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6月30日 Escatologia - 1ª ParteEscatologia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Se procura Escatologia (ou Coprologia), ramo da medicina, consulte Coprologia. Albrecht Dürer - Quatro cavaleiros do Apocalipse Escatologia (do grego antigo σχατος, "último", mais oe sufixo -logia) é uma parte da teologia e filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo. Em muitas religiões, o fim do mundo é um evento futuro profetizado no texto sagrado ou no folclore. De forma ampla, escatologia costuma relacionar-se com conceitos tais como Messias ou Era Messiânica, a pós-vida, e a alma. A maioria das religiões monoteístas ocidentais tem uma doutrina que prega que seus membros 'escolhidos' ou 'valorosos' de uma fé verdadeira irão ser poupados ou livrados do julgamento prometido e da fúria de Deus. Eles irão ser conduzidos para o paraíso antes, durante ou após isto dependendo do cenário do fim do mundo para que eles estejam esperando. Outras religiões politeístas também possuem conceitos de um destino individual após a morte ou um ciclo de renascimentos, sendo que algumas também apresentam a ideia de uma abrupta transformação da situação colectiva da humanidade. Jesus Cristo, conforme registado nos Evangelhos de Mateus, capítulos 24 e 25, Marcos, capítulo 13 e Lucas, capítulo 21, teceu considerações extensas sobre aquilo que ensinou ser a sua próxima vinda ou advento bem como o fim do mundo. No entanto, afirmou que mais ninguém além de Deus sabia quando isso viria a acontecer. As palavras gregas syntéleia e aión que dão origem à expressão fim do mundo em algumas traduções da Bíblia, são no entanto vertidas por outras expressões por diferentes tradutores. Tomando como exemplo o versículo de Mateus 24:3, a versão Almeida, Versão Corrigida e Fiel, reza: "E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?" Alguns exemplos da tradução de αιών (aión) em outras traduções bíblicas são:
Assim, para muitos comentadores bíblicos, esta expressão permite conceber um fim definitivo para o planeta Terra, junto com todo o seu conteúdo. Em contraste, para vários outros, o que realmente chegará ao fim é uma "era" e não a terra literal e seus habitantes, visto que aión é diferente de kósmos, palavra que em geral designa o mundo da humanidade. Também, as palavras "conclusão", "consumação" ou "terminação" são traduções mais precisas da palavra grega syntéleia, que é diferente de telos, usualmente traduzida por fim ou fim completo. Alguns cristãos no Século I d.C. acreditavam que o fim do mundo ou das eras, como conseqüência da segunda vinda de Cristo, ocorreria durante as suas vidas. À base dos conselhos que o Apóstolo Paulo deu aos cristãos em Tessalônica, percebe-se que alguns argumentavam que a volta de Jesus era iminente e que tais especuladores pregavam ativamente essa sua teoria. Parece que alguns até mesmo usavam isso como desculpa para não trabalhar para o seu próprio sustento. O Apóstolo Paulo alertou então: "Agora, irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e ao nosso encontro com ele, pedimos a vocês o seguinte: não se deixem perturbar tão facilmente! Nem se assustem, como se o Dia do Senhor estivesse para chegar logo, mesmo que isso esteja sendo veiculado por alguma suposta inspiração, palavra, ou carta atribuída a nós." (2 Tessalonicenses 2:1,2) - Redação IntraText - Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993 No entanto, alguns anos mais tarde, a carta atribuída ao Apóstolo Pedro, continha o seguinte alerta: "Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação." (2 Pedro 3:1-4) – Almeida, Versão Revista e Atualizada As palavras concludentes do último livro da Bíblia, Revelação ou Apocalipse, expressam a esperança cristã da vinda de Cristo e da consequente consumação dos tempos, com as seguintes palavras: "Aquele que atesta essas coisas, diz: 'Sim! Venho muito em breve.' Amém! Vem, Senhor Jesus!" (Apocalipse 22:20) - Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002 Com base nesta esperança do segundo advento de Jesus Cristo, várias denominações cristãs vieram a desenvolver os seus conceitos, sendo que alguns deles são divergentes, conforme se poderá observar na análise comparativa das suas doutrinas. Escatologia - 2ª ParteNo Judaísmo, o fim do mundo é chamado de acharit hayamim (fim dos dias). Eventos tumultuosos abalarão a velha ordem do mundo, criando uma nova ordem na qual Deus é universalmente reconhecido como a nova lei que organiza tudo e todos. Uma das sagas do Talmud diz "Deixe o fim dos dias chegar, mas eu não devo estar vivo para presenciá-lo", porque os vivos na ocasião serão submetidos a tais conflitos e sofrimentos. O Talmud, no folheto Avodah Zarah, página 9A, estabelece que o mundo como o conhecemos somente irá existir por seis mil anos. O calendário judaico tem seu início determinado pela hipótese que o tempo começou na Criação do mundo por Deus, conforme relatado no Gênesis. Muitas pessoas (nomeadamente judeus conservadores e alguns cristãos) acreditam que os anos da Torah, ou Bíblia Judaica, devem ser considerados simbólicos. De acordo com antigos ensinamentos judaicos, atualmente ministrados por judeus ortodoxos, os anos relatados são consistentes com a passagem das eras, com 24 horas por dia e uma média de 365 dias por ano. Tal conclusão foi alcançada após realizarem-se as apropriadas calibrações, considerando a incongruência entre o calendário lunar e o calendário solar, já que o calendário judaico é baseado em ambos. O ano de 2006 equivale, assim, a 5766 anos desde a Criação, no calendário judaico. Portanto, de acordo com o cálculo, o fim do mundo, pelos preceitos judaicos, ocorrerá em 30 de setembro de 2239. De acordo com essa tradição, o fim do mundo irá presenciar os seguintes eventos: 1. Reunião dos judeus exilados na terra geográfica de Israel . 2. Derrota de todos os inimigos de Israel. 3. Construção do terceiro Templo de Jerusalém e a restauração dos sacrifícios e serviços nele. 4. Revitalização dos mortos ou ressurreição. 5. Naquele momento, o Messias judeu se tornará o monarca ungido de Israel. Ele dividirá as tribos de Israel nas porções de terra originais. Durante o período, Gog, rei de Magog, atacará Israel - desconhece-se quem é Gog e qual é a nação Magog. Magog travará uma grande batalha, na qual muitos morrerão de ambos os lados. Mas Deus intervirá e salvará os judeus. Esta é a batalha designada como Armagedom. Deus, tendo eliminado este inimigo final para sempre, irá conseqüentemente banir todo mal da existência humana. Depois do ano 6000 (no calendário judeu), o sétimo milênio será uma era de santidade, tranqüilidade, vida espiritual e paz mundial, conhecida como o Olam Haba (mundo futuro), durante o qual todas as pessoas conhecerão a Deus diretamente. A festividade judaica do Rosh Hashanah tem muitos aspectos em comum com a crença islâmica de Qiyamah. No Judaísmo, contudo, o relato do fim dos dias é muito pouco claro, sem se referir a quando tais eventos ocorrerão. Por exemplo, não se esclarece com precisão se o fim dos dias irá ocorrer antes, durante ou depois do ano 6000. Muito depende da forma como se interpreta a lei judaica. Alguns também afirmam que estes eventos tumultuados trarão dificuldades espirituais, tais como a imortalidade.
Liberdade Religiosa - 1ª ParteLiberdade Religiosa Em 10 de dezembro de 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas votou, por aclamação, adotar a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foi a primeira vez na história humana que 58 nações adotaram uma declaração dessa natureza como essencial. O artigo 18 dá a seguinte definição de liberdade religiosa: Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular. No século anterior, os fundadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia publicaram sua primeira declaração de liberdade religiosa. Desde então, este tem sido um assunto importante para os adventistas. Está profundamente arraigado na compreensão adventista da Bíblia, na sua história, na sua escatologia e é parte da vida da Igreja. Explanaremos, neste artigo, por que e como os adventistas entendem a prática da liberdade religiosa. I – As raízes bíblicas da liberdade religiosa Os fundadores da Igreja Adventista seguiram o princípio “Sola Scriptura”. Eles viam a liberdade religiosa como um princípio bíblico. ii Em poucas palavras, podemos resumir suas idéias: A liberdade religiosa é conseqüência natural do amor de Deus. O princípio do Seu reino é o amor. Toda a criação é produto do amor. Porém, não há amor sem liberdade e não há liberdade onde não existe a liberdade de escolha. Em 1907, W. A. Gosmer escreveu: Como no céu havia a liberdade nascida apenas do amor, em conseqüência, Aquele que veio como representante do céu deveria trazer somente os princípios do amor e da liberdade encontrados lá. iii 1. Liberdade de escolha Adão e Eva tinham liberdade de escolha. Quando desobedeceram a Deus, eles a perderam. Jesus veio a este mundo e por Seu sangue concedeu a todos nós uma nova liberdade. Cito novamente Gosmer: A cruz do Calvário é a demonstração do amor de Deus para todo o Universo; é a revelação e a manifestação da natureza do Seu governo e dos princípios do Seu reino. Esta liberdade que o homem perdeu no Éden lhe foi restaurada na cruz de Cristo e, portanto, Cristo tornou-Se duplamente o autor da nossa liberdade. iv Os versos bíblicos freqüentemente citados em apoio a este conceito são: Gênesis 2:16 e 17 e Deuteronômio 30:15 e 16. Em Gênesis, nós lemos: E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente; mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Frank B. Holbrook escreve: Como os anjos, Adão e Eva foram criados como agentes morais livres. A proibição de comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal foi colocado como um simples teste diante deles, concedendo-lhes a opção de obedecer a Deus, porque eles O amavam ou de desobedecer, seguindo seus próprios desejos em oposição à vontade de Deus. v Em Deuteronômio 30:15 e 16, lemos: Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal. Porquanto, te ordeno hoje que ames ao Senhor teu Deus, que andes nos seus caminhos, e guardes os Seus mandamentos. É interessante o comentário de Ellen G. White a respeito deste texto: Não é plano de Deus compelir os homens a renderem-se à sua malévola descrença. Diante deles está a luz e as trevas, a verdade e o erro. Eles é que devem decidir a qual aceitar. A mente humana é dotada de poder para discernir entre o certo e o errado. É plano de Deus que os homens não decidam por impulso, mas sim pelo peso da evidência, comparando cuidadosamente escritura com escritura. vi O conceito de liberdade de escolha é apoiado pelo próprio Jesus e por Seus discípulos. Eles se tornaram Seus discípulos porque escolheram segui-Lo. A história de Judas mostra que eles tinham a escolha de traí-Lo ou desistir de segui-Lo a qualquer tempo. Em João 6:67 e 68, Jesus perguntou aos Seus discípulos: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe pois Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Eles tinha a escolha de ficar ou partir. De acordo com Apocalipse 3: 20, temos a mesma liberdade concedida pelo Cristo ressurreto: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele Comigo. vii 2. Liberdade de escolha versus eleição (predestinação) incondicional A Liberdade de escolha é um dom do Criador. Deus não deseja forçar-nos a amá-Lo, a segui-Lo. Ele nos deixa escolher. A respeito da predestinação ou eleição incondicional, o Comentário Bíblico Adventista declara: Não há coisa alguma na Palavra de Deus a respeito da eleição incondicional, de que uma vez na graça sempre na graça. As escrituras tornam claro que aqueles que uma vez conheceram o caminho da vida e se alegraram na verdade estão em perigo de cair na apostasia e se perderem. Portanto, há necessidade de decidida conversão diária para com Deus. Pela obediência fiel à verdade os fiéis tornam o seu chamado e a sua eleição garantidos. viii Sobre este assunto da eleição, as idéias de Armênio estão mais próximas dos adventistas que as de Calvino. ix Jesus expressou isto claramente quando enfrentou a oposição dos habitantes de Samaria que se recusaram a recebê-Lo. Os discípulos reagiram irados, dizendo (Lucas 9:54-56): Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez? Voltando-se, porém, repreendeu-os e disse: Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las. E Lucas acrescenta: E foram para outra aldeia. Nenhuma condenação ou vingança aconteceu; Jesus tomou as medidas necessárias e partiu. Ele aceitou a decisão dos samaritanos, aceitou a sua escolha. E foram para outra aldeia! x 3. Liberdade para fazer a escolha errada É possível que a liberdade de escolha signifique que devamos deixar as pessoas seguirem o erro sem ajudá-las a encontrar a verdade? Certamente que não. Deus não é neutro. Jesus pregou as Boas Novas e a missão da Igreja é também pregar o Evangelho em toda a parte. A ordem é clara: Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do pai, e do Filho e Do Espírito Santo; ensinado-as a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado; e eis que Eu estou convosco até à consumação dos séculos (Mateus 28:19 e 20). Por acaso quer isto dizer que devemos admitir que as pessoas errem, que queiram continuar a viver no erro e se percam, sem forçá-las a aceitar a verdade? A resposta é sim! Jesus disse que devemos deixar que a boa semente cresça com o joio. (Mateus 13:25-30): ... deixai-os crescer juntos até à colheita. Deus fará a separação entre aqueles que estão salvos e os que estão perdidos. Deus é o juiz (Mateus 25:31). Mas e o que dizer sobre as palavras de Jesus na parábola da Ceia (Lucas 14:23): Então disse o senhor ao servo: “Saí pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha”. Se Sua casa é o reino de Deus, poderia significar que as pessoas devem ser compelidas a ser salvas? Qual seria a resposta dos adventistas a essa pergunta? Porque eles, os discípulos, não tinham o direito de oprimir ou compelir outros (Lucas 9:54-56), mas deviam ser mansos e submissos para suportar a perseguição (Mateus 5:10-11). Eu cito ainda o Comentário Bíblico Adventista: Jesus, aqui, simplesmente enfatiza a urgência do convite e a cativante força da graça divina... Qualquer uso da força ou perseguição em matéria de religião é uma prática inspirada por Satanás e não por Cristo. xi Esta interpretação está em oposição à de Santo Agostinho, que foi usada como justificativa para a Inquisição. xii 4. A separação Igreja-Estado De acordo com a visão da Igreja Adventista, qualquer coisa que possa ameaçar a livre escolha vem de Satanás e não de Deus. Ninguém, nem a Igreja nem os governos, têm o direito de forçar quem quer que seja de possuir, adotar, mudar, ficar na mesma religião ou não ter nenhuma. Como proteção à livre escolha, ou livre arbítrio, como queiram, a Igreja e o Estado ficam melhor se se mantiverem separados. Um encarrega-se das almas e o outro da sociedade. Jesus afirmou: O Meu reino não é deste mundo; se o Meu reino fosse deste mundo, pelejariam os Meus servos (João 18:36). Ellen White declara: Toda lei civil tem o poder da espada sobre si. É seu direito fazer vigorar a lei, então, é seu direito executá-la. Ao negar à Igreja o poder da espada, Jesus, portanto, proibiu-a de pedir ao estado leis que forcem as crenças religiosas e a sua observação. xiii Esta interpretação bíblica tem sido bem aceita pelos adventistas desde o início de sua história. xiv Podemos dizer que é parte de sua herança batista e anabatista. Isso tem sido impresso em sua memória com a ênfase necessária para manter sempre vivo o assunto da liberdade religiosa xv, com base em duas colunas que a sustentam: a liberdade de escolha e a separação igreja-estado. II – O papel da História A História executa um importante papel no conceito adventista da liberdade religiosa. É uma referência constante, uma fonte de inspiração. Mostra o que estava errado e o que estava certo e o efeito potencial de certas decisões. Nos escritos adventistas a respeito da liberdade religiosa, a referência à Bíblia e à Igreja Cristã primitiva é comum. Rememorando a história da Igreja Cristã, três períodos foram muito importantes: 1. O primeiro período é o quarto século, quando a perseguição de Diocleciano seguiu-se ao triunfo de Constantino. Em março do ano 313, o Imperador promulgou o Edito de Milão, que garantia a liberdade religiosa para todos, declarando que cada um deve ter o privilégio de escolher e cultuar qualquer que seja a divindade que lhe agrade. xvi Porém, cito agora Alonzo T. Jones, editor da Sentinela da Liberdade: “... em menos de 11 anos, ... a igreja Católica ficou em total e exclusiva possessão da autoridade, tanto do império como dos direitos de propriedade e do direito de culto, sob a profissão de cristianismo; e com a específica e direta comissão de usar esse poder e autoridade para obrigar a submissão dos “hereges”. xvii Os primeiros adventistas foram tentados a se identificar com as minorias religiosas perseguidas pela igreja oficial que usava o estado para destruir seus adversários. xviii O governo: por tornar-se um partidário, perdeu o poder de manter a paz. O governo civil, por tomar parte na controvérsia religiosa, perdeu o poder de prevenir a violência civil entre as facções. xix A violência civil, a opressão e a injustiça são o resultado da intolerância legal. 