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8月30日 UM SIMPLES CASO DE OBEDIÊNCIA A DEUS OU AO HOMEM!
E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. (Ap. 12:17) Autor: Adams Roberto Santos Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! 8月29日 Lição 10 - Mulheres em missão - Casa Publicadora Brasileira - IntroduçãoA lição em poucas palavras Texto-chave: Lucas 7:47 O aluno deverá... Conhecer: A diferença entre regras e regulamentos culturais e regras e regulamentos com autoridade bíblica. Esboço do aprendizado I. Jesus quebrava as regras (veja por exemplo Lc 7:37-39) A. Peça que a classe faça uma lista de exemplos em que Jesus “quebrou” as regras culturais e as substituiu pelos princípios bíblicos. II. Quatro filhas solteiras que profetizavam (At 21:9) Faça a classe discutir as implicações desse fato. Quais são as implicações para a liderança, a autoridade e o ministério da igreja nestas poucas palavras? Resumo: O povo de Deus hoje precisa fazer clara distinção entre costumes culturais e princípios bíblicos. Os costumes culturais são mutáveis; os princípios bíblicos não são. Jesus sempre destacou os princípios bíblicos e a missão da igreja. Ciclo do aprendizado
Pedro, Daniel, Davi, Isaías, Moisés e Paulo. A Bíblia está cheia de histórias de homens que fizeram grandes coisas para Deus e com Deus, e não existe dúvida a esse respeito. Porém, seria desonesto – e mesmo tolo – minimizar o papel das mulheres na Bíblia. Desde Eva, por cuja semente o Salvador foi prometido, até Sara, Rebeca, Ester, Maria, Marta e outras, o ministério das mulheres é de valor inestimável para a igreja de Deus e Seu povo. Esta lição estuda algumas das mulheres essenciais da igreja do Novo Testamento e seu impacto no mundo que a rodeava. Essas mulheres, e incontáveis outras, não esperaram pelas ordens de marcha de um general de campo ou que uma comissão se reunisse e concordasse com seu papel. Em vez disso, elas cumpriram aquele antigo lugar-comum do sucesso: “Encontre uma necessidade e preencha-a.” Quando discutir esta lição com os membros de sua classe, peça que se lembrem de mulheres na igreja que desempenharam algum papel-chave em sua vida. Lembre-se: O gênero não é uma condição prévia para ser usado por Deus; um coração disposto é a única qualificação necessária.
Comentário bíblico I. Ultrapassando os limites (Comente com a classe os versos indicados em Lucas 7, 8 e 10 e os versos relacionados na lição.) Jesus era bastante incomum para Seu tempo – e para todos os tempos. Embora fosse um judeu obediente, Ele Se relacionou com as mulheres em todas as etapas da vida – até com uma de “má fama” – para levar-lhes as boas-novas da salvação. As mulheres apoiaram Seu ministério, atenderam a algumas de Suas necessidades, e foi uma mulher que recebeu a primeira comissão de proclamar a ressurreição. Pense nisto: Em sua igreja, em sua parte do mundo, existem pessoas que podem trazer coisas úteis e benéficas ao mundo ao seu redor, mas que são contidas por preconceitos ou enganos? O que você está fazendo para ajudar a reconhecer as habilidades dessas pessoas e encorajá-las a estar disponíveis para Deus em Seu serviço? II. Ponte sobre o abismo Pense nisto: A mulher junto ao poço não é muito diferente de você e de mim – não importa quão “bons” nos consideremos. Seus pecados, e não sua raça ou religião, a separavam de Deus. E, na pessoa de Jesus, Deus estava junto dela oferecendo reconciliação. Ao que parece, existe um em cada cidade, em cada escola, até em cada igreja: uma pessoa que, por qualquer motivo, é rejeitada, um pária. Talvez não seja bem educada. Talvez seja alguém que sofre uma deformidade ou inaptidão física que limita sua plena participação em algumas atividades. Ou alguém que seja um, bem, você sabe – um pecador – e não podemos ter esse tipo na igreja, podemos? Jesus encontrou alguém que não gostava dos judeus e, francamente, de quem os próprios judeus também não gostavam muito. Era uma mulher em uma sociedade em que as mulheres nem sempre eram consideradas de modo positivo. E vamos reconhecer: a vida pessoal dela não era lá de se orgulhar. Mas essa “mulher junto ao poço”, cujo nome nunca ouvimos, voltou para casa e se tornou uma evangelista dinâmica que ajudou a converter muitos de seus vizinhos. Uma mulher! Uma pecadora! Alguém semelhante a nós! Quando alguém se apresenta para o serviço, como reagimos? Aceitamos graciosamente a ajuda oferecida, ou medimos as pessoas por um conjunto artificial de critérios projetados para descartar servos dispostos tanto quanto para incluí-los? Se é o último caso, por que devemos reconsiderar essa atitude? III. Três fabricantes de tendas Priscila, Áquila e Paulo tinham duas coisas em comum: os três eram crentes, e fabricantes de tendas. Nos tempos do Novo Testamento, a fabricação de tendas era uma habilidade necessária: os viajantes e outros dependiam de tendas em um tempo em que não existiam hotéis, pousadas nem outros alojamentos para recebê-los. Era uma forma de ganhar a vida e, assim, ajudar a financiar o trabalho do evangelho naquele tempo. Priscila e Áquila abriram a casa para outros: primeiro a Paulo, que se uniu a eles tanto na fabricação de tendas como em fazer discípulos. Então, na Síria, Priscila ajudou um judeu chamado Apolo, que se tornou crente em Jesus. Esse simples ato de caridade acrescentou mais uma pessoa à lista de seguidores de Cristo, como também criou alguém que mais tarde continuou a ajudar a crescer a igreja de Acaia. Existem pessoas com quem trabalhamos – ou com quem poderíamos trabalhar – que também poderiam ser usadas para o reino de Deus? Não deixe de orar pelas oportunidades de identificar essas pessoas e por sabedoria para agir apropriadamente.
Perguntas para reflexão 1. Uma mulher samaritana com um passado duvidoso parece uma candidata improvável como evangelista. Mas Jesus viu nela outro potencial. Como você vê Deus procurando trazer para Seu rebanho hoje pessoas até mesmo improváveis? 2. Se as interações de Jesus com as mulheres demonstra que as antigas “regras” sobre a maneira de as pessoas se relacionarem podem ser anuladas pela graça de Deus, o que isso significa para nós, hoje? Perguntas de aplicação 1. Derrubar as barreiras pode ter dois resultados em alguns dos exemplos dessas histórias. Jesus derrubou antigos preconceitos para alcançar as pessoas que necessitavam, neste caso, as mulheres e as minorias étnicas. Que barreiras – raciais, econômicas ou de classe – podemos ultrapassar para aumentar nossa comunhão? Que barreiras precisam ser preservadas? 2. No início da igreja, as mulheres tiveram uma multiplicidade de papéis e ocuparam muitas posições diferentes. Não deveríamos nós encorajar a todos para fazerem sua parte na construção da igreja e no testemunho ao mundo? Testemunhando A escolha que Jesus fez ao falar com a mulher samaritana foi chocante, talvez escandalosa. A história de vida dessa mulher não refletia uma carreira de devoção ou pureza. Não é nossa obrigação na igreja alcançar aqueles que o restante da sociedade esqueceu? Quem vai falar sobre Jesus ao mendigo na rua, à mãe solteira com dificuldades para fazer o dinheiro durar até o fim do mês, a alguém do supermercado?
Algumas das maiores verdades espirituais foram reintroduzidas no cristianismo por uma jovem cuja educação formal terminou em torno do terceiro ano fundamental. Ela nunca havia cursado o ensino médio ou a faculdade, não tinha formação profissional e não conhecia as línguas bíblicas originais. Mas Ellen G. White tinha algo mais importante que diploma de Harvard: O coração e mente completamente rendidos a Deus. “Desejo conhecê-Lo” era seu argumento, e ao seguir Seu próprio “Caminho a Cristo”, ela guiou incontáveis milhões. Pense nisto: “Não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” Paulo escreveu em Gálatas 3:28. Se somos todos “um em Cristo Jesus”, qual é o problema? Homens, mulheres, meninos e meninas, cada um tem um papel a desempenhar em fazer avançar o reino de Deus. Em resumo, não é quem somos nós – homem, mulher, rico, pobre – é de quem somos nós. Se pertencermos verdadeiramente a Jesus e nos abrirmos a Ele, acharemos oportunidades para serviço que nunca esperamos, em casa e talvez longe do lar. FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2008/frlic1032008.html Lição 10 - Mulheres em missão - Casa Publicadora Brasileira - 1a Parte
LEITURAS DA SEMANA: Lc 8:41-55; Jo 4:1-40; At 16:14-16; 18:1-3, 24-28; Rm 16:3-5 Pensamento-chave: Embora as mulheres freqüentemente recebessem papéis nos bastidores, o Novo Testamento as mostra fortemente envolvidas no avanço da missão da igreja. As mulheres tiveram uma parte importante na história bíblica. Entre elas, houve rainhas boas e más, servas justas, mães que oraram, líderes poderosas, esposas influentes, doadoras generosas, prostitutas, profetisas, diaconisas, gentis anfitriãs, apoiadoras fiéis e amigas de Jesus. Em histórias como as de Ester e Débora, as mulheres tomam o centro do palco. Ao longo da ampla paisagem da Bíblia, podemos ver como as mulheres com uma missão ajudaram, de muitas formas, a fazer avançar o reino do Céu. Nesta semana, vamos estudar algumas mulheres no Novo Testamento que, embora sua história seja breve, tiveram uma parte vital na missão da igreja.
Quebrando as regras Na sociedade em que Jesus viveu e trabalhou, as mulheres ficavam fora da vida pública. No culto do sábado, elas eram meras espectadoras, não participantes. Como os gentios, as mulheres tinham um pátio exterior especialmente designado na sinagoga, do qual elas não podiam sair. Significativamente, este era localizado em posição inferior ao dos homens. Em público, os homens tinham restrições quanto ao que podiam falar com uma mulher, até mesmo a esposa. Não era permitido às mulheres estudar a Torah; de fato, não lhes era permitido sequer tocar as Escrituras, a fim de não as contaminar. Jesus usou uma abordagem diferente. As mulheres eram Suas filhas amadas, tanto quanto os homens. Sua morte as incluiu tanto quanto os homens. Embora os rabinos de Seu tempo não tivessem permissão para ensinar as mulheres, Jesus fazia isso com alegria. Em certa ocasião, Maria, irmã de Lázaro, assentou-se a Seus pés como uma aluna (Lc 10:38-42). O preconceito contra as mulheres envolvia cada aspecto da vida. Aos homens era permitido divorciar-se da mulheres até mesmo pelas ofensas mais triviais, mas às mulheres não era permitido divorciar-se, nem mesmo pelas mais sérias das ofensas. Jesus tinha palavras fortes sobre a prática do divórcio, que tratava as mulheres como se fossem objetos possuídos por homens (Mt 19:3-8). No espaço de dois capítulos em Lucas, Jesus quebrou as leis relativas ao contato com as mulheres cerimonialmente impuras. Ele tocou uma menina morta e a restaurou à vida (Lc 8:41, 42, 49-55); permitiu que uma mulher com hemorragia O tocasse (Lc 8:43-48); e permitiu que uma mulher de má fama lavasse Seus pés (Lc 7:37-39). 1. Leia essas histórias. Que princípio levou Jesus a quebrar essas regras? Como esse princípio é aplicável hoje?
A mulher junto ao poço – I A divisão entre judeus e samaritanos vinha de há muito tempo e era amarga (Leia as raízes históricas disso em 2Rs 17:24-41). Quando os exilados retornaram de Babilônia e tentaram reconstruir o templo e os muros de Jerusalém, os samaritanos tentaram impedir seu trabalho (veja Ed 4:7-22 e Ne 4:1-5). Incidentes como esse e também a disputa sobre o local verdadeiro do templo alimentavam o ódio entre os dois grupos. Em certa ocasião, um grupo tentou insultar Jesus chamando-O de possesso de demônio e samaritano (Jo 8:48). A via mais reta e mais rápida entre Jerusalém, no sul, e Galiléia, no norte, era através de Samaria. Porém, quando faziam essa viagem, freqüentemente as pessoas efetuavam um desvio ao redor de Samaria – apesar do inconveniente da maior distância – a fim de evitar seus inimigos de tanto tempo. 2. Como Jesus Se comportava em relação aos samaritanos? O que Seu exemplo deve nos dizer sobre nossas atitudes para com os que, tradicionalmente, são menosprezados por nossa cultura? Lc 9:51-56; 10:30-37; 17:11-19 Em mais de uma ocasião, os escritores dos Evangelhos mostram Jesus viajando diretamente através de Samaria. Certa vez, a caminho da Judéia para a Galiléia, Ele parou na cidade samaritana de Sicar – o local do poço de Jacó e do Monte Gerizim, lugar sagrado para os samaritanos, local de seu templo. Foi ali que Ele teve Seu diálogo famoso não só com um samaritano, mas com uma mulher samaritana (veja Jo 4). Para surpresa da mulher, Ele lhe pediu que tirasse água para beber. O pedido a chocou, porque Jesus era judeu, e ela, uma samaritana, e mulher! Falando com essa mulher, Jesus quebrou vários tabus culturais. O apóstolo João diz que quando ele e os outros discípulos retornaram, eles “se admiraram de que estivesse falando com uma mulher” (Jo 4:27). Não era considerado apropriado um homem, e um mestre religioso, ser visto em público a falar com uma mulher – especialmente uma mulher samaritana.
A mulher junto ao poço – II 3. Como Jesus relacionou a vida e as circunstâncias diárias da mulher com a verdade espiritual que Ele queria transmitir? Em outras palavras, como Ele pode Se relacionar com suas necessidades espirituais? Jo 4:1-40 A mulher ficou tão agitada com o que viu e ouviu que se apressou em ir de volta à cidade, nem mesmo se incomodando de deixar o cântaro de água (Jo 4:28). Ela havia encontrado o Messias, e tinha que anunciar isso aos outros! A primeira parte de seu testemunho foi um convite para que eles conhecessem por si mesmos Aquele que dissera a história de sua vida (v. 29). Aqui está um verdade simples mas clássica sobre o testemunho. Nossa missão não é converter as pessoas. Nossa tarefa é semear a semente e levar as pessoas a Jesus. Depois disso, o Espírito Santo cuidará da conversão. Como mais tarde o povo testemunhou, depois de conhecer Jesus: “Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” (Jo 4:42). A segunda parte de seu testemunho é uma pergunta: “Será este o Cristo?” (v. 29). A forma como essa pergunta foi estruturada no grego sugere que ela pretendia que a resposta à sua pergunta fosse negativa. Assim, a pergunta é literalmente: “Ele não pode ser o Messias, pode?” ou “Este não é o Cristo, é?” Ou a mulher ainda não estava cem por cento certa a respeito de que Jesus fosse o Messias ou, mais provavelmente, estava dando uma notícia suavemente para pessoas que poderiam ser hostis a ela por fazer uma afirmação dessas.
Continua... Lição 10 - Mulheres em missão - Casa Publicadora Brasileira - 2a Parte
Mulheres no início da Igreja Ao longo do livro de Atos e nas cartas de Paulo, mulheres são mencionadas freqüentemente por ter um papel no início da igreja. Os primeiros cristãos não adoravam em igrejas, mas se reuniam nas casas de pessoas, freqüentemente ao redor da mesa de alimentação. Muitas dessas casas eram dirigidas por mulheres como Lídia, mulher de negócios que vendia tecido púrpura. Paulo, Silas, Timóteo e Lucas a encontraram em Filipos, na Macedônia, quando adoravam em um sábado com um grupo de mulheres reunidas junto ao rio. 4. Qual foi a participação de Lídia na pregação do evangelho? At 16:13-15 Que história rica deve haver por trás dessas poucas palavras! No espaço de duas sentenças, Lídia aceita Jesus, testemunha sobre sua nova crença para sua família toda, é batizada com seus familiares e abre a casa para os apóstolos. Lídia é registrada como a primeira convertida na Europa, e sua casa forneceu a base da qual os apóstolos pregaram na área. 5. Como Priscila foi usada por Deus para o ministério? At 18:1-3, 24-28; Rm 16:3-5; 1Co 16:19 Depois de certo tempo em Corinto, Paulo navegou para a Síria, acompanhado de Priscila e Áqüila. Ali, Priscila e Áqüila abriram sua casa para um judeu chamado Apolo e lhe ensinaram sobre Jesus (At 18:24-26). Mais tarde, Apolo se tornou de grande ajuda para a igreja na Acaia (vs. 27, 28).
