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7月31日
A VOZ DA PROFECIA
A Voz é Nossa, Mas a Palavra é de Deus!
Se desejar uma cópia do sermão, o mesmo se encontra abaixo.
Como Orar a Oração Modelo
Você já aprendeu orar? Você treina o que vai dizer na oração ou diz o que está no coração?
Note a beleza singela da Oração do Senhor:
'Portanto, vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino. Faça-se a Tua vontade, assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. E perdoa-nos nossas dívidas assim como temos perdoado aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.' Mateus 6:9-13
Essa oração que Jesus ensinou aos Seus discípulos é um exemplo, um modelo de como devem ser as nossas orações. Começa com adoração e louvor a Deus, o Pai.
Procura o cumprimento das Suas promessas para a nossa vida diária e perdão dos nossos pecados, buscando a força e a vitória do Senhor. Encerrando, tributa honra e gloria ao Governador do Universo, o Redentor da humanidade.
A oração modelo começa com a garantia de que Deus é o nosso Pai, e isso nos motiva a glorificá-Lo. Jesus praticou a oração com regularidade e freqüência, e nos ensinou a orar também.
Seu grande objetivo sempre foi reconduzir as pessoas a Deus através da redenção e da adoção como filhos.
A oração do Senhor contém sete petições por bênçãos espirituais e apenas um pedido por necessidades materiais. Precisamos sempre nos lembrar disso. A oração do Senhor revela Jesus Cristo. Com certeza, Nele estão centralizadas todas as palavras dessa oração.
Quais são as primeiras palavras? Pai nosso, que estas nos céus. Foi na cruz que essas palavras se tornaram possíveis, e logo após a ressurreição Jesus disse: 'Subo para meu Pai, e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus.' João 20:17.
O apóstolo Paulo confirma em Romanos 8:15: 'Recebestes o espírito de adoção de filhos, no qual clamamos Aba, Pai.' O significado é igual ao significado da palavra que as crianças usam com freqüência - Pai.
Somente através de Cristo e a redenção conquistada na cruz do Calvário, nós podemos realmente considerar a Deus como o nosso perfeito e querido PAI.
O Salvador morreu por nós. Ele tomou o nosso lugar, e nós tomamos o SEU como filhos de Deus, pela fé.
Considere agora a primeira petição: 'Santificado seja o Teu Nome'. Como tratamos o nome de Deus? Será que O profanamos, utilizando-o desnecessariamente ou de forma desrespeitosa? Isso não se refere só a palavras, mas também aos nossos atos.
A segunda petição: 'Venha o Teu Reino'. Deus é nosso Pai, mas Ele é mais. É o Rei do Universo. E o Seu Reino é um reino de glória que está para surgir no futuro, de forma esplendorosa. Será estabelecido quando Jesus vier pela segunda vez. (Mateus 25:34)
Então se cumprirá o que diz Daniel: 'O reino e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o Céu, serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão.' Daniel 7:27.
Terceira petição: 'Faça-se a Tua vontade, assim na Terra como no Céu'. Só o poder de Deus pode nos capacitar a obedecê-lo e fazer Sua vontade. (Judas 24)
Quarta petição: 'O pão nosso de cada dia dá-nos hoje'. Jesus é o Pão vivo que desceu do Céu (João 6:51). Portanto, o pão nosso de cada dia não é somente o pão que comemos diariamente, mas é também o alimento espiritual que edifica e fortalece a nossa alma.
Quinta petição: 'E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores'. 'Se confessarmos os nossos pecados, ele e fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.' I João 1:9.
O Senhor ainda esclarece mais: 'Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará.' Mat. 6:14
Fundamentalmente Deus nos perdoa porque Jesus pagou o nosso débito lá na cruz. Nesta petição somos lembrados que os sofrimentos de Cristo e a Sua morte nos trouxeram a redenção.
Sexta Petição: 'E não nos deixes cair em tentação'. Também temos que nos lembrar que Jesus foi tentado em todas as coisas como nós, mas não pecou. (Hebreus 4:15)
Toda vez que o inimigo tentar complicar a nossa vida, Jesus sempre estará do nosso lado para nos proteger.
Sétima Petição: 'Mas livra-nos do mal'. Jesus venceu a batalha na cruz. 'Quando Eu for levantado da Terra, a todos atrairei a Mim.' João 12:32. Ele é o grande vitorioso no grande conflito entre o bem e o mal.
E agora chegamos a última sentença da oração modelo. Ela relembra uma vez mais a grandeza de Deus - que Ele é superior a qualquer outra autoridade, qualquer outro governador.
Ele é o Deus que verdadeiramente segura a Terra toda em Suas mãos. Só Ele pode neutralizar os poderes das trevas e conduzir seguramente o Seu povo ao Reino da Glória.
Finalmente os mansos herdarão a nova Terra. (Mateus 5:5) A sua grande capital será uma cidade santa e maravilhosa, a nova Jerusalém trazida do Céu para a Terra, uma cidade 'preparada como noiva adornada para o seu marido'Apocalipse 21:2
'E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.' Apocalipse 21: 3,4
Finalmente haverá paz no mundo. Também saúde, justiça , amor e vida para sempre, com qualidade jamais sonhada pela mente humana.
Nada portanto mais apropriado para o povo de Deus, do que levantar as nossas vozes em oração, louvando Seu maravilhoso Nome não apenas agora, mas também através dos séculos intermináveis dizendo:
Porque Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre, AMÉM.
A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação
FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7031
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Ouvinte quer saber o que são os ventos de Apocalipse.
Vamos começar lendo Apocalipse 7:1: “Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma”.
No livro do Apocalipse, vento representa: lutas, comoções políticas, guerras, etc.. (Jeremias 4:11 e 12, Zacarias 7:14, Apocalipse 7:11).
“Os quatro ventos nas Escrituras freqüentemente representam as quatro direções cardiais (Daniel 8:8; Marcos 13:27). No Apocalipse os quatro ventos são forças plenamente destrutivas; provavelmente o mais estreito paralelo deve ser achado em Daniel 7:2, onde parecem ser as forças de contenda das quais se levantam grandes nações.
Teólogos têm sugerido que Apocalipse 7 parece ser uma resposta a pergunta do fim do capítulo 6. Os anjos seguram os quatro ventos como uma detenção temporária dos terrores descritos no capítulo 6, até que aqueles que deverão permanecer firmes durante a tempestade tenham feito a preparação para a enfrentar.
Essas forças destruidoras, vistas à luz do grande conflito entre Cristo e Satanás, representam os esforços de Satanás para estender a ruína e a destruição por todas as partes. João viu em visão simbólica quatro anjos; realmente, muitos anjos são empregados na tarefa de deter os desígnios do inimigo.
Os anjos cingem (protegem) “o mundo... Estão conservando os exércitos de Satanás em aperto até que o selamento do povo de Deus esteja completo... Foi-lhes dado a tarefa de afastar o violento poder daquele que tem descido como um leão que ruge, procurando a quem possa tragar”.
Quando essa obra do selamento estiver completa, então Deus, com certeza, dirá aos anjos, “Não combatais mais a Satanás nos seus esforços de destruição. Deixem-no operar a sua (deles) iniqüidade já esta cheia”. (EGW, RH, 17 de set. De 1901; cf. 6T, 408).
FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000073
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Lição 05. Terceiro trimestre. 26 a 02 / 08 / 008
Comentários de Gilson Nery
Esc. Sabatina.
Mateus 10: Jesus e Seus discípulos
Mateus 10 apresenta o Maior Mestre de todos os tempos e lugares, Seu discipulado e Seus discípulos apostólicos; neste capítulo aprendemos Deste Mestre por excelência, que antes de sairmos para evangelizar, precisamos ser evangelizados por Este Autor e Consumador do Evangelho e da nossa fé ( Heb. 12:2 e Mt. 11:29 ); e que especialmente, devemos, não somente aprender, mas esperar ser revestidos do poder ( Lc. 24:49 ), para que nos tornemos canais pelos quais o Espírito Santo de Deus, fale por nosso intermédio e opere as Suas maravilhas realizando curas espirituais e físicas e, até mesmo ressuscitar mortos. Mt. 10:8; Mc. 16:15-18; em resumo: Precisamos aprender de Cristo, por em prática o que aprendemos do Mestre, e, transmitir o que aprendemos; quase sempre os missionários querem aprender evangelizando, e, a medida que aprendem, acham, praticam o que estão ensinando, na realidade, o aprendizado prossegue durante as atividades missionárias, mas isso apenas é válido quando e depois que tenhamos estado aprendendo com Jesus antes de sairmos para aprender trabalhando; se este princípio tivesse sido seguido sempre pela igreja, o mundo todo já teria sido evangelizado; o problema básico do evangelismo, não é tanto os poucos obreiros, mas os muitos obreiros, ou seja, missionários não preparados no conhecimento pessoal com Cristo , despreparados no conhecimento da Palavras escrita das Escrituras Sagradas e não praticantes dos ensinos desta Palavra. Trinta e dois mil missionários despreparados e não praticantes dos ensinos de Cristo, não podem realizar o que apenas trezentos missionários preparados em conhecimento e praticantes do Evangelho, podem realizar ( Comp. c/ Jz. 7:1-7. ), a expressão vulgar e comum em futebol é: “embananar” o meio de campo. Na mentalidade divina, os não preparados e não praticantes do Evangelho, devem voltar e esperar em “Jerusalém” Lc. 24:49, se preparando assim para a “batalha.” Isto não significa esperar fazer uma faculdade de teologia ou está de posse da perfeição para depois assumir as atividades missionárias, mas significa que, pelo poder da graça divina e o nosso esforço diligente, estejamos fazendo o nosso melhor em praticar o Evangelho e seus ensinos.
Mt. 10:9-10. Ouro, prata, cobre, alforge, túnicas, sandálias, bordões, etc. O principio e o sentido destas palavras é que, não devemos condicionar as nossas atividades missionárias às nossas carências materiais, existe um pensamento inspirado que diz: “Empreendei grandes coisas para Deus e esperai grandes coisas de Deus.” Precisamos molhar os nossos pés nas águas do “Rio Jordão” das nossas carências e dificuldades materiais para que estas sejam transformadas em soluções de nossos problemas; comparar com Jos. 3:13-17; alguns estão esperando possuir ouro, prata e moedas de cobre, assim como recheados guarda roupas e bordões de segurança humana antes de empreenderem atividades missionárias, quando que deveriam confiar em Deus, saírem e caminharem em direção das águas das dificuldades e problemas da vida, até que os seus pés sejam molhados por estas águas e sejam abertas para a passagem em segurança.
Verso para memorizar: Às vezes, como disse o salmista ( Sl. 102:7 ), nos consideramos como um simples e solitário pardal no telhado, mas Jesus nos diz que valemos mais que uma multidão de pardais. Note: mesmo que dois pardais valessem os seus pesos em ouro, rubis, brilhantes e esmeraldas, ao invés de apenas um centavo, da época de Cristo ( Mt. 10:29 ), uma alma humana, vale infinitamente mais que todos os pardais do mundo juntos, visto que esta vale o preço do sangue do Cordeiro de Deus; em vista de tanto valor que Deus nos valorizou, por que temer? Não há razão para temer, a não ser que nos esqueçamos destes fatos e destes feitos da Divindade por nós.
Parte de domingo. Está próximo o reino dos Céus.
Perg. 01 – Segundo a mentalidade divina, o Messias morreria, ressuscitaria e estabeleceria o Seu Reino da glória na terra de imediato e já naquela época; o Reino dos Céus compreende o Reino da graça que se originou antes dos tempos eternos ( II Tim. 1:9 ), foi estabelecido aqui em nosso planeta, imediatamente e oficiosamente, após o pecado de nossos primeiros pais e, oficialmente e ratificado, na Cruz de Cristo. Apc. 13:8;I Pd.1:19-20. O Reino da Graça e o Reino da Glória é o mesmo Reino; o Trono da Graça e o Trono da Glória é o mesmo Trono, não existem duas espécies de Tronos; a Graça e o Trono desta Graça existem mesmo antes da morte e ressurreição de Cristo, na época do denominado Velho Testamento. Veja Sl. 89:14; quando nos dirigimos ao Trono da Graça através dos méritos únicos e exclusivos de Cristo, ( Heb. 4:16 ), estamos nos dirigindo, também, ao Trono da Glória, as diferenças são apenas de funções que este Trono exerce no plano da salvação, nos primórdios da eternidade, que eu denomino, a época incomensurável na qual Deus ainda não tinha feito o Seu plano de redenção, embora este plano tenha vindo da eternidade, este Trono da Glória era apenas o Trono da Glória e não da Graça, porque o Universo ainda não necessitava de Graça, portanto, quando Cristo falava que o Reino dos Céus estava próximo, em Seus dias, estava Se referindo, mais particularmente, ao reino da Graça que seria ratificado oficialmente, no Seu sacrifício na Cruz, quando a salvação do ser humano estaria consumada eternamente e, quando a certeza da salvação eterna estaria selada para toda a eternidade sem, absolutamente, nenhuma pendência, pendência esta que existia antes desta consumação em Sua Cruz, Cristo estava, portanto, Se referindo ao Reino da Graça já estabelecido aqui em nosso planeta desde o Edem de forma oficiosa, quando Ele disse que o Reino dos Céus já estava entre os homens ( Lc. 17:20-21) e, um dia, quando este Reino for estabelecido literalmente e fisicamente aqui em nosso planeta, ele deixará de ser o Reino da Graça e será apenas o Reino da Glória com o Seu Trono da Glória, porque ninguém mais em todo o Universo precisará de Graça ou de fé, todos nós viveremos na Glória e por vista e não por fé e, todos nós adoraremos perante o Trono da Glória diretamente e visivelmente. Amém! Mt. 25:31 e Apc. 22:1-5.
Perg. 02 – Este Reino dentro de nós, também significa o Pai, o Filho e o Espírito Santo, dentro e no trono do nosso coração, ou seja, como Senhores e Soberanos absolutos da nossa vida. Ver João 14:23 e I Cor. 6:19. Ora, se os Proprietários de todo o Universo estão morando em nós, todo o Reino Deles, naturalmente e logicamente, também está em nós e dentro de nós, ou ainda, entre nós e, nós neste Reino.
Parte de segunda feira. Instruções missionárias.
Perg. 03:
1 – As pombas domésticas se tornam presas fáceis dos predadores por serem de natureza dóceis e simplórias, ao passo que as serpentes são de natureza astuta ( Gen. 3:1 ) e não fáceis de serem presas dos seus inimigos, elas se movem serpenteando e estão sempre em pontos estratégicos ao escolherem suas presas, até tem que diga que elas encantam e hipnotizam pássaros e sapos e, que o seu sibilo é encantador e que trazem até elas os encantados; também é dito que elas não descem em superfícies lisas pois pressentem a impossibilidade de voltarem subindo pelo mesmo trajeto em caso de emergência, se isto for assim, podemos, então, entender porque Jesus Cristo fez Sua declaração sobre a prudência das serpentes. Os cristãos precisam ser como as pombas em suas simplicidades, mas, serpentearem, no bom sentido, ou possuírem a esperteza das pombas selvagens que vivem voando muito alto e alojadas mais no alto das grandes árvores observando a oportunidade para descerem até o chão quando precisam fazerem isso. O cristão, no bom sentido, muitas vezes precisa ( dentro dos limites dos caminhos do Senhor ) se mover sinuosamente e ondulantemente, para desviar-se dos maus e perigosos caminhos e suas surpresas. Precisamos tratar a todos com a simplicidade das pombas, desde que tenhamos a prudência das serpentes, e, isto significa, também, zelo e simplicidade com entendimento. Se Eva tivesse usado a prudência da serpente, ela não teria se afastado do seu marido e ido namorar a árvore da ciência do bem e do mal e escutar os cochichos do inimigo e depois ir cochichar nos ouvidos de Adão.
2 – Estas sensibilidades culturais, quando não estão em harmonia com os ensinos da Palavra de Deus, devem ser prudentemente e, no seu devido tempo, lapidadas e não mantidas por tempo indeterminado, foi isso que Jesus fez com os Seus discípulos.
Nota desta pergunta: Nada de conformismo com esta carência de poderes; os discípulos perderam os poderes concedidos por Cristo, porque não foram prudentes como as serpentes em vigiar e orar para se manterem fortes e poderosos na fé. Comp.c/ Mt. 17:14-16.
Parte de terça feira. Gentios e judeus.
