da Escola Sabatina - Nº 13 – Padrões de discipulado

Lição da Escola Sabatina - Nº 13 – Padrões de discipulado

Você já estudou a sua Bíblia hoje?

Durante a semana, de 22 a 29 de março, vamos estudar a lição de nº 13. Você tem a oportunidade de conhecer como Deus, o nosso Criador, utiliza para ensinar o Seu povo. Eu lhe convido a passar pelo resumo dos principais temas e faço a seguinte sugestão: Confia no SENHOR! Ele tem o melhor método para nos conduzir até a vida eterna.


Padrões de discipulado


A Lição em poucas palavras...

Texto-chave: Marcos 1:40-45

Esboço do aprendizado

I. Conhecer: Jesus, o padrão da compaixão

A. Jesus ficou profundamente compadecido pelo pedido de cura do leproso. No grego, a palavra compaixão significa alguém movido até as profundezas de seu ser. Que ações de Jesus nos dizem o que significa esse tipo de compaixão?
B. Marcos usa a palavra compadecido para descrever a compaixão que Jesus sentiu, transformando o amor em ação que fluía dEle na forma de um toque de cura. Por que a verdadeira compaixão, que começa como sentimento, deve acabar em ação? Por outro lado, por que toda ação deve se originar do amor?

II. Sentir: discipulado e compaixão

A. O que Jesus disse ao leproso antes de tocá-lo? O que a disposição e prontidão de Jesus revelam sobre a necessidade de estar preparados para ajudar os outros que vêm a nós?
B. Jesus não precisava tocar o leproso para curá-lo. Ele curou outros à distância. Por que o toque era tão importante nesse caso? O que esse fato nos ensina sobre a importância do contato humano e de tratar com dignidade e respeito aqueles a quem ajudamos?

III. Fazer: Seguindo o padrão

A. Como a compaixão – ajudando outras pessoas ou como beneficiário da compaixão – afetou sua vida?
B. O que o exemplo de Jesus nos diz sobre a maneira de lidarmos com os outros?
C. Como podemos pôr em ação a compaixão?

Resumo: O discípulo de Jesus vive Sua vida de compaixão.


 

VERSO PARA MEMORIZAR: "Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai" (Mt 10:8).

LEITURAS DA SEMANA: Mt 14:14; 15:32; 20:34; Mc 1:41; Lc 6:12, 13; 16:19-31; 17:4, 5; 18:9-14; Cl 1:14; 1Tm 5:16

Prévia da semana: Que papel devem ter a compaixão e o perdão na vida e no ministério dos discípulos? Que modelo Jesus nos deu com relação ao tratamento que devemos dar aos marginalizados, aos desterrados e aos que provêm origens étnicas diferentes da nossa? Qual é a importância da própria igreja na obra do discipulado? O que podemos aprender de Jesus sobre a importância da oração?


Compaixão e perdão

1. Por que motivos Jesus demonstrou compaixão? Mt 14:14; 15:32; 20:34; Mc 1:41; 6:34; Lc 7:13. Por que essa compaixão é tão importante para nós como discípulos?

2. Que papel o perdão deve ter em nossa experiência como discípulos, e em nosso trabalho de fazer discípulos? Veja Lc 17:3-5; Ef 1:7; 4:32; Cl 1:14


Os excluídos e marginalizados

3. Que mensagem sobre distinção de classe é apresentada na parábola do rico e de Lázaro? O que podemos aprender dessa parábola sobre a maneira de Jesus considerar a atitude e as ações dos círculos abastados? Lc 16:19-31

4. Leia Lucas 18:9-14 e responda às mesmas perguntas, desta vez sobre a maneira de Jesus considerar as ações e atitudes dos círculos religiosos.


Diversidade e discriminação

5. Que realidade vemos na diversidade étnica que formou a nação de Israel? Êx 12:38, 18:1; Nm 12:1; Rt 1:16, 17; Mt 23:15


A Igreja

6. Encontre as respostas nos textos a seguir: At 20:28; 1Co 12:14-22; Ef 4:11-13; Cl 1:17, 18


O fator da oração

7. Que princípios podemos tirar da seguinte citação de Ellen G. White para nós mesmos?

"A Majestade do Céu, enquanto empenhada em Seu ministério terrestre, orava muito a Seu Pai. Freqüentemente, ficava de joelhos a noite toda em oração. ... O Monte das Oliveiras era o recanto favorito do Filho de Deus para Suas devoções. Muitas vezes, depois que a multidão O deixava para o retiro da noite, Ele não descansava, embora estivesse exausto com os esforços do dia. ... Enquanto a cidade estava envolta em silêncio, e os discípulos haviam retornado a seus lares a fim de obter refrigério no sono, Jesus não dormia. Suas divinas súplicas subiam do Monte das Oliveiras a Seu Pai, para que os Seus discípulos fossem guardados das más influências que diariamente os assediavam no mundo, e que Ele próprio fosse fortalecido e reforçado para os deveres e provas do dia seguinte. Toda a noite, enquanto os Seus seguidores estavam dormindo, o seu divino Mestre estava orando. A geada e orvalho da noite caíam sobre Sua cabeça curvada em oração. Seu exemplo foi deixado para os Seus seguidores." – Ellen G. White, A Maravilhosa Graça de Deus [Meditações Matinais, 1974], p. 167.

8. Em que ocasiões, especialmente, Jesus orava? O que esses exemplos podem nos ensinar, como discípulos de Cristo, sobre a oração como atividade central de nossa missão?

a. Lc 5:15, 16

b. Lc 6:12, 13

c. Lc 9:28-31


Estudo adicional

Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 359-363, 377-379, 411, 419-421, 687-693; Educação, p. 80, 259.

Aqui estão algumas coisas práticas que nossa igreja pode fazer na área do discipulado:

1. Determine como sua meta primária o fazer discípulos.
2. Formule planos e métodos para cumprir a tarefa.
3. Treine pessoas para a liderança de cada programa.
4. Mobilize todos os membros para o envolvimento no discipulado.
5. Institua um programa de treinamento para o discipulado.
6. Verifique os tipos de pessoas que vivem na comunidade adjacente à sua igreja e suas necessidades.
7. Institua um programa que derrube as barreiras e procure atender às necessidades; estabeleça relações com a comunidade adjacente à igreja.
8. Introduza programas para usar as habilidades dos novos conversos, a fim de incorporá-los na igreja local e desenvolver um compromisso mais profundo com Cristo.
9. Desenvolva programas que ajudem os membros, especialmente os novos conversos, a descobrir, desenvolver e pôr em uso seus dons espirituais.
10. Certifique-se de que haja programas adequados destinados a fazer e nutrir discípulos.

Perguntas para consideração

1. Examine com oração os passos mencionados acima. O que você pode acrescentar ou melhorar para que uma igreja seja bem-sucedida em fazer discípulos? O que você pode fazer para ajudar a ver esses passos, ou outros semelhantes a esses, cumpridos em nível de sua igreja local?

2. Quanto tempo você passa em oração em favor da obra da igreja como um todo? Decida passar um tempo determinado cada dia orando por nossa missão mundial. Por que não combinar com sua classe de Escola Sabatina separar algum tempo durante cada reunião para orar pelo trabalho da igreja mundial?

3. Como podemos ajudar tanto o ministério como os membros voluntários a entender melhor que a obra do discipulado cabe a cada membro da igreja? Como você pode ajudar a igreja local a utilizar melhor os dons e talentos dos membros? Que coisas tendem a impedir que os membros se envolvam no trabalho de discipulado e testemunho?


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Você ainda pode acompanhar um comentário excelente da lição com os autores:

Bruce Cameron - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm

Escola no Ar - http://www.escolanoar.org.br/

Gilson Nery - http://www.oestadio.com/escola_NCCcomentario.shtml

Sickberto Marks - http://www.cristovoltara.com.br/

Boas compras e bons estudos!

Estudo nº 13 – Padrões de discipulado

Estudos da Bíblia: Primeiro trimestre de 2008 - Semana de 22 a 29/03/2008

Tema geral: Discipulado cristão

Estudo nº 13 – Padrões de discipulado

 

Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina

Este comentário não dispensa o estudo do texto original

Verso para memorizar: “Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios, de graça recebeste, de graça dai” (Mateus 10:8).

  1. Introduçãosanto sábado, dia do Senhor, da vida e da felicidade

Dê uma lida atenta nesse verso acima, de Mateus 10:8. Do modo como foi escrito, o tremendo poder que ali é prometido, pode ficar alguma coisa de fora, que os seguidores de JESUS não possam fazer? Percebam o seguinte, se podem até ressuscitar mortos, o que lhes poderia ser impossível?

Nesse caso a pergunta importante que surge é outra, não é mesmo? Por quê, hoje, não há tamanho poder? Ou seja, realizemos essa pergunta de outra forma: DEUS daria tamanho poder a pessoas não totalmente consagradas a Ele?

Ou, por outro lado, DEUS deixaria de dar tamanho poder a pessoas consagradas a Ele? Se é assim, ou seja, se DEUS não concede poder a pessoas por falta de consagração, que não estejam totalmente comprometidas com JESUS e que tenham algumas ligações comprometedoras com os atrativos do mundo, então esse deve ser o caso da maioria do povo de DEUS nesses dias. Sim pois ainda não existe tamanho poder! DEUS está aguardando que o Seu povo se purifique, para conceder o poder que prometeu. É o que podemos aprender de EGW: “Toda alma verdadeiramente convertida sentirá intenso desejo de conduzir outros, das trevas do erro para a maravilhosa luz da justiça de Jesus Cristo. O grande derramamento do Espírito de Deus, que ilumina o mundo inteiro com a Sua glória, não se dará sem que tenhamos um povo esclarecido, que saiba por experiência própria o que significa ser colaborador de Deus. Quando nossa consagração ao serviço de Cristo for completa e de todo o coração, Deus reconhecerá esse fato mediante um derramamento, sem medida, de Seu Espírito; mas isso não ocorrerá enquanto a maior parte dos membros da igreja não forem cooperadores de Deus. Ele não pode conceder o Seu Espírito quando o egoísmo e a condescendência pessoal são manifestados; quando prevalece o espírito que, se transformado em palavras, corresponda às palavras de Caim: "Sou eu guardador do meu irmão?" Gên. 4:9.” (E Recebereis Poder, 310, grifos acrescentados).

Esta semana é uma recapitulação dos pontos mais importantes desse trimestre. Recomenda-se oração, busca com profundidade e humildade diante de DEUS, pois estamos na iminência de sermos sacudidos para purificação e então virá a poderosa e rápida conclusão da obra do discipulado. A sacudidura purificará a igreja para que ela tenha as condições de receber o poder prometido, mas, você e eu só seremos sacudidos para fora se resistirmos a nos consagrar a Ele.

  1. Primeiro dia: Compaixão e perdão

Um dos pontos vitais da característica de um discípulo é que ele deve ter compaixão de seus semelhantes e saber perdoar com facilidade, isto é, tomar a iniciativa do perdão, mesmo que o outro não queira ou não mereça. Vamos analisar algumas ocasiões em que JESUS agiu assim.

a)      Ao ver a multidão, JESUS compadeceu-se dela, e curou os enfermos – Ele se emocionou vendo tanta gente querendo alguma coisa que só Ele podia dar (Mateus 14:14);

b)      Uma multidão estava com Ele já por três dias, e seu alimento terminara, JESUS teve compaixão deles pelo fato de não se apartarem d’Ele – e os alimentou multiplicando uma pequena quantidade de alimento que deu para todos e sobrou (Mateus 15:32);

c)       Vendo dois homens cegos, condoeu-Se pelo seu estado, e os curou – JESUS sentiu o que era ser cego, as dificuldades e as restrições (Mateus 20:34);

d)      Teve profunda compaixão de um leproso, e o curou (Marcos 1:41);

e)      Viu a grande multidão como ovelhas perdidas e sem pastor, e compadeceu-Se deles (Marcos 6:34);

f)       Compadeceu-Se da viúva de Naim, e ressuscitou seu filho (Lucas 7:13);

Que atitudes são essas de JESUS? Ter compaixão, condoer-se, compadecer-se? Isso está no âmbito dos sentimentos. É sentir como a outra pessoa sente, sofrer com os que sofrem, alegrar-se com os que se alegram. Isso é empatia, a sensibilidade de se colocar no lugar de outra pessoa e entender o que se passa com ela. Não é possível ter compaixão se não tiver empatia, ou seja, se não conseguir sentir como os outros sentem.

Hoje as pessoas se tratam com muita frieza. Algo como: que se danem, desde que não me atinja! É a indiferença em relação ao próximo. Principalmente se for um drogado, ou uma pessoa imoral, ou um ladrão, ou alguém que administrou mal e foi a falência.

JESUS pensa diferente: para Ele são todos seres humanos. Os maus também sofrem. São filhos de DEUS, tem sentimentos, gostariam que o mundo fosse diferente. A maioria dos criminosos não gostaria de viver assim, tal como a maioria das prostitutas, e outras categorias mais. Milhões de pessoas caem na desgraça, e muitas vezes ninguém se importa com elas. Vivem na tristeza, sem perspectiva de futuro e não sabem o que fazer, e nunca ouvem uma palavra de ânimo ou alguma orientação.

Os presos, por exemplo, estão lá porque merecem. Mas também eles tem sentimentos, sofrem a privação da liberdade. Até mesmo os incuráveis, já reparou na televisão quando são presos? Como são as afeições deles? Parece que conseguiram a grande conquista da vida deles, ou procuram esconder o rosto, e estão carrancudos, melancólicos e desanimados? Eles são dignos de dó, pois são nada menos que vítimas de satanás, e presas dele.

Temos que também ter sentimentos de tristeza pelas pessoas, em suas condições de dificuldades, e sempre procurar ajudá-las. Assim também é o perdão. Não se perdoa por obrigação, porque JESUS mandou. Deve-se perdoar porque amamos as pessoas e desejamos que elas se reconciliem conosco. Perdoar porque queremos ter amizade com elas.

JESUS perdoou porque queria que as pessoas fossem salvas. Queria que elas voltassem a ter a vida eterna. Queria outra vez fazer o bem a elas, abençoá-las na vida, torná-las felizes. Ele perdoa por que ama, e deseja que as pessoas se reconciliem com Ele (Rom. 5:10). É assim que nós devemos agir. Não se deve perdoar porque esse é o princípio do bom cristão, é mais do que isso, porque queremos bem a todas as pessoas, sejam amigas, sejam inimigas.

Isso tudo é ter compaixão. Só perdoa mesmo quem ama. Só tem compaixão quem ama. Quem ama quer o bem de todos, mas quem é indiferente, que tem frieza de sentimentos, esse é vingativo, deseja o mal, e não se importa com os sofrimentos dos outros. Desde que ele esteja bem, o resto não importa. Imagina o Universo com pessoas assim!

  1. Segunda-feira: Os excluídos e marginalizados

Qual a diferença entre uma pessoa rica e outra pobre? Entre um ladrão e um honesto? Entre uma pessoa com muito estudo e outra analfabeta? Entre uma pessoa de mau caráter e outra de bom caráter?

Vamos nos ater a apenas alguns aspectos, e não aos que tem a ver com as características das categorias acima. Todas as pessoas querem ser felizes, não querem ter problemas, não querem morrer, querem se sentir bem. Todas tem sentimentos, sofrem ou sentem-se bem, estão tristes ou alegres, estão esperançosas ou desanimadas, e assim por diante.

JESUS, como DEUS Criador de todos, sente pelas pessoas. Vamos a um caso extremo, alguém que se tornou tão mau caráter que não tem mais nenhum sentimento de piedade por quem quer que seja, nem pela sua mãe. E há casos assim. Mesmo um desses JESUS gostaria de salvar, mudar a vida dele, pois sente pelo estado em que se encontra. Essa pessoa nem mesmo sabe o que é felicidade, e isso é de dar dó. Essa pessoa não faz idéia de como é bom viver em harmonia, de amar e de ser amada. Portanto, é uma pessoa que nem mesmo conhece, ou talvez nunca tivesse a oportunidade de conhecer, como é bom dar e receber carinho.

Estes são alguns dos excluídos da sociedade. Há os excluídos porque são pobres, ficam à margem de tudo o que está ao alcance da sociedade. Há os excluídos por muitos motivos, até por mau comportamento. JESUS amou a todos. Ao sofrer Seus últimos momentos, os da prova máxima aqui na terra, os pecados destes também estiveram sobre Ele. Estes tiveram seus pecados pagos por JESUS. Eles podem ser salvos, se a salvação for posta ao seu alcance, e se aceitarem.

Mas a oportunidade pode passar até que seja tarde demais. Um desses casos foi a ilustração (parábola) do rico e de Lázaro. O rico teve muito para viver bem, mas não aproveitou para tratar da vida eterna, só quis o que havia de bom aqui na Terra. Lázaro era um mendigo, não teve nada. No entanto, não descuidou de sua vida espiritual. Do pouco que sabia ser a vontade de DEUS, e decerto ele sabia bem pouco mesmo, isso observou. O rico se perdeu, mas Lázaro foi salvo para a vida eterna.

Assim também o fariseu e o publicano. O fariseu praticava muitos rituais com absoluta precisão, e era metódico em seu ritual diário de santificação (mas artificial). Porém o publicano era um pecador comum, contudo arrependido de seu estado deplorável. A oração do fariseu foi de exaltação à sua santidade e de desprezo pelo coitado do publicano pecador. Por outro lado, o publicano só teve palavras para se reconhecer como um indigno pecador, pedindo misericórdia a DEUS. Pois foi ele que saiu justificado, não o fariseu.

Por que aconteceu assim? Porque o fariseu olhava para si e se via como uma pessoa digna de ser reconhecida por DEUS pela sua conduta e de ser salva pelo que fazia; já o publicano, olhava para si e não via nada de dignidade. Esse estava vendo a realidade, mas o fariseu via uma ilusão irreal.

Os marginalizados muitas vezes sentem mais necessidade que os socialmente bem situados. Tempos atrás vi um programa de televisão onde entrevistavam umas prostitutas. Mais da metade delas queria sair daquela vida, e algumas já estavam providenciando a saída. Assim é na vida espiritual, muitas das piores pessoas aceitariam JESUS se tão somente Ele lhes fosse apresentado por algum discípulo Seu, com credibilidade em forma de testemunho, para tal.

  1. Terça-feira: Diversidade e discriminação

Umas das mais freqüentes formas de discriminação é a da raça. O Brasil, por exemplo, que parece ser um país onde as raças convivem bem, na verdade não é assim. Aqui também há racismo, embora seja um tanto acobertado. Temos aqui leis de proteção aos negros, por exemplo, que facilitam o acesso das pessoas negras à universidade. Isso nada mais é senão uma denúncia de que as pessoas dessa raça tem menor oportunidade ao estudo superior. Os índios estão em semelhante condição.