“Recomendo-vos nossa irmã Febe” Embora limitadas pelos costumes e expectativas sociais, no início da igreja cristã muitas mulheres se distinguiram pela vida de serviço. A Bíblia raramente dá muitos detalhes, mas está claro que as mulheres desempenharam um papel ativo na missão da igreja. 6. Que princípio importante podemos tirar do texto que fala das filhas de Filipe? At 21:9 Escrevendo para a igreja em Roma, Paulo lhes recomendou uma mulher pelo nome de Febe – a quem ele se referiu como “nossa irmã” (Rm 16:1). Febe pertencia à igreja de Cencréia – uma cidade portuária algumas milhas distante da cidade de Corinto. Paulo descreve Febe como alguém que estava “servindo a igreja” (v. 1). Em seus escritos, Paulo usa freqüentemente a palavra grega diakonos, traduzida aqui como serva e em outros lugares com diácono. Qualquer que seja a palavra correta, o significado é que Febe era alguém que servia à igreja. Paulo continua: “Porque tem sido protetora de muitos e de mim inclusive” (v. 2). 7. Muitas outras mulheres do Novo Testamento são conhecidas por suas boas obras. Veja os textos seguintes. O que podemos reunir sobre as várias posições que as mulheres ocupavam nos dias iniciais do cristianismo? At 9:36; Rm 16:7, 12; Fp 4:2, 3; Fm 2 As mulheres não só desempenhavam papel importante por trás das cenas no sustento da primeira igreja; parece que muitas desempenharam uma função principal na linha de frente no trabalho de partilhar as boas-novas. Sem dúvida, no trabalho final do evangelho, na obra de anunciar as mensagens dos três anjos a “cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6), as mulheres continuarão a ter um papel importante.
Estudo adicional "A samaritana que conversou com Jesus junto ao poço de Jacó, mal achou o Salvador, levou outros a Ele. Mostrou-se mais eficiente missionária que os próprios discípulos. Esses nada viram em Samaria que indicasse ser ela um campo animador. Tinham os pensamentos fixos numa grande obra a ser efetuada no futuro. Não viram que mesmo junto deles estava uma colheita a fazer. Mas, por intermédio da mulher a quem desprezavam, toda uma cidade foi levada a ouvir Jesus” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 102). “O Senhor tem uma obra para as mulheres fazerem, bem como para os homens. Eles podem realizar um bom trabalho para Deus se aprenderem primeiramente na escola de Cristo as preciosas, importantes lições de mansidão. Não apenas devem levar o nome de Cristo, mas possuir Seu espírito” (Ellen G. White, North Pacific Union Gleaner, 4 de dezembro de 1907). Perguntas para consideração 1. Em algumas partes do mundo, as mulheres raramente desempenham qualquer função de liderança da igreja. Isto é freqüentemente considerado uma questão cultural; outros vêem nisso uma questão moral. Quando os costumes e assuntos culturais se tornam assuntos morais? 2. Ellen G. White diz que a mulher junto ao poço provou ser missionária mais eficiente que os discípulos de Jesus. Que forças especiais as mulheres podem trazer para a missão da igreja? Sem entrar no assunto controvertido da ordenação das mulheres, como podemos melhor afirmar e usar as mulheres que são parte de nosso movimento e mensagem? 3. Fale com sua classe sobre Jesus e a mulher samaritana. Tome essa história e coloque-a em sua própria cultura e contexto. Imagine Jesus ministrando tão prontamente a alguém que era menosprezado e odiado por sua própria cultura, alguém com quem muitas pessoas nem mesmo falariam. O que você pode aprender desse exercício sobre o que significa a comissão evangélica em toda parte? Resumo: Ao longo do Novo Testamento, as mulheres aparecem mais ativas nos bastidores. Porém, Jesus e o apóstolo Paulo recomendaram freqüentemente as mulheres – por seus atos de amor e misericórdia e por levar avante a missão da igreja. Respostas sugestivas: Pergunta 1: Para Deus, todos são igualmente necessitados da Sua misericórdia e salvação. Todos somos um em Jesus Cristo. Pergunta 2. Não demonstrava ódio nem menosprezo por eles. Devemos fazer o mesmo Pergunta 3. Procurou conduzi-la das necessidades que percebia às necessidades mais profundas, espirituais. Pergunta 4. Apoiou os missionários de Deus hospedando-os em sua casa. Pergunta 5. Além de hospedar os apóstolos, procurou, com seu marido, instruir Apolo. Pergunta 6. As mulheres também podem ser escolhidas como profetisas. Pergunta 7. Funções de socorro aos necessitados, apoio e hospitalidade aos apóstolos, ensino. FONTE: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2008/frlic1032008.html Estudo nº 10 – Mulheres em missão - Comentário Sikberto Marks - 1a ParteEstudos da Bíblia: Terceiro trimestre de 2008 Tema geral: Mensageiros da esperança Estudo nº 10 – Mulheres em missão Semana de 30 a 06/08/2008 Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (0xx55) 3332.4868 Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil
Comentário complementar ao estudo da lição da Escola Sabatina Você pode encontrar esse comentário com 4 semanas de antecedência em: www.cristovoltara.com.br
Verso para memorizar: “Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama” (Lucas 7:47)
Há uma relação entre o amor e a salvação, entre o amor e o perdão, entre o amor e a fé. Quem ama quer mudar de vida e quer ser perdoado de seu passado. Quem ama quer que também outros pecadores mudem de vida, e quer perdoar as maldades feitas pelos outros, no passado. Quem ama quer ter as condições de amar, e de ser amado. Quem não ama, nem quer ser perdoado, nem quer perdoar. Mas quanto mais amor, mais deseja mudar de vida e mais deseja ser perdoado, e mais quer que outros mudem de vida e que sejam perdoados. Por quê o amor está tão intimamente ligado ao perdão? Por uma razão muito simples: o amor, que vem de DEUS, não se satisfaz com o sofrimento, nem seu, nem dos outros. E o sofrimento é conseqüência do pecado. Portanto, o pecado precisa ser resolvido, corrigido. E isto se faz pelo arrependimento e perdão, e conseqüente mudança de vida. O amor só se satisfaz com as condições nas quais haja possibilidade de felicidade e de vida abundante. O amor quer o bem. Quando uma coisa vai mal, o amor quer corrigir. Quando uma pessoa sofre, o amor quer resolver, e acabar com o sofrimento. É como diz em I Cor. 13, ali está o resumo do que é e do que quer o amor. E o verso de Lucas 7:47 é uma aplicação da natureza do amor. Portanto, aquela mulher pecadora que amava JESUS, porque via n’Ele a fonte do amor, ela queria mudar de vida. Estava arrependida. Queria uma nova chance, um recomeço. E isso era difícil pois ela vivia numa sociedade machista, que não dava chance às mulheres que saiam da linha rígida estabelecida. Mulheres assim, como ela, eram severamente repudiadas, muitas vezes condenadas a morte. Ela precisava do perdão para que pudesse se libertar da dor de consciência de ser uma pecadora. Os pecados dela eram muitos, portanto, precisava envolver muito amor para superar a situação. Ela precisava amar muito para querer o perdão. E JESUS precisava amar muito para a perdoar. Você perdoaria um estuprador cruel de seu ente-querido? Nesses casos, o perdão só se torna completo e eficaz quando, tanto você quanto o estuprador estiverem inundados de muito amor. Isto é, o estuprador deve estar muito afetado pelo amor a JESUS como seu novo Mestre, e assim, desejar ardentemente o perdão e a mudança de vida. E você, da mesma forma. Sem essas condições, para muitos casos o poderão eficaz é impossível. O que é o perdão eficaz? Exemplifiquemos: JESUS morreu por todos e perdoou a todos. Porém, nem todos querem o perdão porque estes não desejam arrepender-se para a mudança de vida. Nesses casos, embora houvesse o perdão, ele na vida dessas pessoas não fez nenhum efeito. JESUS ama tanto que é capaz de perdoar até aqueles que cruelmente O condenaram, O massacraram e O mataram. Mas muitos deles não O amam para sentir a necessidade desse perdão em suas vidas.
A sociedade judaica tornou-se muito parecida com as sociedades pagãs da época. Assimilaram muitas tradições, costumes e princípios dessas sociedades, embora as vissem como desprezíveis. Com relação as mulheres foi assim. Mesmo sendo o povo de DEUS, aboliram a ligação de amor entre um casal e o substituíram pelos frios formalismos legais, inventados por eles. Vide na lição uma relação dessas tradições, sobre como tratar as mulheres, como tratar uma esposa, e as obrigações das mulheres. Em poucas palavras, os judeus criaram uma sociedade machista, e uma sociedade assim não consegue proximidade com DEUS. Um homem que não sabe como amar nem mesmo a sua esposa, a ponto de saber o que deve fazer deixa-la feliz, é porque já se afastou de seu Criador, e não conhece a DEUS. Pode ser um grande pregador, pode ser até um pastor, talvez tenha levado muitos à conversão, mas ele mesmo está em débito com a esposa, e com a família, e se continuar assim se perderá para sempre. Ele se esqueceu que foi formado no ventre de sua mãe, e que sua esposa é a criatura que ele precisa para se tornar capaz de ser um verdadeiro filho de DEUS, ou seja, aprender a amar. Por quê isso? Porque JESUS nos ensinou que devemos amar nosso próximo. E para os casados, quem é mais próximo que o seu cônjuge? De onde veio essa forma de vida naquele tempo? Da cultura do paganismo, que os filhos de DEUS assimilaram. Não custa repetir: cuidado com a cultura da Terra. “Louvado seja DEUS que não me fez mulher” dizem que assim muitos homens dos tempos de JESUS oravam. As mulheres eram discriminadas e isso era legal naquela sociedade. Em varias situações a mulher era inferior a um escravo. Para o homem, tudo, para a mulher, quase nada. Ela era considerada propriedade do marido. Tinha que cuidar da casa como se fosse uma empregada sem custo. E se não conseguisse ter filhos, que era sua principal função (afinal, isso um homem jamais conseguiria mesmo) ela era desprezada, e perdia seu valor que já era desprezível. (Mulheres de hoje, agradeçam a DEUS que não nasceram naquela época...) Se o marido arranjasse outros amores, nada acontecia, mas se uma mulher fizesse o mínimo de desagrado ao marido, podia ser mandada embora, isto é, repudiada. O sentimento de uma mulher, que é algo que os maridos precisam descobrir, por ser o que de mais belo existe na criação de DEUS, não valia nada naqueles tempos. Muitos daqueles homens sequer faziam idéia que o ponto forte de uma mulher não é a sua configuração física, mas sim, os seus sentimentos. A combinação dos dois é a obra prima do Criador. O amor entre um casal encontra-se no sentimento que um tem pelo outros. Um homem precisa saber cultivar o sentimento em sua esposa, e saber como isso pode deixá-lo feliz, e uma mulher precisa ser sensível para que seus sentimentos originais se expandam. A esposa sempre multiplica o que o marido promove nela, portanto, se ele a faz feliz, ela multiplicará a felicidade ao seu redor, e deixará o ambiente alegre e interessante. A esposa, para muitos, era um mero objeto de trabalho e de satisfações sensuais, quando necessários, mas isso o homem poderia procurar com outras mulheres, afinal, o sentimento de sua esposa não lhe valia nada mesmo! Pode-se dizer que numa sociedade assim, nem os homens sabem o que é ser feliz, pois a felicidade simplesmente não tem condições de se manifestar. A felicidade só pode ser máxima aqui na terra quando, no casamento, os dois a constroem um para o outro, e enquanto solteiros, se empenhem para fazer outros felizes. Assim como um solteiro deve se interessar para fazer os outros felizes, os casados devem fazer cada um o outro feliz, e juntos, devem fazer para que os outros sejam felizes. Ao menos essa é a lógica do mandamento do amor, servir, e não ser servido. Aprendemos isto de JESUS, que veio para cumprir a Lei, não para a abolir. Se um homem poderia ter quantas mulheres quisesse, uma mulher não poderia ter dois ou mais maridos. Salomão, por exemplo, teve mil ao todo, para arredondar a conta. Até os patriarcas, com exceção de Isaque, tiveram mais de uma mulher, o que resultou em graves problemas, pois estava fora do plano de DEUS. Mas, enfim, era a tal da cultura da época. Cuidado com a cultura, ela serve de desculpa para se cometerem erros que mais tarde resultarão e arrependimento e dor, como foi a despedida dramática de Ismael (hoje os palestinos ainda indignados contra os judeus). Na sinagoga, as mulheres sentavam num lugar separado, inferior. E podiam estar ali centenas de mulheres, enquanto não aparecessem ao menos dez homens, a cerimônia não se iniciava. Uma mulher não podia ser testemunha num tribunal (veja só!). Não podia pedir divórcio. Se tivesse mesmo que sair de casa, precisava usar um véu na cabeça. Ninguém devia conversar em público com uma mulher casada, nem mesmo cumprimentá-la. Mas no interior do país, a situação não era tão dramática. Havia mais liberdade, mais tolerância e mais participação. Os mais pobres tinham o seu jeito próprio de ver e fazer as coisas, e nesse aspecto, viviam melhor. Uma das razões porque JESUS nasceu entre os pobres. E como JESUS se relacionava com as mulheres? Bem diferente do que a cultura da época exigia! Ele as tratava como iguais aos homens, com a mesma deferência e respeito. Maria Madalena, Joana, Susana, eram algumas das mulheres que estavam sempre junto com JESUS. Havia outras, várias outras, escreve o evangelista Lucas. E quando Jesus foi pregado na cruz, lá estavam elas, as mulheres, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, Salomé e muitas outras mulheres, escreve Marcos. JESUS ensinava tanto as mulheres quanto os homens. E na sociedade judaica às meninas era proibido irem a escola, só os meninos podiam ser educados formalmente. Meninas tinham que aprender a fazer cosias de mulher. JESUS conversava com as mulheres onde as encontrasse e as ensinava do mesmo modo como aos homens. Assim foi o caso da prostituta arrependida, o caso as samaritana no poço de Jacó. Não é por menos que as mulheres se ligaram fortemente a JESUS. Ele era diferente. Um episódio revela como até os apóstolos deveriam aprender que as mulheres não eram inferiores. Logo após a ressurreição de JESUS, um anjo havia falado a Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago, que JESUS não estava mais ali, mas que já havia ressuscitado. Elas lembraram das palavras de JESUS que Ele ressuscitaria, e correndo, foram contar aos discípulos. E os apóstolos creram nelas? Não, pois quem falava eram apenas mulheres. Depois que souberam que realmente Ele estava vivo, então, e só então se alegraram. Porém, as mulheres, se alegraram primeiro, porque acreditaram primeiro, e porque creram, anunciaram primeiro. O episódio mais interessante ocorrido com JESUS em relação às mulheres, aconteceu quando uma ex. prostituta foi lavar os pés d’Ele, e Ele permitiu! Um murmúrio se formou pois estava ali acontecendo um escândalo, segundo as tradições da cultura judaica. Mas JESUS disse que a quem muito se perdoa, esse muito ama, e a quem pouco se perdoa, esse pouco ama. O perdão esta ligado ao amor de quem se perdoa! Aqui está o ensinamento fundamental: as mulheres, perante o Criador e Salvador tem o mesmo status de importância quanto os homens.
