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Há muita discussão dentro e fora da igreja a respeito de como deve ser a música de adoração. Alguns dizem que a música é questão de gosto, outros dizem que música é uma questão de cultura, outros ainda acreditam que o importante é apenas a letra. O que será que Deus diz sobre a música? E o que dizer do uso de bateria na igreja? Pressupondo que o santuário seja a base para entendermos as principais verdades bíblicas; poderíamos extrair dele valores e princípios sobre a música de adoração? Este livro foi preparado com o objetivo de apresentar qual realmente é a posição de Deus a respeito, e com certeza o ajudará a entender como a música tem diso usada entre o bem e o mal, para alcançar a mente humana. Nunca foi tão necessário um ASSIM DIZ O SENHOR sobre música como em nossos dias, e esta é a base do conteúdo deste manual. Assinado e recomendado por vários pastores e professores, este livro o ajudará a compreender melhor o conflito e o falso reavivamento existente em nossos dias. O mundo olha com espanto e terror para os acontecimentos a nossa volta - Crise mundial, rumores de guerras, epidemias, aquecimento global, terremotos, corrupção e imoralidades. Estes sinais tem se avolumado e se acumulado como evidências de outros acontecimentos maiores que ainda estão por vir.
-------------------------------------------------------------------------------------------------A igreja também olha com espanto e terror não somente para tais acontecimentos mas especialmente para aqueles que no futuro próximo criarão um desfecho iminente - Lei dominical, chuva serôdia, alto clamor, perseguição final, sacudidura, selamento e segunda vida de Cristo. Neste livro, o leitor encontrará um esboço do valor dos acontecimentos a nossa volta para os dias finais e mostra como eles afetarão não somente o mundo mas principalmente a igreja. Em breve os acontecimentos mais esperados estarão irrompendo sobre o mundo inesperadamente. O objetivo principal deste material é nos motivar a viver em conformidade com a vontade de Deus consagrando-nos inteiramente a seu serviço e na preparação necessário para enfrentarmos os últimos acontecimentos. O portal alto clamor está fazendo uma grande promoção. Compre 3 e leve 4 materiais. A cada 3 materiais adiquiridos o comprador levará um de brinde. Estes livros tem servido de inspiração e conhecimento para muitas igrejas, pequenos grupos, grupos de estudos, semanas de oração, vigilias, etc. Para maiores informações ou adiquirir qualquer um desses materiais: pelo e-mail altoclamor@altoclamor.com Promoção válida somente para o mês de junho e julho até durar o estoque. Preço unitário R$ 20,00. Temos preços especiais para revendedores. LEMBRA-TE... DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICARLEMBRA-TE... PRIMEIRO DIA DA SEMANA SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA SÁBADO... LEMBRA-TE... GÊNESIS... Gênesis Capítulo: 2 1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. 2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. 3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera. ÊXODO... Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. ISAÍAS... Isaías Capítulo: 66 21 E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor. 22 Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. 23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor. 24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne. APOCALIPSE... Apocalípse Capítulo: 1 1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; 2 o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu. 3 Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalípse Capítulo: 12 17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. Apocalípse Capítulo: 14 6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. 8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. 9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, 10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. 12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Crês tu em Jesus? João Capítulo: 9 35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou-lhe: Crês tu no Filho do homem? João Capítulo: 11 26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto? João Capítulo: 14 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. Atos Capítulo: 8 37 [E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] Tiago Capítulo: 2 19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem. Depois de lê os textos acima e meditar bem, agora responda com sinceridade de coração. Eu não quero a sua resposta, mas Ele, Jesus Cristo, gostaria de ouvir o que você vai responder. Qual é o verdadeiro Dia do Senhor? O Sábado ou o primeiro dia da semana? Pense nisto! Adams Roberto Santos Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ...Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 13 Não matarás. 14 Não adulterarás. 15 Não furtarás. 16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. 18 Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte a fumegar; e o povo, vendo isso, estremeceu e pôs-se de longe. 19 E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos. 20 Respondeu Moisés ao povo: Não temais, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis. 21 Assim o povo estava em pé de longe; Moisés, porém, se chegou às trevas espessas onde Deus estava. 22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que do céu eu vos falei. 23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata, ou deuses de ouro, não os fareis para vós. 24 um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois. Em todo lugar em que eu fizer recordar o meu nome, virei a ti e te abençoarei. 25 E se me fizeres um altar de pedras, não o construirás de pedras lavradas; pois se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás. 26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a tua nudez. PENSE NISTO: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. -- Adams Roberto Santos OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUSOS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS
Você pode resumir Os Dez Mandamentos em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a você mesmo (MARCOS 12:29-31).
Ainda mais, transformá-lo em apenas um: DEUS É AMOR (1 JOÃO 4:8 e 16). Você só não pode deixar de obedecer como Ele mandou e deseja que seja obedecido. Não pode ser da maneira que você quer obedecer. A doutrina é de Deus e não dos homens.
Lembre-se de que Ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Mudando a Sua Lei você não reconhece Deus como Pai e Criador (DANIEL 8:12), mas atribui e aceita aquele outro anjo caído – (satanás) – como pai e criador.
Leia I JOÃO 3 (Deus é Pai e é santo. Seus filhos são também santos – Os filhos de Deus e os filhos do Maligno – O amor aos irmãos e o ódio ao mundo).
Pense nisto!
Adams Roberto Santos Lição 01 - Jesus e as epístolas de João - Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira
Leituras da semana: Folheie as três epístolas de João. Falsos mestres espalhando erro entre os santos! Posições estranhas sobre a natureza de Cristo! Brigas por posições na igreja! Erros teológicos se espalhando entre os membros! Pessoas precisando da certeza da salvação! Outros precisando saber que a fé deve levar à obediência à lei! Parece a nossa igreja hoje, certo? Mas esses foram alguns dos problemas com que João lidou quase dois mil anos atrás em suas três pequenas epístolas no Novo Testamento. Como são verdadeiras as palavras de Salomão: “Nada há... novo debaixo do Sol” (Ec 1:9)! Entretanto, João não se concentrou apenas em problemas. Ele apontou para Deus, o Pai e o Filho; descreveu quem são Eles e o que Eles fizeram por nós, e assim, o que devemos fazer em resposta. Prévia da semana: Por que cremos que foi João que escreveu essas epístolas? A quem ele escreveu? Quais foram suas preocupações? Como ele tratou essas preocupações? O que João nos disse sobre Jesus? Que promessa podemos tirar desses livros?
Autor e destinatários A primeira Epístola de João começa sem uma introdução formal. Por alguma razão, o autor não se apresenta. A segunda e a terceira epístola mencionam como autor uma pessoa chamada apenas como “o presbítero”. Elas também nos informam a quem elas são endereçadas — uma senhora eleita e também alguém chamado Gaio. Essas informações não são extensas e deixam várias perguntas sem resposta; não obstante, nas próprias epístolas, podemos saber algo sobre quem as escreveu.1. O mesmo estilo e vocabulário parece indicar que o autor de 1, 2, e 3 João é o mesmo. O que essas três epístolas nos dizem sobre ele? Procure perceber algumas das palavras que ele usa para aqueles a quem ele se dirigiu nas epístolas. 1Jo 1:1-3; 2:1, 18; 4:4; 2Jo 1, 12; 3Jo, 1, 13, 14 Obviamente, o autor era testemunha ocular de Jesus. Ele também parecia ter mantido uma comunhão próxima com os membros da igreja a quem escrevia, porque os chamava de “filhinhos”, expressão de estima. Ele mantinha posição de liderança na igreja e, mais de uma vez disse que posteriormente esperava visitar aqueles a quem estava escrevendo. A semelhança íntima das frases e temas com o Evangelho de João, bem como o testemunho dos pais da igreja, revelam que ele foi o apóstolo João. Tudo isso apresenta uma lição muito importante. Como é importante desenvolver um relacionamento bondoso, atencioso e amoroso com os que nos rodeiam! Nessas epístolas, fica muito claro que João amava e se importava com todos e que desejava vê-los fortalecidos no Senhor. Pouca dúvida pode haver de que o amor que ele expressava por eles só confirmava, e muito, o poder de suas palavras. Que lição importante a todos os que buscam ser testemunhas de Jesus e das verdades que Ele nos deu como Igreja!
O conteúdo das epístolas Na primeira epístola de João, encontramos diversos assuntos importantes, apesar de o apóstolo parecer não avançar em um tipo de progressão linear. Essa observação levou alguns estudiosos a concluir que João apresenta seus argumentos em forma cíclica; isto é, ele retorna a seus tópicos, mas sob ângulos diferentes. Assim, as mesmas coisas são discutidas, mas partindo de diversas perspectivas.2. Que assuntos principais João menciona em sua segunda epístola?
Em 2 João, o apóstolo expressa gratidão porque os filhos de uma senhora andam na verdade. Ele também menciona o amor e a obediência e, então, concentra seu discurso nos falsos mestres que já havia mencionado na primeira epístola. Ele emprega novamente a expressão anticristo. Na conclusão, João expressa o desejo de visitar seu público e também transmite saudações. Como 3 João se relaciona com as duas epístolas que falam de falsos mestres não mencionados na última epístola de João? É possível que as três epístolas tratem de uma situação semelhante mas sob perspectivas diferentes. Enquanto as duas primeiras advertem contra os falsos mestres, a terceira pode mostrar como a liderança da igreja tentou controlar o problema em um caso particular.
O propósito das epístolas 3. João nos diz repetidamente por que escreveu sua primeira epístola. Quais foram os motivos?
Todas estas declarações são positivas e afirmativas. Porém, o contexto mostra que devem ser entendidas tendo em vista os problemas sérios existentes nas igrejas a que 1 João foi dirigida. A epístola faz declarações fortes sobre falsos mestres. Eles são chamados de anticristos. O termo é encontrado quatro vezes em 1 João e uma vez em 2 João. Além dessas aplicações, não é usado em nenhum outro lugar da Bíblia. Esses anticristos tinham ideias errôneas sobre Jesus Cristo, que também afetavam seu estilo de vida cristã. Naturalmente, João sentiu a necessidade de enfrentar esses ensinos, e fez isso de maneira poderosa e inflexível. Apesar disso, o autor pinta um quadro positivo do verdadeiro cristianismo e destaca sua natureza positiva. Ao enfrentar o erro teológico e o erro ético dos falsos mestres, João argumenta em favor da unidade entre Pai e Filho, aceitação do perdão divino e uma vida governada pelo princípio do amor. Enquanto encoraja os membros da igreja e os adverte contra visões equivocadas de Cristo e do comportamento cristão, ele pode até esperar recuperar alguns daqueles que haviam deixado a igreja. Em 1 e 3 João, as razões por que ele escreveu as epístolas não são mencionadas, mas essas razões podem ser percebidas. O propósito de 2 João é advertir os membros da igreja contra os ensinos errôneos e ética errônea dos falsos mestres mencionados em 1 João. De acordo com 3 João, estava havendo uma disputa pelo poder. Diótrefes estava tentando usurpar toda a autoridade. Aparentemente, usando o problema da heresia, ele estava tentando estabelecer sua própria base de poder.
Jesus nas epístolas de João 4. Jesus é achado ao longo de 1 João. Ele está no centro deste livro. Quem é Ele, de acordo com esta Epístola?
Embora em 1 João Deus o Pai seja mencionado mais frequentemente do que Jesus, o problema dos ex-membros da igreja, e talvez dos que ainda eram ativos, era com o Filho. Talvez os membros da igreja e os falsos mestres concordassem sobre a natureza do Pai. Mas eles discordavam a respeito de Jesus, Sua humanidade e Sua divindade. A questão era se Jesus “havia vindo em carne” (1Jo 4:2) ou não e se “era o Cristo” (1Jo 2:22). Em meio a tudo isso, João afirma claramente que é impossível separar Pai e Filho. Mesmo em nossos dias, alguns, inclusive cristãos, pensam que podem ter comunhão com Deus o Pai sem se preocupar com Jesus. Para eles, Jesus não passa de um ser humano maravilhoso. No entanto, João é claro: Se você tem conhecimento sobre Jesus mas não O aceita como Messias e Filho de Deus, você não pode manter um relacionamento de salvação com Deus o Pai.
O ministério de Jesus nas epístolas de João As epístolas de João não só mostram Jesus sob perspectivas diferentes, dizendo que Ele existe desde o princípio (1Jo 1:1), veio em carne (1Jo 4:2), e permaneceu justo, puro e sem pecado (1Jo 2:1; 3:3, 5); como também enfatizam Seu ministério. Quem é Jesus e o que Ele faz são questões intimamente relacionadas. Negar Sua divindade ou humanidade também significa negar Seu ministério como Salvador e Senhor, como exemplo. A salvação por meio de Jesus depende da natureza divino-humana de Jesus. Sem uma correta compreensão dessa natureza, você pode chegar a uma compreensão diferente do plano de salvação e do problema do pecado. O pecado pode ser considerado sem importância ou até negado (1Jo 1:6-10), atitude que seguramente, de uma forma ou de outra, haverá de influenciar o comportamento e a ética cristãos. 5. O que João nos diz sobre o ministério e a obra de Jesus? Que promessas temos por causa do que Jesus fez ou está fazendo por nós agora?
O que Jesus fez por nós como nosso Salvador e o que está fazendo por nós como nosso Advogado exige uma resposta de nossa parte. Perdão do pecado, certeza da salvação, dom do Espírito Santo, esperança da segunda vinda e promessa de que seremos semelhantes a Ele e O veremos como Ele é não podem deixar nosso coração sem uma resposta de amor. Cremos nEle, O amamos, O seguimos, obedecemos a Ele e permanecemos nEle e em Seus ensinos.
Estudo adicional Leia I João de uma vez para obter uma avaliação dessa importante epístola. "Enquanto os anos passavam e o número dos crentes aumentava, João trabalhava pelos irmãos com crescente fidelidade e devotamento. Os tempos eram cheios de perigo para a igreja. Enganos satânicos existiam por toda parte. ... Alguns que professavam a Cristo pretendiam que Seu amor os libertara da obediência à lei de Deus. Por outro lado, muitos ensinavam que era necessário observar os costumes e cerimônias judaicos; que a mera observância da lei, sem fé no sangue de Cristo, era suficiente para a salvação. Outros mantinham que Cristo fora um homem bom, mas negavam Sua divindade. Alguns que simulavam ser leais à causa de Deus, eram enganadores e, na prática, negavam a Cristo e Seu evangelho. Vivendo eles mesmos em transgressão, introduziam heresias na igreja. Muitos eram assim levados a um labirinto de ceticismo e engano. “João enchia-se de tristeza ao ver surgirem na igreja esses venenosos erros. Viu os perigos a que a igreja seria exposta e enfrentou a emergência com prontidão e decisão. As epístolas de João respiram o espírito de amor. É como se ele tivesse escrito com a pena molhada no amor. Mas, quando entrou em contato com os que estavam a quebrar a lei de Deus, embora declarando estar vivendo sem pecado, não hesitou em adverti-los de seu perigoso engano” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 553, 554). Perguntas para consideração 1. Leia a citação de Ellen G. White acima. Suponha que ela estivesse escrevendo para a igreja de hoje. O que ela poderia escrever? Isto é, quais são os desafios teológicos que a igreja enfrenta hoje? Como eles se assemelham aos que João enfrentava? O que podemos aprender com João para lidar corretamente com esses erros? Respostas sugestivas: Pergunta 1: Veja nota; João tinha muita intimidade com seus destinatários. Lição 01 - Jesus e as epístolas de João - Auxiliar da Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora BrasileiraA lição em resumo Texto-chave: 1 João 1:5-7 O aluno deverá...
