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8月31日

L10 - Confiança (29 de agosto a 05 de setembro) - Lições da Bíblia - 1a Parte

L10 - Confiança (29 de agosto a 05 de setembro)

 

Publicado em 30 August 2009 by jonatan

 

Benjamin Franklin, certa vez, disse que só existem duas coisas certas nesta vida: a morte e os impostos. Existe uma terceira coisa certa, também: a vida é cheia de incertezas!

Não sabemos quão seguro é nosso emprego. Nada garante nossa proteção contra a doença, terrorismo, guerra e desastres naturais. Quando vamos para a cama, não temos nenhuma certeza de que vamos acordar no dia seguinte.

Diante disso, fazemos nosso melhor, tentando nos proteger desses problemas da melhor maneira que podemos, mas, no fim das contas, nossos melhores esforços não garantem nada.

Mas que dizer de Deus? E das promessas de Deus a nós? Elas não são seguras? Como podemos viver sem confiança e garantia quando se trata de Deus? Nosso relacionamento com Deus e nossa vida com Ele para sempre é mais importante que qualquer outra coisa. O que João tem a nos dizer sobre isso, a coisa mais importante de nossa vida?

Prévia da semana: Em que podemos ter confiança? Como não transformar a confiança em presunção? Que confiança podemos ter de que nossas orações serão respondidas? Que proteção nos é oferecida contra Satanás? Como podemos chegar ao conhecimento de Deus?

 

Domingo, 30 de agosto Tendo confiança (1Jo 5:13-21)

“Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus. E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito. Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue. Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno. Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.”

 

Primeira João 5:14 contém a palavra confiança, que tem também o significado de certeza, coragem, ou, em outros contextos, intrepidez (At 4:29, 31) e franqueza (Jo 16:25, 29).

De acordo com Hebreus 4:16 e 10:19, os cristãos podem se aproximar do trono de Deus com confiança. Por quê? Primeiramente, porque Jesus derramou Seu sangue por eles na cruz. E segundo, porque Jesus ascendeu ao Céu para servir como Sumo Sacerdote em seu favor.

O mesmo termo é usado em 1 João 4:17 falando sobre “confiança” ou “coragem” no dia do juízo. Os cristãos não têm medo do juízo. Contam com o que Jesus fez por eles. Sua confiança não está neles mesmos, nem no que fizeram ou no poderiam ter feito. Ao contrário, essa confiança repousa totalmente em Jesus.

Outra forma de João expressar essa ideia de confiança é pelo repetido uso da frase “sabemos que” no fim de 1 João. Essa frase só é encontrada duas vezes ao longo da epístola (1Jo 3:2, 14), mas ocorre cinco vezes na sua conclusão e destaca adicionalmente o assunto da “confiança”.

 

1. De acordo com os textos a seguir, em que podemos ser confiantes?

a. 1Jo 5:13 - Temos a vida eterna

Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.”

b. 1Jo 5:15 -  Ele nos ouve

E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.”

c. 1Jo 5:18- Temos proteção contra as tentações

 “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca.”

d. 1Jo 5:19 - Somos libertos do Maligno

“Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno.”

e. 1Jo 5:20 Jesus Cristo é o verdadeiro Deus.

“Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.”

 

 

Em 1 João 5:13, o apóstolo diz que podemos saber e falar sobre a certeza da salvação. De 1 João 5:15 em diante, ele usa sabemos. Em 1 João 5:15 ele enfatiza que nossas orações são ouvidas. Podemos ter confiança. Em 1 João 5:18, sabemos é seguido pela promessa de proteção divina. Em 1 João 5:19, o mesmo verbo sabemos introduz o maravilhoso conceito de pertencer a Deus, e 1 João 5:20 afirma que conhecemos Jesus e assim, por intermédio de Jesus, conhecemos a Deus e estamos nEle. Então, os cristãos têm confiança no que se refere ao seu relacionamento com Deus, sua vida de oração e sua condição presente e destino futuro.

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Quantas vezes você se desapontou no mês passado, na semana passada ou até mesmo ontem? Poderíamos dizer: “Mantenha um registro dessas decepções”, mas isso poderia ser muito desencorajador. Como a realidade de suas fraquezas chama a atenção para a necessidade de ter certeza de que sua confiança está em Jesus e não em você mesmo?

 

Segunda, 31 de agosto      A posse da vida eterna (1Jo 5:13)

 “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.”

 

2. Que certeza podemos ter, se cremos no Filho de Deus? 1Jo 5:13

R: Temos a vida eterna.

“Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.”

 

 

O verso 13 fornece uma razão importante de João haver escrito sua epístola. Ele queria que seu público tivesse a certeza da salvação. Seus ouvintes e leitores deviam saber que já tinham vida eterna. Esta é uma realidade presente. João fez uma declaração semelhante no fim de seu Evangelho (Jo 20:30, 31).

1 João 5:13 ultrapassa os outros textos do Novo Testamento que se referem à vida eterna. Esses textos mencionam uma condição e contêm uma promessa (por exemplo, Jo 3:36), mas 1 João 5:13 afirma que os filhos de Deus devem saber que têm a vida eterna. Não é uma opção, algo que pode ser acrescentado à vida cristã ou deixado de lado. Deus quer que tenhamos a certeza da salvação. Moisés (Êx 32:32),Pedro (1Pe 5:1), Paulo (2Tm 4:7, 8), os cristãos de Éfeso (Ef 2:8) e os crentes de Colossos (Cl 1:12-14)tinham essa certeza.

 

3. Como podemos evitar que essa certeza se torne presunção? Veja Mt 10:22; 1Co 9:27; Ap 3:11

R: A vida eterna pertence apenas aos que perseveraram até o fim.

“Sereis odiados de todos por causa do meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo.” (Mateus 10:22)

“Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” (I Coríntios 9:27)

Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Apocalipse 3:11)

 

 

Alguns tomam essa “confiança” de salvação e a transformam em uma “certeza incondicional”, a ideia de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Se isso fosse verdade, o que nos impediria de esquecer tudo a respeito de Deus e viver uma vida imoral e pouco ética – que, de acordo com a Bíblia, iria nos manter fora do Céu (Gl 5:21; Ap 21:8)? Afinal, mesmo sabendo que podemos nos afastar de Deus, já é difícil nos manter puros. Imagine se pensarmos que nossa maneira de viver não tem importância!

A Bíblia ensina que existe certeza de salvação, mas essa certeza pode se perder mediante nossas escolhas. Precisamos apegar-nos à coroa da vida mantendo-nos submissos diariamente ao Senhor, em obediência, arrependimento e fé. Devemos, sempre, vigiar e orar, pois Satanás está buscando alguém para devorar (1Pe 5:8). E se não formos nós, quem haverá de ser?

 

Examine-se de perto (nós sabemos, é doloroso!). Você tem alguma dificuldade em ter a certeza de salvação? Se for assim, não será por causa das coisas que você está fazendo? Neste caso, você deve primeiro reclamar o perdão que é seu, e então, reclamar o poder para vencê-lo, que lhe é prometido. O que o está impedindo de vencer nas suas escolhas?

 

Terça, 1º de Setembro      De acordo com a Sua vontade(1Jo 5:14-17)

E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito. Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue. Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte.”

 

4. Que certeza temos quanto às nossas orações? 1Jo 5:14, 15. O que isso deve significar para nós?

R.  “Se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve.”

“E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito.”

 

 

Podemos ir a Deus com todas as nossas alegrias, fardos e pedidos. Podemos Lhe dizer que precisamos de dinheiro. Podemos Lhe dizer que temos problemas com nossos filhos e precisamos de Sua intervenção. Podemos Lhe dizer que estamos gravemente doentes e precisamos de cura. Sabemos que Ele nos envia um cheque, corrige nossos filhos, ou nos cura de uma doença maligna? Não necessariamente. Quando Jesus orou no Getsêmani, Ele acrescentou à Sua oração “Faça-se a Tua vontade (Mt 26:42); e Deus não O livrou da cruz.

Porém, se confessamos nossos pecados e pedimos perdão, Deus não nos põe em uma lista de espera; podemos ter confiança de que, ao encerrarmos nossa oração, o perdão se tornou uma realidade. Se eu Lhe pedir para me fazer Seu filho porque aceito Jesus como Salvador e Senhor, Deus responderá imediatamente a essa oração. Sempre que a vontade de Deus é revelada nas Escrituras – seja em um mandamento ou uma promessa – e reclamarmos essa expressão de Sua vontade, sabemos que a oração será respondida. Em casos em que não estamos certos de como Deus nos guiará, devemos acrescentar às nossas orações “faça-se a Tua vontade” e crer que o Senhor fará o que for melhor.

1 João 5:16, 17 não é fácil de entender. Os estudiosos estão divididos quanto ao que significa (alguns dizem que é o pecado contra o Espírito Santo). Sabemos, porém, que todo pecado é iniquidade e não pode ser justificado nem tolerado. Mas qual foi a distinção de pecados que João fez nestes versos? Isso não é fácil de responder. Seja o que for que João está dizendo, podemos estar certos de que ele não está minimizando a gravidade do pecado.

 

Todos tivemos orações de alguma forma não respondidas. Uma pessoa querida morre, apesar das orações. Um emprego é perdido apesar das orações, e assim por diante. Em alguns casos, mais tarde, podemos ver como as coisas realmente se resolveram melhor quando a oração não foi respondida como queríamos. Em outros casos, tudo o que vemos é frustração, aflição e tristeza. Como devemos enfrentar essas situações? Como devemos continuar a viver pela fé e confiança em Deus de quando as orações aparentemente sem resposta nos deixam cheios de tristeza, decepção, e até mesmo de dúvida?

 

Continua...


L10 - Confiança (29 de agosto a 05 de setembro) - Lições da Bíblia - 2a Parte

Quarta, 2 de setembro            Confiança de proteção (1Jo 5:18, 19)

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.”

 

Em 1 João 5:18, 19, João menciona por duas vezes que “sabemos”. Os dois versos começam com essa declaração. Porém, João não está preo cupado apenas com o conhecimento.

 

5. Que desafios indiretos os versos de 18 e 19 contêm?

R.  Não viver em pecado.

 

No verso 18, a expressão nascido de Deus é usada por duas vezes. Mas a primeira expressão se refere a todos os verdadeiros crentes, enquanto a segunda expressão se refere a Jesus. No grego, existe uma diferença de tempos que pode ser bastante importante. “Todo aquele que é nascido de Deus” (a primeira frase) ocorre no perfeito e descreve o efeito duradouro da regeneração. A segunda frase utiliza uma forma verbal que se refere a um evento específico no passado e descreve a encarnação de Jesus. Ele nasceu de Maria em Belém. A primeira frase se refere à experiência dos seres humanos que nascem de novo (Jo 3:3, 5; 1Jo 3:9). O uso da mesma frase para Jesus pode apontar para o fato de que Jesus veio para perto de nós, até mesmo Se tornou um de nós. Por outro lado, Jesus é diferente de nós. Ele é o Filho de Deus de um modo que nunca seremos.

 

6. Que conforto estes versos contêm? 1Jo 5:18, 19

R: Somos guardados do Maligno por Jesus Cristo.

“Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.”

 

 

Os dois versos mencionam o Maligno. Essa palavra também é usada em 1 João 2:13, 14; 3:12. Descreve Satanás. João ainda o chama de diabo (1Jo 3:8, 10). De acordo com Apocalipse 12:9, ele é a antiga serpente, o diabo. 1 João 5:18, 19 fornece um pequeno vislumbre do grande conflito entre Cristo e Satanás. Esse conflito é revelado no livro de Apocalipse, especialmente no capítulo 12. Porém, os diferentes participantes já estão apontadas em 1 João. Nos versos 18 e 19 João se refere ao mundo como o palco do Maligno. No outro lado do conflito, os discípulos de Jesus são encontrados junto com Deus o Pai e com Jesus. Esses crentes são protegidos por Ele. Jesus os guarda e não permite que Satanás os toque. Então, eles podem dizer não ao pecado e resistir às tentações.

O verso 19 afirma que somos de Deus. Podemos estar confiantes porque temos relacionamento direto e íntimo com Deus e estamos separados do mundo. Como filhos de Deus, podemos reclamar Suas promessas.

 

Como você experimenta a realidade do grande conflito em sua vida? Como você pode tomar posse dessas promessas de vitória e proteção? Isto é, que atitudes suas podem tornar impossível que essas promessas sejam percebidas para você agora? Ao mesmo tempo, que esperança você pode tirar do fato de que Jesus já venceu a guerra contra Satanás por nós e nos oferece Sua vitória?

 

Quinta, 3 de setembro       Tendo verdadeiro conhecimento da Divindade (1Jo 5:20, 21)

Sabemos também que já veio o Filho de Deus, e nos deu entendimento para conhecermos aquele que é verdadeiro; e nós estamos naquele que é verdadeiro, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.”

 

Novamente, João declara que “sabemos”. Conhecemos aquele que é a verdade. O Filho de Deus, Jesus, veio a este mundo e nos revelou Deus o Pai. Esse conhecimento não é somente intelectual. Esse conhecimento nos leva a uma conexão íntima com Deus.

 

7. De acordo com 1 João 5:20, a quem João se referiu quando disse que “estamos no verdadeiro”?

R: Poderia se referir tanto a Deus o Pai quanto a Jesus Cristo.

“Sabemos também que já veio o Filho de Deus, e nos deu entendimento para conhecermos aquele que é verdadeiro; e nós estamos naquele que é verdadeiro, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.”

 

 

Ao longo de sua primeira epístola, vimos que João muda facilmente do Pai para Jesus. Em alguns casos, o pronome pessoal Ele pode até se referir tanto ao Pai como ao Filho. Isso não deve nos surpreender, porque “aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1Jo 2:23). 1 João 5:20 inclui a palavra verdadeiro por três vezes. A primeira se refere claramente a Deus o Pai: Jesus veio e nos deu entendimento para reconhecermos o Pai, pelo menos até certo ponto.

A segunda menção pode se referir a Jesus: “Estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo”. A última parte dessa cláusula parece explicar a primeira: O Filho de Deus é aquele que é verdadeiro. A palavra verdadeiro é achada em 1 João 2:8, descrevendo Jesus (veja também Ap 3:7, 14), mas também é um atributo do Pai (Jo 7:28).

A última referência que menciona a palavra verdadeiro ocorre na sentença: “Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. Essa sentença pode se referir a Deus o Pai, a Jesus, ou a ambos. Os comentaristas se dividem a esse respeito. Em todo caso, tem perfeito sentido se mencionar Jesus.

 

8. Que princípio está contido na advertência de 1 João 5:21?

R: Fugir da idolatria.

Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.”

 

 

Até aqui, em toda a Epístola, João não mencionou a idolatria. Em seu lugar, ele combateu as falsas concepções de Jesus e sua influência naqueles membros que não haviam deixado a igreja. Por que então, no fim da epístola, como última advertência, ele introduziu um assunto não encontrado antes? Talvez João considerasse idolatria as falsas ideias sobre Cristo, e assim, a idolatria está associada aos ensinos dos anticristos sobre Deus e Jesus. Sua compreensão da Divindade podia ser considerada adoração de falsos deuses em vez do Pai, que, em Jesus, dá vida e confiança eterna a todos os verdadeiros crentes.

 

Escreva um parágrafo expressando o que você “conhece” sobre a natureza e o caráter de Deus, e leve para a classe no sábado. Quais são algumas das coisas sobre Deus que você não conhece? Quais são as coisas que você não conhece mas gostaria de conhecer?

 

Sexta, 4 de setembro           Estudo adicional

Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 147, 148: “Como Aumentar a Fé e a Confiança”; Profetas e Reis,p. 157: “De Jezreel a Horebe”.

“Quando pedimos bênçãos terrestres, a resposta a nossa oração talvez seja retardada, ou Deus nos dê outra coisa que não aquilo que pedimos; não assim, porém, quando pedimos livramento do pecado. É Sua vontade limpar-nos dele, tornar-nos Seus filhos, e habilitar-nos a viver uma vida santa. Cristo ‘Se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de nosso Deus e Pai’ (Gl 1:4). E ‘esta é a confiança que temos nEle, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fizemos’ (1Jo 5:14, 15). ‘Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça’ (1Jo 1:9)” ( Ellen G. White,O Desejado de Todas as Nações, p. 266).

“Se a vida do doente pode glorificá-Lo, suplicamos-Lhe que conceda viver, porém não como nós queremos e sim como Ele quiser. Nossa fé pode ter a mesma firmeza e até provar-se mais confiante ainda, subordinando o desejo pessoal à onisciente vontade de Deus, e depositando tudo com confiança em Suas mãos, sem inútil ansiedade. Temos a promessa. Sabemos que ‘se pedirmos, segundo Sua vontade, Ele nos ouve’ (1Jo 5:14). Nossas petições não devem tomar a forma de uma ordem e sim de uma intercessão para que se cumpra o que dEle suplicamos” ( Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 149).

 

Perguntas para consideração

1. Comente com sua classe o que você escreveu no fim da lição de quinta-feira. O que vocês podem aprender uns dos outros?

2. Muitos têm encontrado dificuldades com a questão da “certeza da salvação”. Qual é normalmente a razão para esse problema? Como você pode ajudar os que ainda têm dificuldades sobre esse assunto?

3. Considerando todas as promessas maravilhosas de vitória sobre o pecado na Bíblia, por que tantos de nós ainda caímos nos mesmos pecados vez após vez?

4. Como estamos vendo a realidade do grande conflito sendo manifestada em nosso mundo hoje? Como está se desenvolvendo em sua comunidade, ou até mesmo em sua casa? O que você está fazendo, no conflito, pela causa de Cristo? O que você pode, como indivíduo ou juntamente com sua igreja, fazer para a causa de Cristo na batalha contra Satanás?

 

FONTE: http://www.novotempo.org.br/licoesdabiblia/?p=671#more-671


8月28日

OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAFAÇÃO!!!


OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS

 

 

OS DEZ MANDAMENTOS DA BÍBLIA

 VELHO TESTAMENTO:

ÊXODO 20:3-17; DEUTERONÔMIO 5:8-21;

 NOVO TESTAMENTO:

MATEUS 4:10; 5:21; 5:27-28; 5:33; 15:4; 19:5 e 17-19; 22:37; 24:20; MARCOS 2:27-28; 10:19; 16:1; LUCAS 4:16 e 31; 6:1-2 e 5; 13:10 e 16; 23:54-56; JOÃO 9:14 e 16; ATOS 13: 27, 42 e 44; 17:29; ROMANOS 7:7 e 12; 13:9-10; 10:19-21; EFÉSIOS 6:1-2; COLOSSENSES 1:16; 1 TIMÓTEO 6:1; HEBREUS 4:4e 9; APOCALIPSE 1:3; 12:17; 14:7 e 12.

 

OS DEZ MANDAMENTOS

  "CONFORME O CATECISMO"

 "TRADIÇÃO DE HOMENS"

"ANTICRISTO"

"ANTICRISTOS"

"HOMEM DA INIQUIDADE"

"PODER RELIGIOSO"

"PODER POLÍTICO"

I

3 Não terás outros deuses diante de mim.

I

Amar a DEUS sobre todas as coisas.

II

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

II

Não falar Seu Santo nome em vão.

III

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

III

Guardar domingos e festas.

IV

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 

IV

Honrar pai e mãe.

V

12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

V

Não matar.

VI

13 Não matarás.

VI

Não pecar contra a castidade.

VII

14 Não adulterarás.

VII

Não furtar.

VIII

15 Não furtarás.

VIII

Não levantar falso testemunho.

IX

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

IX

Não desejar a mulher do próximo.

X

17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

X

Não cobiçar coisas alheias.

 

Você pode resumir Os Dez Mandamentos em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a você mesmo (MARCOS 12:29-31).