Os samaritanos e os judeus se detestavam mutuamente. Os judeus eram um povo, mas os samaritanos não. Estes foram formados de uma mistura de vários povos e línguas diferentes, inclusive de alguns israelitas que ficaram no lugar para onde esses povos foram levados: as ex. terras de Israel. No tempo da supremacia da Assíria, que eliminou o Reino de Israel, que ficava ao norte de Judá, os moradores israelitas, em sua maioria, ou foram mortos, ou deportados para a Assíria, de onde nunca mais retornaram. O rei da Assíria, para repovoar as terras antes ocupadas pelos israelitas, e para tornar definitiva a saída deles, tratou de levar para lá famílias de outros lugares. Ele levou para as terras de Israel gente da Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e de Sefarvaim. Eram todos pagãos. Assim se formou uma mistura de povos e mais os israelitas que ali ficaram formaram os samaritanos. O rei entendeu que agora eles deveriam adorar conforme era antes o modo de adoração dos israelitas. Acontece que os pagãos adoram assim mesmo, os deuses de cada região, ou seja, pagão vem de adoração dos deuses do pago, isto é, da região. Logo, esse misto de povos deveria ser ensinado a adorar como adoravam os anteriores habitantes. Eles aprenderam sobre a adoração ao DEUS de Israel, porém, nunca deixaram de adorar também os seus respectivos deuses. Ou seja, em realidade eles foram mal convertidos. Foi designado para ensinar esses povos todos apenas uma única pessoa. Ao longo dos anos, e dos séculos, foi-se desenvolvendo uma antipatia entre os judeus e esses povos, que se tornaram nos samaritanos. Acontece que os samaritanos nem eram um povo puro, coisa que os judeus valorizavam muito. Os samaritanos não tinham origem numa família, mas eram fruto de uma mistura forçada e engendrada por outro rei, também pagão. E ocupavam um lugar dos anteriores irmãos dos judeus, que eram os israelitas. E ainda por cima, adoravam de um modo estranho, um pouco para o DEUS dos judeus, e outro pouco para seus próprios deuses. Isso era algo que os judeus não admitiam. Era, por assim dizer, uma adoração prostituída, misturada, como a maior parte do cristianismo faz hoje: pregam que JESUS morreu na cruz pelos nossos pecados, pois o salário do pecado é a morte, mas pregam também que a alma é imortal. Contradição esquisita! Já antes da destruição do reino israelita, não havia boa relação destes com os judeus. Disputavam terras, poder político e formas de adoração. Um reino queria impor-se sobre o outro, com raras ocasiões de alianças. Israel tinha uma inclinação maior para o pecado que o os judeus. Aliás, em Israel a história bíblica não registra um rei que fosse temente a DEUS. A Enciclopédia Wikipédia diz que “Em 722 a.C., os Assírios conquistaram o reino de Israel, que transformaram numa província do seu império. O reino de Judá aceitou submeter-se à soberania dos Assírios como estado vassalo, tendo por isso sobrevivido mais algum tempo. Restabeleceu a sua independência durante o reinado de Josias, tendo sido destruído pelos Babilónios e a sua população deportada em 586-587 a.C.” Conforme a enciclopédia Wikipédia, “A religião dos Samaritanos baseia-se no Pentateuco, tal como o judaísmo. Contudo, ao contrário deste, o samaritanismo rejeita a importância religiosa de Jerusalém. Os samaritanos não possuem rabinos e não aceitam o Talmud dos judeus ortodoxos. “Os samaritanos não se consideram judeus, mas descendentes dos antigos habitantes do antigo reino de Israel (ou reino da Samaria). Os judeus ortodoxos consideram-nos por sua vez descendentes de populações estrangeiras, que adoptaram uma versão adulterada da religião hebraica; como tal, recusam-se a reconhecê-los como judeus ou até mesmo como descendentes dos antigos israelitas. O Estado de Israel reconhece-os como judeus. “Hoje há cerca de 700 samaritanos. Seu idioma de uso comum é o hebraico moderno e o árabe palestino, enquanto para atos litúrgicos utilizam o hebraico samaritano.” Eles vivem no monte Herizim e em Holon. “Os Samaritanos mantiveram uma população relativamente numerosa no norte da Palestina: estima-se o seu número em várias centenas de milhares até ao século VI; alguns autores apontam um valor de 1,2 milhões nos séculos IV e V. No entanto, nunca foram um povo independente, tendo passado pelo controlo dos impérios que sucederam ao império assírio.” Uma outra questão de divisão entre os samaritanos e os judeus era a arca do concerto. Ela estava com os judeus, e estes se sentiam assim superiores, orgulhosos, tornando os samaritanos inferiores. Atitudes assim são uma tragédia e sempre resultam em aproblemas. Essa questão já fora causa de problemas gravez entere judeus e israelitas. Mas JESUS foi diferente com os samaritanos. Ele quebrou numa só vez o tabú de um homem não poder falar com uma mulher em público e ainda mais, sendo samaritana. Até os seus discípulos se admiraram ao verem Ele falando com a samaritana, junto ao poço de Jacó. Isto estudaremos melhor na parte de terça-feira.
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O que JESUS levou mais de três anos tentando explicar a seu povo, para a mulher samaritana levou apenas minutos. Analise bem essa seqüência, que está em João 4. ► JESUS chega ao poço de Jacó, e lá também chega uma mulher samaritana, vindo da cidade, para buscar água; ► a mulher por certo já viera buscar água centenas de vezes, era apenas mais um dia em sua rotina; ► JESUS pede a ela água para beber; ► ela se admira como sendo ele um judeu, fala com uma mulher samaritana; ► JESUS não considerou o que ela disse, e foi direcionando a conversa para o ponto que Ele queria, dizendo que Ele tinha água que, bebendo-a, não se tem mais sede; ► ela entende que seria uma água para matar a sede física, e pede então a tal água, para não ter mais necessidade de buscá-la todos os dias; ► JESUs mais uma vez desconsidera o que ela falou, e pede que vá a cidade chamar seu marido (Ele quer revelar a ela algo muito importante, para salvar a vida dela e de muitos daquela cidade); ► ela diz que não tem marido; ► JESUS revela que conhece a sua vida, embora nunca tenham se visto, e ela percebe que se trata de um profeta (a primeira revelação importante); ► então ela quer falar mais, e diz que os pais dela adoravam naquele monte (Gerizim, onde até hoje moram os samaritanos) mas que os judeus dizem que é em Jerusalém que se deve adorar (nisso ela revela humildade e sinceridade, em busca da verdadeira adoração); ► JESUS explica sobre a verdadeira adoração, que é em Espírito e em verdade (segunda revelação importante); ► a mulher, já bem interessada em saber mais, refere-se a vinda do Messias; ► JESUS lhe diz que O Messias já veio, e era Ele mesmo (terceira revelação, a mais importante); ► nisso ela deixa o seu cântaro, e foi chamar os habitantes da cidade; ► eles vieram até JESUS e muitos samaritanos creram em JESUS. Que interessante, em menos de um dia, os samaritanos aceitaram aquilo que os líderes judeus nem naquele tempo, e muitos, até hoje, não ainda aceitam. Por outro lado, é importante que se destaque o verso 22 de João 4: “a salvação vem dos judeus”, que os samaritanos humildemente aceitaram. Ele, JESUS, era judeu, e veio para salvar o mundo todo. Entre os samaritanos, uma mulher sincera, fez a diferença. Assim como entre os apóstolos, após a ressurreição, algumas mulheres fizeram a diferença, porém, eles resistiram a crer.
Vamos entender a participação das mulheres no início da igreja. O que faziam os homens, e o que faziam as mulheres? Temos a considerar que naquela sociedade era muito difícil às mulheres realizarem determinadas atividades, que hoje lhes é normal. Por exemplo, para uma mulher viajar de um lugar para outro, só mesmo acompanhada de um homem. As viagens eram a pé, ou sobre animais, ou em carruagens puxadas por animais. O deslocamento era lento e perigoso. Essas condições não permitiam grande liberdade às mulheres, pois se os homens eram frequentemente assaltados, imagina o que fariam com elas. Aliás, hoje não é muito diferente, mas ao menos de automóvel a sensação de segurança é maior. Outra coisa, havia o forte preconceito por causa da sociedade machista, embora muitos maridos não o fossem. Logo, as condições para as mulheres participarem mais ativamente na igreja eram bem restritas. Certamente hoje as mulheres participam e contribuem muito mais que naqueles tempos. E para o final da pregação, elas serão ainda mais importantes, como veremos. Mas o que vemos acontecer naqueles tempos antigos? Tudo o que elas podiam fazer, faziam. Por exemplo, quando Paulo pregava em Filipos, parece que ali os ouvintes eram, pelo menos, na maioria, mulheres, conforme Atos 16:13. E uma delas, Lídia, era do comércio, e ouviu Paulo e se converteu, ela e a sua casa. Lídia constrangeu Paulo que se hospedasse em sua casa, assim contribuindo com a pregação. O que ela pôde fazer, isso ela fez. O relato é bem sucinto, mas cremos que ela tenha feito até mais que isso. Depois, Paulo se hospedou na casa de Átila e Priscila, ele também construtor de tendas. Podemos ter certeza que a igreja, naqueles tempos, girava muito em torno das mulheres. Os núcleos iniciais eram como hoje são os pequenos grupos. E nessas condições, as mulheres são fundamentais, principalmente naqueles tempos. As primeiras reuniões e os estudos ocorriam na casa de alguma pessoa, que cedia seu lar para esse fim. A recepção e as principais providências eram sempre iniciativa das mulheres. As mulheres tem o dom natural da recepção, fazem isso com uma delicadeza impressionante. É elas tem esse dom de sempre buscar receber bem as pessoas, fazer mais que o necessário. Elas gostam de se superar. Esse aspecto particular, pouco lembrado, foi decisivo para que a igreja se expandisse pelo mundo. Nos dias finais, tudo vai ser reprisado outra vez. Mais uma vez as mulheres terão um papel fundamental, além dos que elas já realizam. É a recepção, em seus lares, das pessoas para os devidos estudos. Isso será decisivo logo após o decreto dominical, quando as igrejas forem fechadas. Nesse tempo, que está bem próximo, as condições da igreja retornarão às suas origens, o trabalho de casa em casa, a importância dos lares para os ensinamentos. Para a conclusão dessa gigantesca obra, as mulheres deverão exercer um papel vital, entre muitos outros, como foi no início, logo após a partida de JESUS. Portanto, mulheres, estejam atentas, é com vocês!
O nome Febe significa ‘radiante’, ‘brilhante’. Ela servia, ou seja, era diaconisa, na igreja de Cencreia, um porto a este de Corinto, no Golfo Sarónico, a cerca de 7 km da cidade. Era uma cidade de tamanho razoável e que possuía vários templos e banhos públicos. Febe é apresentada por Paulo como quem ajudou a muitos. Naquela cidade havia muitos estrangeiros, que frequentemente se viam em apuros. É bem possível, segundo alguns autores, que Febe os ajudasse em determinados desembaraços jurídicos e/ou na necessidade de sustento. Ela dirigiu-se a Roma, e foi solicitado aos romanos que a ajudassem. Como Febe ajudava a outros, parece evidente que essa ajuda solicitada por Paulo a ela não seria em relação a sustento, mas sim, de estadia e apoio logístico e jurídico. É possível que ela estivesse indo a Roma para tratar de questões relacionadas às pessoas das quais cuidava. Assim pensam alguns autores consultados. Esse tipo de intercessão era bem comum na época. Outra mulher de destaque foi Tabita, ou seja, Dorcas. Ela também se notabilizou pela proteção de outros, especialmente dos pobres. Bem pouco se encontra na Bíblia sobre o trabalho das mulheres. Ou elas fizeram pouco, ou o que fizeram, não foi registrado. Creio na segunda hipótese. E há algo importante que precisa ser destacado. O pouco que temos de relatos sobre a ação das mulheres é significativo quanto a importância delas na pregação do evangelho. Associemos essa questão da importância delas com o modo como JESUS tratou das mulheres. Ele não as distinguiu como tendo um papel secundário. Pelo contrário, ele as promoveu. Não podemos esquecer que Ellen G. White foi uma profetiza, cujos escritos, embora sejam caminho para a compreensão da Bíblia, foram em maior quantidade de páginas que todos os profetas anteriores juntos. E tratam de uma ampla variedade de assuntos que é de impressionar. Eles formam o embasamento para as ações da igreja no tempo final da história, a pior fase do povo de DEUS em todos os tempos. Com base nesses escritos, estamos seguros, sabemos o que será no futuro e como nos posicionar. Pois bem, que DEUS tenha em alta conta as mulheres, disto não restam dúvidas. Outra coisa que não se pode duvidar é que uma mulher, junto com seu marido, forma uma só carne. É importante se entender o significado dessa expressão “uma só carne” no âmbito da igreja. Ela vale para os pastores, para os anciãos, para os diáconos, enfim, para todos os líderes na igreja. Uma vez casados, os dois não podem mais pensar sozinhos. Cada um deve saber que seu cérebro, sua mente, agora forma um todo com o cérebro e mente de seu cônjuge. Elas precisam trazer mais para dentro da igreja a sua sabedoria nas decisões que hoje se tomam, seja nos diálogos no recinto do lar, seja nas reuniões administrativas da igreja. A sabedoria masculina e feminina são complementares, e precisam atuar em conjunto, desde o lar, e em todas as instâncias superiores. Isso é vital para esses dias derradeiros. Hoje, nesses últimos dias de perplexidade, devemos obter conselho de sabedoria, fazendo reuniões. O início desse processo de obtenção de sabedoria são as reuniões mais íntimas entre esposa e marido, para analisar os problemas com oração. Esse, creio, é hoje o principal papel das mulheres, fazer parte da busca de soluções para situações complexas. A inteligência feminina é diferente da dos homens, nem superior, nem inferior, mas elas tem uma capacidade impressionante quando se trata de questões relacionadas com seres humanos e problemas que daí aparecem. E a terminação da obra é relacionamento humano, e disso as mulheres entendem muito bem. Outra coisa, as mulheres precisam ser valorizadas na igreja. Isso já está acontecendo, e é algo muito bom, importante para o tempo final. Temos até o ministério da mulher, algo fantástico. Elas estão cada vez mais envolvidas também no ensino, na participação dos colegiados de decisão das igrejas, nas séries de conferência, enfim, em todas as instâncias. A análise que se deve fazer aqui é a seguinte: se no começo a igreja de CRISTO foi vencedora com pouca participação das mulheres, pelas razões que já conhecemos, mais ainda a igreja será vencedora agora no final, em que elas já tem assegurado amplo espaço de atuação, ao lado dos homens, como DEUS desde o princípio estabeleceu. Esse é um grande sinal de que a nossa igreja está no rumo certo, e está sendo guiada por um poder superior.
Assim será no final, como foi com a mulher samaritana. Os adoradores de DEUS ainda em Babilônia, como a samaritana ainda em Samaria, sabem que existe uma verdadeira adoração. No fundo, para uns em maior intensidade, para outros em menor intensidade, sentem, no íntimo, que algo parece não estar muito certo com sua adoração. Mas não sabem para onde ir. Com o passar dos dias, essa sensação aumenta. O ESPÍRITO SANTO está em ação nos corações deles. Enquanto isso, no mundo inteiro as condições de vida pioram. A economia vai se tornando cada vez mais complexa e muitos perdem emprego, empresas se endividam e outras fecham as portas. Do outro lado, os negócios ilícitos e as grandes corporações faturam cada vez mais. São esses que promovem a aliança com os três grandes poderes da Terra (Apoc. 16:13 e 14) para dominá-la economicamente. Enquanto isso, uma pequena igreja, cujo total de membros está em torno de 0,2% da população do mundo, prega com um vigor impressionante e cada vez mais poderoso, uma maneira de adoração diferente que todas as demais igrejas unidas pelo movimento Ecumênico e pelo Diálogo Inter-religioso. Três forças, então, estarão em ação: por um lado, as grandes corporações desejam transformar o planeta todo num grande mercado para eles (Globalização), e assim ganharem cada vez mais dinheiro. Por outro lado, grandes líderes religiosos desejam exercer poder sobre a população da Terra, e se aliaram com o demônio que tem semelhante desejo, afinal, ele quer ser adorado. Este age com sinais e maravilhas para convencer o mundo, e os presidentes de corporações que controlam a política do planeta a apoiarem o seu poder. Tanto esses líderes religiosos quanto os donos das corporações sabem a quem estão se vinculados, que é o demônio. Mas não se importam, querem poder e dinheiro, querem dominar o mundo todo, sem exceção de nenhuma pessoa. E há uma terceira força em ação. É uma pequena igreja que está se movendo no sentido contrário de todo mundo. É pequena, mas se faz ouvir por todos os habitantes da Terra, tamanho o poder de sua pregação. Parece um anjo voando pelo Céu a clamar em alta voz para que todos ouçam. Então, o poderoso movimento, para fazer calar a voz do poder desta comunidade de adoradores, emite um decreto que se origina exatamente da intenção dos dois poderes já em ação. Como eles desejam dominar o mundo por meio de seus negócios, o que fazem com essa pequena igreja é exatamente o contrário, a excluem de poder negociar, portanto, de sobreviver, pois nesses dias, ou se está fortemente ligado aos negócios, ou não se poderá sobreviver, por absoluta falta de recursos. Logo estará sem mantimentos e se endividando. Esse é o decreto dominical. E o que isso tudo tem a ver com os estudos de nossa lição? É que nesse tempo as mulheres terão um papel vital. Tal como a samaritana, que por alguns momentos ouviu JESUS, já confiou n’Ele, e no outro momento já se tornara uma missionária. E pouco depois, lá estavam os habitantes da cidade ouvindo JESUS. E naquele mesmo dia essas pessoas se decidiram, ou mudar sua forma de adoração, ou permanecer. Mas agora estavam conscientes de suas decisões. Assim, em menos de um dia, o evangelho foi pregado àquela cidade samaritana. Da mesma forma será nos tempos do decreto dominical. Os adoradores de DEUS, que ainda estejam em babilônia sentirão que é hora de sair. Eles ouvirão o convite do alto clamor. Encontrando um pregador, o ouvirão com sede de saber. E num só dia, tomarão sua decisão sincera, e nunca mais voltarão à sua antiga situação. E naquele mesmo dia, já irão buscar outros para ouvir o que tem a dizer os pregadores da verdadeira adoração. Tais eventos não acontecerão mais dentro das igrejas, mas junto a poços, ou seja, em qualquer lugar da rua ou nas residências de pessoas. Então, em pouco tempo, digamos não muitos dias, todas as pessoas do mundo terão ouvido sobre a verdadeira adoração e tomado a sua decisão consciente, ou aceitaram, ou rejeitaram a salvação. Quando o último habitante da Terra tiver tomado essa decisão, então se iniciam as pragas, e logo mais, JESUS retorna.
escrito entre: 24/07/2008 a 01/08/008 - corrigido em 01/08/2008
Declaração do professor Sikberto R. Marks O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.