2. O segundo período é o da Reforma Protestante, um forte movimento que abalou o poder de Roma, baseado na doutrina de “Sola Scriptura”. Mesmo se todos os reformadores do Século XV não tivessem ido adiante e não promovessem a separação igreja-estado, eles já teriam aberto novas possibilidades para a liberdade religiosa, para a justiça e para os direitos humanos. xx O terceiro período foi o da Revolução Americana, que estabeleceu a liberdade religiosa como um direito, e a separação entre a igreja e o estado tornou-se uma realidade protegida pela Primeira Emenda à Constituição. A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi organizada em 1863, mas a maioria dos seus fundadores pertenciam ao movimento Millerita que alcançou o seu auge em 1844. xxi Eles ainda sentiam de perto os ideais da Revolução Americana e dos pais fundadores. Estavam sensíveis aos direitos humanos e à justiça e tomavam parte na resistência contra a escravidão. Descreviam-se a si mesmos como cristãos, protestantes, americanos, e de muitas maneiras como republicanos. xxii Tinham aversão a todo tipo de opressão social, política e religiosa. O seu modelo era Roger Williams e não os Puritanos das colônias da Nova Inglaterra que impunham a tirania espiritual ao Novo Mundo. Como declarou Colcord: Roger Williams surgiu como uma voz em protesto. Ele afirmava que o poder dos magistrados civis estendiam-se apenas às coisas civis e que nenhum homem pode ser responsável por seu semelhante em questões de crença religiosa. xxiii Podemos ver, então, por estes dados, que a liberdade religiosa tem uma compreensão definida por parte dos adventistas e está integrada à grande visão histórica e profética à qual denominamos “O Grande Conflito”. III – Liberdade Religiosa na escatologia adventista Os Adventistas, é óbvio, não inventaram a escatologia, eles apenas extraíram a mensagem do Novo Testamento e dos cristãos através dos tempos. A maioria dos reformadores protestantes e independentes deram importância à escatologia. De acordo com Le Roy E. Froom, foi a profecia que formou a base da sua (Rogers Williams) imortal apelação para a liberdade religiosa total. xxiv Os primeiros artigos a respeito da liberdade religiosa tinham forte conotação profética, que era parte da cultura religiosa da época. Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! Liberdade Religiosa - 2ª Parte1. O Grande Conflito O livro O Grande Conflito entre Cristo e Satanás foi publicado em 1888 e reeditado por várias vezes. xxv A autora, Ellen G. White, escreveu-o durante a agitação da lei dominical e o forte movimento religioso para fazer da América uma “Nação Cristã”. Essa visão da história tem influenciado profundamente a mentalidade adventista. O Grande Conflito é uma visão cósmica da batalha entre Deus e Satanás. Ela começou quando Lúcifer, cujo nome é “Estrela da Manhã”, desafiou a lei de Deus e negou Seu infinito amor, justiça e autoridade (I João 3:4, 4:8). Frank B. Holbrook escreve: Cada ser inteligente no universo criado por Deus está sujeito à autoridade. Liberdade absoluta não existe na ordem natural ou na sociedade humana. A questão não é como escapar à autoridade, mas saber debaixo de que autoridade a vida terá mais significado, tanto agora como eternamente. xxvi Coerção e perseguição é o método que Satanás usa para forçar aqueles que aceitam a autoridade de Deus e obedecem os Seus mandamentos a deixar a sua fidelidade. (Apocalipse 12:17). A fé em Jesus e a obediência aos Seus mandamentos são o teste para se pertencer ao povo de Deus. No Grande Conflito, a liberdade religiosa é o teste por excelência que demarca a linha entre o bem e o mal. É um dom de Deus e um princípio do Seu reino. Ao perseguir e oprimir o povo de Deus, Satanás e seus anjos seguem um caminho em direta oposição aos caminhos de Deus. Satanás usou o Império Romano, depois o Papado, para forçar os crentes a desistirem de sua fé. xxvii A aliança do Estado com a igreja contra os “heréticos” era uma demonstração da apostasia da igreja. A Reforma reverteu a tendência e abriu um novo período para a Igreja Cristã. Foram necessários oito séculos para que a liberdade religiosa fosse aceita. O documento “Os Adventistas do Sétimo Dia e o Movimento Ecumênico” contém a seguinte citação a respeito dos eventos finais: De fato, o quadro escatológico dos eventos finais é um dramático e vivo retrato da perseguição religiosa e do modo como as forças em massa da Babilônia apocalíptica tentam esmagar a Igreja do remanescente pressionando-a para os moldes da apostasia unificada. xxvii Os adventistas reconhecem que, para o Concílio Mundial das Igrejas, a Liberdade Religiosa é vista como um pré-requisito vital para a unidade ecumênica. xxix Os adventistas também reconhecem que o Concílio do Vaticano II, e depois João Paulo Segundo, reivindicaram a liberdade religiosa como um princípio cristão. No entanto, os adventistas crêem que essa recente adoção de liberdade religiosa não durará muito. Essa visão foi reafirmada na seguinte declaração, cujo titulo é : “ Como os Adventistas do Sétimo Dia Vêem o Catolicismo Romano ” xxx . Os adventistas crêem, com base nas predições bíblicas, que justamente antes da segunda vinda de Cristo esta terra experimentará um período de agitação e desordem sem precedentes... Nesse contexto, ficamos na expectativa de que as religiões do mundo, incluindo o grupo maior de cristãos como atores-chave, alinharão suas forças em oposição a Deus e ao Sábado. Uma vez mais a união da igreja e do Estado resultará numa grande opressão religiosa. xxxi 2. Verdade e Liberdade O cenário dos tempos finais não limita os adventistas a uma estratégia passiva. Eles se vêem no papel de defender a liberdade religiosa contra a intolerância, a injustiça e a opressão: A bandeira da verdade e da liberdade religiosa foi desfralda pelos fundadores da igreja evangélica e pelas testemunhas de Deus durante os séculos passados desde então, neste último conflito, foi confiada às nossas mãos. xxxii A verdade e a liberdade estão interrelacionadas. A verdade é importante, mas muitos têm sido oprimidos por causa dela. A verdade e a liberdade devem andar juntas. Pregar a verdade significa também promover, proteger, defender o que é correto ou então recusá-la. Nos últimos dias, aqueles que lutarem pela verdade irão lutar pela liberdade de aceitá-la. Com essa ênfase na liberdade, a escatologia adventista mantém vivo o foco nos direitos humanos. A escatologia não é um meio de escapar da responsabilidade na sociedade e no mundo, mas um estímulo para que haja maior justiça e menos discriminação. Para os adventistas, a liberdade religiosa é uma herança, um dom de Deus, um teste de autenticidade, um sinal profético e uma missão. Surge então a questão: O que os adventistas devem fazer para o avanço da liberdade religiosa? IV – A Igreja Adventista do Sétimo Dia e a prática da Liberdade Religiosa 1. Enfrentando a perseguição No final do Século 19 e no início do Século 20, os adventistas estiveram muito ativos na publicação de artigos e boletins a respeito da liberdade religiosa. Começaram publicando A Sentinela do Sábado, em 1884. Dois anos mais tarde foi publicado A Sentinela Americana. Então, em 1892, saía dos prelos uma publicação bimestral com o título “The Religious Liberty Library” (Coleção de Artigos Sobre Liberdade Religiosa), que finalmente se tornou uma publicação semanal. O exemplar de domingo reforçava a sua posição quanto a separação Igreja-Estado. xxxiii Sob a pressão dos cristãos conservadores, as antigas leis eram conhecidas como “Blue Laws”, foram reativadas. Eles impuseram o domingo como dia legal de descanso e adoração e criaram penalidades para quem trabalhasse nesse dia. Em 1863, A Associação Nacional da Reforma propôs uma mudança na Constituição dos Estados Unidos da América do Norte. xxxiv A intolerância religiosa foi aumentando mais e mais e, em 21 de maio de 1888, o Senador H W. Blair, de New Hampshire, apresentou um projeto na 50ª Sessão do Congresso, para forçar o domingo como dia de culto religioso em toda a nação. xxxv Esse ato deu aos adventistas a oportunidade de apresentarem-se nas salas do poder legislativo como defensores do início da separação entre a igreja e o estado. Em vários estados norte-americanos, incluindo: xxxvi a Geórgia, Arkansas, Tennessee, Missouri, Maryland, Virginia, os adventistas foram presos por trabalharem no Domingo. Em maio de 1892, cinco adventistas do sétimo dia em Henry County, Tennessee, foram levados ao tribunal, condenados e presos, tendo que trabalhar acorrentados a um grupo de pessoas, por violarem as leis dominicais. Para enfrentar essa repressão, a Associação Geral nomeou uma comissão de Liberdade Religiosa. A comissão trabalhava com a imprensa e “provia apoio legal para os adventistas acusados de trabalhar no domingo.” xxxvii Em 21 de julho de 1889, essa comissão foi transformada na Associação Nacional de Liberdade Religiosa que se tornou a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA), em 1893, e posteriormente foi incorporada ao Departamento de Liberdade Religiosa da Associação Geral, em 1901. A batalha sobre as leis dominicais provava ser difícil. Eram 25 mil adventistas opondo-se a 26 milhões de cristãos. A despeito dessa enorme diferença, os adventistas prevaleceram. Em confronto com o projeto dominical de Blair, de 1888 e 1889, foram-lhes asseguradas 500 mil assinaturas para a sua petição no Congresso. Alonzo T. Jones, Editor da Sentinela, foi a chave para os esforços que levaram à vitória adventista. 2. A Separação entre a Igreja e o Estado – Pragmático versus doutrinário Jones era um separatista radical. Opunha-se totalmente a qualquer tipo de ajuda do estado para instituições educacionais ou sociais. Criticava os missionários adventistas que aceitavam terrenos para construir escolas ou hospitais. Discordava da taxa de isenção para o clero e para as instituições da Igreja. Sob a sua influência, a Sessão da Associação Geral de 28 de fevereiro de 1893 declarou que: “Nós repudiamos a doutrina de que a igreja, ou propriedade eclesiástica, deva ser isenta de impostos.” xxxviii Outro evento trouxe mais tensão ao debate. A British South Africa Land Company ofereceu 12 mil acres para o estabelecimento do posto da missão. Essa ajuda governamental à igreja envolveu a denominação em dois anos de dissensões internas. A Associação Geral tomou uma medida oficial contra, declarando que: “É inconsistente para a igreja receber do Estado bens pecuniários, favores e isenções.” xxxix Em 17 de março de 1895, o Conselho de Missão Estrangeira votou adquirir a terra e não aceitar o oferecimento. Esta posição era oposta à de Ellen White, que a tinha como uma posição extrema. Ela escreveu: O Senhor ainda move os corações dos reis e governadores em favor do Seu povo. xl George Knight, analisando este assunto, declara: Quanto à questão de doação de terras, assim como a religião em escolas públicas e isenção de impostos... A Sra. White escolheu de forma coerente o caminho da prática-pragmática que leva em consideração as circunstâncias dentro do seu contexto, enquanto Jones o levou, persistentemente, para um ponto doutrinário extremo. xli Esse envolvimento pessoal de uma pessoa tida como das mais respeitadas entre os líderes da Igreja reverteu a posição e o terreno foi aceito. A posição de separatista-radical nunca desapareceu dos debates e discussões a respeito da liberdade religiosa dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. xlii O moderado e pragmático separatismo ainda tem prevalecido fora dos Estados Unidos. Muitas instituições adventistas ao redor do mundo recebem doações do estado; os adventistas, porém, ainda têm uma linha divisória entre as atividades religiosas e as sociais, educacionais e médicas. Os adventistas sempre têm se recusado a aceitar dinheiro do Estado para financiar o seu corpo de ministros. Também acreditam firmemente na independência da Igreja por parte do estado. Para expressar essa posição, foi publicada uma série de documentos oficiais sobre liberdade religiosa, que hoje são utilizados como diretrizes e definem os limites de separação entre a igreja e o estado. Em 1971, um texto das Praxes da Divisão Norte-Americana, opõe-se ao separatismo radical ao declarar: A remuneração provinda do Estado por serviço pago devidamente, pode ser recebida por instituições da Igreja. xliii Um ano mais tarde, em 1972, no Concílio Outonal, foram estabelecidas normas de procedimento para evitar interpretações equivocadas a respeito da separação entre a igreja e o estado: Nenhum auxílio pode ser aceito de modo a tornar uma instituição dependente desta ajuda. Para evitar que se torne dependente: Entende-se que a doação seja recebida somente depois de cuidadoso estudo por parte da comissão operadora e aprovada pelas comissões diretivas da União e da Associação Geral. xliv As Praxes da Associação Geral de 2000-2001 declaram que a separação igreja-estado: oferece a melhor salvaguarda para a liberdade religiosa... Em contraste, a: União da igreja e estado é uma fórmula certa para a discriminação e a intolerância e oferece um solo fértil para a expansão da perseguição. xlv O princípio da separação igreja-estado é ainda válido e promovido pelos adventistas, mas a sua implementação deve ser entendida em bases moderadas e pragmáticas. 3. Declarações Oficiais sobre Liberdade Religiosa De acordo com a Enciclopédia Adventista do Sétimo Dia, os primeiros documentos sobre liberdade religiosa datam da década de 1850. xvi O primeiro texto oficial foi escrito em 1889, sob o título “Declaração dos Princípios de Liberdade Religiosa Nacional” e declara: Confiamos no apoio do governo civil e na submissão à sua autoridade. Negamos o direito de qualquer governo civil em legislar sobre questões religiosas. Acreditamos que é o certo e que deve ser o privilégio de todo homem adorar de acordo com o que dita a sua própria consciência. Cremos também ser nosso dever utilizar-nos de todos os meios legítimos e honestos para prevenir a legislação religiosa por parte do governo civil. Que nós e nossos concidadãos possamos desfrutar das inestimáveis bênçãos tanto da nossa liberdade civil como religiosa. xlvii Esses princípios foram publicados pela “Religious Liberty Library” e se tornaram os princípios da Associação Internacional de Liberdade Religiosa. Em 24 de fevereiro de 1893, a resolução sob o título “Apelação e Exposição de Idéias” foi votada pela Associação Geral em Battle Creek, Michigan, em oposição à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que declarava que “o país deve ser uma nação cristã”. Em conclusão, esse documento declara: ... da mesma forma que as autoridades terrestres estão preocupadas, temos todo o direito de ser religiosos ou não, de prestar culto ou não, de observar um dia ou não, de acordo com a nossa própria consciência e convicções. xlviii A declaração oficial publicada pelas Praxes da Divisão Norte-Americana em 1971 declara no Artigo 8: ... a liberdade religiosa consiste do inalienável direito de acreditar e de adorar a Deus de acordo com a própria consciência, sem coerção, restrição ou impossibilidade civil, e de praticar a própria religião e difundi-la sem interferência ou penalidades; e da obrigação de garantir este mesmo direito aos outros. xlix No livro de Praxes da Associação Geral 2000-2001, o capítulo: “Assuntos Cívicos e Liberdade Religiosa – Praxes do Departamento”, uma nova formulação é usada para expressar o tradicional conceito de salientar a liberdade religiosa como um dom de Deus e ... um direito humano primordial que serve de apoio a todos os direitos humanos. O uso da força e da coerção é contrário à religião verdadeira. Deus aceita a homenagem e a adoração somente quando são prestadas espontaneamente. l Uma definição de liberdade religiosa é dada levando em conta Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos promulgado pelas Nações Unidas. Dois documentos sobre liberdade religiosa foram votados pela Associação Geral e publicados em 29 de junho de 1999 e em 29 de setembro de 1999. “Uma Declaração de Liberdade Religiosa” e “Minorias Religiosas e a Liberdade Religiosa: Uma Declaração de Compromisso e Interesse”. Esses dois documentos fazem referência a promulgações feitas pelas Nações Unidas. O Artigo 18 é claramente mencionado, como já aconteceu em um outro documento votado em 29 de junho de 1995: “Uma Declaração Sobre a Tolerância”, que cita: Os Adventistas do Sétimo dia apóiam a promulgação das Nações Unidas de indicar o ano de 1995 como “O Ano da Tolerância”. A liberdade religiosa é mencionada em outros documentos