Perg. 04 – O “epicentro” das atividades missionárias deveria ser com o povo escolhido de Deus e se estender até os confins do mundo, ( At. 1:8 ), este povo, como Nação teocrática peculiar e particular, estava com os seus dias contados; quando Cristo falou estas palavras, já haviam decorrido mais de 69 semanas proféticas, das concedidas ao povo judeu como Nação (Dan. 9:24 ) e, esta era a razão básica e o porque, os discípulos deviam intensificarem suas atividades com exclusividade ao povo de Israel, era a última tentativa de salvar a Nação, mas o Israel nacional rejeitou esta última tentativa escolhendo Barrabás em lugar do Filho de Deus e, o seu último tempo de graça, como Nação, passou para sempre. Ver At. 13:46. Quando Paulo diz que Deus não rejeitou o Seu povo ( Rom. 11:1-5 ), estava se referindo, não a Nação, não ao Estado de Israel, mas ao remanescente desta Nação; veja Rom. 11:1 e o verso 5; este resto, ou seja, o que sobrou da Nação judaica, são os Israelitas que individualmente, aceitaram o Messias das profecias, Jesus Cristo. Note esta verdade incontestável: O Israel nacional nunca em tempo algum, aceitou a Jesus Cristo como o Messias das profecias e como o Único e exclusivo Salvador, Filho do Deus Vivo e Deus conosco como Redentor de pecadores, este povo, como Nação, continua andando nas mesmas pegadas dos seus antepassados, e, mesmo que aceitassem, nacionalmente, seriam recebidos, mas não mais como Nação teocrática e sim como parte da igreja fundada por Cristo, como acontece com todos os Judeus que se convertem a Cristo.
Perg. 05 – Especialmente e particularmente, neste caso, a cultura era a cultura judaica e, as condições, também; assim sendo, os discípulos deveriam está em guarda das doutrinas e tradições farisaicas. Veja Mt. 16:6 e o verso 12. Observação: João 10:10, não responde totalmente a esta pergunta, complemente com Mt. 16: 6 e o verso 12. Observar que o “fermento” dos fariseus foi denunciado diretamente e drasticamente por Jesus mesmo tendo lágrimas na voz ao fazê-lo, e, não foi somente Jesus que pronunciou advertências iguais e tão duras e em linguagem tão drástica. Veja Mt. 3:7-10 e Lc. 3:7-9.
Observação: Esta nota de Ellen White deixa a impressão que foi citada fora do seu devido contexto.
Parte de quarta feira. Um ministério integral.
Perg. 06 – O braço direito da obra missionária de Cristo, em Sua época, foi a obra médica missionária e, Seus discípulos, Seus enfermeiros habilitados e dotados do poder do Grande Médico, para curar toda sorte de enfermidades e até mesmo para ressuscitar mortos. A inspiração nos informa que Jesus curava enfermos mais do que pregava, e esta obra, segundo Ele disse, é extensível a todos os que crêem, ( Mc. 16:15-18 ), em vista disso, “por que não devíamos testemunhar hoje idênticos resultados? DTN 787:2, Oitava Ed. Resposta: “Podeis perguntar: “Por que então não nos valermos da obra, e curamos os doentes como fazia Cristo? Respondo: Não estais preparados..., deve haver uma “reforma” em nossas fileiras ( Note, não fora das nossas fileiras ); cumpre que as pessoas alcancem mais elevada norma antes que possamos esperar que o poder de Deus se manifeste de maneira acentuada em favor da cura dos doentes..., permitir que vos diga que OS ENFERMOS SERÃO CURADOS quando tiverdes fé para ir a Deus DE MANEIRA CORRETA... . “ Medicina e Salvação pág. 16:2 e 3; um ministério integral, portanto, SIGNIFICA CURAR MAIS DO QUE PREGAR como Jesus fazia e, agir mais e falar menos, é mais poder do que argumentos, é mais amor do que simples desencargo de consciência, é falar e advertir com lágrimas na voz, mas, falar e advertir.
Perg. 07 – Um dos sentidos da palavra Jubileu é: Canto jubiloso ao som de trombetas e, que ocorria, no ritual levítico no qüinquagésimo ano a contar desde a instituição e celebração da primeira festa, quando da entrada dos Israelitas em Canaã e isso ocorreu no ano 1405 a.C.. ( Lv. 25:2 ) e, esta trombeta do Jubileu, era tocada no dia da expiação ( purificação do Santuário ) a cada cinqüenta anos, anunciando a libertação de dívidas, penhores e situações semelhantes. ( Lv. 23; no dia 10 do sétimo mês, Tishri, do Calendário Judaico que por sua vez, correspondia ao mês de Outubro do nosso Calendário Gregoriano. Em um sentido mais amplo e escatológico, podemos aplicar o cumprimento das sete festas eucarísticas e santas convocações levíticas, a partir da Cruz de Cristo até o sétimo milênio e depois dele, da história do nosso mundo; começando com a Cruz de Cristo, temos:
1 – A Páscoa: Primeiro mês, 14 do mês. Exd. 12. Cumpriu-se no ano 31 d.C. com a morte de Cristo nossa Páscoa. I Cor. 5:7. Exd. 12:1-14 e 21-28; PP. 280-285.
2 – A festa dos asmos, pães asmos, 15 do primeiro mês. Exd. 12:15-20;Lv. 23:4-14.Cumpriu-se em Cristo como o Pão asmo da vida oferecido na Cruz e Sua ressurreição.
3 – As Primícias. Dia 16 do primeiro mês. Os pães asmos e as primícias estavam associados a páscoa. Ver Exd. 12:15 e Lv. 23:9-14; o ritual do molho movido das primícias, Lv. 23:10-12; cumpriu-se logo após a morte de Cristo em Sua ressurreição, Ele foi o Molho movido daquele ritual levítico e, em segundo plano, cumpriu-se em todos os que foram movidos de suas sepulturas quando Cristo ressuscitou. Ver I Cor. 15:20-23; Grande Conf. Pág. 399 e DTN 796-797 – Cap. Para Meu Pai e Vosso Pai.
4 – O Pentecostes. Depois de cinqüenta dias o Pentecostes. Lv. 23:1-21. Cumpriu-se 50 dias, depois da ressurreição de Cristo ainda no ano 31 d.C..At. 2:1; quarenta destes dias, Cristo passou na terra instruindo e ajudando Pessoalmente os Seus discípulos. At. 1:3.
Notar que estas quatro primeiras festas ocorriam no início do ano judaico, partindo do primeiro mês.
5 – A festa das trombetas. Lv. 23:23-25. Esta festa teve o seu cumprimento no grande movimento internacional Adventista do século 19, mais particularmente entre os anos 1821 a 1843 d.C., que no ritual levítico vinha 10 dias antes do dia da expiação ou purificação do Santuário. Ver Lv. 23:24;Num. 29:1.
6 – O dia da expiação, ou, purificação do Santuário levítico. Lv. 23:26-27; dia 10 do sétimo mês. Cumpriu-se e está se cumprindo ainda, em 22 de Outubro de 1844, que segundo o Calendário judaico, ocorreu no ano 5605, no mês Tishri, quando Cristo passou a exercer funções Sumo Sacerdotais no sentido de fazer expiação pelo Santuário Celestial como parte final de Seu Sacerdócio neste Santuário o qual será exercido em um breve espaço de tempo em harmonia com o ministério típico levítico que consistia de apenas um dia de 24 horas. Estamos vivendo no dia da expiação ou dia do juízo final, na parte final deste juízo.
A trombeta do jubileu, Lv. 25:8-11, era tocada no dia da expiação e que cumpriu-se em 1844 d.C., e que é equivalente a sétima trombeta do Apocalipse ( Apc. 11:15-19 ) e que anuncia o jubileu de todos os mortos na fé em Cristo que ressuscitarão agora, em Sua segunda vinda nas nuvens dos Céus, portanto, estamos vivendo nos últimos sonidos desta trombeta.
7 – A festa dos tabernáculos. Dia 15 do sétimo mês, cinco dias depois do dia da expiação ou purificação do Santuário ou juízo. Ver Lv. 23:34. Vai se cumprir, em parte durante o sétimo milênio que se iniciará a partir da vinda de Cristo agora nas nuvens dos Céus e, que, prosseguirá na Nova Terra quando Deus morará com os homens eternamente. Amem! Ver Apc. 21:3.
Parte de quinta feira. Não tenham medo deles.
Perg. 08 – Cristo disse certa vez: “Ai de vós quando todos vos disserem bem de vós. Lc. 6:26. Podemos ter certeza de uma coisa: Se as fogueiras se apagaram é porque a igreja, também se apagou em sua missão de proclamar as verdades eternas da Palavra de Deus ao mundo, volte ela as Suas origens apostólicas em sua missão de pregar a verdade e verão que as fogueiras se acenderão outra vez.
Perg. 09 – É preciso permanecer dentro do crisol ( cadinho ) do Pastor para que suportemos os fogos dos maçaricos dos inimigos da verdades eternas, dentro deste crisol podemos até derreter, mas é neste processo que o Grande Ourives purifica o Seu precioso ouro que já tenha sido comprado e purificado espiritualmente pelo Seu precioso sangue.
Que sejamos discípulos praticantes dos ensinos do Grande Mestre. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.
E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.
Estado de S. Paulo.Brasil.
Classe Universitários
www.oestadio.com/escola.shtml
FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment5.htm
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Lição 05 - Jesus e Seus Discípulos (Mateus 10)
Introdução: Nossa série atual de estudos sobre os grandes missionários está concentrada na vida e nos atos desses missionários. Nosso objetivo? Deduzir como as suas vidas e atos podem ser aplicadas à nossa vida e atos. Nossa lição desta semana começa de forma muito diferente. Em vez de tentar deduzir princípios específicos a partir de nossos exemplos missionários, Jesus simplesmente declara esses princípios para os Seus discípulos. Vamos mergulhar em nossa Bíblia e considerar estes princípios!
I. O Chamado
A. Leia Mateus 10:1. Note que os doze foram chamados e autorizados. Você foi chamado por Jesus? (Leia Romanos 8:28-30. Você quer fazer avançar o Reino de Deus? Responde de forma amorosa ao amor que Jesus demonstrou primeiro quando morreu pelos teus pecados? Se sim, então você foi chamado.)
1. Quando você é chamado, também é automaticamente autorizado a expulsar espíritos imundos e curar todas as doenças e enfermidades? (O texto dá a impressão que a autorização para fazer essas coisas é um assunto separado.)
2. Quem está autorizado a fazer essas coisas? Passei anos orando por várias pessoas e seus diversos problemas de saúde. Mas nunca expulsei um espírito maligno, nem vi alguém ser clara e instantaneamente curado somente pelas minhas orações. Será que eu não estou autorizado a fazer essas coisas? (Leia João 14:11-14. Estes versos dizem que, seu eu tiver fé, estou autorizado a fazer esses milagres. Não sei se esta é uma questão de falta de fé da minha parte ou se não é da vontade de Deus que eu cure doentes neste momento. Talvez eu não esteja prestando atenção suficiente ao que Deus está fazendo através das minhas orações. Por exemplo, no mês passado eu estava no hospital orando por um homem de 85 anos de idade que havia sido um fumante por toda a vida e que iria passar por um procedimento cardíaco que poderia terminar com a sua vida. Ocorreu que suas artérias estavam completamente limpas. As minhas orações limparam as artérias dele ou elas já estavam limpas?)
II. As Instruções
A. Leia Mateus 10:5-6. Essas instruções se aplicam a nós? (Leia Atos 1:8. Vemos que com o tempo a audiência havia crescido.)
B. Leia Mateus 10:7. Esta é a nossa mensagem? Ou esta era uma mensagem dirigida apenas ao público judeu? Se você olhar em Atos 1:4-7, o discurso que Jesus faz para Seus discípulos pouco antes de partir para o céu, é sobre a restauração do reino. Jesus não disse que eles tinham uma nova mensagem para levar para uma audiência mais abrangente.)
1. O que é o “Reino dos Céus”? O que você acha que os discípulos pensaram que isto significava quando se referiam ao “reino” em Atos 1:6? (De forma bem clara, os discípulos pensavam que Jesus iria estabelecer um reino na terra. A linguagem de Atos 1:6 sobre a “restauração” do reino “a Israel” deixa poucas dúvidas quanto a isso. Jesus se refere ao reino celestial – que é uma outra coisa – pelo menos no curto prazo.)
2. Leia Lucas 17:20-24. Esta vinda do reino era o assunto do momento nos dias de Jesus. Como Jesus descreve o Reino de Deus? (Ele o descreve de duas maneiras. Primeiro, Ele diz que está “entre vocês”. Segundo, Ele o descreve vindo como um relâmpago que ilumina todo o céu. Jesus não apenas estava com eles (Ele trouxe o reino vindouro), mas também estava partilhando o conhecimento do reino com os discípulos. Porém, no final, Jesus voltará e implantará de maneira física o Reino dos Céus.)
3. O que, então, você deveria estar falando com as outras pessoas para cumprir a ordem de dizer aos outros que “O Reino dos Céus está próximo”? (As duas coisas. O Reino dos Céus dentro de nós e a Segunda Vinda.)
C. Leia Mateus 10:8. Como esta instrução sobre curar os enfermos, ressuscitar os mortos e curar problemas de saúde se relacionam com a mensagem de que o Reino dos Céus está próximo? (Todas essas coisas não são soluções do “reino”? Na eliminação da morte, doenças, pranto e dor vemos o Reino de Deus. Apocalipse 21:3-4.)
1. O que Mateus 10:8 está dizendo quando fala que o que foi recebido de graça deve ser dado de graça aos outros? (A mensagem da salvação e a disponibilidade do poder do Espírito Santo. Nós não pagamos por essas coisas; então por que não compartilhar gratuitamente delas com os outros?)
D. Leia Mateus 10:9-10. Por que os esforços missionários deveriam ser financiados? Você deveria pagar pelas tuas próprias despesas? (Não. Você deveria ser pago para fazer isso.)
1. E se você tem o dinheiro, e pode custear as suas próprias despesas? (O texto parece assumir que o discípulo poderia trazer seu próprio dinheiro e roupas extras.)
2. O que você diria de Paulo, que em I Coríntios 9 diz que ele tinha o direito de ser pago para fazer a sua obra missionária, mas que ele se orgulhava (I Coríntios 9:15) de poder ganhar seu próprio sustento? Se Jesus nos diz para não custearmos as nossas próprias despesas, como Paulo pode se orgulhar de custear seu próprio sustento? (Se você olhar I Coríntios 9, verá que Paulo considera o apoio financeiro de outros um direito, do qual ele abriu mão.)
E. Leia Mateus 10:11-13. Que benefícios podemos obter dando hospedagem a um missionário? (A paz repousará sobre a tua casa.)
1. O que você acha que quer dizer ter “paz” repousando sobre a tua casa? (O comentário de Adam Clarke sobre esse texto revela que entre os judeus este termo tinha “um significado abrangente: ele compreendia todas as bênçãos, espirituais e temporais.)
2. Se o missionário tinha esta paz para dar (ou para reter), o que isto sugere sobre a vida do missionário? (Que essas bênçãos faziam parte da vida do missionário!)
F. Leia Mateus 10:14-15. Que lição aprendemos sobre as vezes que as outras pessoas rejeitam a nossa mensagem missionária?
1. Como distinguimos entre desperdiçar o nosso tempo e dar aos outros uma segunda chance?
a. Dar aos outros uma segunda chance é uma perda do nosso tempo – no sentido em que poderíamos estar apresentando o evangelho a uma outra pessoa? (Para mim, construir um relacionamento é importante para compartilhar o evangelho. Se estou construindo um relacionamento e recebo uma resposta de neutralidade, preciso ter certeza de que a minha mensagem não será realmente aceita antes que eu me afaste.)
G. Leia Mateus 10:16. Que papel o Espírito Santo desempenha neste processo de converter aos outros? (João 16:7-9 nos diz que o Espírito Santo nos convence do pecado, da justiça e do juízo.)
H. Podemos confundir o nosso papel com o papel do Espírito Santo?
1. O contrário também é possível? (Nossos esforços precisam ser regados de orações e precisamos pedir pela orientação e pelas bênçãos do Espírito Santo. Mas não é aí que as coisas terminam. Jesus nos dia para usarmos a cabeça quando estivermos trabalhando para converter aos outros.)
III. A Advertência
A. Leis Mateus 10:21-22 e Romanos 2:9-10. Como você consegue conciliar esses dois textos? Como podemos ser odiados por “todos” quando pelo menos alguns serão convertidos? (Penso que Jesus estava advertindo aos discípulos (e a nós, em segundo plano), que não é somente porque estamos fazendo a “obra de Deus”, que isso quer dizer que tudo será calmo e pacífico.)
B. Leia Mateus 10:23. Jesus estava lhes dando uma falsa esperança a respeito de Sua Segunda Vinda? Se eu ouvisse isso, pensaria que, se eu espalhasse a mensagem por todo o meu país, Jesus viria durante a minha vida! (Existem pelo menos duas teorias acerca deste texto. Uma é que a expressão “venha o Filho do homem” se refere à destruição de Jerusalém, que ocorreu cerca de 40 anos mais tarde. Outra é que o texto seria melhor traduzido como dizendo que as cidades seriam “perfeitamente instruídas”. Israel ainda não está perfeitamente instruído. Meu pensamento é que Jesus está enviando os discípulos para um treinamento prático. Tudo isso aconteceu antes que eles houvessem terminado sua obra em Israel.)
C. Leia Mateus 10:32-33. Você tem vergonha de testemunhar? De ser um missionário? Que promessa e que advertência nos são dadas, se recusarmos esta missão?
D. Amigo, e você? Está disposto a ser um missionário? E acerca de simplesmente testemunhar para os teus vizinhos? Se você tem vergonha de se levantar por Jesus, pense na idéia de Jesus ter vergonha de se levantar por você!
IV. Próxima Semana: O Salvador Compassivo
Direito de Cópia de 2008, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses.
Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços:
Inglês - http://www.gobible.org/study.php3
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leccion_cam.html
Alemão - http://www.gobible.org/german
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Russo - http://holysite.narod.ru/ss.htm
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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2008.html
Tradução: Levi de Paula Tavares
FONTE: http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/licao5.htm
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LES GRANDS MISSIONNAIRES DE DIEU - ÉTUDE 05
Matthieu 10: Jésus et ses disciples (Matthieu 10)
Copyright 2008, Bruce N. Cameron, J.D. Toutes les références bibliques se réfèrent à la version Nouvelle Bible Second (NBS), 2002, sauf indication contraire. Des réponses suggérées sont placées entre parenthèses. Cette étude est publiée sur Internet à l'adresse http://www.etudesbibliques.net. Pour recevoir automatiquement l'étude de la semaine par email, écrivez à etude_biblique-subscribe@yahoogroupes.fr.
Introduction : Notre série d'études actuelle sur les grands missionnaires se concentre sur la vie et les actions de ces missionnaires. Quel est notre but? Notre but est d'en déduire comment leur vie et leurs actions peuvent s'appliquer à notre vie et à nos actions. Notre étude de cette semaine commence bien différemment. Au lieu d'essayer de déduire les principes spécifiques à partir des exemples missionnaires, Jésus indique simplement quels sont les principes à ses disciples. Notre unique question est de savoir si ces mêmes principes s'appliquent à nos efforts missionnaires. Ouvrons la Bible et considérons cela!
I. L'appel
1. Lisez Matthieu 10:1. Remarquez que les douze sont premièrement appelés, puis l'autorité leur est donnée. Êtes-vous appelé par Jésus? (Lisez Romains 8:28-30. Voulez-vous faire avancer le Royaume de Dieu? Voulez-vous répondre par l'amour à l'amour que Jésus vous a d'abord témoigné lorsqu'il est mort pour vos péchés? Si tel est le cas, alors vous êtes appelé.)
a. Lorsque vous êtes appelé, l'autorité de chasser les mauvais esprits et de guérir les maladies et autre infirmités vous est-elle automatiquement donnée? (Le texte fait apparaître que l'autorité de faire ces choses est quelque chose de séparé.)
b. Qui a l'autorité de faire ces choses? J'ai passé des années à prier pour différentes personnes et pour leurs divers problèmes de santé. Mais je n'ai jamais chassé un mauvais esprit ni n'ai vu quelqu'un être instantanément guéri simplement par mes prières. N'ai-je simplement pas l'autorité de faire ces choses? (Lisez Jean 14:11-14. Ces versets disent que si j'ai de la foi, j'ai l'autorité de faire ces miracles. Je ne sais pas s'il s'agit d'un manque de foi de ma part ou si ce n'était pas la volonté de Dieu de guérir une maladie à ce moment-là. Peut-être que je ne prête pas assez attention à ce que Dieu fait en réponse à mes prières. Par exemple, au cours du mois dernier j'étais à l'hôpital et j'ai prié pour un vieil homme de 85 ans qui a fumé toute sa vie et qui était hospitalisé pour une intervention au cœur qui pouvait lui être fatale. Il en est résulté que ses artères étaient propres. Mes prières ont-elles dégagé ses artères, ou l'étaient-elles déjà auparavant?)
II. Les instructions
1. Lisez Matthieu 10:5-6. Ces instructions s'appliquent-elles à nous? (Lisez Actes 1:8. Nous voyons qu'avec le temps le public cible s'est étendu.)
2. Lisez Matthieu 10:7. Est-ce notre message? Ou alors, était-ce un message qui s'adressait seulement à un public juif? (Si vous lisez Actes 1:4-7 où il est question de la discussion que Jésus a eue avec ses disciples juste avant de monter au ciel, celle-ci portait sur le rétablissement du Royaume. Jésus n'a pas dit qu'ils avaient un nouveau message qui s'adressait à un public plus large.)
a. Qu'est-ce que le 'règne des cieux'? Selon vous, quelle signification en ont les disciples lorsqu'ils se réfèrent au 'Royaume' dans Actes 1:6? (Les disciples pensaient de façon assez claire que Jésus allait établir un royaume sur la terre. Le langage dans Actes 1:6 à propos de 'rétablir' le royaume 'pour Israël' laisse peu de doute. Jésus parle du Royaume de Dieu - donc de quelque chose d'autre - du moins à court terme.)
b. Lisez Luc 17:20-24. Cette arrivée du royaume était évidemment un sujet d'actualité au temps de Jésus. Comment Jésus décrit-il le Royaume de Dieu? (Il le décrit de deux manières. D'abord il dit qu'il est 'au milieu de vous'. Ensuite il le décrit comme arrivant comme un éclair qui illumine le ciel entier. Jésus était non seulement avec eux (il a apporté le royaume à venir), mais il a transmis la connaissance du Royaume aux disciples. Cependant et de façon ultime Jésus viendra à nouveau et nous conduira dans le Royaume des cieux physique.)
c. Que devriez-vous alors dire aux autres pour accomplir le commandement de Jésus de proclamer que 'le règne des cieux s'est approché' (Matthieu 10:7)? (Les deux. Le Royaume en nous et la seconde venue de Jésus.)
3. Lisez Matthieu 10:8. En quoi cette instruction de guérir les malades, de réveiller les morts et de chasser les démons se rapporte-t-elle au message selon lequel le Royaume des cieux est proche? (Ne s'agit-il pas de solutions du 'Royaume'? Dans l'élimination de la mort, de la maladie, du deuil et de la douleur nous voyons le Royaume de Dieu. Voir Apocalypse 21:3-4.)
a. De quoi parle Matthieu 10:8 quand il est dit que celui qui a reçu gratuitement doit donner gratuitement aux autres? (Il est question du message du salut et de la disponibilité de la puissance de l'Esprit saint. Nous ne payons pas pour ces choses, donc pourquoi ne pas les partager librement avec les autres?)
4. Lisez Matthieu 10:9-10. Comment les efforts d'un missionnaire devraient être financés? Devriez-vous payer pour vos propres frais? (Non. On devrait vous payer pour faire cela.)
a. Qu'en est-il si vous avez l'argent et pouvez vous permettre de payer pour vos propres frais? (Le texte semble supposer que le disciple pourrait apporter son propre argent et ses propres vêtements supplémentaires.)
b. Que dire au sujet de Paul qui affirme dans 1 Corinthiens 9 qu'il a le droit de se faire payer pour son travail missionnaire, malgré qu'il se vante (1 Corinthiens 9:15) d'avoir subvenu à ses besoins de façon autonome? Si Jésus nous dit de ne pas payer pour nos propres frais, comment Paul peut-il se vanter de prendre en charge ses frais? (Si vous lisez 1 Corinthiens 9, vous verrez que Paul considère le soutien des autres comme un droit auquel il a renoncé.)
5. Lisez Matthieu 10:11-13. Quel bienfait pouvons-nous obtenir en donnant un logis à un missionnaire? (La paix viendra sur votre maison.)
a. Selon vous, que signifie avoir la 'paix' sur votre maison? (Le commentaire de Adam Clarke au sujet de ce texte relève que parmi les Hébreux ce terme avait 'une signification très vaste: cela comprenait tous les bienfaits, spirituels et temporels'.)
b. Si le missionnaire avait cette paix à donner (ou à reprendre), que cela suggère-t-il à propos de la vie du missionnaire? (Ces bienfaits faisaient partie de la vie du missionnaire!)
6. Lisez Matthieu 10:14-15. Quel enseignement tirons-nous des moments où les autres rejettent notre message missionnaire?
a. Comment pouvons-nous faire la distinction entre perdre notre temps et donner à d'autres une seconde chance?
i. Le fait de donner aux autres une seconde chance est-il une perte de temps - dans le sens que nous pourrions apporter l'évangile à quelqu'un d'autre pendant ce temps? (Pour moi, construire une relation est important pour partager l'évangile. Si j'ai construit une relation et ai une réaction neutre, j'ai besoin d'être sûr que mon message ne sera pas en fin de compte accepté avant que je parte ailleurs.)
7. Lisez Matthieu 10:16. Quel rôle joue l'Esprit saint dans ce processus de conversion des autres? (Jean 16:7-9 nous dit que l'Esprit saint nous convainc de péché, de justice et de jugement.)
8. Pouvons-nous confondre notre rôle avec celui de l'Esprit saint?
a. Le contraire est-il possible? (Nos efforts ont besoin d'être baignés dans la prière et nous avons besoin de demander la direction, l'aide et la bénédiction de l'Esprit saint. Mais ce n'est pas tout. Jésus nous dit d'utiliser nos cerveaux en travaillant pour la conversion des autres.)
III. L'avertissement
1. Lisez Matthieu 10:21-22 et Romains 2:9-10. Comment réconcilier ces deux textes? Comment 'tous' peuvent-ils nous détester quand au moins quelques-uns sont convertis? (Je pense que Jésus avertissait ses disciples (et nous également, par la même occasion) que ce n'est pas simplement parce que nous faisons 'l'œuvre de Dieu' que cela signifie que tout est calme et paisible.)
2. Lisez Matthieu 10:23. Jésus leur donne-t-il juste un faux espoir concernant sa seconde venue? Si j'entendais cela, je penserais que si je proclamais l'évangile dans toute l'étendue de mon pays, ce Jésus reviendrait de mon vivant! (Il existe au moins deux théories à ce propos. L'une est que la venue du 'Fils de l'homme' réfère à la destruction de Jérusalem qui a eu lieu environ 40 ans plus tard. Une autre est que le texte serait mieux traduit en disant que les villes 'seront parfaitement évangélisées'. Israël n'est pas encore parfaitement évangélisé. Je pense que Jésus envoie les disciples sur un parcours expérimental. Jésus est venu à eux avec puissance quand il est mort puis ressuscité et a passé du temps avec eux. Tout cela s'est produit avant qu'ils aient fini leur ministère au sein d'Israël.)
3. Lisez Matthieu 10:32-33. Êtes-vous gêné par le fait de témoigner? Par le fait d'être missionnaire? Quelle promesse et quel avertissement nous sont-ils donnés si nous refusons cette mission?
4. Cher ami, qu'en est-il de vous? Êtes-vous disposé à être un missionnaire? Qu'en est-il de simplement témoigner à vos voisins? Si vous êtes gêné par le fait de représenter Jésus, pensez à l'idée que Jésus est gêné par le fait de vous défendre!
IV. La semaine prochaine: Un Sauveur miséricordieux.
FONTE: http://www.etudesbibliques.net/etude_semaine.htm
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Lesson 5
Matthew 10: Jesus and His Disciples
(Matthew 10)
Introduction: Our current series of studies on the great missionaries is focused on the life and actions of these missionaries. Our goal? To deduce how their lives and actions apply to ours. Our lesson this week starts out much differently. Instead of trying to deduce the specific principles from our missionary examples, Jesus just states the principles to His disciples. Our only question is whether these same principles apply to our missionary efforts? Let's dive into the Bible and consider this!
- The Call
- Read Matthew 10:1. Notice that the twelve are both called and authorized. Are you called by Jesus? (Read Romans 8:28-30. Do you want to advance the Kingdom of God? Do you respond in love to the love Jesus first showed you when He died for your sins? If so, you are called.)
- When you are called are you also automatically authorized to drive out evil spirits and heal disease and sickness? (The text makes it appear that authorization to do these things is a separate matter.)
- Who is authorized to do these things? I've spent years praying for various people and their various medical problems. But I've never driven out an evil spirit or had someone who was obviously and instantly healed by my prayers alone. Am I just not authorized for those things? (Read John 14:11-14. These verses say that if I have faith, I am authorized to do these miracles. I do not know if it is a matter of a lack of faith on my part or if it was not God's will to heal a sickness at that moment. Perhaps I'm not paying close enough attention to what God is doing in response to my prayers. For example, in the last month I was in the hospital praying for an 85 year-old man who was a life-long smoker and who was going in for a heart procedure that might end his life. It turned out his arteries were clear. Did my prayers clear his arteries, or were the already clear?)
The Instructions
- Read Matthew 10:5-6. Do these instructions apply to us? (Read Acts 1:8. We see that with time the target audience has expanded.)
- Read Matthew 10:7. Is this our message? Or, was this a message directed only to a Jewish audience? (If you look at Acts 1:4-7, the discussion that Jesus had with His disciples just before He left for heaven, it was about the restoration of the kingdom. Jesus did not say that they had a new message to go along with the broader audience.)
- What is the 'Kingdom of Heaven?' What do you think the disciples thought it meant when they referred to the 'kingdom' in Acts 1:6? (The disciples quite clearly thought that Jesus was going to establish a kingdom on earth. The language in Acts 1:6 about 'restoring' the kingdom 'to Israel' leaves little doubt. Jesus refers to the heavenly kingdom - that is something else - at least in the short run.)
- Read Luke 17:20-24. This coming of the kingdom was obviously a hot topic in Jesus' day. How does Jesus describe the Kingdom of God? (He describes it two ways. First, He says it is 'within you.' Second, He describes it as coming like lightening that lights up the entire sky. Jesus was not only with them (He brought in the coming kingdom), but He was imparting kingdom knowledge to the disciples. However, ultimately Jesus will come again and usher in the physical Kingdom of Heaven.)
- What, then, should you be talking to others about to fulfill the command to tell others ( Matthew 10:7) 'The Kingdom of Heaven is near?' (Both. The kingdom within us and the Second Coming.)
Read Matthew 10:8. How does this instruction about healing the sick, raising the dead, and curing medical problems relate to the message that the Kingdom of Heaven is near? (Are these not all 'kingdom' solutions? In the elimination of death, sickness, mourning and pain we see the Kingdom of God. Revelation 21:3-4.)
- What is Matthew 10:8 talking about when it says what has been freely received should be freely given to others? (The message of salvation and the availability of the power of the Holy Spirit. We do not pay for these things, so why not share them freely with others?)
Read Matthew 10:9-10. How should a missionary's efforts be financed? Should you pay for your own expenses? (No. You should be paid to do this.)
- What if you have the money, and can afford to pay for your own expenses? (The text seems to assume that the disciple could bring his own money and extra clothes.)
- What do you say about Paul, who in 1 Corinthians 9 says that he has the right to be paid to do his missionary work, but that he boasts (1 Corinthians 9:15) about earning his own way? If Jesus tells us not to pay our own way, how can Paul boast about paying his own way? (If you look at the 1 Corinthians 9, you will see that Paul considers support from others a right which he has waived.)
Read Matthew 10:11-13. What benefit can we obtain by giving lodging to a missionary? (Peace will rest on your home.)
- What do you think it means to have 'peace' resting on your home? (Adam Clarke's Commentary on this text reveals that among the Hebrews this term had a very 'extensive meaning: it comprehended all blessings, spiritual and temporal.')
- If the missionary had this peace to give (or take back), what does this suggest about the life of the missionary? (These blessings were part of the missionary's life!)
Read Matthew 10:14-15. What lesson do we learn about the times when others reject our missionary message?
- How do we distinguish between wasting our time and giving others a second chance?
- Is giving others a second chance a waste of our time - in the sense that we could be presenting the gospel to someone else? (For me, building a relationship is important for sharing the gospel. If I have been building a relationship and get a neutral reaction, I need to be sure that my message will not ultimately be accepted before I turn away.)
Read Matthew 10:16. What role does the Holy Spirit play in this process of converting others? ( John 16:7-9 tells us that the Holy Spirit convicts us of sin, righteousness and judgment.)
Can we confuse our role with that of the Holy Spirit?
- Is the reverse possible? (Our efforts need to be bathed in prayer and we need to ask for the direction, aid and blessing of the Holy Spirit. But, that is not where things end. Jesus tells us to use our brains when working to convert others.)
The Warning
- Read Matthew 10:21-22 and Romans 2:9-10. How can you reconcile these two texts? How can 'all men' hate us when at least some are being converted? (I think that Jesus was warning His disciples (and us, as a secondary matter), that just because we are doing 'God's work,' it does not mean that all will be peaceful and calm.)
- Read Matthew 10:23. Was Jesus just giving them false hope about His Second Coming? If I heard this, I would think that if I spread the message throughout my country, that Jesus would come back during my lifetime! (There are at least a couple of theories on this. One is that the 'Son of Man comes' refers to the destruction of Jerusalem which took place about 40 years later. Another is that the text would be better translated as saying the cities will be 'perfectly instructed.' Israel is not yet perfectly instructed. My thought is that Jesus is sending the disciples out on a practice run. Jesus came to them in power when He died, was resurrected and spent time with them. This all happened before they had finished their work in Israel.)
- Read Matthew 10:32-33. Are you embarrassed about witnessing? About being a missionary? What promise and warning are we given if we refuse this mission?
- Friend, how about you? Are you willing to be a missionary? How about just witnessing to your neighbors? If you are embarrassed about standing for Jesus, think about the idea of Jesus being embarrassed about standing up for you!
Next week: The Compassionate Savior.
FONTE: http://www.gobible.org/study/
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Урок 5. Иисус и Его ученики.
(Мф. 10)
Copr. 2008, Bruce N. Cameron, J.D.— Комментарий доктора юридических наук Брюса Н. Камерона.
Все библейские цитаты приводятся по Синодальному тексту (современная редакция), если не указан другой источник. В скобках даются возможные ответы.