 Ainda mais, transformá-lo em apenas um: DEUS É AMOR (1 JOÃO 4:8 e 16). Você só não pode deixar de obedecer como Ele mandou e deseja que seja obedecido. Não pode ser da maneira que você quer obedecer. A doutrina é de Deus e não dos homens.

 Lembre-se de que Ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Mudando a Sua Lei você não reconhece Deus como Pai e Criador (DANIEL 8:12), mas atribui e aceita aquele outro anjo caído – (satanás) – como pai e criador.

 Leia I JOÃO 3 (Deus é Pai e é santo. Seus filhos são também santos – Os filhos de Deus e os filhos do Maligno – O amor aos irmãos e o ódio ao mundo).

 Pense nisto!

 Adams Roberto Santos 

Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ...

Êxodo Capítulo: 20

1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:

2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

3 Não terás outros deuses diante de mim.

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

13 Não matarás.

14 Não adulterarás.

15 Não furtarás.

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

18 Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte a fumegar; e o povo, vendo isso, estremeceu e pôs-se de longe.

19 E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos.

20 Respondeu Moisés ao povo: Não temais, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis.

21 Assim o povo estava em pé de longe; Moisés, porém, se chegou às trevas espessas onde Deus estava.

22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que do céu eu vos falei.

23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata, ou deuses de ouro, não os fareis para vós.

24 um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois. Em todo lugar em que eu fizer recordar o meu nome, virei a ti e te abençoarei.

25 E se me fizeres um altar de pedras, não o construirás de pedras lavradas; pois se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás.

26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a tua nudez.

PENSE NISTO: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.


--
Adams Roberto Santos

LEMBRA-TE... DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICAR


LEMBRA-TE...

PRIMEIRO DIA DA SEMANA = DOMINGO

SEGUNDO DIA = SEGUNDA-FEIRA

TERCEIRO DIA = TERÇA-FEIRA

QUARTO DIA = QUARTA-FEIRA

QUINTO DIA = QUINTA-FEIRA

SEXTO DIA = SEXTA-FEIRA

SÉTIMO DIA = REPOUSO = SÁBADO   

LEMBRA-TE...

GÊNESIS... Gênesis Capítulo: 2

1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.

2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera.

3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera.

ÊXODO... Êxodo Capítulo: 20

1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:

2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

3 Não terás outros deuses diante de mim.

4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;

10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.

11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

ISAÍAS... Isaías Capítulo: 66

21 E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor.

22 Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome.

23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.

24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne.

APOCALIPSE... Apocalípse Capítulo: 1

1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João;

2 o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu.

3 Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.

Apocalípse Capítulo: 12

17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.

Apocalípse Capítulo: 14

6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo,

7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.

9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão,

10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome.

12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Crês tu em Jesus?

João Capítulo: 9

35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou-lhe: Crês tu no Filho do homem?

João Capítulo: 11

26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?

João Capítulo: 14

10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras.

Atos Capítulo: 8

37 [E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.]

Tiago Capítulo: 2

19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem.

Depois de lê os textos acima e meditar bem, agora responda com sinceridade de coração. Eu não quero a sua resposta, mas Ele, Jesus Cristo, gostaria de ouvir o que você vai responder. Qual é o verdadeiro Dia do Senhor? O Sábado ou o primeiro dia da semana?

Pense nisto!


 -- 
Adams Roberto Santos

Lição 10 – Confiança - Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

Lição 10
29 de agosto a 5 de setembro

Confiança

Lição 1032009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Ez 4–7


Verso para Memorizar: “E esta é a confiança que temos para com Ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1Jo 5:14).

Leituras da semana: Jo 3:36At 4:291Co 9:27Hb 4:161Jo 5:13-21Ap 12:9

Benjamin Franklin, certa vez, disse que só existem duas coisas certas nesta vida: a morte e os impostos. Existe uma terceira coisa certa, também: a incerteza da vida!

Não sabemos quão seguro é nosso emprego. Nada garante nossa proteção contra a doença, terrorismo, guerra e desastres naturais. Quando vamos para a cama, não temos nenhuma certeza de que vamos acordar no dia seguinte.

Diante disso, fazemos nosso melhor, tentando nos proteger desses problemas da melhor maneira que podemos, mas, no fim das contas, nossos melhores esforços não garantem nada.

Mas que dizer de Deus? E das promessas de Deus a nós? Elas não são seguras? Como podemos viver sem confiança e garantia quando se trata de Deus? Nosso relacionamento com Deus e nossa vida com Ele para sempre é mais importante que qualquer outra coisa. O que João tem a nos dizer sobre isso, a coisa mais importante de nossa vida?

Prévia da semana: Em que podemos ter confiança? Como não transformar a confiança em presunção? Que confiança podemos ter de que nossas orações serão respondidas? Que proteção nos é oferecida contra Satanás? Como podemos chegar ao conhecimento de Deus?


Domingo

Ano Bíblico: Ez 8–10

Tendo confiança (1Jo 5:13-21)

Primeira João 5:14 contém a palavra confiança, que tem também o significado de certeza, coragem, ou, em outros contextos, intrepidez (At 4:2931) e franqueza (Jo 16:2529).

De acordo com Hebreus 4:16 e 10:19, os cristãos podem se aproximar do trono de Deus com confiança. Por quê? Primeiramente, porque Jesus derramou Seu sangue por eles na cruz. E segundo, porque Jesus ascendeu ao Céu para servir como Sumo Sacerdote em seu favor.

O mesmo termo é usado em 1 João 4:17 falando sobre “confiança” ou “coragem” no dia do juízo. Os cristãos não têm medo do juízo. Contam com o que Jesus fez por eles. Sua confiança não está neles mesmos, nem no que fizeram ou no poderiam ter feito. Ao contrário, essa confiança repousa totalmente em Jesus.

Outra forma de João expressar essa ideia de confiança é pelo repetido uso da frase “sabemos que” no fim de 1 João. Essa frase só é encontrada duas vezes ao longo da epístola (1Jo 3:214), mas ocorre cinco vezes na sua conclusão e destaca adicionalmente o assunto da “confiança”.

1. De acordo com os textos a seguir, em que podemos ser confiantes?

a. 1Jo 5:13 b. 1Jo 5:15c. 1Jo 5:18 d. 1Jo 5:19e. 1Jo 5:20

Em 1 João 5:13, o apóstolo diz que podemos saber e falar sobre a certeza da salvação. De 1 João 5:15 em diante, ele usa sabemos. Em 1 João 5:15 ele enfatiza que nossas orações são ouvidas. Podemos ter confiança. Em 1 João 5:18sabemos é seguido pela promessa de proteção divina. Em 1 João 5:19, o mesmo verbo sabemosintroduz o maravilhoso conceito de pertencer a Deus, e 1 João 5:20 afirma que conhecemos Jesus e assim, por intermédio de Jesus, conhecemos a Deus e estamos nEle. Então, os cristãos têm confiança no que se refere ao seu relacionamento com Deus, sua vida de oração e sua condição presente e destino futuro.

Quantas vezes você se desapontou no mês passado, na semana passada ou até mesmo ontem? Poderíamos dizer: “Mantenha um registro dessas decepções”, mas isso poderia ser muito desencorajador. Como a realidade de suas fraquezas chama a atenção para a necessidade de ter certeza de que sua confiança está em Jesus e não em você mesmo?


Segunda

Ano Bíblico: Ez 11–13

A posse da vida eterna (1Jo 5:13)

2. Que certeza podemos ter, se cremos no Filho de Deus? 1Jo 5:13

O verso 13 fornece uma razão importante de João haver escrito sua epístola. Ele queria que seu público tivesse a certeza da salvação. Seus ouvintes e leitores deviam saber que já tinham vida eterna. Esta é uma realidade presente. João fez uma declaração semelhante no fim de seu Evangelho (Jo 20:30, 31).

1 João 5:13 ultrapassa os outros textos do Novo Testamento que se referem à vida eterna. Esses textos mencionam uma condição e contêm uma promessa (por exemplo, Jo 3:36), mas 1 João 5:13 afirma que os filhos de Deus devem saber que têm a vida eterna. Não é uma opção, algo que pode ser acrescentado à vida cristã ou deixado de lado. Deus quer que tenhamos a certeza da salvação. Moisés (Êx 32:32), Pedro (1Pe 5:1), Paulo (2Tm 4:7, 8), os cristãos de Éfeso (Ef 2:8) e os crentes de Colossos (Cl 1:12-14) tinham essa certeza.

3. Como podemos evitar que essa certeza se torne presunção? Veja Mt 10:221Co 9:27Ap 3:11

Alguns tomam essa “confiança” de salvação e a transformam em uma “certeza incondicional”, a ideia de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Se isso fosse verdade, o que nos impediria de esquecer tudo a respeito de Deus e viver uma vida imoral e pouco ética – que, de acordo com a Bíblia, iria nos manter fora do Céu (Gl 5:21Ap 21:8)? Afinal, mesmo sabendo que podemos nos afastar de Deus, já é difícil nos manter puros. Imagine se pensarmos que nossa maneira de viver não tem importância!

A Bíblia ensina que existe certeza de salvação, mas essa certeza pode se perder mediante nossas escolhas. Precisamos apegar-nos à coroa da vida mantendo-nos submissos diariamente ao Senhor, em obediência, arrependimento e fé. Devemos, sempre, vigiar e orar, pois Satanás está buscando alguém para devorar (1Pe 5:8). E se não formos nós, quem haverá de ser?

Examine-se de perto (nós sabemos, é doloroso!). Você tem alguma dificuldade em ter a certeza de salvação? Se for assim, não será por causa das coisas que você está fazendo? Neste caso, você deve primeiro reclamar o perdão que é seu, e então, reclamar o poder para vencê-lo, que lhe é prometido. O que o está impedindo de vencer nas suas escolhas?


Terça

Ano Bíblico: Ez 14–17

De acordo com a Sua vontade (1Jo 5:14-17)

4. Que certeza temos quanto às nossas orações? 1Jo 5:14, 15. O que isso deve significar para nós?

Podemos ir a Deus com todas as nossas alegrias, fardos e pedidos. Podemos Lhe dizer que precisamos de dinheiro. Podemos Lhe dizer que temos problemas com nossos filhos e precisamos de Sua intervenção. Podemos Lhe dizer que estamos gravemente doentes e precisamos de cura. Sabemos que Ele nos envia um cheque, corrige nossos filhos, ou nos cura de uma doença maligna? Não necessariamente. Quando Jesus orou no Getsêmani, Ele acrescentou à Sua oração “Faça-se a Tua vontade” (Mt 26:42); e Deus não O livrou da cruz.

Porém, se confessamos nossos pecados e pedimos perdão, Deus não nos põe em uma lista de espera; podemos ter confiança de que, ao encerrarmos nossa oração, o perdão se tornou uma realidade. Se eu Lhe pedir para me fazer Seu filho porque aceito Jesus como Salvador e Senhor, Deus responderá imediatamente a essa oração. Sempre que a vontade de Deus é revelada nas Escrituras – seja em um mandamento ou uma promessa – e reclamarmos essa expressão de Sua vontade, sabemos que a oração será respondida. Em casos em que não estamos certos de como Deus nos guiará, devemos acrescentar às nossas orações “faça-se a Tua vontade” e crer que o Senhor fará o que for melhor.

1 João 5:16, 17 não é fácil de entender. Os estudiosos estão divididos quanto ao que significa (alguns dizem que é o pecado contra o Espírito Santo). Sabemos, porém, que todo pecado é iniquidade e não pode ser justificado nem tolerado. Mas qual foi a distinção de pecados que João fez nestes versos? Isso não é fácil de responder. Seja o que for que João está dizendo, podemos estar certos de que ele não está minimizando a gravidade do pecado.


Quarta

Ano Bíblico: Ez 18–20

Confiança de proteção (1Jo 5:18, 19)

Em 1 João 5:18, 19, João menciona por duas vezes que “sabemos”. Os dois versos começam com essa declaração. Porém, João não está preocupado apenas com o conhecimento.

5. Que desafios indiretos os versos de 18 e 19 contêm?

No verso 18, a expressão nascido de Deus é usada por duas vezes. Mas a primeira expressão se refere a todos os verdadeiros crentes, enquanto a segunda expressão se refere a Jesus. No grego, existe uma diferença de tempos que pode ser bastante importante. “Todo aquele que é nascido de Deus” (a primeira frase) ocorre no perfeito e descreve o efeito duradouro da regeneração. A segunda frase utiliza uma forma verbal que se refere a um evento específico no passado e descreve a encarnação de Jesus. Ele nasceu de Maria em Belém. A primeira frase se refere à experiência dos seres humanos que nascem de novo (Jo 3:351Jo 3:9). O uso da mesma frase para Jesus pode apontar para o fato de que Jesus veio para perto de nós, até mesmo Se tornou um de nós. Por outro lado, Jesus é diferente de nós. Ele é o Filho de Deus de um modo que nunca seremos.

6. Que conforto estes versos contêm? 1Jo 5:18, 19

Os dois versos mencionam o Maligno. Essa palavra também é usada em 1 João 2:13, 143:12. Descreve Satanás. João ainda o chama de diabo (1Jo 3:810). De acordo com Apocalipse 12:9, ele é a antiga serpente, o diabo. 1 João 5:18, 19 fornece um pequeno vislumbre do grande conflito entre Cristo e Satanás. Esse conflito é revelado no livro de Apocalipse, especialmente no capítulo 12. Porém, os diferentes participantes já estão apontadas em 1 João. Nos versos 18 e 19 João se refere ao mundo como o palco do Maligno. No outro lado do conflito, os discípulos de Jesus são encontrados junto com Deus o Pai e com Jesus. Esses crentes são protegidos por Ele. Jesus os guarda e não permite que Satanás os toque. Então, eles podem dizer não ao pecado e resistir às tentações.

verso 19 afirma que somos de Deus. Podemos estar confiantes porque temos relacionamento direto e íntimo com Deus e estamos separados do mundo. Como filhos de Deus, podemos reclamar Suas promessas.


Quinta

Ano Bíblico: Ez 21–23

Tendo verdadeiro conhecimento da Divindade (1Jo 5:20, 21)

Novamente, João declara que “sabemos”. Conhecemos aquele que é a verdade. O Filho de Deus, Jesus, veio a este mundo e nos revelou Deus o Pai. Esse conhecimento não é somente intelectual. Esse conhecimento nos leva a uma conexão íntima com Deus.

7. De acordo com 1 João 5:20, a quem João se referiu quando disse que “estamos no verdadeiro”?

Ao longo de sua primeira epístola, vimos que João muda facilmente do Pai para Jesus. Em alguns casos, o pronome pessoal Ele pode até se referir tanto ao Pai como ao Filho. Isso não deve nos surpreender, porque “aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai” (1Jo 2:23). 1 João 5:20 inclui a palavra verdadeiro por três vezes. A primeira se refere claramente a Deus o Pai: Jesus veio e nos deu entendimento para reconhecermos o Pai, pelo menos até certo ponto.

A segunda menção pode se referir a Jesus: “Estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo”. A última parte dessa cláusula parece explicar a primeira: O Filho de Deus é aquele que é verdadeiro. A palavra verdadeiro é achada em 1 João 2:8, descrevendo Jesus (veja também Ap 3:714), mas também é um atributo do Pai (Jo 7:28).

A última referência que menciona a palavra verdadeiro ocorre na sentença: “Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. Essa sentença pode se referir a Deus o Pai, a Jesus, ou a ambos. Os comentaristas se dividem a esse respeito. Em todo caso, tem perfeito sentido se mencionar Jesus.

8. Que princípio está contido na advertência de 1 João 5:21?

Até aqui, em toda a Epístola, João não mencionou a idolatria. Em seu lugar, ele combateu as falsas concepções de Jesus e sua influência naqueles membros que não haviam deixado a igreja. Por que então, no fim da epístola, como última advertência, ele introduziu um assunto não encontrado antes? Talvez João considerasse idolatria as falsas ideias sobre Cristo, e assim, a idolatria está associada aos ensinos dos anticristos sobre Deus e Jesus. Sua compreensão da Divindade podia ser considerada adoração de falsos deuses em vez do Pai, que, em Jesus, dá vida e confiança eterna a todos os verdadeiros crentes.


Sexta

Ano Bíblico: Ez 24–26

Estudo adicional

Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 147, 148: “Como Aumentar a Fé e a Confiança”; Profetas e Reis, p. 157: “De Jezreel a Horebe”.

“Quando pedimos bênçãos terrestres, a resposta a nossa oração talvez seja retardada, ou Deus nos dê outra coisa que não aquilo que pedimos; não assim, porém, quando pedimos livramento do pecado. É Sua vontade limpar-nos dele, tornar-nos Seus filhos, e habilitar-nos a viver uma vida santa. Cristo ‘Se deu a Si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de nosso Deus e Pai’ (Gl 1:4). E ‘esta é a confiança que temos nEle, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fizemos’ (1Jo 5:14, 15). ‘Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça’ (1Jo 1:9)” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 266).

“Se a vida do doente pode glorificá-Lo, suplicamos-Lhe que conceda viver, porém não como nós queremos e sim como Ele quiser. Nossa fé pode ter a mesma firmeza e até provar-se mais confiante ainda, subordinando o desejo pessoal à onisciente vontade de Deus, e depositando tudo com confiança em Suas mãos, sem inútil ansiedade. Temos a promessa. Sabemos que ‘se pedirmos, segundo Sua vontade, Ele nos ouve’ (1Jo 5:14). Nossas petições não devem tomar a forma de uma ordem e sim de uma intercessão para que se cumpra o que dEle suplicamos” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 149).

Perguntas para consideração
1. Comente com sua classe o que você escreveu no fim da lição de quinta-feira. O que vocês podem aprender uns dos outros?
2. Muitos têm encontrado dificuldades com a questão da “certeza da salvação”. Qual é normalmente a razão para esse problema? Como você pode ajudar os que ainda têm dificuldades sobre esse assunto?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: a. Temos a vida eterna; b. Ele nos ouve; c. Temos proteção contra as tentações; d. Somos libertos do Maligno; e. Jesus Cristo é o verdadeiro Deus.
Pergunta 2: Temos a vida eterna.
Pergunta 3: A vida eterna pertence apenas aos que perseveraram até o fim.
Pergunta 4: “Se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve.”
Pergunta 5: Não viver em pecado.
Pergunta 6: Somos guardados do Maligno por Jesus Cristo.
Pergunta 7: Poderia se referir tanto a Deus o Pai quanto a Jesus Cristo.
Pergunta 8: Fugir da idolatria.


Lição 10 – Confiança - Auxiliar Para a Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

A lição em resumo

Texto-chave: 1 João 5:13-21

O aluno deverá...

Saber: Que podemos estar certos da salvação, de ter as orações respondidas, da proteção, de pertencer a Deus e de conhecer Jesus.
Sentir: Nutrir um senso de confiança e pertinência.
Fazer: Viver como cristãos positivos sem ser presunçosos.

ESBOÇO DO APRENDIZADO
I. Conhecer: Certezas inalteráveis

A. João menciona cinco afirmações que começam com “sabemos que”: Sabemos que a salvação é nossa, que nossas orações são ouvidas, que temos proteção, que pertencemos a Deus e que conhecemos Jesus. Como podemos fortalecer a confiança em cada uma dessas áreas?
B. João expressa a vida eterna como uma realidade presente (1Jo 5:13). Qual é a diferença entre essa realidade e “uma vez salvo, salvo para sempre”?

II. Sentir: Nutrindo nosso relacionamento com Deus

A. Às vezes, Deus não responde às nossas orações pedindo bênçãos terrestres. Como essas ocasiões nos ajudam a nutrir a fé?
B. João se concentra constantemente no positivo. Como podemos nutrir semelhante atitude?