Em nosso país existe preconceito regional. Há aqui certas regiões que são desprezadas pelas pessoas de outras regiões. Uns, dizem, são preguiçosos, outros folgazões, e assim por diante. Em nosso país também é bem saliente o preconceito entre classes sociais, principalmente entre ricos num extremo e os pobres noutro extremo. Os políticos vivem dos votos dos pobres e trabalham para os ricos. Basta ver como são as condições de habitação desses últimos nas grandes cidades.

Entre os israelitas, quando saíram do Egito, foi junto um misto de gente, de egípcios e de outras localidades. Moisés sofreu agressão verbal por Miriã e Arão porque era casado com uma mulher etíope. Mais tarde, uma mulher da cidade de Jericó, Raabe, uniu-se aos israelitas. Depois, Rute, uma moabita, casou-se com Boás. Teve também o caso dos gibeonitas que se inseriram astutamente em Israel. Depois vieram os samaritanos, e assim por diante. Israel não era um povo formado de uma raça pura, ou seja, de uma única descendência. Nem era essa a intenção de DEUS, e sim, que eles conquistassem para DEUS todos os povos, sendo uma bênção para o mundo.

Mesmo assim, os judeus pensavam serem um povo exclusivo e naqueles tempos, muitos deles desprezavam aqueles de outras origens. Assim era, por exemplo, com os samaritanos. Mas isso não faz sentido, pois fomos formados de um único casal: Adão e Eva. E mais tarde, viemos de apenas um outro casal, Noé e sua esposa, por meio de seus três filhos e noras.

JESUS foi morto por todos. Nem poderia ser diferente, pois como Ele viria morrer por apenas uma parte dos descendentes de Adão e Eva? Entre aqueles que serão salvos não pode haver discriminação nem desprezo pelos diferentes, pois nos tornamos diferentes ao longo dos milênios por diversos fatores, mas somos todos irmãos. Porque falamos línguas diferentes não significa que somos superiores ou inferiores, nem por sermos de lugares ou países diferentes. No Criador de todos, somos iguais e merecedores da mesma graça que todos têm a disposição para alcançarem a vida eterna.

  1. Quarta-feira: A Igreja

A Igreja é como um corpo que necessita de muitos membros diferentes para funcionar bem. Assim como o nosso corpo tem braços, pernas, cabeça, coração, orelhas, etc., e cada parte, grande ou pequena, bonita ou feia, é necessária, assim a Igreja também necessita de membros de diversas capacidades. Cada pessoa recebeu dons. Dons são capacidades, aptidões ou inteligências, que devem ser postos em prática para se desenvolverem. A fé, por exemplo, é um dom, ou aptidão que DEUS deu a todas as pessoas. Todos os seres humanos são capazes de crer e de confiar em DEUS. Mas o dom da fé precisa ser praticado e desenvolvido, senão ele parece nem existir.

Desenvolver os dons de DEUS requer aprendizagem e treinamento, isto é, capacitação. Programas de capacitação para as atividades da igreja são necessários. Deve-se fazer mais que já se vem fazendo. Por exemplo, capacitação em oratória, em ensino, em liderança, em estudo bíblico, em saúde, em vendas, em contatos, e assim por diante. Há centenas de opções, inclusive de natureza profissional para os membros menos preparados para o trabalho secular, não só espiritual. Nos grupos menores uma das maiores carências é de líderes e pregadores. Muitas igrejas padecem espiritualmente por falta de capacitação, que não tem grandes custos, pois pode ser realizado por voluntários.

Assim como JESUS, a lição nos alerta que façamos também, que nos dediquemos mais ao treinamento e preparação das pessoas para desenvolverem seus dons. Assim elas terão maior aptidão para servir a JESUS, a igreja será mais dinâmica e as pessoas se sentirão melhor. E, certamente, JESUS voltará um pouco mais cedo!

  1. Quinta-feira: O fator da oração

Que diferença existe na oração? Se orarmos muda algo em nossa vida? Dizia o pastor e Dr. Sigfried Hofmann: Muita oração, muito poder, pouca oração, pouco poder, nenhuma oração, nenhum poder. Um cristão, quanto mais ora, mais poder obtém. Como acontece isso?

Orar é colocar-se junto a DEUS por meio da comunicação. Orar não é só fazer alguns pedidos do que necessitamos e lembrar dos agradecimentos. Orar é conversar com DEUS sobre todos os assuntos que nos dizem respeito. É conversar com nosso Criador sem pressa.

A oração tem poder porque formamos intimidade com Quem tem poder, que tem todo o poder, que pode providenciar tudo, que pode resolver tudo. Principalmente com Quem nos ama demais, pois é o nosso Criador.

JESUS, que veio da parte do Pai DEUS, colocou-se na condição de um ser humano. Nessa condição Ele orava, e muito. Era freqüente passar a noite de joelhos, em oração. As Suas orações longas, quando estava só, eram de joelhos, retirado, no alto de algum monte.

Pelo que se estuda a respeito de JESUS, Ele orava mais intensamente em momentos importantes ou decisivos. Por exemplo, Ele orou quando estava para escolher os doze discípulos. Também quando precisava ensinar grandes multidões. Orou intensamente antes do sacrifício em que morreu pela humanidade. Ele buscava energia e sabedoria de Seu Pai para enfrentar a Sua difícil missão de salvar a humanidade. Foi assim que Ele venceu.

Faz diferença quando oramos e quando não oramos. Com oração as nossas atividades diárias tornam-se mais fáceis, embora tenhamos que fazê-las e tenhamos que nos empenhar, mas elas parecem colaborar para serem resolvidas. Com oração, quando temos dificuldades, elas são resolvidas. Com oração, a vida nunca chega a uma situação sem saída, pois, se chegar, DEUS cria uma saída, mesmo que às vezes demore um pouco mais que a nossa ansiedade imagine. Homens e mulheres de oração estão sempre seguros.

Por que acontece assim com quem ora? Porque está ligado à fonte do poder que criou o Universo. Pela oração DEUS nos dá um pouco de Seu poder porque se estabelece um fio de intimidade com Ele. É que se orarmos muito, não usaremos mal o poder que Ele nos dará, pois nos familiarizaremos com Ele. No entanto, se quase não oramos, ao recebermos poder, poderemos fazer mau uso dele. Por exemplo, se estamos realizando um empreendimento, não oramos, mas mesmo assim, DEUS nos favorece da parte d’Ele, poderia ser só para depois sairmos dizendo por aí o quanto somos capazes! É certo que muitos enriquecem pela sua sabedoria, competência e até astúcia, pois ainda os favores de DEUS são derramados sobre bons e maus, e assim será até o fechamento da porta da graça. Mas aos que oram, o que fazem tem uma direção que aponta para a vida eterna, coisa que os que não oram não tem. Assim sendo, a oração faz diferença para a vida presente e essa diferença está intimamente relacionada com nosso futuro eterno.

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

A lição hoje, a última do semestre, tem sugestões boas para reativar o discipulado na igreja. Em síntese poderíamos dizer o seguinte: todos de alguma forma deveriam envolver-se em duas frentes de ação: no ministério e na missão. Por ministério entendemos as atividades internas da igreja, e por missão entendemos as atividades relacionadas com os de fora da igreja.

Não importa o que seja, devemos estar envolvidos e comprometidos. Ou seja, cada um deve fazer alguma coisa. Deve ser algo de que gosta, que se sinta bem. Não importa se é algo difícil ou se é muito fácil, tudo é necessário. Por exemplo, uma pessoa gosta de pregar para os de fora, outra gosta de distribuir folhetos, já outra gosta de fazer visitas missionárias, e outra de conduzir pequeno grupo, e assim por diante. Pode haver alguém que goste de recepcionar as pessoas que vem à igreja, é um grande trabalho de excelente resultado. E pode haver aquele que aprecie muito orar pelo trabalho. Pode também haver um que deseja ir junto com outra pessoa para fazer visitas. Enfim, não importa, vale que todos estejamos envolvidos em fazer alguma coisa e comprometidos pela salvação daqueles que estão a ponto de se perder.

escrito entre:   16/02/2008 a 22/02/2008 - corrigido em   22/02/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

Prof. Sikberto Renaldo Marks – marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 - Ijuí – RS, Brasil – Visite o site: http://www.cristovoltara.com.br/


A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO

APOCALIPSE (14:6-7) - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Eu convido você a se tornar um mensageiro do SENHOR, ajudando a divulgar a Palavra de Deus. Leia mais a sua Bíblia. Procure colocar em prática os Seus mandamentos. Você será transformado pelo Espírito Santo. Preparar-se-á cada vez mais para a breve volta de Jesus. Certamente levará mais alguém aos pés do nosso Senhor e Salvador. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém. (Apocalipse 22:20-21).

Pense nisto!

3月17日

Lição da Escola Sabatina - Nº 12 – Missão e comissão

Lição da Escola Sabatina - Nº 12 – Missão e comissão

Você já estudou a sua Bíblia hoje?

Durante a semana, de 15 a 22 de março, vamos estudar a lição de nº 12. Você tem a oportunidade de conhecer como Deus, o nosso Criador, utiliza para ensinar o Seu povo. Eu lhe convido a passar pelo resumo dos principais temas e faço a seguinte sugestão: Confia no SENHOR! Ele tem o melhor método para nos conduzir até a vida eterna.


Missão e comissão


A Lição em poucas palavras...

Texto-chave: Marcos 16:14-20

Esboço do aprendizado

I. Conhecer: a Grande Comissão e o evangelho

A. Mencione as instruções e promessas de Jesus aos discípulos sobre a Grande Comissão.
B. O que a Grande Comissão nos chama a fazer? Como o chamado a pregar o evangelho constitui o fundamento da comissão evangélica?
C. Jesus apareceu aos discípulos e os "censurou" pela incredulidade sobre Sua ressurreição. A palavra é ainda mais incisiva no grego, significando "reprovou", "denunciou" ou mesmo "insultou". Por que Ele precisou corrigir sua dureza de coração antes de comissioná-los?
D. Que definição Jesus deu ao evangelho na Grande Comissão?

II. Sentir: Arraigados no evangelho

A. Que parte a experiência cristã desempenha na habilidade de anunciar o evangelho?
B. Você é capaz de anunciar o evangelho sem tê-lo experimentado completamente sobre si mesmo?

III. Fazer: Vivendo o evangelho

A. Releia o texto-chave. Agora, pergunte: "Que papel podemos ter no cumprimento dessas palavras?"
B. Os discípulos tiveram dificuldade em crer na ressurreição de Jesus. E nós, negamos que Ele está vivo pela nossa maneira de viver? Que obstáculos devemos pedir que Deus remova de nosso coração?

Resumo: Devemos fazer todo esforço para tornar nossa a Grande Comissão por meio de oração, ação e estudo.


 

VERSO PARA MEMORIZAR: "E lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia" (Lc 24:46).

LEITURAS DA SEMANA: Mt 25:31-46; Mc 16:14-20; Lc 24:36-53; Jo 3:14-19; Rm 5:6-10; 1Co 5:7; 15:3, 4; Gl 1:4; 1Pe 2:22-25

"Vários me escreveram, indagando se a mensagem da justificação pela fé é a mensagem do terceiro anjo, e tenho respondido: ‘É a mensagem do terceiro anjo, em verdade’." – Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 372. Deste modo, para Ellen G. White, a proclamação da justificação unicamente pela fé é o centro de nossa missão, as boas-novas de que a salvação vem unicamente pela graça de Deus manifestada sobre pecadores indignos, e não por quaisquer obras de nossa parte.

Prévia da semana: Que papel tem o amor na vida daqueles que são discípulos? Que papel Jesus atribuiu às Escrituras em explicar Sua vida e morte? Qual é o papel central do evangelho na grande comissão que Jesus deu a Sua igreja?


Drama e discipulado no fim dos tempos

1. Como devemos entender estas palavras em Mateus 25:31-46, especialmente na área de discipulado e testemunho?

"Assim descreveu Cristo aos discípulos, no Monte das Oliveiras, as cenas do grande dia do Juízo. E apresentou sua decisão como girando em torno de um ponto. Quando as nações se reunirem diante dEle, não haverá senão duas classes, e seu destino eterno será determinado pelo que houverem feito ou negligenciado fazer por Ele na pessoa dos pobres e sofredores. Naquele dia, Cristo não apresentará aos homens a grande obra que Ele fez em seu benefício, ao dar a própria vida pela redenção deles. Apresentará a fiel obra que fizeram por Ele." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 637.


A comissão em Marcos

2. Comparando Marcos 16:14-20 com Mateus 28:18-20, que elementos estão em um e não no outro?

3. Depois de notar as diferenças, leia novamente ambos os relatos. Existe uma harmonia inconfundível entre eles. A mensagem básica é a mesma. Qual é a mensagem de Jesus para nós, como se encontra nas duas histórias?


Discipulado e o evangelho

4. Compare essa história com a mensagem do primeiro anjo em Apocalipse 14:6. Como esses versos nos ajudam a entender qual é nosso trabalho como discípulos adventistas do sétimo dia?

5. Compare o que Jesus disse em Marcos 16:15 e 16 com João 3:14-19. Que mensagem adicional encontramos ali?


A Comissão em Lucas

6. Leia esta história. Que duas coisas Jesus fez para ajudar a fortalecer a fé dos discípulos?

7. Que lição nos ensina o uso que Cristo fez das Escrituras?


"Testemunhas destas coisas"

8. De acordo com Jesus, qual era a mensagem das Escrituras que os discípulos deviam levar ao mundo? Lc 24:45-48. Como essa mensagem se enquadra com nossa compreensão das mensagens dos três anjos de Apocalipse 14?

9. Qual é o real significado da morte e ressurreição de Cristo? Rm 5:6-10; 1Co 5:7; 15:3, 4; Gl 1:4; Ef. 1:7; 1Pe 2:22-25


Estudo adicional

Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 779-828; Atos dos Apóstolos, p. 9-56; Mt 28; Mc 16; Lc 24; Jo 21; At 1, 2.

"Torne-se distinto e claro o assunto de que não é possível efetuar coisa alguma em nossa posição diante de Deus ou no dom de Deus para nós, por meio do mérito de seres criados. Se a fé e as obras adquirissem o dom da salvação para alguém, o Criador estaria em obrigação para com a criatura. Eis aqui uma oportunidade para a falsidade ser aceita como verdade. Se alguém pode merecer a salvação por alguma coisa que faça, encontra-se, então, na mesma posição que os católicos para fazer penitência por seus pecados. A salvação, nesse caso, consiste em parte numa dívida que pode ser quitada com o pagamento. Se o homem não pode, por qualquer de suas boas obras, merecer a salvação, então ela tem de ser inteiramente pela graça recebida pelo homem como pecador, porque ele aceita a Jesus e crê nEle. A salvação é inteiramente um dom gratuito. A justificação pela fé está fora de controvérsia. E toda essa discussão estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras, jamais poderão obter a vida eterna para ele." – Ellen G. White, Fé e Obras, p. 19, 20.

Perguntas para consideração

1. Como podemos entender Marcos 16:16? Jesus está dizendo que você tem que ser batizado para ser salvo? Como o texto em si provê a resposta? Qual é nosso entendimento, como igreja, do significado e da importância do batismo?

2. Pense em sua igreja local e como se enquadra com a missão mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, como nos foi dada nos textos desta semana. Que papel tem sua igreja? Que parte ela está executando? No trabalho com a classe da Escola Sabatina, como você pode ajudar a envolver melhor sua igreja na obra de disseminar o evangelho a todas as nações?

3. Por que é tão importante para nós, como discípulos, entender o evangelho antes de podermos ser testemunhas eficazes de Jesus? Como está sua compreensão do evangelho? Escreva a resposta em um único parágrafo. Leve-o para a classe e esteja preparado para partilhá-lo com outros. Que idéias você obteve da citação de Ellen G. White acima?

4. O que mais sua igreja local pode fazer para ajudar os pobres e os necessitados em sua área? Que tipo de compromisso sua igreja tem a respeito desse aspecto importante do discipulado?


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Bruce Cameron - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm

Escola no Ar - http://www.escolanoar.org.br/

Gilson Nery - http://www.oestadio.com/escola_NCCcomentario.shtml

Sickberto Marks - http://www.cristovoltara.com.br/

Boas compras e bons estudos!

Estudo nº 12 – Missão e comissão

Estudos da Bíblia: Primeiro trimestre de 2008 - Semana de 15 a 22/03/2008

Tema geral: Discipulado cristão

Estudo nº 12 – Missão e comissão

 

Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina

Este comentário será melhor entendido se lido após o estudo da lição original

 

Verso para memorizar: “E lhes disse: Assim está escrito que o CRISTO havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia” (Lucas 24:46).

 

  1. Introduçãosanto sábado, dia do Senhor, da vida e da felicidade

Dos antediluvianos, só oito entraram na arca; dos milhares de homens acima que saíram do Egito de 20 anos, só dois entraram na Terra Prometida. Então se pergunta: a salvação é como um concurso?

Ou seja, é difícil se salvar? Pois JESUS mesmo pergunta se ao retornar à Terra encontraria fé por aqui? Isso quer dizer que poucos O estariam aguardando. Então, pergunta-se de novo: a salvação é para poucas pessoas? Se parece a um concurso com pouquíssimas vagas?

Felizmente não é assim. A salvação está ao alcance de todos os que desejam. E é aí que reside o problema: desejo ser salvo muitos tem, mas fazer alguma coisa para ser salvo, poucos fazem. O problema está em nós, se queremos de fato, ou não. O problema não é uma questão de vagas ou de algum exame que requer aprovação.

O que se pode fazer para sermos salvos? Nada! É isso mesmo, nada do que venhamos fazer para sermos salvos ajuda em alguma coisa na nossa salvação. É porque a salvação vem pela fé.

Que história é essa? Como assim, só podermos ser salvos pela fé?

É mais simples que parece. A salvação depende do que JESUS fez por nós, não do que nós possamos fazer por nós mesmos. E JESUS morreu por nós e ressuscitou vitorioso em nosso lugar. Ele promete voltar outra vez, e a todos que se arrependerem, promete perdoar seus pecados e resgatá-los para a vida eterna. Isso devemos aceitar crendo ser verdadeiro. Então, sentindo-nos arrependidos de nossos pecados passados, JESUS, por meio do ESPÍRITO SANTO, opera em nós um procedimento de transformação, chamado santificação, ou seja, gradual separação do mundanismo e aproximação de DEUS. Nós não somos capazes de fazer isso, só DEUS é capaz. A nós cabe entretanto, desejar e nos dispor a sermos transformados. Devemos sentir a necessidade de mudança, e lutar para que ela se efetive, mas lutar com o poder de DEUS.