FONTE: www.cristovoltara.com.br Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! LIÇÃO 10 – Mulheres em missão - Comentário Casa Publicadora BrasileiraEste Comentário (completo) também é oferecido com uma formatação mais adequada para imprimir. Use seu processador de textos (de preferência MS/Word). Para leitura em Palm, você tem duas opções: o arquivo doc (padrão) lido pela maioria dos programas de leitura para Palm, e o arquivo em formato iSilo, que mantém as formatações do texto original. Download do programa Acrobat Reader Arquivo para Palm, formato doc Arquivo para Palm, formato iSilo
ESTAMOS AGUARDANDO A PUBLICAÇÃO DO COMENTÁRIO DA LIÇÃO 10
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Uma coluna da missão: O apóstolo Pedro
“...A Pedra de esquina do edifício é o Próprio Jesus Cristo, disse Paulo em Ef. 20:20; Bíblia Viva; e, o próprio apóstolo Pedro, em At. 4:11, declarou que Ele, Jesus Cristo, é a Pedra e, que nenhum outro nome foi dado entre os humanos neste aspecto. Ver o verso 12 e, Paulo disse mais: “”Ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o Qual é Jesus Cristo.” I Cor. 3:11. Diz a igreja que Cristo é a Pedra invisivel sobre a Qual a igreja está edificada, e, que Pedro é a pedra visível sobre a qual esta igreja está fundamentada ou edificada, mas, o colégio apostólico não reconhece uma Pedra visível além da Pedra invisível, este colégio reconhece, isso sim, pedras visíveis, notem bem, “pedras,” no plural, e, não uma pedra, no singular, edificadas sobre a Pedra invisível, ou, a Rocha Eterna dos Séculos e, Pedro foi apenas uma destas pedras no mesmo nível de Tiago, João e todos os demais membros da igreja. Ver Gl. 2:11 e I Pd. 2:4-5; Pedro, portanto era uma coluna e não A Coluna, esta é exclusivamente Jesus Cristo, repetimos, juntamente com Pedro e Paulo: “Ele é a Pedra e ninguém pode por outro fundamento.” Quando Pedro afirma categoricamente, que nenhum outro nome foi dado entre os homens pelo Qual devemos ser salvos, está se incluindo nesta perspectiva. Não existe nenhum vestígio na igreja apostólica primitiva sobre a jurisdição de Pedro como a pedra fundamental visível da igreja, isso é invencionice romana e, muito menos, que este encargo tenha sido transferido de Pedro para seus sucessores, este dogma faz parte de um “outro” evangelho amaldiçoado pelo colégio apostólico primitivo e original. Ver Gl. 1:8-9. Não existe nenhum vestígio, no apostolado de Pedro, que o mostre sendo conduzido em andores e sendo carregado por seus confrades em seus ombros e, o único trono o qual Pedro ocupou, foi uma cruz de cabeça para baixo, no final de sua vida. Infalibilidade Ex-cathedra ( Ekç-cátedra [Lat.] , Pedro nunca possuiu, ele nunca ostentou nenhum título doutoral ou coisa parecida, pelo contrário, ele mesmo se colocou no mesmo nível de todos os demais presbíteros, veja as suas palavras: “Aos presbíteros que estão entre vos, admoesto eu, que sou, também, presbítero com eles..., Etc. Ver I Pd. 5:1, e, nos versos seguintes, ele se coloca em pé de igualdade, como apascentador do rebanho de Deus; veja o verso 2, e, no verso 3, ele condena o espírito de superioridade e governo espiritual dos presbíteros, mas, admoesta que estes sejam o exemplo para o rebanho. O “primado” de Pedro, portanto, não existiu como uma hierarquia superior de governo na igreja, mas apenas como um líder e servo de todos, conforme orientação de Jesus Cristo, O Verdadeiro e Único Cabeça da igreja. Veja Mt. 20:25-28; partindo deste contexto, não faz nenhum sentido atribuir a Pedro o título de sua santidade o Papa e chefe da igreja de Cristo e infalível em seus pronunciamentos Ex-cáthedra como doutor em matéria de fé e crença. Se Pedro ressuscitasse hoje e, visse toda aquela pompa, glória, trono e autoridade papal e ouvisse que esta situação é referente a uma sucessão sua como chefe da igreja, seria acometido de um colapso cardíaco e, quando viesse ao conhecimento das façanhas criminosas dos governos dos papas através da sua história no passado negro da igreja, acho que seria tentado até mesmo a duvidar da justiça de Deus.
Verso para memorizar: É a convivência íntima e permanente com Cristo que faz de homens iletrados, incultos e tímidos, em sábios para a salvação ( II Tim. 3:15 ) e intrépidos em testemunhar o Evangelho Eterno, o mundo verá, refletida em nós, a imagem de Jesus Cristo, cada servo de Deus aparecerá no mundo como um sermão vivo ambulante jogando luz como os brilhantes jogam todas as cores do Universo. Amém!
Parte de domingo. A comissão de Pedro: um olhar mais próximo. Note o seguinte: Se Pedro estivesse pessoalmente entre nós e os grandes teólogos e PhDs modernos e antigos doutores da lei, também estivessem ao nosso alcance, a qual deles seria mais seguro consultá-lo sobre uma definição sobre a Pedra mencionada em Mt. 16:18 ? Visto como a entrevista mencionada neste texto, foi mais particularmente, entre Cristo e Pedro, a definição mais segura seria e é a do próprio Pedro, e, foi este mesmo Pedro que deixou definida esta questão afirmando categoricamente dizendo: “Ele é a Pedra.”At. 4:11; isto é o mesmo que dizer: “Ele é a Pedra, não eu; e, sobre o remendo da igreja, afirmando que Cristo é a Pedra Invisível e Pedro a pedra visível, Pedro, ao afirmar, neste texto, que Cristo é a Pedra e não ele, não reconhece nem um til ou um jota desta intermediação interpretação sobre visibilidade e invisibilidade desta teoria sobre a pretensa pedra visível como sendo Pedro quando afirmou no verso 12 deste capítulo, que nenhum outro nome foi dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos; se Pedro fosse a pedra fundamental visível da igreja mencionada por Cristo em Mt. 16:18, certamente que seria, também, um co-salvador juntamente com Cristo, desta igreja, porque é a Pedra fundamental ou Alicerce de um edifício, que mantém este mesmo edifício e, manter a igreja como sendo o seu fundamento, significa salvação. Perg. 01 – Já respondida na introdução acima.
Parte de segunda feira. A sombra de Pedro.
As sombras que tem ensombrado a igreja durante séculos, são: As sombras dos crucifixos; a sombra da virgem Maria e dos santos e, particularmente, a sombra dos pretensos sucessores do apóstolo Pedro. As sombras dos crucifixos proliferaram quando a igreja eclipsou a doutrina bíblica do Santuário Celestial, substituindo-o pelo santuário do Vaticano em Roma e não no terceiro Céu; falou-se tanto na sombra da Cruz literal de Cristo, sem admitir a existência do Santuário Celestial, onde Cristo passou a exercer o Seu ministério Sacerdotal, que encheram o mundo de cruzes. CRUZES! Esta foi e ainda está sendo, as sombras das cruzes ou crucifixos.
Conversão e transformação de Pedro só no Pentecostes? Depois do Pentecostes, ou, antes do Pentecostes? O arrependimento e conversão de Pedro ocorreu quando o Poder do amoroso olhar de Cristo incidiu sobre ele, no mesmo instante em que ele tinha acabado de praguejar e negar a Cristo xingando-o com palavrões ( Lc. 22:61 ), portanto, bem antes do Pentecostes. Os motivos e fatores que contribuíram para que Pedro chegasse a este ponto de negar o Seu Mestre, foram: Negligência a oração particular com Jesus, e, o ter seguido a Cristo de longe em situação de crise, isto é, nas senas finais da vida de Cristo. É importante notar que Pedro seguia a Cristo de longe, mas seguia, o que não aconteceu com Judas que não seguia mais de nenhuma forma, a Cristo e além disso, saiu e foi se enforcar e, neste particular temos uma lição a aprender: Mesmo que estejamos tropeçando, caindo e negando a Cristo de várias formas, precisamos ficar dentro da igreja lutando e ao alcance dos olhos amorosos de Cristo; mesmo que um membro seja disciplinado e desligado do livro da igreja por motivos justos, ele precisa continuar a freqüentar esta igreja para que o olhar de Cristo lhe conceda o dom do arrependimento e se converta, os fracassos e pecados cometidos no campo de luta e em ambiente do Comandante em chefe deste exército, é uma coisa, e, estes mesmos fracassos e pecados cometidos fora deste exército, faz com que o fracassado não tenha chance de retorno porque não irá longe e ele vai sair para um enforcamento espiritual sem retorno. Pedro não se colocou além do alcance do olhar de Cristo como Judas que saiu e foi se enforcar, se tivesse esperado, como Pedro, mesmo seguindo a Cristo de longe, mas, permanecido dentro dos limites do alcance do olhar de Cristo, mesmo depois de tão grave pecado, este olhar de Cristo o teria trazido ao arrependimento e conversão e, ele teria tido outro destino, afinal de contas, o pecado de Pedro foi muito mais grave do que o de Judas, Pedro traiu a Cristo com xingamentos e palavrões praguejando-O e amaldiçoando-O. Muitos fazem o mesmo que Judas hoje, negam a Cristo com seus pecados públicos e saem da igreja e se associam com os escarnecedores em uma distancia tal que se excluem da possibilidade de alcance do olhar de Cristo e se enforcam espiritualmente falando. Na realidade e segundo as evidências apresentadas nos Evangelhos, os homens chamados por Cristo para o ministério apostólico, já eram crentes na Palavra de Deus ministradas pelos Seus profetas, veja estas evidências em João 1:41-45, isto significa que Pedro, ao ser chamado, já era um crente em Deus e Sua Palavra, significa, também, que, pelo menos parcialmente, já era convertido e, ao ser chamado para o ministério, ele iniciou-se em um aprendizado mais acurado como discípulo do Mestre dos mestres e lapidado por Ele para uma conversão e um arrependimento integral, e, isso ocorreu logo e de imediato, quando Cristo o olhou amorosamente por ocasião da sua queda vergonhosa e blasfema, esta queda não fez parte dos planos de Cristo no processo do aprendizado de Pedro, ele poderia ter se arrependido e se convertido genuinamente, sem passar por esta experiência, mas, por não ter vigiado e orado, segundo a orientação do Mestre, fracassou tão fragorosamente, e, Cristo entrou em cena em sua vida, transformando aquela maldição e aquele fracasso em uma grande bênção e em um fator de sucesso em Seu ministério na Sua igreja. Até aqui temos as seguintes etapas na trajetória da vida espiritual de Pedro: 1 – Antes do seu chamado para o ministério ele já tinha sido chamado pelo Espírito Santo para ser um crente praticante da Palavra de Deus. 2 – Foi chamado por Cristo para um aprendizado ministerial apostólico e para um arrependimento e conversão genuíno integral e profundos. 3 – Como resultados destes processos, ocorreu um reavivamento em sua vida que resultaria em uma reforma completa, e, isso não ocorreu no pentecostes, mas antes deste evento. Veja DTN 791:2 e 3. 4 – Foi ou foram revestidos da plenitude do Espírito Santo para testemunharem com grande poder do Evangelho Eterno, do Messias encarnado, morto, ressuscitado, assunto ao Céu e como nosso Sumo Sacerdote no Santuário Celestial, assim como, Ele voltando nas nuvens dos Céus. Portanto, o que ocorreu no Pentecostes, foi o recebimento do poder para testemunhar oralmente e não propriamente, uma mudança de comportamento ético, moral e conversão, isso ocorreu antes, como vimos acima. Que ninguém se iluda pensando que haverá uma mudança em suas vidas por ocasião da chuva Serôdia, esta mudança precisa acontecer agora para que possamos receber a plenitude do Espírito Santo, por ocasião da plenitude do Espírito, será muito tarde para mudar de vida. Veja sobre isso em Prim.Esc. 70:3 e pág. 71. Perg. 02 – A filosofia de vida do novo Pedro agora, não era mais na base do eu faço, eu vou, eu fiz, eu farei, etc. mas, o que o Deus de Abraão pode fazer, o que o poder do nome de Jesus pode fazer, o poder da Graça, etc. Agora o novo Pedro não era mais o centro em sua vida, mas sim a Pessoa do Redentor do mundo, Ele é a Pedra e nenhum outro, dizia ele agora. At. 4:11. Perg. 03 – Não era a sombra de Pedro que curava, mas sim a Luz do mundo que o acompanhava; era a crendice popular que via virtude na sombra de Pedro, é a sombra de Cruz de Cristo e não a sombra de Pedro, que possui virtudes, e, mesmo esta sombra em si mesma, não possui virtude plena se não focalizar e não nos conduzir a Luz do mundo que se encontra no interior do véu no Santuário Celestial; precisamos passar por esta sombra para chegarmos ao Santuário Celestial, mas não devemos permanecer nesta sombra da Cruz, porque Cristo não se encontra mais nesta Cruz, mas sim, no Santuário; permanecer, portanto, na sombra de Pedro, nem em pensamento, Cornélio, momentaneamente, fez isso, e foi repreendido por Pedro; muitos Cornélios hoje, estão vivendo à sombra de Pedro, outros chegaram até a sombra da Cruz de Cristo e ficaram ou permaneceram nesta sombra sem entrarem no Santuário Celestial e, conseqüentemente, vivem uma vida “cristã” ensombrada e isolados do mundo em um fanatismo de clausura em uma espiritualidade de ermitões espirituais que mais parecem homens das cavernas do que outra coisa; precisam sair destas sombras, destas cavernas e desta vida de ermitões e, se colocarem à Luz desta Cruz que focaliza o Cristo vivo ( não crucificado e, muitos menos em crucifixos ) no Santuário Celestial. Amém!
Que possamos dar mais valor a igreja organizada de Cristo, considerando-a como o Seu corpo místico e fazendo parte dela como Este Corpo, tendo uma visão cada vez mais ampla dos nossos deveres como missionário de Cristo e membros regulares deste Seu Corpo, crescendo cada dia na Graça até a estatura completa de Cristo. Amém!
Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal. E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987. Estado de S. Paulo.Brasil. Classe Universitários FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment9.htm
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DTA Adams Roberto Santos Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! MEDITAÇÕES MATINAIS - Casa Publicadora BrasileiraA Arca da Aliança Façam também uma arca de madeira de acácia. A arca deverá medir 1,20 m de comprimento, 0,75 m de largura, e 0,75 m de altura. Êxodo 25:10, BV Observe comigo a principal maravilha do tabernáculo: a arca da aliança. Ela era a jóia mais preciosa e sagrada do edifício santo. Por quê? Porque no Céu é que foi traçado seu desenho original. Ainda hoje, ela pode ser vista, na habitação de Deus, pelos olhos da fé. O apóstolo João a viu e ficou extasiado. Ele registrou sua visão: “Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no Céu, e foi vista a arca da aliança no Seu santuário” (Ap 11:19). A arca era uma caixa de madeira de acácia revestida de ouro por dentro e por fora. Os cofres geralmente são destinados a guardar tesouros valiosos. Com efeito, ela “fora feita para ser o receptáculo das tábuas de pedra, sobre as quais o próprio Deus escrevera os Dez Mandamentos” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 348). A arca foi depositada no lugar mais sagrado do tabernáculo, o lugar santíssimo, “onde se centralizava o serviço simbólico da expiação e intercessão, e que formava o elo de ligação entre o Céu e a Terra” (ibid., p. 348). Voltaremos a esse assunto em outras meditações. Hoje, onde está a arca da aliança? Nos dias do rei Zedequias, enquanto Nabucodonosor levava os judeus para o exílio em Babilônia, alguns dos justos, entre os remanescentes em Jerusalém, resolveram colocar longe do alcance de mãos ímpias e de líderes depravados “a sagrada arca que continha as tábuas de pedra sobre as quais haviam sido traçados os preceitos do decálogo [...] Com lamento e tristeza esconderam a arca numa caverna, onde devia ficar oculta do povo de Israel e de Judá por causa dos seus pecados, não mais sendo-lhes restituída. Esta sagrada arca ainda está oculta. Jamais foi perturbada desde que foi escondida” (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 453). No entanto, a Lei de Deus em nossos dias não é menos sagrada do que quando estava dentro da arca da aliança, nos tempos do Antigo Testamento. Quem considera seus princípios normas ultrapassadas e “coisas do passado” ficarão confusos no dia do Juízo final, quando ela for confirmada como o padrão de julgamento da humanidade. Imagine a surpresa dos incrédulos que a desprezaram! Ainda há tempo para o ser humano se reconciliar com Deus por meio de Jesus. No dia do Juízo será tarde demais. REFLEXÃO: “Dentro da Arca você, Moisés, vai colocar o Testemunho – a prova da Minha presença e de que dei a Israel a Minha Lei” (Êx 25:16, BV). O Propiciatório [Bezalel] fez uma prancha de ouro puro, medindo 1,20 m de comprimento por 0,75 m de largura. É o propiciatório, ou seja, o assento da misericórdia, pelos pecados do povo. Êxodo 37:6, BV A cobertura ou a “tampa” da arca da aliança era denominada propiciatório, que significava lugar ou sede da reconciliação e da misericórdia de Deus. Era de puríssimo ouro e, em cada extremidade, havia um querubim, tudo formando uma só peça de ouro “batido”. Por sobre o propiciatório estava o shekinah, demonstração visível da presença de Deus entre Seu povo. Essa tampa protegia as duas tábuas de pedra da Lei de Deus no interior da arca. A Lei, dentro da arca, e o propiciatório, sobre a arca, representavam a justiça e a misericórdia, ambas unidas em favor da reconciliação do pecador com Deus. A lei de Deus, dentro da arca, tinha voz severa; sentenciava à morte o transgressor. Entretanto, “acima da lei estava o propiciatório, sobre o qual se revelava a presença de Deus, e do qual, em virtude da obra expiatória, se concedia o perdão ao pecador arrependido” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 349). Louvemos sempre a Jesus, porque Sua misericórdia pode anular a maldição que a lei pronuncia contra o pecador. O propiciatório aponta para o trono da graça no Céu, de onde Deus nos ouve, nos responde e abençoa. A arca da aliança tinha varais por meio dos quais os sacerdotes a conduziam. Esses varais não podiam ser retirados do seu lugar porque a arca devia sempre estar preparada para marchar. Ela era o centro constante das atenções do povo peregrino e ia sempre à frente do grande cortejo, transportada pelos sacerdotes, rumo à Canaã, que era a Terra Prometida. Não deixemos a arca falar em vão ao coração, durante a nossa jornada rumo à Canaã celestial. Vamos recebê-la e apreciá-la com todo amor, e as bênçãos de Obede-Edom (1Cr 13:14) enriquecerão nossa casa. Após a cansativa caminhada pelos desertos deste mundo, chegaremos às margens do Jordão desta vida. Cristo, o grande Sumo Sacerdote, à frente do Seu povo, abrirá caminho por entre as águas revoltas e nos fará atravessar o rio, conduzindo-nos ao País de eterna paz, o Lar dos salvos, a Canaã celestial. Você gostaria de passar por essa maravilhosa experiência? A resposta é sua! REFLEXÃO: “Para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (Hb 8:12). Os Dois Querubins Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que Eu te ordenar para os filhos de Israel. Êxodo 25:22 Tudo no tabernáculo era pleno de significado e apontava para o grande Plano da Redenção que seria consumado pelo “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, séculos mais tarde, sobre o Calvário. O propiciatório simbolizava o trono de Deus, sede da Sua misericórdia. Era o reflexo do Seu amor, a expressão da Sua graça. Em cada uma de suas extremidades havia um querubim fundido do mais puro ouro. Olhemos para essas duas figuras místicas colocadas sobre o propiciatório por ordem de Deus. Não estavam ali para serem adoradas, mas para simbolizar sua função diante do trono de Deus. “Acima do propiciatório”, entre os querubins, “estava o shekinah, manifestação da presença divina; e entre os querubins, Deus tornava conhecida a Sua vontade [...] Algumas vezes, uma luz caía sobre o anjo à direita, para significar aprovação ou aceitação; ou uma sombra ou nuvem repousava sobre o que ficava ao lado esquerdo, para revelar reprovação ou rejeição” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 349). Esses anjos representavam também “a reverência com que a hoste celestial considera a lei de Deus e seu interesse no plano da redenção” (ibid., p. 349). Todo aquele ritual simbólico realizado diariamente e, de modo especial, uma vez ao ano, apontava para a obra redentora de Cristo. Ali, no lugar santíssimo, a lei, dentro da arca da aliança, e a graça, manifestada sobre o propiciatório, se uniram para a salvação da raça humana; “a misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram” (Sl 85:10, ARC). Talvez, alguém diga que a arca de Moisés desapareceu, e isso é verdade. Ela foi escondida por orientação divina e ninguém mais a viu. Entretanto, Cristo, o centro de todo aquele cerimonial simbólico, vive para sempre. O trono da graça, nos Céus, jamais será abalado. Os símbolos desapareceram, mas ficou a realidade. Aqueles rituais representativos perderam-se no passado, mas as bênçãos essenciais de todo aquele simbolismo têm duração eterna. Enquanto tivermos necessidades de perdão, voltemo-nos para aquele trono onde Deus nos espera, por meio de Cristo, com braços abertos, para que recebamos graça, pois Ele é a nossa justiça. REFLEXÃO: “Esta Boa Nova [...] é tão notável [...] que os anjos do Céu dariam tudo para saber mais a respeito” (1Pe 1:12, BV). A Mesa com os Pães da Proposição Porás sobre a mesa os pães da proposição diante de Mim perpetuamente. Êxodo 25:30 O tabernáculo era composto de dois ambientes: o ambiente santo e o ambiente santíssimo, ambos separados por uma cortina ricamente bordada e decorada com figuras de querubins, “obra de artista”. Vamos passar juntos, você e eu, a soleira do edifício sagrado e entrar no primeiro ambiente, o lugar santo. Logo, à nossa direita, está a mesa com os pães da proposição; à esquerda, vemos o castiçal com sete lâmpadas e, à nossa frente, junto às cortinas que separam o lugar santo do lugar santo dos santos, está o altar do incenso. Hoje, vamos nos deter apenas diante da mesa dos pães da proposição, ricamente coberta de ouro puríssimo, e participar desse banquete espiritual. Sobre a mesa estão os doze pães da proposição, isto é, da Presença, dispostos em duas fileiras de seis pães cada. Da Presença, porque estavam sempre presentes diante da face do Senhor, como uma oferta permanente. Pela fé, conhecemos muito bem esse emblema: “Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu”, disse Jesus. Além do mais, eram uma lembrança constante de que dependemos de Deus, como provisão tanto para o pão material como para o pão espiritual. O pão é formado do grão de trigo que é moído, transformado em farinha, amassado, cozido e, depois, triturado por nós quando nos alimentamos dele. Assim, também Jesus. “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades” (Is 53:5). O pesado fardo de nossas culpas O conduziu ao túmulo. Ele foi o Pão oferecido por Deus, como o alimento espiritual perfeito e salutar para saciar a fome de pessoas famintas. Nenhum grão podre, nenhuma impureza deveria macular esse Pão. Não vemos aqui uma representação da humanidade de Cristo sem pecado? Os doze pães representavam as doze tribos de Israel. As doze tribos eram uma imagem alusiva à igreja de Deus em todos os tempos. Como filhos da fé, temos também o privilégio de participar desses pães que representam Jesus, o Pão da Vida. Não importa qual seja nossa necessidade, nossa miséria, nossa culpa, o defeito de nosso caráter e a feiúra de nosso pecado, voltemo-nos para a mesa dos pães da Presença, pois Cristo ali está para nos representar perante o Pai e interceder por nós. REFLEXÃO: “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a Mim, jamais terá fome” (Jo 6:35). O Castiçal de Ouro [Bezalel] fez também o castiçal de ouro puro; de obra batida fez este castiçal. Êxodo 37:17 Hoje vamos, novamente, entrar no tabernáculo com santos pensamentos. Corre-se a cortina do mais rico bordado e das cores mais brilhantes e descortina-se diante dos nossos olhos o mais lindo e impressivo quadro. Uma luz suave ilumina o ambiente sacro, fazendo refletir o puríssimo ouro que ornamenta com profusão todo o lugar sagrado. Estamos outra vez no primeiro compartimento do santuário do deserto. Mas, de onde vêem esses raios de luz? Olhando, então, para o lado esquerdo vemos que a luz tem origem nas sete lâmpadas acesas do castiçal de ouro, ali colocado por ordem divina. Não é difícil, pela fé e pelas Escrituras, percebermos seu significado, lembrando das palavras de João, em Apocalipse 21:23: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a ilumina, e o Cordeiro é a sua lâmpada.” Assim, o simbolismo que mais se destaca no castiçal é a figura de Jesus Cristo como a luz do mundo. Mas também pode representar o povo de Deus, de forma individual e coletiva, como a luz moral e espiritual que se deve refletir no meio da sociedade em que vivemos, cumprindo, com o nosso testemunho e exemplo, as palavras de Jesus: “Vós sois a luz do mundo” (Mt 5:14). Então, vemos um último simbolismo muito lindo e significativo: o óleo da oliveira que alimenta as lâmpadas, mantendo-as sempre acesas, representando o Espírito Santo que mantém a igreja sempre viva para cumprir sua missão. É Cristo o Castiçal que ilumina a sua alma? Como está a chama santa em seu coração? Está viva ou bruxuleando? Deus preparou os instrumentos de ouro para o cuidado das lâmpadas, para limpar os resíduos e avivar a chama. Você tem ao seu alcance esses instrumentos. Use-os com zelo. A oração, a leitura e meditação das Escrituras, os cultos de oração e de adoração, a Santa Ceia e o testemunho pessoal são alguns dos instrumentos para cuidar das lâmpadas e alimentar em você a santa chama. Seu coração ainda não é um tabernáculo consagrado ao Senhor? Sente que sua luz se amortece? Levante-se e deixe cair sobre você o óleo do Espírito Santo. Revolva as cinzas (pecados) do seu coração, e a luz reaparecerá trazendo-lhe alegria e paz de espírito. REFLEXÃO: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará” (Ef 5:14). O Altar de Ouro Para o Incenso [Bezalel] fez de madeira de acácia o altar do incenso [...] De ouro puro o cobriu. Êxodo 37:25, 26 A imagem de nosso Redentor como Mediador está personificada em todo o serviço sagrado do santuário, mas no altar do incenso ela se apresenta de modo muito impressivo. Dele, dia e noite, emanavam os mais delicados e valiosos aromas. A posição em que fora colocado era privilegiada, pois Deus determinou que ele fosse posto precisamente diante da cortina que separava o lugar santo do santíssimo, exatamente ao lado de Sua imediata presença. Isso mostra que Deus deseja estar próximo do pecador arrependido, ouvir sua confissão e perdoá-lo. Nenhuma imaginação humana concorreu para a sua feitura. Deus, que nos concedeu Jesus Cristo, o “Sacrificador” supremo, foi quem ordenou cada um dos seus detalhes simbólicos. “Sobre este altar o sacerdote devia queimar incenso todas as manhãs e tardes; suas pontas eram tocadas com sangue da oferta pelo pecado, e era aspergido com sangue no grande dia de expiação. O fogo neste altar fora aceso pelo próprio Deus, e conservado de maneira sagrada” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 348). Tudo ali apontava para a obra redentiva de Cristo, especialmente o sangue do cordeiro inocente colocado nas extremidades do altar. Alguém deveria morrer em nosso lugar, e este Alguém foi Cristo, que é igual a Deus, na grandeza de Deus, e igual ao homem. Na escala da humilhação, revestiu-Se voluntariamente com os andrajos do pecador. Assim é o Salvador que Deus nos concedeu; assim é o Salvador que o pecador necessita. O precioso incenso ali usado foi escolhido pelo Santo Espírito para simbolizar os méritos e intercessão de Cristo que sobem ao Pai com as nossas orações. Agradeçamos, pois, a Deus pelos lindos ensinamentos que o altar do incenso nos legou. Ele nos indica que, pelos méritos de Cristo e pelo Seu sangue remidor, um dia, que não está longe, poderemos passar além do véu e estar para sempre com o Senhor. REFLEXÃO: “Suba à Tua presença a minha oração, como incenso” (Sl 141:2). Nós Não O Vemos, mas Ele Está ao Lado [Bezalel] fez também [...] o incenso aromático, puro, de obra de perfumista. Êxodo 37:29 Vamos tirar mais algumas lições do altar de ouro preparado para queimar perfumes. O Senhor, que tudo determina com a maior sabedoria, ordenou a Moisés que colocasse esse altar defronte do véu que separava os dois ambientes, perante a arca do testemunho. Repare a posição em que ficava o sacerdote incumbido do sagrado ofício. Atrás dele, no pátio, ficava o altar do sacrifício expiatório; do outro lado do véu, à sua frente, no lugar santíssimo, ficava o propiciatório, onde a presença de Deus Se manifestava; e, no meio de ambos, junto ao véu, o altar da intercessão. E, justamente ali, ao lado do altar do incenso, voltado para a presença de Deus, postava-se o sacrificador para interceder pelo pecador arrependido. O sangue da vítima inocente já havia sido derramado e o pecador já havia confessado seus pecados; o sangue já havia sido transferido para as pontas do altar e, naquele instante, o sacerdote intercedia por ele, pedindo que Deus o perdoasse. Enquanto o incenso sagrado era queimado, ondas de perfume, em meio à fumaça, se espalhavam pela tenda transformando todo aquele ambiente sagrado num verdadeiro “jardim de oração”. Atente, agora, para esta descrição de Ellen White: “Quando o sacerdote oferecia incenso perante o Senhor, olhava em direção à arca; e, subindo a nuvem de incenso, a glória divina descia sobre o propiciatório e enchia o lugar santíssimo, e muitas vezes, ambos os compartimentos. [...] Como naquele cerimonial típico o sacerdote olhava pela fé ao propiciatório que não podia ver, assim o povo de Deus deve hoje dirigir suas orações a Cristo, seu grande Sumo Sacerdote que, invisível aos olhares humanos, pleiteia em seu favor no santuário celestial. O incenso que subia com as orações de Israel representa os méritos e intercessão de Cristo” (Patriarcas e Profetas, p. 353). Nosso Pai do Céu Se regozija no amor de Seu Filho; Suas mãos estão estendidas para distribuir as Suas bênçãos e “assinar” a absolvição do pecador; o Espírito Santo é concedido; os anjos se apressam em nos ajudar e o maravilhoso rebanho de Deus é recolhido no aprisco da graça, a ante-sala do aprisco da glória. Queira Deus que esse suave incenso seja a nossa constante alegria, a esperança e a certeza de perdão, pelos méritos e graça de Cristo! REFLEXÃO: “Com efeito, [...] sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9:22). O Pátio do Tabernáculo Farás também o pátio do tabernáculo. Êxodo 27:9, ARC A tenda sagrada era montada dentro de um pátio espaçoso e descoberto, circundado de cortinas do melhor material e de rico feitio. De manhã, ao meio dia e à tarde, podiam ser vistas chamas subindo no meio de turbilhões de fumaça. Todo o ritual simbólico do Plano da Redenção tinha início nesse altar. O pecador comparecia trazendo a vítima para ser imolada. Tudo começava com tristeza, lágrimas, confissão e, finalmente, com o sofrimento e a morte de um ser inocente que apontava para o “Cordeiro de Deus que tira o pecado mundo”. Tudo era muito solene. Por ventura, nesse altar do sacrifício, não vemos um símbolo em miniatura do monte Calvário, onde o Cordeiro inocente foi crucificado e morto por causa dos nossos pecados? Às vezes, penso que não temos uma idéia exata da miséria e da gravidade do pecado. “Brincamos” de aceitar Jesus como nosso Salvador; “fazemos de conta” que somos de Cristo; “brincamos” de ser cristãos. Não percebemos que o pecado era o combustível para aquele fogo do altar; que se não houvesse pecado não haveria aquele fogo nem o sacrifício de vítimas inocentes. Então, o que fazer? Só há uma esperança: buscar perdão! Olhemos para aquele altar, símbolo do Calvário onde o Cordeiro divino foi crucificado. Contemplemos o “altar” de Deus e o sacrifício de Deus. Cristo é o Sacrificador, mas também é o Cordeiro imolado. No Gólgota, a justiça divina reclamou seus direitos; a Lei requereu justiça. Então, o holocausto foi preparado e a Vítima imolada. O pecado do pecador arrependido foi expiado. Cristo suportou tudo. Eis aí o remédio para todos os nossos pecados. São grandes as nossas necessidades, mas a expiação sacrifical foi ainda maior! REFLEXÃO: “Por isso, também [Jesus] pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). __._,_.___ ----------------------------------------------------------- FONTE: www.cpb.com.br Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu! De endemoninhado a missionárioA VOZ DA PROFECIA