III. Fazer: Positivos mas não presunçosos

A. Nossas escolhas são a única forma de perder a certeza da salvação. Mencione algumas formas de certificar-se de que você está fazendo as escolhas certas.
B. Peça à classe que fale de suas experiências pessoais em cada uma das áreas em que João diz que “sabemos”.

Resumo: João menciona cinco áreas em que podemos ter confiança em Deus. A única coisa que pode tirar nossa salvação são nossas próprias escolhas negativas.

Ciclo do Aprendizado

Motivação

Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: É nosso privilégio crer que Deus honrará Suas promessas, de acordo com Sua Palavra.
Só para os professores: Esta lição destaca alguns aspectos críticos da compreensão de Cristo que nos dão a completa segurança de que precisamos a fim de viver em um mundo hostil. Também temos completa certeza para confiar o nosso futuro a um Deus invisível. Use esta introdução para ilustrar como o melhor do conhecimento humano pode ser indigno de confiança e comente como sabemos quais são as informações seguras. Se possível, mostre fotos recentes da Lua, dos planetas, e/ou da Via Láctea.

Por dois mil anos ou mais, em grande parte sob a influência de Aristóteles, as pessoas acreditavam que o Sol girava em torno da Terra. No início do século 17, Galileu foi o primeiro a fazer uso prático do telescópio, estudando a Lua, a Via Láctea, Júpiter e Saturno. Em uma viagem a Roma, ele usou um telescópio para mostrar ao Papa Paulo V e a outros altos dignitários da igreja algumas de suas descobertas sustentando a teoria de Copérnico de que a Terra se movimenta em torno do Sol. Embora o papa afirmasse ser amigo de Galileu, ele levou seu “amigo” diante da Inquisição e o forçou a abandonar a convicção nas teorias de Copérnico. Galileu foi posto em prisão domiciliar pelo resto da vida e, por mais de duzentos anos, os escritos de Copérnico foram colocados em uma lista de livros proibidos.

Pense nisto: Qual é a probabilidade de que as coisas em que cremos hoje sejam demonstradas como falsas no futuro, e por que isso acontece tão frequentemente? Que conhecimento circula hoje como fato científico e que é falso, de acordo com a Bíblia? Como os cientistas determinam o que é conhecimento seguro? Como cristãos, como podemos decidir o que é conhecimento seguro?

Compreensão

Compreensão
Só para os professores: As Escrituras nos dão ampla evidência do caráter de Deus sobre que fundar nossa confiança e fé. Esta seção da lição foca essas certezas e promessas.

Comentário Bíblico

I. Confiança no conhecimento de Deus e Suas promessas
(Recapitule 1Jo 5:13.)

“Devemos nutrir amor e gratidão, devemos olhar a Jesus e ser transformados à Sua imagem. O resultado disso será crescente confiança, esperança, paciência e coragem. Estaremos bebendo da água da vida de que Cristo falou à mulher de Samaria. Ele disse: ‘Se tu conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz - dá-Me de beber.’ ... Esta água representa a vida de Cristo e todos precisam participar dela por meio de viva comunhão com Deus. Então, a bendita, humilde e grata confiança será um princípio permanente na vida. A incredulidade e o temor serão levados de vencida pela fé viva” (Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros, p. 226).

Pense nisto: Os cientistas usam observações e raciocínio para propor explicações de coisas que acontecem no mundo natural e que testam em experiências. Quando os cristãos entram em contato com Cristo, que tipo de observações e conhecimentos eles desenvolvem? Como testam seu conhecimento de Cristo e se tornam confiante de que aquilo em que acreditam é verdade?

Recapitule a experiência de Abraão (Gn 12–23).

II. Segundo Sua vontade
(Leia 1Jo 5:14, 1518, 19.)

“Não desejamos mais ardentemente ser salvos do que Cristo deseja nos salvar. Muito mais firmemente que a nossa própria, a vontade dEle está determinada a nos redimir (Gl 1:4Ef 1:5). Portanto, podemos estar certos de que, se apresentarmos qualquer petição a respeito de nossa salvação, o Salvador estará mais do que pronto a nos ouvir – Ele estará à espera para atender a esse pedido. Essa certeza é verdadeira tanto nos menores como nos maiores assuntos da vida diária” (SDA Bible Commentary, v. 7, p. 677-678).

Pense nisto: Compare as experiências de Pedro caminhando sobre a água (Mt 14:27-29), de João Batista (Mt 14:1-12), de Jesus (Mt 26:36-46) e de Estêvão (At 67). Em cada um desses casos, esses homens enfrentaram a morte. Como suas orações foram respondidas? Como você pode explicar essas respostas à oração?

III. Oração intercessora
(Recapitule 1Jo 5:16, 17.)

Houve algumas situações em que Ellen G. White não pôde orar pela cura de outros. Em um de seus testemunhos, ela escreveu sobre o caso de um homem que estava buscando fervorosamente orações por si mesmo e por sua família. Ela não o conhecia, mas outros na igreja estava tentando ajudá-lo e orar por ele. A Sra. White mencionou que havia muita iniquidade, mesmo na vida dos professos guardadores do sábado, e que “havia decidido não tomar parte na oração por ninguém a menos que o Espírito do Senhor lhe ordenasse fazer assim.” Ela apresentou o caso desse homem diante de Deus e perguntou se devia orar por sua cura. À noite, Deus lhe revelou que esse homem tinha abrigado um pecado na vida desde a infância, e que Deus não lhe daria a liberdade de orar por sua cura enquanto ele escolhesse viver cometendo esse abuso próprio (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 349, 350).

Pense nisto: 1 João 5:16, 17 reconhece que existem algumas coisas pelas quais não devemos orar, embora não esteja claro quais são os pecados que levam à morte. Esta história sobre a situação da Sra. White não deve nos desencorajar da oração intercessora, mas apresenta a necessidade de precaução. Qual deve ser o princípio a respeito da oração pelos outros quando não estamos certos a respeito da história de sua vida? Que oração pode ser feita sob todas as circunstâncias, com a certeza de que Deus ouvirá?

Aplicação

Aplicação
Só para os professores: Tome algum tempo para que os membros de sua classe pratiquem os princípios da oração e o desenvolvimento da confiança em Deus.

Perguntas de aplicação

1. Pense na vida de Elias, especialmente na oração no Monte Carmelo, suas orações por chuva, e como o Espírito Santo lhe deu poder para correr montanha abaixo sob chuva diante da carruagem de Acabe, a resposta de Elias à ameaça de Jezabel contra sua vida (veja 1Rs 18, 19). Você teve semelhantes altos e baixos na confiança em Deus? Por quê?

2. Compare a oração de Ester antes de comparecer perante o rei Xerxes (Ester 4) com a resposta dos três hebreus quando o rei Nabucodonosor os confrontou por não se curvarem diante da imagem (Daniel 3). Houve crise de confiança nessas situações? Por que, ou por que não? Houve alguma ocasião em que você enfrentou uma autoridade em circunstâncias difíceis? Como sua relação com Deus o ajudou nos procedimentos com as autoridades?

3. Quando tentava Jesus, Satanás citou o Salmo 91, um salmo favorito de proteção. Compare o Salmo 91:11, 12 com o que Satanás citou em Mateus 4:6. O que faltou? Quais são suas promessas favoritas de proteção? Que princípios importantes de oração por proteção nos ensina 1 João 5?

Criação

CRIAÇÃO
Só para os professores: As atividades abaixo são sugestões de como aplicar à vida diária as lições desta lição sobre confiança e oração. Elas podem ser feitas todas juntas como classe para resumir e encerrar a lição, ou você pode criar recursos de memória para que os membros de sua classe levem para casa como lembranças e encorajamento para fazer as atividades mais tarde.

1. Faça uma lista dos cinco aspectos mais importantes de sua vida. Quais desses itens você sabe que são da vontade do Senhor? De quais desses itens é importante pedir “que seja feita a vontade de Deus”? Alguns desses itens são coisas a respeito das quais você deve perguntar se é da vontade de Deus que você ore por eles?
2. Crie um acróstico usando a palavra CONFIANÇA. Escreva a palavra verticalmente e peça que a classe escreva palavras ou frases sobre a confiança em Deus começando com cada letra da palavra.
3. Escreva e ilustre uma promessa da Bíblia sobre proteção e cuidado. Para fazer isso, use sua técnica de arte favorita ou treine uma nova habilidade, como caligrafia, fotografia, pintura em tecido ou colagem.
4. Escreva sete cartões usando seus textos favoritos sobre a vida eterna. Coloque-os ao lado da cama e leia um cartão diferente cada manhã. Então, tome alguma tempo durante o dia para encontrar um meio de falar sobre essa promessa com um membro ou amigo da família.


Lição 10 – Confiança - Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira

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Subsídios Para a Lição da Escola Sabatina
3º Trimestre de 2007


Lição 10 – Confiança

José Carlos Ramos – D. Min

“Não abandoneis... a vossa confiança; ela tem grande galardão” (Hb 10:35). O galardão da confiança coincide com o galardão da vitória, um dos assuntos da lição passada (veja 23 de agosto). Da mesma forma que a confiança tem que ser perseverante (“não abandoneis...”), a vitória é ganha depois de árduo e constante combate. Montecuccoli estabeleceu a relação entre confiança e vitória ao declarar: “O maior sinal da derrota é quando já não se crê na vitória.”

Principalmente em assuntos espirituais, não crer na vitória corresponde a não crer em Deus, pois “o cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Pv 21:31). Assim, se queremos ser vitoriosos, não deixemos de confiar em Deus; para tanto, a lição desta semana, concorre com motivos incontestes em função dos quais temos que nEle confiar.

Domingo, 30 de agosto
Tendo confiança (1Jo 5:13-21)

Em 1 João, o tema da confiança não se limita à parte final da epístola. Ele foi mencionado desde bem antes. “Confiança” é versão do grego parrhēsía, que também significa liberdadeousadia (principalmente para se expressar), intrepidezautoridadesegurança. O termo implica ausência de temor face à coragem otimista que leva seu possuidor mesmo a ser intrépido, ousado, biblicamente num sentido positivo, pois tudo decorre da fé (veja Ef 3:11, 12; 6:20; Hb 3:6; 10:19). Como a lição afirma, “essa confiança repousa totalmente em Jesus.”

Além do emprego em 5:14, o termo aparece mais três vezes em 1 João, sempre vertido para “confiança” na Almeida e sempre no contexto do relacionamento correto do crente com Deus (sem essa qualidade de relacionamento, a confiança não passa de mera presunção): 2:28, 3:21 e 4:17. Vejamos:

2:28 – Devemos permanecer em Deus para que, quando Jesus voltar, tenhamos a segurança (confiança) de não nos envergonharmos em Sua presença;

3:21 – Um amor não fingido, ou só de palavra (3:18), que leva à ação, evidencia que somos da verdade e nos supre uma consciência que não nos acusa, o que nos dá confiança diante de Deus;

4:17 – Conhecer o amor de Deus e crer nEle (v. 16) aperfeiçoa em nós esse amor, o que nos dá confiança para o dia do juízo. A razão é simples: “no amor não existe medo”. Como diz a lição, “os cristãos não temem o juízo. Contam com o que Jesus fez por eles. Sua confiança não está neles mesmos, nem no que fizeram ou no que poderiam ter feito”;

5:14 – Crendo em Jesus, temos a vida eterna (v. 13), o que nos dá a confiança de que Deus “ouve” o que pedimos.

Ademais, o tema da confiança está implícito em outros textos, principalmente com o emprego da fórmula “sabemos”, ou “conhecemos”, quase sempre seguida da conjunção “que” (quatorze vezes em toda a epístola, sendo cinco no capítulo 5): 2:3, 5, 18; 3:2, 14, 16, 24; 4:13, 16; 5:2, 15, 18, 19, 20. A fórmula expressa segurança, certeza, convicção. Vejamos:

2:3 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que alguém conhece a Deus: a guarda de Seus mandamentos;

2:5 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que estamos em Deus: a guarda de Sua Palavra;

2:18 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que a última hora é chegada: muitos anticristos têm surgido;

3:2 – Com certeza, seremos iguais a Jesus quando Ele Se manifestar;

3:14 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que alguém passou da morte para a vida: o amor aos irmãos;

3:16 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de se conhecer o amor: Cristo deu Sua vida por nós, e devemos dar a nossa pelos irmãos;

3:24 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que Deus permanece em nós: o Espírito nos foi dado;

4:13 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que permanecemos em Deus e Deus permanece em nós: o Espírito nos foi dado;

4:16 – podemos ter certeza de que Deus tem amor por nós;

5:2 – Não há dúvida quanto à verdadeira evidência de que amamos os filhos de Deus: amamos a Deus e praticamos os Seus mandamentos.

As demais incidências da fórmula em 1 João 5 são sugestivamente explicadas na lição, principalmente no que elas implicam.

Assim, a confiança é reiterada frequentemente em 1 João; o escritor o faz de forma a envolver o todo de nossa vida: “...os cristãos têm confiança no que se refere ao seu relacionamento com Deus, sua vida de oração [comunhão com Deus], sua condição presente e destino futuro.”

Em várias das vezes em que o apóstolo fala da certeza de se conhecer as coisas relacionadas a Deus, ele registra o verbo ginōskōconhecer, da mesma raiz de gnōsis, conhecimento, aquilo que os gnósticos dissidentes supunham ter para lhes garantir vida eterna. Ao tocar o tema da confiança, João não deixa de lhes dar um recado, mostrando que são os que exercem fé genuína em Jesus que têm essa garantia (veja lição de amanhã). Os que são da verdade “sabem”, mas aqueles que se desviaram dela, aqueles que “saíram do nosso meio” (2:19), “não sabem” nem para onde vão (v. 11).

Segunda, 31 de agosto
A posse da vida eterna (1Jo 5:13)

Embora a posse da vida eterna deva ser encarada como promessa (2:25), podemos considerá-la uma realidade presente, pois Deus não pode mentir (veja Tt 1:2). Por isso, é-nos dito igualmente que a vida eterna já nos foi dada (5:11 e 13). No comentário de 27 de agosto, ponderei que, principalmente em João, a salvação é uma experiência imediata; algo que já nos foi outorgado. Vida eterna é uma qualidade de vida reservada para o pecador a partir do momento em que ele se rende a Jesus. É verdade que ele continua ainda vivendo na carne, mas passa a viver pela fé no Filho de Deus (Gl 2:20), e “vida eterna” integra essa vivência por fé.

João se aproxima do término de sua epístola ansioso por firmar em seus leitores a consciência de que Deus os ama de tal maneira que receberam dEle a vida eterna; se eles realmente criam em Jesus, podiam estar confiantes de que haviam tomado posse desse maravilhoso dom.

Isso contém uma importante implicação para nós. A lição afirma taxativamente: “Deus quer que tenhamos a certeza da salvação.” Isso não seria por demais pretensioso? Depende de como nos relacionamos com Deus e com a salvação. No comentário acima aludido, lembramos que deveríamos cuidar com o “presunçoso sentimento de que ‘uma vez salvo, salvo para sempre!’”

Mas não podemos nos permitir ficar no outro extremo, o da dúvida e o da incerteza. Se ainda não estamos certos de nossa salvação é porque alguma coisa não vai bem em nossa vida espiritual, e quanto mais cedo o impasse for resolvido melhor será.

Não podemos esquecer que tomamos posse da vida eterna como resultado do perdão divino. Agora, a certeza do perdão não se fundamenta nos sentimentos, mas na fé. Tomamos Deus em Sua Palavra. Ele prometeu perdoar, então, simplesmente creremos que Ele o fez; descansaremos nessa certeza. Não esperaremos outra evidência palpável; simplesmente assumiremos nossa condição de perdoados, e essa assunção nos levará a viver a qualidade de vida identificada como “vida eterna”. Creio que isso é o que significa “tomar posse da vida eterna”, e era o que João desejava para seus leitores.

Portanto, como fruto da fé, a segurança da salvação é uma ditosa experiência. Ela nos fortalece na certeza do amor de Deus, infunde ânimo e coragem nos momentos difíceis e nos impulsiona para a frente na caminhada cristã. Se pela fé depositei aos pés de Jesus meu fardo de dúvidas e ansiedades, por que ainda hei de carregá-lo? É como diz aquele notável hino: “Que segurança! Sou de Jesus! Eu já desfruto o gozo da luz! Sei que herdeiro sou de meu Deus; Ele me leva à glória dos Céus!”

A lição pergunta “como podemos evitar que essa certeza se torne presunção?”, e nos leva a três textos bíblicos (um deles joanino) próprios para essa questão; além disso, é inserido um bom comentário a respeito. Apenas acrescento que, Se aceitei Jesus como meu Salvador pessoal e a Ele rendi a minha vida, por que deveria duvidar que Ele me salvou? Agora, esta aceitação e esta rendição devem se repetir a cada dia, no decorrer da vida, e isto caracterizará meu preparo para o Céu, ao tempo em que estarei resguardado de qualquer ideia presunçosa.

Terça, 1º de setembro
De acordo com Sua vontade (1Jo 5:14-17)

A lição de hoje toca um ponto muito sensível: a vontade de Deus e a nossa. Nem sempre o que queremos corresponde ao que Deus quer, e vice-versa. Mas podemos ter certeza de uma coisa: aquilo que Deus quer pode não ser aquilo que queremos, mas é sempre o que precisamos.

Com as palavras do v. 14, João deseja salientar a importância de nos harmonizar com a vontade de Deus, inclusive em nossas preces. É por isso que ele diz que Deus ouve quando Lhe pedimos “alguma coisa segundo a Sua vontade”. Talvez, o melhor sentido de “ouvir”, nesse texto, seja “atender”, pois Deus em momento algum deixa de ouvir; Ele jamais seria um Deus desatento. Mesmo quando não pedimos segundo Sua vontade, Ele ouve, e, em geral, não atende, tal como um pai ouve o pedido do filho de apenas 4 anos que lhe deixe brincar com uma navalha, o que, naturalmente, contraria a sua vontade. Ele ouve, mas responde “não!” por amor ao próprio filho.

Deus, todavia, às vezes atende a um pedido que não se harmoniza com Sua vontade. Possivelmente, a cura do rei Ezequias possa ser mencionada como um exemplo desse fato (veja Is 38:1-5). Quando Ele o faz, entretanto, é para nos ensinar uma lição. O mínimo que se deve aprender é que não compensa um pedido atendido que não corresponda à vontade divina. Deus está pronto a atender tudo o que for para nosso bem, da mesma forma que, quando não nos atende, também é para nosso bem (ver Rm 8:28).

Entretanto, quando pedimos algo de acordo com a vontade de Deus, Ele atende, e em muitos casos, de imediato. A lição menciona dois exemplos: perdão por pecados cometidos, e que nos faça Seus filhos por crermos em Jesus. Mas, às vezes, algo da vontade de Deus é solicitado por nós para não ser atendido nem imediata nem posteriormente. Por exemplo, posso pensar em determinado amigo que ainda é incrédulo e então, peço que Deus o convença do pecado e o leve à conversão. Ora, isso é de Sua vontade, pois Ele não quer que ninguém pereça (2Pe 3:9); mas a conversão solicitada poderá se tornar realidade somente depois de um bom tempo em que esse amigo seja evangelizado; ou pode não ocorrer, pois Deus respeita a decisão individual, oriunda do livre-arbítrio que Ele mesmo implantou no homem. O mais importante, então, é que qualquer pedido a Ele feito seja submetido à Sua vontade, como Jesus fez no Getsêmani.

A lição também reconhece que o conteúdo dos versos 16 e 17 é de difícil compreensão, principalmente a parte final do v. 16: “Há pecado para a morte, e por esse não digo que rogue”.