A base dessa transformação, no entanto, está na morte de JESUS na cruz, como explica Ellen G. White, pela pregação de Paulo: “Paulo e seus cooperadores proclamaram a doutrina da justificação pela fé no sacrifício expiatório de Cristo. Apresentaram a Cristo como sendo Aquele que, vendo o estado desesperado da raça caída, veio para redimir a homens e mulheres mediante uma vida de obediência à lei de Deus, e o pagamento da penalidade da desobediência.” (Atos dos Apóstolos, 207).

Portanto, a nossa pregação hoje, ou seja, a mensagem dos três anjos, especialmente a do primeiro, do evangelho eterno e do juízo, é a pregação da aceitação de JESUS pela fé. Devemos ensinar e testemunhar sobre a transformação que DEUS opera nas pessoas, isto é, ao ensinar que as pessoas são santificadas por DEUS, devemos ilustrar essa transformação vivendo-a, sendo nós mesmos transformados. “Os que se acham unidos com Cristo através do exercício diário e constante da fé que opera por amor e purifica a alma, recebem o perdão de seus pecados, e são santificados para a vida eterna.” (Refletindo a CRISTO, MM, 1986, p. 69). Aprofundemo-nos nesta semana nesse assunto.

 

  1. Primeiro dia: Drama e discipulado no fim dos tempos

Hoje estudamos sobre o grande julgamento. JESUS disse que quando se assentar no trono de Sua glória, haverá um julgamento. Ele acentuou que comparecerão dois grupos de pessoas, que se postarão, um a Sua direita e outro a Sua esquerda. Aos da direita JESUS convidará a entrarem na posse do reino que lhes estava sendo preparado desde a fundação do mundo, porque deram a JESUS o que Ele precisava: alimento, vestuário e visitas na enfermidade e na prisão. Aos outros dirá para se apartarem d’Ele, pois não fizeram nada disso. Aí que vem a explicação: quando estas coisas foram feitas a JESUS? Toda vez que algum ser humano que tivesse necessidade, e fosse socorrido nessa necessidade.

Ora, os da direita entraram porque socorreram os necessitados! Então, a salvação é pelas obras? Parece ser mesmo assim. Mas há um porém! Por quê os da direita agiram assim? Porque haviam aceito JESUS como salvador, e criam n’Ele, tinham fé em JESUS. Por isso, sendo transformados, passaram a agir como Ele age, ou seja, praticando o bem, do mesmo modo como JESUS agiu ao estar aqui na Terra. Estas obras acontecem pelo amor que aqueles que estão sendo transformados sentem pelos outros, que ainda não souberam da grande salvação para a vida eterna em JESUS. Estas obras não acontecem para que eles se salvem, mas porque estão sendo salvos, e querem que outros também o sejam.

 

  1. Segunda-feira: A comissão em Marcos

O que JESUS ordena, que está relatado em Mateus 28:18 a 20?

=> Ir e fazer discípulos de todas as nações;

=> Batizando-os em nome da Trindade;

=> Ensinando-os a guardar todas as cousas que JESUS tem ordenado;

=> Ele estaria com os discípulos até a consumação do século.

O que se relata em Marcos 16:14 a 20?

=> ir por todo o mundo pregar o evangelho a toda criatura;

=> quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado;

=> Haveria sinais acompanhando aqueles que crêem, para confirmar a Palavra e os ensinamentos.

O primeiro ponto que chama atenção é que em Mateus o relato fala para ir pregar às pessoas de todas as nações, e em Marcos, para pregar a todas as pessoas do mundo. Deduz-se que, obviamente, a ordem é pregar às pessoas do mundo inteiro, em todos os países. Uma tarefa hercúlea, impossível de ser realizada sem o poder de DEUS.

Nos dois relatos fala sobre o batismo, porém, Marcos acrescenta a condição para que as pessoas sejam salvas: devem crer e ser batizadas.

Em Mateus relata que JESUS estaria (em espírito) com os discípulos até o final, e em Marcos essa parte aparece diferente, e que se complementa. Diz que haveria sinais milagrosos acompanhando os pregadores do evangelho. Esses sinais estariam confirmando a veracidade de sua mensagem.

            Esse é um ponto vital para os dias de hoje. Entre os que pregam a verdade não são tantos os sinais, e os poucos, são bem discretos; mas entre os que pregam doutrinas falsas, há muitos sinais. Isso é a contrafação de satanás, que sempre vem antes. Sabemos por Ellen White que o falso reavivamento viria antes do verdadeiro, e acompanhado de sinais impressionantes. Mas que o verdadeiro reavivamento viria um pouco antes do final da pregação, e com sinais autênticos da parte de DEUS e do poder da fé. “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos.” (Grande Conflito, 464). “E ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente... E neste tempo os escolhidos de ‘DEUS’ viram todos claramente que tínhamos a verdade, e saíram e enfrentaram a perseguição conosco. Eu vi a espada, a fome, pestilência e grande confusão na Terra.”  (Primeiros Escritos, 33 e 34). Esse tempo refere-se a um breve período pouco antes do derramamento das pragas. (Primeiros Escritos, 85).

E qual será o resultado desse poder? “Em visões da noite passaram perante mim representações dum grande movimento reformatório entre o povo de ‘DEUS’. Muitos estavam louvando a ‘DEUS’. Os enfermos eram curados, e outros milagres eram operados. Viu-se um espírito de intercessão tal como se manifestou antes do grande dia de Pentecostes. Viam-se centenas e milhares visitando famílias e abrindo perante elas a Palavra de ‘DEUS’. Os corações eram convencidos pelo poder do Espírito Santo, e manifestava-se um espírito de genuína conversão. Portas se abriam por toda a parte para a proclamação da verdade. O mundo parecia iluminado pela influência celestial. Grandes bênçãos eram recebidas pelo fiel e humilde povo de ‘DEUS’.” (Testemunhos Seletos, 345). “A santidade, ou seja, a semelhança com ‘DEUS’ é o alvo a ser atingido.” (Mensagens aos Jovens , 40).

            E por quê, hoje, já às vésperas desse reavivamento, ainda os pregadores e os que ensinam não possuem tanto poder para pregar lastreados com muitos sinais? EGW responde essa também: “Antes do dia de Pentecostes [os discípulos] se reuniram e tiraram dentre eles todas as desinteligências. Estavam de um mesmo sentimento.” (Desejado de Todas as Nações, 615). “Tirem os cristãos de meio deles as dissenções, e entreguem-se a si mesmos a ‘DEUS’ para a salvação dos perdidos. Peçam a bênção com fé, e ela há de vir.” (Desejado de Todas as Nações, 616).

Joel 2:28 e 29, e Atos 2:17 e 18 menciona que nos últimos dias, todos os servos fiéis de DEUS serão profetas, com poderes especiais do Espírito Santo. Hoje ainda a verdade não é acompanhada de sinais poderosos porque há muito mundanismo na igreja. DEUS não poderia dar uma impressão falsa aos que vem de fora. Se Ele revestisse a pregação verdadeira agora com grande poder, iria parecer que é correto e aceitável por DEUS seguir a CRISTO com mundanismo. Pareceria que é possível a salvação estando os homens e as mulheres em condições de mornidão, isto é, misturando algo de princípios divinos com mundanismo não tão intenso quanto os de fora. Haverá uma forte sacudidura paralelamente ao derramamento do poder para concluir a grande comissão. EGW é quem diz isso: “Todo o Céu está à espera de homens e mulheres por cujo intermédio possa ‘DEUS’ revelar o poder do cristianismo.” (Atos dos Apóstolos, 600). “Simultaneamente com o reavivamento e a reforma interior, o selamento e a sacudidura, e recebendo o impulso poderoso da chuva serôdia, o povo de ‘DEUS’ se atirará a sua obra evangelizadora (o alto clamor, pelo refrigério da chuva serôdia) com um brio e fervor particulares nestes últimos dias.” (Preparação para a Crise Final, 65).

DEUS terá um igreja pura para a conclusão da obra. “Cristo pousa para ser retratado em cada discípulo. A todos predestinou Deus para serem ‘conformes à imagem de Seu Filho’. Rom. 8.29. Em cada um se tem de manifestar ao mundo o longânimo amor de Cristo, Sua santidade, mansidão, misericórdia e verdade. ... Cristo não Se manifestará, enquanto a vitória não for completa, e Ele vir ‘o trabalho de Sua alma’. Isaías 53.11.” (O Desejado de Todas as Nações, págs. 826-828. Ênfases acrescentadas.)

Veja-se que quatro coisas ocorrerão em paralelo: o reavivamento, a reforma interior, o selamento e a sacudidura. Tudo isso será muito rápido para que o Pentecostes se repita numa velocidade espantosa, mais que possamos imaginar. Então, como diz a profetiza desses últimos tempos: “Servos de ‘DEUS’, com o rosto iluminado e a resplandecer de santa consagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar a mensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra, será a mensagem dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. Satanás também opera com prodígios de mentira, fazendo mesmo descer fogo do céu, à vista dos homens. (Apoc. 13:13) Assim os habitantes da terra serão levados a decidir-se.” (Eventos Finais, 175).

Eu e você, estamos, hoje, fazendo o quê para completar a grande comissão? Do que fazemos hoje depende de que lado estaremos nos dias em que os dois lados agirão com máximo poder.

 

  1. Terça-feira: Discipulado e o evangelho

Hoje a lição nos leva a comparar Marcos 16:15 com Apoc. 14:6 e João 3:14 a 19. E assim, parte por parte, estamos entendendo o que JESUS nos incumbiu e o que devemos fazer.

Em Apoc. 14:6 repete a nossa missão: pregar o “evangelho eterno” a cada nação, tribo, língua e povo. Há uma ênfase bem forte quanto a pregar a todas as pessoas, assim como já houve em Marcos 16:14 a 20 e em Mateus 28:18 a 20. Poderia simplesmente estar escrito assim: ide pregar este evangelho a todas as pessoas do mundo. Dir-se-ia a mesma coisa. Porém, a ênfase é que todas as pessoas do mundo, não importa a língua, nem a raça, nem a etnia, nem o lugar onde estejam devem saber a respeito do evangelho eterno.

Em João 3:14 a 19 acrescenta o julgamento. Já havíamos estudado que quem cresse e fosse batizado seria salvo. João repete isso, mas acrescenta que esse não será julgado, porém, que não cresse, já estaria julgado e condenado.

Para entender melhor essa parte é necessário antes rever o que é esse evangelho eterno. Diz o verso citado em Apoc: “Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo. E adorai Aquele que fez o Céu e a Terra, e o mar, e as fontes das águas.” Apoc. 14:6 e 7. Porém não é só esse o evangelho eterno. Antes do anúncio do juízo, vem o anúncio do plano da salvação. E, quem não aceitar a salvação é que será julgado e condenado. Veja: “Declara-se que faz parte do "evangelho eterno", e anuncia a abertura do juízo. A mensagem da salvação tem sido pregada em todos os séculos; mas esta mensagem é uma parte do evangelho que só poderia ser pregada nos últimos dias, pois somente então seria verdade que a hora do juízo havia chegado.” (O Grande Conflito, 335 e 336). Logo, o evangelho eterno é o anúncio de todo o plano de salvação do ser humano, centrado na morte de JESUS na cruz, e também o anúncio do juízo sobre os que não crerem. Em síntese, envolve a adoração ao Criador.

João 3:14 a 19 afirma que quem crer não será julgado, mas quem não crer, já está julgado (e, portanto, condenado). O que vem a ser isso? É bem fácil de entender. Quem crer, aceitou a salvação, portanto, pode ser salvo, e será salvo. Por sua vez, quem não crer, não aceitou o plano da salvação, portanto, deverá ser condenado. Ou seja, é quem decide crer ou não crer que faz o julgamento de si mesmo. Pela decisão de cada um é que DEUS vai salvar as pessoas ou vai condená-las.

Desde 1844 está havendo julgamento no Céu. Ele envolve aqueles que creram, ou seja, que declararam crer. Esse julgamento é para averiguar se realmente creram, ou se mais tarde, depois de aceitarem JESUS, deixaram de crer. E todos aqueles que creram até o final de suas vidas, portanto, que sempre se arrependiam de seus pecados, são aceitos para a salvação. Assim sendo, a salvação dessas pessoas depende delas crerem ou não.

Os demais, que não creram, seus casos serão revistos durante o milênio. Mas só para rever, pois já estão condenadas por elas mesmas, pelo que decidiram. No final do milênio receberão a sentença: morte eterna. Esses, que estarão mortos durante o milênio, já estão julgados, ou seja, o destino deles já está decidido por eles mesmos enquanto viveram aqui na Terra. Assim, a uns e outros, DEUS, respeitando as decisões individuais, dará o que desejarem, vida ou morte.

Assim sendo, o julgamento celeste trata de confirmar o que cada um de nós decidiu escolher em vida. Isso requer uma pequena reflexão. Discipulado depende de mudança na vida. Como somos pecadores, é inevitável que, se crermos, deveremos mudar o que pode nos levar a perdição, que são os pecados. Isso é evidente. Portanto, passando o tempo, se nada mudou em sua vida, preocupe-se, algo vai mal. Aqui na Terra não há quem não deva ser transformado.

Uma sugestão. Reflita sobre a sua vida. Escolha um ou dois pecados para vencer. Assim as coisas ficam mais objetivas. Não escolha muitos, pois ficará difícil. Então lute com DEUS contra esses pecados, todos os dias. Não desista enquanto não desaparecerem completamente. Depois disso, ataque outro pecado, e assim por diante. Mas não tente sem oração, e muita oração, principalmente no exato momento da tentação.

Nesses dias estou lutando contra dois pecados. Com DEUS irei vence-los, aliás, já estão em fase bem adiantada de submissão a DEUS. Assim será até que venhamos a morrer, ou até que JESUS volte, o que vier primeiro.

Um detalhe, depois que vencer dessa maneira um ou dois problemas, às vezes nem são bem pecados, mas apenas inconveniências, vai ver como se tornará fácil derrotar os próximos. Mas sempre lute com DEUS, pois o poder não vem de dentro de nós, mas de fora e de cima.

 

  1. Quarta-feira: A Comissão em Lucas

Em Lucas também se relata a comissão de JESUS. Cada relato é um pouco diferente, na realidade, os relatos se complementam e se completam. Lucas mostra o encontro de JESUS com os discípulos, momentos antes de JESUS comissioná-los. Na verdade JESUS os comissionou em várias ocasiões, e Lucas descreve uma delas. Após JESUS caminhar com dois dos discípulos para Emaús, já tendo chegado a casa e JESUS orando pelo alimento, eles viram as feridas em suas mãos. Então Ele desapareceu, e os dois correram de volta para Jerusalém anunciar o que viram aos demais. Lá disseram que viram o MESTRE vivo. Estando eles ainda falando, eis que JESUS lhes aparece, em pessoa. Ele lhes mostra as feridas, e argumenta que tem um corpo, portanto, não era um espírito. Então Ele lhes fala a respeito das profecias escritas na Bíblia, que previam a morte de JESUS e que se cumpriram naqueles dias.

JESUS recorreu a duas comprovações para que eles pudessem crer que a crucificação era prevista, deveria acontecer para que pudessem ser salvos. A primeira coisa era uma prova inconteste, Ele mesmo estava lá, em pessoa, com corpo e tudo. O corpo que eles não acharam no túmulo estava ali, vivo, havia ressuscitado, conforme as profecias. A segunda era uma evidência: isso tudo estava previsto nas profecias, e portanto, se cumpriu.

JESUS provou ser tudo verdadeiro por meio de um argumento físico e outro argumento profético. Assim também nós podemos argumentar para as pessoas se interessarem por JESUS: pela transformação que Ele operou e ainda opera em nós, e que também pode operar na pessoa interessada; e pelo cumprimento das profecias, que em nossos dias são muitas.

Então JESUS lhes comissionou, ou seja, lhes deu a missão. Ele lhes disse: vocês são testemunhas de tudo isso. Ou seja, é como se dissesse: vocês viram como Eu fui preso, julgado e morto, a agora estão vendo que ressuscitei e estou vivo. Portanto, permanecei na cidade, unidos, orando, até que vocês sejam revestidos de poder do alto. Então sim, ide pregar a todo mundo sobre o que vocês presenciaram e sobre a Minha vinda para salvar a todos quantos crerem em Mim e no plano da salvação. É isso que Ele espera que façamos hoje. Estamos vivendo nos últimos dias da pregação desse evangelho. Assim como JESUS usou as profecias e mostrou por Seu corpo que o plano de salvação era verdadeiro, também nós, pelo modo superior como vivemos, pela qualidade de vida que temos, e como somos autenticamente felizes, e como não temos necessidade das ilusões do mundo e pelo modo como Ele já nos santificou (separou do mundo), devemos provar e demonstrar que a história a respeito do Messias é verdadeira.

Confirma-se que a pregação deve ser acompanhada de testemunho, em especial sobre o que DEUS fez em nossa vida. Se tal testemunho não for possível porque o Criador nada pôde restaurar em nossa vida, então é melhor ficar quieto e não revelar a ninguém qual igreja estamos seguindo.

Mas não devemos agir assim. O prazer da vida, a alegria de viver está em poder testemunhar, por pouco que seja, como estamos sendo transformados, e como DEUS quer transformar também a todas as pessoas que queiram ser salvas para a vida eterna.

 

  1. Quinta-feira: “Testemunhas destas coisas”

Ontem analisamos sobre o que os discípulos viram. Eles presenciaram fatos impressionantes, uma sucessão de eventos necessários para que JESUS Se tornasse O Salvador da humanidade. Foram testemunhas disso. Agora estavam tendo o privilégio de ouvir as últimas palavras de JESUS antes d’Ele retornar em definitivo para o Seu trono celeste. Então Ele assumiria a Sua glória como DEUS, e Seu glorioso e resplandecente rosto não poderia mais ser visto por algum mortal, sem que fosse eliminado.

Deveriam anunciar o evangelho como testemunhas do que viram. Essa pregação envolvia, como JESUS disse em Lucas 24:45 a 48, que pregassem o arrependimento para a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Isso significa que as pessoas se preparassem para “adorar a DEUS” porque Ele é O Criador de todas as coisas, conforme a primeira mensagem angélica de Apocalipse 14.