oficiais, como: “Declaração de Liberdade Religiosa, Evangelismo e Proselitismo”, “Como os Adventistas do Sétimo Dia Vêem o Catolicismo Romano” e “Ecumenismo”. Por estes documentos, podemos notar uma evolução na formulação e no contexto de que a liberdade religiosa está sendo levada avante. li Os adventistas do sétimo dia têm-se tornado mais sensíveis ao meio em que vivem, ao se envolverem nas relações inter-religiosas e com as organizações não governamentais das Nações Unidas. Este é um novo caminho para a integração na sociedade global, um princípio adventista essencial. A Liberdade religiosa para os adventistas não é mais uma ação isolada, mas uma liberdade fundamental que as Nações Unidas declaram que não pode ser rebaixada, mesmo em tempo de emergência. lii 4. Liberdade Religiosa – uma Missão Não há muitas igrejas cristãs que têm dedicado tempo e dinheiro para defender e promover a liberdade religiosa como a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem feito. É provavelmente mais fácil para uma minoria defender a liberdade e justiça para todos que para instituições estabelecidas. Os adventistas têm defendido o princípio da liberdade religiosa para todos os povos, em todo lugar. Isto está profundamente arraigado na sua história e na sua teologia, que esperamos que permaneça como uma de suas características essenciais. Em 1946, a Associação Internacional de Liberdade Religiosa foi reativada com um perfil não partidário e com uma associação-irmã na Europa: L'Association Internationale Pour la Defense da la Liberté Religieuse (Associação Internacional Para a Defesa da Liberdade Religiosa) . Vários não-adventistas são membros do Conselho de Diretores da IRLA e essa associação tem realizado congressos mundiais, conferências, simpósios, seminários e reuniões com peritos no assunto, em a cooperação com os governos e com as Nações Unidas. Os experts são convidados pelos países interessados para aconselhamento e informação a respeito dos seus projetos de lei e análise das leis atuais. O periódico Fides et Libertas (Fidelidade e Liberdade) é publicado em inglês e o Jornal Conscience et Liberté (Consciência e Liberdade) , em francês e publicado para várias línguas. Hoje, o Liberty Magazine (Revista Liberdade) tem a sua publicação bi-mestral com uma circulação de 200 mil cópias. É a publicação de maior tiragem a respeito de Liberdade Religiosa no mundo e de livre acesso aos não-adventistas especialistas no assunto. A cada ano, a Igreja publica um Relatório Mundial de Liberdade Religiosa liii e define um dia especial no ano para promover a liberdade religiosa. As violações à liberdade religiosa estão aumentando em vários países. Membros de minorias religiosas, incluindo cristãos, são perseguidos na Índia, Indonésia, Sudão e Turkmenistão. A Igreja está ciente do seu papel internacional. O Departamento de Assuntos Cívicos e Liberdade Religiosa tem uma conexão de tempo integral com as Nações Unidas, com o governo Norte-Americano e com um especialista em relações inter-crenças. Reconhecida como uma Organização Não governamental e com status consultivo com o Concílio Social e Econômico das Nações Unidas, a Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia tem desempenhado m significante papel na batalha em favor dos direitos humanos, particularmente quanto à liberdade religiosa. A Associação Geral é vista como uma organização bem estruturada, com representação em 205 países, o que lhe proporciona uma rede de conexão mundial para promover, proteger e defender a liberdade religiosa em favor de todos os povos e em qualquer lugar. LIBERDADE RELIGIOSA – UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA Este fato deixa-nos com três perguntas cruciais: • Pode haver justiça sem liberdade religiosa? • Pode haver paz sem liberdade religiosa? • Pode haver liberdade sem liberdade religiosa? Estamos todos cientes de que promovendo, defendendo e protegendo a liberdade religiosa, estaremos contribuindo para um mundo melhor, onde a discriminação, a injustiça e a opressão não podem ser mais toleradas. Ao protegermos, defendermos e promovermos a liberdade religiosa, estamos anunciando um novo mundo, o Reino de Deus, onde a justiça e a liberdade encontrarão sua absoluta realização em Cristo Jesus. DR. JOHN GRAZ Diretor do Depto. de Assuntos Cívicos e Liberdade Religiosa da Associação Geral
FONTE: http://www.igrejaunasp.com/liberdade-religiosa.html Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! O CONCEITO DE SACUDIDURA ESCATOLÓGICA NOS ESCRITOS DE ELLEN G. WHITE
O CONCEITO DE SACUDIDURA ESCATOLÓGICA NOS ESCRITOS DE ELLEN G. WHITE Heraldo Vander Lopes
O estudo constou de uma exposição cronológico-temática das declarações de Ellen G. White sobre a sacudidura escatológica, que ocorreram em seus escritos publicados entre 1844 e 1915. Propósito O presente estudo teve por objetivo descrever e analisar o desenvolvimento cronológico, as causas e as principais características da sacudidura nos escritos publicados de Ellen G. White, bem como apresentar uma proposta de seminário sobre o assunto. Fontes Esta investigação foi fundamentada em pesquisa bibliográfica. O uso de fontes primárias restringiu-se às declarações específicas de Ellen G. White e de outros autores diversos. Conclusões O conceito de sacudidura, ou peneiramento, ocorreu nos escritos de Ellen G. White praticamente ao longo de todo o seu ministério profético (1844-1915), sendo considerado dentro da moldura de cinco períodos básicos, marcados por uma crise específica que influenciou e teve um papel importante na contextualização das citações. A sacudidura escatológica é um período que acontecerá antes da segunda vinda de Cristo, finalizando com o término do juízo investigativo no santuário celestial (fechamento da porta da graça), abrangendo tanto indivíduos como grupos, tendo como causas: (1) rejeição da verdade; (2) a perseguição religiosa; (3) o sofrimento; (4) a rejeição do testemunho da Testemunha Verdadeira; (5) os falsos ensinos; e (6) os enganos satânicos sobrenaturais. Ao mesmo tempo que dentre o povo de Deus muitos sairão e se unirão aos ímpios, também muitos sairão dentre os ímpios e se unirão ao remanescente fiel, resultando numa polarização em relação aos mandamentos e ao povo remanescente de Deus. A sacudidura é um processo que tem um aspecto presente - já começou e está aumentando de intensidade; um aspecto iminente - a maior e final está prestes a acontecer; e um aspecto futuro - a grande e decisiva sacudidura ainda vai ocorrer. Palavras-chave: Sacudidura; Ellen G. White; Escatologia; Adventista. Topic The study consisted of a thematic and chronological exposition of Ellen G. White's statements about the eschatological shaking found in her writings published between 1844 and 1915. Purpose This study aimed at describing and analyzing the chronological development, the causes, and the main characteristics of the shaking in the published writings of Ellen G. White, as well as proposing a seminar about the topic. Sources The study was based on bibliographical research. The use of primary sources was restricted to the specific statements of Ellen G. White and to those of other authors. Conclusions The concept of shaking, or sifting, occurred in the writings of Ellen G. White virtually throughout all her prophetic ministry (1844-1915). In this study it was considered within the framework of five basic periods, marked by a particular impacting crisis that played an important role to set the background that prompted the quotations. The eschatological shaking is a period that will occur prior to the second coming, terminating with the end of the Investigative Judgment in the Heavenly Sanctuary (close of probation), encompassing both individuals and groups. These are the causes: (1) rejection of the truth; (2) religious persecution; (3) suffering; (4) rejection of the testimony of the True Witness; (5) false teachings; and (6) the supernatural satanic deceptions. While many from among God's people will leave their position and unite with the wicked, many others will abandon the ranks of the wicked and unite with the faithful remnant, resulting in a polarization regarding the commandments and God's remnant people. The shaking is a process with a present aspect: it has already started and is increasing in intensity; a pending aspect: the greater and final shaking is about to happen; and a future aspect: the great and decisive shaking will still occur. Keywords: Shaking; Sifting; Ellen G. White; Eschatology; Adventist. FONTE: http://www.unasp.edu.br/kerigma/dissertacoes7.01.asp Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! Qual a importância da Bíblia para os Adventistas do Sétimo Dia?A Bíblia Responde
FONTE: http://www.bibliaonline.net/aconselhamentos/?acao=resposta&numero=1710&lang=BR&link=bol Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! O ESPÍRITO SANTO NOS ÚLTIMOS DIAS
Ivanaudo B. Oliveira Ivanaudo Barbosa de Oliveira nasceu em lar adventista. Formou-se em Teologia em 1976, e obteve o Mestrado em 1990. Atualmente, é aluno do Doutorado. É casado com a professora Magali Oliveira e tem dois filhos – Audrey e Edrey. Atualmente, é Secretário da União Nordeste Brasileira. Objetivo deste estudo: Explicar o significado da chuva serôdia. Verdade Central: O último apelo do Espírito Santo a um mundo prestes a perecer. INTRODUÇÃO No estudo desta semana, faremos uma análise comparativa entre dois textos bíblicos. A primeira comparação será entre Joel 2:23 a 32 e Atos 2:1-41. Após essa comparação, faremos uma segunda entre Joel 2:23 a 32 e Apocalipse 14:6 e 7 e 18:1-4. Essas comparações serão feitas na moldura das duas chuvas que caem na Palestina – a temporã e a serôdia. Este simbolismo de chuva temporã e serôdia é emprestado pelos escritores bíblicos dos lavradores da Palestina. Ali, duas chuvas caem com regularidade cada ano. A primeira, conhecida como temporã, geralmente cai por volta de setembro e outubro. Nesse período, os lavradores aram a terra, preparando-a para o plantio do trigo e da cevada. Após a germinação, o crescimento e o aparecimento dos grãos, é necessária nova chuva, para o amadurecimento dos grãos e posterior colheita. Essa segunda chuva, conhecida como serôdia, cai por volta dos meses de março e início de abril. Tomando esses símbolos agrícolas, os escritores bíblicos dizem que Atos 2:1-41 foi o cumprimento da profecia de Joel 2 como chuva temporã. Esse foi o início da proclamação do evangelho eterno a todo o mundo. (Col. 2:23). Entretanto, os mesmos escritores afirmam que Joel 2 ainda se cumprirá como chuva serôdia em uma segunda manifestação do Espírito Santo, envolvendo todo o mundo, como prediz Apocalipse 14:6 e 7 e 18:1-4. Essa segunda e derradeira manifestação do Espírito Santo culminará com a pregação do evangelho a todo o mundo. I – CUMPRIMENTO DA PROMESSA EM ATOS 2 Jesus dissera aos discípulos: 'Permanecei na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder' (Luc. 24:49). E eles permaneceram até que os dias do Pentecostes foram cumpridos e o Espírito Santo lhes foi dado em plenitude. Ao receberem o Espírito Santo como dotação especial, começaram a pregar que Jesus Cristo era o cumprimento de todas as promessas do Antigo Testamento referentes ao Messias que haveria de vir. Pregavam com ousadia, tanto na língua materna como em outras línguas, até então desconhecidas para eles. Quando os acusadores colocaram em dúvida o fenômeno das línguas, Pedro se levantou corajosamente e disse que esse acontecimento era o cumprimento da profecia de Joel 2. Então, continuou sua defesa anunciando Jesus Cristo como o Messias (Atos 2:22 a 24). Usando o simbolismo mencionado acima, essa experiência foi comparada à chuva temporã. Ellen White concorda com este pensamento ao afirmar: 'O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi o começo da primeira chuva ou temporã; e glorioso foi o seu resultado. Até o fim do tempo a presença do Espírito Santo deve ser encontrada com a verdadeira igreja.' – Atos dos Apóstolos, pág. 54. O resultado do derramamento da chuva temporã foi visto nos seguintes acontecimentos: a. Os apóstolos pregaram o evangelho em línguas que nunca haviam conhecido antes (Atos 2). b. Conduzido pelo Espírito Santo, Felipe ministrou ao etíope no caminho de Gaza (Atos 8:29). c. Conduzido pelo Espírito Santo, Pedro foi pregar na casa de Cornélio, (Atos 10:19 e 20). d. O Espírito Santo dirigiu a condução do concílio em Jerusalém (Atos 15:28). e. O Espírito Santo proibiu Paulo de entrar na Bitínia e o conduziu à Macedônia (Atos 16:6-9). f. O evangelho foi pregado a todo o mundo conhecido de então, em um período de apenas 30 anos (Ver Col. 1:23). No contexto escatológico, este fato histórico do ano 31 d.C. é chamado de chuva temporã. Na vida de cada pessoa, há também um fato pessoal que pode ser chamado de chuva temporã. Este é o momento da conversão e do batismo, em que a pessoa aceita Jesus como seu Salvador pessoal. Ellen White reconhece que, em nossa experiência pessoal, além da chuva temporã também necessitamos da chuva serôdia para terminar a boa obra que o Espírito Santo iniciou em nossa vida. 'Embora acariciemos as bênçãos da primeira chuva, não devemos, por outro lado, perder de vista o fato de que, sem a chuva serôdia para encher a espiga e amadurecer o grão, a colheita não estará pronta para a ceifa, e o trabalho do semeador não terá sido em vão.' – Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, págs. 507 e 508. Conclusão: Há uma chuva temporã para a igreja como um corpo coletivo, no âmbito escatológico, e há uma chuva temporã na vida de cada pessoa que aceita Jesus como seu Salvador. II – O CUMPRIMENTO DA PROMESSA ANTES DO GRANDE DIA Quando lemos cuidadosamente as frases de Pedro no dia do Pentecostes, descobrimos novos conceitos das duas chuvas. Pedro citou Joel quando disse: 'E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do Meu Espírito sobre toda carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos...' (Atos 2:17). Pedro reconhece quatro pontos distintos em sua apresentação: 1. Que eles estavam vivendo no período denominado de últimos dias. 2. Que o dom de profecia estava ligado ao dom de línguas. 3. Pedro aplicou a profecia de Joel à experiência deles no Pentecostes de Atos 2. 4. Pedro também deixou em aberto um segundo cumprimento dessa profecia de Joel, ao afirmar que, antes do glorioso e grande dia do Senhor, as mesmas experiências seriam repetidas. É desse segundo acontecimento que Tiago afirma: 'Sede, pois, irmãos, pacientes, até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas' (Tiago 5:7). Note que, assim como houve o derramamento do Espírito Santo de maneira especial no começo da pregação do evangelho, nos dias da igreja primitiva, de maneira idêntica haverá a repetição daquela experiência de modo muito mais amplo, antes da volta de Jesus. Ellen White diz: 'Foi pela confissão e abandono do pecado, por fervente oração e consagração de si mesmos a Deus que, no dia de Pentecostes, os primeiros discípulos se prepararam para o derramamento do Espírito Santo. A mesma obra, mas em maior grau, deve ser feita agora.' – Advent Review and Sabbath Herald, 2 de março de 1897. Se aquela experiência foi chamada de chuva temporã, a última é chamada de chuva serôdia. Pedro fala do cumprimento de Joel 2 nos últimos dias que precedem o grande e terrível dia do Senhor. Na escatologia adventista, há três pontos importantes, neste texto de Pedro: a) O grande e terrível dia do Senhor é a segunda vinda de Jesus. Assim como o evangelho foi proclamado a todo o mundo conhecido nos dias da igreja primitiva, com o derramamento da chuva temporã, também será assim nos dias que precedem a vinda de Jesus com a chuva serôdia. Veja alguns dados: 1. Em 1910, havia um adventista para cada 13.600 não adventistas. 2. Em 1969, havia um adventista para cada 2.200 não adventistas. 3. Hoje (2006), há em média um adventista para cada 400 não adventistas. Ao fazer um paralelo entre o crescimento da Igreja Primitiva, sob o período da chuva temporã, com o crescimento da igreja de hoje, sob o período da chuva serôdia concluímos: 1. A igreja primitiva não tinha dinheiro, a igreja de hoje tem dinheiro. Eles cresceram sem dinheiro porque tinham a plenitude do Espírito Santo. Isso mostra que o dinheiro não é o fator mais importante. Mas também mostra que, se tivermos a plenitude do Espírito Santo, e ainda o dinheiro, podemos avançar mais rapidamente. 