Os que admitem a ideia de pecado mortal pecado venial fundamentam-na nesses dois versos. Mas essa ideia é incorreta, pois a morte é o salário de todo pecado (Rm 6:23). Este só não resulta em morte eterna quando perdoado, e o único que está além da possibilidade de perdão é o pecado contra o Espírito Santo (Mc 3:29); assim, o pecado “não para a morte” (v. 17), é aquele passível de perdão. Mas, para alguns, esta explicação não é válida.

Outra possível solução se encontra no fato de que o termo grego vertido para rogue, no fim do verso 16, tem dois sentidos principais. O termo é erōtesē, aoristo subjuntivo de erōtaōperguntarinterrogarinquirir acerca de, etc. (primeiro sentido), e requererrogarpedir, etc. (segundo sentido). É interessante notar que o apóstolo usou um verbo diferente na primeira parte do texto, quando ele recomendou pedir por alguém que viesse a cometer pecado não para a morte: aiteō, que tem mais o sentido de rogarpedirrequererdemandardesejar, etc. Se ele queria simplesmente dizer que não se rogasse por alguém que tivesse cometido “pecado para a morte”, por que não empregou o mesmo verbo com uma negativa?

Na opinião de alguns estudiosos, isso nos autorizaria a crer que o apóstolo, na última parte do verso, exortou sua comunidade a não bisbilhotar, nem inquirir acerca de alguém que praticasse aquela qualidade de pecado. Assim se evitaria qualquer ensejo para maledicência, intriga, e coisas do tipo, o que estaria em perfeita consonância com suas prévias recomendações sobre o amor fraternal.

Seja como for, creio que o mais importante do texto são as lições que podemos daí auferir. Noto pelo menos duas:

1) João continua se referindo ao ato de orar, agora em vista do pecado de um irmão (v. 16). Em outras palavras, antes ele falou da oração peticionária (feita em favor de quem ora); a seguir fala da oração intercessora.

Não é verdade que é mais fácil, diante do pecado alheio, uma atitude de bisbilhotice, de acusação e condenação, até um sentimento de mórbida satisfação diante do erro de alguém? (Lembramos aqueles fariseus quando levaram perante Jesus a mulher flagrada em adultério). Não deveríamos, antes, lamentar o ocorrido e orar pela pessoa em falta?

2) Como constatar quais pecados não são para a morte e quais são? Isso é algo que apenas Deus sabe. Então, prefiro ver que aqui João insiste para que seus leitores, principalmente em assuntos assim delicados, submetam plenamente seus pedidos à vontade de Deus. Em outras palavras, a validade de nossas orações se efetiva ao reconhecermos que a vontade de Deus é soberana, e a ela nos condicionarmos, pois só Ele conhece todas as coisas e sabe o que é melhor.

Quarta, 2 de setembro
Confiança de proteção (1Jo 5:18, 19)

Quase encerrando a epístola, João faz uma admoestação final quanto ao pecado, enquanto assegura aos crentes que Deus providenciou, pelo plano da redenção, os recursos para o triunfo (não é por acaso que ele abre esse assunto logo depois de falar da oração; ela é um dos mais eficientes recursos para a vitória).

Até esse ponto, na epístola, a encarnação continua sendo o motivo condutor da vida cristã vitoriosa. Mas então, o escritor realça a importância desse fato dizendo que a encarnação precisa ocorrer espiritualmente em nós, da mesma forma que o todo da vida de Jesus, Sua morte e ressurreição.

E como Deus repete a encarnação de Jesus naquele que O aceita como Salvador e Senhor? Através do novo nascimento. É por isso que João menciona, no v. 18, “aquele que é nascido de Deus” (o crente) em paralelo com “Aquele que nasceu de Deus” (Cristo). O novo nascimento é da mesma natureza do nascimento de Jesus.

É verdade que o nascimento deste, contrariando o conceito dos dissidentes gnósticos, foi “em carne” (caso contrário, não seria encarnação), e o novo nascimento é o nascimento do ou pelo Espírito ― “o que é nascido da carne é carne e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3:6). De fato Jesus nasceu na carne; mas Ele não nasceuda carne. Ele foi gerado “pelo Espírito Santo” e “do Espírito Santo” (Mt 1:18, 20) para viver na carne a vida do Espírito. Assim, igualmente o novo nascimento é peloEspírito e do Espírito, para o novo-nascido viver na carne a vida do Filho de Deus (Gl 2:20); aliás, o Espírito Santo não gera outra qualidade de vida que não a da vida de Jesus.

A implicação de toda essa gloriosa experiência é que, aquele que nasceu de Deus pode ser um vitorioso, permitindo que o Espírito desenvolva nele a vida daquele que jamais conheceu uma derrota. Em outras palavras, que ele permita que o Espírito o conduza em todo o processo da santificação até que reflita plenamente a imagem de Jesus (veja 2Co 3:18). Para tanto, é-nos dito que aqueles que nasceram de novo foram libertos da escravidão do pecado e, para não persistirem nele (Rm 6:1, 2), agraciados com o poder do Espírito Santo (Rm 6:14, 8:1, 2).

É fácil a tarefa? Claro que não, pois temos que batalhar contra “principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra forças espirituais do mal” (Ef 6:12), e contra nossa natureza pecaminosa (1Co 9:25-27); isso, naturalmente, requer nosso empenho total, conjugado ao poder do Espírito operando em nós e por nós. Dessa forma se cumpre a maravilhosa promessa da parte final do verso 18: “...o maligno não lhe toca”, uma declaração da vitória que aguarda todo seguidor de Cristo; afinal, o maligno é um inimigo já derrotado.

É verdade também que o crente enfrenta “os dominadores deste mundo tenebroso”, tenebroso porque todo ele “jaz no maligno” (1Jo 5:19). Mas isso, igualmente, não é problema sem solução; o grande Vitorioso afirmou: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo 16:33).

Quinta, 3 de setembro
Tendo verdadeiro conhecimento da Divindade (1Jo 5:20, 21)

Em suas palavras de encerramento, João nos brinda com uma das passagens mais significativas sobre a divindade e humanidade de Jesus; seu propósito, naturalmente, ainda é contestar o engano gnosticista. “Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em Seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (v. 20).

O escritor foi suficientemente hábil em associar dois temas bíblicos fundamentais: cristologia (a doutrina da pessoa de Cristo) e soteriologia (a doutrina da salvação). Jesus pode salvar em virtude do que Ele é e daquilo que fez e faz. Por esta razão, os dissidentes estavam literalmente perdidos, pois distorciam a realidade da pessoa e obra de Cristo.

A lição afirma que os comentaristas se dividem quanto a quem é mencionado como “verdadeiro Deus” na parte final do verso: “pode se referir a Deus o Pai, ou a Jesus, ou a ambos.” Prefiro ver uma declaração explícita da plena divindade de Jesus pelas seguintes seis razões:

1. Uma interpretação natural desta passagem requer que Jesus seja aqui o “verdadeiro Deus”, desde que, gramaticalmente, “este” aponta para o antecedente mais próximo.

2. A referência ao Pai aqui seria tautológica, isto é, uma repetição sem sentido. O Pai é mencionado previamente duas vezes como “o verdadeiro.” Não é próprio dizer “o verdadeiro” é “o verdadeiro Deus”, ou “o verdadeiro Deus” é “o verdadeiro”. Isso seria meramente redundante. É muito mais lógico entender que o escritor acrescenta aqui outro item, indispensável à sua maneira de raciocinar.

3. Embora o Pai seja chamado “o único Deus verdadeiro” em João 17:3, não é de surpreender que Jesus seja aqui referido como Deus, já que nos escritos joaninos Ele é explicitamente assim considerado (veja Jo 1:1; 20:28). Ademais, Jesus é apresentado como a personificação da verdade em João 14:6. É difícil entender por que Ele não poderia ser aqui designado como o “verdadeiro Deus”.

4. O predicado identificativo de “este”é duplo: “o verdadeiro Deus” e “a vida eterna”. Em João, esta construção corresponde melhor a Jesus que a Deus. Embora o Pai tenha “vida em Si mesmo” (Jo 5:26), “vida” é um predicado associado mais ao Filho (11:25; 14:6; 1:4). Foi declarado, poucos versos antes de 1 João 5:20, que “aquele que tem o Filho tem a vida”, e que “aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (v. 12); no prólogo desta epístola, o escritor identifica Jesus como o “Verbo da vida” (1:1), acrescentando que “a vida eterna, a qual estava com o Pai”, foi-nos “manifestada” (v. 2; veja também Jo 1:1, 2, 14). Jesus é, assim, identificado com “a vida eterna” no princípio e fim da epístola, o que nos leva à razão seguinte; e, se em 5:20, Ele é “a vida eterna”, então é também “o verdadeiro Deus”.

5. A referência a Jesus aqui está mais em harmonia com a estrutura joanina da epístola.  Edward Malatesta vê em 5:20 “a mais profunda declaração cristológica do autor” (Interiority and Covenant, p. 322), a qual, embora não tão explicitamente, ele tinha já enunciado em seu prólogo (1:1-4). Deve-se notar que o prólogo conclui com uma referência à “comunhão com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo” (v. 3), a qual está implícita em 5:20. É notável o paralelo com o Evangelho, onde é óbvio que as mais importantes declarações sobre Jesus estão também colocadas no início e no fim. Este paralelo demonstra quão importante era, para o pensamento joanino, a confissão de Jesus como Deus, não de forma meramente abstrata, mas concreta. Crer que Jesus é Deus é condição para que se obtenha a vida eterna.

6. Finalmente, a referência a Jesus é mais coerente com o contexto e o argumento desenvolvido em 5:20: “estamos no [Deus] verdadeiro” por estarmos “em Seu Filho Jesus Cristo.” Por que é isto possível? Porque Jesus “é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” É precisamente porque o Filho é o verdadeiro Deus que a pessoa que está nEle está igualmente no Pai. Com efeito, Jesus deixou isso bem claro ao afirmar: “...ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo 14:6).

Respondendo à pergunta 8 da lição, eu diria que a advertência “guardai-vos dos ídolos” tem sua razão de ser no próprio fato de que um ídolo se torna um substituto de Cristo, o único meio para o conhecimento de Deus e para a vida eterna. É por isto que um ídolo é tão abominável para Deus. “A quem Me comparareis para que Eu lhe seja igual?... Eu sou Deus e não há outro; Eu sou Deus e não há outro semelhante a Mim” (Is 46:5, 9). Cristo, todavia, pode reiterar igualdade com Deus, pois Ele disse: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9).

“Idolos,” portanto, no contexto de 1 João, que não registra qualquer prévia referência ao perigo da idolatria, devem ser considerados como as falsas ideias sobre o Pai e o Filho, ligadas ao pernicioso gnosticismo que naquele tempo pressionava os crentes, como já visto, a se desviarem da verdadeira fé. Embora tais ideias fossem apresentadas por mestres que se intitulavam cristãos, que pretendiam ensinar conceitos cristãos sobre Deus, eram, tais mestres, de fato anticristãos no comportamento e no ensino, pois negavam a plena revelação de Deus em Cristo. Esta advertência, válida para a igreja no fim do primeiro século, é igualmente importantíssima para nós hoje.


Estudo nº 10 – Confiança - Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks

Estudos da Bíblia: Terceiro Trimestre de 2009

Tema geral:  As epístolas do amado – 1, 2 e 3

Estudo nº 10   Confiança

Semana de   29/08 a 05/09/2009

Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto Renaldo Marks

www.cristovoltara.com.br - marks@unijui.edu.br - Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lev. 20:26).

 

Verso para memorizar:Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê ser JESUS o Filho de DEUS?” (I João, 5:5).

 

  1. Introdução – santo sábado, dia da aliança entre criaturas e o Criador

“E esta é a confiança que temos para com Ele; que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (I João 5:14).

Confiança, o Moderno Dicionário da Língua Portuguesa diz ser: 1 Ação de confiar. 2 Segurança íntima com que se procede. 3 Crédito, fé. 4 Boa fama. 5 Segurança e bom conceito. 6 Esperança firme. 7 Familiaridade.

Então, o que é confiança em DEUS? Ter segurança, certeza, fé, esperança firme, de que, “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve”. DEUS é confiável. Uma vez que JESUS fez aquilo que sabemos na cruz, nada mais devemos pedir d’Ele como garantia, se vai ou se não vai atender nossos pedidos, e resolver nossos problemas. É certo que Ele vai agir por nós.

            JESUS disse assim, “... sem mim nada podeis fazer”. (João 15:5), isto é, não há em nós poder para nos salvarmos, mas Ele tem esse poder, e pode fazer tudo o que a nós é impossível, e pode nos salvar.  Temos uma citação bíblica nessa direção: “Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus” (2 Coríntios 3:5). Então, se a nossa suficiência vem de DEUS, o pouco, que é quase nada, que nós podemos fazer por nós (que é decidir nos entregar a CRISTO e decidir que queremos ter nossa vida mudada) complementado por JESUS, que pode tudo, garante a solução de todos os nosso problemas.

            Vamos nos aprofundar nessa semana na questão da confiança em JESUS. Nesses dias finais, esta é certamente a nossa maior necessidade para vencermos e termos a vida eterna.

 

  1. Primeiro dia: Tendo confiança (I João 5:13-21)

Ontem estudamos algo sobre a certeza considerando sinônimos do dicionário. Hoje veremos algo melhor, sobre o que João fala em relação a certeza que vem do alto.

Tenhamos em mente as citações que foram extraídas da epístola de I João.

a)      I João 5:13 – “Quem crê tem a vida eterna”, isso quer dizer que, para viver sempre, a condição básica é crer, algo que nada custa nem é difícil;

b)      I João 5:15 – “estamos certos que obtemos os pedidos que fizermos a DEUS” ou seja, Ele sempre nos ouvirá, e nos responderá a Seu modo, conforme a Sua sabedoria e bondade;

c)      I João 5:18 – “todo aquele que é nascido de DEUS não vivem em pecado” significa ser uma pessoa que, pelo poder de DEUS, vai gradativamente sendo afastada desse mundo, e vai se aproximando do modo de vida dos anjos;

d)     I João 5:19 – “sabemos que somos de DEUS” pois Ele é que veio em nossa direção, por meio de JESUS, portanto, se nós nos entregarmos a JESUS, passamos a pertencer a DEUS;

e)      I João 5:20 – “sabemos que o Filho de DEUS é vindo ao mundo”, sim, que Ele já veio, e que vai vir pela segunda vez para levar aqueles que creram n’Ele para viverem eternamente, numa intensidade de felicidade como jamais aqui na Terra se pode imaginar.

O que nos dizem esses textos de João? Vamos contrastar com as condições desse mundo que vai rumo a destruição. Em nossa sociedade humana, apesar do desenvolvimento tecnológico, do progresso da ciência, do homem conquistar o espaço, do avanço da medicina, do conforto, da internet, e muito mais, a par disso tudo, o ser humano se acha cada vez mais vazio e sem significado em seu íntimo. As pessoas que tem isso tudo, e também as que não tem, cada vez mais sentem-se ameaçadas e inseguras. Quem pode vive em condomínios de alta segurança, e ali dentro, sente-se inseguro. As pessoas vivem com medo. E precisam sair de seus bunkers civis, e se já não se sentem seguras ali dentro, fora o medo é ainda maior. Quantas histórias conhecemos de pessoas que moram em condomínios fechados e bem controlados, mas, uma única e solitária bala perdida entra ali pelo ar, a atinge uma pessoa e tira a sua vida.

Hoje a sociedade busca proteger-se em bunkers. São esses condomínios, são os shopping centers fechados, são as escolas com entrada controlada eletronicamente, são as lojas com segurança e controles de vigilância eletrônica, são os bancos com guardas armados, são os aeroportos controlados por sistemas eletrônicos, e muito mais. No entanto, o medo e a insegurança só vem aumentando. Lá dentro desses lugares ditos seguros as pessoas tem medo, imagina fora.

Só aumenta o medo, a insegurança, a incerteza, a frustração, as ameaças, e de que? Estamos passando por uma pandemia de gripe. E nem é uma gripe perigosa, mas as pessoas sentem medo. Imagine se vier uma doença realmente perigosa e que seja facilmente contagiosa. As pessoas tem medo de crises econômicas; da violência; do futuro no planeta; de perderem o emprego; de seu emprego deixar de existir e ser substituído por nova tecnologia; de adoecerem e não poderem pagar o tratamento, ou de nem existir tratamento; de serem assaltadas, roubadas e mortas; de as nações entrarem numa guerra atômica; de verem seus filhos serem consumidos pelas drogas; e mais, muito mais. Para um cenário desses, João escreve, em síntese, que podemos confiar em JESUS, que Ele vai voltar bem logo, e que nos dará a vida eterna, se tão somente n’Ele crermos, e a Ele nos entregarmos totalmente. Que mensagem!

 

  1. Segunda-feira: A posse da vida eterna (I João 5:13)

Há muitas igrejas novas, e seitas também, que descobriram maneiras de captarem muitos membros, e encherem seus templos. Uma dessa maneiras é ensinar o que a Bíblia nunca disse, por exemplo, que uma vez salvo, salvo para sempre. Em parte alguma na Bíblia diz isso ou dá a entender tal idéia, porém, torcendo palavras e reinterpretando com pretexto, falsos pastores conseguem fazer seus membros, que não consultam a Bíblia a fundo, enganá-los e assim eles preferem essas igrejas e não a verdade. Mas o que é pior? Agora, nessa vida, pensar que está salvo e depois descobrir que está perdido para sempre, ou saber agora que precisa manter-se com CRISTO para ser salvo, e depois quando Ele retornar, defato estar salvo, para sempre?

Essa é a questão de hoje. Diz o autor da lição “DEUS quer que tenhamos a certeza da salvação” e isso é verdade. Imagina se DEUS, que é puro amor, e que nos ama, iria querer que estivessemos sempre em dúvida sobre se seremos ou não salvos. Mas há uma condição para ter essa certeza, e está na Bíblia. A condição é absolutamente óbvia: permanecer obediente a JESUS, e Seus mandamentos. Não somos salvos por obedecermos os mandamentos, disso quase todos sabem, mas permaneceremos salvos só se os obedecermos. Isso nem precisava constar na Bíblia, pois é tão óbvio e evidente que não  precisava ser explicado. Veja bem, se JESUS teve que morrer para perdoar nossos pecados, e então nos salvar, como iria Ele garantir a salvação de uma pessoa idependente do que ela faria depois dessa garantia? Mas que morte estúpida seria essa: morrer para perdoar e depois não ter mais necessidade de perdoar, mesmo havendo pecado? Veja bem, se salvo para sempre também, então não deve haver mais nessidade de arrependimento, não é isso? Sim, pois se já está salvo, porque vai se arrepender? E porque seria perdoado? Então, siga o raciocínio, de que pessoas seria a Nova Terra povoada? De pessoas obviamente pecadoras, o que tornaria completamente inútil o sacrifício de JESUS. Uma vez salvo, salvo para sempre, é um absurdo insustentável em todos os campos de argumentação.

Satanás é astuto, o que você acha? É ou não é? Pois, com uma mentira fácil de desarmar, ele consegue, por meio de falsos pastores, enganar multidões, que aceitam algo completamente absurdo e até inviável. Não caia nessa, e se estiver numa igreja que prega isso, pelo menos tome a sua Bíblia em sua mão, e leia nela a esse respeito. A seguir vão alguns versículos nesse sentido.

O que diz em Mateus 10:22? Diz claramente que, “quem perseverar até o fim esse será salvo”. Perseverar é manter-se fiel a JESUS, obedecendo-O, como exaustivamente a lição nos vem ensinando pelos escritos de João, quando ele diz claramente que quem ama a DEUS guarda os Seus mandamentos.