E pregação que JESUS requer que os discípulos fizessem está no contexto de Apocalipse 14, ou seja, o anúncio da opção pela vida na adoração ao Criador da vida, e de todas as coisas, ou, a outra opção pela morte, tendo que enfrentar o juízo. A primeira mensagem, em resumo diz: “adorai aquele que fez, pois vem o juízo sobre aqueles que optarem pelo juízo.” Nessa segunda opção vai participar da queda de babilônia, que já está caindo diante da pregação do evangelho eterno. É babilônia que impõe o sinal de adoração a satanás, que é a santificação do domingo, em contraposição a santificação do sábado, o sétimo dia, vínculo de quem adora o Criador.

Em resumo, eles são testemunhas de que? Da morte de JESUS em substituição à nossa morte eterna, por nos amar em intensidade infinita, para que vivêssemos eternamente. Então faz sentido adorar a DEUS pois isso é o mesmo que adorar o amor. Adorando o amor, ou seja, vinculando-se ao amor, nos tornamos aptos a amar os nossos semelhantes, assim como nos tornamos capazes de amar-nos a nós mesmos. A vida existe no amor, e é uma vida plena de satisfação, e o amor é DEUS. A morte de JESUS é para nos reconciliar com Ele, para podermos viver eternamente com Ele.

Já tentou imaginar viver eternamente sem ter necessidade de lutar pela vida, para pagar contas, enfrentar compromissos. Já imaginou que o nosso trabalho será como um eterno lazer, que trabalharemos para nos sentir bem, não para sobreviver do produto desse trabalho? É como estar sempre de férias, mas realizar atividades pelo prazer de estar atuante. É o que DEUS está tentando nos dar. Aceitaremos?

 

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Hoje teremos que fazer uma ligação da justificação pela fé com a missão, assunto dessa semana. O que é a justificação pela fé?

Creio que todos já sabem algo sobre ela, mas, em síntese, poderemos ilustrar assim: Imagine um casal que tem filhos. Um deles resolve enveredar por caminhos ilegais. Um dia desses ele é preso traficando drogas. A quantia é grande e o tempo de prisão longo.

Mas os pais amam o filho. Não conseguem, por causa do tamanho do amor por ele, viver sabendo que ele está preso. O pai então faz uma proposta para a justiça. Ele paga uma elevada quantia como indenização para todas as pessoas que foram prejudicadas pelas drogas que o filho traficava, paga o tratamento dessas pessoas, paga a re-socialização delas, paga as despesas que o governo teve com o filho, paga um programa de desentoxicação reeducação de seu filho, oferece garantias reais de que cuidará do filho para que não tenha reincidência, e ainda por cima, propõe-se a realizar por alguns anos, serviços à comunidade, ele com seu filho, em programa de conscientização contra as drogas, e ainda vai financiar outros programas com idêntica intenção. A justiça estuda o assunto e aceita a proposta desse pai. A conta vai ser altíssima. O filho jamais poderia pagar. Mas vai receber a liberdade, de graça, tudo pago pelo pai.

Isso é a graça. Todo mal que cometemos tem suas conseqüências, mas elas foram pagas por alguém que tinha condições para isso. Por exemplo, os traficantes podem ter levado muitas pessoas a doenças e a morte. Mas, se essas pessoas tiverem, em tempo hábil, aceito o Salvador, um dia, para elas, tudo será resolvido. Elas serão transformadas em seres perfeitos, e o efeito do que os traficantes fizeram se anulará, isso para aqueles que se arrependerem. Assim também os próprios traficantes, podem se redimir pelo arrependimento. A graça de JESUS tem condições de pagar qualquer conta, ou seja, pagar o estrago causado por qualquer pecado, não importa o tamanho. Um dia tudo será perfeito outra vez, e não restará resquício do pecado, senão os sinais em JESUS. Tudo pago por JESUS.

Pois bem, o filho desse homem nem mesmo merecia os gastos do pai. Esse pai agiu por amor. O amor faz coisas que de outra forma jamais se fariam. O filho esta ganhando tudo de graça.

No entanto há um porém: tudo depende de o filho aceitar ou não o que o pai está tentando fazer por ele. Se o filho não aceitar, o pai jogou esse dinheiro fora. Se o filho preferir ficar na prisão, tudo o que o pai fez foi em vão. Se o filho depois decidir reincidir, tudo foi em vão.

Por outro lado, o filho não teria condições de, ele mesmo, por si, fazer isso que o pai esta fazendo por ele. O filho está preso, como iria poder providenciar isso tudo. E, com que credibilidade ele iria apresentar tal proposta, mesmo que tivesse o dinheiro, perante a justiça? Quem o ouviria e acreditaria nele? Ao pai sim, um homem bem conceituado, poderiam ouvir.

Assim nós também. Como é que nós nos transformaríamos de pecadores em seres santos? Como é que readquiriríamos a vida eterna? Como é que iríamos pagar a conta do estrago causado pelos pecados que cometemos? Como é que iríamos restaurar esse planeta à perfeição outra vez? Ora, quem somos nós para tentar qualquer coisa, por mérito próprio, para nos salvar? Dependemos inteiramente de CRISTO para que sejamos salvos.

E a comissão da pregação? Pois bem, assim como nós recebemos de graça a nossa salvação, gratuitamente também devemos alcançá-la aos que são nossos próximos. JESUS morreu por nós e pagou tudo. Da mesma forma, ou seja, por idêntica motivação - o amor pelos nossos semelhantes - devemos fazer o que nos compete para que muitos mais alcancem a vida eterna.

 

escrito entre:   11/02/2008 a 15/02/2008 - corrigido em   15/02/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

Prof. Sikberto Renaldo Marks – marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 - Ijuí – RS, Brasil – Visite o site: http://www.cristovoltara.com.br/


 

A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO

 

APOCALIPSE (14:6-7) - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

 

Eu convido você a se tornar um mensageiro do SENHOR, ajudando a divulgar a Palavra de Deus. Leia mais a sua Bíblia. Procure colocar em prática os Seus mandamentos. Você será transformado pelo Espírito Santo. Preparar-se-á cada vez mais para a breve volta de Jesus. Certamente levará mais alguém aos pés do nosso Senhor e Salvador. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém. (Apocalipse 22:20-21).

 

Pense nisto!

3月12日

Lição da Escola Sabatina - Nº 11 – Mais lições sobre o discipulado

Lição da Escola Sabatina - Nº 11 – Mais lições sobre o discipulado

Você já estudou a sua Bíblia hoje?

Durante a semana, de 8 a 14 de março, vamos estudar a lição de nº 11. Você tem a oportunidade de conhecer como Deus, o nosso Criador, utiliza para ensinar o Seu povo. Eu lhe convido a passar pelo resumo dos principais temas e faço a seguinte sugestão: Confia no SENHOR! Ele tem o melhor método para nos conduzir até a vida eterna.


Mais lições sobre o discipulado


A Lição em poucas palavras...

Texto-chave: Mateus 14:27 (compare com Mc 6:45-52)

Esboço do aprendizado

I. Conhecer: Fé no mar

A. Que lição os discípulos deixaram de aprender antes da tempestade?
B. O que significa o fato de que o coração deles estava endurecido?
C. Freqüentemente, achamos que nossa fé seria mais forte se pudéssemos testemunhar os milagres espetaculares que Jesus operou durante Seu ministério terrestre. Mas o mesmo Pedro que andou sobre a água em direção a Jesus, mais tarde negou até mesmo conhecê-Lo. O que isso revela?

II. Sentir: Segurança em meio à tempestade

A. O que levou Jesus a ajudar os discípulos? O que isso revela sobre Seu cuidado vigilante?
B. Que certeza o poder de Jesus sobre o mar nos dá de que Ele pode nos salvar de qualquer situação difícil?

III. Fazer: Confiar em Deus

A. Imagine a aparência de Jesus diante de Seus discípulos – alguém caminhando sobre a água com vestes esbranquiçadas brilhando sinistramente na escuridão. Não é de admirar que eles pensassem que Ele era um fantasma. Como podemos evitar o mal-entendido sobre a ajuda de Deus em alguma coisa que pode nos ferir, como fizeram os primeiros discípulos?
B. Jesus não advertiu Seus discípulos sobre a tempestade. Ao contrário, Ele os enviou ao mar. Como as provas fortalecem nossa fé?

Resumo: Somos totalmente dependentes de Deus para nos manter seguros.


VERSO PARA MEMORIZAR: "Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!" (Mt 14:27).

LEITURAS DA SEMANA: Mt 14:22-33; Mc 4:36-41; 6:51, 52; Lc 8:25; 24:37; Jo 6:19

Prévia da semana: Por que os discípulos de Cristo tinham medo com tanta freqüência? O que podemos aprender das advertências de Jesus sobre o fermento dos fariseus? Como devemos responder aos que fecham o coração ao nosso testemunho?


Lições no mar

1. Qual foi a reação dos discípulos diante do perigo de soçobrar? Que palavras esclarecem a atitude deles? Mc 4:36-41

2. Que significado (se é que existe) pode ser achado no fato de que os discípulos, e não a tempestade, despertaram Jesus?

Qual foi a última vez em que você ficou imaginando se o Senhor se importava com você e com suas dificuldades? Que lições você aprendeu dessa provação para usar na próxima vez em que enfrentar uma provação ou tragédia?


Lições no mar – Continuação

3. Que numerosos enganos os discípulos cometeram quando foram atravessar o lago outra vez? Mt 14:22, 33; Mc 6:45-52

4. Por que os discípulos não foram capazes de entender o que havia acontecido no mar? O que podemos aprender sobre a diferença entre fé e crença? Mc 6:51, 52


O fermento dos fariseus

Leia Mateus 16:1-12 e, depois, responda às perguntas a seguir:

5. Que evidência temos de que os líderes que foram a Jesus não eram sinceros em sua pergunta? Afinal, por que é errado pedir um sinal do Céu? A Bíblia não está cheia de sinais do Céu? O que devemos aprender do que aconteceu? Veja os capítulos anteriores em Mateus; veja também Lc 16:29-31.

6. Examine cuidadosamente as palavras de Jesus aos escribas e aos fariseus. Qual é o princípio por trás da advertência específica a eles (Mt 23:23)?

7. Leia as palavras de Jesus aos discípulos em Mateus 16:8-11. O que Jesus queria que eles compreendessem? Por que achamos tão fácil fazer a mesma coisa, isto é, esquecer as grandes coisas que Deus fez diante de nossos olhos?


Lições do medo

"No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo" (1Jo 4:18).

8. Que acontecimentos provocaram medo nos discípulos? O que havia para temer nesses eventos? Mt 14:27; 17:6, 7; Mc 10:32; Lc 8:25; 24:37; Jo 6:19. O que podemos aprender dessas experiências?

9. Que outro medo tinham os discípulos? Mc 9:30-32


Discipulado e testemunho

"Quero que o ateísmo seja verdadeiro e fico intranqüilo pelo fato de que algumas das pessoas mais inteligentes e bem informadas que conheço sejam crentes religiosos. Não é só que não creio em Deus e, naturalmente, espero estar certo em minha convicção. É que espero que não exista Deus! Não quero que exista Deus; não quero que o Universo seja assim." – Thomas Nagel, The Last Word, p. 130.

10. Pense na citação acima. Como discípulos, qual deve ser nossa atitude para com alguém que pense assim? Que textos da Bíblia vêm à sua mente quando pensa nessa pessoa? Escreva esses textos abaixo.

11. Agora que você escreveu os textos, tome tempo para examiná-los cuidadosamente. Um tema particular se destacou? Seus textos são de compaixão, juízo, tristeza ou retribuição? Ou outra coisa qualquer? O que sua resposta lhe diz sobre você mesmo?

O que podemos aprender da vida e dos ensinos de Jesus que nos ajudarão, como Seus discípulos, a lidar com os que estão determinados a fechar o coração e a mente? Em que ponto termina nossa responsabilidade para com eles?


Estudo adicional

Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 333-341, 377-382, 410-425, 795-801, 881-885; Parábolas de Jesus, p. 40; O Grande Conflito, p. 349, 350.

"Embora Pedro tivesse estado um longo tempo com o Mestre, ele tinha uma concepção muito imperfeita do plano de salvação. Não desejava ver a cruz na obra de Cristo; mas era através da cruz que a vida e esperança deveriam vir aos mortais." – Ellen G. White, Review and Herald, 7 de abril de 1891.

"Não devem os filhos de Deus ser sujeitos aos sentimentos e emoções. Quando flutuam entre a esperança e o temor, o coração de Cristo é ferido, pois lhes tem dado inconfundíveis evidências do Seu amor. Ele quer que sejam firmados, fortalecidos e estabelecidos na mais santa fé. Ele quer que façam a obra que lhes deu; então, seu coração se tornará em Suas mãos como harpas sagradas, cada corda das quais despedirá louvores e ações de graças Àquele que foi enviado por Deus para tirar os pecados do mundo." – Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros, p. 518, 519.

Perguntas para consideração

1. Quais são algumas das coisas que você teme? Como você pode aprender a vencer esses temores? Por outro lado, existem coisas que corretamente deveríamos temer? Esteja preparado para comentar suas respostas em classe no sábado.

2. De que maneira podemos nos tornar saduceus e fariseus modernos? Por que isso é mais fácil do que pensamos? Como essas atitudes se manifestam na igreja de hoje? Também, quais são os passos que uma pessoa dá para deixar de ser discípulo e se tornar fariseu? Isso é mais fácil que deixar de ser fariseu e se tornar discípulo? Esteja preparado para comentar seus pensamentos em classe.

3. O que você classificaria como o fermento do saduceus e fariseus na igreja de hoje?

4. Comente em classe a atitude do homem ateu na lição de quinta-feira. De que maneira os princípios da atitude dele se manifestam em nós, mesmo como cristãos? Existem coisas em nossa fé ou doutrinas para as quais fechamos a mente simplesmente porque não queremos crer nelas? Pode ser que tenhamos dificuldades para aprender as lições que o Senhor quer nos ensinar porque não queremos aprendê-las?


Você quer acompanhar o estudo completo em questão? Então, não perca mais tempo e acesse o link agora mesmo: http://www.cpb.com.br/ no setor de Serviços.

Não deixe de conhecer o material da Casa Publicadora Brasileira, vale a pena; então vá ao setor de serviços acesse todos os temas até agora estudado.

Você ainda pode acompanhar um comentário excelente da lição com os autores:

Bruce Cameron - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm

Escola no Ar - http://www.escolanoar.org.br/

Gilson Nery - http://www.oestadio.com/escola_NCCcomentario.shtml

Sickberto Marks - http://www.cristovoltara.com.br/

Boas compras e bons estudos!

Estudo nº 11 – Mais lições sobre o discipulado

Estudos da Bíblia: Primeiro trimestre de 2008 - Semana de 08 a 15/03/2008

Tema geral: Discipulado cristão

Estudo nº 11 – Mais lições sobre o discipulado

 

Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina

Este comentário não dispensa o estudo do texto original

Verso para memorizar: “Mas JESUS imediatamente lhes disse: Tendes bom ânimo! Sou Eu. Não temais!” (Mateus 14:27).

  1. Introduçãosanto sábado, dia do Senhor, da vida e da felicidade

Nesta semana estudaremos algo relacionado ao medo. O medo é um de nossos pontos fracos. Ele é muito explorado pelo inimigo, satanás. O medo já foi, está sendo e ainda será muito explorado pelos políticos, por exemplo, para definir eleições. Nos Estados Unidos Bush foi reeleito explorando o medo dos americanos em relação ao terrorismo. No vaticano Bento XVI foi eleito explorando o medo de que a “barquinha de Pedro” estava sucumbindo, e só ele, Ratzinger, depois Bento XVI, poderia salvar a Igreja. Muitos países conseguem eleger políticos por meio do medo do povo. O Brasil é um caso.

O medo está servindo também de apelo comercial. Vendem-se alarmes contra furto e roubo, desde carros a residências, equipamento de segurança, planos médicos, planos de aposentadoria, equipamento de segurança em automóveis, e muitas outras coisas tendo como fundo o medo das pessoas. O medo faz parte da humanidade desde que Adão e Eva pecaram, e vem aumentando. Causa doenças e estados psicológicos alterados. Em razão disso, é cada vez mais explorado por muitos pastores de igrejas que assim arrebanham milhões de pessoas crédulas que não investigam os fundamentos da fé em JESUS.

Há medo do escuro, de ladrões, de seqüestros, de assaltos, de manifestações misteriosas, de perda do emprego, de ficar inadimplente, de ser acometido de alguma doença incurável, de perder os filhos, de uma infinidade de coisas. A lista certamente não tem fim. Tem-se medo até do medo!

Mas os verdadeiros cristãos, que tem fé, não deveriam ter medo. Ou seja, quanto mais fé, menos medo. No entanto, os discípulos tiveram medo!

Para vencermos o medo precisamos crescer na fé. Para crescer na fé precisamos mais conhecimento sobre o nosso Salvador, e do que Ele ensinou. Isso requer uma experiência com Ele. Foi por meio dessa experiência que os discípulos perderam o medo da morte, do Império Romano, dos judeus, dos estrangeiros, do incerto, e de tudo. Eles aprenderam que estar com JESUS dá segurança.

  1. Primeiro dia: Lições no mar

Imagine-se sendo um dos discípulos, naqueles tempos antigos. Depois de um dia intenso de trabalho, principalmente por parte de JESUS, entram no barco para uma travessia do Lago da Galiléia. Ele tem uma largura de mais de 10 Km. JESUS entra no barco, e como humano que era, cansado, ajeita-se, improvisando um travesseiro, e logo pega em profundo sono. Depois de longe da costa, desaba um temporal de vento, que levanta pavorosas ondas. O barco agita-se de um lado a outro, e entra água por causa da altura das ondas. O vento fica cada vez mais forte, e a situação só tende a piorar.

Um temporal de vento é perigoso. Nesse final de semana, em que estou escrevendo esse comentário, tivemos que enfrentar algo assim, mas nem de longe tão forte quanto o que os discípulos enfrentaram. Foi um vento que talvez tenha alcançado uns 60 Km por hora, ou pouco mais que isso. Era o nosso retiro anti-carnaval. Acampavam umas 35 pessoas, e o vento ficava cada vez mais forte. As coberturas de lona subiam e desciam. Parecia que a qualquer momento voariam dali. Tinha-mos levado muitas tiras de borracha, e amarramos as lonas em todos os seus ilhoses. As lonas ficaram mais firmes, e agüentaram. No entanto, acima das tiras de borracha, as orações foram mais eficazes, pois o vento foi amainando e nos deu boa experiência sobre como enfrentar temporais.

Voltando ao caso dos discípulos no mar, imagine-se, então, sendo um deles. Junto deles, ou melhor, de nós, estava JESUS. Ele dormia profundamente. O temporal aumentava, e parecia que o barco iria virar e afundar. O medo aumentava cada vez mais. Poderíamos morrer!