ESBOÇO DO APRENDIZADO I. Saber: O sacrifício de Jesus exige resposta
II. Sentir: Manter atitude positiva
III. Fazer: preocupando-nos com os outros
Resumo: João enfrentou sem temor os falsos ensinos, destacando a verdade positiva do sacrifício e da intercessão de Jesus por nós. Nossa compreensão do que Jesus fez será refletida em relacionamentos cálidos e amorosos. Ciclo do aprendizado
Comente: Uma importante característica das três epístolas é a ênfase na singularidade do cristianismo. O autor faz isso mediante uma série de contrastes: luz e trevas (1Jo 1:6); Cristo e o anticristo (1Jo 2:18; 2Jo 7); verdade e falsidade (1Jo 2:4); ser de Deus e estar no mundo (1Jo 4:4, 5); o espírito da verdade e o espírito do erro (1Jo 4:6). Esses contrastes são absolutos? Ou existem áreas cinzentas entre os extremos? Dê razões que apoiem suas respostas. Descubra: Peça que os membros leiam os versos a seguir e descubram o propósito das cartas de João: 1Jo 1:4
Comentário Bíblico Quem escreveu as epístolas, e por quê? Qual é a mensagem central das três epístolas? Na busca dessas respostas, destaque a autoridade, a mensagem e o propósito das epístolas. Tenha em mente que a revelação de Deus é infinita e atua como uma luz para nos guiar em tempos de caos, confusão e desesperança. I. As epístolas de João: Seu autor e sua autoridade A segunda e a terceira epístolas foram escritas pela pessoa que se apresenta como “o presbítero”. As duas cartas contêm temas comuns de amor, verdade e obediência (2Jo 3, 5, 6; 3Jo 3, 6, 11, 12). Preocupações semelhantes são encontradas também em 1 João, demonstrando que as três cartas foram escritas pelo mesmo ancião. Quem é esse ancião? Uma comparação da primeira epístola desse ancião com o quarto Evangelho do Novo Testamento revela muitos temas comuns, que podem nos ajudar a identificar quem é ele. Por exemplo, ambas falam de: Princípio – 1Jo 1:1; Jo 1:1 Essas semelhanças nos levam a concluir que o “presbítero” que escreveu as três epístolas é o mesmo que escreveu o quarto Evangelho. O escritor do quarto Evangelho é simplesmente João, o discípulo a quem Jesus amava (Jo 21:7, 20-24). A autoridade de João para condenar a heresia, defender a verdade e confirmar a comunhão de amor e luz vem do fato de que ele era testemunha ocular da vida e da missão do Salvador. João começa a primeira epístola com o centro do manifesto cristão: “O que era desde o princípio... o Verbo da vida” (v. 1). Esse verso é muito semelhante a João 1:1-3, 14 onde são registradas a eternidade de Jesus, o Verbo e Sua jornada para a vida humana. A mensagem de João tem raízes “no princípio” e seu desígnio é nos dar certeza “para que a nossa alegria seja completa”. Comente: João nos deu três escritos significativos: o Evangelho, as epístolas e o livro de Apocalipse. Cada um deles fala de Jesus de maneira inigualável. Destaque algumas dessas formas. Que quadro elas nos dão de Jesus? III. As epístolas de João: mensagem e propósito Com a aproximação do fim de sua vida, João estava aflito por ver que falsos mestres estavam invadindo a igreja. Seus ensinos eram contrários ao que fora revelado inicialmente por Jesus. Estavam fundamentados na filosofia grega e no paganismo romano. Esses ensinos incluíam: (1) negação da encarnação de Cristo (1Jo 4:2, 3); (2) Pouca importância da natureza do pecado (1Jo 1:8-10; 3:4-8); (3) negação da necessidade da obediência (1Jo 1:5, 6); (4) negligência do mandamento do amor (1Jo 2:8-10; 4:20; 2Jo 6); (5) rebelião contra o apóstolo (3Jo 9-11). A fim de proteger a igreja contra essas e outras doutrinas falsas, o apóstolo idoso escreveu suas cartas. Ele estava cheio de dor e preocupação pela situação, mas também sentia esperança de que os erros podiam ser corrigidos e os corações, curados. Que antídoto perfeito o apóstolo propunha contra essas heresias? Ele só conhecia uma resposta: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam” (1Jo 1:1). é a resposta. O Jesus eterno, o Jesus real, o Jesus verdadeiro, o Jesus Salvador. Conheça-O, e todos os demais conhecimentos devem ser colocados sob Sua sujeição. Ame-O, e a alegria e a vida eterna invadirão sua vida. Aceite-O, e o pecado não mais terá poder sobre você, e o anticristo não terá espaço para entrar. Como disse em seu Evangelho, ele continuou a dizer em suas epístolas: Jesus é tudo. Sem Ele, não somos nada. Pergunta para reflexão: O fato de ter sido testemunha ocular do ministério de Cristo deu a João a autoridade necessária para a proclamação do evangelho (1Jo 1:1-4). Para nós, que não somos testemunhas oculares, qual é a base de nossa fé e certeza, e por quê? (Veja 1Co 10:11; 2Tm 3:16, 17; 2Tm 2:15; 2Pe 1:16-21; Jo 14:6; 16:6-13.)
Perguntas para reflexão 1. “No princípio, criou Deus...” (Gn 1:1). “No princípio era o Verbo” (Jo 1:1). “O que era desde o princípio” (1Jo 1:1). Comente a relação entre essas três referências ao “princípio”. Como se relacionam com a fé e a prática cristã? Pergunta de aplicação Segundo João 9 fala da “doutrina de Cristo” que estava sob ataque durante o tempo de João. Isso é verdade hoje? Neste caso, como?
Se o espaço permitir, componha um trecho musical ou cante uma seleção de hinos que celebrem a alegria e certeza da salvação. Execute a composição em classe ou tire tempo para um serviço especial de cânticos em que a classe possa se reunir para cantar as canções. Tome tempo para exemplificar situações em que os membros da classe enfrentam os enganos contra os quais João adverte em suas epístolas. Como os membros da classe podem usar o que aprenderam na lição desta semana para sobrepujar os falsos ensinos e falsas doutrinas? Lição 1– Jesus e as Epístolas de João - Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora BrasileiraEste Comentário (completo) também é oferecido com uma formatação mais adequada para imprimir. Use seu processador de textos (de preferência MS/Word). Para leitura em Palm, você tem duas opções: o arquivo doc (padrão) lido pela maioria dos programas de leitura para Palm, e o arquivo em formato iSilo, que mantém as formatações do texto original.
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José Carlos Ramos – D.Min A lição começa se referindo ao fato de que a comunidade cristã em que o escritor de 1, 2 e 3 João cumpria seu ministério se via exposta à veiculação de falsidades e enganos que colocavam em risco a estabilidade da igreja e a unidade no amor, na fé, e na doutrina. Isto forma o contexto histórico das epístolas. Determinados elementos perambulavam entre as congregações (e até pelas casas dos membros, ver 2Jo 10), alegando ser portadores de nova luz sobre a natureza de Deus, de Jesus Cristo, do pecado, etc., e alardeando a posse de um conhecimento superior de realidades divinas, com a prerrogativa de entreter especial comunhão com Deus. Havia quem discordasse também da forma como a igreja era administrada e conduzida, e se impunha com novas ideias e conceitos, e diferentes critérios e normas por cuja divulgação intentava a preeminência (3Jo 9). Alguma coisa parecida com o que se vê em nossos dias não é mera coincidência, pois, quanto mais nos aproximarmos do fim, mais o diabo se desdobrará para intensificar seus embustes e seu empenho por dividir e, se possível, fragmentar a igreja. Velhas heresias vêm novamente à tona, agora em novas roupagens e com nova aparência de piedade e, portanto, mais danosas e fatais do que sempre foram. Daí o imperativo de merecerem essas epístolas nossa atenta consideração, pois nada do que acontece debaixo do sol é novo (Ec 1:9, 10). Cumpre-nos estar vigilantes e firmemente fundamentados na Palavra, de forma a dizermos “não” ao engano cada vez que ele insurgir. É interessante o destaque da lição: embora o escritor combatesse ciosamente o engano, ele não se deixava levar por uma aparente necessidade de dissecá-lo e desmascará-lo ponto por ponto. Ele estava mais preocupado em exaltar a verdade e, com ela, Jesus, para que seus leitores fossem ainda mais atraídos a Ele, e mais incentivados a responder positivamente ao Seu amor. Esta é sempre a melhor resposta a qualquer desvio da fé, e seria, portanto, a forma correta de reagir também às heresias modernas. Mas acima de tudo, temos que ser movidos pelo princípio do amor, o grande tema destas epístolas. Desse tema decorre o verdadeiro cristianismo, evidenciado na obediência irrestrita aos mandamentos de Deus, no interesse esmerado por Sua obra e no afeto despretensioso e espontâneo por nossos semelhantes, principalmente os da fé. Esse princípio preservará a fraternidade, a união, a concórdia e a paz no seio da igreja, imprescindíveis para a identificação do povo de Deus em meio a um mundo turbulento, enganoso e mau. Domingo, 28 de junho Tem havido entre os estudiosos alguma controvérsia quanto a quem teria escrito 1, 2 e 3 João. Alguns atribuem autoria diferente a cada epístola; outros imaginam que esses documentos não se originaram de duas ou três pessoas, menos ainda de uma, mas de alguma comunidade. Há também aqueles que lhes atribuem autoria desconhecida; outros chegam a dizer que esses três documentos, na forma como constam hoje em nossas Bíblias, são, em realidade, fragmentos de uma ou mais produções literárias abrangentes, cuja maior parte se perdeu, e que circularam entre os cristãos por volta do fim do primeiro século. Essas diferentes hipóteses são apenas fruto de especulação e não têm nenhum fundamento. Não vemos razão concludente para não nos situarmos, como igreja, entre aqueles que esposam o ponto de vista tradicional de que o escritor das três epístolas foi o apóstolo João, o discípulo amado. Cremos também que ele foi o autor do quarto Evangelho e do Apocalipse, embora alguns admitam a autoria joanina das epístolas e a neguem ou para o Evangelho, ou para o Apocalipse, ou para ambos. Mas se você possui o Comentário Bíblico Adventista, poderá apreciar o paralelo entre 1 João e o quarto Evangelho, registrado às páginas 623 e 624 do 7º volume. O paralelo é tão preciso que não permite qualquer dúvida quanto à mesma autoria para os dois documentos. A divergência quanto à autoria das epístolas ocorre, em parte, pelo fato de que o escritor não se identifica formalmente nesses documentos. É verdade que um tipo de identificação aparece em 2 e 3 João, onde o escritor se apresenta como “o presbítero” (v. 1). Mas isso é um tanto vago e aponta mais para o que ele era e não paraquem era. A falta de identificação, entretanto, não conspira contra a posição tradicional. Ela acaba confirmando, pelo menos, a autoria única dos escritos joaninos. Anonímia, nesse aspecto, é uma característica do quarto evangelho, e, portanto, não é surpresa que se faça presente nas epístolas. Quanto ao Apocalipse, o escritor se identifica apenas pelo nome João (1:1, 4, 9; 22:8), já muito comum naquela época. A impressão que temos é de que ele se esforça ao máximo para não se projetar através de seus escritos, o que se ajustaria à postura modesta do convertido João. Anonímia, portanto, pode ser considerada um tipo de evidência interna, pelo menos indireta, da autoria joanina das epístolas. Outra evidência desta natureza é que o escritor fala com autoridade apostólica e se declara uma testemunha ocular dos fatos ligados a Cristo (ver 1Jo 1:1-4; 4:14). A esse respeito, Marshall afirma: ”...desde que a mais plausível interpretação de 1Jo 1:1-4 é que o autor reiterou ser uma testemunha ocular da vida terrena de Jesus, e desde que, como é sabido, o Evangelho de João foi atribuído a um dos Seus possíveis discípulos (Jo 21:24), é uma atrativa solução ao nosso problema [de autoria] dizer que João, o filho de Zebedeu, conhecido também como ‘o presbítero’, foi o autor do Evangelho e das Epístolas” (I. Howard Marshall, The Epistles of John, p. 43). A lição lembra que ele, na qualidade de líder, mantinha um relacionamento chegado e afetivo com os destinatários, e que planejava visitá-los em breve (cp. 3Jo 10). Às evidências internas se juntam as externas fundamentadas no testemunho patrístico provindo, dentre outros, de Papias, Policarpo e Irineu. Quanto à ocasião em que as epístolas foram escritas, entende-se, pelo próprio conteúdo das mesmas, que a última década do primeiro século seja a mais provável, tomando-se em consideração que alguma forma incipiente de gnosticismo, que, já nos dias de Paulo, ameaçava a homogeneidade da igreja (ver, por exemplo, a epístola aos Colossenses), veio a se intensificar nessa época; também para isso concorre a tradição patrística. Os destinatários seriam aqueles que integravam a chamada “comunidade do discípulo amado”, uma coletividade reunindo determinado número de congregações, equivalendo mais ou menos, diríamos hoje, a um grande distrito pastoral, ou a uma Associação de pequeno porte. Segundo a tradição, João passou seus últimos anos na Ásia Menor, com especial referência à cidade de Éfeso, que poderíamos considerar a sede daquele grande distrito. Segunda e Terça, 29 e 30 de junho Para o estudo desta parte da lição é importante uma leitura preliminar das três epítolas joaninas; são apenas 133 versículos e uma primeira leitura poderá ser feita numa única assentada objetivando adquirir uma visão geral delas. Em seguida, faça uma segunda leitura progressiva e ponderada, observando as colocações do escritor, os perigos contra os quais ele adverte os leitores e os pontos capitais que ele aborda com suas implicações para a vida cristã. Observe seu empenho pela integridade da igreja movido por seu desvelo em prol da segurança espiritual dos membros, e por seu grande anseio no sentido de que ninguém perca seu real companheirismo com Jesus. Esta leitura familiarizará o leitor com o conteúdo e o propósito das epístolas, refletindo sua natureza e seu caráter. Claramente, 3 João se apresenta como carta pessoal, dirigida “ao amado Gaio” (v. 1), provavelmente um dos principais membros da comunidade cristã supervisionada pelo missivista. 2 João deve ser considerada uma epístola, salvo se a “senhora eleita”, a quem é dirigida (v. 1), fosse uma figura feminina de destaque na comunidade, o que é improvável. Mulher, no Novo Testamento, é símbolo da igreja (2Co 11:2; veja também Ef 5:25-29 e Ap 12), e a “senhora” aqui seria a personificação de uma congregação; os “filhos” da “senhora” seriam os membros da congregação a quem o missivista se dirigia. Na saudação final, ele se referiu aos “filhos de tua irmã eleita” (v. 13); sem dúvida, trata-se dos membros de outra congregação, essa localizada no próprio domicílio do escritor, certamente de onde ele era membro. Já 1 João é mais que uma carta ou mesmo epístola (em que pese o fato de ser assim conhecida), pois o estilo e conteúdo não se ajustam inteiramente a essa forma literária: faltam-lhe remetência (missivista e local de envio), destinação (a quem foi enviada e para onde), e uma saudação formal tanto de abertura como de encerramento. Nesse aspecto, o documento distancia-se consideravelmente, em seu formato, das epístolas paulinas, das universais (como Tiago e 1 e 2 Pedro), e mesmo de 3 João. Ela se aproxima de Hebreus, que omite a saudação inicial e a indicação do remetente e dos destinatários. Estudiosos têm tentado definir a qualidade de 1 João. Extraindo uma síntese dos diferentes pareceres, a epístola seria uma palavra pastoral de exortação (a exemplo de Hebreus ― veja 13:22) e de acautelamento (contra os falsos ensinos), constituída, a meu ver, de excertos de sermões do próprio escritor. Daí a maneira um tanto intermitente como os temas são expostos; não há, como a lição destaca, uma progressão linear na argumentação, a qual se desenvolve numa “forma cíclica”. Falta, diríamos, uma abordagem sistemática dos assuntos, isto é, com uma sequência lógica que faculte uma transição natural, espontânea, correlata, de um item para outro; por isso, é mais fácil estabelecer, não uma estrutura (embora possível; veja abaixo), mas um esboço da epístola, o qual inclui uma afirmação sobre: 01) A Divindade – 1Jo 1:5; 3:9, 10, 20, 21; 4:8, 12, 16; 5:11, 16. Vê-se na relação acima que o diabo, o mundo, o pecado e os falsos mestres, em comparação com outros assuntos, ocupam espaço relativamente pequeno. Conforme já dito, o escritor sagrado se preocupou mais em salientar verdades que os falsos ensinos ofuscavam; verdades inclusive conhecidas dos destinatários (1Jo 2:21). Mas por que, então, lhas anunciou novamente? Para instar com eles a que permanecessem nelas (v. 24; veja 2Jo 8, 9). Esse foi o grande propósito das epístolas. Seu empenho foi reforçado com o emprego de dualismos (veja os números 30-33), úteis para realçar o contraste entre as coisas de Deus e as do maligno. Então, visto que os dissidentes e falsos mestres se achegavam a eles com a pretensão de ser portadores de “nova luz”, lhes lembrou que não tinham necessidade de que alguém os ensinasse (v. 27); se se abeberassem dessa “nova luz”, na realidade uma “velha treva”, seriam desencaminhados, pois os falsos mestres só tentavam enganá-los (v. 26). Daí insistir com eles para que permanecessem naquilo que, desde o princípio, haviam aprendido (v. 24, 27). Em 2 João, o escritor transmitiu uma admoestação relacionada com o falso ensino: “Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (v. 8-11). Finalmente, em 3 João, ele deixou transparecer sua preocupação com alguém que agia deslealmente na disputa de autoridade, e aproveitou o ensejo para apelar a Gaio a que não seguisse aquele mau exemplo (v. 9-11). Ao mesmo tempo, fez uma referência positiva a Demétrio (v. 12), outro membro fiel. Assim, o combate a dissidentes, e seu falso posicionamento e ensino, é fundamental nas epístolas joaninas, principalmente a primeira. Embora, segundo os estudiosos dessa parte das Escrituras, seja difícil o reconhecimento de uma estrutura do conteúdo de 1 João, esse fato (o combate a dissidentes) mais o detalhe de que o escritor endereçou aos seus destinatários uma palavra de exortação facultam-me estabelecer a seguinte estrutura sugestiva desse documento, reunindo quatro blocos exortativos entremeados por referências diretas aos dissidentes: Introdução ― 1:1-4 1ª parte 2ª parte Conclusão – 5:20, 21 Justifico esta estrutura com o seguinte raciocínio: Como visto, João se preocupou em alertar os membros de sua comunidade pastoral quanto à dissidência e a mensagem deletéria por eles veiculada. Ele o fez exaltando a verdade (como ela é em Cristo) e insistindo na coerência que deve ocorrer entre o conhecê-la e o vivê-la. Esse é o conteúdo exortativo inicial (1:5-2:17). Isso feito, ele faz uma breve, porém direta, alusão aos dissidentes, classificando-os de “anticristos” (v. 18-26). Ele conclui esta parte relembrando os destinatários da unção que haviam recebido de Deus, e apelando-lhes a que permanecessem firmes em Jesus (v. 27-29). Em seguida, novamente em termos exortativos, ele comenta um pouco o grandioso privilégio que os crentes desfrutam pelo conhecimento e vivência da verdade: o de serem “filhos de Deus”, isto é, membros de Sua família, com as implicações daí decorrentes, principalmente em termos da união com Ele, assim como vivem em mútua união os membros de uma família venturosa. Feita esta abordagem (que toma todo o capítulo 3), João outra vez faz uma alusão direta aos dissidentes (4:1-6), para, então, voltar a se dirigir pastoralmente aos seus destinatários (4;7-5:19). Ele conclui a epístola reafirmando a união com Deus através da união com Cristo (5:20, 21). Quarta e Quinta, 1º e 2 de julho João foi um dos amigos mais íntimos de Jesus (sempre aconchegado a Ele a ponto de ter recostado a cabeça em Seu peito e sentido o pulsar do Seu coração, Jo 13:23, 25). Ninguém melhor que o discípulo amado para falar de Jesus e do Seu ministério. Num plano histórico, ele cumpriu essa tarefa escrevendo o quarto Evangelho. Nas Epístolas, ele o fez num plano pastoral, apresentando Jesus e Sua obra, incluindo as implicações para a vida cristã daí derivadas, como a melhor resposta às heresias, tanto quanto para reafirmar a fé na verdade por parte dos crentes, alguns dos quais poderiam já estar vacilando.