2. Eles não tinham igrejas, hoje temos milhares de igrejas. Eles cresceram porque tinham a plenitude do Espírito Santo, embora não tivessem igrejas. Se tivermos a plenitude do Espírito Santo, e ainda as igrejas, podemos avançar mais rapidamente que eles. 3. Eles não tinham escolas, hospitais e nem instituições, mas tinham a plenitude do Espírito Santo. O raciocínio é o mesmo. Podemos avançar mais rapidamente se tivermos a plenitude do Espírito Santo e ainda as facilidades e o prestígio das instituições. Conclusão: A parte mais importante para que a chuva serôdia produza seus grandiosos resultados não são dinheiro, igrejas ou instituições, mas a plenitude do Espírito Santo. É por isso que Ellen White afirma: 'A ausência do Espírito é que torna tão impotente o ministério evangélico.' – Parábolas de Jesus, pág. 328. Oremos pela plenitude do Espírito Santo. III – O CLÍMAX DA MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO Será um evento que encherá toda a Terra com a glória de Deus. Esse clímax está profetizado primeiro em Atos 3:19 e 20, quando Pedro disse: 'Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para serem cancelados os vossos pecados, a fim de que, da presença do Senhor, venham tempos de refrigério, e que envie Ele o Cristo, que já vos foi designado, Jesus.' Aqui, Pedro faz referência a três acontecimentos distintos. 1. O derramamento da plenitude do Espírito Santo (Chuva Serôdia). 2. A remoção final dos pecados dos justos que confiaram a vida a Jesus (A intercessão de Jesus no santuário celestial). 3. O segundo advento de Cristo como clímax final. Nesse contexto escatológico, os eventos finais ocorrem diante da apresentação das três mensagens angélicas de Apocalipse 14 ao mundo. É bom lembrar que Apocalipse 13 apresenta a obra do dragão, da besta e do falso profeta. O que eles querem é adoração. Diante do convite que a tríplice aliança faz ao mundo para adorá-los, Deus, por meio da mensagem de Apocalipse 14, convida todos a adorarem o Criador. Com muito respeito às entidades religiosas, e sem vanglória, afirmamos que não somos melhores que ninguém, mas que somos diferentes. E nossa diferença está exatamente na mensagem de Apocalipse 14 que pregamos. Os grandes pregadores da atualidade têm uma linda mensagem, têm bons sermões, têm bons ensinamentos, mas não podem pregar Apocalipse 14. Veja a quem a Sra. White coloca essa responsabilidade: 'Em sentido especial, foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como vigias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incide maravilhosa luz da Palavra de Deus. Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção.' – Exaltai-O, pág. 358. Diante dessa responsabilidade, a Igreja Adventista do Sétimo Dia está hoje presente na maioria dos países filiados à ONU. Mesmo com essa atrativa estatística, ainda temos desafios tão grandes, como a janela 10/40, [Faixa do globo terrestre entre os paralelos 10 e 40 do Hemisfério Norte, onde se concentra a maior população não evangelizada do mundo] mostrando que é impossível depormos as armas pensando que a guerra terminou. Além dessa região, temos o desafio de milhares de vilas na Índia, os milhões de chineses que nunca ouviram falar de Jesus, o mundo islamita, com mais de um bilhão de seguidores, e os milhares que nos cercam como vizinhos. Todo o nosso dinheiro, nossas instituições, nossas igrejas e esforços serão nada, se não tivermos a plenitude do Espírito Santo de Deus. Quando a Igreja estiver revestida desse poder, o Apocalipse 18 será realidade em nossa vida. Essa glória divina culminará com a pregação do evangelho a todo o mundo. Isso feito, haverá a ressurreição dos justos e a vinda de Jesus como clímax final. CONCLUSÃO Neste momento, o que cada um de nós deve saber é que a chuva temporã é um fato passado. Ele foi o cumprimento da profecia de Joel 2. O que devo perguntar é: Já recebi pessoalmente a chuva temporã em minha vida? Uma segunda preocupação que você e eu devemos ter é: Com certeza a igreja de Cristo receberá a chuva serôdia, porque está profetizado. Esta é uma certeza. A pergunta cruciante é: Como pessoa, estou pronto para receber a chuva serôdia? Estou pronto para participar da vitória e do clímax desta igreja? Se sua resposta for sim, então: 1 - Estaremos prontos a dar-Lhe as boas vindas. PARA DISCUSSÃO COM SUA CLASSE: 1 - Se alguém não está vivendo segundo a luz que conhece, poderá receber a bênção da chuva serôdia? (Veja este pensamento: 'Só os que estiverem à altura da luz que têm, receberão maior luz' – Advent Review and Sabbath Herald, 2 de março de 1897.
FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2006/com1322006.html Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu! Dr. Desmond Ford
(Deixou a IASD) (Informação foi do Pr. Ron Allen em 25/11/2005) http://www.goodnewsunlimited.org/ Hoje aposentado, Desmond Ford é Ph.D., nasceu em Queensland, Austrália, viveu e trabalhou no E.U.A. Foi professor e ministro do evangelho durante cinqüenta anos. Depois de sua conversão para o adventismo, começou a escrever temas religiosos e escreveu vinte livros e numerosos artigos subseqüentemente. Trabalhou como um pastor nas igrejas locais durante vários anos. Completou Bacharelado em Teologia na Faculdade de Avondale na Austrália em 1958; Mestrado em Teologia Sistemática na Universidade Andrews em 1959; o Ph.D. em Retórica sobre as Epístolas de Paulo, em Michigan, E.U.A., em 1961; e outro Ph.D. em escatologia na Universidade de Manchester, Inglaterra, em 1972. Foi cabeça do departamento de religião na Faculdade de Avondale na Austrália durante mais de dezesseis anos. Fazia parte do Comitê de Pesquisa Bíblica Adventista na Austrália e os E.U.A. Em agosto, 1980, 111 administradores, estudantes e doutores da IASD se encontraram durante uma semana para discutir sobre seu ponto de vista contrário ao Juízo Investigativo. Decidiram o seu futuro, no Colorado. Um entusiasta ávido, Ford voou o equivalente a mais de cinco vezes ao redor do mundo estando nos países Inglaterra, Irlanda, Noruega, Suécia, Finlândia, Alemanha, Rússia, África do Sul, Filipinas, Tailândia, Nova Zelândia, e Canadá, mais viagem extensa dentro do E.U.A. É considerado perito em escatologia. A controvérsia do Dr. Desmond Ford começou num encontro: O fórum Adventista, reunido no campos do Pacific Union College, em 27 de outubro de 1979. (ele ali estava como empréstimo para esta instituição da Divisão Australiana e do Avondale College, onde tinha sido o chefe do Departamento de Teologia). Ele, naquela ocasião, apresentou o tema: 'O juízo Investigativo, marco Teológico ou Necessidade Histórica?'. Embora relutasse em apresentar suas convicções sobre o santuário no fórum, ele permitiu ser persuadido a fazê-lo, expondo suas crenças concernentes ao juízo investigativo no santuário celestial e como elas diferiam das posições comumente aceitas pelos ASD. Não se sabia, então, a proporção que assumiria este encontro diante do Adventismo. Os pontos de vista do Dr. Desmond Ford podem ser traçados em referências a cerca de 35 anos atrás. No tempo quando ele era ainda um anglicano. Nesta situação ele se interessou nos ensinamentos Adventistas, e neste mesmo tempo ele começou a ler os escritos de EGW. Simultaneamente ele estava estudando o Livro de Hebreus, e já nesta época ele pensou, ao ler Hebreus 9, que isto era diferente do que os ASD diziam. 'Eles tem problema aqui', arrazoou consigo mesmo. Nestas circunstâncias acontece o discurso do Dr. Ford. Neste seu discurso ele ataca a doutrina distinta do santuário quando duvida: (1) Da validade do princípio dia/ano no entendimento do tempo em profecia. (2) Do ensinamento que no contexto de DANIEL 8:14 são os pecados dos santos que Têm maculado o santuário; e ainda duvida da necessidade de sua purificação. (3) Da tradução da palavra Hebraica Nisdaq em Dn. 8:14, ou seja, purificação. A maior tese do Dr. Ford foi que o dia da expiação está ligado intimamente a Hb. 9 e 10, e que quando estes capítulos parecem falar do aparecimento de Cristo na presença de Deus no lugar santíssimo na sua ascensão, em 31 A. D., claramente aponta para o início do antítipo dia da expiação - e que este evento não envolve a obra do juízo investigativo. Segundo Dr. Desmond Ford não há juízo investigativo começando em 1844 como afirma os ASD e os escritos de EGW. O que aconteceu em 1844, segundo ele, foi o surgimento do povo Adventista para proclamar o evangelho em sua plenitude, assim que todos que ouvirem serão julgados por sua resposta a mensagem do evangelho. O tradicional entendimento Adventista de 1844, com sua mudança do ministério de cristo passando do lugar santo para o santíssimo do santuário celestial, é para Dr. Ford caracterizado como um doutrina baseada na mudança geográfica ou mobiliada do trono de Deus, com o que não concorda. Para apoiar sua posição ele relacionou algumas referências de EGW que segundo ele, ensinam claramente que Cristo foi direto ao santíssimo na sua ascensão. Quando tais citações foram submetidas a um cuidadoso estudo, percebeu-se que ele as tinha usado para o contexto e em contradição direta a posição de EGW. Ford usou estas declarações para indicar unicamente que nosso livre acesso ao pai através de cristo em sua ascensão não tinha nenhum problema. Porém usar estas passagens para negar a clara posição da própria EGW sobre 1844 e o começo da 2ª fase do ministério sumo-sacerdotal de Cristo, isto é, torná-los fora do contexto é inadimissível. Este aberto desafio do Dr. Ford a posição longamente defendida pela igreja de Dn. 8:14 e o juízo investigativo, bem como suas implicações de seu ponto de vista sobre a função e ensinos de EGW, criaram uma agitação nos círculos Adventistas. Como a insatisfação cresceu, o Dr. Jack Cassel, diretor geral do Pacific Union College (PUC), e do Dr. Gordon Nadgwick, diretor acadêmico, aconselharam-se com os líderes denominacionais em Washington, D.C., em 28/11/1979, num encontro da liderança da Pacific Union Conference e a administração do Pacific Union College, não pela C. G. Esta consulta com líderes denominacionais resultou em que Dr. Ford foi convidado a se ausentar de suas responsabilidades de ensino no PUC. Para se dedicar à pesquisa e escrever seus pontos de vista para uma apresentação a uma comissão de estudo a ser estabelecida pela C.G. Em 20/12/1979, a Adventist Review, Publicou que o Dr. Ford foram dados 6 meses para fazer a pesquisa para explicar através de um trabalho a doutrina do santuário. O plano incluía a apresentação de seus estudos a eruditos da Bíblia, professores e líderes denominacionais, que se encontrariam periodicamente com Dr. Ford. A finalidade desta comissão era para ver se alguma evidência Bíblica fora, talvez, esquecida, a qual requeria atenção da igreja. Dr. Ford e família mudaram para Washington, onde a C.G. colocava um escritório a sua disposição, e abria os arquivos do White Estate e ajuda de secretária. Durante os primeiros 6 meses de 1980 ele produziu um documento de 6 capítulos de aproximadamente 1.000 páginas. A comissão de 14 membros, constituída em sua maioria de especialistas em teologia Bíblica e sistemática, liderada pelo Dr. Richard Hammil se encontraram três vezes com Dr. Ford: 4 e 6 de abril, nos escritórios da C. G., em Washington, D.C.; 29 e 30 de maio e 15 e 16 de junho, ambas na Andrews University. A função desta comissão era exclusivamente de aconselhamento. Esforços foram feitos para ajudar Dr. Ford em sua exegese, uso de fonte e conclusões. Além das sugestões orais, Dr. Hammil pediu ao grupo de eruditos que apresentassem comentários escritos para cada seção do manuscrito, o quê aconteceu. Quando porém o manuscrito final do Dr. Ford saiu, foi um desapontamento total para comissão, pois não houve nenhuma aparente mudança de qualquer posição teológica. Depois de se encontrarem com o Dr. Ford por 50 horas, durante cujo tempo foram feitas numerosas sugestões escritas e orais. Destas ele não acatou a simples sugestão, o que fez foi acrescentar mais argumentos para manter sua posição original. Esta inflexibilidade e imutabilidade de Dr. Ford pareceu dar a impressão de uma atitude de Inerrância. Em seguida o material foi enviado a uma grande comissão de 125 membros previamente apontados para rever o documento. Isto ocorreu no dia 1 de julho de 1980. Este grupo foi convidado a encontrar-se nos dias 10 a 15 de agosto de 1980, no acampamento jovem de Glalier View da associação do Colorado situado a 292 metros de altura nas montanhas Rockies. Dos 125 convidados 114 se fizeram presentes. As faltas se deram por motivo de enfermidade e outras razões. Pr. Neal Wilson, disse que naquele momento muitos fiéis irmãos estavam jejuando e orando para que Deus dirigisse esta reunião especial. Ficou declarado que Dr. Ford não estava sendo avaliado mas sim suas idéias. E cada participante fosse honesto e dissesse, sinceramente, o que pensava. E acrescentou que todos tinham imunidade neste encontro. Organização de Trabalho - A comissão foi dividida em 7 grupos de aproximadamente 16 pessoas. Os delegados foram distribuídos pelos grupos de tal forma que estes tivessem representantes de todas as áreas: eruditos, professores, pastores, administradores. Os trabalhos começavam as 8:30 h. e continuavam até à tarde as 15:30 h., os delegados estudavam a Bíblia oravam, levantavam questões e sugeriam respostas. O estudo das questões giravam em torno de quatro áreas: A natureza da profecia, a purificação do santuário e o juízo investigativo no AT; a purificação do santuário e o juízo investigativo no NT; a função dos escritos de EGW em matéria de doutrinas. Todos os grupos estudavam e respondiam as mesmas questões, cada dia, sobre os tópicos acima relacionados. E pela tarde os secretários dos grupos de estudo liam seus relatórios nas sessões plenárias. Houve marcada unanimidade, e qualquer um podia perceber que o Espírito Santo estava conduzindo as conclusões. Como o que estava sendo analisado não era o homem, mas suas idéias, por isso o encontro não incluía tempo para Dr. Ford falar. Porém alguns delegados solicitaram a liderança dar a Dr. Ford responder a perguntas em público. Eles sentiram que se esta oportunidade não lhe fosse oferecida para defender suas idéias pessoalmente, alguns membros e líderes poderiam atender mal a situação. Assim mais de uma hora na 3ª feira, 4ª feira e 5ª feira foi estabelecida em sessão plenária para Dr. Ford classificar suas idéias e responder perguntas. Nestas ocasiões apelos públicos diversos foram feitos dentro de um espírito cristão de respeito e cortesia. As noites foram dedicadas a respostas especiais relacionadas com o tema: Dr. William Shea, 'Daniel e o julgamento'; Dr. Fritz Guy ' Implicações Teológicas'; Bert Haloviak apresentou uma sinopse da pesquisa doutoral de Roy Adams, 'Pioneiros, Panteístas e Progressistas'; A. F. Ballenger e 'Caminhos divergentes para o Santuário'. Às 16h da 6ª feira, 15 de agosto as reuniões terminaram, sem se conseguir que Dr. Desmond Ford acatasse a posição doutrinária da IASD, defendida por este representativo grupo da igreja. Desta forma se encerraram os trabalhos da comissão de revisão do santuário. No dia 2/9/1980, a comissão consultiva do presidente da C. G. (Prexad) analisou cuidadosamente a situação do Dr. Ford sob 4 aspectos: (1) A falta de clareza, suas ambigüidades, sua falta de concisão em suas respostas poderiam facilmente se tornar causa de conflitos futuros e relacionamento administrativo infeliz. (2) A comissão de revisão do santuário rejeitou seus argumentos sobre santuário celestial, juízo investigativo e função de EGW na igreja como nas distintas crenças destas áreas, a despeito de sua carta afirmar o contrário. (3) Dr. Ford não aceitou nenhum conselho individual ou das comissões que estudaram seu caso. Além disso, falhou no senso de sua responsabilidade porque o efeito de suas palestras e da distribuição ampla de seus escritos e fitas têm causado divisões dentro da igreja em diversos continentes. (4) Embora Dr. Ford ter garantido que só trabalhava para garantir a unidade da igreja, ele tem tomado atitudes subversivas para o bem-estar da igreja. (5) À luz destes fatos a 'Prexad' recomendou a Divisão Australiana que fosse dado ao Dr. Ford a Oportunidade de uma retirada voluntária das funções de ensino e do ministério pastoral, neste caso suas credenciais se tornaram inválidas. Todo esse ocorrido serviu apenas para reafirmar mais ainda o tema do santuário como doutrina pilar. E foi assim que a IASD superou mais uma crise. Um dia o Dr. Ford (Australia) escreveu uma carta ao Dr. Richard Davidson (Andrews University), implorando para que desistisse da doutrina do santuário, para que não gastasse tempo defendendo uma doutrina que segundo ele não existe. Na Austrália, 50% dos pastores não crêem no Santuário Celestial. Houve um encontro com 50 pastores no centro da Austrália. O Dr. Davidson só tinha uma hora para falar sobre o assunto e procurou fazer o melhor. Depois alguns pastores falaram que nos últimos 15 anos não se falara mais sobre o assunto. O Dr. Davidson disse ter visto lágrimas descendo. Muitos disseram que a partir daquele momento podiam voltar a acreditar nesta doutrina. Começa a haver um movimento de retorno ao santuário. Ford agora é aposentado e está novamente na Austrália, e está animado para destruir a mensagem do santuário. Mesmo assim o Dr. Davidson o considera irmão na fé. Pois foi ele que ensinou a doutrina da justificação pela fé e como ter certeza sobre a salvação. Diz dever muito a ele. Querer que volte novamente a falar desses assuntos com o mesmo poder.