Como você se sentiria nessa situação? Acho que sei o que está pensando: por que ter medo se JESUS estava bem ali? É o que eu também pensei, se estivesse lá. Mas, será mesmo que agiríamos assim? Talvez não!

Vamos aprender duas coisas. Primeira: mesmo tendo JESUS ao lado, isso não quer dizer que as dificuldades e os perigos não apareçam. Segunda, também não quer dizer que não precisamos orar e pedir a Ele que nos salve.

Mas, ao lado dessas duas cosias que aprendemos, há uma importante observação: não há, no entanto, necessidade de ter medo! O que eles deveriam ter feito, ou nós, se lá estivéssemos? Em primeiro lugar, procurar navegar cuidando para que o barco não afundasse, enquanto pudéssemos cuidar da situação. E, piorando o temporal, vendo que as nossas forças não seriam mais suficientes, calmamente, sem pânico, acordar o Mestre e pedir-lhe que fizesse alguma coisa. Só isso, mais nada!

É assim que devemos agir nas situações hoje. Por exemplo, se estamos por perder o emprego, ou se já o perdemos, não é o caso de entrar em pânico. É, sim, o caso de manter a fé. Ir calmamente orar a JESUS. Pedir a outros que orem conosco.

Veja bem, JESUS estava lá e poderia por si mesmo, sem que fosse acordado, resolver o problema. É óbvio que não estava no plano da salvação da humanidade JESUS morrer afogado. Nem os seus discípulos, portanto, não havia motivos para preocupação. Porém, por falta de fé, eles ficaram apavorados e aos gritos, clamaram: “Mestre, não te importa que pereçamos?

Hoje muitos clamam: “Mestre, não te importas que perdi meu emprego?” ou que o meu parente esteja morrendo por uma doença? Por que isso? Porque não temos fé. A fé é substituída facilmente pelo medo, pela dúvida, pela desistência, e outras atitudes similares que nos tiram da vida eterna. E essas coisas resultam em fracasso na vida espiritual.

Outra coisa muito curiosa foi a seguinte: assim que JESUS acalmou o temporal, eles temeram a JESUS, espantando-se sobre quem era este, que até o vento e as ondas obedeciam.

Observe que acontecido lá não foi uma tempestade, como muito se diz, não caia água, era sim, um temporal de vento.

Continuemos o estudo amanhã.

  1. Segunda-feira: Lições no mar - Continuação

Outra vez um temporal de vento. Dessa vez, os discípulos, na noite seguinte à multiplicação dos pães (e JESUS não fez isso uma só vez), Ele os enviou para o outro lado enquanto subiu ao monte para orar. Sós, tentavam atravessar o largo lago. Mas o vento era contrário, de modo que não conseguiam. Dessa vez o vento não era tão forte como quando JESUS dormia entre eles, no barco. Mas estavam em dificuldades.

Mesmo estando em dificuldades, não oraram pelo socorro. Ainda não aprenderam a buscar auxilio do alto. Geralmente é assim que nós também agimos. Oramos um pouco estando tudo bem, mas, muitas vezes, diante de uma dificuldade acima de nossas forças, desistimos de orar. Isso é bem freqüente.

Também não desenvolveram a fé. Fazia poucas horas que testemunharam a multiplicação dos pães, a primeira delas. E já esqueceram do poder de seu Mestre. Como o ser humano muda rápido, não é mesmo? Como somos fracos? Ou seriam só aqueles discípulos acometidos dessas fraquezas, e nós não?

Eles não compreenderam o milagre da multiplicação dos pães porque seus corações estavam endurecidos. Queriam raptar JESUS para O tornar rei em Israel. Não queriam seguir um JESUS pobre e humilde para a vida eterna. Queriam tudo agora a ali mesmo. Não gostaram da providência de JESUS que os desarticulou e que frustrou o plano de torná-Lo rei naquele dia. Estavam com um sentimento contrário a JESUS. Aí, nessa situação, qualquer dificuldade separa ainda mais do Salvador. Eles não O buscaram nessa dificuldade.

Mas, eis que, na escuridão, aparece um vulto caminhando sobre o mar. Ora, esse vulto só poderia ser JESUS. Não tinham participado do milagre dos pães? Não O tinham visto acalmar o vento e o mar dias antes? Então, quem mais poderia ser?

Não lembraram que pudesse ser JESUS porque seus corações estavam ligados a sentimentos contrários a JESUS. Na verdade, e eles estavam um tanto decepcionados com JESUS porque frustrou um plano deles, que achavam ser muito bom. Eles, a seu modo, queriam ajudar JESUS (quando, na verdade, estavam atrapalhando) a tornar-Se rei em Israel e derrotar os romanos.

Aí, faltando a fé porque estavam contra JESUS, gritaram de medo. Pense bem, se houvesse ali uma filmadora, seria algo para rir. Uns homens, marujos, experientes no mar, berrando como crianças, de dentro de um barco, porque JESUS se aproximava deles. Tiveram medo de JESUS.

Por que isso? Porque estavam com sentimentos contrários a JESUS. Estavam separados d’Ele! Era algo como rebeldia.

Foi então que JESUS os acalmou, dizendo que era Ele. Pedro, sempre rápido, vendo JESUS caminhar sobre as águas, pede que lhe permita fazer o mesmo, para ir até JESUS. Pedro sai do barco, coloca o pé sobre a água, depois o outro, e se sustenta em cima sem afundar. Mas o vento era forte, e em vez de continuar confiando em JESUS, volta a ter medo das ondas e do vento, e afunda. Antes de submergir, grita por socorro, e é imediatamente socorrido. JESUS entra no barco, e tudo se torna em calmaria. Aí eles ficaram atônitos com o que JESUS fez: caminhar sobre a água, acalmar a ventania, suavizar as ondas, Pedro caminhar sobre a água. Quantas coisas estranhas?

O que se destaca disso tudo? Com fé, tudo é possível, mas sem fé, o medo toma conta e afundamos, seja espiritualmente, seja fisicamente. Ou seja, sem fé, fracassamos, mas com fé, somos vencedores. Os verdadeiros discípulos devem agir com fé, ou não serão verdadeiros discípulos, ou melhor, nem serão discípulos.

  1. Terça-feira: O fermento dos fariseus

Os fariseus pediram um sinal a JESUS. Esse sinal era para que pudessem crer n’Ele. E JESUS não lhes deu o sinal solicitado. Disse que não se daria a eles outro sinal senão o de Jonas. Qual era o sinal de Jonas? Ellen White responde: “"E suspirando profundamente em Seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal?" "Nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas." Mat. 16:4. Como Jonas estivera três dias e três noites no ventre da baleia, havia Cristo de estar o mesmo tempo "no seio da terra". E como a pregação de Jonas fora o sinal para os ninivitas, assim o era a de Cristo para Sua geração. Mas que contraste na recepção da palavra! O povo da grande nação pagã tremera ao ouvir a advertência de Deus. Reis e nobres se humilharam; os elevados e os humildes clamaram juntamente ao Deus do Céu, e Sua misericórdia lhes foi assegurada. "Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração", disse Cristo, "e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é mais do que Jonas." Mat. 12:40 e 41.” (Desejado de Todas as Nações, 406). Os ninivitas ouviram Jonas e se arrependeram, mas os líderes do povo de DEUS não creu nem mesmo em JESUS, nem mesmo ressuscitando ao terceiro dia. Nem nesse sinal creram.

Por quê JESUS foi tão duro com os fariseus? Na verdade, qualquer sinal que Ele lhes desse, utilizariam contra JESUS. Eles queriam argumentos para matar JESUS, e impedir que o plano de salvação fosse bem sucedido. Eles não estavam lá para ver se poderia crer n’Ele. Se quisessem crer em JESUS, teriam recebido mais de um sinal, como JESUS demonstrou aos discípulos de João quando pediram um sinal. Assim também os gregos quando fora a JESUS para crer n’Ele, o próprio DEUS falou do Céu, dizendo que Este era o Seu Filho amado. Porém, os fariseus e os saduceus queriam outra coisa, inconscientemente queriam desviar da rota o plano de salvação. Eles trabalhavam para satanás, o inimigo de JESUS, e pensavam estar ao lado de DEUS.

            JESUS foi duro com eles dizendo que dizimavam pequenas coisas de forma muito criteriosa, no entanto, descuidavam completamente os preceitos mais importantes da lei (amar a DEUS e amar ao próximo) bem como não praticavam a justiça nem a misericórdia nem a fé. Aos discípulos Ele disse: cuidado com a doutrina dos fariseus. O que fazia parte da doutrina deles? Eles criam que a alma era imortal, e que o corpo um dia ressuscitaria. Criam na reencarnação da alma em outros corpos. Acreditavam nos espíritos, como os pagãos. Defendiam rigorosa devolução do dízimo e que todos deveriam manter-se puros. E aparentemente viviam assim. “Os Fariseus (os separados) constituíam a facção formada em sua grande maioria por leigos devotos que, sob a direção dos letrados, se propunham levar as práticas religiosas até às últimas minúcias da vida. No tempo de Jesus eram uns 6 mil. Buscavam constantemente e com todas as suas forças a maneira de realizar o ideal proposto pelos letrados: levar vida em tudo conforme a Lei, com toda a complexidade que a interpretação dos letrados havia conferido a esta durante séculos de trabalho.” (http://www.mbbparquebandeirantes.hpg.ig.com.br/religiao/83/fariseus.html). Cumprir a Lei minuciosamente era o princípio e o fim de todos os seus esforços. Os justos, para os fariseus, era cumpridores a lei, e os pecadores eram aqueles que não a cumpriam. Aspiravam a perfeição pelo cumprimento da Lei. O povo comum era por eles desprezado porque não entendiam como se deveria cumprir a Lei. Desprezavam todo aquele que achavam não devolver o dízimo. Eram arrogantes e aparentemente perfeitos, pelo que o povo os admirava e respeitava, embora não gostasse deles. Os fariseus tinham orgulho de serem os cumpridores da Lei. Faziam questão de demonstrar isso em público. Todos deveriam saber de sua enorme santidade. Não eram nada humildes.

            Os saduceus não acreditavam na ressurreição, nem nos anjos. Eram aristocratas e bem relacionados com os sacerdotes do templo. Reconheciam o Pentateuco, mas não os profetas. Eram tradicionalistas, controlavam o templo, e mantinham-se alinhados com o poder romano.

As palavras de JESUS são um alerta pavoroso para os nossos dias. Não existem mais os fariseus nem os saduceus. Existem, no entanto, outras linhas dentro da igreja. Hoje temos os “liberais”, os “fundamentalistas” e os “radicais”. Os liberais, para eles, pode tudo. São estes que, por exemplo, aprovam as modas, músicas e práticas do mundo, sob a alegação que isso são manifestações “culturais”. Como se DEUS fosse inclinado a aceitar as diferentes culturas. Temos que entender que DEUS aceita o culto conforme a “verdade presente” existente em cada cultura, mas jamais aprovaria particularidades destas culturas na Nova Terra. Se não for assim então DEUS muda conforme a cultura e a época. Cultura não justifica cultos diferentes, “verdade presente” sim, e enquanto não houver entendimento das necessidades de mudanças. Assim sendo, não há nesse mundo uma cultura que sirva de referência para as outras, mas sim, todos nós devemos nos converter a CRISTO, e seguir os Seus princípios, que são únicos para qualquer lugar do mundo. Os liberais também não dão grande importância às necessárias reformas para esses dias finais. Não se importam com bebidas prejudiciais ou com a necessidade da mudança na alimentação, nem são cuidadosos com a observância do sábado.

Os fundamentalistas são aqueles que interpretam a Bíblia segundo os fundamentos, ou seja, conforme JESUS a interpretou, bem como os apóstolos e os antigos profetas. São equilibrados e humildes, querem as reformas feitas por DEUS, desde a saúde quanto dos princípios de vida cristã, e até o sábado. Estes seguem os escritos conforme os antigos, aceitam Ellen G. White, e são cuidadosos em analisar o que escrevem pessoas dos tempos atuais. Preferem sempre os originais, se bem que buscam aprender com outros escritos, sejam eles científicos, sejam religiosos. Buscam ver informações aqui e ali, mas, baseados na Bíblia, verificam se podem aceitar ou não.

E há os radicais. Esses são mais ou menos como os fariseus. O certo é o que eles pensam ser o certo, segundo os seus critérios. Quem não pensa como eles, está errado. Freqüentemente entram em colisão com outros pontos de vista diferentes dos deles.

Do ponto de vista dos liberais, há confusão na distinção entre os fundamentalistas e os radicais. Eles dizem que os fundamentalistas são também radicais. Mas isso estava previsto por Ellen G. White. “Aqueles que estão em harmonia com Deus, e que através da fé nEle recebem forças para resistir ao que é errado e permanecer em defesa do que é correto, sempre terão severos conflitos e muitas vezes terão de permanecer quase sozinhos. Mas preciosas vitórias serão deles enquanto fizerem de Deus sua dependência. Sua graça será a força deles. A sensibilidade moral destes será clara e aguçada, e suas faculdades morais serão capazes de resistir a influências errôneas. A integridade deles, como a de Moisés, será da mais pura qualidade”. (Testemunhos Seletos vol. 2, p. 31). Os fundamentalistas são veladamente combatidos dentro da igreja, os radicais são um tanto desprezados, e os liberais são muito bem aceitos de modo geral. Sendo pastores, facilmente conseguem promoção, sendo leigos, são geralmente bem vistos pela liderança. Entre os liberais há a prática de lisonja recíproca, muitas vezes pública.

            O Dr. Günter Preuss, expressa um pensamento bem ilustrativo à nossa lição quanto a diferença entre liberais e fundamentalistas, que ele chama de conservadores, em relação a música rock na igreja. Ele diz que: “Por um lado estão os chamados "liberais", que dizem: "Temos que manter a nossa juventude na igreja"; "É preciso atualizar"; "Temos de utilizar novos métodos para atingir a mente secular". Do outro lado do debate são os chamados "conservadores", que dizem: "Será que a juventude deve ditar o que estamos fazendo na igreja?" "Será que podemos transformar o mundo, trazendo música mundana para a igreja?" (A música cristã e o rock, um estudo sobre os princípios bíblicos de música. Cap 11: Música rock e evangelismo, org. por Samuelle Bacchiocchi)

Os liberais são a grande maioria, os radicais são provavelmente um grupo pequeno, e os fundamentalistas um grupo intermediário, mas não muito expressivo em termos de quantidade. A tendência é de os liberais crescerem muito mais e continuarem introduzindo mundanismo na igreja, até que JESUS realize a sacudidura, a tendência dos fundamentalistas é reagirem com bastante equilíbrio e dos radicais criarem cada vez mais provocações sobre os liberais. Provavelmente os liberais e os radicais formem o grupo do joio.

Não existe hoje uma forma de organização em que se congregam uns e outros, felizmente. Mas as pessoas se identificam, embora nem sempre se declarem como tais, ou isto não lhes seja consciente. JESUS e os apóstolos foram também fundamentalistas, ou seja, eles mesmos são os fundamentos da igreja, cuja pedra angular é CRISTO, e interpretaram os escritos segundo aprenderam do Autor.

Observação, essa classificação é de minha autoria. Pode ser aperfeiçoada. E é importante lembrar que há pessoas que sabem pouco sobre a verdade, destes, pouco se deve requerer, pois estas são recém chegados, ou são pouco letrados; e há pessoas que sabem muito, delas DEUS também requer muito, e há pessoas que poderiam saber bem mais do que sabem, destas DEUS requer tanto quanto deveriam saber. Para o nosso julgamento vale a “verdade presente” que foi posta ao nosso alcance, e que temos para nos orientar quanto a vontade de DEUS, e não quanto a vontade dessa ou daquela cultura. DEUS é um só para toda a humanidade!

Há uma advertência pavorosa da parte de JESUS: “cuidado com o fermento dos fariseus”, ou seja, de sua doutrina. Eles, como os saduceus, eram radicais. Hoje se diria, cuidado com o açúcar dos liberais. Tudo pode, JESUS é amor, a salvação está garantida. Isso é da cultura, cada cultura é diferente. Não sejamos tão detalhistas. Um pouco de pintura pode! Música mundana, desde que seja com letra cristã, pode. Jóias, pode, ou, agora já pode. Já estão fazendo casamentos até com brincos... isso pode! A competição, também pode. Há torneios de futebol, de vôlei, de cantores... Afinal, não sendo na mesma intensidade do mundo, nos mantemos diferentes (santos, ver Lev. 20:23 a 26, sobre o que é ser santo). Segue-se parcialmente as doutrinas e parcialmente os modismos do mundo.

Mas isso não é Laudicéia? Mornidão, ou seja, mistura do quente com o frio, princípios divinos com práticas do mundo.

Pois bem, cada um faça segundo a sua consciência, porém, eu e minha casa serviremos ao Senhor. Cada um que escolha hoje a quem vai servir, se um pouco ao mundo e outro pouco a DEUS, ou se só a DEUS.

  1. Quarta-feira: Lições do medo

“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo” (1ª João, 4:18).

Alguns dos medos dos discípulos:

ð  Quantos viram alguém caminhando sobre as águas (que só poderia ser JESUS);

ð  Quando DEUS falou, no monte da transfiguração (DEUS é amigo, não inimigo);

ð  Quando subiam a Jerusalém, e JESUS lhes falava sobre a necessidade de Sua morte e ressurreição após 3 dias (foi para isto que JESUS veio, para salvar a vida deles);

ð  Quando JESUS acalmou o temporal de vento (foram salvos, então temeram);

ð  Quando JESUS apareceu entre eles, após a ressurreição (e era o próprio JESUS).

Mas o mais curioso é que sentiam medo ao JESUS lhes falar sobre a necessidade de morrer por eles, e pela humanidade, para depois ressuscitar. De medo, eles nem mesmo queriam interrogar JESUS sobre esse assunto (Marcos 9:30 a 32). Nesse caso, temiam o quê? Várias coisas. Que as suas expectativas tivessem que mudar (eles queriam dominar o Império Romano); que talvez JESUS não ressuscitasse; que se separariam de JESUS e que ficassem órfãos, e coisas assim.

Por quê esses medos? Por falta de fé. E a fé lhes faltava em grande parte pela ignorância. O que não entendiam isso temiam, e temiam entender certos pontos, pelo que evitavam a busca de entendimento. Temiam terem que mudar de vida, ou mudar algumas coisas em suas vidas. Temiam terem que sofrer em nome de JESUS. Temiam o futuro sem JESUS. Temiam os líderes judeus e o poder romano. Temiam o incerto.

Ou seja, como não chegaram a entender o plano da salvação, tinham medo desse próprio plano. Assim evitavam buscar mais compreensão desse tema.