Devemos indagar como Jesus e Seu ministério são abordados diante do falso ensino que distorcia a realidade sobre Ele. Começamos por notar que o nome Jesus, seguido do título Cristo, aparece dez vezes, todas em 1 João; isso é significativo. A dissidência gnóstica, que João estava combatendo, afirmava que Cristo não deveria ser confundido com Jesus, o vulto histórico que viveu na Palestina, e que, embora extraordinário, era um homem comum, filho natural de José e Maria. Cristo, entretanto, era um ser espiritual, celestial e divino. Jesus e Cristo, portanto, eram distintos um do outro. Cristo Se havia juntado a Jesus por ocasião do batismo, mas O abandonou pouco antes da cruz. Assim, a morte de Jesus não reunia nenhum valor salvífico. Ele fora apenas mais um mártir entre outros. Com o emprego da construção Jesus Cristo, João estava contrariando essa teoria absurda. Não há absolutamente qualquer tipo de dicotomia entre Jesus e Cristo. Foi por essa mesma razão que João também afirmou: “Este é Aquele que veio por meio de água [alusão ao batismo] e sangue [alusão à cruz], Jesus Cristo [o nome e o título]; não somente com água [o que era afirmado por dissidentes], mas com a água e com o sangue” (1Jo 5:6). Com isso, o apóstolo demolia também o docetismo (do verbo grego dokéō, parecer), uma ramificação gnóstica mais radical que negava a possibilidade de Deus, e dos seres intermediários que atuavam entre Ele e o mundo, contatarem a matéria, pois essa era considerada essencialmente má. Para os docetas, o corpo de Jesus era fantasmagórico, apenas uma sombra, uma aparência. Assim, a presença de Jesus entre nós, em carne humana real, era negada. O corpo dEle era um perfeito disfarce. Em outras palavras, segundo esse ponto de vista, o milagre da encarnação tinha sido uma grande farsa. João se voltou veementemente contra tal posição, afirmando categoricamente, com a autoridade do último apóstolo ainda vivo, que Jesus viera “em carne” (1Jo 4:2), tanto que ele O havia tocado, apalpado, etc. (1Jo 1:1), e que, quem negasse as condições do Cristo encarnado estaria cumprindo o papel de anticristo (2Jo 7). Ter Jesus Cristo vindo em carne, todavia, não significa que Ele tivesse o mínimo vestígio de pecado. Ele não só não cometeu pecado; mais que isso, “nEle não há pecado” (1Jo 3:5). O emprego da fórmula Filho de Deus (8 vezes, ou 9 se levamos em consideração “Filho do Pai” de 2Jo 3) também foi intencional para combater o falso ensino. Como já dito, o gnosticismo considerava a matéria essencialmente má, e afirmava que Deus, portanto, não poderia ter feito o mundo, pois este é matéria, e Ele não tocaria algo essencialmente mau. Assim, os gnósticos criavam, eles mesmos, um impasse do qual tentavam sair, ou com a ideia docética vista acima, ou com a teoria dos vários aeons, ou logói,os “filhos de Deus”, considerados seres intermediários entre Deus e a matéria, e que agiam no cumprimento de Seus propósitos; Cristo era apenas um deles. Como os gnósticos “cristãos” equiparavam esses aeons aos anjos mencionados na Bíblia, Cristo, com isso, era rebaixado ao nível de um desses. João combateu essa outra teoria absurda deixando claro que Jesus Cristo era o Filho de Deus (unigênito, ou único de Sua classe, conforme claramente exposto no quarto Evangelho); Aquele pelo qual tanto a criação como a redenção haviam sido executadas, sendo Ele mesmo “o verdadeiro Deus” (1Jo 5:20). Só assim Ele pôde ser Salvador. Como a lição enfatiza, “negar Sua divindade ou humanidade também significa negar Seu ministério como Salvador e Senhor, como exemplo. A salvação por meio de Jesus depende da natureza divino-humana de Jesus.” Ademais, é através de Jesus Cristo que se torna possível o verdadeiro conhecimento de Deus (tão alardeado pelo gnosticismo como fator exclusivo de salvação), bem como a comunhão com Ele. 1 João 4:12, “ninguém jamais viu a Deus” ecoa o mesmo enunciado de João 1:18, onde se afirma que Jesus é o meio da revelação divina. Semelhante conhecimento tem consequência salvífica (veja 17:3). Assim, Cristologia (o estudo da pessoa de Cristo) e soteriologia (o estudo da salvação) são oferecidas por João num único pacote, a segunda sendo o fruto natural da primeira. Com efeito, quem Jesus é e o que Ele realizou e continua realizando por nós garantem nossa salvação. Ele Se manifestou “para tirar os pecados” (1Jo 3:5), e assim “destruir as obras do diabo” (v. 8), sendo, desta forma, o “Salvador do mundo” (4:14); para tanto, deu “Sua vida” (3:16) tornando-Se “a propiciação pelos nossos pecados” e “pelos do mundo inteiro” (2:2; 4:10), razão pela qual Seu sangue “nos purifica de todo o pecado” (1:7). Ele atua agora “junto ao Pai”, como nosso advogado (2:2), e dali virá e Se manifestará (v. 28), para que sejamos em tudo semelhantes a Ele (3:2). O que Jesus fez e faz por nós requer de nossa parte uma resposta de fé. Crer nEle resulta em vida eterna (5:13; cf. Jo 3:16); tal experiência confirma o novo nascimento (5:1) e confere poder ao que crê para que seja um vitorioso sobre o mundo (v. 4, 5), de forma que ele “não vive na prática do pecado” (3:9). Requer também uma resposta de amor, primeiramente a Deus, então ao nosso semelhante (4:21). De tal forma o amor a Deus se revela na obediência aos Seus mandamentos (5:2, 3), pois “o pecado é a transgressão da Lei” (3:4), que “aquele que diz: ‘Eu O conheço’ e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” (2:4). De fato, “sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os Seus mandamentos” (v. 3). Por Sua vez, o amor ao próximo resultará em atos condizentes em seu favor (3:17); não há sentido em amar apenas de boca: “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade” (v. 18). Estudo nº 01 – JESUS e a epístola de João - Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo MarksEstudos da Bíblia: Segundo Trimestre de 2009 Tema geral: As epístolas do amado – 1, 2 e 3 Estudo nº 01 – JESUS e a epístola de João Semana de 27/06 a 04/07/2009 Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868 Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil
“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lev. 20:26).
Verso para memorizar: “E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o Seu Filho como Salvador do mundo” (1João 4:14).
Falsos mestres misturados com verdadeiros. Doutrinas sendo contestadas. Questionamento da natureza de CRISTO. ESPÍRITO SANTO tendo contestado sua natureza divina. Expectativa do fim do mundo para 1012. Profecias de São Malaquias (não o da Bíblia) sendo valorizadas. Nostradamus, virgem Maria, e outros profetas em evidência na igreja. Música mundana introduzida para agradar as multidões. Shows gospel para encher igrejas. Pregadores, músicos e cantores atraindo a atenção a si mesmos mais do que a DEUS. Valorização do material muito acima do espiritual. Associações, debates, colaborações e envolvimentos ecumênicos. Competição por cargos. Jogos violentos e competitivos. Este é um cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo. Madrugadas com CRISTO. Jovens e adolescentes se levantando com poder e trabalhando por CRISTO. Distribuição do livro “Os dez mandamentos”. Distribuição da revista “Esperança”. Distribuição do livro “Sinais de esperança”. Formação de pequenos grupos. Formação de muitas outras maneiras de ação missionária. Pessoas voluntariamente pedindo estudos bíblicos. Igrejas sendo reavivadas. Muitos fazendo a reforma da saúde. Outros muitos fazendo a reforma do sábado. Homens e mulheres, pregadores e mestres, viajando de um lugar para outro pregando com poder crescente. Grandes pregadores globais falando diretamente a mensagem com clareza e poder. Projeto “lares de esperança”; projeto “esperança viva”; madrugadas com DEUS. Colportores e obreiros bíblicos entrando em todos os lugares, dando estudos e deixando publicações. Pessoas leigas se consagrando ao trabalho em muitos lugares. Muitos jovens realizando trabalho pela internet, ou com seus colegas. Igrejas já sendo sacudidas em alguns lugares. Este é outro cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo. São dois cenários contraditórios na mesma igreja. Isto é o preparo para uma grande e forte sacudidura, que virá logo. Assim como JESUS, um pouco antes de seu sacrifício fez uma limpeza no templo, sacudindo-o, hoje, antes de conceder o poder máximo à Sua igreja, a sacudirá para retirar o joio com seu mundanismo. O que está acontecendo entre nós? Assim como quando a igreja iniciou suas atividades na Terra ela foi atacada por inimigos de fora e de dentro para não prosperar, assim também, nesses últimos dias, ao se preparar para concluir o seu trabalho na Terra, vem sendo cada vez mais fortemente atacada, de fora e de dentro, para que não cumpra a missão dada por CRISTO. Se a igreja adventista é a verdadeira igreja da Bíblia, então é evidente que ela será atacada. E seus inimigos não estão só do lado de fora, estão também do lado de dentro. Aliás, os inimigos mais perigosos são os que fazem parte do rol de membros. São agentes de satanás muito bem disfarçados para fazer retardar a obra, ou até para tentar impedir esta obra. Podem ter certeza, esses agentes não trabalham de uma maneira que fique flagrante a sua ação. São sutis, agem com uma estratégia adequada para obterem o apoio de quase todos. Para tanto, como nos tempos de Neemias, inimigos se propuseram para ajudar na reconstrução dos muros de Jerusalém, mas o que queriam mesmo é, por meio de infiltração inviabilizar a obra, assim também hoje, muitos dos nossos propõe-se a ajudar, introduzindo métodos não aprovados por DEUS, e assim atingir rapidamente os alvos. Usam estratégias que fazem parte das igrejas de babilônia, e que de fato, atraem multidões, mas não transformam ninguém. São inimigos infiltrados, estejam eles conscientes disso ou não. Veja só o que EGW diz a respeito desse assunto (todos os grifos foram acrescentados): “Agentes satânicos sob forma humana tomarão parte neste último grande conflito, para opor-se à edificação do reino de Deus. Anjos celestiais em aparência humana também estarão no campo de ação. Os dois partidos antagônicos prosseguirão existindo até o encerramento do último grande capítulo da história deste mundo” (A verdade sobre os anjos, 261). “Lamentamos ter de dizer, porém, que até mesmo em nossas escolas há pessoas que apenas são cristãs de nome. Não é necessária uma longa convivência com esses professos para verificar que são bem-sucedidos agentes de Satanás. Há em nossas escolas indivíduos de coração corrompido que possuem, no entanto, maneiras agradáveis, sendo bem-sucedidos em fascinar a certa classe de pessoas; e, antes que os desprevenidos o percebam, a influência dessas pessoas modifica-lhes os sentimentos, modelando-os de acordo com o caráter repreensível desses indivíduos corrompidos. Mas os que usam a roupagem do cristianismo, sendo, não obstante, governados pelos costumes e máximas do mundo, são corruptores morais. Pretendem buscar os tesouros celestiais, mas a atmosfera que rodeia sua alma está carregada de mortíferos miasmas espirituais, e devem ser evitados pelos que desejam permanecer incontaminados pelo mundo” (Fundamentos da educação cristã, 39). “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. ... . Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. ... estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás... .” (O grande conflito, 608). Será que a profetisa estava delirando quando escreveu estas profecias? Esses agentes não existem? Se existem, então, o que eles estão fazendo? Em que coisas estão envolvidas? Que estratégias de ação eles usam? Será que tudo o que se faz em nossa igreja é realmente aprovado por DEUS? Não temos nada a limpar em nosso meio? Satanás esqueceu-se de nós? Não pode ser! Ele está muito ativo, nós é que estamos permitindo que ele e seus agentes fiquem a vontade em nosso meio. Esse é o conflito oculto aos nossos olhos. Se para o início da obra da igreja satanás a atacou, imagina como ele fará agora, ao termos que concluir esta obra. E não pense que satanás atacará de maneira que todos percebam. Pelo contrário, ele está atacando de maneira que obtenha apoio por parte de muitos, inclusive apoio oficial. Não se subestime a inteligência e o poder de satanás. Quem ainda estiver em pé, veja que não caia. E quem por ventura caiu, busque levantar-se, e fique em pé. Estar em pé é ser fiel a DEUS.
Quem escreveu as três epístolas de João? Ora, diria, foi João. Não é tão fácil assim. Essas epístolas, assim como o livro de João, não iniciam com algum remetente ou autor. João tornou-se tão humilde que não pesava mais em si. Era o que menos interessava, ou não interessava nada. Ele, João, realmente não queria aparecer. Pregava o nome de JESUS, a quem amava. João foi o homem mais transformado por JESUS. Ele era, talvez, o menos promissor devido a seus traços de caráter, e se tornou o discípulo amado. Como sabemos que estas cartas foram escritas por João? Pelo estilo literário. Veja só, em todos os textos que João escreve, inclusive no Apocalipse, um livro profético, transparece o amor de DEUS, a intimidade com DEUS, a harmonia entre os seres humanos, a verdadeira paz. O foco sempre é CRISTO e a Sua salvação. O modo suave de escrever, é um modo como quem ama o leitor, sem mesmo saber quem iria ler. Se desejarmos saber como JESUS falava, como Ele escreveria, lendo o que João escreveu podemos dizer: certamente é bastante parecido. A tal ponto o profeta ama seus leitores que os chama por “filhinhos”, “amados”, “irmãos”. Essas são as palavras de João. Nenhum outro escritor da Bíblia escrevia assim. Só mesmo o discípulo amado, que amava quase como JESUS. Ele nos é um exemplo de transformação.