Se desejar uma cópia do sermão, o mesmo se encontra abaixo. De Endemoninhado a Missionário De todos os desafios do ministério, talvez o maior deles seja enfrentar o poder das trevas quando manifesto em pessoas endemoninhadas. Jesus quando aqui andou, libertou muitos cativos do poder de Satanás. Há um relato impressionante registrado em Marcos 5:1-20, que também é repetido por Mateus e Lucas. Ao contar essa história Marcos usa a expressão: 'Um homem possesso de espírito imundo'. Marcos 5:2 Jesus e os discípulos tinham saído de uma noite de tempestade no mar da Galiléia. Quando aportaram na terra dos gerasenos, o homem possesso saiu dos sepulcros, e quando de longe viu o Senhor, correu e O adorou. Este tipo de adoração não foi o quebrantar de um coração arrependido aos pés do Senhor e Salvador Jesus Cristo. Foi sim, uma maneira de solicitar que Deus, o Deus Criador e Eterno não o atormentasse, não o incomodasse. O amanhecer em Gadara deveria ser muito bonito, como sempre é belo o amanhecer próximo ao mar. Embora o Mar da Galiléia seja um lago de água doce, ele é tão grande que se parece realmente com o mar. Daí o nome Mar da Galiléia. Porém algo de mais maravilhoso estava para acontecer. Era o amanhecer de uma nova vida com Jesus. O endemoninhado vivia nos sepulcros, acorrentado, sem sossego, quebrava as cadeias, se machucava com pedras e andava de dia e de noite. É exatamente isto que Satanás quer fazer com as pessoas. Ele deseja subjulgá-las e lançá-las no pó e na lama. Era um quadro assustador, mas Jesus não correu, não fugiu porque Jesus é o único que não foge na hora da aflição. Depois de enfrentar ao inimigo no deserto da tentação e vencê-lo, Jesus muitas vezes ainda teve que enfrentá-lo por amor às pessoas. Jesus é vencedor. E não foi diferente na história daquele pobre homem, que mais parecia um animal que um ser humano. Jesus expulsou todos aqueles demônios que eram uma legião. E os espíritos imundos entraram numa manada de porcos que pastavam por ali e os porcos, em número, de mais ou menos 2.000, se precipitaram no mar e morreram. Penso que na moeda de hoje, uma manada com 2.000 porcos deveria custar aproximadamente 100 mil reais. Os donos dos porcos ficaram muito aborrecidos, porém a vida de um homem vale muito mais do que 2.000 porcos. Deve ter sido maravilhoso quando aquele homem, antes um endemoninhado, agora tomara banho, trocara a roupa, penteara os cabelos, se reuniu com sua família que há muito tempo o expulsara de casa. O poder de Jesus, limpa do mal, traz novas esperanças. Agora não mais vivia nos sepulcros, nem vivia em cadeias, mas estava em casa com a família e o melhor, em liberdade. Liberdade das cadeias e sobre tudo, liberdade das garras cruéis de Satanás. Outra coisa, o homem queria acompanhar a Jesus, e viver ao Seu abrigo, mas Jesus o mandou para casa dizendo: 'Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.' Marcos 5:19 E aquele homem tornou-se um grande missionário e proclamava em Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera. O que será que ele pregava? Não sei dizer. Mas penso que deveria contar sua própria história de como Deus em Jesus teve misericórdia dele. Ainda hoje, Jesus pode e quer transformar vidas. Como está a sua vida? Precisa de mudanças? Talvez você não seja como o endemoninhado, mas ainda assim necessita de Jesus. Busque Jesus. Como você está. Ele o receberá e o transformará. Ele fará de você uma testemunha do Seu amor e do Seu poder. E sua vida se transformará em perfume suave, o perfume suave do Senhor Jesus. A Voz da Profecia é um programa do Sistema Adventista de Comunicação
FONTE: http://www.cvvnet.org/cgi-bin/cvvnet?SD+7029 Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já! COMO ENTENDER A EXPRESSÃO SOIS DEUSESCOMO ENTENDER A EXPRESSÃO SOIS DEUSES Como entender a expressão “sois deuses”, mencionada em Salmos e no evangelho de João? Vamos, primeiramente, aos textos bíblicos: “Eu disse: sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo”. (Salmo 82:6). “Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses?” (João 10:34). O texto mencionado no Salmo 82 é uma acusação aos juízes injustos que se intitulam ou se compararam como deuses. A tradição rabínica aplica o termo “deuses” na qualidade de serem juízes. (Talmude, Edição Sonsino pág. 21). Jesus apenas está respondendo às pessoas que lhe procuraram nos próprios termos da tradição deles. (João 10:35). Contudo, Jesus era Deus num sentido totalmente diferente falado no Salmo 82:6, que seriam “pequenos deuses”. Muitas vezes os Juízes, pela influência que têm, são até considerados com “pequenos deuses”, porque exercem o Juízo, que é uma prerrogativa de Deus. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000851 Receba GRÁTIS as mensagens do Messenger no seu celular quando você estiver offline. Conheça o MSN Mobile! Crie já o seu! Não durma se estiver de mal com alguémNão durma se estiver de mal com alguém 27 de Agosto de 2008 É melhor dormir em paz do que se deitar com o orgulho ferido e não se reconciliar com o seu próximo. Afirmo isso por experiência. Ao deixarmos de perdoar ou de darmos a outra pessoa a oportunidade de compreender o que nos deixou magoados, estamos causando tamanho dano ao nosso relacionamento e a nossa saúde emocional que poderemos colher resultados muito ruins se não mudarmos esse tipo de comportamento o mais rápido possível (veja que ainda há tempo…). A forma como fomos criados determina a maneira como lidaremos com os conflitos. Isso é evidente em minha vida, pois, com 29 anos de idade, ainda luto contra o meu “eu” para saber agir corretamente com os embates que surgem na vida. Eles são inevitáveis e cabe a cada um aprender com Deus e com o outro (que está mais próximo de nós – o cônjuge, por exemplo) algum método para que as soluções sejam encontradas rapidamente e assim o relacionamento (entre pais e filhos, amigos, marido e mulher) não perca o brilho que o cerca nos momentos de alegria. Não é fácil, mas também não é impossível, pois Deus é quem efetua no ser humano tanto o querer resolver os conflitos quanto o conseguir solucioná-los (Filipenses 2:13). Se dependesse somente de nós, estaríamos destinados (por nós mesmos) a ficarmos sozinhos a vida inteira, pois ninguém suportaria a nossa presença. Alguns tiveram uma criação melhor do que outros e, por isso, resolver os problemas de relacionamento não é tão difícil para eles. Mas, para outros, isso é uma barreira terrível a ser superada porque desde a infância foi mais fácil e menos doloroso fugir das situações de estresse. Por isso, quero lhe dar alguns conselhos, que irão servir também para mim: Não fuja. Aprenda com essas pessoas a forma como devem ser resolvidas as divergências. Fale com Deus sobre essa sua dificuldade. Busque ajuda de pessoas experientes para saber lidar com os momentos de tensão. Abra o coração (com empatia) para a pessoa que você ama e com quem está magoado (a). Esse exercício precisa ser praticado sempre que aparecerem os problemas durante relacionamento. Com o tempo de prática, notará que ficará mais fácil ser autêntico (a). E isso lhe tornará uma pessoa mais feliz. Se de início não conseguir falar com o outro, mande pelo menos um e-mail ou um torpedo via celular. Isso dará ao outro (a) a oportunidade de saber que continua o (a) amando e também a permissão de poder lhe falar o que também está sentindo ou pensa sobre o assunto. Assim, depois de uma discussão saudável, os problemas serão resolvidos e a relação será melhor que antes. E, nunca esqueça: cada desavença superada é mais um prêmio que você recebe na arte de se relacionar. Deus nos ajude a termos consciência do que realmente significa isso… FONTE: http://blog.leandroquadros.com/ Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! Confirmado o poder das mensagens subliminaresConfirmado o poder das mensagens subliminares As mensagens subliminares podem, de fato, influenciar as escolhas e decisões individuais, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira na revista especializada norte-americana Neuron. O trabalho realizado por Mathias Pessiglione, da Unidade 'Motivação, cérebro e comportamento' do Inserm (Instituto Nacional de Pesquisa Médica), mostra que é possível, graças a um sistema de recompensas, condicionar a escolha dos indivíduos, com a ajuda de desenhos abstratos, não percebidos de maneira consciente. Marcadores: mídia FONTE: http://www.criacionista.blogspot.com/ Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! Manuscritos do Mar Morto na íntegra na internetManuscritos do Mar Morto na íntegra na internet Os textos mais importantes e polêmicos da época de Jesus vão ser disponibilizados na íntegra na internet, informa o jornal americano New York Times. Trata-se da coleção completa dos chamados Manuscritos do Mar Morto, textos encontrados em Israel que datam do século 3 a.C. ao século 1 d.C. e traçam um retrato complexo e fascinante do judaísmo na época de Cristo. O Conselho de Antigüidades de Israel começou nesta semana a digitalizar os 15 mil fragmentos de texto, e a expectativa é colocá-los de graça na web nos próximos anos. O trabalho é uma ferramenta essencial para a preservação desse legado histórico, porque os Manuscritos do Mar Morto só sobreviveram durante mais de 2.000 anos porque foram armazenados em condições especiais nas cavernas da região desértica de Qumran, na Cisjordânia. Mesmo com tentativas laboratoriais de manter os textos em situação semelhante, há exemplos de letras desaparecendo e outras ameaças à integridade física dos rolos. Marcadores: arqueologia, bíblia FONTE: http://www.criacionista.blogspot.com/ Instale a Barra de Ferramentas com Desktop Search e ganhe EMOTICONS para o Messenger! É GRÁTIS! Amamentar pode proteger contra câncer de mamaAmamentar pode proteger contra câncer de mama Alguns tipos de câncer de mama parecem ser mais raros entre as mulheres que amamentaram seus filhos por pelo menos seis meses, segundo estudo publicado na revista especializada Cancer. Pesquisadores americanos avaliaram cerca de 2,5 mil mulheres com idade entre 55 e 79 anos, entre as quais 1.140 que já haviam apresentado câncer de mama. E descobriram que amamentar por pelo menos seis meses é mais eficaz na proteção contra o câncer de mama triplo-negativo, que seria duas vezes mais comum em mulheres que não amamentaram. Os resultados também mostraram que o câncer sensível ao estrogênio era 20% menos comum entre as mulheres que amamentavam por seis meses ou mais. Ainda não estão claras as razões, e os autores destacam que um estudo observacional, como esse, não prova a relação causa-efeito. FONTE: http://www.criacionista.blogspot.com/ Instale a Barra de Ferramentas com Desktop Search e ganhe EMOTICONS para o Messenger! É GRÁTIS! Desabafo de alguém que crê em Deus para os ateus da atualidadeDesabafo de alguém que crê em Deus para os ateus da atualidade Eu estava lendo notícias em alguns sites e consequentemente lendo também comentários de internautas que por ali navegavam. Lendo um comentário interessante, resolvi postá-lo aqui no blog.
Postado por Gilberto Theiss FONTE: http://gilbertotheiss.blogspot.com/ Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o Live Search Maps! Experimente já! 8月28日 Lección 9 - Un pilar en las misiones: El apóstol PedroLección 9 Para el 23 de agosto de 2008 Lectura para la Semana: Salmo 18:2, 31; 95:1; Mateo 16:18; Hechos 5:15; 10:25, 28-43; 11:19-26; Gálatas 2:11-14 Un pilar en las misiones: El apóstol Pedro VERSO DE MEMORIA “Entonces viendo el denuedo de Pedro y de Juan, y sabiendo que eran hombres sin letras y del vulgo, se maravillaban; y les reconocían que habían estado con Jesús” (Hech. 4:13)
PENSAMIENTO CLAVE: Pedro, el Pedro transformado, llegó a ser uno de los mayores misioneros que el mundo ha visto, aun a pesar de algunas lecciones que todavía tenía que aprender. La semana pasada consideramos la sorprendente transformación de Pedro, cómo pasó de ser inestable a ser un pilar en la iglesia. Cuán fácil podría haber sido, después de su caída desastrosa, eliminado del servicio del Señor. Sin embargo, como vimos, esa no era la intención de Dios para este héroe con fallas. De hecho, después de su restauración, Pedro dedicaría su vida a una misión: compartir el alimento espiritual con el rebaño de Jesús, tanto dentro como fuera del redil. La semana pasada también vimos lo que Cristo hizo en la vida de Pedro para hacer de él el gran misionero que llegó a ser. Esta semana consideraremos los resultados de su misión. Seguiremos algunas de las experiencias de Pedro mientras cumplía un papel clave en la obra de la iglesia primitiva, y en ayudar a esparcir el evangelio a los gentiles. En la historia de Pedro hay algunas grandes lecciones para nosotros hoy, tanto en sus éxitos como en sus fracasos
“Y yo también te digo, que tú eres Pedro, y sobre esta roca edificaré mi iglesia; y las puertas del Hades no prevalecerán contra ella” (Mat. 16:18). Estas son algunas de las palabras más controvertidas de toda la Biblia. Una gran parte de la historia cristiana se ha basado en cómo la gente ha interpretado el significado de este texto. Para muchos, significaba que Jesús edificó su iglesia sobre Pedro, que él ha sido llamado el “primer papa” y que él, Pedro, era la roca de la que Jesús estaba hablando. Sin embargo, otros las interpretan como que, esencialmente, Jesús estaba diciendo: Tú eres Pedro, pero sobre esta Roca, yo mismo, edificaré mi iglesia. La evidencia, como veremos más abajo, está fuertemente en favor de esta última interpretación. Lee los siguientes textos. ¿De qué modo nos ayudan a comprender de qué roca Jesús está hablando aquí? Deuteronomio 32:4: Salmo 18:2, 31; 95:1; 1 Corintios 10:4; Efesios 2:20; 1 Pedro 2:6. ________________________________________________ No importa cuán privilegiado haya sido Pedro, no importa cuáles hayan sido sus dones, no interesa cuál haya sido la importancia de su actuación, la iglesia de Dios nunca fue edificada sobre un ser humano pecador. ¡No lo permita Dios! Jesús mismo es la Roca, el fundamento sobre el cual descansa su iglesia. Todos nosotros, incluyendo a Pedro, cualesquiera que sea nuestro lugar y cargo, estamos seguros mientras descansemos sobre ese fundamento, esa Roca, y podemos hacer eso solo hasta el punto en que con fe y obediencia nos entreguemos (ver Mat. 7:24) a las palabras y los mandatos de nuestro Señor. Es cierto, el Señor conocía el futuro de Pedro y sabía lo que Pedro llegaría a ser, pero ciertamente no haría de Pedro, un ser humano pecaminoso y caído, la roca del fundamento de su iglesia. ¿Qué nos enseñan las palabras de Cristo acerca de la importancia de la humildad en nuestras vidas y especialmente en nuestro trabajo por la salvación de otros? ¿Por qué, cualesquiera que sean nuestros dones, no son nada si no están entregados a Dios?