Talvez hoje temamos o decreto dominical, as perseguições e as pragas. Se existe esse medo é porque falta fé no que vem depois, a segunda vida, e o que vem depois dela, a vida eterna.

  1. Quinta-feira: Discipulado e testemunho

Tempos atrás aconteceu comigo algo muito parecido ao relatado na lição de quinta-feira. Um colega, professor, ateu como essa pessoa que a lição se refere, disse que o profeta Daniel era louco, que não escreveu nada com nada, por isso era impossível entender seus escritos. Esse professor é muito inteligente e domina grande conhecimento. Ele acha ridículo a existência de pessoas que acreditam em DEUS, pois, conhecendo a história da humanidade em detalhes, sabe como agiram os cristãos na Idade Média. Se DEUS é isso, diz ele, então é bom que nem exista.

Esse homem tem razão. Dei razão a ele pela sua interpretação. No entanto, chamei a atenção para profecias da Bíblia que previam tais fatos, e que a própria Palavra de DEUS já antecipou a degeneração de grande parte do cristianismo para o que resultou no que o professor sabia. Nesse ponto ele ficou um tanto perplexo, pois estava vendo algo que não sabia, e que o contradizia.

Então chamei a atenção dele para o profeta Daniel. Mencionei as profecias, e a sucessão dos impérios. Liguei com Apocalipse 17, onde aparecem outra vez os reinos de Daniel e mais os Estados Unidos e o retorno do poder do Vaticano. Como ele detesta os EUA (ele tem lá os seus motivos) apreciou saber que existe na Bíblia previsões sobre esse país. Ele ficou impressionado sobre a precisão da Bíblia sobre os fatos atuais. No final ele disse: vou ter que reler o profeta Daniel.

É interessante: para os ateus, profecias caem bem. Eles ficam sem saber explicar como há tanta previsão com precisão e detalhamento. No entanto, podemos buscar outras passagens bíblicas. Uma que está sempre ao nosso alcance são os Dez Mandamentos. Quem sabe explicar bem esses mandamentos pode usá-los para atrair os céticos em DEUS a crer n’Ele. Leia para isto o livro “Os Dez Mandamentos: princípios divinos para melhorar seus relacionamentos” de Loron Wade. Aliás, estude esse livro detalhadamente. Pode usar os argumentos da Lei para aplicar na vida diária. A Bíblia, bem compreendida, é praticamente toda ela um compêndio para se usar em defesa da existência de DEUS.

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Qual é o nosso maior medo hoje? Do que você mais tem medo? Em relação a sua vida, o que mais tem medo?

Aí vai uma lista de possíveis medos:

ð  de contrair uma doença incurável;

ð  de morrer;

ð  de perder o emprego;

ð  de falir;

ð  de ver um parente próximo na desgraça (e há tantas possibilidades);

ð  de perder a fé;

ð  de perder a vida eterna;

ð  de cometer o pecado contra o Espírito Santo;

ð  de estar perdido para sempre;

ð  de sofrer um acidente;

ð  de ficar inválido;

ð  de perder os bens;

ð  de uma separação com o cônjuge;

ð  de não ser amado(a) pelas pessoas;

ð  de não conseguir superar seus pecados secretos;

ð  de não ressuscitar (caso morra) na primeira ressurreição;

ð  das pragas e do tempo de angústia de Jacó;

ð  de cair no vício;

ð  de não conseguir vencer algum vício;

ð  de falar em público;

ð  de ser preso;

ð  de sofrer tortura;

ð  de ser processado por causa da fé (ou outros motivos);

ð  de não saber se está salvo.

Veja que lista, não? E há muitos motivos por serem acrescentados. Dessa lista, qual o seu maior medo? E quais os outros dois? E haveria algum medo maior que não está na lista?

Qualquer que seja o seu medo, sabe qual a causa? E sabe como vencê-lo? A causa principal é falta de conhecimento da Palavra de DEUS. Para vencer o medo, precisa ter uma experiência diária com DEUS, como Enoque. Assim confiará n’Ele, e pela fé que irá crescer, o medo desaparecerá, seja qual for. Aí vai uma palavra de confiança da profetiza do Senhor. Medite sobre ela e perceba como o medo pode ser superado para sempre.

“Se buscardes o Senhor e vos converterdes cada dia; se, por vossa própria escolha espiritual, fordes livres e felizes em Deus; se, com satisfeito consentimento do coração a Seu gracioso convite, vierdes e tomardes o jugo de Cristo - o jugo da obediência e do serviço - todas as vossas murmurações emudecerão, remover-se-ão todas as vossas dificuldades, todos os desconcertantes problemas que ora vos defrontam se resolverão.” (O Maior Discurso de CRISTO, 101).

escrito entre:   06/02/2008 a 09/02/2008 - corrigido em   09/02/2008

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

Prof. Sikberto Renaldo Marks – marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 - Ijuí – RS, Brasil – Visite o site: http://www.cristovoltara.com.br/


 

A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO

APOCALIPSE (14:6-7) - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Eu convido você a se tornar um mensageiro do SENHOR, ajudando a divulgar a Palavra de Deus. Leia mais a sua Bíblia. Procure colocar em prática os Seus mandamentos. Você será transformado pelo Espírito Santo. Preparar-se-á cada vez mais para a breve volta de Jesus. Certamente levará mais alguém aos pés do nosso Senhor e Salvador. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém. (Apocalipse 22:20-21).

Pense nisto!

3月7日

Lição 25 - O verdadeiro batismo cristão

Lição 25 - O verdadeiro batismo cristão

Uma das cerimônias mais bonitas do cristianismo é o batismo. Seu simbolismo é muito significativo e representa, basicamente, o início de uma nova vida ao lado de Cristo. Quem deve ser batizado, quando e como? Descubra as respostas para estas perguntas neste estudo.

1. De acordo com a Bíblia Sagrada, quantas formas de batismo há? Efésios 4:5

2. Em que três partes do sacrifício de Jesus o batizado mostra a sua fé? Romanos 6:3 e 4

3. Que simboliza o batismo? Romanos 6:10 e 12

4. De acordo com o apóstolo Paulo, o que acontece ao sermos batizados em Jesus Cristo? Gálatas 3:27

5. Quantas coisas, das que Jesus ordenou, devem ser ensinadas e praticadas pelos que são batizados? Mateus 28:20

6. Descreva o batismo de Jesus no Rio Jordão. Mateus 3:16

7. Como foi batizado o eunuco, funcionário da rainha da Etiópia? Atos 8:38

8. Por que o verdadeiro batismo bíblico deve ser por imersão na água? O que isso representa? Colossenses 2:12

9. Segundo Jesus, quem será salvo para o Reino de Deus? Marcos 16:16. Baseado neste texto, você acha correto batizar crianças?

10. Quão essencial é que a pessoa seja batizada na água? João 3:5

11. O batismo é para “remissão dos pecados”. Jesus não tinha pecados, então por que foi batizado? Mateus 3:13-17

Assim como Deus não Se cansa mas “descansou” no sétimo dia para dar-nos exemplo, Jesus foi batizado para dar-nos exemplo também.

12. O que devemos fazer antes de ser batizados? Atos 2:38

13. Como devemos viver depois de batizados? Romanos 6:4; Colossenses 3:1 e 2

14. Que pergunta ajudou Paulo a tomar a mais importante decisão de sua vida e demonstra que não é bom adiarmos nossas decisões nesse assunto? Atos 22:16

Minha Decisão:

Creio que existe apenas um tipo de batismo verdadeiro – o bíblico. E entendo que crer e não querer ser batizado é como amar e não querer casar-se; assumir compromisso. Decido ser batizado por imersão, como Jesus foi, e pertencer à Igreja Adventista do Sétimo Dia.

 

http://michelsoncursobiblico.blogspot.com/2006/12/lio-25-o-verdadeiro-batismo-cristo.html

 


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Lição 24 - Contribuindo na obra de Deus

Lição 24 - Contribuindo na obra de Deus

Quando criou este mundo, Deus confiou ao homem a tarefa de administrá-lo. Há um pensamento popular que expressa bem esta verdade: “Não sou dono do mundo; sou filho do Dono.” Portanto, é dever nosso aprender a usar com sabedoria o tempo, os talentos, o corpo e os tesouros que Deus nos empresta. Nesta lição estudaremos sobre a importância do Dízimo e seu papel na pregação do evangelho. Deus ama a quem dá com alegria, porque estes sabem que, com sua fidelidade, estarão apressando o retorno de Cristo.

1. A quem pertencemos com tudo o que temos? Salmo 24:1; Ageu 2:8

2. Quem dá ao ser humano capacidade para adquirir bens? Deuteronômio 8:18

3. Que porcentagem de nossa renda Deus pede? Levítico 27:30 e 32

4. Que apelo Deus nos faz e o que Ele promete aos fiéis? Malaquias 3:10 e 11

5. Deus é o dono de todo o Universo. Então por que Ele pede 10% de nossa renda? Para que serve o dízimo? I Coríntios 9:13 e 14

6. Cristo aprovou o dízimo? Onde Ele diz que devemos depositar nossos bens? Mateus 23:23; 6:19-21

7. Que fez Abraão, o “pai dos crentes”? Hebreus 7:1 e 2

8. Que ocorre com muitos? Ageu 1:6

9. Como são chamados os que não devolvem o dízimo? Malaquias 3:8 e 9

10. E o que ocorre ao justo? Salmo 37:25

Minha Decisão:

Decido contribuir com a obra de Deus na Terra através da devolução do santo dízimo e de minhas ofertas voluntárias, dando-as com alegria e amor.

 

http://michelsoncursobiblico.blogspot.com/2006/12/lio-24-contribuindo-na-obra-de-deus.html

 


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Lição 23 - Dons do Espírito

Lição 23 - Dons do Espírito

Antes de subir ao Céu, Jesus concedeu dons à igreja, para que os crentes pudessem levar avante a obra de pregar o evangelho ao mundo. Saiba um pouco mais sobre esses dons e sobre a falsificação deles nos dias atuais estudando mais esta lição.

1. A respeito de que devemos estar informados? I Coríntios 12:1

2. O que Cristo deu aos seres humanos antes de subir ao Céu? Efésios 4:8

3. Quais foram alguns desses dons que Jesus concedeu aos que O servem? Efésios 4:11; I Coríntios 12:28

4. Com que finalidade foram esses dons concedidos à igreja? Efésios 4:12-14

5. Qual o resultado final de se utilizar os dons na igreja? Efésios 4:13

6. Embora os dons sejam muitos e diversos, quem mantém a unidade dos crentes? I Coríntios 12:4

7. Quem escolhe os dons para as pessoas? Devem todos ter ou buscar o mesmo dom? I Coríntios 12:11, 29 e 30

É interessante notar que, em I Coríntios 12, Paulo compara a igreja com um corpo, deixando claro que todas as partes (órgãos e membros) do corpo são importantes e indispensáveis, e que não devemos querer ser todos uma só parte, pois assim o corpo não sobreviveria.

8. Devem os dons do Espírito permanecer para sempre? Quando não serão mais necessários? I Coríntios 13:8 e 10

Hoje em dia, um dos dons mais polêmicos é, sem dúvida, o “dom de línguas”. Para identificar a verdadeira manifestação desse dom, é preciso estudar com atenção alguns textos bíblicos e seus contextos. Leia o texto a seguir e descubra por si mesmo qual é o verdadeiro dom de línguas bíblico.

Minha Decisão:

Decido usar meu/meus dons em favor do povo de Deus e na pregação do evangelho, para que Cristo possa logo voltar.


Complemento: O DOM DE LÍNGUAS NA BÍBLIA

A LÍNGUA DE ÉFESO (Atos 19)
Primeiramente é preciso saber que Éfeso era a capital da Ásia Menor. Uma cidade pagã (Atos 19:27) e portuária e, por isso, muito carente da mensagem cristã. Mas como uma igreja tão fraca, despreparada e pequena (uns doze homens, Atos 19:7) poderia pregar em uma cidade na qual se falavam tantas línguas? Além de tudo, esses poucos homens haviam apenas sido batizados no batismo de João (Atos 19:3), e nunca haviam ouvido a respeito do Espírito Santo (Atos 19:2). Era um desafio e tanto!

A primeira imediata providência seria o rebatismo em nome da Trindade para poderem receber o poder celestial, e o receberam: “E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam” (Atos 19:6).

Paulo impôs as mãos, mas os irmãos não se contorceram, nem abriram a boca numa vozeria inconseqüente, emitindo ruídos incompreensíveis. Não. Eles, pelo poder do Espírito Santo, passaram a possuir o dom de línguas (verdadeiro) e o dom de profecia para edificar a Igreja. Estavam, portanto, aqueles doze homens capacitados para a implantação do Evangelho na pagã Éfeso.

Deus não os capacitou para satisfazer caprichos ou vaidades, ou porque queriam o dom a qualquer custo, mas para uma obra definida, necessária e urgente. Ninguém deve se valer deste texto para afirmar que existe a doutrina do falar línguas como um sinal do recebimento do Espírito Santo. Além do Pentecostes (comentaremos sobre isso mais à frente), que foi uma situação muito especial, e de Cornélio, em Cesaréia, só há este texto de Efésios em que ocorreu a posse imediata deste dom através do poder do Espírito Santo.

A posse do dom de línguas em Éfeso foi semelhante a de Pentecostes, pois a situação era praticamente a mesma: uma cidade com pessoas de várias nacionalidades e línguas precisando ser evangelizada. E Deus os capacitou para a missão.

A LÍNGUA DE CESARÉIA (Atos 10 e 11)
“E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque se ouviam falar línguas e magnificar a Deus. Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós, o Espírito Santo?” (Atos 10:44-47).

A enfática “também receberam como nós” é uma expressão afirmativa, bem como comparativa (Pedro está se reportando à descida do Espírito Santo em Jerusalém, sete anos antes – Atos 2). O Pentecostes repetiu-se com Cornélio, romano que sofria a discriminação dos judeus “da circuncisão”. Assim, a concessão do dom aos gentios cumpriu um duplo propósito: a demonstração clara de que Deus não faz acepção de pessoas e a pregação do Evangelho em uma cidade que, também, abrigava pessoas de muitas nacionalidades por ser residência de procuradores romanos (Atos 10:1). Em Cesaréia, deu-se a repetição do Pentecostes.

A LÍNGUA DOS ANJOS (I Coríntios 13:1)
A “língua dos anjos” é mencionada uma única vez no Novo Testamento (I Coríntios 13:1) e é uma comparação de idiomas feita por Paulo, entre o Céu e a Terra, para enfatizar o fato de que o amor a tudo supera. Não há, tampouco, nenhuma conotação com o pseudo “fenômeno” descrito em I Coríntios 14:2. E, de passagem, deve ficar claro que Paulo também não falava a tal língua do anjos, pois afirmou: “Ainda que eu falasse ... a língua dos anjos” (I Cor. 13:1). Essa concessiva “ainda que” traduz uma negação. E Paulo diz mais: “Conheço um homem em Cristo que ... foi arrebatado até o terceiro céu ... e ouviu palavras inefáveis, que ao homem, não é lícito falar” (II Cor. 12:2-4). Embora não lhe fosse lícito falar, Paulo identifica palavras e não sons totalmente estranhos.

I CORÍNTIOS 14:2
“Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios” (I Cor. 14:2).

Os pentecostais fazem deste texto a principal “prova” de que têm o verdadeiro dom de línguas. O vocábulo “estranha” aqui, adquire para eles uma aura de mistério, impenetrável, ininteligível. Dizem, por isso, ser a língua dos anjos ou celestial.

Primeiramente, é importante notar que a palavra “estranha” não aparece em todas as versões bíblicas e, nas que aparece, vem grifada no texto, indicando que a palavra não existe no original grego da Bíblia. Foi uma adição especial dos tradutores para dar a idéia de algo desconhecido ou estrangeiro. Por exemplo: o fato de uma pessoa ser estranha não quer dizer que seja misteriosa, anormal ou extraordinária. Ela é, na verdade, desconhecida. Além do mais, este verso (I Cor. 14:2) não pode ser isolado de seu contexto geral, o qual analisaremos mais detidamente no final.

Veja o que diz Isaías sobre as línguas estranhas: “Não verás mais aquele povo cruel ... de língua estranha que não se pode entender” (Isaías 33:19). Se se pudesse entender deixaria de ser estranha, ou estrangeira. Portanto, língua estranha “que não se pode entender” é o idioma de uma outra nação, o qual é desconhecido para nós. Contudo, ele deixa de ser estranho quando o aprendemos

Mas aqui há outro problema, se ninguém entende, senão Deus, então os pentecostais erram ao dizer que se trata de língua dos anjos. Se só Deus entende, e ninguém mais, como pode ser “língua dos anjos”? E o pior é que alguns escritores pentecostais como Emílio Conde (O Testemunho dos Séculos, págs. 50, 51, 115, 139, 140, 152 e 156) e Brumback (Que Quer Isto Dizer, págs. 102 e 103) dizem que, algumas vezes, foram faladas línguas estranhas que alguém entendeu! Tremenda contradição.

No contexto de I Coríntios 14, fica claro o que o texto quer dizer: “Ninguém – NA IGREJA – entende”. É como se um japonês chegasse a uma igreja onde todos falam português e resolvesse orar em voz alta. Nenhum dos presentes iria entender palavra alguma, somente Deus, pois foi Ele quem criou os idiomas. Para os de fala portuguesa, portanto, o japonês “falaria de mistérios” enquanto ouviriam sem nada entender, embora o japonês não seja uma língua misteriosa para os que a conhecem.

A LÍNGUA DE CORINTO (I Coríntios 14)
É sabido que a Igreja de Corinto se caracterizava pela presença de problemas. Lendo esta carta de Paulo aos coríntios percebemos situações desconcertantes como: dissenção (I Cor. 1:11; 11:18); demandas (I Cor. 6:6 e 7); adultério (I Cor. 5:1); carnalidade (I Cor. 3:1 e 3); e outros problemas como prostituição (II Cor. 12:19-21); uso do véu (I Cor. 11:5 e 6); cabelo (I Cor. 11:15 e 16); usura (II Cor. 11:8 e 9); desvirtuação da Santa Ceia (I Cor. 11:20-34). Obviamente não era o melhor dos lugares para a descida do Espírito Santo e não é de se admirar que, justamente em Corinto, Paulo tenha enfrentado o problema do falso dom de línguas. Paulo estava convencido de que aqueles cristãos estavam, também, desvirtuando o dom de línguas, pois procediam de forma contrária ao que determinava o Espírito Santo. Desejavam o dom a qualquer custo, ainda que despreparados. Esqueciam-se de que o doador dos dons é Deus, e Ele os dá a quem Ele desejar (I Cor. 12:11).