No estudo de hoje a lição foca a segunda epístola (carta) de João. É pequena, não tem capítulo, só versículos. Resumindo, do que essa carta trata? Da verdade (a Palavra de DEUS) da obediência aos mandamentos, um dos temas prediletos de João. Ele gosta de explicar que os mandamentos e o amor são o mesmo. Ele diz e enfatiza que quem guarda os mandamentos ama a DEUS. Então João continua nessa carta dando um alerta vital a todos os leitores. Esse alerta é crucial para os nossos dias. Ele pede cautela com os falsos mestres, aqueles que enganam, pois são o anticristo. O anticristo não é apenas o poder da igreja medieval. Anticristo são muitos. Todos aqueles que enganam as pessoas e as levam rumo a perdição. Na primeira epóstola João diz que já vieram muitos anticristos: “Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora” (I João 2:18). Ele ali explica que anticristos sairiam dentro do “nosso meio” (I João 2:19) e se aliariam com satanás e ses agentes externos para combater o povo de DEUS, de dentro desse povo. Esse é o grande alerta! Muitas vezes estamos preocupados com possíveis ataques contra a nossa igreja, que vem de fora. E é importante que estejamos alerta. Mas também devemos vigiar e precaver-nos dos ataques que vem de dentro. Principalmente que nós mesmos, não venhamos nos tornar agente do inimigo, um anticristo interno. E esses agentes existem sim, é uma profecia, precisamos ter consciência disso. Esses ataques são muitíssimo sutis, e eles estão por toda a parte. Devemos saber idnetificá-los, e noe precaver, de não sermos por eles enredados. Ou será que essa parte da profecia não se cumprirá, para que descuidemos? Nesse assunto ainda nos aprofundaremos em estudos que estão a nossa frente. Serão estudos pesados, desafiadores, que causarão grande impacto na igreja, e por certo grande polêmica, e até divisões. Mas esses estudos precisam ser feitos. Eles estão na lição de número seis. www.cristovoltara.com.br
Chama atenção os propósitos que João enumerou para as suas epístolas. Analise alguns exemplos. João disse: “eu vos escrevo...” ð para que a nossa alegria seja completa (I João 1:4); ð porque os vossos pecados são perdoados (I João 2:12); ð por causa do seu nome (id); ð (pais) porque conheceis aquele que existe... (I João 2:13); ð (jovens) porque tendes vencido o maligno (I João 2:13); ð (filhinhos) porque conheceis o Pai (I João 2:14); ð (pais) porque conheceis aquele que existe (repetição) (I João 2:14) ð (jovens) porque sois fortes, a palavra de DEUS permanece em vós, e tendes vencido o inimigo (I João 2:14); ð Afim de saberdes que tendes vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de DEUS (I João 5:3) Notou algo curioso nessas razões porque João escreveu? Foi para pessoas que já conheciam a DEUS, já o obedeciam, que estavam firmes na fé. Ele estava fortalecendo a essas pessoas, e procurando protege-las do anticristo que andava por lá, e já estava dentro da igreja. Vede isso em I João 2:18 a 26. João aqui não estava atacando o anticristo, estava defendendo aqueles que ainda não foram enganados por ele. É uma terrível mensagem. Muito preocupante para os nossos dias, pois são os dias finais, os mais perigosos de todos os tempos. Se há algum tempo em que satanás intensificará seus ataques contra o povo de DEUS esse é o tempo de hoje. E faz sentido, pois satanás está tendo sua última chance de liquidar com o povo de DEUS aqui na Terra. Ou ele liquida esse povo, ou o Rei desse povo (o Cordeiro, Apoc. 17:14) liquida com ele. Ele já está atacando a nossa igreja por todos os lados, de todas as maneiras, de fora e de dentro. Muitos, muitos mesmo, do próprio povo de DEUS estão se tornando aliados de satanás. É preciso ler o capítulo 66 do livro “Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos”, sobre o concílio que satanás fez para elaborar a estratégia contra a igreja de CRISTO. Ali nesse capítulo estão identificadas muitas das estratégias erradas pelas quais muitos de nós pretendem salvar pessoas para o Reino de DEUS. É mais uma triste notícia que está se cumprindo. Sem o saber, pode estar acontecendo de um de nós sermos agentes de satanás. Podemos estar dando um persistente mau testemunho, ou orientando mal quanto ao que seja seguir a JESUS, e outros, que nos seguem, porque ainda não conhecem bem a JESUS, são induzidos a erro. Essa é uma questão extremamente importante. Muito mais do que naqueles tempos dos apóstolos. Hoje o anticristo está invadindo a nossa igreja por meio do questionamento de suas doutrinas, por meio de acusações, por meio de rebaixamento da imagem dela perante o público, por meio da música mundana, por meio de modas e costumes mundanos, por meio de competição nos esportes, por meio da alimentação, por meio dos passatempos, e centenas de outras coisas. Se não for por essas coisas, e muitas outras, então porque Ellen G. White advertiu contra essas coisas? Que outras coisas seriam utilizadas por satanás para infiltrar entre nós anticristos? Por ventura entre nós conseguiria alguém se levantar e de nossos púlpitos pregar livremente a imortalidade da alma, a santificação do domingo, e que JESUS perdoa mesmo sem arrependimento? Não se espere que satanás seja tão estúpido. www.cristovoltara.com.br
Naqueles tempos muitos descriam em JESUS como ser divino tanto quanto o Pai é divino. Isso era favorecido pelo contexto, pois os judeus institucionalmente não aceitaram JESUS como O Messias. Tanto que O levaram à morte. Mas isso era naquele tempo. Como é hoje? Hoje é bem mais dissimulado, mais sutil. Nós, para vencermos, devemos olhar para JESUS. Mas o que é olhar para JESUS? Para olhar para JESUS precisa fazer duas coisas: conhecê-Lo, o que se consegue estudando como Ele foi, nos quatro evangelhos. Mas também se pode conhecê-Lo estudando a Bíblia inteira, pois Ele está por toda a parte. Precisamos estudar nossas Bíblias para conhecer sempre melhor o nosso exemplo de vida. Principalmente nesses últimos dias nessa Terra, dias tenebrosos, cheios de enganos quase imperceptíveis. Antes de irmos adiante, falemos um pouco dos tais enganos quase imperceptíveis. Esses enganos estão na faixa divisória entre o certo e o errado. É a faixa de coisas que facilmente são toleradas, pois nela estão erros insignificantes, mas que matam. Afinal, não são tão errados assim, mas também não são a cosia correta. Sabe aquela faixa amarela que divide as duas vias de uma estrada pavimentada? É dela que estamos falando. Você nunca deve andar sobre ela, não é mesmo? É muito perigoso, embora, não pareça errado. Pois espiritualmente falando, é nessa faixa que satanás coloca pequenas e quase inocentes atrações. E para você cair nelas, veja bem, nem precisa andar na contra-mão. Basta andar em cima da faixa. São todas aquelas pequenas e quase insignificantes coisas que JESUS, se Ele fosse você, não faria. São, em geral, conceitualmente pequenos mundanismos, que toleramos em nosso corpo, com os quais facilmente nos acostumamos, e que não vemos mais como inadequados a verdadeiros adoradores de CRISTO. Você que está lendo, sabe do que estou falando aqui. Voltando sobre como olhar para JESUS, vamos a segunda coisa que precisamos fazer. Precisamos sempre perguntar se o que vou vestir agora, o que vou fazer agora, o que vou utilizar agora, o que vou comer agora, o que vou ver agora, o que vou falar agora, etc., se JESUS faria isso também. Se conhecermos a JESUS, saberemos responder corretamente em cada ocasião, então seremos como Ele foi, e como Ele seria se estivesse em carne e osso em nosso meio. Seremos a fotografia viva de JESUS. Seremos o que em breve serão os Seus servos quando estiverem concluindo a obra nesta Terra.
JESUS veio para duas finalidades gerais: ensinar a verdade sobre a nossa situação e demonstrar essa verdade por meio de Sua vida. Nascer como qualquer ser humano, ser um bebê, ser uma criança, um adolescente, um jovem, depois um adulto, e não cometer nenhum pecado é algo admirável. Como pôde JESUS realizar essa façanha? Eis algo que desejo muito conversar com JESUS: como foi que Ele conseguiu isso! Se Ele tivesse caído em um só pecado, digamos, quando criança, ou quando menino, estaria tudo perdido. Veja bem, JESUS, como ser humano, Se teria tornado um pecador, e Sua sorte seria igual a nossa. Não faço idéia de como isso pudesse ser resolvido, se é que tal situação tenha solução. Por aí dá para imaginar alguma coisa sobre o risco que JESUS correu em Se tornar um ser humano. Sabemos que Ele era ao mesmo tempo divino e humano. E essa característica não facilitou em nada a missão de JESUS. Pelo contrário, aumentou o risco. Pense um pouco, se você tivesse poderes parecidos como os de Sansão, isso seria bom, ou seria ruim? Num primeiro momento seria bom. Mas, imagine o que poderia fazer se fosse desafiado por uma pessoa de má índole. Iria conseguir controlar como uma força dezenas de vezes superior a um ser humano normal? Sem ferir esse desafeto? Pois JESUS, o humano, teve que conter toda a Sua capacidade divina, e viver aqui entre seres humanos como um mero ser humano, como um de nós, rodeado de desafetos espirituais e humanos. E nada de perder a paciência, ou de valer-se de seus poderes sobrenaturais. Aliás, essa foi uma das tentações de satanás sobre Ele, que lá no deserto, já morrendo de fome (40 dias sem comer dá fome, e o corpo fica no limite entre a vida e a morte), lhe foi sugerido que transformasse pedras em pães. Isso JESUS, como ser divino, poderia ter feito facilmente. Mas agora Ele estava aqui também como ser humano, e precisava manter-se assim, vencer como ser humano, não como DEUS, que ele também era. Ou seja, Ele precisava provar que a Lei de DEUS é mesmo o amor, e como ser humano deveria tanto ensinar isso como demonstrar. Assim Ele provou que essa lei é viável. Aí está uma lição para aqueles que como eu, pregam e ensinam. Devemos pregar e ensinar para os outros e para nós, isto quer dizer, que prega deve viver na prática aquilo que está ensinando. Para quem recém está chegando à igreja, há desculpa por incoerências entre a nova crença a qual aderiu e o que faz, essa pessoa ainda precisa crescer no conhecimento fartamente disponível na Bíblia e no Espírito de Profecia. Mas para quem já é veterano nas fileiras de DEUS, cometer ainda erros básicos, não tem desculpa, já deveria ser exemplo para os mais novos. Naqueles tempos satanás estava de olho em JESUS para detectar a menor das falhas n’Ele, que ocorresse em Sua vida. Aliás, talvez uma das maiores provas de que JESUS foi vencedor é o fato de satanás nunca O ter acusado de algum erro real. Lá no Seu julgamento Ele foi acusado de coisas sem sentido. Se Ele tivesse realmente falhado em ao menos um ponto, essa falha, é óbvio, teria aparecido no Seu julgamento. Portanto, foi a julgamento um homem puro, e o julgamento provou isso, nas palavras de Pilatos: “Não acho n’Ele mal algum”. Os acusadores de JESUS não resistiram sequer ao inquérito de um Governador romano, um homem que teria interesse em agradar os inimigos do que estava sendo julgado. Esse é o testemunho de JESUS. Por isso o Seu sangue pode nos purificar (I João 1:7) pois Ele deu a Sua vida por nós (I João 3:16). JESUS veio para destruir as obras do pecado (I João 3:8), portanto, aquele que é nascido de DEUS (batizado por ter aceito conscientemente ser seguidor de JESUS, mudando de comportamento), esse não vive em pecado. E se porventura pecar, pede socorro a JESUS (é só fazer uma oração na hora em que se der conta) e é pelo Salvador levantado para outra vez caminhar em frente, para cima, em pé. Mais uma vez queremos lembrar da vida de Enoque. Ele é para nós um exemplo de como viver com DEUS. Ele vivia da seguinte maneira: continuamente estava consciente de que estava na presença de DEUS (só isso já cria condições para que deixemos de fazer muitas coisas que não devemos fazer); orava antes de todas as atividades que iria fazer; tinha confiança total em DEUS; e ensinava outros sobre DEUS. Um homem completo. Se for analisar, era exatamente isso que JESUS também fazia. E os grandes vencedores do passado também faziam. Nós, hoje, nesses dias difíceis, também podemos vencer por meio desse estilo de vida.