Введение
В предыдущих уроках мы по большей части изучали жизнь и действия великих миссионеров. Для чего? Чтобы научиться поступать так самим. На этой неделе мы будем учиться несколько по другой схеме. Мы не будем выбирать какие-то особые моменты из жизни миссионеров, а посмотрим на то, чему Иисус учил Своих учеников. Единственный вопрос, который перед нами будет стоять, применять ли всё это в нашей жизни или нет. Итак, давайте углубимся в изучение урока.
I. Призыв
1. Прочитайте Мф. 10:1. Заметьте, что все 12 были призваны и наделены особой властью. А призваны ли мы? (Прочитайте Рим.8:28-30. Хотите ли вы достичь Царства Божия? Откликаетесь ли вы на ту любовь, которую Иисус показал, когда Он умер за ваши грехи? Если да, тогда вы призваны.)
a. Если же вы призваны, наделяетесь ли вы автоматически правом изгонять нечистых духов и врачевать болезни и немощи? (Из текста видно, что это одно и то же и происходит одновременно с призванием).
b. Итак, кто уполномочен это делать? Я, например, несколько лет молился о некоторых людях, которые имели проблемы со здоровьем. Но я никогда не изгонял нечистых духов и не видел никого, кто сразу по моей молитве бы исцелился. Может быть, конечно, я просто не призван к этому. (Прочитайте Ин.14:11-14. Эти стихи говорят, что если у меня есть вера, я смогу творить чудеса. Я не знаю, является ли мой случай признаком недостатка веры или просто не было Божьей воли на то, чтобы человек получил моментальное исцеление. А может быть, я просто обращал мало внимания на Божьи ответы на молитвы. Например, в прошлом месяце я молился за одного 85-летнего старика, который курил всю жизнь, и теперь ему предстояла процедура, которая могла бы окончиться для него летальным исходом. Но исследования показали, что его артерии оказались чистыми (не знаю, случилось ли это по моей молитве или раньше).
II. Руководство
2. Прочитайте Мф.10:5-6. Применимо ли всё это в наше время? (Прочитайте Деян.1:8. Мы видим, что со временем целевая аудитория разрослась).
3. Прочитайте Мф.10:7. Не является ли это также и нашей миссией? Или это относится только к еврейскому народу? (Если вы прочитаете Деян.1:4-7 и обратите внимание на слова Христа, которые Он обращал к Своим ученикам, прямо перед Его вознесением, то заметите что они касались восстановления Царства. Иисус не сказал им, что у них новая весть для более широкой аудитории.)
a. Что такое «Небесное царство»? Как вы думаете, что имели ввиду ученики, когда говорили об этом в Деян.1:6. (Ученики думали, что Иисус собирается установить царство на земле. Хотя сам язык, которым написаны Деяния 1:6 о «восстановлении Царства» оставляет некоторые сомнения. Иисус говорит о Небесном царстве – и оно несколько иное).
b. Прочитайте Лк.17:20-24. Наступление царства было поистине важной темой для Христа. Как Иисус описывает Царство Бога? (Двумя путями: во-первых, что «оно внутрь нас есть». Во-вторых, Он описывает его как молнию, которая освещает всё небо. Иисус не просто находился с ними, но принёс с собой приближающееся Царство и делился с учениками принципами этого царства и познанием его. Однако в конце Иисус придёт снова уже реально установив здесь Царство Своё.)
c. Что тогда мы должны доносить до других, чтобы выполнить поручение, которое записано в Мф.10:7. Приблизилось ли Царство, в самом деле? (Мы должны говорить и о том, Царстве, что внутри нас и о том, что приближается).
4. Прочитайте Мф.10:8. Как эти повеления об исцелении больных, воскрешении мёртвых и очищении прокажённых относятся к вести о том, что Царство Небесное приблизилось? (Разве это не принципы царства? Во всех этих действиях мы видим Царство Божие. Откр. 21:3-4).
a. О чём говорит Матфей в Мф.10:8? Что значит, даром получили, даром давайте? (Весть о спасении и доступности силы Святого Духа. Мы за это ничего не платили, поэтому почему бы не поделиться даром и с другими?)
5. Прочитайте Мф.10:9-10. На что же тогда должны жить миссионеры? Должны ли миссионеры оплачивать сами свои расходы? Нет, это дело должны поддерживать другие).
a. А что если у вас достаточно денег и вы можете сами всё оплачивать? (Текст как раз такой вариант и предполагает).
b. А что вы скажете о Павле, который в 1Кор.9. пишет, что проповедующим Евангелие Бог повелел жить от благовестия, но он ни пользовался ничем. (1Кор.9:15) Если Христос нам повелевает жить не на свои средства, почему Павел делает это и ещё хвалится? Если вы внимательно посмотрите на 9 главу, вы увидите, что Павел считает поддержку от других правом, которое он не принял.
6. Прочитайте Мф.10:11-13. Какое вознаграждение мы можем ожидать, давая приют миссионерам? (Мир придёт на ваш дом).
a. Что, по-вашему, это может означать? Комментарии А. Кларка поясняют, что у евреев это понятие было очень распространено и оно включало в себя все благословения, как духовные, так и земные.
b. Если миссионер должен был оставить или забрать этот мир, какой тогда мы можем представить его жизнь (эти благословения были частью жизни самого проповедующего).
7. Прочитайте Мф.10:14-15. Какой урок мы можем отсюда извлечь?
a. Как можно понять, тратим ли мы понапрасну время или даем еще один шанс человеку?
a). Является ли дополнительный шанс тратой времени в том смысле, что мы можем открыть истину за это время еще кому-то? (Для меня очень важно построение отношений при благовестии. Если, выстроив доверительные отношения, я вижу равнодушие к вести, то я должен убедиться, что эта весть не будет принята, прежде чем я уйду).
8. Прочитайте Мф.10:16. Какую роль играет Святой Дух в процессе обращения людей? (Ин. 16:7-9 говорит нам, что Святой Дух обличает нас «о грехе, о правде и суде»).
9. Можем ли мы спутать свою роль с ролью Святого Духа? Возможно ли обратить кого-то? (Наши усилия должны сопровождаться молитвой, и мы должны просить Святого Духа о руководстве, помощи и благословении. Но это еще не всё. Иисус говорит, что мы сами должный быть мудрыми, когда проповедуем людям.)
III. Предупреждение
1. Прочитайте Мф.10:21-22 и Рим.2:9-10. Как мы можем примирить эти два текста? Как нас могут все ненавидеть, если хотя бы некоторые люди обратятся? Я думаю, что Иисус предупреждал своих учеников и нас, что люди будут негодовать именно потому, что мы совершаем Божий труд.
2. Прочитайте Мф.10:23. Давал ли Иисус ученикам ложную надежду на Второе пришествие? Если бы я такое услышал, у меня сложилось бы впечатление, что как только я обойду с вестью свою страну, Иисус Христос вернется, и это будет еще при моей жизни. (Существует два предположения: одно, что пророчества о пришествии Сына Человеческого относится к разрушению Иерусалима, которое произошло через 40 лет после этих событий, другое – что города должны быть научены в совершенстве. А Израиль как раз-таки совсем даже не научен в совершенстве. На мой взгляд, Иисус отправлял учеников на практику. Он явился им в силе после смерти и воскресения, чтобы провести с ними время. Всё это случилось, прежде чем они успели закончить свою работу для Израиля).
3. Прочитайте Мф.10:32-33. Не отрекаетесь ли вы от исповедания своей веры, от того, чтобы быть миссионером? Какое обетование и предупреждение нас дается в случае, если отказываемся от задания нести весть?
4. Друг, не хочешь ли ты быть миссионером? Хотя бы для своих близких? Подумай, что тот, кто отречется от Христа, того Христос отречется перед Отцом Небесным.
IV. Урок следующей недели: «Сострадательный Спаситель».
Перевод Марии Солер
marisoler@yandex.ru
FONTE: http://www.adventist.kz/ss/
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Matius 10: Yesus dan Para Murid-Nya
(Matius 10)
Agen-agen Pengharapan: Pelajaran 5
Copr. 2008, Bruce N. Cameron, diterjemahkan oleh Debbie Jacobs. Semua referensi Alkitab dikutip dari Alkitab Terjemahan Baru ©1974 Lembaga Alkitab Indonesia, kecuali disebutkan lain. Saran jawaban terdapat di dalam tanda kurung. Pengajar diasumsikan menggunakan papan tulis atau alat peraga lainnya dalam membawakan pelajaran. Pelajaran ini dapat dilihat di http://www.GoBible.Org/indonesian.Pendahuluan: Seri pelajaran kita sekarang ini tentang para misionaris besar berfokus pada hidup dan langkah dari para misionaris ini. Tujuannya? Untuk menyimpulkan bagaimana hidup dan langkah mereka diaplikasikan ke dalam hidup kita. Pelajaran kita pekan ini dimulaikan dengan cara yang amat berbeda. Bukannya coba menyimpulkan prinsip-prinsip tertentu dari teladan yang ditinggalkan oleh para misionaris, Yesus langsung menyampaikan prinsip-prinsip tersebut kepada para muridNya. Pertanyaan kita adalah apakah prinsip-prinsip yang sama ini berlaku dalam pekerjaan misionari kita? Mari selami Alkitab dan pertimbangkan hal ini!
- Panggilan
- Baca Matius 10:1. Perhatikan bahwa kedua belas orang ini dipanggil dan diberi kuasa. Apakah saudara dipanggil oleh Yesus? (Baca Roma 8:28-30. Apakah saudara ingin menyegerakan kedatangan Kerajaan Allah? Apakah dalam kasih saudara menyambut kasih yang Yesus telah lebih dulu tunjukkan kepada saudara tatkala Ia mati bagi dosa-dosa saudara?)
- Apabila terpanggil apakah saudara juga secara otomatis diberi kuasa untuk mengusir roh jahat dan menyembuhkan penyakit? (Dalam ayat tersebut jelas bahwa kuasa untuk melakukan hal-hal ini merupakan hal yang terpisah.)
- Siapa yang diberi kuasa untuk melakukan hal-hal ini? Saya sudah bertahun-tahun berdoa bagi berbagai orang dan beragam persoalan medis yang mereka hadapi. Namun saya belum pernah mengusir roh jahat atau mendapati seseorang yang nyata-nyata dan seketika disembuhkan oleh doa saya semata. Apakah saya tidak diberi kuasa untuk melakukan hal-hal tersebut? (Baca Yohanes 14:11-14. Ayat-ayat ini mengatakan bahwa kalau saya memiliki iman, saya diberikan kuasa untuk melakukan mujizat-mujizat ini. Saya tidak tahu apakah saya yang kurang iman ataukah karena Allah belum berkehendak menyembuhkan penyakit pada saat tersebut. Barangkali saya tidak cukup memperhatikan apa yang Allah lakukan dalam menjawab doa saya. Contohnya, bulan lalu saya berada di rumah sakit mendoakan seorang yang berusia 85 tahun yang menjadi perokok seumur hidup. Ia akan menjalani pengobatan jantung yang bisa membuat hidupnya berakhir. Ternyata pembuluh darahnya sudah bersih. Apakah doa saya membersihkan pembuluh darahnya, ataukah memang tidak ada lagi sumbatan dalam pembuluh darahnya?)
- Perintah
- Baca Matius 10:5-6. Apakah perintah ini berlaku bagi kita? (Baca Kisah 1:8. Kita dapati bahwa sejalan dengan waktu sasaran yang akan dijangkau sudah melebar.)
- Matius 10:7. Apakah ini yang menjadi pekabaran kita? Ataukah pekabaran ini ditujukan hanya kepada orang Yahudi? (Jika saudara menengok Kisah 1:4-7, pembicaraan antara Yesus dan para muridNya persis sebelum ia pergi ke surga adalah tentang pemulihan kerajaan. Yesus tidak mengatakan bahwa ada pekabaran baru yang perlu disampaikan kepada pendengar yang lebih luas.)
- Apakah “Kerajaan Surga” itu? Menurut saudara apa arti yang ada dalam benak para murid manakala mereka menyebutkan “kerajaan” dalam Kisah 1:6 (Para murid tak ayal beranggapan bahwa Yesus akan mendirikan kerajaan di atas bumi. Bahasa dalam Kisah 1:6 tentang “memulihkan” kerajaan “bagi Israel” menegaskan hal itu. Yesus merujuk kepada kerajaan surga – suatu hal yang lain – paling tidak dalam jangka pendek.)
- Baca Lukas 17:20-24. Kedatangan kerajaan tersebut tak pelak lagi menjadi topik hangat pada zaman Yesus. Bagaimana Yesus menggambarkan Kerajaan Allah? (Ia menggambarkannya dalam dua cara. Pertama, Ia mengatakan kerajaan tersebut ada “di antara kamu.” Kedua, Ia menggambarkan bahwa kerajaan tersebut akan datang seperti kilat yang memancar di seantero langit. Yesus tidak saja ada bersama mereka (Ia membawa kerajaan yang akan datang itu), namun Ia juga memberikan pemahaman akan kerajaan tersebut kepada para murid. Bagaimanapun, akhirnya Yesus akan datang kembali dan mengantarkan kita masuk ke dalam Kerajaan Surga.)
- Lantas apa yang perlu saudara bicarakan kepada orang lain terkait pelaksanaan tugas untuk memberitahukan orang lain (Matius 10:7) “Kerajaan Surga sudah dekat?” (Keduanya. Kerajaan yang ada di antara kita dan Kedatangan Kedua.)
- Matius 10:8. Bagaimanakah perintah tentang menyembuhkan orang sakit, membangkitkan orang mati dan mengobati masalah medis ini dikaitkan dengan pekabaran bahwa Kerajaan Surga sudah dekat? (Bukankah ini semua merupakan solusi “kerajaan?” Dengan lenyapnya kematian, kesakitan, ratap tangis dan kepedihan kita melihat Kerajaan Allah. Wahyu 21:3-4)
- Apakah yang dibicarakan Matius 10:8 manakala dikatakan bahwa apa yang diterima dengan cuma-cuma harus diberikan dengan cuma-cuma kepada orang lain? (Pekabaran keselamatan dan tersedianya kuasa Roh Kudus. Kita tidak membayar untuk memperoleh perkara-perkara ini, jadi mengapa kita tidak membagikannya secara cuma-cuma kepada orang lain?)
- Baca Matius 10:9-10. Bagaimanakah pekerjaan misionaris itu didanai? Haruskah saudara menanggung pengeluaran saudara? (Tidak. Saudara harus dibayar untuk melakukan hal ini.)
- Bagaimana kalau saudara memiliki uang dan sanggup menanggung pengeluaran saudara? (Tampaknya asumsi dari ayat ini adalah bahwa sang murid dapat membawa uang dan baju cadangan.)
- Apa pendapat saudara tentang Paulus yang dalam 1 Korintus 9 mengatakan bahwa ia berhak mendapat bayaran atas pekerjaan misionarinya, akan tetapi ia bermegah (1 Korintus 9:15) bahwa ia mencari uang sendiri? Jika Yesus mengatakan agar kita tidak membayar sendiri, bagaimana bisa Paulus bermegah tentang membayar sendiri? (Jika saudara membaca 1 Korintus 9, saudara akan dapati bahwa Paulus menganggap dukungan dari orang lain itu suatu hak yang ia lepaskan.)
Baca Matius 10:11-13. Keuntungan apa yang dapat kita peroleh dengan memberi tumpangan kepada seorang misionaris? (Damai sejahtera akan tinggal di rumah saudara.)
- Menurut saudara apa artinya ada “damai sejahtera” tinggal di rumah saudara? (Ulasan Adam Clarke [Adam Clarke’s Commentary] atas ayat ini menunjukkan bahwa di kalangan bangsa Ibrani istilah ini memiliki “arti yang sangat luas: meliputi semua berkat, rohaniah dan sementara.”)
- Kalau seorang misionaris memiliki damai sejahtera yang dapat diberikan (atau diambil kembali), apakah yang dikesankan di sini tentang kehidupan seorang misionaris? (Berkat-berkat ini merupakan bagian dari kehidupan misionaris tersebut!)
Baca Matius 10:14-15. Pelajaran apa yang kita tarik tentang saat-saat di mana orang lain menolak pekabaran misionari kita?
- Bagaimana kita membedakan antara membuang-buang waktu dan memberi kesempatan kedua kepada orang lain?
- Apakah memberikan kesempatan kedua kepada orang lain merupakan pemborosan waktu – dalam artian bahwa kita sudah bisa mengabarkan injil kepada orang yang lain? (Bagi saya, membangun hubungan penting dalam membagikan injil. Jika saya sementara membangun hubungan dan mendapatkan reaksi yang datar, saya perlu memastikan bahwa pekabaran saya akhirnya tidak akan diterima sebelum saya banting setir.)
Baca Matius 10:16. Apa peran Roh Kudus dalam proses kita membuat orang lain bertobat? (Yohanes 16:7-9 mengatakan bahwa Roh Kudus menginsafkan kita akan dosa, kebenaran dan penghakiman.)
Dapatkah kita merancukan peran kita dan peran Roh Kudus?