“Quando checamos à condição espiritual da igreja de Corinto, e quando procuramos interpretar a natureza do dom de línguas, defrontamo-nos com o fato de que algo está radicalmente errado. Pela primeira vez na história cristã o falar em línguas tornou-se um problema. Isto levanta a pergunta: se a manifestação era genuíno dom do Espírito, ou era uma farsa – uma manifestação demoníaca, ou uma forma de histeria. Se bem que Paulo não denuncie essa manifestação, procura reprimi-la. Ela se havia tornado causa de embaraço. Devemos crer que no meio da desordem e confusão da igreja eles eram guiados pelo Espírito Santo?” (Dr. Eduard Heppenstall, professor de Teologia e Filosofia cristã da Universidade de Loma Linda, EUA. O Atalaia, março de 1976, pág. 12). Por isso são tão interessantes as restrições feitas por Paulo ao “dom” de línguas dos coríntios. Pena que os faladores de línguas atuais não dêem atenção a elas.

Mas, afinal, que restrições são essas? Como distinguir o verdadeiro do falso dom de línguas? Existem pelo menos sete princípios para verificá-lo:

1. Deve ser um idioma conhecido ou “idioma das nações”, conforme o do Pentecostes, onde cada um ouvia falar na sua própria língua materna: “...e começaram a falar em outras línguas ... e os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que nascemos” (Atos 2:4 e 8).

2. Que seja para a edificação, isto é, que haja quem entenda o que se fala. “Assim também vós: se a vossa linguagem não se exprime em palavras inteligíveis, como se há de compreender o que dizeis? Estareis falando ao vento” (I Coríntios 14:9).

3. É um sinal para os ímpios, ou para a pregação do evangelho: “Por conseguinte, as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem” (I Coríntios 14:22).

4. Que falem dois ou, no máximo, três a cada reunião da igreja: “Se há quem fale em línguas, falem dois ou, no máximo, três...” (I Coríntios14:27).

5. Estes dois ou três não devem falar juntos, ao mesmo tempo, mas sim um por vez: “...falem dois ou, no máximo, três, um após o outro” (I Coríntios14:27).

6. Além de falar “um após o outro”, deve-se ter um intérprete ao lado para que traduza tudo para a fala comum da congregação: “...e que alguém as interprete” (I Coríntios14:27).

7. Se não há tradutor, não se deve falar línguas na igreja, mas sim ficar calados: “Se não há intérprete, cale-se o irmão na assembléia; fale a si mesmo e a Deus” (I Coríntios14:28).

8. Se se usa I Coríntios 14 para se fundamentar o dom de línguas (o falso), é preciso que se dê atenção, também, à instrução de Paulo, dada nos versos 34 a 35. No entanto, não é o que se vê hoje nas igrejas pentecostais (a maioria, pelo menos), pois parece que são justamente as mulheres que mais falam línguas. É lógico que Paulo não é machista pois ele mesmo diz, em Romanos 2:11 e Efésios 6:9, que Deus não faz acepção de pessoas. A questão aqui era outra.

O Dom de Línguas numa igreja onde todos falam a mesma língua e ainda por cima não havendo intérprete, é como o dom de curas onde não há nenhum doente. O Espírito não desperdiça dons.

Para os pentecostais o Dom de línguas é um aspecto fundamental na vida cristã. Mas o que dizer dos: Samaritanos (Atos 8:15-17), João Batista (Lucas 1:15), Maria (Lucas 1:35), Isabel, prima de Maria (Lucas 1:41), Zacarias, pai de João Batista (Lucas 1:67), Jesus Cristo (Lucas 3:22), os sete diáconos da Igreja apostólica (Atos 6:1-7), Estêvão (Atos 6:5; 7:55)? Todos estes foram inegavelmente cheios do Espírito Santo, mas não falaram línguas. Os próprios apóstolos, em outra ocasião em que o Dom de Línguas não se fez necessário, mas indubitavelmente cheios do Espírito, não falaram línguas (ver Atos 4:31). “Paulo falava mais idiomas do que os membros da igreja de Corinto. Entretanto, ele diz ser o Dom de Profecia superior, pois os seus resultados atravessam os séculos, tais como as profecias de Daniel, enquanto a facilidade de falar outros idiomas, como os apóstolos em Atos, teve uma aplicação limitada a uns poucos anos de vida da pessoa” (
Segue-Me, pág.232).

“A razão pela qual Paulo tratou da questão dos dons espirituais em I Coríntios 12 a 14 era que a igreja de Corinto fazia do ato de falar em línguas uma das provas de maturidade espiritual. Ele combateu essa prática incorreta dizendo que o Pai, o Filho e o Espírito Santo, conquanto estejam envolvidos em aspectos diferentes do ministério, ainda mantêm Sua unidade (I Coríntios 12:4-6). O apóstolo reforçou esse argumento declarando que o ‘corpo é uma unidade, embora se componha de muitas partes’ (verso 12 – New International Version). Assim, ele demonstrou que o ideal de Deus não é uniformidade, mas unidade na diversidade ... Paulo escreveu à igreja de Corinto sobre os dons do Espírito Santo para que eles não concentrassem a atenção num só dom, em detrimento dos outros. Deus age de muitas maneiras, por meio de instrumentos diferentes mas unidos, para a edificação do corpo de Cristo” (Lição da Escola Sabatina, Jan.-Março, 1994, págs.120 e 121).

A LÍNGUA DO PENTECOSTES (Atos 2)
Basta ler Atos 2:1-11 para perceber a enorme diferença entre o verdadeiro dom de línguas manifestado entre os discípulos de Jesus e o falso dom de línguas defendido pelos pentecostais de hoje.

A concessão do dom de línguas em Atos 2 foi a maravilhosa capacitação dos discípulos para cumprirem a ordem de ir e pregar o Evangelho a todo o mundo (Mat. 28:19). O grande desafio era: como homens simples – os discípulos – poderiam pregar o Evangelho para pessoas de tão diferentes nacionalidades, reunidas para a festa do Pentecostes? A promessa de Cristo: “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder”, cumpriu-se perfeitamente no momento em que “todos [os discípulos] foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4).

Note que essas “outras línguas” não eram estranhas, pois os povos (16 idiomas) presentes entendiam o que os discípulos diziam: “Todos os temos ouvido em nossas próprias línguas...” (Atos 2:11). Este é o verdadeiro dom de línguas. O que difere disso, pode ser tudo, menos bíblico.

"Sons e enunciações ininteligíveis sempre foram características do paganismo, e hoje são comuns nas reuniões espíritas, nos candomblés e centros umbandistas. Ali são faladas também línguas estranhas" (Lourenço Gonzalez.
Assim Diz o Senhor, pág. 156).

É uma pena que muitas pessoas sinceras sejam levadas ao desespero pelo fato de buscarem uma “experiência” que consideram a presença do Espírito Santo. Acham que, por não falarem “línguas estranhas”, não têm o Espírito de Deus. Mas como se sabe, então, que alguém tem ou não o Espírito Santo?

Jesus disse: "Pelos seus frutos os conhecereis" (Mat. 7:16) e Paulo diz que "o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio" (Gál. 5:22-23). Falar línguas e não apresentar esses atributos é, no mínimo, contraditório.

É interessante que muitos dos que afirmam possuir o Espírito Santo ignoram uma de Suas funções: "Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). E a Bíblia diz que "pecado é a transgressão da lei" (I João 3:4). Sabemos que existem muitos que violam conscientemente os dez mandamentos, além de poluir o "templo do Espírito Santo" [o corpo] com alimentos proibidos pela Bíblia (ver Levítico 11) e drogas como a cafeína. E, mesmo assim, falam "línguas estranhas"!

Para se ter uma compreensão correta do que é o verdadeiro dom de línguas, além de se ler Atos 2, é preciso ler os capítulos 12, 13 e 14 de I Coríntios. Qualquer leitor sincero, sem idéias preconcebidas, perceberá o seguinte: (1) Verdadeiro dom de línguas: capacidade de falar outros idiomas sem os haver estudado. Recurso divino para facilitar a pregação do Evangelho aos estrangeiros; (2) falso dom de línguas: “palavras” complicadas, esquisitas, incompreensíveis, proferidas por alguém em delírio, em transe, ou mesmo em estado normal (neste caso, por pura vaidade, condicionamento da mente ou exibicionismo).

Lembre-se: o Espírito Santo só atua assim: No silêncio absoluto (Hab. 2:20); sem confusão (I Cor. 14:33); com decência e ordem (I Cor. 14:40); com reverência (Heb. 12:28); e sem gritaria (Efés. 4:31).

 

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Lição 22 - Como vive o cristão genuíno

Lição 22 - Como vive o cristão genuíno

Jesus Cristo, além de ser nosso Salvador, quer ser também nosso Senhor. Para aqueles que não mantêm uma relação de amizade com Ele, Suas recomendações e conselhos na Bíblia podem parecer um fardo. No entanto, aqueles que reconhecem a Jesus como amigo, percebem que Seus mandamentos e conselhos têm em vista nossa felicidade e bem eterno.

1. Como deve viver o cristão? Leia o texto a seguir e escreva aquilo que mais lhe chama a atenção. Romanos 12:9-21

2. Qual deve ser a única dívida do cristão? Romanos 13:8

3. Que conselhos dá a Bíblia aos:

a) Pais .......................................... Efésios 6:4; I Timóteo 5:8
b) Filhos ............................................................ Efésios 6:1-3
c) Empregados ........................................................ Efésios 6:5 e 6
d) Patrões ........................................................... Efésios 6:9
e) Maridos ....................................... Efésios 5:25; Colossenses 3:19
f) Esposas ....................................... Efésios 5:22; Provérbios 31:30

4. Com que tipo de pessoas devemos nos associar? I Coríntios 5:9 e 11

5. O que a Bíblia fala sobre namoro e casamento? I Coríntios 7:39; Deuteronômio 7:3; Malaquias 2:11; I Tessalonicenses 4:4-7; Provérbios 5:3 e 8

6. Como deve ser o vestuário do cristão? I Timóteo 2:9; I Pedro 3:3; Êxodo 33:6

7. Que lugares devemos freqüentar? Tiago 4:4: I João 2:15-17

8. Qual a vontade de Deus para nós? I Tessalonicenses 4:2-5 e 7

9. Que fruto Deus quer que manifestemos em nossa vida? Gálatas 5:22-23

Se o fruto é do Espírito, o que temos que fazer para tê-lo em nossa vida é manter uma viva e íntima comunhão com Deus, mediante a leitura da Bíblia e a oração.

Minha Decisão:
Decido colocar minha vida em conformidade com as recomendações bíblicas, pedindo a Deus forças para fazê-lo.

 

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Lição 21 - Qual a igreja verdadeira

Lição 21 - Qual a igreja verdadeira

Há milhares de igrejas espalhadas pelo mundo, e a cada dia surgem outras. Uma das tarefas mais difíceis para as pessoas é descobrir qual delas é a verdadeira, já que todas alegam possuir a verdade. A essas alturas não seria surpresa para você dizermos que a Bíblia apresenta uma igreja como a portadora da verdade (embora todas as denominações religiosas mereçam nosso respeito e consideração).

1. Onde podemos encontrar a pura verdade divina? João 17:17

A Tua ..................... é a ........................

2. Quantos credos Deus reconhece como verdadeiros? Efésios 4:4-6

3. Como a Bíblia apresenta a verdadeira igreja de Deus? I Timóteo 3:15

4. Que verdade essa igreja sustenta e prega?

• Deus – o Autor da ......................... (Jeremias 10:10; Salmo 31:5; João 17:3)
• Jesus Cristo – o verdadeiro meio da salvação (João 14:6; Atos 4:12; I Timóteo 2:5)

• Espírito Santo – Guia do crente em toda a verdade (João 16:13; 3:5; Romanos 8:2; Tito 3:5; I Pedro 1:2)

• Bíblia – verdadeira orientação para a salvação (João 17:17; 5:39; II Timóteo 3:15 e 16)
• A .......................... é a verdade (Salmo 119:142; Romanos 2:12; 3:20; 7:7; Tiago 2:12; I João 3:4)

• Todos os Dez Mandamentos – verdadeiro padrão de conduta dos salvos (Salmo 119:86 e 151; Eclesiastes 12:13-14; Mateus 19:17; Tiago 2:10)

Teste as igrejas atuais com estas verdades bíblicas. A igreja verdadeira sustenta todas elas.

5. Que outra regra Jesus nos deu para conhecermos a igreja verdadeira? Mateus 7:16

6. Quais a duas principais características da igreja verdadeira? Apocalipse 12:17. O que é o Testemunho de Jesus? Apocalipse 19:10

7. O que Deus pede aos que descobrem estar em caminho errado? Apocalipse 18:4

No Apocalipse, Babilônia (confusão – Apoc. 14:8) representa simbolicamente todo sistema religioso em desacordo com a Bíblia.

8. Como é o caminho que conduz à vida eterna? Mateus 7:14

9. Quem somente entrará no Reino dos Céus? Mateus 7:21

Minha Decisão:
Decido unir-me à Igreja de Deus na Terra, a que guarda os mandamentos de Deus e tem o Testemunho de Jesus.

A verdadeira igreja de Deus...

1. Possui unidade – consenso de doutrina e crença (Atos 2:46; Efésios 4:3 e 13)
2. É universal – prega o evangelho ao mundo todo (Hebreus 12:23; Apocalipse 14:6; Marcos 16:15)
3. Está de acordo com a doutrina dos apóstolos – apostolicidade (Atos 2:42)
4. Guarda todos os dez mandamentos (Apocalipse 14:12; Êxodo 20:3-17)
5. Possui o dom de profecia (Apocalipse 12:17; 19:10)
6. Surgiu na época designada na profecia (Daniel 8:14; Apocalipse 14:6-12)
7. Não é maioria fácil, popular (Apocalipse 12:17; Romanos 9:27; Lucas 12:32)
8. Ensina a salvação pela fé em Jesus Cristo, pois prega o Evangelho Eterno (Apocalipse 14:6; 1:5)

Esperança para o pequeno povo – Isaías 41:14-16

 

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3月6日

Lição 20 - Deus guia Sua igreja

Lição 20 - Deus guia Sua igreja

A Bíblia é o grande guia da igreja de Deus. Deve ser para ela como uma bússola a indicar o caminho. Mas é interessante notar a forma como Deus usou os profetas para orientar Seu povo. Nos grandes momentos da História Deus suscitou grandes homens e mulheres para serem portadores de mensagens especiais – antes do Dilúvio, Noé; antes do Êxodo, Moisés; antes do início do ministério terrestre de Jesus, João Batista. E em nossos dias, que precedem a segunda vinda de Cristo, suscitaria Deus um profeta?

1. Devemos crer em qualquer um que se diz profeta? I João 4:1

2. Como distinguir o falso do verdadeiro profeta?

• Crê na encarnação de Jesus (I João 4:1-3)
• Pelos seus frutos – vida e atitudes (Mateus 7:15-23)
• Suas profecias se cumprem (Deuteronômio 18:21 e 22; Jeremias 28:9)
• Seus ensinamentos não desviam o povo da Bíblia (Deuteronômio 13:1-3)
• Obedece a Lei de Deus e fala guiado pelo Espírito Santo (Isaías 8:19 e 20; II Pedro 1:21)

3. Que fenômenos físicos ocorrem durante a verdadeira manifestação do dom de profecia?

• O profeta fica de olhos abertos, alheio ao que se passa ao seu redor (Números 24:4 e Apocalipse 1:11)
• Outras pessoas não vêem o que ele vê (Daniel 10:7)
• O profeta vê, sente e fala (Daniel 10:16)
• O profeta não respira enquanto está em visão (Daniel 10:17)

4. Que haverá nos últimos dias? Mateus 24:24

A declaração de Jesus dá a entender que haveria, também, o verdadeiro profeta. Do contrário, seria como advertir as pessoas para terem cuidado com as notas de R$ 13,00 falsas.

5. Haverá também o verdadeiro dom profético nos últimos dias? Efésios 4:8, 11 e 12; Joel 2:28-32

6. Quais as duas características da igreja verdadeira? Apocalipse 12:17

7. O que é o Testemunho de Jesus? Apocalipse 19:10

8. O dom de profecia se manifestou na Igreja Adventista?

Quando estudamos a história da Igreja Adventista do Sétimo Dia e vemos como em meio de um impressionante emaranhado de riscos e de dificuldades as mensagens inspiradas que chegavam por meio da Sra. Ellen G. White deram estabilidade, crescimento e solidez ao remanescente fiel, chegamos à conclusão de que a profecia bíblica se cumpre. Durante 70 anos, por meio de mais de duas mil visões e sonhos, Ellen White orientou o sólido sistema educacional e de saúde adventista. Embora não tivesse estudo formal, escreveu best-sellers reconhecidos mundialmente, sobre educação, medicina, religião e psicologia.

9. Qual a promessa para os que levam em conta a mensagem dos profetas? II Crônicas 20:20; Apocalipse 22:7

10. Para que nos foram dadas as profecias? Provérbios 29:18

11. Que apelo nos é feito em I Tessalonicenses 5:20 e 21?

Minha Decisão:
Creio que o dom de profecia foi dado por Deus para orientar Seu povo. Acredito que, assim como Deus usou a muitos no passado, usou Ellen G. White como Sua mensageira do tempo do fim. Decido dar atenção a seus escritos e, principalmente, às mensagens proféticas contidas na Bíblia.

Nota: Conheça mais sobre Ellen White, seus escritos e ministério na seção "Missão Profeta".

 

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Lição 19 - O que é a morte

Lição 19 - O que é a morte

O último inimigo com o qual o homem se deparara na vida é a morte. Ninguém consegue escapar dela. Talvez por isso exista tanta preocupação em torno do assunto. Há muitas teorias sobre o que ocorre com o ser humano após a morte. Para onde vão os que morrem? Eles sabem alguma coisa a nosso respeito? É possível manter contato com os mortos? Jesus – que morreu e ressuscitou – é o único autorizado a falar sobre o assunto. E Ele o fez na Bíblia.

1. Para entender o que ocorre na morte, é preciso saber como o homem foi criado. Que dois elementos Deus usou para criar o homem, no sexto dia da Criação? Gênesis 2:7

.................... e .....................

É importante notar que o texto diz que “somos” uma alma vivente e não que “temos” uma alma. A palavra “alma”, no original hebraico, é “nephesh”, que significa “ser vivente”. Portanto: Pó da terra + Fôlego de vida = Alma vivente (ser vivo).