Antes de ler esse comentário do dia de hoje, seria bom ler o estudo adicional, de sexta-feira. Em resumo, a igreja recém criada por JESUS estava sendo atacada, principalmente de dentro dela mesmo, por pessoas que faziam parte de suas fileiras. Como foram esses ataques? Bem, alguns deles foram assim: ð Alguns negavam a divindade de JESUS; ð Outros pregavam uma coisa, mas viviam outra; ð Havia os que inseriam erros doutrinários; ð Uns diziam que bastava obedecer a lei e estava salvo; ð Também havia os que introduziram heresias na igreja; ð Em geral, esses todos não passavam pelo teste dos frutos que produziam: “pelos frutos os conhecereis”. Hoje essa situação se repete. DEUS hoje está provando os corações dos membros da igreja de CRISTO. É para ver o quanto são fiéis, e distinguir quais deverão ser sacudidos fora. Como isto está sendo feito? Como DEUS sempre fez ao longo da história. Ele permite que o Seu povo seja provado exatamente por aquelas coisas do mundo das quais se agradam tanto. Sempre foi assim e a história de Israel está recheada de exemplos. Assim hoje todos se posicionam, uns, pelo liberalismo, outros pelo zelo equilibrado nos princípios celestes. Sobre isto, veja o que diz a profecia: “O Senhor está provando o Seu povo, para ver quem se manterá fiel aos princípios de Sua verdade. Nossa tarefa consiste em proclamar ao mundo a primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Na desincumbência de nossas obrigações não devemos menosprezar nem temer os adversários. Não consta da ordem divina que, por meio de contratos, nos liguemos aos que não pertencem à nossa fé. Devemos tratar com bondade e cortesia os que se recusam a ser fiéis a Deus, mas nunca, nunca a eles nos unir em concílios que visem aos interesses vitais de Sua obra. Pondo a nossa confiança em Deus, devemos avançar constantemente, fazendo o Seu trabalho com abnegação, com humilde confiança nEle, confiando-nos às Suas providências tanto nós mesmos como tudo quanto se relaciona com o nosso presente e futuro, retendo firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim, lembrando que não recebemos as bênçãos do Céu pelos nossos merecimentos, mas pelos méritos de Cristo e nossa aceitação da abundante graça divina pela fé nEle.” (3Testemunhos Seletos, p. 127-128, grifos acrescentados). Estamos em dias de decisão. A nossa igreja está deixando de ser morna. Mas a mornidão, ou o calor, não é uma condição da igreja em si, e sim, de seus membros. É uma questão pessoal, individual. Não é a igreja que vai deixar de ser morna, mas alguns de seus membros. Os que não fizerem isso, estão se posicionando de modo errado, contra o Senhor. E se continuarem assim, cairão fora quando babilônia apertar o cerco. E isto está prestes a acontecer, falta bem pouco. Então, pela introdução de mundanismo os membros da igreja todos são levados a se posicionarem definitivamente, de modo mais consciente. Isto é a preparação para a sacudidura. Primeiro vem a sacudidura, depois vem o forte derramamento do poder do ESPÍRITO SANTO, que atualmente já está sendo concedido em medida crescente, mas não máxima. De todo o mundanismo que está sendo introduzido por parte de muitos, que agem descuidadamente, sem zelo como o zelo do Senhor da igreja, a música gospel é a mais poderosa. Lúcifer, entre outras capacidades (liderança, psicologia, influência, comando, etc) tem o poder da música. Pela música pode-se exercer forte influência, seja para o bem, seja para o mal. Ela mexe com emoções, dependendo da música, também com os músculos e o corpo. É pela música que atualmente todo o falso reavivamento das igrejas populares está sendo impulsionado. É a sua plataforma básica, pois exerce sedutora atração. A música gospel dá a impressão de ter recebido o poder do ESPÍRITO SANTO. Mas se fosse assim, os pessoal que fica pulando três dias nos pagodes também teriam recebido o mesmo poder. Há outro poder em ação. O falso reavivamento está sendo comandado por um músico (com respeito aos bons músicos da igreja). Assim como em todas as atividades humanas, também na música há dois grupos: os fiéis a DEUS e os indiferentes ao que DEUS deseja. O músico que comanda a arte no mundo é mesmo que começou a sedução que derrubou um terço de todos os inteligentíssimos anjos celestes, e que conheciam DEUS pessoalmente. Pela música se pode seduzir, coisa que jamais quem pretende salvar almas deveria utilizar. Não se seduz para o bem, só para o mal. A sedução é uma atração que viola o consciente e torna a pessoa embevecida pelo que a música simboliza. Se essa técnica estiver sendo utilizada para o bem, para salvar, essas pessoas na verdade estarão sendo enganadas, pois seu louvor, que pensam ser a DEUS, é a satanás, aquele do falso reavivamento, que atrai multidões em todas as igrejas, e agora também na nossa, em muitos lugares. Esta música, seu ritmo, atrai multidões, fascina, movimenta, emociona, atiça os músculos enchendo-os de energia, age com poder, mas não para a transformação e saída do mundo, e sim, para conformar-se com o mundo. Enche as igrejas? Sim! Ajuda na salvação das pessoas? Não, só engana as pessoas superficiais e as que ainda são ingênuas ou em fase de adolescência no conhecimento da verdade. É a música da idolatria. São os shows gospel, as boates gospel, os concursos gospel, o carnaval gospel, discotecas gospel, tudo gospel. Qual a grande diferença com o resto do mundo? Só não tem cerveja! Tinha que haver alguma diferença, bem escolhida, para enganar as multidões. O que é esse gospel? Pela conceituação americana, é ritmo mundano e vulgar com letra sagrada, embora quase sempre superficial. Pelo conceito bíblico, é prostituição, ou seja, mistura de algo correto com algo errado. Via de regra usa tambores, ou bateria, mas nem sempre. O problema não é tanto com a bateria que com o ritmo se faz com ela. Já vi e ouvi os desbravadores fazerem belos e solenes programas, e usavam tambores (não era bateria, se bem que, o simbolismo prático desse instrumento requer que o bom senso o exclua de nossos cultos). Sabiam usá-los para louvor. É uma profecia de EGW de que essa música entraria na nossa igreja, antes do fim, ou seja, antes da sacudidura. Muitos que amam tal música, e que a estão introduzindo na igreja contestam com palavras fortes. Mas contra profecia não há argumentos, se ela é de DEUS, melhor é atentarmos ao profeta que as palavras de outros, para que estejamos fora de perigo. O assim diz o Senhor precisa e vai prevalecer. Agora você vai entender o papel da entrada dessa música gospel (letra cristã mas ritmo vulgar mundano, seja com ou seja sem bateria) na igreja. De DEUS não se zomba, quem estiver fazendo isto, segure-se pois está tentando lutar contra DEUS. Nesse momento escrevo com zelo pelas vidas de todos os leitores, pois gostaria de ver todos salvos. Esse é o intuito aqui. Quem inadvertidamente, ou conscientemente (sabendo o que está fazendo, nesse caso,a gente contratado por satanás) está introduzindo essa música na igreja, tudo o que vai conseguir é fazer um favor a DEUS, pois o Criador é tão inteligente que transforma todos os ataques contra a igreja de CRISTO em alguma coisa positiva. Mas cuidado! A presença dessa música é hoje, flagrantemente, a maior de todas as polêmicas internas. Está dividindo a igreja verticalmente de alto a baixo. Está dividindo desde a Conferência Geral, presidentes de campo, departamentais, pastores, líderes leigos e os membros. Fica uma sensação: afinal, nós outros, a quem ouviremos, e a quem seguiremos? É a divisão do posicionamento sobre, a final que louvor DEUS deseja ouvir, e como O adoraremos. É dramático, a polêmica que divide a igreja se abate sobre a essência da adoração: o louvor! É o ponto mais delicado em toda a relação com o nosso Criador e Salvador. A divisão causada leva a necessidade de posicionamento individual, e este posicionamento está definindo que permanecerá em pé, ao lado de CRISTO, quando a sacudidura ficar estonteantemente forte, insuportável senão pela fé. Fé é estar agarrado por meio da confiança, em CRISTO. É principalmente por meio da música, a essência do louvor, mas também por outros mundanismos, que as posições individuais estão se definindo e se firmando. Esta situação vai se intensificar a tal ponto que levará a todos se posicionarem, desde a mais alta administração de nossa igreja ao mais humilde dos membros, em dois lados opostos. E é preciso lembrar que divisão nunca vem de DEUS, sempre do inimigo. Tenhamos certeza disto. Sim, pois a música, mais do que outros fatores mundanos de divisão, está ATIVANDO O ZELO de muitos pelo Senhor, e ABRINDO AS GUARDAS DA ALMA de outros pela tolerância às coisas do mundo. É uma profecia que se cumpre nesses últimos dias, um pouco antes do alto clamor, às vésperas das leis opressoras (já sendo discutidas nos concílios religiosos e até no G8) que estão por vir, e do decreto dominical, que segue a essa leis. Agora preste atenção à frase seguinte. Esse ritmo sedutor receberá um poderoso aliado para derrubar de vez os servos de DEUS: é o decreto dominical. E muitos cairão, é a sacudidura. Veja a descrição antecipara pela profecia: “A grande questão que está tão próxima [o cumprimento da lei dominical] eliminará aqueles a quem Deus não designou, e Ele terá um ministério puro, leal, santificado e preparado para a chuva serôdia” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 385). “O Senhor mostrou-me claramente que a imagem da besta formar-se-á antes que termine a graça; pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno (Mensagens Escolhidas, v. 2, pág. 81). E para onde estes que caem irão? Para o lugar onde essa música continuará sendo tocada, as igrejas ecumênicas do falso reavivamento, que estarão, nesses dias, alardeando mais do que nunca que possuem o poder do ESPÍRITO SANTO, onde mais do que nunca serão realizados sinais e maravilhas, de satanás. O que DEUS faria de mim, se, sabendo disso, não o escrevesse? Por favor, você que lê, ao menos pense com carinho, pela sua vida, pois não pode subestimar o inimigo, principalmente nesses dias finais. Aliado com a música gospel vem as modas, a competição, a idolatria (do eu e dos artistas, do som alto, etc.), as novelas, os filmes impróprios, as noitadas sem dormir por passatempos mundanos (filmes, novelas, jogos, etc.), e muito mais. Em todas essas instâncias, o ritmo é o mesmo, une os corações num só espírito. O ritmo é igual, seja com letra para DEUS, seja com letra para o diabo. O que une o mundo hoje não é a letra, e sim, o ritmo. Com o ritmo diabólico, a letra não vale mais nada, pois esse ritmo atiça o corpo enquanto sufoca a mente e a razão. Este é o grande ensaio para não permanecer em pé na sacudidura. Não escrevi essa parte para reformar a igreja quanto ao louvor. Não é minha função. Disso o Senhor da igreja está cuidando e Ele sabe o que está fazendo. Ele ainda está dando tempo para que todos se posicionem, por Ele, ou contra Ele. Por quanto tempo Ele vai esperar não sei. A minha função é só alertar aqueles que ainda não foram afetados pelo poder sedutor do gospel, para por ventura estes permanecerem em pé pelo Senhor. E também, se possível, ajudar aqueles que já caíram na cilada, para, se desejarem, retornarem ao que DEUS deseja que façam quanto ao louvor. Porém, cada um deve livremente tomar a sua decisão enquanto é tempo, a salvação é individual. Não me preocupa quanto ao futuro da igreja. Disto JESUS cuida. E já sabemos que ela é e continuará sendo vencedora. Não há perigo nesse sentido. Me preocupa é que muitos membros se perderão por falta de conhecimento. E me preocupa é que muitos levarão outros à perdição por seu mau exemplo de vida, assim como João se preocupava em seu tempo.
escrito entre: 17/05/2009 a 22/05/009 - corrigido em 22/05/2009
Declaração do professor Sikberto R. Marks O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.
FONTE: http://www.cristovoltara.com.br/
Lição 13 - Missão - Comentários de Gilson NeryLição 13. Segundo trimestre. 20 a 27 / 06 / 009. Comentários de Gilson Nery Esc. Sabatina.
M i s s ã o
O Deus Unigênito em Sua missão quase impossível de pagar o preço do nosso resgate com Sua morte, é que deve nos motivar em aceitar o grande privilégio de sermos missionários deste Seu infinito amor que O levou a este extremo em esbanjar tanto de Si e de Seu amor eterno pela humanidade; devemos pregar ao mundo, um Deus Esbanjão e extremamente Gastão em se tratando de amor. Esbanjar mais amor do que Ele fez por nós, é algo que, mesmo para Ele, que é Onipotente e Todo Poderoso, seria impossível, assim é que, o nosso estoque de amor precisa está em situação de super abastecimento, sacudido e transbordando, porque Este Deus Onipotente em amor, super lotou os nossos armazéns em todos os seus departamentos, e, também, as nossas residências, nossos quartos de dormir, na sala, na cozinha, no sótão, nas garagens, dentro dos nossos carros, em nossos guarda roupas, nossas dispensas, nossos fogões, nossas panelas, nossos escritórios; falta algum rincão da nossa vida que não esteja lotado deste Seu amor? Se faltar peçamos ao Espírito Santo que, com Sua plenitude, venha preenche-lo até que transborde estes departamentos, para que possamos desempenhar nossa missão movidos, impelidos e constrangidos unicamente pelo Seu amor. II Cor. 5:14. O Primeiro Missionário que existiu no Universo, não foi Adão, mas sim O Deus Unigênito, lá pelos primórdios da eternidade passada, quando surgiu o conceito de Filho de Deus relacionado com Esta Divindade, entre os anjos e habitantes de outros mundos. Este Ser Maravilhoso, Se tornou o Verbo ( Palavra )de Deus, ou seja, o Pensamento de Deus tornado audível, ou ainda, o plano da redenção que até por este tempo, existia embrionário e apenas em pensamento, mas que foi traduzido ou exteriorizado em palavras por Este Membro da Divindade, daí a Sua designação de a Palavra de Deus em João 1:1 e Apc. 19:1113; Este, portanto, foi o Primeiro Missionário do Universo; a seguir vieram os santos anjos em missão de reconciliação com os demais anjos que estavam contaminados com descontentamento em relação ao Governo de Deus; Ver Apc. 12:7; depois destes eventos é que, surgiu aqui em nosso mundo, o primeiro missionário humano, Adão, que depois do seu imenso pecado, se converteu e se tornou o primeiro missionário evangélico aqui em nosso planeta, e, esta missão, a partir deste primeiro missionário, tem sido estendida a todos os filhos de Deus de geração a geração, atravessou os séculos e milênios e, pelos idos dos anos 27 a 31 d.C., adquiriu uma importância especial com a ordem de Cristo comissionando os Seus discípulos como Seus missionários e, foi em 31 d.C., que o Espírito Santo colocou o Seu imprimatum nesta missão, enchendo até transbordar, estes missionários com a plenitude de poder e dons espirituais. At. 2. Infelizmente, a grande apostasia anunciada por Paulo em II Tes. 2:1-4 e At. 20:28-30, entrou na igreja e tem atrasado esta missão por centenas de anos, mas agora, nos últimos dias do limite máximo da paciência de Deus, este Evangelho está sendo pregado em quase todo o mundo e, ao ser derramado o segundo Pentecostes com a Plenitude do poder do Espírito Santo, esta missão será concluída, Cristo voltará e levará os Seus missionários para a Sua Cidade Eterna. Amém!
Verso para memorizar: Preparados para responder. Para que possamos estar preparados para responder com mansidão e reverência a Deus, precisamos, em primeiro lugar ouvir com reverência a voz do Espírito Santo falando a nossa alma em nossas orações secretas e a sós com Deus; precisamos, também, aprender a ouvir com mansidão a todos que desejem apresentar as razões de sua fé, e, não apenas falar da razão da nossa fé; também, precisamos testemunhar da nossa fé e crença para aqueles que não pediram para nos ouvir, e, acima de tudo isso, a nossa maneira de viver precisa, em si mesma, ser um estímulo para indagações e, uma resposta a todos que nos cercam, as pessoas precisam ver em nós a luz do Evangelho e não as trevas de uma vida em desarmonia com a Luz do mundo. II Tim. 4:2;Mt. 5:14,16.
Parte de domingo. O Povo se perderá, a menos que... .
Na realidade, nenhuma pessoa sincera se perderá por causa da nossa negligência, porque se for preciso, Deus fará até mesmo que pedras clamem e anunciem a Sua salvação, e, isto já tem ocorrido em dois aspectos, o figurado e o literal; lembram de um certo jumento falando em língua hebraica? Mas, ai de nós se não falarmos e que Deus precise destes expedientes. Perg. 01 – Note: Em primeiro plano, as pessoas são salvas por Cristo unicamente e não necessariamente por nossa missão, nós somos apenas instrumentos de salvação. Nenhum outro nome foi dado a não ser o de Jesus Cristo. A vida eterna está em Seu Filho. Etc. Alguns conhecerão o Evangelho pela pregação das “pedras,” outros, mesmo sem as pedras e sem nós, mas ai de nós se não cumprirmos a nossa missão de evangelizar.
Parte de segunda feira. A grande comissão.
1 – Mt. 28 – Pregar o Evangelho por todo o mundo significa pregar a toda a criatura. 2 – Estão definidas duas classes: os que crêem e os que não crêem, os salvos e os condenados. 3 – Está mencionado o elemento arrependimento e a remissão dos pecados em nome de Jesus Cristo. 4 – Não somos enviados pela igreja, mas sim por Cristo, Ele é o Chefe e Comandante deste exército de missionários. 5 – O nosso testemunho começa onde nos encontramos e vai se estendendo, em uma reação em cadeia, até os confins do mundo.
Não existe essa de, se o Evangelho não for pregado por nós a todo o mundo, Jesus Cristo nunca virá a este mundo! Nota desta pág. Existem lâmpadas devidamente instaladas em todos os paises do mundo, que não são do nossos conhecimento e que, ao ser derramando a plenitude do Espírito Santo sobre o povo de Deus, será como o acionar um interruptor eletrônico que fará com que estas se ascendam e se tornem luzes que iluminarão o mundo em pouco tempo; precisamos parar de falar ao povo de Deus a respeito dos gigantes a serem enfrentados e, falar do poder do Espírito Santo que nos está prometido para que possamos finalizar a obra, mesmo a despeito destes gigantes. Amém!
Parte de terça feira. Uma igreja que testemunha.
Perg. 03 – É preciso enfatizar com “grande voz,” a “HORA” do juízo já em andamento no tribunal divino; esta hora do juízo nunca foi pregada antes do século dezenove, o juízo “vindouro,” este sim, foi pregado, ( At. 24:25 ), mas nunca um juízo presente, ou seja, a hora do juízo. Precisamos notar e alertar o mundo e a igreja de Deus sobre o fato de que estamos vivendo nos últimos momentos do toque da sétima e última trombeta apocalíptica que anuncia o dia do juízo já no presente e ocorrendo no tribunal divino. Ver Apc. 11:15-,18 e Dan. 7:9-10. Nós não temos uma mensagem na base de fazer amizade para depois pregar, nós, pregamos com o poder do Espírito e com urgência para depois fazer amizade, ou, talvez, inimizade, como disse Jesus Cristo ( Mt. 10:34;Lc. 12:51-53 )e, existe até um “ai” da parte de Jesus Cristo, sobre os que com o sacrifício do dever, tem a aprovação ( amizade ), de todos. Ver Lc. 6:26.
Parte de quarta feira. Testemunho pessoal.
Nota – A igreja é composta de indivíduos, é verdade, mas, é composta em organização, porque Deus é Um Deus de ordem; em situação normal, a igreja sempre foi uma organização; existiram exceções, na história da igreja, mas exceções são exceções com base circunstanciais e, não a regra geral. Perg. 04 – Note: Deus pôs, não foram homens que colocaram na igreja os filhos de Deus e Seus missionários, mas sim Deus; não fomos enviados por homens mas por Deus e, nós somos o que somos porque podemos todas as coisas Naquele que nos fortalece. Fil. 4:13. Perg. 05 – O Maior recurso é a Pessoa do Espírito Santo, Seu poder, Sua plenitude, Seus dons espirituais e, seria muito bom seguirmos a orientação de Cristo que disse que devemos esperar que Este Maior recurso tome posse de nossas vidas, antes de sairmos para as nossas missões. Perg. 06 – Ser gerados pelo poder do Espírito Santo e da Palavra de Deus; nascer de novo pelo mesmo poder; crescer na Graça e no conhecimento pessoal de nosso Senhor; viver a altura de todos estes fatores divinos; eis a fórmula! Note: isto está mais para fórmula do que para condições, mas são, também, condições.