FONTE: http://www.osantuario.com.br/ford.php Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! 6月29日 Deus o Espírito Santo
Pr. Neumoel Stina
A VOZ DA PROFECIA
Se desejar uma cópia do sermão, o mesmo se encontra abaixo. Deus, o Espírito Santo O assunto de hoje fala de Deus o Espírito Santo. As lamparinas brilhavam fracamente no cenáculo enquanto os discípulos conversavam com o Mestre. As perguntas que Lhe fizeram após o convívio de aproximadamente três anos e meio demonstraram que eles ainda não haviam entendido completamente a razão de Sua missão na Terra. Eles continuavam esperando que Ele libertasse sua nação do domínio romano. Jesus, ao procurar prepará-los para os alarmantes acontecimentos que pairavam sobre eles, podia entender sua confusão. Ele falou do dom que Ele e Seu Pai enviariam ao mundo - o Espírito Santo. 'Não se preocupem com o futuro', teria Ele dito com efeito. Vocês terão Minha presença na pessoa do Espírito Santo. Ele os guiará e os susterá através de cada experiência, por mais difícil e probante que seja. Como um dos membros da Trindade, o Espírito Santo é uma pessoa, e totalmente divina. Ele participou ativamente com o Pai e o Filho na Criação, e a partir de então tem estado intimamente envolvido na concretização do plano da salvação. No Evangelho de João, nos capítulos 14, 15 e 16, está registrada a descrição que Cristo fez da obra do Espírito Santo. Ele é chamado o Espírito da verdade (14:17), O qual é enviado em nome de Jesus (verso26) para habitar com os discípulos (verso 17). 'Esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito' (14:26.) Ele foi enviado para dar testemunho de Jesus (15:26). E pelo fato de não estar limitado pelo tempo ou espaço, ele pode representar a Cristo perante pessoas de todos os lugares e de todas as épocas. Além de cooperar com o trabalho dos discípulos de Cristo, hablitando-os a cumprir sua comissão, o Espírito Santo estaria presente entre os inconversos, convencendo-os do pecado, da justiça e do juízo (16.8). É possível que a pessoa e a obra do Espírito Santo sejam as menos entendidas dos membros da Trindade. Isto é porque a natureza da Sua obra é representar Cristo e o Pai em vez de Si mesmo. Através do ministério do Espírito Santo, homens de Deus escreveram as Escrituras, as quais testificam de Jesus. 'Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus, falaram inspirados pelo Espírito Santo' II Pedro 1:21 Ele encheu de poder a vida de Cristo. Através do Seu ministério as Escrituras vêm até nós cheias de vida, tornando Cristo real, amolecendo nosso coração para aceitar o Salvador, e nos capacitando a viver para Ele. O Espírito Santo está envolvido em cada aspecto de nossa experiência cristã. Quando nos dirigimos a Deus é porque o Espírito trabalhou em nosso coração. E quando o Espírito Santo trabalha no nosso coração Ele desperta em nós o desejo de conhecer a Deus, e viver segundo a Sua vontade. Quando desejamos conhecer melhor a Deus através da Bíblia, e pedimos entendimento, o Espírito Santo nos guia aos textos que devemos estudar, ajuda-nos a obter compreensão clara através de nosso estudo e das impressões divinas quanto ao significado dos textos, e nos ajuda por em prática em nossa vida o que lemos. Ele então nos dá força para viver as verdades que aprendemos. Quando sentimos tristeza por nossos pecados e nos arrependemos, é porque o Espírito Santo está operando em nosso ser. Tudo o que compreendemos a respeito de Deus e de Jesus, o entendemos mais completamente porque o Espírito Santo, de modo humilde e anônimo, está fazendo o trabalho que foi comissionado a fazer em favor de cada pessoa. O Espírito Santo também fortalece a igreja e os indivíduos através dos dons espirituais, alguns dos quais são notáveis em sua natureza, enquanto outros são menos extraordinários, mas igualmente essenciais. Muitos dos dons do Espírito são mencionados em Efésios 4:11, onde lemos: 'E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas outros para evangelistas, e outros para pastores.' Mencionado tanto nos primeiros como nos últimos versos da Bíblia, o Espírito Santo tem estado em atividade na Criação, Encarnação, e Redenção. Como representante pessoal de Jesus, Ele faz pelas pessoas o mesmo que Jesus faria se estivesse fisicamente presente. 'Quando o Espírito de Deus toma posse do coração, Ele transforma a vida. Os pensamentos pecaminosos são afastados, renunciadas as más ações; o amor, a humildade, e a paz tomam o lugar da ira, da inveja e da contenda. A alegria substitui a tristeza, e o semblante reflete a luz do Céu. Ninguém vê a mão que suspende o fardo, nem a luz que desce das cortes celestiais. A bênção vem quando, pela fé, a alma se entrega a Deus. Então, aquele poder que olho algum pode discernir, cria um novo ser à imagem de Deus.' DTN, 173. É a atuação de Deus, Espírito Santo. Que Ele possa tocar o nosso coração e que nossa vida possa ser transformada dia a dia. É o nosso grande anseio, Amém. A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação
FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7028 Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! Os males são resultado do destino?Os males são resultado do destino? Há pessoas que não se constrangem em acusar a Deus pelos males que acontecem. É certo que Deus não apenas disciplina e corrige os Seus filhos errantes (Apocalipse 3:19), mas também castiga e destruirá, finalmente, a todos os ímpios impenitentes (Mal. 4:1; Judas 5-7; Apocalipse 20:11-15). Mas essa disciplina e esse castigo são sempre a reação divina, misericordiosa e justa, à manifestação destrutiva do pecado (Rom. 6:23). Assim, não podemos jamais responsabilizar a Deus pelos males que existem no mundo. Ao longo das Escrituras encontramos inúmeros incidentes em que pessoas, fazendo uso de seu livre-arbítrio, afastaram-se do plano de Deus, e acabaram tendo de suportar as desastrosas conseqüências de suas próprias ações. Foi assim que o pecado entrou no mundo (Gênesis, capítulo 3), e apesar das advertências divinas (Gênesis 2:15-17). Foi também assim que muitos idólatras israelitas acabaram perdendo a vida, em decorrência de sua atrevida desobediência às leis divinas (Êxodo 32 e 20:1-6). E será pela obstinada recusa de aceitar o convite divino à salvação que muitos se perderão, apesar da vontade de Deus ser que “nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2a Pedro 3:9). O princípio da escolha e de suas conseqüências é claramente enunciado nas palavras “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). Existem males que nos sobrevêm, e que não podem ser qualificados como castigo divino nem como resultado de nossa imprudência pessoal. Eles ocorrem devido à própria presença do pecado (2a Tim. 3:1-7) e à atuação das forças demoníacas (Efésios 6:10-12). Os sofrimentos de Cristo (Mateus 26 e 27) e do apóstolo Paulo (2a Cor. 11:23-27) confirmam essa realidade (João 15:20; 16:33). Mas, além da maravilhosa promessa de que Deus não permite que ninguém seja tentado além de suas forças (1a Cor. 10:13), temos também a confortadora certeza de que Ele é poderoso para transformar males em bem, de forma que “todas as coisas” cooperem eventualmente para o nosso próprio bem (Romanos 8:28). Num mundo habitado por criaturas morais, dotadas de livre-arbítrio, Deus não predetermina ou predestina tudo o que acontece. Portanto, não podemos culpar o “destino” pelas conseqüências de nossos atos ou pelos males provocados pelos poderes das trevas, antagônicos (contrários) à vontade divina. Mas, como disse alguém, apesar de Deus nunca ter prometido “eliminar todas as tempestades de nossa vida, Ele nos deu a certeza de estar conosco em meio às tempestades”. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000790 Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! MEU REINO NÃO É DESTE MUNDOO que Jesus quis dizer com a seguinte expressão: ‘Meu reino não é deste mundo'? Na época de Jesus Israel estava sob o domínio opressor dos Romanos. Eles eram obrigados a pagar altas taxas aos seus dominadores e viviam sob grande humilhação. Como exemplo, um soldado romano podia obrigar um judeu a carregar sua carga por uma milha (cerca de 1 quilômetro e meio). Esse jugo havia começado no ano de 63 AC. Os judeus criam que quando o Messias viesse iria se tornar rei de Israel, comandando as tropas para os libertar do jugo romano. Mas Jesus veio para cumprir uma missão muito maior, um outro propósito. Ele não tinha a intenção de derrotar a supremacia Romana, embora alguns dos seus discípulos tivessem essa expectativa. Ele veio para anunciar um outro reino. João 18:36 informa: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (João 18:36). Jesus pregou o evangelho com a finalidade de libertar Israel do pecado, da ignorância a fim de anunciar a justiça, o amor, a verdade. Veio fundar um novo reino. Um reino que não é regido por governantes, que erram, mas pelo próprio Deus. Um reino para subsistir pela eternidade. “Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 1:11). Os discípulos demoraram compreender o objetivo da missão de Jesus, pois constantemente, mesmo com todas as suas advertências, eles discutiam sobre quem seria o maior deles (Mateus 18:1 e Lucas 22:24). Jesus, querendo que eles compreendessem, dizia que o maior é aquele que serve, e que dessa forma o exemplo máximo de serviço aos semelhantes seria dado, através de sua morte. “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13). Jesus hoje nos convida a aceitar a natureza espiritual de seu reino, que logo, logo, será estabelecido. (Mateus 3:2, 4:17, 5:3). Se os judeus tivessem aceitado o ministério de Jesus e seus ensinos, provavelmente teriam uma melhor sorte, pois teriam evitado um grande número de problemas que lhes sobrevieram ao longo dos séculos, e quem sabe não seriam até hoje o povo escolhido por Deus para dar sua mensagem? Contudo eles O rejeitaram. Mas nós podemos hoje aceitar o reino de Deus, e crer que em “breve virá”. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000791 Instale a Barra de Ferramentas com Desktop Search e ganhe EMOTICONS para o Messenger! É GRÁTIS! LIÇÃO 01 - Para tal tempo como este: O apóstolo Paulo - Comentário Gilson NeryLição 01. Terceiro trimestre. 28 / 06 / a 04 / 07 / 008 Comentários de Gilson Nery Esc. Sabatina.
Para tal tempo como este: O apóstolo Paulo
Para tal tempo como este: Jesus Cristo. Gl. 4:4; para tal tempo como este: Abel. Heb. 11:4; para tal tempo como este: Enoque. 11:5; Noé. Verso 7; Abraão, verso 8; Sara, V. 11; Isaque, V. 20; Jacó, V. 21; José, V 22; Moisés, V. 23; a Nação de Israel, 29; Raabe, 31; as mulheres que receberam de volta pela ressurreição os seus filhos, V. 35; Gideão; Baraque; Sansão; Jefté. V. 32; Josué; Samuel; Ester; Rute; Esdras; Neemias; Davi; Salomão; Josias; Manasses; Ezequias; Isaias; Jeremias; Ezequiel; Daniel; Mizael; Azarias; Hananias; Oseias; Joel; Amós; Obadias; Jonas; Miquéias; Naum; Habacuque; Sofonias; Ageu; Zacarias; Malaquias; João Batista; os doze apóstolos; os setenta discípulos; Nicodemos; José de Arimatéia; a mulher samaritana; Maria Madalena; Maria a agraciada mãe de Jesus; os Valdenses na Europa; João Wycliffe; João Huss; Lutero; Ulrich Zwinglio; Calvino; Tyndale; João Knox; Wesley; Guilherme Millser; José Wolff; Ellen White; James White; Urias Smith; Os verdadeiros, sinceros santos homens e mulheres da igreja Católica, que viveram a luz que tinham em sua época. Para tal tempo como este: “Você que está lendo estas linhas.” Deus tem um plano para cada criatura Sua; um plano e um processo diferente para cada caso e para cada uma destas Suas criaturas, ao chamá-las para os Seus empreendimentos divinos para que se enquadrem nestes Seus planos; Conhecedor de cada caso, de cada pessoa e de suas naturezas, Ele aplica métodos e processos vários neste chamado; para a grande maioria, ser chamado por meios de visões e processos miraculosos e fenomenais, não causaria efeitos benéficos nestas pessoas, mas sim, altamente maléficos, porque descentralizaria, nestas pessoas, o valor da revelação da Palavra escrita do Cânon já formado e firmemente estabelecido das Escrituras como a única regra de fé e crença; Deus sabe a que pessoas Ele pode, sem prejuízo destas, Se revelar por revelações miraculosas ou não, e, este é o motivo porque são raras as vezes em que o processo que foi usado no caso Paulo, não é usado freqüentemente e em geral para todos. Precisamos, também, considerar que Paulo era uma pessoa muito bem orientada e estruturada e altamente versada nas Escrituras e, dificilmente, uma revelação miraculosa neutralizaria ou descentralizaria, em sua pessoa, a autoridade e a prioridade que a Escrituras Sagradas deve ter na vida de todos os servos de Deus, pelo contrário, a sua fé e confiança, foram estabelecidas ( I Cor. 4:6 ); se Paulo não tivesse este alicerce bíblico e tivesse uma outra mentalidade, aquela visão, no caminho de Damasco, a medida que o tempo passasse, correria o risco de ser interpretada como uma alucinação coletiva em sua vida, ou coisa semelhante, mas, ao confrontá-la com as evidências das profecias Messiânicas e, ajudado pelo seu dom do discernimento, ele pode ver, pela fé, o cumprimento destas profecias na Pessoa que lhe apareceu e lhe falou, no caminho que vai para Damasco; Eu pergunto: Paulo foi mais privilegiado do que nós, ao passar por aquela experiência miraculosa? Resp. Não, nas devidas proporções, os privilégios são iguais e, talvez nós sejamos até mais privilegiados porque existe uma Bem-aventurança pronunciada por Cristo, para os que não O viram Pessoalmente e mesmo não O vendo, creram. João 20:29.