O que diz em Apoc. 3:11? “Conserva o que tens para que ninguém tome a tua coroa.” O que é conservar o que temos? A fé, a obediência, o colocar em prática o que já sabemos, a santificação, a separação do mundo, sermos cada vez mais semelhantes a JESUS obedecento-O. Como complemento é bom reler os seguintes versos bíblicos: João 14:13 a 15; 21 a 24; 15:9 e 10; I João 2:3 a 7; 3:24; 5:3; II João 5 e 6.

E o que diz I Cor. 9:27? “Tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” Muitos pregadores, e grandes pregadores, como foi Paulo, podem levar multidões a se salvarem, e eles mesmos podem se perder. Se aquele que ensina não segue ele mesmo a tudo o que ensinou, pode acontecer de ele se perder, e boa parte dos que ensinou se salvarem. Ellen G. White diz assim:

Aqueles que estão em harmonia com Deus, e que através da fé nEle recebem forças para resistir ao que é errado e permanecer em defesa do que é correto, sempre terão severos conflitos e muitas vezes terão de permanecer quase sozinhos. Mas preciosas vitórias serão deles enquanto fizerem de Deus sua dependência. Sua graça será a força deles. A sensibilidade moral destes será clara e aguçada, e suas faculdades morais serão capazes de resistir a influências errôneas. A integridade deles, como a de Moisés, será da mais pura qualidade”. TS vol. 2, p. 31 (extraído do livro Ômega).

“Há ministros do evangelho que são muito impotentes para resistir à tentação. Podem eles ter pregado o evangelho durante muito tempo, e com assinalado sucesso; podem ter conquistado a confiança do povo, mas quando pensam que estão fortes, demonstram que não podem permanecer sozinhos sem serem vencidos. A menos que dominem seus hábitos e paixões, a não ser que se mantenham firmemente ao lado de Cristo, perderão a vida eterna” (Conselhos sobre saúde, 584).

"Ministros não santificados estão se unindo contra Deus. Estão louvando a Cristo e ao deus deste mundo ao mesmo tempo. Enquanto professamente recebam a Cristo, abraçam a Barrabás, e por suas ações declaram: ‘Não este Homem, mas Barrabás. Que o filho do engano e falso testemunho seja acolhido por uma igreja que tem tido grande luz, grande evidência, e essa igreja descartará a mensagem que o Senhor tem enviado, e recebe as afirmações mais ilógicas e falsas suposições e teorias. Satanás se ri de sua loucura; pois ele sabe qual é a verdade. Muitos se levantarão em nossos púlpitos com a tocha da falsa profecia nas mãos, acesa a partir da tocha infernal de Satanás." Carta a J. E. White, 6 de fevereiro de 1894. Também em Testemunhos Para Ministros, p. 409-410.

O que a lição de hoje nos quer ensinar? Que, se um dia encontramos a JESUS, e a Ele nos entregamos, e n’Ele permanecermos, isto é, se desde então obedecermos aos Seus mandamentos (pois assim O amamos) até o fim (nossa morte ou a vinda de CRISTO, o que vier primeiro) então nos salvamos por ocasião da entrega e permaneceremos salvos até que Ele volte, nos transforme e nos leve para a vida eterna. É bem simples assim.

 

  1. Terça-feira: De acordo com a Sua vontade (I João 5:14 a 17)

Nos versos de hoje (I João 5:11 a 17) fala que se pedirmos alguma coisa segundo a vontade de DEUS, Ele nos ouve e podemos estar certos de que obtemos os pedidos que temos feito. A respeito disso, hoje resolvi fazer diferente. O assunto é tão solene e importante que melhor é buscar as palavras de alguém com credibilidade, um profeta ou a Bíblia. Então aí vão algumas citações esclarecedoras e animadoras.

         “Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a DEUS as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-lhe suas respostas.” (Filip. 4:6, Bíblia Viva) 

            “Jamais é proferida uma oração, por vacilante que seja, jamais uma lágrima vertida, por mais secreta, e jamais alimentado um sincero anelo de DEUS, embora débil, que o Espírito de DEUS não saia a satisfazê-lo. Antes mesmo de ser pronunciada a oração, ou expresso o desejo do coração, sai a graça de CRISTO para juntar-se à graça que opera na alma humana.” (Parábolas de JESUS, 206)

“Nossas orações terão a forma de um colóquio com DEUS, como se falássemos com um amigo. Ele nos falará pessoalmente de seus mistérios, amiudamente advir-nos-á um senso agradável e alegre da presença de JESUS em nós, quando Ele se achegar para comungar conosco, como o fazia com Enoque.” (Parábolas de JESUS, 129)

“... Ele, (DEUS) por Seu Espírito atuará através da mente que Ele pôs no homem, contanto que o homem Lhe dê oportunidade de operar e reconheça o Seu trato.” (Mente Caráter e Personalidade, 785)

“Os nervos cerebrais que se comunicam com todo o organismo, são os únicos meios pelos quais o céu se pode comunicar com o homem, e influenciar sua vida mais íntima. Seja o que for que perturbe a circulação das correntes elétricas no sistema nervoso, diminui a resistência das forças vitais, e o resultado é um amortecimento das sensibilidades da mente.” Cons. S/ Saúde, 616 ou Mente Caráter e Personalidade, 230)

“Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de CRISTO. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em tanta conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos.” (Desejado de Todas as Nações, 668)

“A real conversão é uma decidida mudança de sentimentos e motivos.” (Mente Caráter e Personalidade 349)

            “Orei a Ele pedindo ajuda e dando louvor. Se eu tivesse guardado lugar para o pecado no meu coração, DEUS nunca teria me ouvido! Mas Ele me ouviu! Ele atendeu à minha oração!” (Sal. 66:17-19, Bíblia Viva)

            “Mas orar em nome de CRISTO significa muito. Quer dizer que havemos de aceitar-Lhe o caráter, manifestar-Lhe o espírito e fazer Suas obras.” (Desejado de Todas as Nações, 668)

Pois bem, o que podemos pedir, que é segundo a Sua vontade, e que Ele nos atende na hora? É o seguinte: perdão; libertação do pecado; santificação; mudança de comportamento; libertação de drogas, e coisas assim que tenha a ver com a salvação de quem estiver orando. É preciso, no entanto, atentar que certos pedidos desses requerem uma luta por algum tempo, como é o caso das drogas, e evidentemente a vontade da pessoa deve querer ser liberta.

Agora, o que podemos pedir, mas que DEUS não vai nos atender? Vingança contra os nossos inimigos e perseguidores; que a humanidade se torne gente boa; que se evitem as guerras; que satanás não ataque ninguém; que DEUS perdoe os pecados de toda a igreja; que o doente seja curado embora ele não queria mudar seus maus hábitos, e assim por diante.

E que pedidos DEUS atende, porém, de modo diferente do que pedimos? Há pedidos que Ele atende de modo diferente assim como há pedidos que Ele atende como pedimos, porém mais tarde. Um exemplo de pedido que Ele pode atender de modo diferente é o pedido de emprego em determinada empresa, mas Ele encaminha para outra empresa. E há pedidos que Ele atende de modo diferente. Por exemplo, esse foi o caso de Moisés, que pediu para entrar na Terra Prometida, mas Moisés morreu. Depois DEUS atendeu a seu servo, e o ressuscitou e o levou para a Terra Prometida celestial. Ele fez mais que Moisés havia pedido. Às vezes DEUS até faz menos. Na verdade, Ele sempre no ouve, mas nem sempre atende, ou atende diferente, ou atende tal como pedimos mas demora um pouco (para que a fé cresça) ou atende na hora, antes até de concluirmos a oração.

“Mas apesar disso tudo, continuarei honrando a Ti SENHOR. Eu sei que a hora feliz da Tua resposta se aproxima.” (Sal. 69:13 pp, Bíblia Viva)

 

  1. Quarta-feira: Confiança de proteção (I João 5:18 e 19)

Vamos ao que interessa: ter conhecimento da verdade é bom, necessário e até vital. Mas não é suficiente. Conhecer sem praticar pode ser pior que não conhecer nada. Mas, recusar-se a obter o conhecimento, para não se comprometer com ele, certamente é ainda pior.

Veja bem, quem tem conhecimento da verdade, e não a pratica, além de fazer DEUS mentiroso, dá um tremendo falso testemunho aos demais irmãos da igreja. Mas o seu testemunho é ainda mais fulminante para a perdição aos novos na igreja, além de ser desastroso aos de fora. Isso é ou não é verdade? Esse raciocínio é incontestável. Veja o que EGW diz a respeito:

“Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal...”

“Os mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares...”

“Os que pertencem a essa classe, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas.”

“Muitos não lhes temerão a influência, porque professam a mesma fé.”

“Aqueles que, embora tendo toda a luz da verdade a lhes brilhar sobre a alma, e devendo ter obras correspondentes a sua profissão de fé, ainda assim são atraídos pelo pecado, construindo ídolos em seu coração, corrompendo a sua alma diante de DEUS, e contaminando aqueles que com eles se unem no pecado, terão seus nomes apagados do livro da vida , e serão deixados nas trevas da meia-noite, sem óleo nos vasos nem nas lâmpadas.” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, Cap. 66: “As ciladas de satanás”)

Por quê esses textos foram incluídos nesse comentário? Porque as lições estão escritas num tom muito neutro e positivo, dando a impressão ao leitor de que está tudo bem. Mas não é assim. Devemos então recorrer a profeta para entender a situação por todos os lados. O pecado tem seus nomes, e eles devem ser identificados, caso contrário, o número dos que se perderão dentro da igreja, mas pensando que estão salvos, será maior.

João, em I João 5:18 e 19, diz que aquele que tem o conhecimento de DEUS não vive em pecado, nasceu de DEUS e por Este é protegido, portanto, o maligno não o toca. Vamos ver o que EGW tem a dizer sobre esse ponto. Ela tem muitas coisas interessantes mas selecionamos uma que é bem confortadora:

“O Senhor Jesus está provando os corações humanos, por meio da concessão de Sua misericórdia e graça abundantes. Está efetuando transformações tão admiráveis que Satanás, com toda a sua vanglória de triunfo, com toda a sua confederação para o mal, reunida contra Deus e contra as leis de Seu governo, fica a olhá-las como a uma fortaleza, inexpugnável aos seus e enganos. São para ele um mistério incompreensível. Os anjos de Deus, serafins e querubins, potestades encarregadas de cooperar com as forças humanas, vêem, com admiração e alegria, que homens decaídos, que eram filhos da ira, estejam por meio do ensino de Cristo formando caráter segundo a semelhança divina, para serem filhos e filhas de Deus, e desempenharem um papel importante nas ocupações e prazeres do Céu.” (A Igreja Remanescente, 14; Vida e Ensinos, 208 - 209).

“Satanás jamais obtém vantagem sobre quem faz de Deus sua defesa. “De mim se dirá: Deveras no Senhor, há justiça e força.” Isa. 45:24. (Profetas e Reis, 175-176)

“Sejam a diligência, prontidão e energia santificadas pela graça de Cristo; então a vida será uma invencível força para o bem.”  (Desejado de Todas as Nações, 525)

Os textos acima falam por si. Mas é preciso chamar a atenção a um ponto importante: essa fortaleza a qual o maligno não pode tocar são pessoas que foram transformadas pelo ensino de CRISTO. Descobriu a palavra mais importante de todos esses textos, condição para que sejamos fortaleza de DEUS? A palavra é “transformação” e ela significa “mudança”, ou seja, colocação do conhecimento em vida prática. Eis, mais uma vez, a grande questão que fará diferença entre a vida eterna e a morte eterna.

 

  1. Quinta-feira: Tendo verdadeiro conhecimento da Divindade (I João 5:20 e 21)

Em I João 5:20 João se refere por três vezes “ao verdadeiro”. Se essa expressão já foi necessária naquele tempo, imagine em nossos dias. Só se dá relevância ao verdadeiro se existir o falso. Podes crer que no Céu, antes do pecado, ninguém se importava em distinguir o verdadeiro do falso. Hoje isso é importante em todos os assuntos, produtos, serviços, publicações, etc., pois estão falsificando tudo. Se os maus falsificam produtos por exemplo, quanto mais será falsificada a imagem de DEUS, para que o mundo adore a satanás.

E quem é o verdadeiro nessa citação de João? É bem fácil descobrir, pois ele deixa isso bem claro, sem a menor sombra de dúvidas. O apóstolo se refere a DEUS, ora indica o Pai, ora o Filho. Bem, nem poderia ser diferente, pois se um dos dois não fosse verdadeiro, nenhum dos dois seria, certo? Se JESUS veio revelar o Pai, Ele precisava ser verdadeiro como o é o Pai. João tão somente afirmou o que já era evidente.

Então, abruptamente, João fulmina com as seguintes palavras: “e guardai-vos dos ídolos”. Os ídolos são por muitos adorados como deuses, mas eles são deuses falsos. São na verdade uma piada de mau gosto. Um Ser, para que seja DEUS, tem que ter poder para trazer a existência criaturas, nunca criaturas tem que fabricar o deus. A idolatria é algo ridículo, no entanto, exerce um fascínio tão poderoso que a maior parte dos seres humanos se envolve com ela de alguma forma.

Em nossos dias essa advertência é vital. E você acha que aqui João só se refere aos ídolos adorados pelos pagãos? Não é só desses ídolos que ele fala. Hoje temos os ídolos do futebol, do cinema, os grandes artistas (dias atrás morreu mais um, mas ele continua sendo idolatrado por milhões de pessoas, que com base nas notícias que alimentam os noticiários não deixam de comprar seus CDs e DVDs). E não são só esses os ídolos de que João fala. Também incluem-se aqui os grandes pregadores que fazem questão de se tornarem famosos, de estamparem suas imagens em todos os lugares, de serem bajulados. Assim também os grandes cantores da música gospel, que só sobrevivem com shows e grandes platéias, cantando louvor aos homens, que por sua vez os adoram como fãs.

Se alguém estiver interessado em saber: nós estamos no fim dos tempos. É preciso atentar que bem logo se desencadeará o desfecho, em que poucos ficarão em pé, por pura falta de fé, porque não se ligaram com o verdadeiro. Um alerta a todos, estamos em pleno falso reavivamento em nossa igreja, pois, o verdadeiro reavivamento também já iniciou. O decreto dominical está muito próximo. É alta hora daqueles que verdadeiramente se preocupam com sua salvação, e a dos outros, de fazerem a reforma da saúde e do sábado, pois o tempo é bem curto.

 

  1. Aplicação do estudo Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:

Uma orientação a todos os meus leitores. Recebo e-mails de diversos lugares do mundo, de pessoas dizendo que tem sido abençoados por esses comentários. Fazemos esse trabalho humilde, num computador bastante velho (tem uns 11 anos de idade), no porão de nossa casa, que foi transformado em biblioteca e escritório. O nosso foco não está mais nesse mundo. Não estamos nos empenhando para termos mais e mais aqui. Basta para a vida, e por um pouco de tempo. Se tivermos mais, é certo que isso atrairá os criminosos para nos roubar e matar. Daqui não esperamos mais nada, senão, que no pouco tempo que nos resta, sermos uma benção aos outros. Aproxima-se o dia em que todos nós, de todos os lugares do mundo, nos veremos, e nos conheceremos. Vai ser na mesa do Senhor, e também antes, na viagem de sete dias.

O pouco tempo que nos resta é, no entanto, o tempo mais importante de toda a história da humanidade. É o tempo da mobilização para a batalha final, antes do fechamento da porta da graça. É o tempo do poderoso e verdadeiro reavivamento na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Nós já estamos entrando nesse reavivamento, e ele não é coletivo, é individual. Por isso, veja como você está. É importante fazer um balanço, se está se aproximando de JESUS, ou do mundo. E, não há outra igreja verdadeira, não pode haver duas igrejas verdadeiras.

Aqui vai um apelo, aos muitos que lêem esses comentários, mas que, em sua honestidade, contestam algo na igreja. Deixem O Senhor da obra agir. Não invada as responsabilidades do Senhor. Falo em relação às doutrinas. Se houve algo que devesse ser consertado, isso certamente já foi feito. E se não foi até agora, então O Senhor da obra foi negligente, mas essa hipótese está fora de questão.

Gente, nós estamos a poucos dias proféticos do fim. O Senhor da obra jamais dormiria em Sua atividade para fazer uma reforma doutrinária na igreja, justo na iminência do tempo do alto clamor, ou durante esse tempo. Se Ele cometesse esse tremendo e absurdo erro, assim Ele acabaria com a credibilidade interna e externa da igreja para vencer na batalha final, e não teria condições de ser O Salvador. Ou seja, concluindo por essa semana, com peso no meu coração me sinto motivado a dizer, como João, que todos cuidem em não fazer JESUS CRISTO como mentiroso, ou fraco na direção da obra. Ele é que sabe dirigir esse empreendimento, não nós. Desculpem, mas é uma questão de vida ou de morte eterna.

 

escrito entre:   24/07/2009 a 30/07/009 - revisado em   30/07/2009

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

 

FONTE: http://www.cristovoltara.com.br/

MEDITAÇÕES PARA SUA SEMANA!

O Mundo Natural Fala do Criador

Louvem-no os Céus e a Terra, os mares e tudo quanto neles se move. Porque Deus salvará Sião e edificará as cidades de Judá, e ali habitarão e hão de possuí-la. Salmo 69:34, 35

A mesma energia criadora que trouxe o mundo à existência exerce-se ainda na manutenção do Universo e continuação das operações da natureza. A mão de Deus guia os planetas em sua marcha ordenada através dos céus. Não é por causa de uma força inerente que a Terra, ano após ano, continua seu movimento ao redor do Sol, e produz suas bênçãos. A Palavra de Deus governa os elementos. Ele cobre os céus de nuvens, e prepara a chuva para a Terra. Torna frutíferos os vales, e “faz produzir erva sobre os montes” (Sl 147:8). É pelo Seu poder que a vegetação floresce, que as folhas aparecem e desabrocham as flores.

Todo o mundo natural destina-se a ser um intérprete das coisas de Deus. Para Adão e Eva, em seu lar edênico, a natureza estava repleta do conhecimento de Deus, cheia de instrução divina. Para seus ouvidos atentos ela como que ecoava a voz da sabedoria. A sabedoria falava aos olhos, e era recebida no coração; pois eles entretinham comunhão com Deus por meio de Suas obras criadas. Logo que o santo par transgrediu a lei do Altíssimo, o brilho da face de Deus apartou-se da face da natureza. A natureza está hoje arruinada e contaminada pelo pecado. As lições objetivas de Deus, porém, não estão obliteradas. Mesmo hoje, devidamente estudada e interpretada, ela [a natureza] fala de seu Criador.

Assim como a verdade divina é revelada nas Escrituras Sagradas, de igual modo é refletida, como por um espelho, na face da natureza; assim, pela criação, devemos conhecer o Criador. O livro da natureza é um grande guia que devemos usar em conexão com as Sagradas Escrituras, para ensinar a outros sobre Seu caráter e reconduzir ovelhas perdidas ao redil de Deus. Ao estudarmos as obras de Deus, o Espírito Santo faz raiar convicção na mente. [...]

A maneira mais eficaz de instruir os gentios que não conhecem a Deus é mediante Suas obras. Deste modo, muito mais facilmente do que por qualquer outro método, podem ser levados a compreender a diferença entre seus ídolos, obras de suas próprias mãos, e o verdadeiro Deus, Criador do céu e da Terra (SpTEd, p. 58-60).


Descanso Para o Solo

Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos. Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. Levítico 25:3, 4

A Festa dos Tabernáculos, ou da colheita, com suas ofertas dos pomares e campos, seus acampamentos durante uma semana em cabanas de ramos, suas reuniões sociais, seu sagrado culto comemorativo, e com a generosa hospitalidade aos obreiros de Deus, ou seja aos levitas do santuário e a Seus filhos, os estrangeiros e os pobres, reerguia todos os espíritos em gratidão para com Aquele que tinha coroado o ano da Sua beneficência e cujos caminhos destilam bênçãos.