- Mungkinkah peran tersebut dibalik? (Upaya kita perlu bermandikan doa dan kita perlu meminta tuntunan, bantuan dan berkat dari Roh Kudus. Namun tidak berakhir di situ saja. Yesus mengatakan agar kita menggunakan akal saat bekerja untuk menginsafkan orang lain.)
Amaran
- Baca Matius 10:21-22 dan Roma 2:9-10. Bagaimana saudara mempertemukan kedua rangkaian ayat ini? Bagaimana bisa “semua orang” membenci kita sementara setidaknya sebagian sudah bertobat? (Menurut saya Yesus sementara mengamarkan murid-muridNya (dan kita juga, sebagai tambahan), bahwa dengan melakukan “pekerjaan Allah” tidak berarti semua orang akan rukun dan damai.)
- Baca Matius 10:23. Apakah Yesus sedang memberi mereka harapan palsu tentang KedatanganNya Kali Kedua? Jika saya mendengar perkataan ini, saya akan beranggapan bahwa jika saya menyebarkan pekabaran ini di seluruh negeri saya, Yesus akan datang kembali selagi saya masih hidup! (Sekurang-kurangnya ada dua teori mengenai hal ini. Pertama bahwa “Anak Manusia sudah datang” merujuk kepada kehancuran Yerusalem yang terjadi kira-kira 40 tahun setelah itu. Yang lain adalah bahwa ayat ini sebaiknya diterjemahkan dengan mengatakan bahwa kota-kota tersebut akan “sepenuhnya diajar.” Bangsa Israel belum sepenuhnya diajar. Saya berpendapat bahwa Yesus mengirimkan para murid-murid ini dalam perjalanan latihan. Yesus datang kepada mereka dalam kuasa saat Ia mati, bangkit dan menghabiskan waktu bersama mereka. Semua ini terjadi sebelum mereka menyelesaikan pekerjaan mereka di Israel.)
- Baca Matius 10:32-33. Apakah saudara malu bersaksi? Malu menjadi misionaris? Janji dan amaran apa yang diberikan kepada kita jika kita menolak tugas ini?
- Sobat, bagaimana dengan engkau? Apakah engkau bersedia menjadi misionaris? Bagaimana dengan sekadar bersaksi kepada sesamamu? Jika engkau malu membela Yesus, bayangkan gambaran bagaimana Yesus malu membelamu!
Pekan depan: Juruselamat yang Penuh Kasihan.
FONTE: http://www.gobible.org/indonesian/514.htm
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3 º Trimestre de 2008 - Mensageiros da Esperança – Grandes Missionários de Deus Comentário da Lição 05 - Jesus e Seus discípulos
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Sábado, 26/7/2008
› INTRODUÇÃO
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“Não temais, pois! Bem mais valeis vós que muitos pardais”. – Mt. 10:31. Em nosso mundo muitos reinos já surgiram e desapareceram, passando a fazer parte apenas da história. Estes reinos, pouco deixaram em exemplos de administração e conduta que foram imitados pelos sucessores.
Jesus, o Rei do universo, veio a este mundo para estabelecer o Seu reino e reconquistar o homem que foi enganado e vencido por Satanás. No sermão da montanha, Ele esboçou os propósitos e o espírito de Seu reino: atrair pelos laços do amor, seres humanos que perderam a sua verdadeira identidade, para transformá-los no caráter à Sua semelhança e fazê-los herdeiros de Seu reino.
Jesus fez esta importante revelação a um pequeno grupo de pescadores e outros homens entre os mais simples da sociedade que viram em Seu caráter o amor, a verdade e a justiça.
Este grupo, depois de compreender a natureza e o caráter do reino de Cristo, devia propagá-lo para os seus semelhantes. O reino de Jesus devia espalhar-se entre todos os homens, conquistando súditos de todas as raças e classes sociais. O reino de Jesus não é regido por princípios políticos e por essa razão ultrapassa todos os limites, alcançando os seres humanos onde eles se encontram.
Depois de haverem recebido de Jesus os ensinamentos sobre o caráter de Seu reino, eles deviam participar da primeira demonstração prática na sua propagação. É sobre esta experiência que iremos demorar-nos em nossos estudos durante esta semana.
Pense: “Por onde forem, preguem esta mensagem: O Reino dos céus está próximo”. – Mat. 10:7 – NVI.
Desafio: “Vocês receberam de graça; dêem também de graça”. – Mat. 10:8 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Jesus e Seus Discípulos – Sábado a tarde 26.07.2008. Mateus 10:31 - Não temais, pois! “Bem mais valeis vós do que muitos pardais”. Moldando e Corrigindo a Obra dos Discípulos. A obra dos discípulos precisava ser moldada e corrigida pela mais terna disciplina, e pela comunicação a outros do conhecimento da palavra que eles mesmos haviam recebido; e Cristo lhes deu instrução especial quanto à maneira de procederem em seu trabalho. Em Sua própria vida dera-lhes um exemplo de estrita conformidade com as regras que agora lhes traçava. Não deveriam empenhar-se em discussões. Não era esse o seu trabalho. Tinham que revelar e defender a verdade no próprio caráter deles, por meio de ardente oração e meditação, revelando experiência pessoal em genuíno cristianismo. Isto estaria em flagrante contraste com a religião dos fariseus e saduceus. Deviam atrair a atenção de seus ouvintes para as verdades ainda maiores que estavam para ser reveladas. Deviam lançar a seta, e o Espírito de Deus a dirigiria ao coração. Review and Herald, 1º de fevereiro de 1898.
Nesta semana, vamos estudar os pontos principais das palavras de Jesus a Seus discípulos antes de iniciarem sua missão.
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Domingo, 27/7/2008
› ESTÁ PRÓXIMO O REINO DOS CÉUS
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Na noite em que Jesus esteve reunido com os discípulos para a cerimônia da ceia, Ele fez importante declaração sobre o Seu reino: “Respondeu Jesus: ‘Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele”. – João 14:23 – NVI.
O caráter do reino de Cristo fundamenta-se no relacionamento de amor e obediência, do súdito para o seu Senhor. No entanto, o amor nasce no coração do súdito porque é primeiro tocado pelo amor do Senhor. O reino de Cristo é formado no interior de cada um que o aceita como Salvador e Senhor. “Porque o reino de Deus está dentro de vós”. – Luc. 17:21 – ARA.
Jesus já havia definido este relacionamento nas seguintes palavras: “Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. – Mat. 12:50 – NVI.
Somos irmãos do Rei do universo, e ser irmão significa desenvolver caráter semelhante ao Seu, porque o Seu reino é espiritual e é formado no caráter. Somos feitos semelhantes, transformados de glória em glória em nosso caráter, à Sua semelhança pela atuação do Espírito Santo.
Fazer a vontade de Deus é servir os outros, é compreender que todos somos irmãos, promovendo a fraternidade, o companheirismo da comunhão mútua. Jesus colocou a pedra de toque da autenticidade e sinceridade do discipulado – O AMOR.
Pode alguém conhecer a Bíblia de capa a capa; pode ter habilidades para discutir em círculos teológicos; pode saber pregar admiráveis sermões; pode espalhar esmolas a mãos cheias; no entanto, se não possuir amor pelos condiscípulos e com todos os homens, não será discípulo de Cristo.
Não estamos diminuindo a importância da doutrina cristã. Precisamos conhecer a doutrina e ter certeza de nossa fé. Mas a doutrina é apenas o arcabouço, o corpo, a forma da religião. Sem a doutrina não pode haver Igreja, mas ela não é a comunhão e a vida.
Através do corpo deve correr a vida – O AMOR que é a vida de Deus. “Deus é amor”. – I João 4:8.
O amor é a lei do reino, é o poder vivificante da Igreja, é o poder vivificante do membro. Sem amor ninguém entrará no reino de Cristo.
Pense: “Mas vocês não devem ser chamados ‘rabis’; um só é o Mestre de vocês, e todos vocês são irmãos”. – Mat. 23:8 – NVI.
Desafio: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,… Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento,… Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá”. – I Cor. 13:1-3 – NVI.
Comentários:
hugo maria ortiz : fico imaginando como as vezes caminhamos lento na igreja , quando ainda não estamos convertidos , digo isso porque já vencemos muitas coisas no que diz respeito aproximar-nos da cruz , mas ainda falta-nos alguma coisa para ser vencida amar verdadeiramente nossos irmãos , não fazendo que a sua dificuldade de vencer o pecado seja o seu sobrenome , mas amar verdadeiramente como Jesus o fez , perdoar o pecado e lança-lo no fundo do mar , e que se necessitar de um novo perdão, que o primeiro pecado não seja lembrado se assim ocorre não houve o primeiro perdão é isso que eu entendo por esta passagem 1 Cor 13 :13 .
João Jooji Takakuwa: Está próximo o reino dos Céus – domingo 27.07.2008. Que significa dizer que o “reino dos Céus” está próximo? O que você entende por “reino dos Céus”? . Cristo pronuncia Sua bênção sobre os que têm fome e sede de justiça. Lemos em Lucas: 'Bem-aventurados vós, os pobres.' Luc. 6:20. Os pobres não experimentam a centésima parte das enganadoras tentações dos ricos. Em Mateus lemos: 'Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.' Mateus. 5:3. . Pobreza de espírito significa bens a serem supridos pelas riquezas da graça de Deus. Carta 100, 1902. . Quando Cristo enviou os doze discípulos em sua primeira viagem missionária, ordenou-lhes: 'Indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos Céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.' Mat. 10:7 e 8. Aos setenta enviados mais tarde, Ele disse: 'Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, ... curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus.' Luc. 10:8 e 9. A presença e o poder de Cristo estavam com eles, 'e voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo Teu nome, até os demônios se nos sujeitam'. Luc. 10:17. . Depois da ascensão de Cristo, foi continuada a mesma obra. As cenas de Seu próprio ministério foram repetidas. 'Das cidades circunvizinhas' vinha uma multidão 'a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados.' Atos 5:16. E os discípulos, 'tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor'. Mar. 16:20. 'Descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo. E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, ... pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, ... e muitos paralíticos e coxos eram curados. E havia grande alegria naquela cidade.' Atos 8:5-8. A Ciência do Bom Viver – página 140 . O que significa dizer que o “reino de Deus” está dentro de nós? Como devemos entender essa idéia? . Jesus respondeu: 'O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está dentro de vós.' Luc. 17:20 e 21. O reino de Deus começa no coração. Não busqueis, aqui e ali, manifestações de poder terrestre para assinalar-lhe a vinda. Desejado de Todas as Nações – pág. 506 . O reino sobre que Jesus pregava era muito diferente. Não viria quando os romanos fossem subvertidos. O reino do céu era no presente. Agora, o povo podia ver Jesus, ouvir Suas palavras e aprender os princípios em que se baseiam a salvação e o Céu. Agora, eles podiam aprender a seguir Seu exemplo de vida. Agora, eles podiam ver como os princípios do governo de Deus operam na vida real. Agora, eles podiam escolher tornar-se parte daquele reino. Agora, eles podiam ter as promessas do Espírito Santo, da vitória sobre o pecado, da esperança de vida eterna.
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Segunda-feira, 28/7/2008
› INSTRUÇÕES MISSIONÁRIAS
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Por que os milagres de curas e exorcismos não são muito freqüentes na Igreja de nossos dias? Seria falta de fé e poder? Na Igreja apostólica, a história registra aumento de milagres com o passar dos anos ou eles foram diminuindo?
Qual a mensagem central do plano redentor de Deus? “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. – Mat. 1:21 – NVI.
Deus, antes de criar o homem, assumiu Consigo mesmo o compromisso de salvar o homem do pecado, se este viesse a cair. Livrá-lo do pecado, pela fé na graça, no amor e poder Salvador; e não salvar ou livrar o homem de todas as conseqüências do pecado. Ele mesmo declarou a Adão, para quem revelou o plano de salvação do pecado (Gên. 3:15), de que ele teria de carregar ao longo de seus dias as conseqüências de seu pecado. (Gên. 3:16-19).
A cura milagrosa pode tornar-se um desastre. O rei Ezequias foi curado de enfermidade mortal e esqueceu-se de glorificar a Deus.
Lendo atentamente o relatório da igreja apostólica, escrito pelo médico Lucas, descobrimos que à medida que a igreja crescia e avançava, os milagres de curas e exorcismos diminuíram e o poder da palavra e a experiência de fé cresceram.
A provisão do compromisso, de salvar do pecado, é ampla, permanente, alcançando todos os pecadores em todos os tempos. Curar o pecador arrependido das conseqüências do seu pecado, sempre, de modo amplo e permanente, traria para as portas da igreja uma avalanche de interesseiros no pão e no peixe, destruindo toda a possibilidade de uma fé e um culto racionais, de adoradores que adoram a Deus em espírito e em verdade.
A vivência cristã não se assenta em curas e exorcismos, mas em uma experiência de fé.
Pense: “Por minha causa vocês serão levados à presença de governadores e reis com testemunhas a eles e aos gentios”. – Mat. 10:18 – NVI.
Desafio: “Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus”. – Mat. 10:32 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Instruções missionárias – segunda feira 28.07.2008 . Jesus ordenou os doze a sair em missão. Leia todo o capítulo e então, responda às seguintes perguntas. . Quando Jesus enviou os doze na primeira missão de misericórdia, comissionou-os 'a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos'. Luc. 9:2. 'E, indo', disse Ele, 'pregai, dizendo: É chegado o reino dos Céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.' Mat. 10:7 e 8. 'E, saindo eles, percorreram todas as aldeias, anunciando o evangelho e fazendo curas por toda a parte' (Luc. 9:6), e as bênçãos do Céu acompanharam seus trabalhos. O cumprimento da comissão do Salvador pelos discípulos tornou sua mensagem o poder de Deus para salvação, e por meio dos esforços deles muitos foram levados ao conhecimento do Messias. Conselhos aos pais, professores e estudantes – página 465
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Terça-feira, 29/7/2008
› GENTIOS E JUDEUS
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Jesus falando sobre os acontecimentos que teriam lugar no período de Sua vida sobre a terra, nas bodas de Caná, responde para Sua mãe: “A minha hora ainda não chegou”. - João 2:4.
Ante a proximidade do dia de Sua morte, declarou para os Seus discípulos: “Chegou a hora de ser glorificado o Filho do homem”. – João 12:23 – NVI.
Comentando a resposta de Jesus para Sua mãe, é dito em “O Desejado de Todas as Nações”: “Todo ato da vida de Cristo na Terra era cumprimento do plano que existira desde os dias da eternidade. Antes de vir à Terra, o plano jazia perante Ele, perfeito em todos os seus detalhes. Ao andar entre os homens, porém, era guiado passo a passo pela vontade do Pai. Não hesitava em agir no tempo designado. Com a mesma submissão esperava até que houvesse chegado a oportunidade”. – DTN. pág. 147.
Para os discípulos no caminho de Emaús, no entardecer do dia de Sua ressurreição, Jesus declarou: “Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’”. – Luc. 24: 44 – NVI.
Se Ele sempre seguia o plano estabelecido “desde os dias da eternidade…, perfeito em todos os seus detalhes”, não seria interessante relacionar as instruções para os discípulos à luz da profecia que define o tempo determinado para os judeus? “Setenta semanas estão decretadas para o seu povo...”. – Dan. 9:25 – NVI.
Jesus conhecia o ensino Bíblico de que todos os acontecimentos em nosso mundo têm “hora” marcada no calendário pré-estabelecido por Deus na eternidade, e Ele, não faria nada que pudesse gerar descrédito para a Sua palavra. A “hora” para gentios ainda não havia chegado. Esta posição de ver, não anula a exposta na lição.
Pense: “Então Paulo e Barnabé lhes responderam corajosamente: ‘Era necessário anunciar primeiro a vocês a palavra de Deus; uma vez que a rejeitam e não se julgam dignos da vida eterna, agora nos voltamos para os gentios“. – At. 13:46 – NVI.
Desafio: “E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. – Mt. 24:14 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Gentios e judeus – terça feira 29.07.2008 . Durante Seu ministério terrestre Cristo deu início à obra de derribar o muro de separação entre judeus e gentios e apregoar a salvação a toda a humanidade. Embora judeu, comunicava livremente com os samaritanos, anulando costumes farisaicos dos judeus com respeito a este desprezado povo. Dormia sob seu teto, comia a suas mesas e ensinava em suas ruas. O Salvador ansiava por desdobrar aos discípulos a verdade referente à demolição da 'parede de separação' (Efés. 2:14) entre Israel e as outras nações - a verdade de que 'os gentios são co-herdeiros' dos judeus, 'e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho'. Efés. 3:6. Esta verdade foi revelada em parte quando Ele recompensou a fé do centurião de Cafarnaum, e quando pregou o evangelho aos habitantes de Sicar. Isto foi ainda mais plenamente revelado por ocasião de Sua visita à Fenícia, quando curou a filha da mulher cananéia. Estas experiências ajudaram os discípulos a compreender que entre aqueles a quem muitos consideravam como indignos da salvação, havia almas famintas pela luz da verdade. . Assim buscou Cristo ensinar aos discípulos a verdade de que no reino de Deus não há fronteiras territoriais, nem classes sociais; que eles deviam ir a todas as nações, levando-lhes a mensagem do amor do Salvador. Mas não foi senão mais tarde que eles compreenderam em toda a plenitude que Deus 'de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da Terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, O pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós'. Atos 17:26 e 27 . Para os que crêem, Cristo é o firme Fundamento. Sobre esta Pedra viva podem edificar igualmente judeus e gentios. Ela é suficientemente grande para todos, e forte bastante para sustentar o peso e o fardo de todo o mundo. Este é um fato plenamente reconhecido pelo próprio Paulo. Atos dos Apóstolos – página 175
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Quarta-feira, 30/7/2008
› UM MINISTÉRIO INTEGRAL
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A mensagem central do plano da salvação é libertar pecadores da escravidão do pecado. Libertos do pecado, Deus oferece qualidade de vida melhor e mais abundante já neste mundo, além de vida eterna quando o plano for consumado.