Parece que inmediatamente después de que Jesús regresó al cielo, Pedro asumió el papel de líder entre los creyentes, unas ciento veinte personas. En el libro de los Hechos generalmente se lo nombra en primer lugar en las listas de los apóstoles, y él dirigió a los creyentes en elegir a un apóstol que reemplazara a Judas. Como vimos la semana pasada, sin embargo, no es sino hasta después de Pentecostés cuando se levanta y predica poderosamente a la muchedumbre; aquí vemos plenamente la sorprendente transformación en la vida de Pedro (Hech. 2:14-41). Como resultado de la obra del Espíritu Santo por medio de su predicación, tres mil personas aceptaron a Jesús y fueron bautizadas. La siguiente vez que vemos a Pedro, está caminando con su compañero apóstol y amigo de muchos años, Juan, hacia el Templo para orar. Pedro, entonces, realiza el primer milagro de sanación registrado en Hechos, al sanar a uno que era paralítico desde su nacimiento (Hech. 3:6-8). Compara Hechos 3:6, 12 y 13; y 4:10. ¿Qué tema en común vincula las palabras de Pedro? _____________________________________________ Pedro tuvo una larga y amarga experiencia al tratar de hacer las cosas con sus propias fuerzas. Nunca olvidaría el haberse hundido en las oscuras aguas después de apartar sus ojos de Jesús. Nunca olvidaría su traición al Maestro después de su arresto. Nunca olvidaría cuando Jesús lo reprendió por tratar de hacer las cosas a su manera. Pedro, habiendo aparentemente aprendido sus lecciones, estaba descansando en el poder de Dios. Necesitaba hacerlo. Lee Hechos 5:15 y 10:25. ¿Qué sucedía en estos dos informes? ¿Qué clase de presión increíble estaba sufriendo Pedro allí? ¿Qué gran peligro afrontaría Pedro, o cualquier persona, en la misma situación? _________________________________________________________ ¿Que la gente quería que tan solo la “sombra de Pedro” la tocara? De muchas maneras ahora, Pedro, lleno del poder de lo Alto, afrontaba sus mayores desafíos espirituales. ¿Qué sentirías si la gente te respondiera en la forma en que le respondieron a Pedro? ¿Cuál es la única manera en que podrías evitar el orgullo espiritual, que es de la clase más dañina?
En las etapas tempranas de la iglesia cristiana, los nuevos creyentes compartían sus posesiones y sus bienes, se reunían diariamente para adorar y gozaban juntos del compañerismo. Ellos se pasaban “alabando a Dios, y teniendo favor con todo el pueblo” (Hech. 2:47). Las cosas iban bien bajo el liderazgo de los apóstoles. Pero, a medida que la iglesia crecía, surgieron problemas. Llegó a ser claro que la iglesia necesitaba una estructura organizativa. Pedro y los otros apóstoles se dieron cuenta de que debía haber un equilibrio adecuado entre la obra de mantenimiento y su misión principal. Decidieron que “no es justo que nosotros dejemos la palabra de Dios, para servir a las mesas” (Hech. 6:2). Al formarse nuevas congregaciones en áreas nuevas, la organización adecuada de las iglesias llegó a ser aún más crítica. Era vital asegurar que los creyentes estuvieran debidamente establecidos y alimentados en su nueva fe. La iglesia de Jerusalén comenzó a enviar misioneros en grupos de dos (siguiendo el ejemplo de Jesús cuando envió a los apóstoles y a los discípulos, de dos en dos). ¿Qué hicieron los líderes en Jerusalén cuando oyeron del nuevo grupo de creyentes en Samaria, que Felipe había establecido? ___________________________________________________________ A través de todo el libro de los Hechos, vemos a Pedro y a los demás dirigentes de la iglesia en Jerusalén, manteniendo un ojo administrativo y espiritual alerta con relación al rápido crecimiento de la iglesia, particularmente entre los gentiles. Se dieron cuenta de cuán fácil sería que ellos volvieran al paganismo, o fueran desviados por falsas doctrinas. Habiendo venido a Jesús como infantes en la fe, estos nuevos creyentes necesitaban pasar de tomar la “leche” de la Palabra a plantarse firmemente sobre doctrinas sólidas. ¿Qué más podrías hacer para ayudar a los miembros nuevos a estar mejor cimentados en Jesús y nuestro mensaje? ¿Por qué no tomar a un miembro nuevo bajo tus alas y ayudarlo a lo largo del tiempo?
Después de Pentecostés, la vida de Pedro fue transformada, y él llegó a ser un sólido pilar de la iglesia. Pero todavía tenía más que aprender. Como los otros apóstoles, Pedro todavía veía su misión como exclusivamente para los judíos. Lee Hechos 1:8. ¿Qué dijo Jesús que debería haber ayudado a Pedro y a los demás a comprender que las cosas no serían como ellos las esperaban, por lo menos en términos de misión? ________________________________________________________ En Hechos 10:1 al 14, Pedro recibió una visión en la que se le dijo que comiera alimentos inmundos. Como judío, quedó asombrado por lo que se le dijo. “¡Ciertamente no, Señor!”, contestó Pedro. “Ninguna cosa común o inmunda he comido jamás” (Hech. 10:14). Sería lo mismo que si a un adventista del séptimo día se le dijera, en una visión, que fumara un cigarrillo o bebiera una botella de alcohol. Por supuesto, Dios no le estaba diciendo a Pedro literalmente que comiera alimentos inmundos, así como no nos pediría que fumáramos un cigarrillo o bebiéramos alcohol. La visión de Pedro fue una parábola. Al principio se preguntaba qué significaba eso (vers. 17), pero pronto se entendió, cuando fue invitado a ir a la casa de Cornelio, un gentil. Lee Hechos 10:28 al 43. ¿Cuál era el verdadero significado de la visión? ¿Qué comprendió ahora Pedro, que no había entendido antes? ______________________________________________________________ Para nosotros hoy, es obvio que el evangelio es un mensaje para el mundo entero, pero debió haber sido una gran sorpresa para alguien como Pedro, que salía de un trasfondo como el suyo. Cuán importante es que, cualquiera que sea nuestro cargo en la iglesia, no permitamos que nuestros prejuicios culturales nos cieguen. Cuán importante es que, como con Pedro, tengamos una visión más amplia de la misión de nuestra iglesia. ¿Cuáles son algunos prejuicios personales o culturales con los que has tenido que tratar? O tal vez, ¿cuántos, en tu iglesia, todavía los tienen? ¿Cómo podemos obtener una visión más amplia?
Aun cuando los miembros de la iglesia de Cristo están trabajando juntos para la misma misión, pueden surgir malentendidos o desacuerdos. La iglesia cristiana primitiva no fue una excepción. Tampoco lo era Pedro. Aunque bendecido en forma singular por Dios, por vital que haya sido su obra para la iglesia, aun Pedro, después del Pentecostés, tenía que crecer todavía. Cuán bueno es saber que, incluso con sus faltas, Dios todavía lo estaba usando. Lee Gálatas 2:11 al 14. ¿Qué no comprendía Pedro todavía? ___________________________________________________________ Pablo estaba molesto porque creía que Pedro estaba actuando como un hipócrita. Después de la visión de Pedro acerca de los alimentos inmundos y su encuentro con Cornelio, había comenzado a asociarse con los gentiles. Por esto lo criticaron los cristianos de origen judío en Jerusalén (Hech. 11:2). Pedro defendió sus actos, y como resultado sus críticos cambiaron de opinión. “Entonces, oídas estas cosas, callaron, y glorificaron a Dios, diciendo: ¡De manera que también a los gentiles ha dado Dios arrepentimiento para vida!” (vers. 18). Pero ahora, para disgusto de Pablo, después de haber logrado tanto en favor de los gentiles, Pedro estaba invirtiendo su conducta. Ahora estaba cediendo a la presión de los cristianos judíos y yendo contra sus convicciones. Ahora estaba rehusando comer con los gentiles, porque no quería ofender a los cristianos judíos. Con todo, Pablo se ofendió por las acciones de Pedro, aunque en otro lugar advirtió acerca de un hermano más fuerte que ofende a uno más débil (1 Cor. 8:9-13). Obviamente, en este caso, el de la asociación con los gentiles, Pablo, el apóstol a los gentiles, pensó que el sentido de misión hacia otros, el concepto de que todos eran uno en Cristo, era el principio dominante y más importante. Lee 1 Corintios 8:9 al 13. ¿De qué está hablando Pablo aquí? ¿De qué modo podrías tomar lo que está diciendo y aplicarlo a ti mismo y a tu iglesia? ¿Qué cosas podrías estar haciendo que ofenden a los miembros más débiles?
PARA ESTUDIAR Y MEDITAR: “La manera en que el Salvador trató a Pedro contenía una lección para él y sus hermanos. Aunque Pedro había negado a su Señor, el amor que Jesús tenía por él nunca vaciló. Y, al aceptar el apóstol la responsabilidad de ministrar la Palabra a otros, debía reprender al transgresor con paciencia, simpatía y amor perdonador. Al recordar su propia debilidad y fracaso, debía tratar a las ovejas y los corderos encomendados a su cuidado con tanta ternura como Cristo lo había tratado a él” (HAp 425). “Después de todos los fracasos de Pedro, después de su caída y restauración, de su larga carrera de servicio, de su trato familiar con Cristo, de su conocimiento de la forma pura y recta en que Cristo practicaba los principios; después de toda la instrucción que había recibido, de todos los dones, conocimiento y gran influencia al predicar y enseñar la Palabra, ¿no es extraño que él fingiera y evadiera los principios del evangelio por temor a los hombres, o para ganar su estima? ¿No es extraño que vacilara y tuviera dos caras en su posición? Quiera Dios dar a cada hombre un sentido de su propia impotencia personal para timonear, con rectitud y seguridad, su propio barco hasta el puerto. La gracia de Cristo es esencial cada día. Solo su gracia incomparable puede hacer que nuestros pies no se extravíen” (6 CBA 1.108, 1.109). PREGUNTAS PARA DIALOGAR: 1. Como clase, analicen el problema de tratar con las personas débiles en la iglesia que pudieran ofenderse por ciertas prácticas. ¿Qué debemos hacer para acomodarnos a ellas? ¿Qué principios deberíamos seguir para que no sacrifiquemos un propósito más elevado, como hizo Pedro, en nuestros bien intencionados intentos de no ofender? 2. El orgullo espiritual es siempre un peligro para cualquiera. ¿Cómo podemos protegernos de esto, especialmente si estamos teniendo mucho éxito en la ganancia de almas, en el ministerio o en cualquier área de la vida de la iglesia? ¿De qué modo ayuda el Señor para mantener humildes a sus siervos? 3. ¿Está tu iglesia organizada más como un club que como una organización misional? Si es así, ¿qué puedes hacer para ayudar a reestructurar a la iglesia a fin de que cumpla su misión central? Resumen: El apóstol Pedro pasó por una oscura noche del alma antes, durante y después de la muerte de Jesús. Cuando Jesús resucitó, se le dio otra oportunidad para ser fiel al Señor. Pedro dedicó su vida a esa tarea y condujo a la iglesia de fortaleza en fortaleza en tiempos muy difíciles. FONTE: http://www.pmministries.com/CEES/2008/ES3/Lecciones/Leccion9/Global.htm Lección 9 - Un pilar en las misiones: El apóstol Pedro - Sikberto MarksUn pilar en las misiones: El apóstol Pedro
Lección 9
Para el 30 de Agosto del 2008 Versículo de Memoria: Entonces viendo el denuedo de Pedro y de Juan, y sabiendo que eran hombres sin letras y del vulgo, se maravillaban; y les reconocían que habían estado con Jesús” (Hech. 4:13) Introducción – Santo sábado, día del Señor, de la vida y de la felicidad La transformación sólo existe con poder. Sin poder, no hay transformación de parte de Dios. La transformación tiene un objetivo doble: la salvación de la propia persona, para la vida eterna, y que esa persona sirva de instrumento para la salvación de otras personas. Para que se cumpla la segunda parte del objetivo doble de la transformación, ella debe venir junto con el poder. Veámoslo desde otro ángulo. Sin transformación no hay poder, ¿correcto? Pero sin el deseo de tener poder para salvar, no puede haber transformación. No existen obesos espirituales, sólo atletas espirituales. No se puede sólo engordar en el conocimiento para sí, que no sirva para salvar otros. Eso es egoísmo espiritual. En ese caso, no habría transformación. Alguien hasta puede asimilar mucho conocimiento bíblico, pero si ese conocimiento no está a la disposición de DIOS para que otros sean salvos, Dios, junto con el conocimiento adquirido, no procederá a transformar a esa persona. Pues aún transformada, ella sería inútil. Pedro fue transformado para salvar. Los líderes judaicos de aquella época poseían mucho conocimiento, pero no habían sido transformados, pues ellos querían ese conocimiento solamente para sí, para así auto-promoverse y para ejercer poder sobre el pueblo. El pueblo vio en los discípulos, y en Pedro, algo increíble. Aunque siendo hombres iletrados e incultos, de un día para otro (en el Pentecostés) poseían una capacidad impresionante para hablar en público, para exponer ideas, para explicar y hacerse entender, para curar, para testificar. Eso es poder. Ellos poseían el poder, no porque lo conquistaron o porque ellos lo desarrollaron, sino por medio de Dios, junto con la transformación que ya venía aconteciendo antes. El objetivo de la transformación, como dijimos, es la salvación de la propia persona como de muchas otras. A causa del poder de ellos, muchos se admiraron, y por sus hechos poderosos, como Jesús actuaba con poder, se convencieron de que esos hombres habían andado con Jesús, y de él recibido el mismo poder por medio del cual El Maestro operaba.