Em cada ano era totalmente ocupado um mês desta maneira, pelo israelita devoto. Era um período isento de cuidados e trabalho e quase inteiramente dedicado, no mais estrito sentido, aos fins da educação.

Distribuindo a herança a Seu povo, era o intento de Deus ensinar-lhes, e por meio deles ao povo das gerações vindouras, princípios corretos a respeito da posse da terra. A terra de Canaã foi dividida entre o povo todo, excetuando-se apenas os levitas, como ministros do santuário. Conquanto qualquer um pudesse por algum tempo dispor de suas posses, não poderia transferir a herança de seus filhos. Ficava na liberdade de redimi-la em qualquer tempo que o pudesse fazer. Perdoavam-se as dívidas em cada sétimo ano e, no qüinqüagésimo, ou o ano do jubileu, toda propriedade territorial voltava ao seu dono original. Assim toda família estava garantida em suas posses, e havia uma salvaguarda contra os extremos ou da riqueza ou da pobreza. [...]

Uma providência mais vasta em favor da educação era a interrupção do trabalho agrícola a cada sétimo ano, ficando as terras abandonadas, sendo deixados aos pobres os seus produtos espontâneos. Assim se oferecia oportunidade para mais dilatado estudo, comunhão social e culto, bem como para o exercício da beneficência, tantas vezes excluída pelos cuidados e trabalhos da vida.

Fossem observados no mundo hoje os princípios das leis de Deus relativas à distribuição da propriedade, e quão diferente não seria a condição do povo! (Ed, p. 42-44).


Os Direitos dos Pobres

Ao Senhor pertence a Terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Salmo 24:1

“No mês sétimo, aos dez do mês, [...] no dia da expiação”, soava a trombeta do jubileu. Por toda a terra, onde quer que morasse o povo judeu, ouvia-se o som, convidando a todos os filhos de Jacó a darem as boas-vindas ao ano da remissão. No grande dia da expiação, oferecia-se reparação pelos pecados de Israel, e com verdadeira alegria o povo recebia o jubileu.

Como no ano sabático, não se devia semear nem colher, e tudo que a terra produzisse devia ser considerado propriedade lícita dos pobres. Certas classes de escravos hebreus – todos os que não recebiam liberdade no ano sabático – ficavam agora livres.

Mas aquilo que especialmente distinguia o ano do jubileu era a reversão de toda a propriedade territorial à família do possuidor original. Por determinação especial de Deus, a terra fora dividida por sorte. Depois que a divisão fora feita, ninguém tinha a liberdade de negociar sua terra. Tampouco devia vendê-la, a menos que a pobreza o compelisse a tal; e, então, quando quer que ele ou qualquer de seus parentes desejasse resgatá-la, o comprador não devia recusar-se a vendê-la; e, não sendo remida, reverteria ao seu primeiro possuidor ou seus herdeiros, no ano do jubileu.

O povo devia ser impressionado com o fato de que era a terra de Deus que se lhes permitia possuir por algum tempo; de que Ele era o legítimo possuidor, o proprietário original, e de que desejava se tivesse consideração especial pelos pobres e infelizes. A mente de todos devia ser impressionada com o fato de que os pobres têm tanto direito a um lugar no mundo de Deus como o têm os mais ricos.

Tais foram as disposições tomadas por nosso misericordioso Criador a fim de diminuir o sofrimento, trazer algum raio de esperança, lampejar uma réstia de luz na vida dos que são destituídos de bens e se acham angustiados (PP, p. 533, 534).


A Noite da Terra

Os que forem sábios, pois, resplandecerã o como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Daniel 12:3

A obra que nos foi confiada é importante, e nela são necessários homens sábios, abnegados, pessoas que compreendam o que significa dedicar-se a desinteressados esforços para salvar os perdidos. Mas não há necessidade do serviço de homens mornos; pois tais pessoas Cristo não pode usar. Necessitam-se homens e mulheres cujo coração se comova ante o sofrimento humano e cuja vida dê prova de que estão recebendo e comunicando luz, vida e graça.

O povo de Deus deve aproximar-se de Cristo, em abnegação e sacrifício, tendo como único alvo dar a todo o mundo a mensagem de misericórdia. Alguns trabalharão de um modo, e outros de outro, conforme o Senhor os chamar e guiar. Mas todos devem lutar juntos, procurar fazer do trabalho uma unidade perfeita. Pela pena e pela viva voz devem trabalhar para Deus. A palavra da verdade, impressa, deve ser traduzida para diferentes línguas e levada aos confins da Terra.

Meu coração muitas vezes fica sobrecarregado porque tantos que poderiam trabalhar nada fazem. Agem como joguete das tentações de Satanás. De todo membro de igreja que possui conhecimento da verdade se espera que trabalhe enquanto é dia; porque vem a noite, quando ninguém poderá trabalhar. Em breve haveremos de compreender o que significa essa noite. O Espírito de Deus está sendo agravado a ponto de estar-Se retirando da Terra. As nações estão iradas umas contra as outras. Vastos preparativos de guerra estão sendo feitos. A noite está cada vez mais escura. Desperte a igreja e ponha-se a cumprir a obra que lhe foi confiada. Todo crente, mais instruído ou menos preparado, pode levar a mensagem.

Estende-se perante nós a eternidade. A cortina está para ser aberta. Em que estamos pensando, para que assim nos apeguemos ao nosso amor egoísta pela comodidade, enquanto por toda parte ao nosso redor perdidos estão a perecer? Ficou completamente calejado o nosso coração? Não podemos ver nem compreender que temos uma obra para fazer em favor de outros? Irmãos e irmãs, estamos nós entre os que, tendo olhos, não vêem, e tendo ouvidos, não ouvem? Foi em vão que Deus nos deu o conhecimento de Sua vontade? Foi em vão que Ele nos enviou advertência após advertência da proximidade do fim? Acreditamos nas declarações de Sua Palavra acerca do que está para sobrevir ao mundo? Acreditamos que os juízos de Deus impendem sobre os habitantes da Terra? Como, então, podemos ficar de braços cruzados, descuidosos e indiferentes? (T9, p. 26, 27).


O Cultivo do Solo

E eis que a videira [...] em boa terra, à borda de muitas águas, estava [...] plantada, para produzir ramos, e dar frutos, e ser excelente videira. Ezequiel 17:7, 8

O sistema do dízimo foi instituído pelo Senhor como o melhor arranjo para ajudar as pessoas a executarem os princípios da lei. Se essa lei fosse obedecida, às pessoas seria confiada toda a vinha, toda a terra. [...]

Os seres humanos deviam cooperar com Deus na restauração da saúde da doentia terra, para que esta rendesse louvor e glória ao Seu nome. E conforme a terra que possuíam, se manejada com habilidade e zelo, produzisse seus tesouros, de igual modo seus corações, se controlados por Deus, refletiriam Seu caráter. [...]

Nas leis que Deus deu para o cultivo do solo, Ele estava dando ao povo a oportunidade de vencer o egoísmo e pensar nas coisas celestiais. Canaã seria para eles como o Éden se obedecessem à palavra de Deus. Através deles o Senhor planejava ensinar todas as nações do mundo como cultivar o solo para que produzisse fruto saudável, sem doenças. A terra é a vinha do Senhor, e deve ser tratada conforme o Seu plano. Os que cultivavam o solo deviam perceber que estavam fazendo a obra de Deus. Estavam em seu terreno e lar exatamente como os homens chamados para ministrar no sacerdócio e na obra associada ao tabernáculo. Deus disse ao povo que os levitas eram um presente para eles e, não importava qual a sua ocupação, deviam ajudar a sustentá-los (SDABC1, p. 1112).

Por desobediência a Deus, Adão e Eva perderam o Éden, e por causa do pecado toda a Terra foi amaldiçoada. Mas se o povo de Deus seguisse as instruções, sua terra seria restaurada à fertilidade e beleza. Deus mesmo lhes dera ensinos quanto à cultura do solo, e deveriam cooperar em sua restauração. Assim, toda a Terra, sob a direção de Deus, se tornaria uma lição objetiva da verdade espiritual. Assim como, em obediência às leis naturais, a terra deve produzir seus tesouros, da mesma forma, como em obediência à Sua lei moral o coração do povo deveria refletir os atributos de Seu caráter em obediência à Sua lei moral. Até os pagãos reconheceriam a superioridade dos que servem e adoram o Deus vivo (PJ, p. 289).


Fonte Inesgotável de Instrução

Onde você estava quando lancei os alicerces da Terra? Responda-Me, se é que você sabe tanto. Quem marcou os limites das suas dimensões? Talvez você saiba! E quem estendeu sobre ela a linha de medir? Jó 38:4, 5, NVI

Aos cuidados de Adão e Eva foi confiado o jardim, “para o lavrar e o guardar” (Gn 2:15). Conquanto fossem ricos em tudo que o Possuidor do Universo pudesse proporcionar, não deveriam estar ociosos. Foi-lhes designada uma útil ocupação, como uma bênção, para fortalecer-lhes o corpo, expandir a mente e desenvolver o caráter.

O livro da natureza, que estendia suas lições vivas diante deles, ministrava uma fonte inesgotável de instrução e deleite. Em cada folha da floresta, ou pedra das montanhas, em cada estrela brilhante, na terra, no mar e no céu, estava escrito o nome de Deus. Tanto com a criação animada como com a inanimada; ou seja, com a folha, flor e árvore, e com todos os viventes desde o leviatã das águas até ao ser microscópico em um raio de luz, entretinham os habitantes do Éden conversa, juntando de cada um o segredo de seu viver. A glória de Deus nos céus, os incontáveis mundos nas suas sistemáticas revoluções, o “equilíbrio das grossas nuvens” (Jó 37:16), os mistérios da luz e do som, do dia e da noite – tudo era objeto para estudo, aos alunos da primeira escola terrestre. [...]

Ao sair das mãos do Criador, não somente o Jardim do Éden, mas a Terra toda era eminentemente bela. Mancha alguma do pecado, nem sombra de morte, deslustravam a linda criação. A glória de Deus cobria “os céus, e a Terra encheu-se do Seu louvor” (Hc 3:3). [...]

O Jardim do Éden era uma representação do que Deus desejava se tornasse a Terra toda; e era Seu intuito que, à medida que a família humana se tornasse mais numerosa, estabelecesse outros lares e escolas semelhantes à que Ele havia dado. Dessa maneira, com o correr do tempo, a Terra toda seria ocupada com lares e escolas em que as palavras e obras de Deus seriam estudadas e onde os estudantes mais e mais ficariam em condições de refletir pelos séculos sem fim a luz do conhecimento de Sua glória (Ed, p. 21, 22).


O Solo do Coração

Semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que ele venha, e chova a justiça sobre vós. Oséias 10:12

Quero encorajar aos que estão em posições de responsabilidade que despertem para o seu dever, e que não coloquem em perigo a causa da presente verdade empregando homens e mulheres ineficientes para fazer a obra de Deus. Queremos aqueles que estão dispostos a ir para novos campos e fazer o serviço difícil para o Senhor.

Lembro-me de ter ido visitar Iowa ao tempo em que o país era novo, e vi os fazendeiros revolvendo o solo novo. Observei que usavam pesadas juntas de bois, e faziam tremendos esforços para fazerem sulcos profundos, mas os trabalhadores adquiriam resistência e músculos pelo exercício de suas faculdades físicas. Tornará fortes nossos jovens o irem para campos novos, e cultivar o campo não cultivado de corações humanos. Essa obra os levará para mais perto de Deus. Ela os ajudará a ver que, de si mesmos, são de todo ineficientes, que devem ser por completo do Senhor. [...]

Aconselho-os a usarem colírio, para que possam discernir o que Deus quer que façam. Muitos sermões sem Cristo têm sido pregados. Uma exibição de palavras sem poder apenas confirma as pessoas em sua apostasia. Que Deus nos ajude, para que Seu Espírito seja manifesto entre nós. Não devemos esperar até chegarmos ao lar para obter as bênçãos do Céu. Os pastores devem começar aqui mesmo a buscar a Deus com o povo e a trabalhar do ponto de vista certo. Aqueles que estão no trabalho por muito tempo têm estado extremamente satisfeitos em esperar pelo derramamento da chuva serôdia para lhes reavivar.

Nós somos o povo que, como João, deve preparar o caminho para o Senhor; e, se estamos preparados para a segunda vinda de Cristo, devemos trabalhar com toda diligência para preparar outros para o segundo advento de Cristo, como fez o precursor de Cristo para o Seu primeiro advento, chamando homens e mulheres ao arrependimento. [...] Que Deus nos ajude a buscar as Escrituras por nós mesmos, e quando todos nós estivermos cheios da verdade de Deus, ela fluirá como água de uma fonte viva (RH, 8/10/1889).


Eficiência e Consagração

Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. João 16:13

Cada dia que passa nos leva para mais perto do fim. Mas, leva-nos, também, para mais perto de Deus? Estamos vigilantes em oração? As pessoas com quem nos associamos dia a dia precisam de nosso auxílio, nossa guia. Podem estar em tal estado de espírito que uma palavra oportuna lhes seja, pela atuação do Espírito Santo no coração, como um ponto de apoio em lugar firme. Amanhã, talvez, algumas dessas pessoas possam estar onde nunca mais as poderemos alcançar. Qual é a nossa influência sobre esses companheiros de jornada? Que esforço estamos fazendo para ganhá-los para Cristo?

O tempo é breve, e nossas forças têm que ser organizadas para produzir uma obra maior. Há necessidade de obreiros que compreendam a grandeza do trabalho, e nele se empenhem, não por amor ao salário que recebem, mas por saberem da proximidade do fim. O tempo demanda maior eficiência e mais profunda consagração. Oh! estou tão preocupada com esse assunto que clamo a Deus: “Suscita e envia mensageiros possuídos do sentimento de responsabilidade, mensageiros em cujo coração tenha sido crucificada a idolatria do próprio eu, a qual faz parte do fundamento de todo pecado.” [...]

Pondo em Deus nossa confiança, devemos avançar constantemente, fazendo Sua obra com abnegação, com humilde confiança nEle, submetendo-nos, bem como nosso presente e futuro a Sua sábia providência, conservando firme o princípio de nossa confiança até o fim, lembrando que não é pelos nossos merecimentos que recebemos as bênçãos do Céu, mas pelos méritos de Cristo e por nossa aceitação da abundante graça de Deus, através da fé nEle (T9, p. 27, 29).


A Lei da Administração Divina

Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa. João 4:35

O poder humano não estabeleceu a obra de Deus, nem tem o humano poder para destruí-la. Para os que levam avante a Sua obra enfrentando dificuldade e oposição, Deus dará a guia e a guarda constantes dos Seus santos anjos. Sua obra na Terra nunca cessará. A construção do templo espiritual prosseguirá, até ficar terminada e ser trazida a pedra angular, com brados de “Graça, graça a ela”.

O cristão deve ser um benefício aos outros. Assim ele mesmo será beneficiado. “Quem dá a beber será dessedentado” (Pv 11:25). Essa é a lei da administração divina – lei pela qual Deus determina que as torrentes de beneficência sejam mantidas, quais águas do grande abismo, em constante circulação, retornando perpetuamente a sua fonte. Na fidelidade a essa lei reside o poder das missões cristãs.

Fui instruída que, em todos os lugares, através de sacrifício próprio e urgentes esforços, onde foram providenciados locais para o estabelecimento e o desenvolvimento da obra, e o Senhor a fez prosperar, os que estão nesses lugares devem dar de seus meios para ajudar os servos de Deus que foram enviados para novos campos. Onde a obra foi estabelecida sobre uma boa fundação, os crentes devem se sentir na obrigação de ajudar os que estão em necessidade, transferindo, ainda que com grande sacrifício, uma porção ou recursos correspondentes aos que foram investidos em favor da obra em sua localidade. É dessa maneira que o Senhor providenciou para que Seu trabalho cresça. Essa é a correta lei da restituição (T7, p. 170).

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Comentário da Lição 09 - Crendo no Filho de Deus

ESCOLA NO AR

 

3º Trimestre de 2009 - As Epístolas do Amado – 1, 2 e 3 João

Comentário da Lição 09 - Crendo no Filho de Deus

 

Sábado, 22/8/2009 - › Introdução

Crer em Jesus é condição
 sine qua non para que sejamos salvos.

É maravilhoso como Deus nos amou enviando Seu Filho unigênito para ser nosso Salvador; é inspirador acompanhar Sua trajetória neste mundo, Suas obras de misericórdia, Suas mensagens plenas de perdão e acolhimento, Seu desprendimento e espírito de sacrifício a ponto de oferecer a vida na cruz para nos redimir. Mas, se não crermos nEle, se não O aceitarmos como nosso Salvador e Senhor, tudo terá sido em vão! Estaremos tão perdidos como se Deus não nos amasse, e Jesus não tivesse vindo a esse mundo para nos salvar.

Mas, como a lição enfatiza, temos que crer naquele Jesus sobre o qual as Escrituras dão testemunho, não no mutilado Jesus dos conceitos humanos, no distorcido Jesus do liberalismo teológico, que outra coisa não faz senão lançar o homem no labirinto da dúvida, roubando-lhe o maior dom que o Céu outorgou, depois do próprio Cristo e do Espírito Santo:: a fé. E roubando a fé, rouba-lhe tudo. Excluindo o Cristo da fé, e eliminando as qualidades que fazem do Cristo histórico dos evangelhos o verdadeiro Messias, o liberalismo acaba por oferecer apenas o espectro de um salvador. Um Cristo nem histórico, nem da fé; o Cristo do nada!

Não, esses tipos de Jesus não servem. Temos que ficar com o autêntico, o Cristo dos Evangelhos. É nEle que temos que crer se queremos ser salvos. Isso é muito importante nos dias em que vivemos, quando novas divagações (na realidade novas feições de antigas heresias) estão surgindo, inclusive nos arraiais do povo de Deus.

Enternecido pelo amor divino que lhe deparou “tão grande salvação” (Hb 2:3), o apóstolo João não poderia permanecer impassível, deixando de referir o imperativo da crença no Jesus da fé. Ele o fez principalmente para combater heresias que colocavam em dúvida a virtude salvífica do que Jesus fizera e seguia fazendo pelo pecador.
 



Domingo, 23/8/2009 - › Fé em Jesus e vitória (1Jo 5:1-5)

A vitória que se obtém pela fé em Jesus não é outra senão Sua própria vitória aplicada à nossa experiência; portanto, é uma vitória de natureza espiritual. A lição admite este fato ao declarar: “A batalha que os cristãos têm que lutar é espiritual. Nos escritos de João, o caminho para a vitória não é pelo uso da violência nem da força física. O caminho para vencer é pela fé, e a fé se demonstra pelo tipo de vida que se tem.” John Milton, autor de
 O Paraíso Perdido, já dizia: “Quem vence pela força só pela metade é que vence o inimigo.” E acrescento que vencer o inimigo “só pela metade” é conferir-lhe vitória completa.

A lição ainda diz: “O vencedor por excelência é Jesus Cristo. Visto que Ele obteve a vitória, Seus seguidores podem também vencer. Até certo ponto, eles já têm a vitória: a de Cristo em Seu favor.” Em outras palavras, Jesus auferiu a vitória não somente para Si, mas igualmente para Seu povo, de maneira que, se temos Jesus, já somos vitoriosos; mas se não O temos, já somos derrotados.

Essa vitória, é claro, tem que se repetir a cada dia, conforme a vida prossegue. O Apocalipse toca esse ponto ao afirmar, no contexto da batalha final, “vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele [Jesus]” (17:14). Os atos de “chamar” e “eleger” são de Deus (de fato, a salvação é dom exclusivo dEle), mas ser “fiel” depende da nossa decisão e empenho, em que pese o fato de que é Deus Quem provê recursos para a fidelidade.
 