Verso para memorizar: A nossa motivação precisa visar sempre a Glória de Deus e nunca a nossa própria glória e, foi o Próprio Deus que disse que quando nos gloriarmos que o façamos em conhecê-Lo e saber que Ele é o Senhor que faz misericórdia, juízo e justiça na terra, porque, diz Ele, destas coisas Me agrado. Ver Jr. 9:23-24. Precisamos nos conscientizar sempre que, “tudo vem de Deus ( inclusive nós mesmos ) e, das Suas mãos nós Lhe damos.” I Cr. 29:14. Nada podemos dar para Deus que não tenhamos recebido Dele; gloriar-se de que?
Parte de domingo. A origem de Paulo.
Perg. 01 – Duas cidadanias e uma poderosa seita judaica, o farisaísmo, e, isso sem falar do seu elevado posto de membro do Sinédrio, ele era humanamente falando, do tipo “blindado,”romano de nascimento, judeu por descendência, poderoso por religião e revestido da autoridade do Sinédrio, o tribunal eclesiástico e civil judaico e, mesmo depois que perdeu estes poderes, por amor ao Evangelho e quando da sua conversão, continuou ainda, exercendo influência forte sobre as massas quando o ouviam dando o seu testemunho histórico de sua conversão. Ver At. 21:39;22:25-29;26:28. Al. Ver.Corg. Ant.
Parte de segunda feira. Paulo: Conversão e chamado.
Perg. 02 – Uma Luz, uma voz, Uma Pessoa ( Jesus Cristo ), um encontro e, uma mudança de vida de efeitos eternos, eis os acontecimentos que moldaram o chamado de Paulo para a obra de Deus. Perg. 03 – Se bem que Cristo seja o Único Astro Rei do sistema solar do cristianismo (João 8:12;Ml.4:2 ),enquanto permanecermos voltados para Este Astro, estaremos sempre refletindo a Sua luz para as trevas deste mundo. Mt. 5:14;Fil.2:15;ICor. 4:9;Isa. 60:1-3; somente neste aspecto é que Paulo e Barnabé, aplicaram a si próprios este título de luz para os gentios; não esqueçamos nunca disso!
Parte de terça feira. Paulo: homem “sujeito aos mesmos sentimentos.”
Nota em terceiro parágrafo: O que abreviou a brilhante carreira de Paulo como missionário de Cristo e Seu Evangelho, basicamente falando, não foi o fato de ter exigido os seus direitos, mas sim, o ele ter dado ouvido aos conselhos covardes da igreja de Jerusalém aconselhando-o a ir ao templo judaico oferecer o ritual cerimonial de um sistema já abolido na Cruz de Cristo; o seu lugar não era dentro daquele templo oferecendo ofertas cerimoniais, mas no fronte da evangelização e se mantendo pela fé, dentro do Santuário Celestial. Ver, para comprovação do erro da igreja de Jerusalém, At. 21:17-26;Atos dos Apóstolos págs. 4:3;404-406:1. Perg. 04 – Note estes fatos importantes da vida de Paulo: O seu encontro com Cristo no caminho para Damasco, ocorreu aproximadamente, por vota do ano 35 d.C.; a descrição feito por ele próprio da sua natureza pecaminosa ativa, ( Rom. 7:14-25 ), foi feita por volta do ano 57-58 d.C., portanto, 23 anos depois da sua conversão e, a sua declaração em Gálatas 2:20, de que já estava crucificado com Cristo e que não vivia mais ele, mas que Cristo vivia nele, foi feita por volta do ano 55 d.C., ou seja, 20 anos depois de sua conversão; considerando estas datas e estes fatos, na vida de Paulo, podemos notar, para conforto e ânimo nosso, que um homem convertido e que já está crucificado com Cristo e que não vive mais ele, mas Cristo vive nele ( não por ele ), não significa que já possui “carne santa,” e livre da natureza pecaminosa e venenosa como a possuem os demais pecadores, com a qual luta ainda vivem ela; a diferença entre o homem convertido e espiritual e o homem carnal, não convertido e natural, não reside no fato de possuir ou não uma natureza pecaminosa, mas no fato de se manter em luta com esta natureza e não está mais acomodado e entregue as suas exigências carnais; Gálatas 2:20 não diz que Cristo vivia Por Paulo, mas sim, em Paulo, ajudando-o em suas lutas contra a sua pecaminosidade, se Cristo vivesse “por” Paulo, ele não teria lutas contra a sua velha natureza, porque Cristo lutaria por ele e, se assim fosse, como muitos estão pregando por aí, Paulo ou qualquer um outro cristão, ficaria apenas assistindo de “Camarote,” a luta de Cristo “por” ele, e, já viu, não é, toda vez que este homem caísse em algum fracasso em sua vida espiritual, Quem teria fracassado seria Aquele que estaria lutando e vivendo por ele, portanto, tomemos ânimo e partamos para o combate da fé, porque a despeito da nossa velha natureza pecaminosa, Cristo ainda vive em nós; é verdade que a Bíblia diz que os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências ( Gl. 5:24 ), mas, não devemos esquecer que a morte por crucificação, era por processo lento e não instantâneo, Paulo, o homem crucificado com Cristo, disse de si mesmo: “Eu vos declaro que cada dia morro... .” I Cor. 15:31, portanto, nada de desânimo ou dúvidas a respeito da nossa conversão ao nos depararmos de que ainda somos portadores de uma natureza pecaminosa, esta será eliminada radicalmente, apenas por ocasião da glorificação, se perseverarmos na luta, com Cristo vivendo em nós, crucificados com Ele, morrendo cada dia com Ele e ressuscitando cada dia com Ele. Amém. Perg. 05 – Quando seremos totalmente livres do corpo desta morte? Existem três aspectos nesta questão: Livramento da escravidão e exigências do corpo desta morte, no sentido de passarmos a ter opção de luta e ajuda nesta luta com este corpo desta morte; por termos sido absolvidos desta condenação em um aspecto forense; livramento da escravidão no dia a dia, e finalmente, livramento radical e absoluto de todo o vestígio do corpo desta morte, na glorificação. Nota da perg. 05 – Por que carregar o peso de nossas culpas e pecados depois que os braços eternos, marcados pela crucificação, já Se tornaram portadores de nossos pecados e culpas? Dt. 33:27; Isa. 53:4 e 6; seria uma grande e risível bobagem!
Parte de quarta feira. Vida e salvação por meio de Cristo.
Perg. 06:
1 – Rom. 5:10 – Fomos reconciliados quando ainda éramos inimigos de Deus. 2 – Rom. 6:18 – Libertos da condenação da lei que é a segunda morte. 3 – Rom.8:15-17 – Mudança de escravos que éramos, para filhos da Realeza. 4 – I Tim. 2:6 – Fomos resgatados, ou, comprados por preço infinito. 5 – I pd. 1:18,19 – O sangue de Cristo foi a moeda que pagou o nosso resgate.
Nota do rodapé: Precisamos enfatizar sempre a Cruz de Cristo e o Seu Santuário Celestial juntamente, porque Cristo não Se encontra mais na Cruz, mas sim, no Santuário.
Parte de quinta feira. Temas de esperança.
Perg. 07 – No mundo cristão fala-se muito em fazer promessas, promessas de políticos, promessas para os santos que já se encontram nos Céus, promessas para Jesus Cristo e promessas para o Pai Celestial, mas fala-se pouco nas promessas preciosas e poderosas que Deus faz para nós seres humanos; por mais santo que seja um santo, quer no céu, quer na terra, que valor existe em nossas promessas ou em suas promessas, e fazer promessas para eles? Que valor existe em nossas promessas para a Divindade? Em si mesmas, as nossas promessas e, mesmo as promessas do mais santo no Céu ou na terra, nada valem; o poder está nas promessas poderosas que Deus faz a nós, estas são Onipotentes e podem remover qualquer montanha, mesmo que esta seja feita a partir das profundezas da terra; todas as nossas esperanças precisam estar estabelecidas nas promessas de Deus e nunca em nossas promessas feitas a Ele; é em Suas promessas que se encontra o Seu divino Poder ( II Pd. 1:3 ), poder este que pode fazer-nos participantes da natureza divina para sermos santos; o verso 8 nos fala que estas coisas precisam existir em nós em abundância e, assim teremos pleno conhecimento do Senhor Jesus Cristo, e, por falar em promessas, nós precisamos urgentemente, aprender a assimilar o espírito de vida existente em cada mandamento da lei de Deus, porque cada mandamento de Deus é, em si mesmo, promessas de poder para obedecer, é, portanto, imprescindível que assimilemos este poder-promessa, de toda a palavra que sai da boca de Deus; os dez mandamentos, por exemplo, são 10 promessas de poder e não apenas mandamentos sem vida, este é o espírito e vida que existe na Palavra de Deus de que falou Jesus em João 6:63, esta é a promessa que se encontra embutida em cada mandamento da lei de Deus e, que nós precisamos assimilar na alma para termos vida, a vida de Deus para que possamos guardar estes mandamentos; “Pela Palavra do Senhor foram feitos os Céus, e todo o exércitos deles, pelo sopro de Sua boca.” Salmo 33:6 e, é por esta mesma Palavra que somos de novo gerados para que possamos viver de toda a Palavra que sai da boca de Deus; esta são as razões, estas são as preciosas promessas, este é o poder e o espírito de vida da Sua Palavra. Perg. 08 – É importante que entendamos que todos os mortos, quer bons ou maus, estão em repouso absoluto e absolutamente sem noção de nada do que se passa entre os vivos e, que nenhum deles está passando pelos horrores da infernal doutrina do inferno ou do pretenso purgatório “limpa bolsas,” “limpa bolsos,” “limpa contas bancárias,” etc, é importante, também, entender esta verdade, para que não sejamos enganados com supostas aparições de espíritos de pessoas que já morreram ou que estejam se comunicando com o mundo dos vivos através de processos vários; é importante que conheçamos estas verdades, para que possuamos doce esperança de termos outra vez entre nós, as pessoas que tanto amávamos e que ainda amamos, em carne e ossos e glorificadas para nunca mais nos separarmos delas eternamente; estas são as razões e a importância da esperança da ressurreição dos mortos no último dia, importância esta e verdade esta, que é aniquilada das mentes do povo pelo ensinamento de que logo após a morte cada pessoa vai para o purgatório, inferno ou para o Céu; se este ensinamento estivesse certo, para que a ressurreição dos mortos? Ressuscitar quem, o que e para quê? Que a esperança da ressurreição seja a nossa esperança viva em nossos corações. Amém!
Que para tal tempo como este, cada um de nós esteja apostos no seu posto do dever, combatendo o bom combate da fé. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal E-mailgilnery@uol.com.br Tel(19)3651-1987 Estado de S. Paulo.Brasil Classe Universitários FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment1.htm Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! Com o esforço vem a vitóriaA palavra 'esforço', ou suas derivações, aparece cerca de 30 vezes na Bíblia em português (versão ARA), tanto no AT quanto no NT. Ela quase sempre aparece no contexto da Santificação, ou seja, no que nós devemos fazer para 'permanecer' (não 'ganhar') na salvação. Pense nisso!
FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/ Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu! Papa acusa seitas de confundir católicosPapa acusa seitas de confundir católicos ROMA (AFP) — Papa Bento XVI acusou as seitas e o secularismo de serem 'fonte de confusão' para muitos católicos, especialmente os hondurenhos, após terem recebido nesta quinta-feira, no Vaticano, os bispos deste país centro-americano. FONTE: http://restaumaesperanca.blogspot.com/ Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! 6月27日 Deus o Filho
Pr. Neumoel Stina
Se desejar uma cópia do sermão, o mesmo se encontra abaixo. Deus, o Filho Quem é Jesus? Quando você ouve o nome de Jesus, você pensa em Deus? Ele é Deus? Hoje trataremos sobre o Deus Filho. Nossa esperança de salvação se centraliza exclusivamente em Jesus. O termo pelo qual Ele é conhecido, o Filho de Deus, reflete o Seu lugar no plano da salvação, função esta determinada antes da criação do mundo. Antes de Sua encarnação Ele existia como Deus, desde a eternidade, no sentido mais completo e elevado. Ele é Deus em natureza, em poder, e em autoridade. (S. João 1: 1 e 2; 17:5 e 24; Fil 2: 6) Cristo é o Criador de todas as coisas (João 1:3; Col 1: 16 e 17; Hebreus 1: 2). E mesmo depois que Adão e Eva pecaram, Cristo manteve contato íntimo e constante com o mundo. Ele é o membro da Trindade que ficou encarregado de se identificar conosco. Veja o que diz Filipenses 2:5-8: 'Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a si mesmo se humilhou, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a sim mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.' Através dEle o caráter de Deus é revelado aos seres humanos caídos, a salvação da humanidade é efetuada, e o mundo julgado. (S. João 5:24-29). Sendo verdadeiramente Deus para sempre, Cristo se tornou verdadeiramente e totalmente homem. Centenas de anos antes que Ele nascesse, os profetas predisseram Seu nascimento virginal e o local onde deveria nascer - Belém. (Isa 7:14; Miquéias 5:2) Concebido do Espírito Santo e nascido da virgem Maria, Ele se criou na vila montanhosa de Nazaré da Galiléia. Durante Sua vida na Terra Jesus viveu e sofreu tentações como ser humano, mas jamais pecou, exemplificando perfeitamente a justiça e o amor de Deus e deixando-nos um exemplo perfeito a ser seguido. (Heb 2:16-18; I Ped 2:21 e 22) Cristo viveu de modo simples e altruísta. Enquanto criança e jovem, Ele trabalhou na carpintaria em Nazaré, sempre Se demonstrando amável e interessado nos outros. Quando tinha cerca de trinta anos, João Batista O batizou por imersão no rio Jordão. Ele não foi batizado a fim de ser purificado dos pecados, pois jamais pecara, mas foi batizado para 'cumprir toda a justiça'. Através do batismo Ele se identificou com os pecadores, dando os passos que nós devemos dar, e fazendo o que nós devemos fazer. Quando Jesus foi batizado, o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma visível, como pomba, e a voz de Deus, dos céus, pronunciou as palavras: 'Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo'. Mateus 3:17 Após este evento Jesus dedicou cerca de três anos e meio ao Seu ministério amorável e altruísta, procurando levar a mensagem do evangelho a ricos e pobres, a judeus e gentios. Por meio de milagres, inclusive milagres de cura e ressurreição dos mortos, Jesus manifestou o poder e o amoroso interesse de Deus, e provou ser o prometido Messias. Seus ensinos eram incomparáveis em sua simplicidade e poder para mudar corações e vidas. Até mesmo os guardas enviados para prendê-Lo, a certa altura de Seu ministério, foram incapazes de fazê-lo por terem ficado impressionados com o poder e sensatez de Seus ensinos. Ao serem indagados quanto à razão de não O terem aprisionado, puderam apenas responder: 'Jamais alguém falou como este homem.' João 7:46 Antes da fundação do mundo Deus havia elaborado um plano para enfrentar a possibilidade do surgimento do pecado na Terra. Por intermédio da morte de Cristo, aqueles que O aceitassem, se tornariam de novo filhos de Deus e herdariam a vida eterna. Quando Jesus estava prestes a iniciar Seu ministério, João Batista apontou-O como 'O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo'. João 1:29 Jesus concluiu Seu abnegado ministério com sacrifício supremo - dando Sua vida para prover aos homens um meio de escape do pecado e suas conseqüências. Jesus sofreu e morreu voluntariamente na cruz do Calvário, por nossos pecados e em nosso lugar. Mas a morte e a sepultura não puderam reter o Criador. Ele ressuscitou dos mortos e ascendeu aos Céus após aparecer várias vezes aos Seus discípulos e comissioná-los a levar avante a pregação do evangelho, que Ele havia começado durante Seu breve ministério. Ele não abandonou ou esqueceu Seu povo na Terra ao ascender ao Céu, mas iniciou um novo ministério em nosso favor no santuário celestial - um ministério de intercessão e preparação de Seu povo para ocupar um lugar no reino que Ele planeja restaurar na Terra. Cristo virá novamente, em breve, em nuvens de glória, acompanhado de Seus anjos, para o livramento final de Seu povo e a restauração de tudo o que se perdeu por causa do pecado. O centro de convergência da Bíblia é Jesus Cristo. Nosso amor por Cristo deve nos motivar a obedecer aos Seus mandamentos, seguir Seu exemplo, e a sujeitar nossa vida a Ele, para que Ele possa viver por Seu Espírito em nós. Deixe Jesus, o Deus filho viver em você. A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação
FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7027 Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! Os nossos pecados ainda estão registrados no céu?Ouvinte quer saber se os nossos pecados ainda estão registrados no céu. A Bíblia ensina que Deus tem nos céu registros da vida dos seres humanos: o livro da vida (Apocalipse 3:5); o livro das Memórias (Malaquias 3:6) e os livros de registro (Apocalipse 20:12). Os pecados dos seres humanos estão registrados em livros; as boas ações também. Por que chegamos a esta conclusão? Ao estudar o sistema pelo qual era feita a expiação dos pecados na época do antigo Israel pelo Sacerdote no Santuário Terrestre, poderemos entender o que Jesus está fazendo por nós no Santuário Celestial. “O serviço realizado na terra simbolizava o verdadeiro serviço no céu. O santuário terrestre era uma cópia e uma “sombra das coisas celestes”. Hebreus 8:5. O animal morto simbolizava a Jesus, “o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29. Para onde Ele leva nossos pecados? Sabemos que Jesus carregou nossos pecados “em seu corpo”. I Pedro 2:24. Depois Ele foi até o céu, onde ministra como nosso Sumo Sacerdote. E, assim como a intercessão em favor de Israel envolvia a retirada dos pecados deles, levando-os ao santuário, a intercessão de Jesus em nosso favor, no Céu, está fazendo a mesma coisa. “Possuímos tal Sumo Sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos Céus, como ministro do santuário do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”. Hebreus 8:1 e 2. Quando confessamos nossos pecados, os mesmos são perdoados, retirados de nossa vida e marcados no santuário celeste como tendo sido perdoados – assim como eram simbolicamente colocados no santuário terrestre, onde também eram perdoados. E, como o terrestre, o santuário no céu também será purificado dos pecados que um dia recairão sobre aquele que é responsável por eles – satanás – simbolizado pelo bode emissário. “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs, e o santuário será purificado”. Daniel 8:14. “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas celestiais que se acham nos Céus [santuário terrestre] se purificassem com tais sacrifícios [animais], mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores [Jesus]”. Hebreus 9:23”. Isto não quer dizer que o sacrifício de Cristo não tenha nos purificado de todo o pecado; na cruz do calvário Jesus proporcionou a oportunidade de total purificação à todo aquele que o aceita como Salvador pessoal. Mas se os pecados estão registrados, como então podem estar perdoados? Isto porque ao aceitarmos a Cristo como nosso salvador e nos arrepender dos pecados, temos o perdão acrescentado em nosso nome. Não somos mais culpados. Em seguida, nosso nome é escrito no livro da vida. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000105 Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu! Lição 01 - O Apóstolo Paulo - 1ª Parte
A lição em poucas palavras Texto chave: Romanos 15:17 O aluno deverá... Reconhecer: Que Paulo foi especialmente escolhido e equipado para um ministério especial. Esboço do aprendizado I. Paulo o “zeloso” (Gl 1:14; 1Tm 1:12-14. Veja também na lição de sexta-feira uma citação de Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 214). A. Como você explicaria que Paulo, antes e depois de sua conversão, sempre foi zeloso pela religião? II. Vida e salvação em Cristo (1Co 2:2) A. Por que a lição desta semana classifica Paulo como um homem pecador necessitado da graça divina? III. Temas de esperança (1Tm 6:11) A. Por que um rabino treinado no judaísmo, como Paulo, foi chamado para levar o evangelho a pessoas não judias? Resumo: Se Paulo pôde fazer isso, por que não nós? Sua origem singular o preparou para uma missão específica. Nossa origem também nos prepara para alguma missão singular quando o Senhor a indicar a nós.