Parte de quinta feira. Compartilhando o senhor.
Perg. 07 – A Bíblia diz que o povo de Deus foi ( é )destruído por falta de conhecimento ( Os. 4:6 ), e, que são as Sagradas letras que nos fazem sábios para a salvação ( II Tim. 3:15 ); o problema da maioria é que, não querem “pagar” o preço da aquisição da sabedoria. Comp.c/ Prov. 2:1-6;8:17. Perg. 08 – O Centro Absoluto de toda a nossa vida, palavras, pensamentos, pregações e testemunho: 1 – O Messias ( Jesus Cristo ), das profecias bíblicas. 2 – A gestação do Messias das profecias em um ventre humano. 3 – O Messias nascido de mulher. 4 – O Messias que viveu entre nós Pessoalmente. 5 – O Messias que foi tentado em tudo e venceu tudo e todas as tentações. 6 – O Messias que morreu como Campeão Olímpico. 7 – O Messias que ressuscitou ao terceiro dia. 8 – O Messias que subiu para o Céu e para o Seu Santuário Celestial. 9 – O Messias que ministra no santuário Celestial como nosso Sacerdote e Sumo Sacerdote. 10 – O Messias que virá outra vez nas nuvens dos Céus. 11 – O Messias que nos levará para as Suas Mansões eternas e para a Sua Cidade Eterna. 12 – O Messias que morará conosco juntamente com o Nosso Pai Celestial durante toda a eternidade. Este deve ser o centro absoluto da nossa vida e nosso testemunho.
Pág. 166, em motivação, primeira parág. Note: alguém disse: “Quem não vive para servir, não serve para viver.” Pág. 167 em comentário bíblico; as pessoas se perderão a menos que...; Deus jamais permitirá tal coisa. Ver o comentário de domingo. Com um Chefe como Jesus, como podemos fracassar? Alguém disse: “Olhando para mim, não vejo como me salvar; olhando para Jesus, não vejo como me perder.” O segredo, portanto, é: Manter os olhos da fé, no Chefe Supremo da igreja, Jesus Cristo. Ver Isa. 45:22. Pág. 168, em V. Compartilhando o Senhor e pense nisto: Paulo em Atenas, fez uso de muita intelectualidade em suas pregações, e, os frutos foram escassos, porém, em Corinto, Ele deu prioridade a sabedoria do alto, a Palavra de Deus e o poder do Espírito santo. Ult. Parág. em perguntas de aplicação. Deus encolheu o mundo através da tecnologia (Dan. 12:4), para que possamos evangelizá-lo com pressa e o mais rápido possível, salvar almas e sairmos daqui urgentemente. Amém!
Que sejamos revestidos pela plenitude do Espírito Santo para que possamos concluir a missão de evangelizar o mundo. Amém! Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal. E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987. Estado de S. Paulo.Brasil. Classe Universitários
Comentário da Lição 13 – Missão - ESCOLA NO ARESCOLA NO AR 2º Trimestre de 2009 - A Caminhada Cristã Comentário da Lição 13 – Missão Sábado, 20/6/2009 - › Introdução
Conheça o autor
Pr. Albino Marks
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao.asp?nivel=adultos_pt&data=26/6/2009 Comentario da Lección 13 – Misión - “La Escuela en el Aire”(Escola no Ar)“La Escuela en el Aire”(Escola no Ar) 2to Trimestre del 2009 - Caminar la Vida Cristiana Comentario da Lección 13 – Misión Sabado, 20/6/2009 - › La Misión
Piense: “Vi que nadie podrá participar
del refrigerio, a menos que obtengan la victoria sobre toda tentación, sobre el
orgullo, egoísmo, amor al mundo, y sobre toda mala palabra y acción”. – VE.
Pág. 115.
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Pr. Albino Marks
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Daniel Román Roque
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao_es.asp?nivel=adultos_es&data=26/6/2009 Lição 13 – Missão (Atos 1 e 18; I Coríntios 1)Lição 13 – Missão (Atos 1 e 18; I Coríntios 1)
Introdução: Você conhece alguém que está “pegando fogo” por Jesus? Foi assim com você, em algum ponto da tua vida? Próxima pergunta: Você conhece alguém que está pegando fogo por Jesus por toda a sua vida? Tenho visto muitas pessoas que “pegam fogo” no princípio, mas não me lembro de alguém que mantenha seu nível inicial de fervor. Por que é assim? Esta é uma parte normal da nossa missão cristã? É consistente com a vontade de Deus? Quando somos chamados por Jesus para a missão, o que Ele espera de nós? Vamos nos jogar novamente para dentro da Bíblia e ver o que podemos aprender!
I. Parceiros na Missão
A. Leia Atos 1:1-3. O que Jesus fez depois de Sua ressurreição? (Ele passou 40 dias com Seus discípulos, convencendo-os que Ele estava, de fato, vivo e os ensinou acerca do Reino de Deus.)
B. Leia Atos 1:4-6. Quem trabalharia com os discípulos no futuro? (O Espírito Santo.)
1. O que você acha da pergunta dos discípulos em Atos 1:6?
a. Quando você acha que isso foi perguntado? (Note que acabamos de ler em Atos 1:3 que por um período de quarenta dias Jesus falou com eles acerca do Seu reino. Espero que esta pergunta tenha sido feita no início dos quarenta dias, e não no final.)
C. Leia Atos 1:7-8. Dado este contexto, sobre o que os discípulos deviam testemunhar? (Que Jesus havia ressuscitado e que Ele tinha um reino vindouro.)
1. Esta é a nossa missão hoje? Estas foram as palavras ditas aos discípulos naquele momento; se você acha que elas ainda são aplicáveis, explique por que.
2. Eles eram capazes para fazer esta obra por si mesmos? (Não. Foram dadas a eles instruções explícitas para esperarem até que fossem batizados com o Espírito Santo.)
a. Esta também é uma necessidade hoje? Devemos esperar até que o Espírito Santo venha, para trabalhar conosco em nossa missão?
(1) O que podemos dizer às pessoas que dizem que o Espírito Santo estar presente em poder é coisa do passado? Que tipo de missão eles tem?
D. Leia Atos 1:12-14. O que eles fizeram para se preparar para a missão? (Oraram juntos. Penso que a tarefa permanece a mesma. Creio que a maneira de realizar a tarefa permanece a mesma. Não podemos nos envolver de maneira apropriada na missão sem o Espírito Santo. Se não temos certeza de que o Espírito Santo é parte da nossa missão, precisamos orar fervorosamente para sermos equipados pelo Espírito Santo para a missão.)
II. Missão e o Ganha-Pão
A. O “fogo” esfria quando nos conscientizamos que temos que sair e ganhar a vida?
1. Ou ganhar a vida é parte da maneira pela qual desempenhamos a nossa missão?
B. Leia Atos 18:1-4. Paulo estava envolvido com pregação de tempo integral? (Não nestes versos. Eles pintam um quadro de fazer tendas durante a semana e pregar aos sábados.)
C. Leia Atos 18:5. Como Paulo está ocupado agora? (Agora ele está envolvido com pregação de tempo integral.)
D. Paulo estava com o seu fogo diminuído quando estava pregando nos finais de semana, em relação a quando estava pregando em tempo integral? (Duvido. Suprir à suas necessidades práticas era parte de sua obra total.)
E. Leia II Tessalonicenses 3:6-10. O trabalho secular é uma obrigação religiosa? (Paulo fala que, uma vez que estava envolvido no ministério, tinha direito a ser “ajudado” pelos outros cristãos. Ao mesmo tempo, ele fala que a comunidade cristã tem uma obrigação religiosa de trabalhar. Portanto, eles não poderiam estar todos engajados no ministério.)
1. Vamos olhar o aspecto prático disso. Você conhece pessoas no trabalho que nunca apareceriam em uma igreja?
2. Você tem vizinhos ou conhecidos que nunca apareceriam em uma igreja? (Se a resposta é “sim”, então o ministério para você é alcançar essas pessoas com um modelo de vida e uma palavra dirigida pelo Espírito. Veja João 14:26.)
F. Leia Tito 2:7-8. Que aspecto da nossa vida é o ministério? (Tudo o que fazemos tem uma influência para o bem ou para o mal. Nossa missão é considerar a natureza de nossa influência, e, através do poder do Espírito Santo, buscar tornar a nossa influência positiva em todos os aspectos.)
III. Mensagem em Missão
A. Leia I Coríntios 1:18. Conforme a Bíblia, qual é a nossa mensagem? (A cruz.)
1. Qual é o problema com a nossa mensagem? (O mundo a considera uma tolice.)
2. Nós já decidimos anteriormente que os discípulos ( e nós) devemos testemunhar da ressurreição de Jesus e Seu reino vindouro. Isto é consistente com a nossa mensagem ser a cruz? (Sim. A cruz e a ressurreição de Jesus mostram a nossa oportunidade para o perdão dos pecados e vida eterna!)
B. Leia I Coríntios 1:19-21. O que há de bom em pregar uma “tolice”? (Você não precisa ser um gênio para compartilhar essas notícias.)
C. Leia I Coríntios 1:22-25. Precisamos de milagres ou de lógica para promover a mensagem? (Como vocês sabem, eu gosto de usar a lógica – porque penso que ela promove o evangelho. Mas nem a lógica nem milagres são necessários para a nossa mensagem: Cristo crucificado.)
1. Por que a nossa mensagem é Cristo crucificado? Por que as boas obras? Por que não o sábado? Por que não bons hábitos alimentares? Por que não a prática de exercícios, não fumar, ou usar cinto de segurança? (Jesus crucificado é o cumprimento do serviço do santuário. Ele é o cordeiro de Deus que tira os nossos pecados. João 1:29. Nada mais tira os nossos pecados. O sacrifício de Jesus é a peça central de nossa mensagem. Existem outras idéias boas, lógicas e importantes, mas o centro da nossa mensagem é a cruz.)
D. Leia I Coríntios 1:26-27. Por que Deus escolhe os “fracos”? Ele quer que o mundo fique envergonhado? Por que isso é um objetivo? (Nossa mensagem é Cristo, não nós mesmos. Você consegue ver o tema consistente? A cruz, não as nossas obras, é o nosso foco. Por que? Por que a cruz aponta para o que Deus fez, não o que nós fizemos. Aqueles que possuem poder, inteligência, boa aparência, não têm qualquer vantagem na missão. De fato, eles tem uma desvantagem, porque o foco está em Deus, não em si mesmos.)
1. Leia I Coríntios 1:28-31. Este texto está dizendo que pessoas inteligentes e influentes estão desqualificadas para a missão? (Veja quem escreveu essas palavras – Paulo, uma pessoa altamente treinada, altamente inteligente. Penso que o ponto de Paulo é que qualquer um está qualificado para a missão, desde que dê glória a Deus e faça com que Ele seja o foco da missão. Deus não precisa da glória humana para fazer a Sua obra. Ele só precisa de parceiros dispostos que compreendem que o poder e a glória vão para Deus.)
E. Nos dias em que eu tinha mais influência sobre quem pregava no púlpito da minha igreja, eu diria que o culto de adoração “não era hora para amadores”, querendo dizer que os que não tinham preparo, não tinham estudo e os que eram obviamente inexperientes não deveriam ser permitidos pregar. O tempo dos membros na igreja aos sábados era limitado e valioso e eu não queria que fosse gasto com sermões terríveis. Leia I Coríntios 2:1-5. Eu estava errado? (Eu estou desqualificado para responder, mas considere que tipo de sermão viria de uma “demonstração do poder do Espírito”. O Espírito Santo não é um amador, e se o Espírito está em você, então você também não será um amador.)
F. Amigo, você vai assumir a missão: em parceria com o Espírito Santo, compartilhar as boas novas acerca do Cordeiro de Deus e Seu reino vindouro?
IV. Próxima Semana: Começaremos uma nova série sobre as epístolas de João. Não posso esperar!
Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original.
Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços: Inglês - http://www.gobible.org/study.php3 Português (trimestre atual) - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm Português (arquivo) - http://brucecameron.blogspot.com/ Francês - http://www.etudesbibliques.net/accueil.php Espanhol - http://www.tagnet.org/azenmarcha/leccion/cameron/leccion_cam.html Alemão - http://www.gobible.org/german Indonésio - http://www.gobible.org/indonesian Russo - http://holysite.narod.ru/ss.htm Bósnio - http://www.adventisti-bih.com/bible.htm
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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2009.html
Tradução: Levi de Paula Tavares 10 Razões Que Desautorizam o Domingo Como Dia de Guarda - Parte I10 Razões Que Desautorizam o Domingo Como Dia de Guarda (1) Nenhuma Ordem de Cristo ou dos Apóstolos. Não há mandamento de Cristo ou dos apóstolos concernente a uma celebração semanal ou anual da ressurreição de Cristo. Temos as ordens no Novo Testamento que dizem respeito ao batismo (Mat. 28:19-20), à Ceia do Senhor (Mar. 14:24-25; 1 Cor. 11:23-26) e lavapés (João 13:14-15), mas não há ordenança ou mesmo qualquer sugestão para celebrar a Ressurreição de Cristo num domingo semanal ou num domingo de Páscoa anual. Mat. 28:19-20 Mar. 14:24-25 1 Cor. 11:23-26 João 13:14-15 Sendo que o domingo seria uma “novidade”, um novo princípio de adoração, sobretudo ao substituir uma tradição tão arraigada na cultura nacional e religiosa dos judeus, como o sábado, sem dúvida qualquer alteração nesse sentido daria margem a comentários, explicações, instruções específicas justificando a alteração, sobretudo quando os primeiros conversos à religião cristã eram originários do judaísmo e“zelosos da lei” (Atos 21:20). Nada, porém, consta das páginas neotestamentárias a respeito de tal mudança ou de debates a respeito. Atos 21:20 O sábado permaneceu válido e vigente como todos os demais mandamentos do Decálogo após a cruz. Prova disso é o testemunho de Lucas, escrevendo 30 anos após o evento da Ressurreição, que descreve a ação das santas mulheres seguidoras de Cristo preparando ungüentos e especiarias para embalsamar o Seu corpo. Elas trabalharam ativamente nisso até que, ao aproximarem-se as horas do sábado, cessaram suas atividades e “no sábado descansaram segundo o mandamento”(Luc. 23:56). Luc. 23:56 Para Lucas, portanto, que declara ter buscado informar-se pormenorizadamente de tudo quanto se relacionava com a experiência do Cristo (Luc. 1:1-4), o dia de repouso“segundo o mandamento” era o sábado. Ele se refere ao domingo simplesmente como “o primeiro dia da semana”, sem atribuir-lhe nenhum título especial (ver Luc. 24:1). Luc. 1:1-4 Luc. 24:1 O mesmo Lucas relata nos Atos dos Apóstolos como nas decisões do Concílio de Jerusalém de Atos 15, ao ser tratado o problema dos judaizantes, não se traça nenhuma norma contra a observância do sábado (Atos 15:20), uma demonstração de que tal instrução se fazia desnecessária. Todos o observavam regularmente e não havia necessidade de dar instruções a respeito. Paulo num sábado, quando não havia sinagoga em certa localidade, foi para junto de um rio cultuar a Deus (Atos 16:13). Em Corinto passou um ano e meio pregando todos os sábados e jamais se lembrou de dizer aos que ali se reuniam para mudaram o dia de culto para o domingo (Atos 18:1-4, 11). Atos 15:20 Atos 16:13 Atos 18:1-4, 11 (2) Jesus Não Fez Qualquer Tentativa de Instituir um Memorial de Sua Ressurreição. Se Jesus desejasse que o dia de Sua ressurreição se tornasse um dia memorial e de culto, Ele teria Se aproveitado daquele evento para estabelecer tal memorial. É importante observar que as instituições divinas como o sábado, batismo, Santa Ceia, todas remontam sua origem a um ato divino que os estabeleceu. Sobre o dia de Sua ressurreição, contudo, Cristo não realizou qualquer ato para instituir um memorial relativo ao excepcional evento. Pensando bem, tanto a Ressurreição como a Morte de Cristo são eventos igualmente importantes, fundamentais para a fé cristã. Ambos poderiam merecer um dia especial comemorativo. Se a Ressurreição devesse ser celebrada regularmente num dia especial dada a sua importância, por que não a morte do Salvador? Então, temos dois acontecimentos exponenciais para o cristão—a morte e a ressurreição de Cristo. Qual mereceria um dia memorial? Possivelmente ambos, mas as Escrituras não estabelecem isto, nada fica implícito que houve alteração no texto da lei divina por causa de qualquer desses eventos. Se Jesus desejasse memorializar o dia de Sua ressurreição, muito provavelmente teria dito às mulheres e discípulos naquele dia: “vinde à parte e celebremos Minha Ressurreição!” Em vez disso Ele disse às mulheres: “Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia” (Mat. 28:10) e aos discípulos: “Ide . . . fazei discípulos . . . batizando-os” (Mat. 28:19). Mat. 28:10 Mat. 28:19 Nenhuma dessas declarações do Salvador ressurreto revela intenção de memorializar Sua Ressurreição por tornar o domingo o novo dia de descanso e culto para a comunidade cristã. A razão é que nosso Salvador desejava que Seus seguidores vissem o evento como uma realidade existencial a ser experimentada diariamente pelo viver vitorioso mediante o poder de Sua ressurreição, antes que por um celebração litúrgico/religiosa a ser realizada no domingo. Paulo expressa a esperança de “conhecê-lo e o poder de Sua ressurreição” (Fil. 3:10), mas nunca menciona o seu desejo de celebrar aRessurreição no domingo semanal ou no domingo de Páscoa. Fil. 3:10 (3) O Domingo Nunca é Chamado de “Dia da Ressurreição”. O domingo nunca é chamado no Novo Testamento de “Dia da Ressurreição”. É repetidamente designado de “primeiro dia da semana”. As referências ao domingo como dia da ressurreição aparecem inicialmente na primeira parte do quarto século, especificamente nos escritos de Eusébio da Cesaréia. Por esse tempo o domingo havia se tornado associado com a Ressurreição e conseqüentemente foi referido como “Dia da Ressurreição”. Mas este fato histórico ocorreu vários séculos após o começo do cristianismo. (4) O Domingo-Ressurreição Pressupõe Trabalho, Não Repouso ou Adoração. O domingo-Ressurreição pressupõe trabalho, antes que descanso e culto, porque não assinala o término do ministério terreno de Cristo, que findou numa sexta-feira à tarde quando o Salvador declarou: “Está consumado” (João 19:30), e daí descansou na tumba segundo o mandamento. Em vez disso, a Ressurreição assinala o início do novo ministério intercessório de Cristo (Atos 1:8; 2:33), o qual, à semelhança do primeiro dia da criação, pressupõe trabalho, e não descanso. João 19:30 Atos 1:8 Atos 2:33 (5) A Ceia do Senhor Não Foi Celebrada no Domingo em Honra da Ressurreição. Historicamente sabemos que os cristãos não podiam celebrar a Ceia do Senhor numa base regular aos domingos à noite porque tais reuniões eram proibidas pela lei romana da hetariae—uma lei que proibia todos os tipos de refeições comunitárias à noite. O governo romano temia que tais reuniões noturnas se tornassem ocasiões para tramas políticas. A fim de evitar as batidas da polícia romana, os cristãos alteravam regularmente o tempo e lugar da celebração da Ceia do Senhor. Finalmente, mudaram o serviço sagrado da noite para a manhã. Isso explica por que Paulo é tão específico quanto ao modo de celebrar a Santa Ceia, mas vago quanto à questão do tempo da assembléia. Notem que quatro vezes ele repete a mesma frase: “Quando vos reunis” (1 Cor. 11:18, 20, 33, 34). Esta linguagem deixa implícito tempo indefinido, mais provavelmente porque não havia um dia instituído para a celebração da Santa Ceia. 1 Cor. 11:18, 20, 33, 34 Se, como alguns eruditos pretendem, a Ceia do Senhor era celebrada no domingo à noite, como parte do culto do Dia do Senhor, Paulo não teria deixado de mencionar o caráter sagrado do tempo em que se reuniam. Isso teria fortalecido o seu apelo para uma atitude de mais reverência durante a participação na Ceia do Senhor. A falha de Paulo em mencionar o “domingo” como o tempo da reunião ou o uso do adjetivo “do Senhor-kuriakê” para caracterizar o dia como “dia do Senhor” (como ele fez com referência à Ceia do Senhor), demonstra que o apóstolo não atribuía qualquer significação religiosa ao domingo. .... 10 Razões Que Desautorizam o Domingo Como Dia de Guarda - Parte II(6) A Ceia do Senhor Comemora o Sacrifício de Cristo, Não Sua Ressurreição. Muitos cristãos hoje consideram a Santa Ceia como o centro de seu culto dominical em honra à Ressurreição. Mas na igreja apostólica, a Santa Ceia não era celebrada no domingo, como acabamos de ver, e não se relacionava com a Ressurreição. Paulo, por exemplo, que alega transmitir o que “recebeu do Senhor” (1 Cor. 11:23), explicitamente declara que o rito comemorava, não a ressurreição de Cristo, mas Seu sacrifício e Segunda Vinda (“anunciais a morte do Senhor até que Ele venha”—1 Cor. 11:26). 1 Cor. 11:23 1 Cor. 11:26 Semelhantemente, a Páscoa, celebrada por muitos cristãos no Domingo de Páscoa, era observada durante os tempos apostólicos, não no domingo para comemorar a Ressurreição, mas segundo a data bíblica de 14 de Nisã, primariamente como um memorial do sofrimento e morte de Cristo. Ao contrário do que muita gente pensa, o Domingo de Páscoa era desconhecido da igreja apostólica. Foi introduzido e promovido pela Igreja de Roma no segundo século a fim de mostrar separação e diferenciação da Páscoa judaica. O resultado foi a bem-conhecida controvérsia sobre a data da Páscoa que finalmente levou o bispo Vítor de Roma a excomungar os cristãos asiáticos (cerca de 191 AD) por recusarem adotar o Domingo de Páscoa. Essas indicações mostram que a ressurreição de Cristo no primeiro dia da semana não influenciou a igreja apostólica a adotar o domingo semanal e a Páscoa anual para celebrar tal evento. (7) A Ressurreição Não é a Razão Dominante Para a Observância do Domingo nos Documentos Mais Antigos As mais antigas referências explícitas à observância do domingo se encontram nos escritos de Barnabé (cerca de 135 AD ) e Justino Mártir (cerca de 150 AD). Ambos esses autores de fato mencionam a Ressurreição, mas somente como a segunda de duas razões, importante, porém não predominante. A primeira motivação teológica de Barnabé para a guarda do domingo é escatológica, ou seja, o fato de que o domingo é o “oitavo dia” e representaria “o início de outro mundo”. A noção de que o domingo era o “oitavo dia” foi mais tarde abandonada porque não faz sentido falar em “oitavo dia” numa semana de sete dias. A primeira razão de Justino para a assembléia dos cristãos no Dies Solis—o dia do Sol, é a inauguração da Criação: “Domingo é o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas em matéria-prima, criou o mundo”. Essas razões foram finalmente abandonadas em favor da Ressurreição que se tornou a razão primária para a observância do domingo. (8) Nada Indica que no Estabelecimento do Novo Concerto Houve Alteração Nos Termos do Mandamento do Dia de Repouso Bíblico. Nada é dito de que na escrita da lei divina nos corações e mentes dos que aceitam os termos do Novo Concerto (Novo Testamento) dá-se alguma alteração nos termos dessa lei no sentido de que o domingo toma o lugar do sábado (Heb. 8:6-10). Sendo que esta passagem é uma reprodução de Jeremias 31:31-33, quando a promessa de um novo concerto foi feita primeiramente a Israel, em função do cativeiro que defrontava em vista de seu pecado (e uma das razões da punição era exatamente a negligência quanto ao mandamento do sábado—ver Jer. 17:19-27), entende-se que as “Minhas leis” [de Deus] referidas em Hebreus mantêm-se as mesmas, logicamente no que tange a seus aspectos não-prefigurativos. Heb. 8:6-10 Jeremias 31:31-33 Jer. 17:19-27 A parte cerimonial dessa lei cessou na cruz, e os leitores primários da epístola aos hebreus (os cristãos judeus) sabiam disso, pois quando tal epístola foi por eles recebida já sabiam que o véu do Templo se rasgara de alto a baixo, findando o cerimonial que apontava a Cristo e Seu sacrifício. E, se pairassem ainda dúvidas a respeito, o próprio teor da epístola resolveria o problema, pois seus capítulos 7-10 definem exatamente o fim dessas cerimônias, enquanto ressaltam que a lei divina é escrita nos corações dos verdadeiros filhos de Deus—em seus aspectos morais e outras normas de caráter ético, higiênico, etc., sem mais as cerimônias prefigurativas (ver também Efé. 2:15). Efé. 2:15 (9) A Igreja Católica Apresenta-se Como Autora da Mudança do Dia de Repouso do Sábado Para o Domingo. Documentos vários da Igreja Católica dão conta de que foi ela que realizou tal alteração, como se pode exemplificar por algumas declarações oficiais dessa igreja, como consta abaixo: “Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]”.—Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day [Conversa Franca Sobre o Protestantismo de Hoje] (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225. Também outro documento católico confirma isto: “P. Como provamos que a Igreja tem
poder de ordenar as Festas e Dias Santos? “P. Como se prova isto? “R. Porque por observarem o domingo reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigi-las sob pena de transgressão, e por não observarem as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder”. —Manual of Christian Doctrine [Manual da Doutrina Cristã], ou Catholic Belief and Practice [Crença e Prática Católicas] (Dublin: M. H. Gill & Son Ltd., 1916) pp. 67, 68. (10) O Sábado Será Restaurado na Nova Terra Quando o Pecado For Eliminado do Universo. Se tivesse havido alteração nos termos do dia de repouso divino, isso se refletiria em profecias do mundo futuro, quando o profeta declara que “nos novos céus e a nova terra” todos os moradores virão “adorar perante mim diz o Senhor” no dia de sábado. A profecia de Isaías diz respeito especificamente ao regime da Nova Terra, como indica o contexto. Quando não houver mais pecado e pecadores, nesse novo ambiente “em que habita a justiça” (2 Ped. 3:13) TODOS os mandamentos da lei divina serão respeitados, e sendo que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27), prosseguirá no regime santo da Nova Terra, não o domingo, o que seria de se esperar caso tivesse havido tal mudança. 2 Ped. 3:13 A bem conceituada versão francesa de Louis de Segond assim verte a passagem: “. . . à chaque sabbat, toute chair viendra se prosterner devant moi, dit l‘Éternel” [a cada sábado toda carne virá se prostrar perante mim, diz o Eterno]. Isso também é comunicado pela nossa Bíblia na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil: “. . . em todos os sábados pessoas de todas as nações virão me adorar no Templo”. CONCLUSÃO: As 10 razões dadas acima são suficientes para
desacreditar a alegação de que aressurreição de Cristo no primeiro
dia da semana causou o abandono do sábado e a adoção do
domingo. A verdade é que inicialmente a Ressurreição era
celebrada existencialmente, antes que liturgicamente, ou seja, por uma maneira
vitoriosa de vida, não mediante um dia especial de adoração. Obs.: Este artigo é uma adaptação do texto “Sete Principais Razões Que Desautorizam a Observância Dominical”, do Dr. Samuele Bacchiocchi, com adição pelo Prof. Azenilto G. Brito de mais três razões e vários parágrafos adicionais às 7 razões apresentadas no texto original. FONTE: http://www.iasdemfoco.net/mat/emdefesa/abrejanela.asp?Id=137 O ESPIRITISMO PERANTE A BÍBLIAO ESPIRITISMO PERANTE A BÍBLIA