Jesus pregava as boas novas do plano redentor, anunciando a vinda do Reino de Deus; curava os enfermos promovendo a saúde e o bem estar de Seus seguidores; ensinava os princípios de conduta do Reino de Deus, transformando caracteres orgulhosos, egoístas e mesquinhos, em pessoas interessadas pelos semelhantes na satisfação de suas necessidades físicas, sociais e espirituais.
A economia de Israel fundamentava-se nestes princípios de relacionamento. Deus era reconhecido como o proprietário de todos os recursos e de todos os viventes. “Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem”. – Salmo 24:1 – NVI. Dentro deste contexto, a terra não era negociada. Deus é o Seu proprietário e cada um recebia uma parte com a responsabilidade de administrá-la para prover o sustento de sua família. O que podia ser negociado eram as colheitas com base das que podiam ser feitas até o ano do jubileu. (Lev. 25:15).
Além desse princípio básico com relação à terra como fonte de sustento, havia outras orientações que beneficiavam os menos afortunados para suprir as suas necessidades. Todos estes princípios de conduta giravam em torno do grande centro: Deus como o provedor de todos os recursos para satisfazer todas as necessidades de Seus filhos.
Pense: “Deus desejava trazer todos os povos sob Seu governo misericordioso. Desejava que a terra toda se enchesse de alegria e paz. Criou o homem para a felicidade, e anseia encher da paz do Céu o coração humano”. – PJ. pág. 290.
Desafio: “O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus”. – Filip. 4:19 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Um ministério integral – quarta feira 30.07.2008 . Além de pregar o evangelho, o que mais estava envolvido na missão dos discípulos? . Era uma lição objetiva da redenção - o Divino descendo da glória do Pai para salvar o perdido. Representava também a missão dos discípulos. Não somente no cimo da montanha com Jesus, em horas de iluminação espiritual, se deve passar a vida dos servos de Cristo. Há para eles trabalho a fazer na planície. Almas a quem Satanás tem escravizado, estão à espera da palavra de fé e oração que os tornará livres. DTN – página 429 . Qual parece ter sido a maior preocupação moral nesse plano? Que princípio o Senhor estava ensinando ao Seu povo? . Desde o início, nossa obra teve caráter empreendedor. Reduzido era o nosso número, e em sua maior parte procedente das classes pobres. Nossas idéias eram quase desconhecidas do mundo. Não tínhamos casas de culto, possuíamos poucas publicações, e reduzidíssimas facilidades para levar avante a nossa obra. As ovelhas estavam esparsas pelas estradas e caminhos, nas cidades, aldeias e matas. Os mandamentos de Deus e a fé de Jesus eram a nossa mensagem. Vida e Ensinos – página 192
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Quinta-feira, 31/7/2008
› NÃO TENHAM MEDO DELES
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A pregação das boas novas de salvação do pecador é desenvolvida dentro do grande conflito entre Cristo e Satanás. Isto significa que os mensageiros da esperança não estão livres de oposição e mesmo perseguição. Em um conflito corre-se o perigo de confrontos com as forças contrárias.
Jesus prevendo esta situação preveniu os discípulos: “Todos odiarão vocês por minha causa”. – Mat. 10:22 – NVI. Assim foi em todos os tempos desde que o pecado conseguiu vencer os nossos primeiros pais. Mas Cristo veio a este mundo para atacar e vencer o inimigo no território onde assentou o seu domínio.
A mensagem de Jesus para todos aqueles que se rendem ao Seu serviço em favor da luta contra o pecado é: “Não tenham medo”. A proteção que Jesus oferece é certeza de segurança. “Eu lhes disse estas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”. – João 16:33 – NVI. A vitória de Jesus é a certeza de nossa vitória. Jesus declarou: “Mas aquele que perseverar até o fim será salvo”. –Mat. 24:13 – NVI.
Hebreus 11 apresenta a galeria dos heróis de Jesus que venceram pela fé. Cercado por esta nuvem de heróis, você também precisa tornar-se um deles. Os herdeiros do reino são homens e mulheres que venceram e vencem. Vencem o que? Lutam contra quem e contra o que? 'Vos ainda não resististes até o sangue em vosso combate contra o pecado!' – Heb. 12:4 - ARA.
Todos eles foram vencedores sobre o pecado, pela fé. Sim, é preciso vencer o pecado. Não importa quantas vezes você caiu na armadilha do inimigo. Para herdar o reino, o que importa é que você vença.
Pense: “Não rogo que os tires do mundo, mas que os protejas do Maligno”. – João 17:15 – NVI.
Desafio: “Que diremos, pois, diante destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” – Rom. 8:31 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Não tenham medo deles – quinta feira – 31.07.2008 . No momento exato em que o desespero ocupava o lugar da esperança, quando sentiam ter sido totalmente abandonados, o olhar do Redentor do mundo os vigiava com uma compaixão tão terna quanto a de uma mãe que vela sobre o filho doente, e esse amor é infinito. Os discípulos a princípio se assustaram, mas acima do rugir da furiosa tempestade se ouvem as palavras que eles mais ansiavam ouvir: 'Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!' Restaura-se-lhes a confiança. 'Jesus; é Jesus!' diziam, um para o outro. 'Não tenham medo; é Jesus, o Mestre.' Jesus disse aos ventos e às ondas, às águas turbulentas: 'Acalma-te, emudece.' Ah, quantas vezes, em nossa experiência, temos estado numa posição semelhante à desses discípulos! Quantas vezes tem Cristo Se revelado a nós e transformado nossa tristeza em alegria. Ah, poderoso Redentor, generoso e compassivo Salvador, capaz de acalmar, com Teu poder infinito, todas as tempestades, capaz de reviver todos os corações. Ele é nosso Redentor. Podemos confiar nEle tanto na tormenta quanto num dia ensolarado. Carta 5, 1876. Cristo Triunfante ´página 241 . Que mensagem deu Jesus àqueles que passariam por oposição e perseguição? . A história da verdade tem sido sempre o relato da luta entre o direito e o erro. A proclamação do evangelho sempre tem sido levada avante neste mundo em face de oposição, perigos, perdas e sofrimentos. . Em que consistia a força daqueles que no passado sofreram perseguição por amor a Cristo? Era a união com Deus, união com o Espírito Santo, união com Cristo. A acusação e a perseguição têm separado muitos de seus amigos terrestres, mas nunca do amor de Cristo. Nunca a alma, provada pela tempestade, é mais encarecidamente amada por seu Salvador do que quando sofre a perseguição por amor à verdade. 'Eu o amarei', disse Cristo, 'e Me manifestarei a ele.' João 14:21. Quando, por causa da verdade, o crente se acha perante os tribunais terrestres, Cristo Se acha a seu lado. Quando é encerrado entre as paredes da prisão, Cristo Se lhe manifesta e com Seu amor lhe anima o coração. Quando sofre a morte por amor a Cristo, o Salvador lhe diz: Eles podem matar o corpo, mas não podem matar a alma. 'Tende bom ânimo, Eu venci o mundo.' João 16:33. 'Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus: Eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da Minha justiça.' Isa. 41:10. Atos dos Apóstolos – página 86.
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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Sexta-feira, 1/8/2008
› ESTUDO ADICIONAL
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Pela palavra do profeta Amós Deus faz um apelo para Israel: “Busquem o bem, não o mal, para que tenham vida. Então o Senhor, o Deus dos Exércitos, estará com vocês, conforme vocês afirmam”. – Amós 5:14 – NVI.
“Busquem o bem para que tenham vida”. - No Éden, a vida estava relacionada com a prática do bem. O bem estava relacionado com a expressão da vontade de Deus. Enquanto o homem, criado à semelhança de Deus, vivesse em harmonia com a expressão da vontade de Deus, ele receberia vida da fonte de vida que é a fonte do bem. Se praticasse o mal, declarou-lhe Deus: “certamente morrerás”.
Logo, buscar o bem, que é a proposta do profeta Amós para o povo de Israel, encontra seu antítipo no relacionamento que Adão e Eva mantinham com Deus no jardim do Éden, antes de sua desobediência.
Dentro desse contexto, em uma definição bem simples: o que é o bem? O bem é tudo o que Deus é. Amor, justiça, misericórdia, clemência, santidade, pureza, lealdade, fidelidade, retidão… Em oposição ao bem, o que é o mal? O mal é tudo o que Satanás é: Ódio, injustiça, maldade, impureza, imoralidade, torpeza, infidelidade, deslealdade, egoísmo, orgulho, vaidade…
Acima de tudo, Deus é vida. Alguém, separado de Deus, tem realmente vida, mesmo estando vivo? Jesus declarou: “Deixe os mortos, enterrar os seus mortos”. Como dizendo: quem não conhece Deus, não está vivo.
“Ora, a vida eterna é que eles te conheçam a Ti, o único verdadeiro Deus, e àquele que enviaste, Jesus Cristo”. – João 17:3 - TEB.
O Evangelho é o poder de Deus para mudar o caráter, a conduta e a cultura, implantando o bem e destruindo o mal. A cultura do mal não pode conviver com o Evangelho do Bem. Não é possível servir a dois senhores: o Evangelho do Bem e a cultura do mal.
Paulo introduzia sua mensagem mostrando conhecimento da cultura para quem estava pregando. Estabelecida a ponte de contato, conduzia seus ouvintes para os princípios que orientam a conduta em harmonia com a expressão da vontade de Deus – a cultura de Deus.
Pense: Para Israel, o Senhor deixou orientações bem definidas: “Portanto guardareis a obrigação que tendes para comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contamineis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus”. – Lev.18:30 - ARA
Desafio: Para Israel, que estava no cativeiro babilônico, por meio do profeta Ezequiel, Deus questionou a conduta do povo: “E vocês saberão que eu sou o Senhor, pois vocês não agiram segundo os meus decretos nem obedeceram às minhas leis, mas se conformaram aos padrões das nações ao seu redor”. – Ez. 11:12 – NVI.
Comentários:
João Jooji Takakuwa: Estudo Adicional – sexta feira – 01.08.2008 . 'O coração dos homens não é mais brando hoje do que quando Cristo esteve na Terra. Eles farão tudo em seu poder para ajudar o grande adversário a tornar as coisas o mais difícil possível para os servos de Cristo, tal como o povo fez com Cristo quando Ele esteve na Terra. Eles açoitarão com a língua da calúnia e falsidade. Criticarão e voltarão contra os servos de Deus os próprios esforços que Ele os está levando a fazer. Irão, com suas más suspeitas, ver fraude e desonestidade onde tudo está correto, e onde existe perfeita integridade. Atribuem motivos egoístas à conta dos servos de Deus, quando Ele próprio os está dirigindo, e quando eles dariam a própria vida se Deus requeresse, se assim procedendo pudessem fazer progredir Sua causa” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 234).
Comentário por: Pr. Albino Marks
Especialista em aconselhamento familiar e profundo estudioso da Bíblia, o pastor Albino Marks já atuou como preceptor (IAP, IACS, IAE-SP); capelão (IACS e Hospital do Pênfico); diretor geral do IAP; departamental em várias associações e na UCB.
FONTE: http://www.escolanoar.org.br/
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7月26日
Jesus Aboliu as Leis de Saúde do AT?
Desde a Criação, Deus demonstra o interesse de que o homem tenha uma alimentação saudável e eficaz, visando suprir as necessidades calóricas diárias. Vemos que o alimento destinado ao homem era o mais natural possível, constituído apenas de produtos de origem vegetal – sementes, frutas, castanhas (cf. Gên. 1:29; 2:8-9). Era propósito de Deus que o ser humano tivesse uma alimentação natural, por ser de melhor qualidade – como a Ciência já comprova amplamente em nossos dias; basta ver a grande incidência de doenças entre as comunidades consumidores de grande quantidade de produtos de origem animal.
Após o dilúvio, devido à escassez de alimentos vegetais, o Senhor permitiu que o homem comesse carne, que deveria durar apenas um período curto de tempo, mas que se transformou no principal alimento da humanidade.
Para evitar uma maior contaminação por doenças, o Senhor determinou algumas diferenças entre os animais limpos e imundos, evitando que Seu povo padecesse de toda a sorte de enfermidades que afligiam as outras nações. Esta diferenciação entre os animais pode ser vista em detalhes em Levítico 11 (porém, muito antes de Moisés, já se conhecia esta diferença, evidenciado no relato da arca de Noé e, até mesmo, no sacrifício oferecido no Éden após o pecado).
O resumo desta 'lei' é o seguinte: 1. Não deve ser ingerida carne de animais terrestres que não sejam ruminantes e que não tenham a unha fendida e o casco dividido em dois (v. 3). Aqui se enquadram o porco, o cavalo, o cachorro, o gato, etc. 2. Não deve ser ingerida a carne de animais aquáticos que não tenham barbatanas nem escamas (v. 9). Por exemplo: camarão, lagosta, caranguejo (e demais crustáceos), bagre, tubarão, baleia, etc.
Esta não era uma lei “cerimonial”, mas sim alimentar. Por isso, sua validade independe do sacrifício de Cristo. Afinal, não podemos crer que Jesus derramou Seu precioso sangue na cruz para que o porco se tornasse um animal limpo... Pena que alguns crêm nesse absurdo!
Aqueles em nossos dias que não conseguem se libertar dos “vícios” alimentares, tentam acalentar a consciência com textos bíblicos isolados de seus respectivos contextos. Vejamos alguns destes textos que tais pessoas gostam de citar:
a) “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem” – Mat. 15:11. O que Jesus estava condenando era a hipocrisia dos fariseus em buscar, nos detalhes das tradições (por eles inventadas), os motivos para O acusarem de alguma coisa (cf. vv. 1-2). Não estava em jogo o assunto de alimentos imundos, mas o ato de lavar ou não as mãos todas as vezes que fossem comer, e isto era realizado com um verdadeiro ritual pelos fariseus mais “tradicionais”.
b) “Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência... Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência” – 1Co 10:25-27. Paulo não está tratando aqui de animais limpos ou imundos, pois os imundos ele sabia que não deveria comer (Atos 22:3; Filip. 3:4-6). O que o apóstolo dos gentios está orientando aos discípulos é com relação aos animais sacrificados aos ídolos (v. 28). Quando se ofereciam sacrifícios nos templos dos ídolos, com freqüência se vendiam partes desses animais no mercado, e como essa carne não se separava das outras carnes que ali também se vendiam, um cristão podia comprar, sem sabê-lo, carne que se ofereceu a ídolos. O conselho do apóstolo é: esta carne (oferecida a ídolos falsos) poderia ser comprada sem inconvenientes pelos cristãos, a não ser que a carne não fosse de acordo com os ensinos bíblicos de distinção de animais.
c) “que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade, pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” – 1Tm 4:3-5. Aqui se refere às influências e tendências ascéticas que se difundiam na igreja. Os partidários disso consideravam por razões cerimoniosas e rituais que era espiritualmente desejável a proibição completa de certos alimentos. A admoestação possivelmente inclua a proibição de certos mantimentos em determinados dias religiosos. Não se deve achar que Paulo está abolindo com estas palavras a distinção que se faz no AT entre comidas “limpas” e “imundas” (ver Lev. 11). Deve notar-se, acima de tudo, que Paulo especificamente limita suas observações àquelas coisas criadas por Deus para serem usadas como “mantimentos” (cf. v. 3). Deus explicou na criação o que devia usar o homem como alimento. Esta prescrição não incluía carne de nenhuma classe, nem mesmo todo tipo de vegetais (cf. Gên. 1:29, 31). Todas as coisas foram criadas para um diferente propósito, e eram “boas” para o fim dado pelo Senhor, isto é, eram perfeitamente adaptadas para cumprir o plano de Deus para elas. Depois do dilúvio, Deus permitiu o consumo de carnes “limpas”, mas proibiu de forma específica o comer carnes “imundas”. Em nenhuma parte da Bíblia se diz que Deus tirou esta proibição, pelo contrário, ela afima que Ele NÃO MUDOU (cf Malaq. 3:6; Tiago 1:17) .
Um dos textos mais mal compreendidos é Atos 10.
Alguns querem insistir de que nesta passagem há uma “revelação” do Senhor sobre a liberação para se comer qualquer tipo de carne. Analisemos o texto...
Atos 10 vv. 9-16 – o apóstolo Pedro recebe uma visão celestial, na qual lhe é apresentado um objeto semelhante a um lençol, repleto de toda forma animal. Como estava em um momento de fome (v. 10), Pedro é orientado a matar e comer (v. 13). Tal ordem causa espanto ao apóstolo, pois ele sabia das proibições bíblicas acerca dos alimentos imundos (v. 14). Na visão, Pedro recebe a advertência de que “o que Deus purificou” ele não deveria considerar imundo (v. 15). Isso se repetiu por três vezes (v. 16).