LEITURAS DA SEMANA: At 9:1-9; 22:3-5, 25-29; Rm 7:19-25; 11:1; Fp 3:5; 2Pe 1:3-8 PENSAMENTO-CHAVE: O apóstolo Paulo teve um impacto poderoso sobre o mundo conhecido de então, espalhando o cristianismo muito além dos limites geográficos de Israel e do povo judeu. Sua vida e ministério são um modelo para nossa missão hoje. A idéia de que as boas-novas também eram boas-novas para os gentios foi um choque para pessoas que, apesar dos ensinos de seus profetas, cresceram com uma compreensão diferente. A salvação de Deus estava voltada para o mundo inteiro, não apenas para o povo judeu. Que mudança de paradigma! O apóstolo Paulo foi um líder-chave para abrir essa revelação. Sua origem, sua personalidade e seu chamado de Deus o tornaram a pessoa certa no tempo certo para guiar a igreja nessa nova era de missão a todos os povos. A Igreja Adventista do Sétimo Dia passou por um processo semelhante durante o final do século 19, quando deu início a sua missão de trabalhar fora da América do Norte. Esse foi um passo radical que lançou os fundamentos da obra missionária adventista internacional de hoje em mais de duzentos países.
A origem de Paulo Depois de Jesus, o apóstolo Paulo é, sem dúvida, o personagem mais influente do Novo Testamento. Ele levou as boas-novas sobre Jesus a grande parte do mundo conhecido de então. Paulo nasceu em Tarso, naquela época, capital da Cilícia, uma província romana no que é hoje a Turquia. Essa área era conhecida por seus tecidos de pêlo de cabras, que eram extensamente usadas para o fabrico de tendas, a profissão de Paulo (At 18:3). 1. Que duas cidadanias permitiram a Paulo ser uma testemunha tão eficaz? At 22:3-5; 25-29; Rm 11:1; Fp 3:5 A cidadania romana de nascença era altamente valorizada. Nos dias de Paulo, uma pessoa podia adquirir a cidadania romana por 500 dracmas, perto de dois anos de salário de um trabalhador mediano. A cidadania romana trazia consigo certos privilégios – segurança contra o açoitamento e a pena de morte sem julgamento (veja At 22:23-29); direito de votar, fazer contratos, ter um casamento legal e isenção de impostos. Mas ele também era judeu, com uma rica herança espiritual. Anos mais tarde, Paulo se referia freqüentemente à sua herança e dizia: “Fui instruído… segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje” (At 22:3, NIV). Paulo era da tribo de Benjamin, criado como fariseu e estudou aos pés do grande Gamaliel (v. 3), um dos principais mestres judeus daquele tempo. Aprendemos na carta de Paulo aos Gálatas que ele era “extremamente zeloso das tradições de [seus] pais” (Gl 1:14). Esse zelo se traduziu na perseguição daqueles que se tornaram seguidores de Jesus. Judeu zeloso, cidadão romano, Paulo logo se tornou o maior apóstolo que o mundo conheceu.
Paulo: conversão e chamado O apóstolo Paulo não foi sempre o apóstolo Paulo, mas Saulo de Tarso, da primeira igreja. Ele teve uma experiência que o deixou em um caminho que mudaria não só sua própria vida, mas também a História. 2. O que aconteceu a Paulo que provocou uma mudança tão grande em sua vida? At 9:1-9 Paulo não precisou receber qualquer profunda explicação teológica antes de se render a Jesus. Ali mesmo, e naquele mesmo momento, Paulo se deu ao Senhor, perguntando: “Que farei, Senhor?” (At 22:10). O oponente impetuoso de Jesus era agora Seu servo humilhado e quebrantado. Depois de sua conversão, Paulo se encontrou com Pedro, Tiago e João, as “colunas” entre os apóstolos – e eles concordaram que o chamado especial de Paulo era para ir como apóstolo aos gentios (Gl 2:7-9). 3. Que título, aplicado a Jesus, Paulo e Barnabé aplicaram a si mesmos? At 13:47; Is 49:5, 6 Embora Paulo se considerasse um enviado ou instrumento especial para alcançar os gentios, ele também partilhava as boas-novas com judeus, assim como outros apóstolos, a exemplo de Pedro, pregaram principalmente aos judeus, e também aos gentios. De fato, Pedro foi o primeiro apóstolo a alcançar os gentios (veja At 10).
Lição 01 - O Apóstolo Paulo - 2ª Parte
Paulo: Homem “sujeito aos mesmos sentimentos” É tão fácil imaginar Paulo, o grande apóstolo dos gentios e, com exceção do próprio Jesus, a maior força em todo o cristianismo, como um tipo de ser sobre-humano, um arauto da fé, santo e sem defeitos. Mas esse não é o quadro apresentado no Novo Testamento. As Escrituras nos põem a todos sob o pecado, nos descreve a todos como pecadores necessitados da graça divina. Nem o apóstolo Paulo é uma exceção. Às vezes, Paulo parece impulsivo, quase agressivo. Ele se erguia freqüentemente em defesa de seus direitos. Quando ele e Silas estavam na prisão, ele apelou para seus direitos como cidadão romano (At 16:35-40). Mais tarde, no tribunal de Agripa, ele apelou para César – que era um de seus direitos como cidadão romano (At 25:11, 12). Se ele tivesse esperado e não exigido seus direitos, poderia mais tarde ter sido libertado (At 26:32). 4. Que traços de caráter de Paulo podemos aprender nos textos a seguir? At 15:37-39; Rm 7:19-25; 1Co 9:27; 2Co 12:7 É um conforto saber que um gigante da fé como o apóstolo Paulo não era perfeito. Às vezes, ele cometeu erros. Ele precisava da graça e do perdão diários de Jesus em sua vida, assim como nós. Realmente, em tudo o que podemos dizer de seus escritos, Paulo estava muito ciente de sua pecaminosidade. Parcialmente, pelo menos, foi sem dúvida essa consciência de suas próprias fraquezas e culpas que o fez um mestre tão poderoso da graça salvadora de Deus. 5. Qual era a compreensão de Paulo sobre si mesmo? Rm 7:24. Nessas palavras, que esperança e conforto você pode tirar para si mesmo?
Vida e salvação por meio de Cristo Vários temas importantes dominaram e motivavam a vida e a missão do apóstolo Paulo. No topo da lista estava a história de Jesus crucificado. Esse evento era a base de tudo o que ele ensinava e fazia. Ele escreveu aos Coríntios: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2:2), e aos Gálatas: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” (Gl 6:14). Estes versos mostram que, para Paulo, a cruz de Cristo (que necessariamente incluía também a Sua ressurreição) era o tema central de toda a sua teologia. Ao longo de seus escritos, Paulo descreve de muitas maneiras diferentes a enormidade do que Jesus fez na Cruz para salvar a humanidade. 6. Nos textos a seguir Paulo descreve a salvação. O que Cristo fez por nós?
Paulo usa várias imagens e diferentes palavras para descrever o que Cristo fez por nós. É mais provável que nenhuma única imagem pudesse fazer justiça à grandiosidade do que foi realizado por nós na cruz.
Temas de esperança Na lição de ontem, vimos como a morte de Cristo na cruz foi o tema-chave na vida e nos ensinos de Paulo. Hoje vamos tocar brevemente em alguns outros temas importantes da teologia paulina. Vivendo uma vida piedosa (santificação). Paulo deixa muito claro ao longo de seus escritos que a salvação é gratuita, um dom que não podemos conquistar nem merecer (Rm 5:15; 6:23; Ef 2:8). Mas a salvação não nos livra de agir como fazíamos antes de encontrarmos Jesus. Em resposta à Sua graça, devemos viver como Jesus nos pede que vivamos. Paulo escreve a Timóteo: “Segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (1Tm 6:11). Não fazemos o que é certo para que Jesus nos salve; fazemos o que é certo porque fomos salvos. De fato, diz Paulo, fomos “criados em Cristo Jesus para boas obras” (Ef 2:10). Não obedecemos a Deus para que Ele nos ame, nos aceite ou nos dê uma entrada para o Céu. Quando aceitamos o dom de Jesus de salvação, somos aceitos total e incondicionalmente. Obedecemos a Deus porque Seu amor poderoso nos leva a boas obras. Obedecemos-Lhe porque Seu amor nos constrange (veja 2Co 5:14). 7. Que razões Pedro deu para ter uma vida piedosa? Que outras razões você pode acrescentar? 2 Pd 1:3-8 8. Paulo escreveu que não queria que fôssemos “ignorantes” sobre que acontece quando as pessoas morrem (1Ts 4:13). Por que é importante entender a verdade sobre a vida depois da morte? Os temas-chave de Paulo são todos ligados. Pela abnegação e ressurreição de Jesus, Ele venceu a morte e tornará a trazer Seu dom da vida eterna para Seus filhos fiéis (veja vs. 13-18) na ressurreição. Esses seguidores de Jesus demonstraram amor na maneira de viver (veja Ef 4:20-32).
Estudo adicional Ellen G. White, “De Perseguidor a Discípulo”, em Atos dos Apóstolos, p. 112-122. "A crença numa falsidade não tornou Paulo um homem bondoso, terno e compassivo. Era um fanático religioso, muitíssimo irado contra a verdade acerca de Jesus. Ia através do país, arrastando homens e mulheres, e entregando-os à prisão” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 214). “O apóstolo Paulo tinha todos os privilégios de cidadão romano. E não ficava atrás na educação hebraica; pois havia aprendido aos pés de Gamaliel; mas tudo isso não o habilitava a alcançar o padrão mais elevado. Com toda essa educação científica e literária, até que Cristo lhe foi revelado, ele estava em escuridão tão completa quanto muitos se encontram neste momento. Paulo se tornou completamente consciente de que o conhecimento experimental de Jesus Cristo era para seu bem presente e eterno. Viu a necessidade de alcançar um padrão elevado” (Ellen G. White, Advent Review and Sabbath Herald, 18 de julho de 1899). “Há uma grande verdade central a ser conservada sempre em mente ao esquadrinharem-se as Escrituras – Cristo e Ele crucificado. Toda outra verdade é investida de influência e poder correspondentes as suas relações para com esse tema. ... O coração paralisado pelo pecado só pode ser dotado de vida pela obra realizada na cruz pelo Autor de nossa salvação” (Ellen G. White, A Fé Pela Qual Eu Vivo, [Meditações Matinais, 1959] p. 50). Resumo: Paulo constitui um maravilhoso exemplo de que não existe limite para o que Deus pode fazer por nós – embora sejamos humanos e fracos. O ambiente do qual veio Paulo e seus dons inigualáveis o habilitaram a levar as boas-novas sobre Jesus a um campo missionário inteiramente novo. Respostas Sugestivas: Pergunta 1. Paulo era cidadão romano por nascimento e judeu por descendência. Podia, portanto, dialogar com facilidade com essas duas nacionalidades. FONTE: www.cpb.com.br/ Lição 01 - O Apóstolo Paulo - Comentário Sikberto MarksEstudos da Bíblia: Terceiro trimestre de 2008 Tema geral: Mensageiros da esperança Estudo nº 01 – O apóstolo Paulo Semana de 28/06 a 04/07/2008 Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil
Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina Você pode encontrar esse comentário com 4 semanas de antecedência em: www.cristovoltara.com.br
Verso para memorizar: “Portanto, eu me glorio em CRISTO JESUS em meu serviço a DEUS” (Rom. 15:17, NVI)
Os homens fortes da Bíblia, exceto JESUS, tais como Noé, Elias, Davi, Abraão, Salomão e Paulo, chamados para grandes momentos decisivos, foram também homens que cometiam grandes erros. Paulo foi enviado aos gentios (os não judeus), ele abriu praticamente a pregação do evangelho para além da Judéia. Antes de ser apóstolo, então ainda Saulo, ele combatia zelosamente os seguidores de CRISTO. Ele não era exatamente um fanático do modo como existem muitos, pois admitia o erro se lhe fosse devidamente demonstrado. Mas ele era um homem de um zelo radical, a ponto de não tolerar aqueles que julgavam inconvenientes. Esse é um tipo de fanatismo que tem cura. Ele prendia as pessoas para serem levadas aos tribunais. Via-se como uma espécie de guardião das tradições judaicas. Achando-se sempre correto, realizava o seu trabalho espiritual com esmero e determinação. Depois que caiu do cavalo, derrubado por, JESUS, aqu’Ele a quem combatia, ele na hora mudou de lado. De combatente do lado errado tornou-se pregador do lado certo. Nem mais combatente, nem mais no lado errado, agora trabalhando para salvar. Ele era o homem certo para ser enviado aos gentios. Entre os judeus cristãos não era muito conveniente que ficasse, pois os havia perseguido de morte, inclusive participado da morte de Estevão. Ele possuía também a personalidade adequada para ir aos gentios: era destemido, corajoso e de temperamento colérico (pessoas sempre muito determinadas a agir e seguir em frente); enfrentava as dificuldades sem retroceder; sempre convicto do que cria; era um grande líder, culto e também grande orador. Além de tudo isso, possuía dupla nacionalidade, a de judeu e a de romano. Essas características contribuíam para DEUS utilizar Paulo a mandá-lo como apóstolo aos gentios.