Isto se dá tanto em sua forma refinada, chamada de Kardecismo (pautando os seus ensinos e práticas segundo os escritos de Allan Kardec, chamado de (“codificador do Espiritismo”), também conhecido como “alto espiritismo”, como em sua forma popular, ou “baixo espiritismo”, com elementos oriundos do espiritismo de Kardec, do animismo indígena e africano, e do próprio catolicismo-romano. É fato bem sabido ser comum que pessoas de formação católica freqüentam as reuniões espíritas, tanto do chamado “alto” quanto do “baixo espiritismo”. Assim, aos domingos assistem à missa, e em outros dias da semana participam regularmente de sessões espíritas. Com isso, alguns chegam a alegar que o Brasil não é mais exatamente “o maior país católico do mundo”, vindo a ser talvez o maior país espírita do planeta! Ocorre, nesse aspecto, um verdadeiro sincretismo religioso que atrai pessoas adeptas da própria religião principal, o catolicismo, quanto aqueles que se empolgam com as teorias kardecistas. É o caso da Umbanda, Quimbanda ou Candomblé, praticado nas mais diversas regiões do país, com participação tanto de pessoas humildes e sem cultura, quanto de figurões da política e das artes. Nessas religiões, os santos da Igreja Católica recebem nomes diferentes, e são identificados e cultuados como deuses da mitologia desses cultos. Mas não é só no Brasil que esse fenômeno pode ser testemunhado. Nos Estados Unidos, as seitas e crenças exóticas, inspiradas em filosofias orientais que contêm muitos elementos do espiritismo clássico, vêm tendo crescente aceitação nestas últimas décadas. Os próprios jovens oriundos do movimento hippie adotaram em massa as religiões da Índia, China e Japão, de onde procedem alguns dos alicerces do espiritismo moderno. Uma famosa ex-artista de Hollywood passou a escrever livros defendendo teses de reencarnação e comunicação com os mortos, popularizando ainda mais tal filosofia. Num giro pela Europa em uns anos passados, observei publicidade em estações de rádio na Itália e França proclamando as virtudes de certos indivíduos dotados de capacidade supostamente sobrenatural, inclusive com acesso aos que morreram, para ajudar os que precisam de ajuda, obviamente mediante pagamento. Os Princípios Básicos da Fé Espírita Alegando não se tratar meramente de religião, mas ser três coisas — religião, filosofia e ciência — o espiritismo prega a caridade como básica para o aprimoramento do indivíduo em preparação para uma vida superior no além. Tendo por fundamento a idéia da reencarnação e, subjacente a ela, a da imortalidade da alma, os espíritas ensinam que o corpo não passaria de uma prisão material da verdadeira essência do indivíduo, sua alma, ou espírito. E segundo o admitido princípio da evolução, o homem vai superando gradativamente suas deficiências e purificando-se, através de muitas vidas sucessivas, em diferentes épocas e mesmo formas, até chegar à pureza absoluta. Nessa linha de pensamento, os que vivem agora em sofrimento é porque certamente foram maus na vida pregressa e estão sendo refinados para uma existência superior e mais feliz numa outra vida. O espiritismo também promove a consulta aos que morreram, como não só uma possibilidade real, mas um privilégio a qualquer pessoa que consiga recorrer a seus médiuns, que seriam indivíduos superdotados com a capacidade de evocar os espíritos dos que se foram, atraindo-os mesmo à visão dos que os busquem. Tendo elementos do cristianismo e de outras religiões antigas, os espíritas chegam a citar a Bíblia como base de tais idéias. Mas o Mestre Jesus é tido por um grande filósofo, como outros grandes fundadores de religiões e promotores de idéias revolucionárias—a exemplo de Buda, Maomé, Confúcio, etc.—e guru de superior intelecto e espiritualidade. Quando Jesus se entrevista com o líder judaico Nicodemos e lhe diz — “importa-vos nascer de novo” (João 3:7), os espíritas não têm dúvida de que isto representa a reencarnação sendo admitida pelo Cristo. O problema nessa concepção é o costume de partir de idéias preconcebidas como premissa básica e buscar a comprovação para tais idéias em qualquer trecho que tenha a mais leve referência a elas, mesmo indireta. João 3:7 Respeitando o Contexto Alguém já disse que um texto fora do contexto não passa de um pretexto. Se o estudioso do assunto se der ao trabalho de examinar os ensinos de Cristo globalmente, em lugar de apanhar segmentos isolados que aparentemente lhe favoreçam a idéia, não encontrará harmonia de Seus ensinos com o que pregaram os mestres do passado a respeito da morte. Cristo fala em ressurreição, não reencarnação. A própria idéia de “novo nascimento” é tornada clara no verso 5 ao Jesus falar em “nascer da água”. Tendo por base um costume já existente entre os judeus de uma lavagem purificadora para indicar renovação espiritual, fica claro pelo contexto literário e histórico que a referência é ao batismo, simbolizando a morte para a vida pecaminosa, e um renascer para nova vida segundo o Espírito de Deus. O apóstolo Paulo tornou isto bem claro em Romanos, capítulo 6. João 3:5 A evidência de que ressurreição não é o mesmo que reencarnação se acha nos relatos dos Evangelhos ao descreverem como Jesus miraculosamente trouxe de volta à vida pessoas que haviam exalado o último suspiro. Há o episódio da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim, e, de modo destacado, a volta à vida de seu amigo Lázaro, que já estava sepultado há quatro dias e até “cheirava mal”, todos sobrenaturalmente trazidos de volta à vida por Jesus, com seus mesmos corpos (ver Lucas 8: 41-56; 7: 11-16; João, cap. 11). Portanto, por uma questão de coerência, uma vez que se recorra à Bíblia como documento comprobatório de uma tese, todo o seu contexto deve ser levado em conta para validar ou negar a idéia. Lucas 8: 41-56 Lucas 7: 11-16 Jesus citava repetidamente o Antigo Testamento, que era a Escritura vigente em Seu tempo. Reconhecia sua autoridade como livro histórico e como um manual de instrução da vida prática, e fonte de doutrina religiosa. No Antigo Testamento fala-se sobre a ressurreição, não reencarnação, havendo uma detalhada descrição da ressurreição em Ezequiel 37. É por demais claro que a idéia da imortalidade da alma não encontra apoio ali (ver Ecles. 9:5, 10; Sal. 146:3,4). Igualmente, a prática comum do espiritismo de consultar os mortos, muito difundida entre os povos antigos que circundavam Israel, é claramente condenada nas Escrituras (ver Êxodo 22:18 e Deuteronômio 18:11-14). Ecles. 9:5, 10; Sal. 146:3,4 Êxodo 22:18 Deuteronômio 18:11-14 O profeta Isaías, muitos séculos depois que as leis de Moisés foram proclamadas, exorta o povo de Israel a não contaminar-se com ritos religiosos dos povos pagãos que os rodeavam (Isaías 8:19, 20). (Isaías 8:19, 20). Evolução ou Salvação? Uma das premissas fundamentais do espiritismo— no que se revelaria o seu aspecto de ciência — é a teoria da evolução das espécies. Sabe-se hoje que as posições evolucionistas, popularizadas a partir de Darwin no século XIX— têm sido cada vez mais disputadas. Não se tem podido demonstrar a existência de “elos perdidos” que comprovariam que o homem procede de formas inferiores, e os descobrimentos da Astronomia têm lançado dúvidas sobre as teorias da origem do universo. Crer que o homem está sempre evoluindo por meio da reencarnação produz uma dúvida difícil de responder: Como se explica o aumento do crime, da corrupção, do divórcio, das intrigas políticas, do consumo de drogas, do suicídio e do desamor em geral, quando tudo isso contradiz a idéia de que a humanidade está evoluindo moral e espiritualmente há séculos e milênios? Finalmente, a idéia de praticar obras para ganhar a aceitação de Deus e merecer uma vida superior choca-se claramente com o fundamento da mensagem bíblica e cristã. Contrariamente a essa doutrina própria de religiões não-cristãs, as Escrituras ensinam que a salvação do pecador deriva, não de seus próprios atos meritórios, mas da morte de Jesus, que foi perfeito e obedeceu plenamente a toda a lei divina, tomando o lugar dos seres humanos falíveis. (Efésios 2:8-10). Todas as nossas obras estão maculadas pelo pecado, e somente graças à intercessão dAquele que foi feito pecado por nós (Romanos 5:6-12) é que lograremos o perdão e aceitação do Pai, não para continuar tendo existências experimentais e refinadoras sobre esta Terra de sofrimento e dor, mas para viver eternamente na companhia de Deus e de Seus anjos. (João 14:1-3, Apoc. 22:3-5). Efésios 2:8-10 Romanos 5:6-12 João 14:1-3 Apoc. 22:3-5 É indiscutível que a Bíblia nos oferece a
alternativa verdadeira e, por conseguinte, a melhor. Estudemo-la, pois, e
sigamos os seus ensinos. Autor: Prof. Azenilto G. Brito Fonte: Ministério Sola Scriptura FONTE: http://www.iasdemfoco.net/mat/emdefesa/abrejanela.asp?Id=138 “O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.”“O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.” Provérbios 28:26. O visto. Um simples visto. Fiquei parado dois dias em Madri por falta de visto para entrar na Guiné Equatorial. Erro de informação? Falta dela? Informação incompleta? A essa altura não mais adiantava tentar descobrir a causa. Estava em Madri, sem poder viajar, enquanto centenas de pessoas me aguardam em Malabo, capital da ex-colônia espanhola. Sentado na sala de espera do Hotel Astúrias, no centro de Madri, penso uma e outra vez na importância de um visto. Quando você precisa viajar para algum país, é dever do país adaptar-se àquilo que você acha, ou é seu dever cumprir os requisitos que o país exige? Eu achava que a taxa podia ser paga no consulado, mas o consulado exigia que a taxa fosse paga no banco. Quando a informação chegou a mim, os bancos já haviam fechado e não adiantou explicar a importância da minha presença em Malabo. Não consegui o visto. Fiquei em Madri e só pude viajar no voo que partiu dois dias depois. Tudo bem, no dia seguinte os bancos estavam abertos e o problema estava solucionado. Mas agora, penso na vida eterna. Chegará o dia em que todos teremos que apresentar o visto de entrada no reino dos Céus. A Bíblia afirma isso categoricamente. O Céu não é o fruto da imaginação de gente que tenta sublimar a dor e o sofrimento deste mundo. O Céu também não é a fuga para pessoas fracas, incapazes de enfrentar com responsabilidade, brio e coragem as agruras desta vida. O Céu existe. É uma das verdades mais cristalinas da Bíblia. Quando a história deste mundo chegar ao fim, todos – queiramos ou não; acreditemos ou não – teremos que apresentar o visto de entrada. Nesse dia, não terá muito valor o que “achamos”, ou “pensamos”, ou “acreditamos”. Não terá muito valor qualquer explicação ou justificativa. Não é dever do país adaptar-se ao que você acha; é seu dever cumprir os requisitos que o país exige. Por isso, hoje, antes de iniciar a luta da vida, verifique se seu visto está pronto. Não é o que você acha, é o que Deus diz. Não é o que você imagina, é o que afirma a Palavra de Deus. Lembre-se: “O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.” Alejandro Bullón www.MinisterioBullon.com www.MinisterioBullon.blogspot.com Assista amanhã ao Coral Jovem de Brasília. Transmissão para Livre Acesso. Transmissão de mensagens com Pr. Mark FinleyTransmissão de mensagens com Pr. Mark FinleyBrasília, DF… [ASN] O programa Futuro com Esperança, com a participação do orador mundial e um dos vice-presidentes mundiais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Pr. Mark Finley, será transmitido via satélite para o Brasil e países de idioma espanhol em outubro e novembro. Já está definida a transmissão, para o Brasil, ao vivo, diretamente de Brasília (DF), de 24 a 31 de outubro a partir das 19h30 (Canal Executivo). Às 21h30, acontece reprise na TV Novo Tempo (SKY – Canal 141) e emissoras que transmitem o sinal aberto emissora. Já para os países de língua espanhola, as mensagens do Pr. Finley poderão ser vistas entre os dias 1º a 7 de novembro em horário ainda a ser definido, transmitidas diretamente da Bolívia. O orador também terá seu sermão apresentado, via satélite, no sábado de manhã, dia 24 de outubro. O quarteto Arautos do Rei, um dos principais do meio adventista, será a grande atração musical da programação. As mensagens do pregador internacional enfocarão a esperança para os dias em que vivemos e a necessidade de Deus em nossa sociedade. Para o pastor Erton Köhler, líder dos adventistas na América do Sul, a programação com Finley é a continuidade do Lares de Esperança, ação realizada dia 30 de maio em toda a América do Sul e que sensibilizou milhares de pessoas para conhecer mais sobre Deus e a Bíblia Sagrada. “É importante entendermos que nossos esforços missionários não devem parar nessa primeira etapa que foi o dia do Lares de Esperança. Agora é o momento de orarmos e nos concentrarmos em nos preparar para essas semanas especiais que ajudarão na decisão de muitas pessoas ao lado de Cristo”, comenta Köhler. Várias ações de divulgação começarão a ocorrer nos próximos meses, como anúncios nas publicações adventistas, nos sites e até a criação de um hotsite com informações atualizadas sobre o projeto. [Equipe ASN - Felipe Lemos] Comentário do dia 26/6/2009
6月25日 13. LA MISSIONE - I20/06/2009 13. LA MISSIONE 20 - 26 giugno
Letture: Marco 16:15,16; Luca 24:46,47; Giovanni 14:6; Efesini 4:11-15; 2 Pietro 2:1-3; Apocalisse 14:6-12
«Siate sempre pronti a render conto della speranza che è in voi a tutti quelli che vi chiedono spiegazioni» 1 Pietro 3:15
Missione non è una parola fuori moda che rimanda a elmetti tropicali e avventure lunghe anni in luoghi isolati e nascosti del pianeta. Il termine indica un aspetto vitale dell’esperienza cristiana: Le parole missione e missionarioderivano dal latino e significano mandare e colui che è mandato… La nostra traduzione della Bibbia utilizza generalmente il vocabolo apostolo, che deriva dal greco e significa anch’esso mandato. Il vangelo di Giovanni ripete per 39 volte che Gesù fu mandato da Dio. E dunque Gesù viene definito missionario o apostolo per 39 volte» - Jon L. Dibdahl, «Missionary God-Missionary Church» in Erich Baumgartner, ed., Re-Visioning Adventist Mission in Europe, Andrews University Press, Berrien Springs, Mich., 1998, p. 8. Noi siamo compagni missionari di Cristo. Così come egli venne mandato in questo mondo, anche noi siamo inviati per rappresentarlo e per predicare a ogni persona il messaggio dei tre angeli. Più tempo passeremo su questa terra, in ogni caso, più aumenterà il rischio di rinchiuderci in noi, cercando di conservare le nostre strutture e istituzioni a spese di ciò che siamo chiamati a fare, e cioè testimoniare al mondo la verità presente che Dio ci ha lasciato.
Uno sguardo alla settimana La missione è il cuore della chiesa. Sono in gioco il destino delle persone, vicine e lontane. La missione non è solo uno tra i tanti programmi della chiesa, ma la sua vera ragione di esistere. Ogni cristiano è chiamato a essere un missionario. Da sempre i teologi discutono se Dio salverà o meno tutti gli esseri umani. Qualcuno dice che la prima ipotesi è garantita dal suo amore. Altri ribattono dicendo che chi non ha mai ascoltato Cristo avrà un’opportunità di credere anche dopo la morte; altri ancora difendono ulteriori teorie alternative. Ma il problema delle teorie è che spesso cercano di spiegare ogni cosa quando, nei fatti, dobbiamo semplicemente accontentarci di ciò che Dio ci ha rivelato. Ci sono domande per le quali non ci sono risposte, ma sappiamo che egli è assolutamente giusto in ogni cosa che fa e, allo stesso tempo, senza limiti nel suo amore. Il Signore ha poi chiarito che l’individuo è dotato di libero arbitrio e che c’è la possibilità di essere perduti. Alla fine si verificherà una separazione tra quelli che saranno salvati e quelli destinati alla morte eterna. Sappiamo anche che il messaggio del Vangelo deve essere predicato velocemente al maggior numero di persone possibile.
Cosa rivelano i seguenti testi circa l’importanza di predicare il messaggio del Vangelo al mondo intero?
Giovanni 14:6 - Atti 4:12 - 1 Giovanni 5:11,12
Giovanni 3:16 è un testo celeberrimo: «Perché Dio ha tanto amato il mondo, che ha dato il suo unigenito Figlio, affinché chiunque crede in lui non perisca, ma abbia vita eterna». Il testo parla dell’amore di Dio, che si esprime in questo invio del Figlio sulla terra e che promette la vita eterna a chiunque creda in lui. Ma questo passo indica anche chiaramente l’alternativa: chi non ascolta la chiamata del vangelo e rifiuta Cristo, perirà. La decisione circa quelli che morranno e quelli che riceveranno la vita eterna non spetta a noi e potrebbero esserci delle vere sorprese quando udiremo l’appello dei salvati. Senza calpestare la volontà delle persone, Dio farà tutto il possibile per ridurre il numero di quelli che saranno perduti e, cosa sorprendente, ci ha riservato un ruolo in quel processo.
Qual è il tuo ruolo nella missione della chiesa? Hai preso a cuore l’appello a raggiungere il prossimo con il messaggio del Vangelo? Che cosa potresti fare in più? L’ordine di portare il messaggio del Vangelo al mondo intero si trova in tutti e quattro i vangeli, ma con significative differenze. Occorre leggere ogni versione per formare un quadro completo di ogni implicazione prevista dal «grande incarico».
Leggere i passi in cui si parla del «grande incarico» e osservare come si complementino tra loro. Quali sono i dettagli specifici in ciascuno di questi passi?
Matteo 28:19,20 - Marco 16:15,16 - Luca 24:46,47 - Giovanni 20:21 - Atti 1:8
Il messaggio del Vangelo deve essere predicato a «tutte le nazioni». Secondo le statistiche della Conferenza Generale, la Chiesa Cristiana Avventista del 7° Giorno proclama attualmente il proprio messaggio in oltre 200 paesi e quindi solo poche nazioni non ospitano una sua presenza ufficiale. Tra queste, ce ne sono alcune molto importanti come la Corea del Nord, l’Arabia Saudita, la Siria e lo Yemen, gli altri sono piccoli Stati, con meno di un milione di abitanti. Potremmo essere tentati di concludere che la chiesa avventista ha quasi completato l’opera. Se lo facessimo, sarebbe falso. Perché, anche se dobbiamo ringraziare il Signore per la continua e rapida crescita della nostra comunità in molte parti del globo e per il suo ingresso in nuovi territori, è altresì vero che le dimensioni della sfida restano enormi. Quando il Nuovo Testamento parla di «nazioni», utilizza una parola che sarebbe più corretto tradurre «gruppi di persone» o «gruppi etnici». La nostra opera, perciò, non potrà dirsi esaurita fino a quando non avremo raggiunto tutti i gruppi di persone. Secondo gli esperti, le cifre oscillano da dodici a oltre ventimila gruppi, a seconda della definizione che si dà. In tutti i modi, ci sono diverse migliaia di gruppi etnici ancora da raggiungere.
Pensa a tutte le persone del tuo ambiente che ancora non sono state raggiunte, indipendentemente dalla loro etnia. Quale contributo hai dato per annullare le distanze? Quale messaggio particolare dovrà essere proclamato dal popolo di Dio nel tempo della fine? Apocalisse 14:6-12. Qual è la tua interpretazione di tale messaggio? Parafrasalo con parole tue.
Il messaggio dei tre angeli è collocato in un contesto che chiaramente si concentra sul tempo della fine; esso è immediatamente preceduto da una visione delle «primizie» (v. 4) dei redenti e seguito da una visione della «mietitura» (v. 15) di tutti i salvati. È importante sapere cosa implichino questi messaggi, ma dobbiamo anche capire chi siano questi «angeli» che recano il «vangelo eterno» (v. 6). Ellen G. White sottolinea il fatto che la parola angelo nella profezia, simboleggi i messaggeri umani, i capi e i membri di chiesa: «Gli angeli sono rappresentati mentre volano in mezzo al cielo, proclamando al mondo un messaggio di ammonimento e avendo un rapporto diretto con gli abitanti che vivono sulla terra gli ultimi giorni della sua storia. Nessuno ode le voci di questi angeli, poiché essi sono un simbolo per rappresentare il popolo di Dio che opera in armonia con l’universo celeste. Uomini e donne, illuminati dallo Spirito del Signore, e santificati mediante la verità, proclamano nell’ordine i tre messaggi» - LS, p. 429. Nella frase di apertura del messaggio dei tre angeli, viene posta una grande enfasi sulla sfida di portare il Vangelo a ogni abitante della terra. Effettivamente, il pericolo che possiamo correre, soprattutto in relazione al tempo che passa, è di deviare da una condizione missionaria a una di conservazione. È facile perdere di vista l’obiettivo della nostra missione di testimonianza al mondo e dedicarsi maggiormente alla protezione e al sostegno delle nostre istituzioni. Quando ciò accade a noi, alle chiese e alle istituzioni che rappresentiamo, significa che stiamo smarrendo la ragione del nostro esistere.
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