Qual o significado desta visão?
A maioria esmagadora dos cristãos crê que se trata de uma clara desconsideração divina para a questão dos alimentos imundos. Baseados nesta passagem, muitos acreditam que podem comer porco (como o da feijoada da foto acima, que ilustra esta postagem), crustáceos, etc., sem estarem infligindo qualquer ordem do Senhor. Mas será esta a interpretação correta? O texto está REALMENTE falando de alimento? Vejamos...
Logo em seguida à visão, Pedro recebe a visita dos mensageiros enviados pelo gentio Cornélio (vv.17-22). Pedro fica relutante em ir com eles, pois ele não estava muito acostumado a tratar com gentios, sendo um dos que mais acreditavam na validade do tradicionalismo judaico para os novos convertidos (cf. Gál. 2:11-21). Pedro leva alguns discípulos consigo, e vai ao encontro de Cornélio. Lá o apóstolo percebe o sentido REAL da visão que Deus lhe havia dado:
v. 28 – “a quem se dirigiu, dizendo: Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo”.
Pedro entendeu claramente que a visão do lençol de animais nada tinha que ver com alimentação. O propósito de Deus era preparar a mente do apóstolo para a realidade da conversão de gentios ao Evangelho.
Nos vv. 34-35 Pedro define a beleza do princípio que o Senhor o ensinou através da visão: “Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável”.
Vemos que a Bíblia não está tratando do tema da alimentação em Atos 10, mas da distinção preconceituosa de seres humanos, que também eram separados em “justos” e “imundos”, do mesmo modo que os animais.
Usar Atos 10, ou qualquer outro texto distorcido, para defender o hábito antinatural e doentio de comer todo tipo de carne, em rebeldia aos claros ensinos bíblicos, é uma profunda desconsideração para o trabalho do Espírito Santo, outorgado para levar o homem a convencer-se de sua condição rebelde e pecadora, e voltar-se para a direção de Deus (cf. João 16:8).
A questão da alimentação não é uma “tábua de salvação”, ou seja, não é a abstenção de alimentos imundos que nos torna mais justos diante de Deus. Porém, uma vez que nosso corpo é o “templo” ou “santuário” do Espírito Santo, é necessário tomar todo o cuidado para não contaminar tal templo, e esta preocupação se dá através de reconhecer, aceitar e viver as orientações que o Senhor zelosamente revelou em Sua Palavra acerca desse tema (cf. 1Cor. 6:19-20).
Os Adventistas têm sido abençoados grandemente por viverem uma vida em conformidade com a Palavra de Deus (e a Imprensa está constantemente mostrando isso ultimamente), mesmo em questões impopulares e ridicularizadas, como o é o assunto da alimentação em nossos dias, principalmente no meio “evangélico”. Pena que até mesmo pessoas envolvidas com a “Nova Era” e outras correntes filosóficas orientais (sem ligação com a revelação bíblica), preocupam-se mais com sua saúde física do que os professos cristãos de nossos dias, que dizem ser “batizados” com o Espírito Santo mas que não querem se colocar sob Sua orientação e guia.
Que pena!
'Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço'
Salmo 119:165
Texto extraído do livro '101 Razões Porque sou Adventista do 7º Dia', de minha autoria.
*** Aproveite e veja algumas matérias da Imprensa, que confirmam que nossa mensagem de saúde é coerente:
Frutas e verduras reduzem risco de câncer
Câncer é associado a alto consumo de carne e gordura em Porto Alegre-RS
Alimentação da grávida influencia até vida adulta do bebê
Carne a açúcar aumentam risco de câncer de mama
Reportagem do FANTÁSTICO que exalta o estilo saudável dos Adventistas
Misteriosa doença associada ao contato com o cérebro do porco
FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/
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Guarda do Sábado e os Serviços 'Essenciais'
Há alguns dias recebi um e-mail de uma irmã nossa que, por sua vez, havia recebido uma mensagem eletrônica com o 'desabafo' de um militar Adventista que estava questionando o porquê de não se 'liberar' para que profissionais de áreas consideradas essenciais (polícia, bombeiros, saúde, transporte, serviço de distribuição de água, etc.) pudessem trabalhar aos sábados, uma vez que a Bíblia diz, segundo o irmão militar, que devemos 'fazer o bem' neste dia.
Eu pesquisei na Internet, e vi que a mensagem original foi colocada em um desses sites de membros revoltosos e críticos, em janeiro de 2002, ou seja, há mais de 6 anos e meio. Parece que ultimamente o tema voltou à tona através de fóruns em um site para Diretores de Clubes de Jovens Adventistas na Internet.
A pedido desta minha irmã e amiga, eu escrevi para ela minha opinião sobre o tema, e resolvi aproveitar o momento para colocar também aqui no Blog, uma vez que são muitos os amigos que o acessam semanalmente, e esta temática (guarda do sábado por alguns profissionais) pode ser proveitosa para muitos outros.
O irmão militar acima citado, 'exigia' um posicionamento oficial da Igreja sobre o tema, uma vez que, segundo ele, a liderança da Igreja estava sendo injusta para com os Adventistas que trabalham nestas profissões, não os 'liberando' dos plantões aos sábados. O principal argumento do irmão é o fato de que a sociedade não pode prescindir destes serviços essenciais e, portanto, os Adventistas que trabalham neles não estão transgredindo o 4º mandamento, pois atuam em conformidade com o que Jesus falou sobre o 'fazer o bem' aos sábados, segundo o irmão.
Como eu já mencionei em uma postagem anterior, 90% das dúvidas que tanto martelam na mente de muitos Adventistas já foram respondidas devida e cabalmente pela Igreja. O problema é que são poucos os que procuram se manter informados.
Sobre esta questão, existe um capítulo inteiro no livro 'Declarações da Igreja', publicado há vários anos pela CPB (adquira-o clicando aqui). Muitos outros temas polêmicos são também abordados neste livro: aborto, pesquisas embrionárias, homossexualismo, etc. Vou transcrever abaixo um trecho do livro sobre o tema da guarda do sábado em algumas profissões. Depois eu faço os meus comentários.
Observância do Sábado Extraído de “Declarações da Igreja” (Tatui, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2005), pág. 207-209.
Trabalho Secular Relacionado com o Sábado 1. Declaração de princípio. A visão bíblica do sábado inclui uma dimensão divina e humana (Mat. 12:7). A partir da perspectiva divina, o sábado convida o crente a renovar seu compromisso com Deus, cessando o trabalho diário para adorar a Deus mais plena e livremente (Êxo. 20:8-11; 31:15-16; Isa. 58:13-14). Na perspectiva humana, o sábado convoca o crente a comemorar o amor criador e redentor de Deus, revelando misericórdia e solicitude para com o próximo (Deut. 5:12-15; Mat. 12:12; Luc. 13:12; João 5:17). O sábado, assim, abrange a cessação do trabalho secular com o propósito de amar a Deus e realizar atos de amor e bondade para com os semelhantes.
2. Trabalho essencial e de emergência. A fim de exaltar a santidade do sábado, os adventistas devem fazer escolhas sábias na questão do emprego, guiados por uma consciência iluminada pelo Espírito Santo. A experiência tem demonstrado que há riscos na escolha de vocações que não permitam a adoração do Criador no sábado, livre de envolvimento com o trabalho secular. Isso significa que evitarão empregos que, embora essenciais para o funcionamento de uma sociedade tecnologicamente avançada, possam oferecer problemas quanto à observância do sábado. As Escrituras e o Espírito de Profecia são explícitos quanto aos nossos deveres como cristãos para com os semelhantes, mesmo no dia de sábado. No contexto moderno, muitos empregados em ocupações relacionadas com a salvação de vidas e propriedades [por exemplo: médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais, socorristas, etc.] são chamados a tratar de emergências. Arranjar trabalho regular de fim de semana que requeira o uso das horas do sábado num emprego lucrativo de atendimento de emergência, ou aceitar trabalho nos fins de semana em ocupações de emergência para aumentar a renda familiar, não se harmoniza com os princípios de observância do sábado apresentados por Cristo. Atender a situações de emergência que envolvam risco de vida e segurança é diferente de ganhar o sustento por envolver-se rotineiramente nessas ocupações durante o sábado, já que freqüentemente são acompanhadas por atividades comerciais, seculares ou rotineiras (ver os comentários de Cristo sobre o resgate de bois ou ovelhas caídas em valetas, e sobre a ajuda de pessoa em necessidade em Mateus 12:11 e Lucas 13:16). Ausentar-se da Casa de Deus nos sábados, negando-se à comunhão com os outros membros, pode exercer um efeito desanimador sobre a vida espiritual. Muitos empregadores das chamadas áreas de serviços essenciais estão dispostos a fazer concessões aos guardadores do sábado. Quando essas não forem feitas, os membros devem rever cuidadosamente os princípios bíblicos sobre a guarda do sábado e, sob essa luz, examinar o tipo de atividades, ambiente, exigências de trabalho e motivos pessoais, antes de envolver-se no trabalho aos sábados. Devem perguntar ao Senhor como o fez Paulo na estrada de Damasco: “Senhor, que queres que eu faça?”. Quando prevalece essa atitude de fé, somos persuadidos de que o Senhor levará o crente a discernir Sua vontade e dará a força e a sabedoria para segui-la.
3. Decisões morais relativas à observância do sábado. Os privilégios sabáticos são algumas vezes negados ou restringidos por organizações militares, educacionais e políticas, entre outras. Para evitar e/ou reduzir essas situações lamentáveis, devem-se considerar as seguintes sugestões: a) Um administrador competente da Igreja, de preferência o diretor do Departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa, deve ser designado para manter-se informado sobre as circunstâncias que poderiam minar a liberdade de culto aos sábados. Quando necessário, no caso da possibilidade de alguma legislação ou medida prejudicial aos adventistas, esse líder procurará interceder junto às autoridades responsáveis. Isso pode evitar a promulgação de leis que restrinjam ou neguem os privilégios sabáticos. b) Os membros adventistas devem ser encorajados a defender pela fé o princípio da guarda do sábado independentemente das circunstâncias, descansando na certeza de que Deus honrará a lealdade a Ele. c) Os membros da igreja devem oferecer ajuda espiritual, moral e, se necessário, material para outros que estejam passando por problemas por causa do sábado. Esse apoio servirá para fortalecer a dedicação ao Senhor não só da pessoa que está enfrentando os problemas relativos ao sábado, mas da Igreja como um todo.
O trecho acima é parte de um documento que foi votado pela Comissão Executiva da Associação Geral, em 9 de julho de 1990, durante a assembléia da Associação Geral realizada em Indianápolis, Indiana (EUA).
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Vemos que as orientações são muito claras, e aqueles que as seguirem terão grande oportunidade de crescimento em sua fé. Oberve que desde 1990 a Igreja já se pronunciou a respeito desta questão, o que mostra que não há nenhum 'descaso' ou 'negligência' para com os profissionais destas áreas, como tem sido acusado nos sites dos dissidentes equivocados que mencionei acima.
Sabemos que o sábado será a 'pedra de toque' da mensagem de Deus para estes últimos dias, exatamente porque este é o ÚNICO mandamento que aponta para Deus como Criador, Redentor e Mantenedor de todo o Universo, constituindo-se o sábado no próprio Selo de Deus, de acordo com o livro do Apocalipse.
'Tão verdadeiramente como foi colocado um sinal sobre as portas das habitações dos hebreus, para proteger o povo contra a ruína geral, será colocado um sinal em cada um dos que pertencem ao povo de Deus. O Senhor declara: 'Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica.' Ezeq. 20:12.' - Eventos Finais, pág. 220-221.
'Os que vencem o mundo, a carne e o diabo, serão os agraciados que receberão o selo do Deus vivo' - Idem, pág. 221.
'Vi que a presente prova do sábado não poderia vir até que a mediação de Jesus no lugar santo terminasse e Ele passasse para dentro do segundo véu; portanto os cristão que dormiram antes que a porta fosse aberta no santíssimo, quando terminou o clamor da meia-noite no sétimo mês, em 1844, e que não haviam guardado o verdadeiro sábado, agora repousam em esperança, pois não tiveram a luz e o teste sobre o sábado que nós agora temos, uma vez que a porta foi aberta. Eu vi que Satanás estava tentando alguns do povo de Deus neste ponto. Sendo que grande número de bons cristãos adormeceram nos triunfos da fé e não guardaram o verdadeiro sábado, eles estavam em dúvida quanto a ser isto um teste para nós agora. ...Satanás está agora usando cada artifício neste tempo de selamento a fim de desviar a mente do povo de Deus da verdade presente e levá-los a vacilar' - Idem, pág. 222.
'O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem.Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus' - Idem, pág. 225.
A cada dia que passa nossa lealdade a Deus será provada com mais intensidade. Alguns, conscientes de sua fé, terão que escolher entre suas profissões, suas famílias, seus bens, etc., ou a fidelidade a Deus. É uma escolha difícil, mas terá que ser feita. Veja aqui o exemplo daquele irmão (também militar) que preferiu ser preso a obedecer uma ordem de transgredir o sábado do Senhor.
Não podemos 'acalentar' a consciência com o pensamento de que os serviços 'essenciais' são tão 'essenciais' que liberam os que nele trabalham da guarda do sábado, conforme o ensina a Bíblia. Infelizmente, o próprio povo que hoje já pratica esta fidelidade a Deus no 4º mandamento está, paulatinamente, sendo influenciado por estes movimentos de 'flexibilização' na guarda do Dia do Senhor. Em Israel (a nação de Moisés), por exemplo, existem bares que abrem normalmente na sexta-feira à noite (isso foi inclusive tema de uma matéria veiculada recentemente na imprensa brasileira), com o objetivo de atender aos turistas. Algumas congregações Adventistas em um determinado país do mundo, começaram a fazer dois cultos no sábado: um de manhã para os membros que trabalham à tarde, e outro à tarde para os membros que trabalham de manhã. Para você ver que lá os serviços 'essenciais' estão também tomando o lugar da obediência a Deus.
Parece algo insensível e radical dizer a um militar, por exemplo, que o melhor seria ele largar a farda e trabalhar em outra atividade, do que deixar de se beneficiar da guarda do sábado, tanto do ponto de vista físico, quanto espiritual. Mas, por exemplo...
O que dizer a um muçulmano que se converte ao Adventismo, mas tem 5 esposas? O que dizer a um pecuarista que se converte ao Adventismo, mas vive da venda de porcos?
Algumas decisões que temos que tomar, para vivermos a fé que abraçamos, podem ser radicais, mas deverão ser tomadas... mas cedo ou mais tarde.
Como eu costumo dizer, O SÁBADO É UMA QUESTÃO DE FÉ, e por isso apenas quando temos fé é que saberemos o quanto é importante a fidelidade a Deus. É óbvio que não se trata aqui de guardar o sábado PARA se salvar... mas PORQUE sei que já estou salvo... e justificado.
'Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão' - Salmo 37:25
PS: Fico me perguntando por onde será que anda o irmão militar que, há mais de 6 anos, estava tão propenso a trocar a guarda do santo sábado pela manutenção dos serviços 'essenciais' no qual ele trabalhava...
FONTE: http://prgilsonmedeiros.blogspot.com/
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O que é Santificação?
Contemplemos a mulher pecadora, sozinha e em pé perante Jesus, esperando a sentença fatal; com que surpresa ela não deve ter recebido as palavras de Jesus a ela dirigida: “Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?” (João 8:10). Sua resposta foi: “Ninguém, Senhor”. Imediatamente Jesus diz: “Nem eu tão pouco te condeno; vai, e não peques mais” (João 8:11).
Quando Jesus disse: “Nem eu tão pouco te condeno; vai...”, estava ao mesmo tempo perdoando a mulher e libertando-a para continuar sua vida. Isto é justificação: é o ato simultâneo de perdoar e promover o pecador arrependido do estado de condenação a salvo pela graça de Jesus. Assim, na justificação, a pessoa recebe o poder habilitador para viver uma vida santificada.
Onde estava o poder habilitador de viver uma vida santificada para a mulher? Estava na PALAVRA de Jesus: “Vai”
Após ter sido perdoada e promovida, a mulher não deveria mais viver pecando, como antes; por isso Jesus disse: “...e não peques mais”. Este “não peques mais” indicava a nova condição em que ela deveria viver. Esta nova condição de vida é biblicamente denominada de santificação.
Em 1João 3:9, temos: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado”. Para bem esclarecer, o apóstolo explica o que é pecado: “o pecado é a transgressão da lei” (1João 3:4). Portanto, a ordem de Cristo para a mulher perdoada de “não peques mais”, significava: “não vivas mais transgredindo a lei de Deus”. Diante do acima exposto, podemos concluir acertadamente que a vida santificada é igual à vida de obediência voluntária às leis de Deus.
Mas, se em nossa explicação de santificação ficássemos apenas neste aspecto de obediência voluntária às leis divinas, estaríamos comunicando uma noção parcial e incompleta da santificação bíblica. A ênfase isolada da obediência às leis de Deus na santificação pode gerar um erro teológico: perfeccionismo moral. Neste erro, muito comum, a pessoa faz de sua obediência e dos seus méritos o fundamento de sua salvação. Na verdade, este foi o erro em que incorreram os judeus que rejeitaram a Cristo.