2. O que ocorreu com a alma vivente (o ser humano) quando pecou? Romanos 5:12

3. O que voltamos a ser depois de mortos? Gênesis 3:19

Pó da terra – fôlego de vida = Alma deixa de existir (pó volta ao pó; fôlego volta a Deus)

4. Então a alma pode morrer? Ezequiel 18:4

Como já vimos, no momento em que o ser humano morre, o fôlego (espírito) volta a Deus e o pó volta a terra. A alma vivente deixa de existir – morre.

5. Somente quem é imortal? I Timóteo 6:15 e 16

6. Os mortos sabem alguma coisa do que se passa com os vivos ou podem se comunicar? Eclesiastes 9:5 e 6; Salmo 146:4

7. Ao que Jesus comparou a morte? João 11:11-14

8. Onde e como começou a mentira de que o homem não morre? Gênesis 2:16 e 17 e 3:4

9. Quando os mortos ressuscitarão? I Tessalonicenses 4:16; I Coríntios 15:51

10. Em quem podemos ter a vida eterna? I João 5:12; João 3:16

11. Qual deve ser nossa atitude diante da morte? I Tessalonicenses 4:13 e 14

12. O que Deus prometeu dar àqueles que são amigos Seus? Romanos 2:7

14. Como serão as condições da vida eterna? Apocalipse 21:4

Minha Decisão:
Creio no que ensina a Bíblia: que sou mortal e que só terei a imortalidade pela fé em Jesus. Espero viver eternamente, pois creio em Jesus e O tenho como meu Salvador e Amigo.

 

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Lição 18 - A Bíblia e a saúde

Lição 18 - A Bíblia e a saúde

A Palavra de Deus nos traz importantes recomendações quanto ao estilo de vida apropriado ao cristão. Na verdade, é o estilo de vida ideal para o ser humano, através do qual se pode ter uma vida mais longa e saudável.

1. Quando o ser humano foi criado, que alimentos foram indicados no regime alimentar original dado por Deus? Gênesis 1:29

2. Quando foi permitido ao homem comer carne? Gênesis 9:1, 3 e 4

Após o Dilúvio e antes de as plantas crescerem, numa situação de emergência, Deus permitiu que Noé e sua família comessem carne (de animais “limpos”, que estavam em maior quantidade na arca).

3. Quais as duas característica dos animais limpos indicados por Deus? Levítico 11:3; Deuteronômio 14:2-8

A cisticercose e a triquinose são graves problemas oriundos da utilização da carne de porco.

4. Quais as duas características dos peixes limpos? Deuteronômio 14:9

A Bíblia não faz diferenciação entre peixes e crustáceos, por exemplo. Portanto, camarão, lagosta e siri são também considerados imundos, ou inapropriados para alimentação humana.

5. A Bíblia aprova o consumo de bebidas alcoólicas? Provérbios 20:1; Isaías 5:11 e Efésios 5:18

Está cientificamente provado que o álcool, mesmo ingerido em pequenas quantidades, interfere na atividade cerebral. O cérebro é nossa “antena” de comunicação com Deus, e não deve ser prejudicado com qualquer substância nociva.

6. Qual o fim dos que comem e bebem aquilo que Deus proibiu? Isaías 66:17

7. O que devemos ter em mente em tudo o que fazemos, inclusive no comer e no beber? I Coríntios 10:31

8. Qual o principal motivo por que devemos cuidar da saúde? I Coríntios 3:16 e 17; 6:19

Devemos descartar todos os alimentos, bebidas e hábitos que prejudiquem nosso corpo. Os estimulantes como o café e o chá preto, por exemplo, também devem ser evitados por aqueles que buscam uma melhor saúde física e mental.

9. Por que devemos glorificar a Deus em nosso corpo? I Coríntios 6:20

10. Como devemos apresentar nosso corpo a Deus? Romanos 12:1

11. Qual o desejo de Deus quanto à nossa saúde? III João 2

12. Resumindo: O que devemos fazer para ter saúde? Êxodo 15:26

Minha Decisão:
Creio que a intemperança acarreta enfermidades. Decido seguir as recomendações bíblicas de saúde para ser sadio, feliz e favorecer minha comunhão com Deus.

Remédios naturais de Deus:
Temperança (equilíbrio em tudo); regime alimentar apropriado (o mais natural possível); uso abundante de água (6 a 8 copos por dia, entre as refeições); ar puro; luz solar em horários apropriados; exercício físico e repouso; confiança em Deus.

 

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Lição 17 - O verdadeiro dia de guarda

Lição 17 - O verdadeiro dia de guarda

As recomendações de Deus sempre visam ao nosso bem-estar. Ao colocar em Sua Lei um mandamento específico sobre a santificação de um dia da semana, Ele, na verdade, estava nos prevenindo a respeito da correria em busca de posses e do desgaste físico e mental que dela advém. Hoje, poderíamos dizer que, ao obedecer ao quarto mandamento, estamos, na verdade, melhorando nossa qualidade de vida e evitando o estresse.

1. Que três coisas fez Deus quando acabou de criar o mundo? Gênesis 2:1-3

2. Você acha que Deus descansou porque estava cansado? Isaías 40:28

Jesus não precisava ser batizado porque não tinha pecados, mas fez isso para dar-nos exemplo. Da mesma forma, Deus nos deu exemplo “descansando” no sétimo dia.

3. Por que Deus separou o sábado como dia especial? Marcos 2:27

4. Além de abençoar o sábado, Deus o santificou. Como deveria o ser humano agir diante de algo santo? Êxodo 3:5

5. Que dia da semana é o sábado? Êxodo 20:8-11; Levítico 23:3; Mateus 28:1

6. Além de ser o quarto mandamento, o que mais é o sábado? Ezequiel 20:12 e 20

7. Será que o sábado foi estabelecido apenas para o povo judeu? Isaías 56:6 e 7; Eclesiastes 12:13

Segundo o livro de Gênesis (ver pergunta nº 1), o sábado foi estabelecido na Criação, quando só havia Adão e Eva. Não havia judeus e nem outro povo qualquer.

8. Que dia Jesus guardava? Lucas 4:16

9. Que dia o apóstolo Paulo guardava? Atos 16:13; 17:2

10. Que dia Maria, mãe de Jesus, e as mulheres seguidoras de Cristo guardavam? Lucas 23:56

11. Quando começa o sábado, segundo a Bíblia? Neemias 13:19; Gênesis 1:19; Marcos 1:32; Levítico 23:32

12. Como Deus deseja que guardemos o sábado? Isaías 58:13 e 14; Mateus 12:12

13. Após a morte de Jesus, seria o sábado observado pelos Seus seguidores? Mateus 24:20

Jerusalém foi destruída no ano 70 depois de Cristo. Portanto, mais de 30 anos depois da previsão de Jesus, Ele vê Seus fiéis seguidores ainda guardando o sábado.

14. Adianta guardar nove mandamentos? Tiago 2:10; I João 2:4

15. Que dia será santificado na Nova Terra? Isaías 66:22 e 23

Minha Decisão:
Resolvo guardar o sábado como um sinal do reconhecimento de que Deus é meu Criador e Salvador. Decido reservar as horas do sábado somente para a adoração e para obras em favor de meu próximo.

Como tornar o sábado deleitoso

• Programe-se para receber o sábado, desde o início da semana.
• Espere o sábado como o dia especial de comunhão com Jesus.
• Ao pôr-do-sol de sexta-feira, reúna sua família, cantem, orem e recebam o sábado juntos.
• No sábado pela manhã, vá à igreja como fazia Jesus.
• Prepare (se possível na sexta-feira) uma refeição diferente e deliciosa para o almoço de sábado.
• À tarde, se tiver filhos pequenos, programe um passeio por um parque ou outro local em que possam conversar sobre o poder e o amor de Deus manifestados na natureza.
• Ao pôr-do-sol de sábado reúna novamente a família para orar e se despedir do sábado, pedindo as bênçãos de Deus para a semana que se inicia.

Nota: A palavra “Domingo” não se encontra na Bíblia. No entanto, há oito referências ao primeiro dia da semana no Novo Testamento (Mateus 28:1; Marcos 16:1 e 2; Lucas 24:1; João 20:1; Marcos 16:9; João 20:19; Atos 20:7; I Coríntios 16:2). Basta lê-las para perceber que em nenhuma delas há qualquer indicação de ser o domingo um dia diferente dos demais ou santificado. O cardeal Gibbons, arcebispo de Baltimore e primaz da Igreja Católica nos EUA, disse: “Podereis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nós nunca santificamos” (Faith of Our Fathers, pág. 89).

O primeiro dia da semana era dedicado ao culto do Sol, pelos antigos babilônios. Em 274 d.C., o imperador Aureliano adotou o culto do Sol como a religião oficial do Império Romano. Ao culto do Sol foi dedicado o primeiro dia da semana (em inglês, domingo ainda significa “Dia do Sol” –
Sunday; e em alemão, também – Sonntag). Com o tempo, esse dia santo dos pagãos foi sendo adotado pela cristandade, até que no dia 7 de março de 321, o imperador Constantino assinou um decreto que oficializava o domingo como dia de guarda, o que foi aprovado pela Igreja Católica no ano 364. Porém, sempre houve fiéis que não aceitaram as tradições humanas, permanecendo leais às Escrituras e sendo perseguidos por isso.

 

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Lição 16 - Leis em contraste

Lição 16 - Leis em contraste

Na lição passada, vimos que Jesus veio para cumprir a Lei de Deus, a fim de dar-nos exemplo (ver Mateus 5:17-19). O apóstolo Paulo afirma que os mandamentos de Deus são puros, santos e bons (Romanos 7:12). Por que, então, há passagens que parecem depreciar a Lei? Um estudo cuidadoso revelará que a Bíblia faz menção a mais de uma lei, deixando clara a superioridade da Lei de Deus, os Dez Mandamentos.

1. Que título de distinção é dado à Lei de Deus? Tiago 2:8 e 9

2. Por que meio vem o conhecimento do pecado e através de que seremos julgados? Romanos 7:7; Tiago 2:12

A lei que diz “Não cobiçarás” é a dos Dez Mandamentos. E a “lei da liberdade” é, também, a dos Dez Mandamentos, pois nos versículos anteriores a Tiago 2:12 são mencionados os mandamentos “Não matarás” e “Não adulterarás”.

3. Que sistema foi estabelecido em virtude da transgressão da Lei de Deus por parte do homem?
O sistema sacrifical, com seus ritos e cerimônias (como os sacrifícios do Santuário), que apontavam para Cristo.

4. Por quem foi proclamada a lei dos Dez Mandamentos? Deuteronômio 4:12 e 13

5. Como a lei cerimonial foi transmitida a Israel? Levítico 1:1 e 2

6. A lei cerimonial era completa em si mesma? Efésios 2:15

7. Em que Deus escreveu os Dez Mandamentos? Deuteronômio 4:13

8. Em que foram escritas as leis cerimoniais (que continham orientações sobre sacrifícios e holocaustos)? II Crônicas 35:12

9. Onde foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos? Êxodo 40:20

10. Onde Moisés ordenou que pusessem a lei cerimonial que ele escrevera? Deuteronômio 31:25 e 26

11. Qual a natureza dos Dez Mandamentos, ou lei moral? Salmo 19:7; Romanos 7:14

12. Poderiam as ofertas ordenadas pela lei cerimonial satisfazer ou tornar perfeita a consciência do crente? Hebreus 9:9

13. Até que tempo deveriam ser realizados os serviços cerimoniais no santuário terrestre? Hebreus 9:10

14. Quando foi esse “tempo de reforma” ou “nova ordem”? Hebreus 9:11-14

15. O que a morte de Cristo fez com a lei cerimonial? Colossenses 2:14; Efésios 2:15

16. Por que a lei cerimonial foi ab-rogada (anulada) e o que marcou esse acontecimento? Hebreus 7:18 e 19; Mateus 27:50 e 51

17. Com que palavras o profeta Daniel profetizara isto? Daniel 9:27

18. Por quanto tempo perdurará a lei moral (Dez Mandamentos)? Salmo 111:7 e 8

Minha Decisão:
Reafirmo minha posição de que os Dez Mandamentos estão em vigor e são uma bênção na vida daqueles que, pelo poder de Cristo, colocam-nos em prática. Decido obedecê-los.

Contraste entre as duas leis (Moral e Cerimonial)

Lei moral
É chamada “lei régia” (do Rei) – Tiago 2:8
Foi proferida por Deus – Deuteronômio 4:12 e 13
Foi escrita por Deus em tábuas de pedra – Êxodo 31:18
Foi escrita “pelo Dedo de Deus” – Êxodo 31:18
Foi posta dentro da arca – Êxodo 40:20; I Reis 8:9; Hebreus 9:4
É perfeita – Salmo 19:7
Deverá “permanecer firme para todo o sempre” – Salmo 111:7 e 8
Não foi abolida por Cristo – Mateus 5:17
Devia ser engrandecida por Cristo – Isaías 42:21
Comunica conhecimento do pecado – Romanos 3:20; 7:7

Lei Cerimonial É chamada “a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” – Efésios 2:15
Foi ditada por Moisés – Levítico 1:1-3
Era em “forma de ordenanças” – Colossenses 2:14
Foi escrita por Moisés num livro – II Crônicas 35:12
Foi posta ao lado da arca – Deuteronômio 31:24-26
“Nunca aperfeiçoou coisa alguma” – Hebreus 7:19
Foi cravada na cruz – Colossenses 2:14
Foi abolida por Cristo – Efésios 2:15
Foi anulada por Cristo – Colossenses 2:14
Foi instituída em conseqüência do pecado – Levítico 3-7

 

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3月4日

Lição 15 - A eterna lei de Deus

Lição 15 - A eterna lei de Deus

Quando ocorre um julgamento, entende-se que uma lei foi transgredida. Onde não há lei, não há transgressão. Por outro lado, quando a lei é devidamente cumprida, não há condenação. Neste estudo veremos se a lei de Deus ainda está em vigor, qual sua importância e como cumpri-la.

1. Segundo o plano divino, qual é o segredo de uma vida longa? Provérbios 3:1 e 2

2. Como devemos proceder? Tiago 2:12

3. Que lei é essa? Tiago 2:10 e 11

4. Qual é a lei que tem mandamentos como estes: “Não matarás”, “Não adulterarás”? Êxodo 20:3-17

5. Segundo a Bíblia, quem escreveu os mandamentos entregues a Moisés? Êxodo 31:18

6. Como o apóstolo Paulo considerava a Lei de Deus? Romanos 7:12

7. Jesus mudou ou anulou a Lei de Deus? Mateus 5:17-19

8. Qual foi a atitude de Jesus em relação aos mandamentos de Deus? João 15:10

9. Quem tem fé não precisa obedecer à Lei de Deus? Romanos 3:31

10. A Lei de Deus pode nos salvar? Romanos 3:20

11. Para que serve, então, a Lei de Deus? Tiago 1:23-25

Tiago compara a Lei de Deus a um espelho. Somente através da Lei podemos conhecer nossos defeitos de caráter e pecados. A Lei diagnostica o problema. Cristo o resolve.

12. Como a Bíblia chama a pessoa que diz conhecer a Jesus Cristo, mas recusa obedecer-Lhe? I João 2:3 e 4

13. Por quanto tempo durará a Lei de Deus? Mateus 5:17 e 18; Salmo 111:7 e 8; Eclesiastes 3:14

14. Qual o principal motivo para guardarmos (praticarmos) a Lei de Deus? João 14:15

Minha Decisão:

Aceito os Dez Mandamentos como padrão de conduta para minha vida. Creio que, através do poder de Cristo, serei capaz de obedecer a cada um de Seus mandamentos.

Lembre-se: O objetivo da Lei não é salvar, mas mostrar a necessidade de salvação.

O Dez Mandamentos, conforme a Bíblia (Êxodo 20:3-17 – resumidos)

1. Não terás outros deuses diante de Mim.
2. Não farás imagem de escultura ... não te encurvarás a elas.
3. Não tomarás o nome do Senhor ... em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ... o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Não farás nenhum trabalho...
5. Honra a teu pai e a tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
10. Não cobiçarás a casa ... a mulher [ou] ... coisa alguma do teu próximo.

 

http://michelsoncursobiblico.blogspot.com/2006/12/lio-15-eterna-lei-de-deus.html

 


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Lição 14 - O tempo do juízo

Lição 14 - O tempo do juízo

Em Apocalipse 14:6 e 7 lemos: “E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória; porque é chegada a hora do Seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Na última lição vimos que o juízo de Deus se compõe de três etapas (juízo investigativo, juízo de comprovação e juízo executivo). Neste estudo veremos quando teve início o juízo.

1. No tempo do antigo Israel havia um dia para a purificação do Santuário terrestre (uma vez por ano). Ao final de quanto tempo o Santuário Celestial seria purificado? Daniel 8:14

2. O que a Bíblia quer dizer com “tarde e manhã”?Gênesis 1:5, 8, 13 e 19

3. Quanto vale um dia profético? Ezequiel 4:6 e 7; Números 14:34

A linguagem profética possui muitos símbolos. Em Apocalipse, por exemplo, a palavra “águas” significa “povos”, “multidões” e “nações” (ver Apoc. 17:1 e 15). De maneira semelhante, profeticamente um dia representa um ano literal.

4. Quando começaram os 2.300 anos? Daniel 9:25

De acordo com Esdras 7:7 e 8, o decreto ao qual o livro de Daniel faz referência
entrou em vigor logo após o retorno de Esdras no 7º ano do rei Artaxerxes, e a
História registra que esse ano foi 457a.C. (Para mais informações, visite o site www.concertoeterno.com)

5. Quando terminaram os 2.300 anos?

Contando 2.300 anos a partir de 457 antes de Cristo (e levando em conta que o
ano zero que não existe entre 1 a.C. e 1 d.C.), chegamos ao ano de 1844.
Portanto, em 1844 teve início o juízo no Santuário Celestial; e na Terra, a
restauração da verdade.

6. Prova real da profecia. Daniel 9:24 a 27

a) Após 483 anos (7 + 62 = 69 semanas = 69 x 7 = 483), o Messias seria ungido. Portanto, 483 – 456 = 27, exatamente o ano em que Jesus foi batizado por João Batista (
Mat. 3:16; Atos 10:38).

b) Na metade da última semana das 70, o Messias seria morto. Exatamente três anos e meio após Seu batismo, Jesus foi crucificado e morto. A profecia estava confirmada (
Daniel 9:24).

c) No fim das 70 semanas (70 x 7 = 490 anos), Paulo se converteu e o evangelho começou a ser pregado também aos gentios. A nação de Israel perdeu o status de povo escolhido.

Minha Decisão:

Sabendo que o juízo investigativo teve início em 1844 e está se processando hoje, decido, pelo poder de Cristo, colocar minha vida em conformidade com a Palavra de Deus.

 

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