Daí a necessidade de exercermos fé legítima em Jesus, de onde obtemos forças para prosseguir perseverantes em fidelidade; e quem “perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24:13). Isso indica que o grande conflito, no que respeita a nós, se trava na mente, e aí é que precisa ser ganha a vitória. Como H. H. Farmer afirmou, “as vitórias de Deus são alcançadas somente no campo de batalha do coração humano.” E se aí conseguimos triunfar, podemos unir a voz com Henry W. Beecher ao afirmar: “Uma vitória dentro de nós é mil vezes mais gloriosa do que uma vitória fora de nós.”

As colocações de João a respeito da vitória que o cristão desfruta tinham que ver com a disseminação do engano que ocorria entre os crentes de sua comunidade. Isso minava-lhes a fé, e João lhes deixou claro que não podiam dar ouvidos aos dissidentes se realmente queriam ser vitoriosos em Cristo; como a lição de amanhã observa, os falsos “conceitos estavam afetando a mente dos crentes.”
 

Não dar ouvidos ao que qualquer dissidência anuncia, ainda que se apresente com ares de “nova luz que Deus está enviando ao Seu povo”! Não é a mesmíssima atitude a tomarmos, já que o inimigo continua agindo para enfraquecer nossa fé? O que acontece é que ele é um derrotado, e quer que nós também o sejamos. Permiti-lo-emos
 



Segunda-Feira, 24/8/2009 - › O Jesus em Quem cremos (1Jo 5:6-8)

O Jesus em Quem precisamos crer é Aquele que “veio por meio de água e sangue, Jesus Cristo; não somente com água, mas com a água e com o sangue” (v. 6). Como a lição deixa claro, “água” alude ao batismo de Jesus, evento que marcou o início de Seu ministério neste mundo, e “sangue” á Sua morte, o que concluiu esse ministério, dando por executado o plano de salvação; Suas palavras ao expirar, “está consumado” (Jo 19:30), atestam esse fato.

No batismo, fez-se ouvir uma voz vinda do céu, a voz do Pai, que dizia: “Este é o Meu filho amado, em Quem Me comprazo” (Mt 3:17); na cruz, nenhuma voz celestial foi ouvida, mas o testemunho humano foi claro: “Verdadeiramente este homem era Filho de Deus” (Mc 15:39). Assim, a filiação divina de Jesus foi confirmada no princípio e no encerramento de Seu ministério. Um Jesus diferente dEste que recebera a autenticação do Céu e da Terra seria simplesmente incapaz de salvar.

É evidente que João, com o seu abalizado testemunho apostólico, contestou frontalmente os dissidentes. Como referido no comentário de 1º e 2 de julho, eles impunham uma distinção crítica entre Jesus e Cristo; para eles, Jesus, posto que extraordinário, era um homem comum, filho natural de José e Maria. Por ocasião do batismo, Cristo se juntara a Ele, mas O abandonara pouco antes da cruz; a morte de Jesus, portanto, não era mais salvífica que a morte de qualquer outro mártir.

Como a lição declara, “se Jesus não tivesse sido nem o Messias nem o Filho de Deus, a mensagem deles seria: a morte expiatória do Filho de Deus não é necessária para nossa salvação. O Filho de Deus não morreu na cruz em nosso lugar a fim de nos redimir. Esse conceito levaria a uma compreensão completamente diferente da salvação e da Divindade.” Isso João não poderia tolerar, e ele advertiu energicamente o seu rebanho. “Ele não queria que as pessoas fossem enganadas por falsos ensinos.”

A lição ainda pergunta: “Como devemos experimentar a realidade da água e do sangue em nossa própria vida?” Paralelamente, em nosso caso, tão somente o batismo nas águas é insuficiente para salvar, em que pese o fato de ser ele requerido para a salvação (ver Mc 16:16); é necessário prioritariamente o “sangue”, isto é, a aceitação de Jesus como Salvador e Senhor. É por isso que essa passagem de Marcos assevera que “quem [primeiramente]
 crer e [então] for batizado será salvo.

Assim, não é o batismo o objetivo precípuo da pregação (ver 1Co 1:17), mas sim levar pecadores aos pés de Cristo numa experiência real de conversão. Isso consumado, uma confirmação pública de tal experiência deve ser efetivada com a administração do batismo, cujo valor decorre exclusivamente do valor infinitamente superior do fato precedente.
 

O alvo do evangelismo apostólico (e com João não foi diferente) sempre fora, de fato, que só se batizassem aqueles para quem Cristo Se tornara o Senhor supremo da vida. Batismo (“água” na linguagem de João) sem a consolidação desta experiência (“sangue”, na linguagem de João) é dispensável, dada a sua inutilidade. Para consolidação de nossa salvação, é necessário que Jesus não tenha vindo a nós só por meio da “água”, mas antes de tudo por meio do “sangue”.
 



Terça-Feira, 25/8/2009 - › Jesus e o testemunho de Deus (1Jo 5:9, 10)

Três testemunhas dão o seu depoimento em favor da filiação divina de Jesus: a água, o sangue, e o Espírito Santo (vv. 7, 8).

Com respeito ao testemunho por parte da água e do sangue, ver o comentário de ontem; o Espírito Santo é aquele que sela o testemunho, de maneira especial, na mente do ser humano, levando-o à convicção de seus pecados e aceitação do meio provido por Deus para o perdão e salvação.

A lição nos lembra que, notadamente no quarto Evangelho, o Espírito Santo viria para testificar de Jesus. Aliás, Ele cumpriria, como cumpriu, sete atividades, todas em exaltação a Jesus:

(1)
 Ensinar, e
(2)
 Fazer lembrar tudo o que Jesus disse - Jo 14:26
(3)
 Dar testemunho de Jesus - Jo 15:26
(4)
 Convencer do pecado, porque o mundo não crê em Jesus; da justiça, porque Ele foi para o Pai; e dojuízo, porque Satanás foi julgado e derrotado - Jo 16:8
(5)
 Guiar a toda a verdade, e Jesus é a verdade (14:6) - Jo 16:13
(6)
 Declarar, ou anunciar, o que Jesus, da parte do Pai, Lhe entrega - Jo 16:13-15
(7)
 Glorificar a Jesus - Jo 16:14

O Apocalipse se refere a Ele como os
 sete Espíritos de Deus (Ap 1:4, 5; 4:5). Sete é número de plenitude. O Espírito alcança a plenitude nesta atividade cristocêntrica sétupla. 

Tudo isso é tão fundamental para o plano da redenção, que, sem o operar do Espírito, seria como se Jesus nunca tivesse encarnado e Deus nunca tivesse Se manifestado. Ele habilita o homem a entender a salvação e responder positivamente a ela. Sem Ele, a Igreja não poderia cumprir Sua missão, e estaríamos fadados a permanecer neste mundo indefinidamente.

É por esta razão que o testemunho advindo do Espírito é fundamental. É Ele que efetiva todos os testemunhos em favor de Jesus, os quais são referidos pela lição de hoje (ver o primeiro parágrafo da nota que segue a pergunta 2). Todos eles corroboram o testemunho do próprio Pai, isto é, o testemunho de Deus, o qual é muito maior que o testemunho humano (v. 10). “João diz que, se estamos dispostos a aceitar o testemunho humano, [muito] mais o testemunho do próprio Deus... e crer em Jesus como descrito no Novo Testamento!” Fé aqui significa plena aceitação do que Deus disse; aqueles que, por aceitarem o falso ensino, passam a duvidar das verdades reveladas acerca de Jesus, estão tornando Deus um mentiroso (v.10).
 



Quarta-Feira, 26/8/2009 - › A questão da Trindade (1Jo 5:7, 8)

A construção “no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e esses três são um. E três são os que testificam na terra:” deve ser considerada uma posterior interpolação ao texto original. Esta parte do texto juanino jamais deveria ser usada em favor da doutrina da Trindade, mesmo porque ela é desnecessária para esse fim. Vários outros textos, que foram preservados em sua integridade, mencionam as três pessoas da Divindade com suficiente clareza para que não haja qualquer dúvida a respeito do que devemos crer. O mais citado entre eles é, sem dúvida, Mt 28:19.

É nos escritos juaninos, entretanto, que encontramos as mais conclusivas declarações que acabam por estabelecer o enunciado da doutrina. Como a lição esclarece, “mesmo sem essas palavras [a construção acima], a doutrina da Trindade está firmemente estabelecida nos escritos de João.” Em seguida à pergunta 3, a lição alista seis textos juaninos que implicam a divindade de Jesus como idêntica a do Pai. Acrescento que também o Espírito Santo é referido como assim divino, particularmente em dois textos: Jo 1:1c e 14:16. Para comprovar esse fato, temos que volver um pouco a nossa atenção à língua original do texto.

Jo 1:1c – “o Verbo era Deus”. As assim pretendidas
 testemunhas de Jeová traduzem essa fórmula “a Palavra era um deus” (ver a Versão do Novo Mundo). Para tanto, alegam que, no original grego, a palavra Deus (Theós), quando em alusão ao Pai, é seguida do artigo definido, o que não acontece quando em alusão ao Filho. Considerando que, nesse idioma, não existe artigo indefinido, e que este fica subentendido na ausência do definido, Deus, aplicado a Jesus, teria que ter um sentido indefinido; portanto, “um deus”.
Essa conclusão, todavia, é totalmente equivocada por não se levar em consideração uma das mais elementares regras gregas a respeito, a conhecida regra de Colwell. Esta determina que
 um predicativo nominativo definido tem o artigo quando segue o verbo; não tem quando ele precede o verbo. A ausência do artigo não torna o predicativo indefinido ou qualificativo quando ele precede o verbo.
Em At 28:6, por exemplo,
 theón, sem artigo, sucede o verbo; logo, à luz da regra acima, a única tradução possível é: “um deus”. Mas aqui o correto é como aparece na maioria de nossas Bíblias: “o Verbo era Deus”, pois na fórmula original (theòs ēn ho lógos), theós (Deus) antecede o verbo (ēn = “era”). O contraste com o verso 14 confirma esta versão: ho lógos sárks eghéneto, “o Verbo Se fez carne”, e não “se fez uma carne”, pois sárks (“carne”), que não é acompanhado de vogal, antecede o verbo (eghéneto = “se fez”).

Note-se, todavia, que João poderia usar outra fórmula com
 theós precedendo o verbo: ho lògos theós ēn, o que exigiria a mesma versão, “o Verbo era Deus”. Mas se o fizesse, ele estaria afirmando que unicamente Lógos (“o Verbo”), e ninguém mais, seria possuidor da mesma essência ou natureza divina de Deus. Em outras palavras, a Divindade estaria reduzida, como vários antitrinitaristas gostariam, a duas pessoas apenas (o Pai e o Filho), não havendo lugar para o Espírito Santo. Pela maneira como escreveu, ele, de fato, afirmou que, antes da encarnação, Lógos era exclusivamente “Deus” e nada mais, ao tempo em que deixou espaço para existência de outro Ser plenamente divino além do Pai e do Filho, nesse caso, o Espírito Santo.

Jn 14:16 – “... Ele [o Pai] vos dará outro Consolador...” A referência aqui é ao Espírito Santo (ver o vv. 17, 26). “Consolador” é a versão do termo
 paráklētos, empregado em 1Jo 2:1 e aplicado a Jesus, e que, portanto, implica personalidade; portanto, o Espírito Santo é uma pessoa, e da mesma qualidade de Jesus, pois “outro” é a versão do grego állos, termo que significa “outro da mesma espécie, ou natureza”. O prometido Consolador é Alguém tão divino quanto Jesus.

Mas, qual a qualidade da divindade de Jesus? Acabamos de observar que, segundo Jn 1:1, Sua divindade é plena, com o que concorda o Espírito de Profecia: “Cristo era Deus em essência e no mais alto sentido. Ele esteve com Deus desde toda a eternidade...” (Ellen G. White,
 Review and Herald, 5 de abril de 1906). Se assim é com o primeiro Consolador, assim é com o segundo. O mesmo Espírito de Profecia confirma esse fato: “O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal.” (Evangelismo, pág. 615, itálicos supridos). “Toda a plenitude da divindade” é precisamente o que Cl 2:9 afirma residir corporalmente em Cristo. 

De fato, o Espírito Santo é o segundo Consolador, da mesmíssima natureza divina do primeiro.
 



Quinta-Feira, 27/8/2009 - › O resultado de crer em Jesus (1Jo 5:11, 12)

João não poderia deixar de mencionar de maneira clara e objetiva o resultado de se crer em Jesus; Deus “nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho.” Note que o escritor não disse “Deus nos dará a vida eterna”, mas “nos deu”. Em outras palavras, a salvação é um dom imediato, isto é, não para ser apenas outorgado no futuro, mas algo que já nos foi outorgado. “...quem crê no Filho tem [não “terá”, mas tem] a vida eterna” (Jo 3:36).
 

Cuidado, porém! Nada do presunçoso sentimento de que “uma vez salvo, salvo para sempre!”, pois essa vida eterna que Deus já nos deu não está ainda em nós; “está em Seu Filho” (1Jo 5:11), razão porque “aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.” (v. 12).
 

Ter Jesus, portanto, é o segredo para a vida eterna. Mas há de ser o Jesus da Bíblia, divino, humano, sem pecado, Aquele que morreu por nós, ressuscitou para o nosso bem, age a nosso favor no santuário celestial, e voltará para completar nossa alegria. O Jesus apoucado, reduzido, rebaixado, minguado das dissidências não tem a mínima possibilidade. É como a lição diz: “Os oponentes de João ― que questionavam a verdadeira divindade ou humanidade de Cristo, ou que pretendiam separar o divino do humano ― tinham uma visão diferente de Jesus e não criam nEle no sentido bíblico. Pelo motivo de que não tinham o Jesus das Escrituras, não tinham a vida eterna.”

Precisamos prosseguir com o Filho até nos vermos salvos para sempre; isso, é claro, será uma realidade quando adentrarmos os portais da glória. Se antes deste momento, naturalmente por amor e apego ao pecado, perdermos o Filho, perderemos a vida.

Deus jamais permita que isso aconteça!
 



Sexta-Feira, 28/8/2009 - › Estudo Adicional

A fé em Deus e, consequentemente, em Jesus e no plano da salvação, sobretudo, é uma questão espiritual. Existem algumas situações na vida nas quais temos que exercer a nossa confiança em algo do qual não temos nenhuma garantia. O relacionamento entre as pessoas é um exemplo dessas situações abstratas que envolvem a confiança. O relacionamento é baseado em sentimentos. Os sentimentos só podem ser percebidos a partir de alguma manifestação externa, que é analisada dentro de um conjunto de fatores que envolvem expectativas, interesse, motivação, afeição e outras formas que, juntas, nos fornecem informações a respeito da natureza do sentimento que está sendo manifestado. Assim, o nosso sentimento em relação a alguém é definido e, dele, pode vir ou não a confiança nesse relacionamento. Note que estamos falando de coisas imateriais, os sentimentos, nos quais não se pode tocar e nem ver. Vemos apenas as suas evidências e acreditamos nelas ou não. E isso é tão real que tomamos decisões de compromisso que podem decidir um novo rumo para a nossa vida, baseadas na confiança de que o que vemos é real, e não uma representação teatral, por isso não devemos confiar somente nas emoções, e utilizar a razão e os princípios.

Assim é com a nossa relação com Deus! Se tomamos decisões baseadas em evidências que nos indicam o grau de confiança que podemos depositar nas pessoas, algo que não pode ser visto nem tocado, a nossa crença em Deus também é baseada em evidências claras da manifestação do Seu poder criador, acima de tudo, e também pelas evidências que Ele proveu para que mostrar que a nossa fé não é em vão. Nesse contexto estão as profecias do passado, que incluem o anúncio antecipado do nascimento de Jesus e da forma da Sua morte vicária (Isaías 53).
 

Pense: "Não devem os filhos de Deus ser sujeitos aos sentimentos e emoções. Quando flutuam entre a esperança e o temor, o coração de Cristo é ferido, pois lhes tem dado inconfundíveis evidências do Seu amor. Ele quer que sejam firmados, fortalecidos e estabelecidos na mais santa fé. Ele quer que façam a obra que Ele lhes deu; então seu coração se tornará em Suas mãos como harpas sagradas, cada corda das quais emitirá louvores e ações de graças Àquele que foi enviado por Deus para tirar os pecados do mundo." Mensagens aos Jovens, pág. 110.

Desafio: "Que vossa imaginação se fixe nas coisas invisíveis. Que os pensamentos se dirijam para as evidências do grande amor de Deus por vós. A fé pode sofrer a prova, vencer a tentação, suportar o insucesso. Jesus vive como nosso advogado. Tudo o que nos assegura a Sua mediação nos pertence."A Ciência do Bom Viver, pág 488.


 

Conheça o autor

Wanderley Gazeta
É professor no UNASP desde 1982. Casado com Sônia M. M. Gazeta, tem dois filhos, Jean Marcel e Marcus Fernando.

 

www.escolanoar.org.br

FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao.asp?nivel=adultos_pt&data=28/8/2009

Comentario da Lección 09 - Creer en el HIJO de DIOS

LA ESCUELA EN EL AIRE (ESCOLA NO AR)

 

3to Trimestre del 2009 - Amadas y llenas de amor: Las Epístolas de Juan

Comentario da Lección 09 - Creer en el HIJO de DIOS

 

Sabado, 22/8/2009 - › Creyendo en el Hijo de Dios

Creer en Jesús es condición “sine qua non” para que seamos salvos.

Es maravilloso como Dios nos amó enviando a su Hijo unigénito para ser nuestro salvador; es inspirador acompañar su trayectoria en este mundo, sus obras de misericordia, sus mensajes plenos de perdón y acogimiento, su desprendimiento y su espíritu de sacrificio a punto de ofrecer la vida en la cruz para redimirnos. Pero si no creemos en Él, si no lo aceptamos como nuestro Salvador y Señor, todo habrá sido en vano. Estaremos tan perdidos como si Dios no nos amase, y Jesús no hubiese venido a este mundo para salvarnos.

Mas, como la lección enfatiza, tenemos que creer en Aquél Jesús sobre el cual las Escrituras da testimonio, no del mutilado Jesús de los conceptos humanos, no el distorsionado Jesús del liberalismo teológico, que no hace otra cosa sino lanzar al hombre en el laberinto de la duda, robándole el mayor don que el Cielo otorgó, después del mismo Cristo y del Espíritu Santo; la fe. Y robándole la fe le roba todo. Excluyendo al Cristo de la fe, e eliminando las cualidades que hacen del Cristo histórico de los evangelios el verdadero Mesías, el liberalismo acaba por ofrecer apenas el espectro de un salvador. ¡Un Cristo ni histórico, ni de la fe; el Cristo del nada!.

No, esos tipos de Jesús no sirven. Tenemos que quedar con el auténtico, el Cristo de los Evangelios. Es en Él que tenemos que creer si queremos ser salvos. Eso es muy importante en los días en que vivimos, cuando nuevas divagaciones (en realidad nuevas facciones de herejías antiguas) están surgiendo, inclusive en los campos del pueblo de Dios.

Enternecido por el amor divino que le deparó “tan grande salvación” (Hebreos 2:3).el apóstol Juan no podría permanecer impasible, dejando de referir el imperativo de la creencia en el Jesús de la fe. Él lo hizo principalmente para combatir herejías que colocaban en duda la virtud salvadora que Jesús realizara y continúa haciendo por el pecador.