Para que ninguém cometesse o engano da salvação por obras da lei, o apóstolo Paulo, inspirado por Deus, escreveu suas epístolas esclarecedoras. Também o apóstolo João ensinou no que consiste a verdadeira santificação: “Todo aquele que permanece nele não vive pecando” (1João 3:6). Assim podemos entender que santificação é: viver em Cristo, viver em Cristo, andar com Cristo. Sim, santificação é desfrutar de uma comunhão pessoal com Cristo, dia a dia.
O conceito de que santificação consiste fundamentalmente de uma vida de íntima comunhão com Deus e como conseqüência desta comunhão, numa vida de obediência voluntária às leis divinas, também está presente no relato que o apóstolo João faz do encontro de Jesus com a mulher pecadora.
“De novo lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida” – João 8:12.
Era de madrugada, isto é, ainda escuro, quando Jesus no templo ensinava e a mulher lhe foi trazida para que Ele lhe desse a sentença. Fora nas trevas da noite que a mulher cometera o seu pecado, aliás, é nas trevas que preferencialmente os homens cometem seus pecados. “Trevas”, biblicamente, representam a condição pecaminosa do homem totalmente separado de Deus.
Depois de haver perdoado a mulher e de lhe dizer: “Vai, e não peques mais”, foi que Jesus declarou: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida”.
Em O Desejado de Todas as Nações, pág. 447, ed. Popular, Ellen G. White nos oferece um vislumbre daquele ambiente encantador:
“Era de manhã, o Sol acabava de erguer-se sobre o monte das Oliveiras, e seus raios incidiam com ofuscante claridade no mármore dos palácios, fazendo rebrilhar o ouro das paredes do templo, quando Jesus, apontado-o, disse: ‘Eu sou a luz do mundo’.”.
Em primeiro lugar, Jesus era a luz para aquela mulher que lhe fora trazida para que Ele desse a sentença. Ele também era a luz para aqueles homens impiedosos que Lhe prepararam a desbaratada armadilha. Ele é a luz para todos.
Ao declarar seu “a luz do mundo”, Jesus estava a nos ensinar que só Ele é a verdadeira fonte de vida e poder para viver! Assim como a vida na terra depende da vitalizante energia proveniente do sol, da mesma maneira nós precisamos de Cristo como fonte de vida.
Portanto, na santificação o poder que capacita o crente a ser um vitorioso na vida espiritual é Cristo Jesus.
Mas, além de dizer: “Eu sou a luz do mundo”, Jesus também disse: “quem me segue não andará nas trevas”. Somente aquele que segue a Jesus como “a luz do mundo”, é que pode ser um vitorioso na vida espiritual.
Tendo o incidente de Jesus com a mulher pecadora como cenário, podemos afirmar que justificação é Jesus dizendo: “Nem eu tão pouco te condeno, vai...” Nestas palavras nós encontramos os três aspectos simultâneos de justificação: PERDÃO, PROMOÇÃO e a concessão de PODER para viver vitoriosamente a vida espiritual.
Santificação é Jesus dizendo: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas”. Nestas palavras nós encontramos o primeiro aspecto da santificação: COMUNHÃO com Cristo. O segundo aspecto encontramos na expressão: “e não peques mais”. Depois de ter sido justificada por Cristo, a pessoa passa a andar com Cristo. A conseqüência direta de andar em comunhão com Cristo é a OBEDIÊNCIA VOLUNTÁRIA aos mandamentos de Deus.
A santificação é uma obra progressiva. Ela parte do companheirismo e da adoração de um Deus pessoal. Quanto mais unida a pessoa estiver com Cristo e com Este crucificado, maior será a recepção de sua própria indignidade e pecaminosidade inerente. Os progressos da santificação serão caracterizados por um profundo arrependimento e falta de confiança em si mesmo, em cada vitória sobre o pecado. A pessoa que contempla a Cristo diariamente não irá sentir-se gradualmente mais santa, mas cada vez sentirá mais e mais a sua incapacidade.
Adaptado da apostila de SOTEROLOGIA, SALT-IAENE 2004.
Continua...
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Votar ou não votar? Eis a questão!
Como estamos iniciando um período eleitoral aqui no Brasil, uma pergunta volta à tona: 'Até onde um Adventista deve [e pode] se envolver na disputa política?'.
Desde o início de junho tenho recebido e-mails de irmãos sugerindo uma postagem sobre este tema. Alguns advogam que não há problemas em que um Adventista se candidate, ou que os membros tomem parte ativa na campanha partidário; já outro, acreditam que nenhum envolvimento com a campanha eleitoral, seja como candidato, cabo eleitoral ou militante partidário, deva fazer parte de nossa vida. E agora? Que caminho tomar? O que a Bíblia e o Espírito de Profecia falam sobre este tema?
Base Teológica
O Dr. Timm escreveu há algum tempo um artigo sobre esta questão, com o título de 'Os Adventistas e a Política'. Neste estudo, nosso eminente teólogo brasileiro faz uma análise sobre a participação de personagens políticos na vida da Igreja, especialmente nos tempos do AT. Em seguida, o Pr. Timm reflete sobre as peculiaridades do estilo de vida e da teologia Adventista, e como devemos harmonizar isso com a questão da Política.
Temos também à disposição, outro excelente artigo do Dr. Bert Beach, então diretor de relações inter-denominacionais da Associação Geral dos Adventistas, cujo título é 'O Cristão e a Política'.
Espírito de Profecia
Nas vezes em que Ellen White escreveu algo sobre o tema da Política, ela pareceu desaconselhar a participação dos Adventistas com esta temática.
“O princípio da política é daqueles que levarão, com certeza, a dificuldades. Aquele que considera o favor dos homens mais desejável que o de Deus, cairá na tentação de sacrificar o princípio pelo ganho e consideração do mundo. Assim se sacrifica de contínuo a fidelidade a Deus. A verdade, a verdade de Deus, deve ser nutrida na alma e mantida na força do Céu, do contrário o poder de Satanás vo-la arrebatará” – CPPE, pág. 485-6.
“A festa [na casa de Mateus] foi oferecida em honra de Jesus, e Este não hesitou em aceitar a gentileza. Bem sabia que isso daria motivo de escândalo ao partido dos fariseus, comprometendo-O também aos olhos do povo. Nenhuma questão de política, entretanto, podia influenciar-Lhe os movimentos. Para Ele, as distinções exteriores não tinham nenhum valor. O que Lhe falava ao coração era a sede da alma pela água da vida” – ODTN, pág. 274.
“A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo” – Ev. Finais, pág. 129.
“O Senhor deseja que todos os portadores da mensagem para estes últimos dias compreendam que há grande diferença entre os que professam a religião, mas não são praticantes da Palavra, e os filhos de Deus, que são santificados pela verdade e têm aquela fé que atua pelo amor e purifica a alma. O Senhor refere-Se aos que pretendem crer na verdade para este tempo, os quais não discernem, porém, qualquer incoerência em tomarem parte na política, misturando-se com as pessoas violentas destes últimos dias, como os circuncisos que se misturam com os incircuncisos, e declara que destruirá ambas as classes juntamente, sem distinção. Estão fazendo uma obra que não lhes mandou fazer. Desonram a Deus por seu espírito faccioso e por suas contendas, e Ele condenará de igual maneira a ambas as classes” – Fund. Educação Cristã, pág. 482.
“Irmãos, não vos lembrais de que a nenhum de vós foi imposta pelo Senhor qualquer responsabilidade de publicar suas preferências políticas em nossas publicações, ou de sobre elas falar na congregação, quando o povo se reúne para ouvir a Palavra do Senhor. Não devemos, como um povo, envolver-nos em questões políticas. Todos fariam bem em dar ouvidos à Palavra de Deus: Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos em luta política, nem vos vinculeis a eles em suas ligações. Não há terreno seguro em que possam estar e trabalhar juntos. O fiel e o infiel não têm terreno neutro em que possam encontrar-se. Aquele que transgride um dos preceitos dos mandamentos de Deus é transgressor de toda a lei. Mantende secreto o vosso voto. Não acheis ser vosso dever insistir com todo o mundo para fazer como fazeis” – Mens. Escolhidas, vol. 2, pág. 336-337.
“O Senhor quer que Seu povo enterre as questões políticas. Sobre esses assuntos, o silêncio é eloqüência. Cristo convida Seus seguidores a chegarem à unidade nos puros princípios evangélicos que são positivamente revelados na Palavra de Deus. Não podemos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabemos em quem votamos. Não podemos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua influência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medidas opressivas para levar ou compelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um falso sábado, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os homens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos oficiais; pois assim fazendo, são participantes nos pecados que eles cometem enquanto investidos desses cargos” – Fund. Educação Cristã, pág. 475.
Porém, em outros momentos, ela parece encorajar o envolvimento de jovens em atividades políticas.
“Querida juventude, qual é o alvo e propósito de vossa vida? Tendes a ambição de educar-vos para poderdes ter nome e posição no mundo? Tendes pensamentos que não ousais exprimir, de poderdes um dia alcançar as alturas da grandeza intelectual; de poderdes assentar-vos em conselhos deliberativos e legislativos, cooperando na elaboração de leis para a nação? Nada há de errado nessas aspirações. Podeis, cada um de vós, estabelecer um alvo. Não vos deveis contentar com realizações mesquinhas. Aspirai à altura, e não vos poupeis trabalhos para alcançá-la” – Fund. Educação Cristã, pág. 82.
“O propósito de Deus para com os filhos que crescem em nossos lares, é mais amplo, mais profundo, mais elevado, do que o tem compreendido a nossa visão restrita. Aqueles em quem Ele viu fidelidade, têm sido, no passado, chamados dentre as mais humildes posições na vida, a fim de testificarem dEle nos mais elevados lugares do mundo. E muitos jovens de hoje, que crescem como Daniel no seu lar judaico, estudando a Palavra e as obras de Deus, e aprendendo as lições do serviço fiel, ainda se levantarão nas assembléias legislativas, nas cortes de justiça, ou nos palácios reais, como testemunhas do Rei dos reis. Multidões serão chamadas para um ministério mais amplo” – Educação, pág. 262.
A Questão Crucial
Pelo que podemos entender, a grande crítica de Ellen White não era contra a Política, em si, mas contra as corrupções envolvendo as 'politicagens' dos partidos. E aqui é onde encontramos também um forte argumento contra aqueles que usam exemplos bíblicos como Daniel, Neemias, etc., para defender a aprovação divina sobre a participação de Seus filhos na Política.
Nem Daniel, nem Neemias, ou qualque outro 'político' da Bíblia (se é que podemos chamá-los assim, uma vez que esta palavra assume uma expressão bem diferente em nossa cultura ocidental sul-americana, especialmente) foram militantes de partidos políticos. Eles estavam a serviço de Deus, diretamente, e não estavam presos à 'fidelidade partidária' a qual os políticos de nossa época estão vinculados.
Daniel vivia conforme sua fé, mesmo que ela se opusesse aos interesses dos poderosos de seu tempo. Os políticos de hoje, muitas vezes, precisam 'engolir' suas ideologias pessoais para seguirem a 'determinação do partido'. A única alternativa que têm é SAIR e TROCAR DE PARTIDO, como aconteceu algumas vezes na História recente de nosso país. E como a legislação brasileira não concebe, atualmente, um político 'sem partido', mais cedo ou mais tarde, os interesses partidários serão confrontados com os ditames da consciência individual dos seus integrantes. E qual prevalecerá?
Os noticiários estão cheios de exemplos de como a corrupção na política é algo quase que 'entranhado' na vida social do nosso país.
1. Candidatos que são ferrenhos inimigos em uma campanha, mas por conveniência$ ideológica$ se tornam 'amigos do peito' na campanha seguinte; 2. Partidos de oposição que se bandeiam para a situação, após a promessa de cargo$ e 'agrado$'; 3. Partidos que, quando estavam na oposição, assumiam uma postura diametralmente oposta àquela que praticam quando conseguiram chegar ao poder; 4. Partidos que, mesmo inimigos 'mortais', se unem quando o objetivo é legislar em causa própria, aumentando o salário de seus parlamentares, por exemplo; 5. Políticos que trocam de partido como quem troca de roupa, sempre em busca de ganho$ pe$$oai$; 6. Candidatos que são financiados por grandes grupos empresarias, sindicais, políticos, etc., e que usam seus mandatos apenas para benefício de tais grupos, em detrimento do sofrimento e da miséria daqueles que os colocaram no poder.
E então? Votar ou não votar?
Algumas considerações podem ser tiradas, como resultado das reflexões apresentadas acima:
1. Devemos evitar qualquer contenda que envolva política, durante os serviços religiosos de nossa Igreja. Quando nos reunimos para adorar a Deus, nada deve desviar o pensamento desse objetivo primário. 2. Os membros são livres para se candidatarem e/ou votarem em candidatos, mas devem fazer isso com total consciência de que temos 'dupla cidadania': uma celestial e outra terrena, e apenas a celestial vai prevalecer depois que tudo acabar. Para um Adventista sincero, os fins não justificam os meios, ao contrário do que Maquiavel defendia em seu livro sobre Política. 3. Na escolha de um candidato, deve-se dar grande importância à sua qualificação de caráter, e não a que partido ou ideologia político-partidária ele defende. Este candidato deve ser alguém temperante, honesto, sincero, comprometido com a liberdade religiosa, e um amigo dos Adventistas do 7º Dia. 4. Se tiver de escolher entre um não-Adventista e um Adventista, escolha o Adventista, se você o conhece e sabe que ele poderá ser um instrumento de Deus (um Daniel ?) nas atividades políticas de sua comunidade.
Acima de tudo, não faça da política um motivo de brigas com seu irmão, pois isto põe por terra tudo de 'bom' que você esteja pretendendo com a sua atividade política. Talvez muitos dos políticos que são idolatrados durante o período da campanha eleitoral, ou mesmo depois dela, não estarão no Céu. Mas teu irmão estará! Por isso, não prejudique sua amizade com um irmão na fé por causa de disputa política... No Céu não existirão bairros... rs.
'Temo, pois, que, indo ter convosco, não vos encontre na forma em que vos quero, e que também vós me acheis diferente do que esperáveis, e que haja entre vós contendas, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos' - 2Cor. 12:20.
'De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?' - Tiago 4:1.
'Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Pois a vosso respeito, meus irmãos, fui informado, pelos da casa de Cloe, de que há contendas entre vós. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo' - 1Cor. 1:10-12.
'Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem? Quando, pois, alguém diz: Eu sou de Paulo, e outro: Eu, de Apolo, não é evidente que andais segundo os homens?' - 1Cor. 3:3-4.
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Novo documento de identificação nacional
O governo estuda um novo modelo para as carteiras de identidade que devem ser adotadas a partir de janeiro do ano que vem. A proposta é unificar o documento e fazer um cadastro único para evitar que a pessoa consiga tirar uma identidade diferente em outro estado.
O estado da Guanabara acabou há 33 anos. Mas até hoje a aposentada Neli Nogueira Campos usa a carteira de identidade emitida lá em 1964. Só procurou o posto de identificação em Brasília porque vai viajar para a Argentina. “Nós vamos viajar em dezembro e a Argentina exige que a identidade tenha menos de dez anos”, disse.
Todos os dias muita gente que tem carteira de identidade de outros estados vem aqui para tirar o documento de novo. E ao posto não cabe questionar. “As pessoas que vem até aqui são atendidas, não há nenhum impedimento, não há nada que os impeça, não há uma lei que diga que eles não possam vir até aqui fazer, então eles vem e são atendidos”, disse Etiene da Costa, gerente do Posto de Identificação do Distrito Federal.
Mas a partir do ano que vem isso vai mudar. Os estados vão passar a identificar as pessoas com foto digital e impressões digitais tiradas na hora. Nada mais de pintar os dedos. É como já são feitos os passaportes.
A polícia federal aprovou esse modelo de cartão de identidade. Ele reúne todas as informações pessoais, mais número de CPF e de título de eleitor armazenados num chip. E há outros itens de segurança como a marca d’água e a maneira como os dados serão inscritos no cartão.
Todos os estados vão passar a ter os mesmos equipamentos para emitir a identidade e os dados essenciais serão mandados para formar o cadastro nacional único. Sempre que alguém for tirar o documento, os institutos de identificação estaduais farão uma consulta on line a essa central para que cada brasileiro tenha apenas um número de identidade.
O Ministério da Justiça coordena a implantação do sistema de registro único de identidade civil. A mudança será feita ao longo de nove anos. 150 milhões de brasileiros devem trocar a identidade. Uma das principais vantagens é evitar fraudes.
Fonte: Portal G1
NOTA: Do ponto de vista prático há muitas vantagens em ter um só documento. Porém, em 'nome da segurança' o documento de identidade único facilitará muito o controle sobre a vida das pessoas. Ninguém deve ficar surpreso se o número desse novo documento de identidade tiver 18 dígitos (6 + 6 + 6). Não significa que esse número será a 'marca da besta', mas sim que estará relacionado com a Nova Ordem Mundial.
Marcadores: Liberdades civis, Nova Ordem Mundial
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