Quem era Paulo? Ele nasceu fora da Judéia, na cidade de Tarso, capital da Cilícia, hoje Turquia. Essa era uma cidade pertencente ao Império Romano, portanto ele nasceu como cidadão romano. E, como era filho de pais da tribo de Benjamin, também recebeu a cidadania de judeu. Ele foi educado pelo mestre da lei mais famoso da época, Gamaliel. Tornou-se fariseu convicto. Fariseu quer dizer ‘separado’. Era um grupo reformador que pretendia purificar a nação e defender a ortodoxia, isto é, levar a crença ao pé da letra. Com o tempo os fariseus tornaram-se legalistas e ritualistas, queriam o cumprimento da lei nos detalhes que foram por eles inventados. Eram fortemente apoiados pelo povo, aliás, diferentemente dos Saduceus, que se originavam da aristocracia, os fariseus vinham do povo. Eram a parte do povo estudioso e culto. Dominavam o Sinédrio, principal tribunal religioso dos judeus até a destruição de Jerusalém. Apesar de sua autoridade e notoriedade, formavam um grupo minoritário. Paulo era, portanto, um fariseu. Extremamente zeloso nas crenças dos judeus e da Torá. Entendia muito do Velho Testamento. Faltava-lhe, apenas uma coisa: entender a quem essa parte da Bíblia apontava: JESUS, que ele perseguia. Quando percebeu o seu erro, que veio dos ensinamentos que teve, mudou o foco de suas ações, e tornou-se, em vez de inimigo, aliado e servo de JESUS. Esse Paulo nos serve como grande exemplo. Podemos errar por zelo, mas, jamais devemos permanecer no erro depois de descobrirmos a situação. Pessoas assim tem importância para DEUS, pessoas que, sempre que descobrem-se erradas, são humildes o suficientes para as devidas mudanças. É o zelo profundo sendo reorientado, sempre que necessário. É dessas pessoas que a igreja hoje necessita. Sim, porque outra vez estamos de tempos decisivos.
Saulo, homem de zelo profundo e sincero, em fé corretamente fundamentada porém, com a estratégia e o direcionamento errado. A estratégia dele era aplicar o zelo por meio de recursos da força. Essa não é a estratégia do amor. JESUS não convertia as pessoas pela força, mas pela atração da beleza de Sua mensagem. O direcionamento também estava errado, ou seja, ela voltava-se exatamente contra aqueles que seguiam o caminho certo, conforme os livros que ele estudara, nos quais se havia tornado pessoa culta e letrada. No final dos tempos, o fanatismo religioso fará as coisas diferentemente. Haverá um zelo fanático e radical, com uma fé errada fundamentada por um conjunto de dogmas falsos, direcionada contra o alvo errado. Pode entender? Sim, os líderes da falsa adoração jogarão os coitados dos adoradores da besta contra os adoradores de DEUS. Como derrubar estes do cavalo? Difícil, quase impossível! Derrubar Saulo foi fácil, ele era sincero em seu erro, e o erro estava apenas em duas coisas, na estratégia (como ele agia) e na direção (a quem combatia). Hoje, aqueles que combatem a verdade erram sabendo o que fazem, estão conscientes que tentam levar o mundo inteiro para adorar a satanás, e, aliás, eles sabem disso. Saulo, por sua iniciativa, pediu cartas ao sumo sacerdote para aprisionar os que eram do Caminho (aqueles que pregavam segundo o mandado de JESUS). Mas, no caminho para prender os do Caminho, Aquele que Saulo combatia foi lhe falar. Perguntou a Saulo porque ele O perseguia. Quando Saulo perguntou quem Ele era, a voz disse: “Eu Sou JESUS a quem tu persegues.” Saulo já conhecia a doutrina, só lhe faltava fazer dela uso correto. Ele, qual JESUS a quem perseguia nas pessoas dos seguidores, tornou-se a “luz dos gentios” conforme já Isaías (49:5 e 6) anunciava para JESUS, que seria “luz para os gentios” não só para “restaurar as tribos de Jacó”. Saulo, tornou-se Paulo, e, a semelhança de JESUS, tornou-se “luz para os gentios”. Por meio de Paulo, e dos demais pregadores que lhe seguiram até os dias de hoje, os gentios tornam-se também filhos e filhas de Abraão, e irmãos de JESUS CRISTO, habilitados para a vida eterna.
Quais foram alguns elementos que faziam parte dos traços de caráter de Paulo? Vamos estudar isso hoje. Paulo e Barnabé tiveram uma briga intensa. Nenhum dos dois mudou sua posição, até que se separaram. A briga foi por causa de Marcos, jovem discípulo que em outra ocasião abandonou Paulo numa incursão missionária. Paulo não perdoou essa atitude de Marcos e não mais admitia levá-lo junto outra vez. Barnabé, no entanto queria dar outra chance a Marcos (ver Atos 13:13 e 14, e 15:37 a 39). Ao que parece Paulo era duro para perdoar, e também era bom de briga. Esses, na verdade, não são traços de caráter recomendáveis a um servo de DEUS. Isso testifica que Paulo, um grande servo de DEUS, possuía suas fraquezas. Ele mesmo os admitia, tendo dito outra vez que o que queria fazer de bom isso não fazia, mas o que não deveria fazer, quando viu, já havia feito (baseado em Romanos 7:19-25). Paulo era pecador, e em certos aspectos, caia no pecado por que era também bastante nervoso, do tipo colérico. Por isso, dizia ele, precisava cuidar para que, pregando a outros, não viesse ele mesmo a ser desqualificado (cf. I Cor. 9:27). Para ele não se ensoberbecer, outra de suas fraquezas, aprendeu a conviver com um “espinho na carne”, algo que não revelou o que era, mas cuja função era mantê-lo a salvo da soberba (cf. 2Cor. 12:7). Há algo importante na mentalidade de Paulo: ele admitia seus erros. Era capaz de ser humilde. Ele disse “desventurado homem que sou, quem me livrará do corpo desta morte?” (Rom. 7:24). Foi isso que o salvou. Por ter desenvolvido a humildade DEUS pôde transformá-lo, mantendo aquele espinho na carne, e, aos poucos, mudando a sua forma de ser. O perfil de caráter de Paulo, pelo que pudemos descobrir atentando ao modo como ele escrevia é algo assim: firme em suas posições; fulminante nas palavras que escreve; não usa de rodeios, vai direto ao assunto; tendência a regulamentar a forma de conduta cristã (talvez resquícios de seu passado fariseu), por exemplo, quanto ao casamento, quanto as mulheres na igreja, etc.; era convicto, resoluto e destemido; personalidade forte que se posicionava ante aos fatos com força e determinação (é o caso de Pedro, quando Paulo chamou a sua atenção em público dado a como este se comportou diante dos gentios e depois de modo diferente diante dos judeus, que vide em Gálatas 2:11 a 14). Paulo era destemido. Ia a todos os lugares, viajava muito, era um verdadeiro missionário. Era bom de oratória, fazia eloqüentes discursos, como os gregos gostavam. Assim, atraiu os gregos e os de outras nacionalidades. Chegava a discursar perante grandes autoridades, como Gálio e Félix. Sabia defender-se, e muitas vezes fazia por conta própria, diferente do que DEUS por certo iria conduzir as coisas (quando apelou para Félix). Foi apedrejado, naufragou, foi perseguido, ridicularizado, etc, mas não desistia nunca. Cada vez tornava-se mais humilde, estava em processo de transformação. E DEUS disse a ele que, do modo como testemunhou em Jerusalém, assim deveria ainda testemunhar em Roma (Atos 23:11). Portanto, DEUS estava conduzindo a vida de Paulo. Aliás, assim será conosco nos últimos dias, nada do que nos irá acontecer será de graça, sem propósito. Se formos presos, é porque assim alguém poderá ouvir a mensagem da salvação. Enfim, Paulo possuía grandes defeitos, mas, ele era maleável. O poder de DEUS pôde usá-lo, e ele foi sendo transformado. DEUS valeu-se de seus traços de caráter para fazer dele o apóstolo dos gentios.
Qual é o foco dos escritos na Bíblia? É JESUS. E, em JESUS, quais os assuntos mais importantes a Ele relacionados? A Sua morte, Sua ressurreição e a salvação em Seu nome, ou seja, a segunda vinda. A Bíblia toda gira em torno desses temas, cujo personagem central é o Salvador da humanidade. Perceba o seguinte: assim que Adão e Eva caíram, houve necessidade de orientações por parte do Criador de como seriam as coisas daquele dia em diante. Eles tiveram que sair do paraíso porque deveriam ficar distantes do alcance da árvore da vida, para não caírem em outra desgraça, viver eternamente em natureza de pecado. Aos pecadores é uma solução morrer. Aliás, há países que adotam a pena de morte para resolver certos problemas de cidadãos inconvenientes para a sociedade. No contexto do pecado, a morte, por contraditório que possa parecer, é ao mesmo tempo um problema e uma solução. Então, mais tarde, no tempo das jornadas do povo de DEUS do Egito para a Terra Prometida, Moisés deu início aos escritos da Bíblia. Nela encontram-se muitas coisas escritas, mas, de uma forma direta, ou indireta, tudo o que nela se pode ler aponta para o plano de salvação da humanidade. Assim, lendo esse livro com humildade, devemos encontrar esse plano, e podemos optar por aderir livremente a ele. Em poucas palavras, do que consta esse plano? Acompanhe o estudo sugerido pela lição do dia de hoje. ð Reconciliação entre a humanidade e o Criador mediante a morte de JESUS (Rom. 5:10) ð Libertação do pecado, mudando a natureza mediante a santificação, tornando-nos servos da justiça (Rom. 6:18); ð Reconduzidos a outra vez sermos filhos de DEUS (não mais filhos dos homens) (Rom. 8:15-17); ð Para que tudo isso fosse possível, JESUS deu-Se em resgate de muitos, ou seja, todos quantos desejem (I Tim. 2:6); ð Ou seja, somos resgatados pelo Seu sangue (I Ped. 1:18 e 19) E a pregação de Paulo era esta: como podemos ser salvos por JESUS? Ele ia por muitos lugares levar esta mensagem. Ela chegou até os nossos dias, e nos compete fazer a conclusão dela, para que, em nossos dias, a promessa de salvação, a segunda vinda, se concretize.
Como saber se estamos no caminho da salvação? Como saber se, continuando a progredir no caminho que andamos, nos salvaremos? Estas são perguntas vitais. E temos resposta para elas. Aprendemos que somos salvos para ficarmos libertos do pecado. E é lógico, pois ser salvo e ficar pecando seria algo bem contraditório. É por isso que a salvação é um processo que dura o restante da vida da pessoa. Ou seja, a pessoa torna-se cada vez mais separada do mundo, e cada vez mais ligada às coisas de DEUS. Salvação tem tudo a ver com o desligamento deste mundo e com a ligação ao Céu e ao reino de DEUS. Há o crescente desejo de se aproximar de JESUS. A salvação, em si, como diz a lição, não nos torna automaticamente obedientes a DEUS. Isto é, uma vez salvos, não quer dizer, sempre salvos. Não é assim. O que acontece na pessoa para que se inclua na salvação? É aí que a lição de hoje torna-se importante. Ao ser salva, a pessoa começa um processo de mudança em sua vida. Esse processo (processo aqui é uma sucessão de experiências na vida de alguém) dura até o final da vida da pessoa. Se a pessoa morrer estando no processo, estará salva. Nesse tempo a pessoa sente vontade de mudar, de abandonar as antigas práticas e adotar novas atitudes, superiores, de acordo com a Lei de DEUS. Ela quer abandonar as coisas do mundo. Sente cada vez maior repulsa do que o mundo oferece, e, ao mesmo tempo, sente cada vez maior atração pelo que o Céu oferece. Ela sente no seu íntimo que está sendo salva. Então, como sabemos se estamos no caminho da salvação, e, se continuarmos nele, seremos de fato salvos para a vida eterna? Quando amamos cada vez mais a JESUS e as coisas que Ele prometeu, as chamadas coisas do alto. Quando, por causa do AMOR ao nosso Salvador, nos afastamos do que nos poderia tirar a vida eterna. Ao sermos salvos sentimos amor por JESUS, que morreu por nós. Isso é a Lei do Amor sendo implantada em nossos corações e mentes. Nós passamos a amar, a DEUS, e ao nosso próximo. A DEUS, por causa do amor, desejamos obedecer, e isso é o contrário de pecar. Ao nosso próximo, que também passamos a amar, desejamos ajudar a se salvar. Quando em nossa vida essa é a principal motivação, então devemos ter certeza de que estamos no caminho para a vida eterna, e de fato, se assim persistirmos, seremos salvos. Na verdade, é mais fácil sermos salvos do que nos perdermos, PORÉM, a maioria desejará perder-se. É porque preferem alguma coisa por aqui, logo, mesmo que seja pouco, do que esperar o futuro para ter tudo ali. Salvar-se é uma opção por viver melhor já aqui, pela antecipação de algumas bênçãos, perder-se, é uma opção por viver numa ilusão de aparentes agradáveis sensações enquanto isso é possível.
Saulo, depois Paulo, é um modelo para o tempo do fim. Nesses últimos dias vai haver muitos perseguidores. Serão pessoas que não suportarão a verdade revelada por DEUS como ela é. Mas dentre os perseguidores certamente haverá significativo número de sinceros, que estarão combatendo o povo de DEUS sem saber o que fazem. Estes precisam ser alcançados pelos atuais discípulos. Eles necessitam entender que, quem combatem é exatamente a pessoa que eles tanto pensam defender. Hoje esse é o problema. Muitos cristãos há que pensam estar adorando JESUS, mas, na verdade, enganados por falsos mestres, adoram o inimigo de JESUS. Eles adoram santos, o dia de uma estrela que é o domingo, e o fazem com a Bíblia na mão. São tão zelosos como fora Saulo em seu tempo. E arrastarão muitos para os tribunais para serem silenciados. Eles precisam conhecer a verdade pura. Do mesmo modo como foi com Saulo, estes sinceros defensores da verdade, como pensam ser, ao entenderem seu erro, tornar-se-ão poderosos defensores da verdade pura, e pela sua influência, tirarão muitos adoradores a satanás, mas que pensavam estar adorando a CRISTO, para as fileiras do último povo de DEUS. A nós compete servir de instrumentos de DEUS para alcançar essas pessoas. Elas virão para junto de nós com o seu primeiro amor, num tempo em que o primeiro amor será fortalecido por inúmeros fatos e cumprimento de profecias em grande escala, e pelo forte derramamento do poder do ESPÍRITO SANTO. Esses virão para se unirem com aqueles que há mais tempo já faziam parte do povo de DEUS, e que restaram da sacudidura. Esse grupo assim formado executará a conclusão da obra de DEUS.
escrito entre: 24/05/2008 a 30/05/008 - corrigido em 30/05/2008
Declaração do professor Sikberto R. Marks O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.
FONTE: www.cristovoltara.com.br/ 6月26日 Brasil: um país de todos?Brasil: um país de todos? A Idade Média está tentando voltar, e com muita força! Imagine se um dia alguém for preso apenas por declarar que não aprecia o horário de verão! Pois isto um dia pode acontecer, e o primeiro passo já está sendo dado! Marcadores: Homossexualismo, Liberdade religiosa, Liberdades civis FONTE: http://www.minutoprofetico.blogspot.com/ Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! |
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