“Y yo también te digo, que tú eres Pedro, y sobre esta roca edificaré mi iglesia; y las puertas del Hades no prevalecerán contra ella” (Mat. 16:18). Este versículo ya dio motivos para controversias y aún dará mucho más. La iglesia Católica lo utiliza para justificar la autoridad del papa. Actualmente exige que las demás iglesias se alíen a ella por tener el primado de Pedro. Jesús, por estas palabras habría dado a Pedro la autoridad máxima a de la Iglesia aquí en la Tierra. Necesitamos analizar esto mejor. En primer lugar, curiosamente no existe registro bíblico, histórico o arqueológico de que Pedro haya estado en Roma. Ni tan poco de que tuviera un liderazgo superior sobre toda la iglesia su tiempo. Mucho menos de que haya sido infalible. Pero hay otro el análisis que se debe hacer. Es en el verso arriba. La expresión clave de Mateo 16:18 es “edificaré mi iglesia”. Veamos lo siguiente. Si organizáramos una gran empresa hoy, ¿daríamos la responsabilidad a una persona con el perfil de Pedro? Ciertamente no. ¿Haría eso Jesús? Además, acuerdese de Mahoma, de Buda, y de otros grandes líderes del pasado que fundaron sus iglesias, ninguno de ellos tuvo la idea de colocarlas sobre la responsabilidad de otra persona de su tiempo. Todos ellos, los fundadores, fundaron sus iglesias sobre sí mismos, de sus ideologías, los fundamentos de las ideas y doctrinas que tuvieron. Ahora, ¿sólo Jesús actuaría diferente? En realidad. Jesús el que estaba fundando la Iglesia Verdadera. Sólo Él, Hombre y Dios, ¿usaría él como fundamento de su iglesia a un ser humano? ¡No Parece razonable! El nombre Pedro, Cefas o Kephas en arameo, significa piedra. O sea, una piedra más pequeña, un fragmento de piedra, pero no una roca. Jesús fue muy claro a Pedro diciendo que él era sólo una piedra, pero, Él, El Maestro, es en la Biblia presentado como la roca. Una piedra rueda de aquí y para allá. No sirve para ser fundamento de un cimiento sobre la cual una construcción perdure. Pero una roca no puede ser retirada del lugar. Puede tropezarse en ella, pero ella queda allí. Una piedra en el mar se puede llevar de un lugar a otro, no se tropieza en ella, se puede lanzar, pero en la roca, el mar se abate y es el mar el que se quiebra, no la roca. No se construye un farol sobre una piedra, sino sobre una roca. La roca es firme, la piedra siempre está suelta. Esa es la diferencia: Jesús es la roca, Pedro es la piedra. Veamos lo que el propio Pedro habló a ese respeto: Acercándoos a él, piedra viva, desechada ciertamente por los hombres, pero para Dios escogida y preciosa, vosotros también, como piedras vivas, sed edificados como casa espiritual... «He aquí, pongo en Sión la principal piedra del ángulo, escogida, preciosa; el que crea en él, no será avergonzado». Para vosotros, pues, los que creéis, él es precioso. En cambio para los que no creen: «La piedra que los edificadores desecharon ha venido a ser la cabeza del ángulo» y: «Piedra de tropiezo y roca que hace caer». Ellos, por su desobediencia, tropiezan en la palabra.' 1 Pedro 2:4 8. La roca, que es Jesús, toma forma en su Palabra, lo que Jesús dijo, que es la Biblia. Como ya fueron expuestos, otros líderes fundaron iglesias sobre ellos mismos, que fueron sus ideas. Jesús fundó su iglesia sobre si mismo, sobre sus ideas, no las de Pedro, ideas relacionadas con su Palabra, la Biblia. Y esa Biblia Jesús nos dio, así como se la dio a Pedro. Esa es la Palabra de Dios, El Antiguo y el Nuevo Testamento, las llaves para abrir o para cerrar, pues en ellas se encuentra la voluntad de Dios. Es evidente que Pedro refiere se a Cristo. Efesios 2 tampoco deja dudas cuánto a esto: 'edificados sobre el fundamento de los apóstoles y los profetas, siendo Cristo Jesús mismo la piedra angular.21 En él todo el edificio, bien armado, se va levantando para llegar a ser un templo santo en el Señor.' (Efesios 2: 20,21). Lunes: La sombra de Pedro Me quedo pensando, si en estos momento nosotros tuviéramos el poder como Pedro pasó a tener después del Pentecostés ¿que pasaría?. Creo que Dios reserva tal poder sólo para los días finales, cuando aún tengan el derecho de decidirse por la vida o por la muerte. ¿Por qué, así? Veamos lo que aconteció con Pedro aquellos tiempos. En Hechos vemos a Pedro, así como otros apóstoles, realizando señales poderosas como curaciones milagrosas, que aquellos tiempos la medicina no podía resolver. Y ¿que aconteció? La noticia de esas curaciones se esparció rápidamente, y el pueblo pasó l idolatrar los apóstoles, como vemos en Hechos 5:15 y 10:25. El pueblo pagano actuaba en relación a los apóstoles como actuaba en relación a sus dioses. Y Pedro caminado en la calle pasó a ser visto como un dios. Hasta tal punto llegó la veneración, que ellos colocaban sus enfermos en el camino por donde Pedro fuera a pasar para que la sombra los alcanzara. Así, pensaban ellos, milagros ocurrirían. No estaban muy interesados en el mensaje de Pedro, pero sí, en la ventaja de la curación física. Cornelio fue uno de esos casos. Ese hombre, un militar, encontrando a Pedro se arrodilló delante de él y quise adorarlo, como si Pedro fuera dios. Pedro consiguió evitar eso, diciendo que era un hombre como el propio Cornelio, es decir, un semejante a él. ¿Que muestra eso? Podemos ver el poder que Pedro pasó a tener después de transformado. Ese será el poder que tendremos dentro de poco tiempo, sí, los que se mantengan celosos y humildes, y sigan siendo transformados para la gloria de Dios. Aquellos apóstoles se mostraron firmes en los momentos cruciales. Ellos eran muy celosos con respecto a los desvíos que ocurrían en la iglesia. Pablo fue el más celoso de todos. Él recomendaba, escribía consejos, visitaba y mantenía el rumbo en la senda derecha. Cuando ellos murieron, vinieron otros, menos celosos. De ahí en delante la iglesia pasó a tolerar las cosas del paganismo, y de eso resultó, no mucho después, la Iglesia Católica apostólica Romana, la antítesis de la iglesia de Cristo. Cuidado, que hoy acontece algo parecido en nuestra iglesia. Con relación a las cosas que viene de la cultura popular, se ve un ministerio dividido. Hay tres posiciones bien definidas. Hay líderes que se mantienen firmes por los fundamentos de nuestra fe. Hay aquellos que se hicieron liberales, y entienden que la iglesia puede permitir la entrada de costumbres pertenecientes a la cultura del mundo. Y hay también aquellos que no tiene posición en relación a esa cuestión tan importante. Ahora, colóquese en el lugar de los miembros: ¿a quién deben dar oídos? Los miembros oirán aquellos que les satisfagan sus gustos. Están llegando los días en que va a haber un zarandeo dentro de la iglesia, para que, incluso, el ministerio sea purificado. Así lo confirma la mensajera del Señor: “El gran asunto que muy pronto afrontaremos [el cumplimiento de la ley dominical], eliminará a todos aquellos a quienes Dios no ha señalado, y él tendrá un ministerio puro, verdadero, santificado, preparado para la lluvia tardía....” Mensajes Selectos, vol. 3, pág. 440. Nota del traductor: La expresión dentro del corchete no está en el original. O sea, tanto los miembros como los pastores, que queden, tendrán una guía correcta, basado en la Biblia, no en la cultura, como fue los tiempos de Jesús, es decir, en las tradiciones. Ahora sí, como los días de los apóstolos, puros, la iglesia tendrá poder. Martes: Organizando la primera iglesia ¡Humildad para ser transformados! Sin humildad, nadie puede ser transformado por Dios. La transformación es un acto del Creador, no de la criatura, y ese acto sólo es posible se nosotros seamos barro, es imposible se nos hagamos piedra dura. Nuestras oraciones deben ser por la obtención de la humildad, uno de los prerequisitos para la transformación. Fue eso que los apóstolos buscaron en aquellos diez días entre la asunción de Jesús y la concesión del don del ESPÍRITU SANTO. Allí ellos se hicieron humildes, eran iguales unos con los otros. Ninguno de ellos entonces estaba interesado en querer “aparecer” más que el otro, en “ser más” que el otro, en demostrar “mayor capacidad” que el otro. Como ser humildes? Un buen ejercicio es desconectarse de las etiquetas de status de ese mundo. Eso ocurre principalmente en el vestuario, en el automóvil, en adornos, en la apariencia, y cosas así. Todo lo que nos hace sentir que somos superiores es un lazo para la muerte eterna. Y la sociedad, la economía de los negocios esos días finales está usando esos recursos para acostumbrar siervos de Dios con el mundo. Así, cuando venga la sacudidura, ellos no tendrán dificultades en abandonar las hileras de la iglesia, y se alíen con el llamado “maravilloso movimiento del Ecumenismo”, donde esas cosas todas son bienvenidas. Pero el poder para las últimas acciones en esa Tierra andará con aquellos que se hagan humildes como Jesús, para que sean transformados por su poder en personas santas y puras, desconectadas de ese mundo, conectadas a la cosas del alto. Fue ese tipo de personas que Jesús envió de dos en dos para ir y prediquen al mundo. Ese tipo de persona recibió poder, pues su testimonio no era contradictorio. O sea, su testimonio coincidía perfectamente con lo que predicaban. Lo que enseñaban era el mismo como vivían. Con personas así la iglesia creció en su principio. Satanás desde pronto atacó la iglesia infante. Inicialmente fueron los propios judíos que rechazaron Cristo y que atacaron los otros judíos cristianos. Querían combatir los judíos cristianos, pero Dios es muy más inteligente que Satanás. Los judíos cristianos, muchos de ellos tuvieron que huir de la Judea. Eso se llama dispersión, o diáspora. Para donde fueron llevaron su nueva forma de creer y de adorar. Así, antes que los discípulos llegaran a correctos lugares, esos judíos cristianos ya estaban allá, y enseñando sobre Jesús. Fue por un motivo de esos que la iglesia envió Bernabé para Antioquia. Y Pedro y Juan fueron enviados para la Samaria, donde ya había un grupo de creyentes liderados por Felipe. Vemos aquí el poder de Pedro, el centro del estudio de esta semana. Pedro, como estamos analizando, sólo recibió el poder después que su corazón dejó de ser piedra dura, y se hizo un modelo por el poder de Dios. Ese es el camino deseable para vivir eternamente. Miércoles: Una visión más amplia En Hechos 10:9 al 15 tenemos la descripción de la visión del manto repleto de animales impuros, los cuales una voz ordenaba a Pedro que los matara y comiera. Pedro respondía que no comería eso de modo ninguno, pues eran animales inmundos. Pero la voz decía siempre que, “Lo que Dios purificó no lo consideres común.” Los judíos aquellos tiempos consideraban los gentíos impuros y comunes. Hasta tal punto que no se mezclaban con ellos. Eran clasificados como aquellos animales del manto, en el mismo nivel. Y ahora hube llegado la hora de llevar el evangelio a ellos. Y Pedro, que era influyente entre los apóstolos, y que también era lo de más difícil cambio en relación al concepto sobre los gentíos, fue quién recibió la visión de Dios para no clasificar impuras aquellas personas que Dios quería salvar. Si Pedro aceptara la idea de que los gentíos no eran impuros, los demás apóstolos también aceptarían. Puede haber sido esa la razón de él haber recibido la visión del manto. Pedro resistió al que la visión estaba ordenándole. Entonces, mientras meditaba sobre lo que vuelca, llegaba a la casa donde estaba hospedado, el centurión Cornelio, un sol-dato romano, un gentío. Los romanos no sólo eran considerados impuros por los judíos como aún eran odiados, pues se trataba de soldados del Imperio que los dominaba. Durante las consideraciones de Pedro sobre la visión, mientras ese Cornelio llegaba, El Espíritu le dije que estaban llegando dos hombres, y que Pedro fuera con ellos, y que no dudara de nada pues que fuera Dios que los hube enviado. Cuando Cornelio, un gentío llegó a la casa de Pedro, él fue recibido cordialmente y Pedro fue con ese hombre. Dios hizo Pedro ver que hombres y animales eran diferentes. Que no se debía clasificar los gentíos como se fueran animales. Aquel manto simbolizaba el modo como los judíos veían los gentíos. Y él sirvió para esclarecer que animales eran una cosa, y seres humanos otra. Animales inmundos serían siempre inmundos, pero seres humanos no son ni animales, ni inmundos, pues Jesús fue muerto también por los gentíos. Jueves: Creciendo en gracia Hay un riesgo considerable a los que desean seguir a Jesús. Vamos a buscar entender bien del que se trata. Cuando decidimos seguir el Maestro Salvador, como ya estudiamos, deben ocurrir cambios en nuestra vida. Sin cambio en la vida no seguiremos el Maestro, así como Judas y el joven rico tampoco Lo siguieron. Pues bien, al iniciarse ese cambio eso nos garantiza seguridad de que de ahí en delante estaremos siempre al lado del Maestro? No, nada está garantizado. Sólo continuaremos al lado del Maestro se la transformación también continuar, todos los días. Dos cosas no pueden acontecer en la vida de la persona en la cual ya se inició el proceso de cambio: parar de cambiar, o tener una recaída. Vamos en los concentrar en la recaída, que fue el caso de Pedro en el estudio de hoy. ¿Que es una recaída? ES lo retorno a la vieja situación, a la vieja naturaleza, de donde salimos en el inicio del proceso de transformación. Ese retorno puede ser temporal, o puede ser definitivo. Pedro, que tuvo el privilegio de recibir la visión del manto estudiado ayer, tiempos después, en la presencia de los judíos, resolvió hacer de cuenta que pensaba como ellos, o sea, que los gentíos era de hecho inmundos. Ni se asentaba más con los gentíos. Disimulaba hacía como hacían aquellos judíos, que estaban errados. Eso que Pedro ahora ya poseía el conocimiento dado directamente por Dios cuánto a esa cuestión. Hizo es que es recaída. Pablo viendo eso, se sintió en la obligación de reprender a Pedro. Y hizo bien, pues el hombre que hube recibido instrucciones directamente de DIOS, estaba ahora, por la segunda vez, negando a Su Maestro. ¿Da a entenderse lo que es recaída y su peligro? Si no fuera la reprensión de Pablo, Pedro podría continuar transgrediendo, perdiendo el poder, y venir a hacerse un enano espiritual, y hasta desaparecer espiritualmente, dejando de ser un apóstol. La recaída espiritual se parece con la gripe. Una gripe tratada con antibiótico pero apenas curada, retornarse, el virus estará inmune a aquel antibiótico. En ese caso para derrotar el virus necesita de un tratamiento más radical, que puede causar damos al cuerpo del propio paciente. Así es en la vida espiritual. Si tuviéramos una recaída en un asunto en el cual ya somos versados, en el cual deberíamos ser maestros, eso es igual una negación al conocimiento que ya nos servía de orientación de vida. Recaídas espirituales son peligrosas, y necesitan ser tratadas con urgencia y profundidad, aunque, con amor. ¿Quién más tuvo recaída espiritual en el pasado? Elias fue uno de ellos. Después de derrotar los 400 profetas de Baal, con impresionante coraje y determinación por el poder de la fe, decepciono use con la actitud de Jezabel, y resolvió huir. Creía que estaba aún sólo, que toda aquella gran demostración de poder no habría servido para nada. En estos días finales, la recaída espiritual es una realidad presente en todas nuestras congregaciones. No quiero hoy detenerme más en ese asunto, para no hacerme empalagoso. Sin embargo, un llamamiento es urgente. Como la recaída hace a la persona ciega en su posición, ella se siente más confortable que el que continúa manteniéndose según los principios de los ciudadanos celestiales. Aunque aún en la Tierra, cada uno de nosotros debe evaluar si eso no está ocurriendo con nosotros. Antes de que seamos reprendidos por el propio Señor, con castigos por estar dormidos. Nosotros podemos examinar nuestra vida, y ver si no estamos volviendo hacer alguna de las cosas que son del mundo, de la cual ya habíamos dejado atrás. Aplicación del estudio – viernes, día de la preparación para el Santo sábado: Hoy la lección presenta dos textos de Elena G. White, sobre la recaída espiritual. Son bien propicios para reflexión. Ella identifica la recaída con vacilación, o con fracaso. Bueno se sea sólo temporal, y no permanente. Pedro negó El Maestro cuando más debería haber apoyado. Negó, pero no sólo una vez. Al haber negado El Maestro, eso se fijó en la mente de Pedro, y pasó a ser uno más de sus puntos débiles. Todos nosotros tenemos una colección de puntos débiles en nuestra mente. Es decir como un virus en el cuerpo, puede manifestarse a cualquier momento. Se trata de una experiencia negativa pero que fue aprendida. Cualquier experiencia que tenemos se hace más fácil de ser repetida, sea ella positiva, sea negativa. Para los seres como nosotros, pecadores, siempre es más probable repitamos experiencias negativas, porque es de ellas que nos gusta más. O sea, la experiencia de Pedro al negar el Maestro le provocó un punto débil en su carácter, creando la probabilidad de, al ser otra vez puesto en situación difícil, en vez de enfrentar esa situación, podría venir a negar otra vez. Fue eso que aconteció. Está en Gálatas 2:11 a 14. Estando entre los gentíos, sin judíos por cerca, trataba los gentíos como semejantes. Sin embargo, viniendo los judíos, pasó a disimular, esto aquí es negar, o sea, dio a entender que actuaba como aquellos judíos, viendo los gentíos como inmundos e impuros. Él, Pedro, negó su Maestro más una vez. Él negó lo que por tres veces el Maestro le hube preguntado, si Lo amaba, y también que por tres veces por medio del manto El Maestro lo hube enseñado, que los gentíos no era inmundos ni impuros. Negar al Maestro, o negar lo que Él enseña, no tiene diferencia. En los días finales, esa será la llave para abrir la puerta de la iglesia, abandonarla para ir tras del Ecumenismo, donde casi todos hoy ya están yendo, para librarse de la severa persecución contra los verdaderos adoradores de Dios. No es una broma, ya está aconteciendo, y eso que sólo estamos sólo los tiempos difíciles, ni siquiera en el comienzo de la persecución. El Prof. Sikberto R. Marks ha autorizado Ministerios PM a traducir y ha publicar sus comentarios semanales de la escuela sabática, en el Centro Internalcional para el Estudio de la Escuela Sabática de Ministerios PM
©Traducción: Dr Pedro Martinez (drmartinez@pmministries.com)
FONTE: http://www.pmministries.com/CEES/2008/ES3/Comentarios/espanol/SM/SM9.htm Conheça já o Windows Live Spaces, o site de relacionamentos do Messenger! Crie já o seu! |
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