Domingo, 23/8/2009 - › Creer en Jesús y la Victoria (1Juan 5:1-5)

La victoria que se obtiene por la fe en Jesús no es otra cosa sino su propia victoria aplicada a nuestra experiencia. Por lo tanto, es una victoria de naturaleza espiritual. La lección admite ese hecho al declarar: “La batalla que los cristianos tienen que luchar es espiritual. En los escritos de Juan, el camino para la victoria no es por el uso de la violencia ni de la fuerza física. El camino para vencer es por la fe, y la fe se demuestra por el tipo de vida que se tiene”. – John Milton, autor del Paraíso Perdido,-- ya decía: “Quién vence por la fuerza es solo la mitad que vence al enemigo”. Y añado que vencer al enemigo “solo por la mitad” es otorgarle una victoria completa.

La lección aún dice: “El vencedor por excelencia es Jesús Cristo. Visto que Él obtuvo la victoria, sus seguidores pueden también vencer. Hasta cierto punto, ellos ya tienen la victoria: la de Cristo en su favor”. En otras palabras Jesús ganó la victoria no solo para sí, mas igualmente para su pueblo, de manera que, si ya tenemos a Jesús, ya somos victoriosos; mas si no lo tenemos, ya somos derrotados.
 

Esa victoria, es claro, tiene que repetirse cada día, conforme la vida prosigue. El Apocalipsis toca ese punto al afirmar que, en el contexto de la batalla final, “Vencerán también los llamados, elegidos y fieles que se encuentran con Él [Jesús]” 17:14). Los actos de “llamar” y “elegir” son de Dios (de hecho, la salvación es don exclusivo de Él), mas ser “fiel” depende de nuestra decisión y empeño, en que pese el hecho de que es Dios quién provee recursos para la fidelidad.

De allí la necesidad de ejercer fe legítima en Jesús, de donde obtenemos fuerzas para proseguir perseverantes en fidelidad; “y quién persevere hasta el fin, ese será salvo”. Mateo 24:13. Eso indica que el gran conflicto, en lo que respecta a nosotros, se traba en la mente, y allí es que precisa ser ganada la victoria. Como H.H. Farmer, afirmó: “Las victorias de Dios son alcanzadas solamente en el campo de batalla del corazón humano”. Y si allí conseguimos triunfar, podemos unir la voz con Henry W. Beecher al afirmar: “Una victoria dentro de nosotros es mil veces más gloriosa que una victoria fuera de nosotros”.

Las declaraciones de Juan a respecto de la victoria que el cristiano disfruta, tenían que ver con la diseminación del engaño que ocurría entre los creyentes de su comunidad. Eso les minaba la fe, y Juan les dejó claro que no debían dar oídos a los disidentes, si realmente querían ser victoriosos en Cristo. Como la lección de mañana observa, los “falsos conceptos estaban afectando la mente de los creyentes”.

No se debe dar oídos a lo que cualquier disidente anuncia, aunque se presente con aires de “nueva luz que Dios está enviando a su pueblo” ¿No es la mismísima actitud que debemos tomar, ya que el enemigo continúan actuando para debilitar nuestra fe? Lo que sucede es que él es un derrotado, y quiere que nosotros también lo seamos. ¿Habremos de permitir?.


Lunes, 24/8/2009 - › El Jesús en Quién Creemos ( 1Juan 5:6-8)

El Jesús en quién necesitamos creer es Aquél que “vino por medio del agua y sangre, Jesús Cristo; no solamente con agua, más con agua y con sangre”. (vs. 6). Como la lección deja claro, “agua” alude al bautismo de Jesús, evento que marcó el inicio de su ministerio en este mundo, “sangre” dice respecto a su muerte, lo que concluye ese ministerio, dando por ejecutado el Plan de Salvación. Sus palabras al expirar, “consumado está” (Juan 19:30), testifican ese hecho.

En el Bautismo, se hizo oír una voz venida del cielo, la voz del Padre, que decía: “Este es mi Hijo amado, en quién me complazco” (Mateo 3:17). En la cruz ninguna voz celestial fue oída, mas el testimonio humano fue claro: “Verdaderamente este hombre era Hijo de Dios” (Marcos 15:39). Así, la filiación divina de Jesús fue confirmado al comienzo y al final de su ministerio. Un Jesús diferente de este que recibiera la autenticación del cielo y de la Tierra sería simplemente incapaz de salvar.

Es evidente que Juan, con su fundamentado testimonio apostólico, contestó frontalmente a los disidentes. Como fue referido en el comentario de 1º y 2 de julio, ellos imponían una distinción crítica entre Jesús y Cristo. Para ellos, Jesús, puesto que extraordinario, era un hombre común, hijo natural de José y María. En la ocasión del bautismo, Cristo se juntara a Él, pero lo abandonara poco antes de la cruz. La muerte de Jesús, por lo tanto, no era más salvífica que la muerte de cualquier otro mártir.

Como la lección declara, “si Jesús no hubiera sido ni el Mesías ni el Hijo de Dios, el mensaje de ellos sería: La muerte expiatoria del Hijo de Dios no es necesaria para nuestra salvación. El Hijo de Dios no murió en la cruz en nuestro lugar a fin de redimirnos. Ese concepto llevaría a una comprensión completamente diferente de la salvación y de la Divinidad. “Eso Juan no podría tolerar, y contra eso él advirtió enérgicamente a su rebaño. Él no quería que las personas fuesen engañadas por falsas enseñanzas”.
 

La lección aún pregunta: “ ¿Cómo debemos experimentar la realidad del agua y de sangre en nuestra propia vida?”. Paralelamente, en nuestro caso, ¿tan solamente el bautismo en las aguas es suficiente para salvar, pese al hecho de ser requerido para la salvación? (ver Marcos 16:16); es mucho más prioritario la “sangre”, esto es, la aceptación de Jesús como Salvador y Señor. Es por eso que ese pasaje de Marcos asevera que “quién (en primer lugar) cree y (entonces) fuere bautizado será salvo.
 

Así, no es el bautismo el objetivo precipuo de la predicación (vea 1Corintios 1:17), sino, llevar pecadores a los pies de Cristo en una experiencia real de conversión. Eso consumado, en una confirmación pública de esa experiencia que debe ser consolidada con la administración del bautismo, cuyo valor deriva exclusivamente del valor infinitamente superior del acto precedente.

El blanco del evangelismo apostólico (y con Juan no fue diferente) siempre fuera, de hecho, que solo se bautizasen aquellos para quienes Cristo se tornara el Señor Supremo de su vida. Bautismo (“agua” en el lenguaje de Juan) sin la consolidación de esta experiencia de (“sangre”, en el lenguaje de Juan) es sin valor, dado a su inutilidad. Para la consolidación de nuestra salvación, es necesario que Jesús haya venido a nosotros no solo por medio del “agua”, sino, y ante todo, por medio de “sangre”.
 


Martes, 25/8/2009 - › Jesús y el Testimonio de Dios (1 Juan 5:9,10)

Tres testigos dan su testimonio a favor de la filiación divina de Jesús: el agua, la sangre, y el Espíritu Santo (vs. 7, 8).

Con respeto al testimonio por parte del agua y de sangre, vea el comentario del día de ayer; el Espíritu Santo es Aquél que sella el testimonio, de manera especial, en la mente del ser humano, llevándolo a la convicción de sus pecados y de la aceptación del medio provisto por Dios para el perdón y la salvación.

La lección nos recuerda, notoriamente en el cuarto Evangelio, el Espíritu Santo vendría para testificar de Jesús. A más de eso, Él cumpliría, como cumplió, siete actividades, todas en exaltación a Jesús:

 

1.     Enseñar y

2.     Recordar todo lo que Jesús dijo – Juan 14:26

3.     Dar testimonio de Jesús – Juan 15:26

4.     Convencer de pecado, porque el mundo no cree en Jesús; de justicia, porque Él fue para el Padre; y de juicio, porque Satanás fue juzgado y derrotado – Juan 16:8

5.     Guiar a toda verdad, y Jesús es la verdad (14:6) – Juan 16:13

6.     Declarar, o anunciar, lo que Jesús, de parte del Padre, le entrega – Juan 16:13-15

7.     Glorificar a Jesús – Juan 16:14 


El Apocalipsis se refiere a Él como los
 siete Espíritus de Dios( Apocalipsis 1:4, 5; 4:5). Siete es el número de la plenitud. El Espíritu alcanza la plenitud en esta actividad cristocéntrica séptupla.

Todo eso es tan fundamental para el plan de redención, que sin la actuación del Espíritu, sería como si Jesús nunca se hubiese encarnado y Dios nunca se hubiese manifestado. Él habilita al hombre a entender la salvación y responder positivamente a ella. Sin Él, la iglesia no podría cumplir su misión, y estaríamos predestinados a permanecer en este mundo indefinidamente.

Es por esta razón que el testimonio que proviene del Espíritu es fundamental. Es Él que efectiva todos los testimonios a favor de Jesús, los cuales son referidos por la lección de hoy. (vea el primer párrafo de la nota que sigue a la pregunta 2). Todos ellos confirman el testimonio del propio Padre, esto es, el testimonio de Dios, el cual es mucho mayor que el testimonio humano (vs. 10). “Juan dice que, si estamos dispuestos a aceptar el testimonio humano, [mucho] más el testimonio del propio Dios... y creer en Jesús como descrito en el Nuevo Testamento”. Fe, aquí, significa plena aceptación de lo que Dios dice; aquellos que, por aceptar la falsa enseñanza, pasan a dudar de las verdades reveladas acerca de Jesús están tornando a Dios un mentiroso. (vs. 10).
 


Miercoles, 26/8/2009 - › El tema de La Trinidad (1Juan 5:7, 8)

La construcción “en el Cielo: el Padre, la Palabra y el Espíritu Santo, los tres son uno. Y tres son los que testifican en la Tierra:” debe ser considerada una interpolación al texto original. Esta parte del texto juanino jamás deberá ser usado a favor de la doctrina de la Trinidad, aún porque ella es desnecesaria para ese fin. Varios otros textos, preservados en su integridad, mencionan las tres personas de la Divinidad con suficiente claridad para que no haya cualquier duda a respecto de lo que debemos creer. Lo más citado entre ellos es sin duda, lo de Mateo 28:19.
 

Es en los escritos juaninos, entre tanto que encontramos las más conclusivas declaraciones que acaban por establecer lo enunciado de la doctrina. Como la lección aclara: “aún sin esas palabras [la construcción arriba] , la doctrina de la Trinidad está firmemente establecido en los escritos de Juan. “Seguiendo a la pregunta 3, la lección presenta seis textos juaninos que identifican la divinidad de Jesús como idéntica a la del Padre.

Añado también que el Espíritu Santo es referido como divino, particularmente en dos textos: Juan 1:1 y 14:16. Para comprobar ese hecho, tenemos que volver un poco nuestra atención a la lengua original del texto. Juan 1:1 – “El Verbo era Dios”. Los así pretendidos
 testigos de Jehová traducen esa fórmula “La Palabra era un dios” (Vea la versión Nuevo Mundo) Para esto, ellos alegan que, en el original griego, la Palabra Dios (Theós), cuando en alusión al Padre, es seguido del artículo definido, lo que no acontece cuando es referido al Hijo. Considerando que en ese idioma, no existe artículo indefinido, y que esto queda sobre entendido en la ausencia del definido, Dios, aplicado a Jesús, tendría que tener un sentido indefinido; por tanto, traducen “un dios”.

Esa conclusión, todavía, es totalmente equivocada, pues no llevan en consideración una de las más elementales reglas griegas a ese respecto; la conocida regla de Colwell. Esta determina que
 un predicado nominativo definido tiene el artículo cuando sigue al verbo; no tiene cuando él precede al verbo. La ausencia del artículo no lo torna predicado indefinido o calificativo cuando él precede al verbo.

En Hechos 28:6, por ejemplo,
 theón sin artículo, sucede al verbo; luego, a la luz de la regla mencionada arriba, la única traducción posible es: “un dios”. Pero, aquí, lo correcto es como aparece en la mayoría de nuestras Biblias: “el Verbo era Dios”, no “un dios”, pues en la fórmula original (theós en ho lógos), ...theós(Dios) antecede al verbo (en = “era”). El contraste con el versículo 14 confirma esta versión: ho lógos sárks eghéneto, “el Verbo se hizo carne”, y no, “se hizo una carne”, pues sárks (“carne”), que no está acompañado de vocal antecede al verbo (eghéneto = “se hizo”).

Nótese, todavía, que Juan podría usar otra fórmula con
 theós precediendo al verbo: ho lógos theós en, lo que exigiría la misma versión, “el Verbo era Dios”, Mas si lo hiciese, él estaría afirmando que únicamenteLógos (“el Verbo”), y nadie más, sería poseedor de la misma esencia o naturaleza divina de Dios. En otras palabras, la Divinidad estaría reducida, (como a muchos antitrinitaristas les gustaría,) a dos personajes apenas (el Padre y el Hijo), no habiendo lugar para el Espíritu Santo. Por la manera como escribió él , de hecho, afirmó que, antes de la encarnación, Lógos era exclusivamente “Dios” y nada más, al tiempo en que dejó espacio para la existencia de otro Ser plenamente Divino a más del Padre y del Hijo, en ese caso el Espíritu Santo.

Juan 14:16 – “... Él [el Padre] os dará otro Consolador... “La referencia aquí es al Espíritu Santo (vea los versículos 17, 26). “Consolador” es la versión del término
 parákletos, empleado en 1 Juan 2:1 y aplicado a Jesús, implicando personalidad; por tanto, el Espíritu Santo es una persona, y de la misma calidad de Jesús, pues “otro” es la versión del griego ayos, término que significa “otro de la misma especie, o naturaleza”. El prometido Consolador es alguien tan Divino cuanto Jesús.

Pero ¿cuál es la cualidad de la divinidad de Jesús? Acabamos de observar que, según Juan 1:1, Su Divinidad es plena. El Espíritu de Profecía concuerda: “Cristo era Dios en esencia en el más alto sentido. Él estuvo con Dios desde toda la eternidad...” (Ellen G. White,
 Review and Herald,5 de abril de 1906). Si así es con el primer Consolador, así es con el Segundo. El mismo Espíritu de Profecía confirma ese hecho: “El Consolador que Cristo prometió enviar después de ascender al Cielo es el Espíritu en toda la plenitud de la Divinidad, tornando manifiesto el poder de la gracia divina a todos cuantos reciben y creen en Cristo como Salvador personal”. (Evangelismo,pág. 615, Cursiva nuestra). “Toda la plenitud de la Divinidad” es precisamente lo que Colosenses 2:9 afirma residir corporalmente en Cristo.

De hecho, el Espíritu Santo es el segundo Consolador, de la mismísima naturaleza divino del primero.


Jueves, 27/8/2009 - › El Resultado de Creer en Jesús (1 Juan 5:11, 12)

Juan no podría dejar de mencionar de manera clara y objetiva el resultado de creer en Jesús. Dios “nos dio la vida eterna; y esta vida está en su Hijo”. Note que el escritor no dice “Dios nos dará la vida eterna”, sino,
 ”nos dio”. En otras palabras, la salvación es un don inmediato, esto es, no para ser apenas otorgado en el futuro, más algo que ya nos fue otorgado. “...quién cree en el Hijo tiene [no “tendrá”, más tiene] la vida eterna” Juan 3:36.

Cuidado, entre tanto, Nada tenemos que ver con el presuntuoso sentimiento de que “Una vez salvo, salvo para siempre”, pues esa vida eterna que Dios ya nos dio no está aún en nosotros; “está en su Hijo” (1Juan 5:11) razón por qué “aquél que tiene al Hijo tiene la vida; aquél que no tiene al Hijo de Dios no tiene la vida” (vs. 12).

Tener a Jesús, por lo tanto, es el secreto para la vida eterna. Pero hade ser el Jesús de la Biblia, divino y humano, sin pecado, Aquél que murió por nosotros, resucitó para nuestro bien, actúa en nuestro favor en el santuario celestial y volverá para completar nuestra alegría. El Jesús minimizado, reducido, rebajado, menguado de los disidentes no tiene la mínima posibilidad. Es como la lección dice: “Los oponentes de Juan – que cuestionaban la verdadera divinidad o humanidad de Cristo, o que pretendían separar lo divino de lo humano – tenían una visión diferente de Jesús y no creían en Él en el sentido Bíblico. Por el motivo de que no tenían al Jesús de las Escrituras, no tenían la vida eterna”.

Necesitamos proseguir con el Hijo hasta vernos salvos para siempre. Eso es claro, será una realidad cuando nos adentremos por los portales de la gloria. Sin antes de ese momento, naturalmente por amor y apego al pecado, perderemos al Hijo, perderemos la vida.

“Dios jamás permita que eso acontezca!.


Viernes, 28/8/2009 - › Estudio Adicional

La fe en Dios y, consecuentemente, en Jesús y en el Plan de Salvación, sobre todo, es una cuestión espiritual. Existen algunas situaciones en la vida en las cuales tenemos que ejercer nuestra confianza en algo o alguien del cual no tenemos ninguna garantía. Las relaciones entre las personas es un ejemplo de esas situaciones abstractas que envuelven la confianza.
 

Las relaciones se basan en sentimientos; los sentimientos solo pueden ser percibidos a partir de alguna manifestación externa, que es analizada dentro de un conjunto de factores que envuelven expectativas, interés, motivos, afectos y otras formas que, juntas, nos proveen informaciones a respecto de la naturaleza del sentimiento que está siendo manifestado. Así, nuestro sentimiento con relación a alguien es definido y, puede o no surgir la confianza en esa relación. Note que estamos hablando de cosas inmateriales, los sentimientos, en los cuales no se puede tocar ni ver. Podemos ver apenas sus evidencias y creamos en ellas o no. Eso es tan real que nos permite tomar decisiones de compromisos que pueden determinar un nuevo rumbo para nuestra vida, en base a la confianza de que lo que vemos es real, y no una representación teatral, por eso no debemos confiar solamente en las emociones, mas es preciso utilizar la razón y los principios.

Así es en nuestra relación con Dios. Si tomamos decisiones basadas en evidencias que nos indican el grado de confianza que podamos depositar en las personas, algo que no puede ser visto ni tocado. Nuestra creencia en Dios también es basada en evidencias claras de la manifestación de su poder creador, por sobre todo, y también por las evidencias que Él proveyó para mostrarnos que nuestra fe no es en vano. En ese contexto están las profecías del pasado, que incluyen el anuncio anticipado del nacimiento de Jesús y de la forma de su muerte vicaria (Isaías 53).

Piense: “Los hijos de Dios no han de estar sujetos a sus sentimientos y emociones. Cuando fluctúan entre la esperanza y el temor, el corazón de Cristo es herido; porque él les ha dado evidencias inconfundibles de su amor. Desea que sean establecidos, fortalecidos y cimentados . . . Quiere que hagan la obra que les ha confiado; entonces sus corazones serán en las manos divinas como arpas sagradas, cada una de cuyas cuerdas exhalará alabanza y acción de gracias a Aquel que Dios ha enviado para quitar el pecado del mundo”. – Mensajes a los Jóvenes, pág. 108.

Desafio: “Que vuestra imaginación se fije en las cosas invisibles. Que los pensamientos se dirijan hacia las evidencias del gran amor de Dios por vosotros. La fe puede sufrir la prueba, vencer la tentación, soportar el fracaso. Jesús vive como nuestro abogado. Todo lo que nos asegura su intercesión nos pertenece”. – La Ciencia del Buen Vivir, pág. 488.


 

Conozca lo autor

Wanderley Gazeta
É professor no UNASP desde 1982. Casado com Sônia M. M. Gazeta, tem dois filhos, Jean Marcel e Marcus Fernando.

 

Conozca lo traduor

Daniel Román Roque
Después de servir en Adra Perú por algunos años, Dios me continúa dando la oportunidad de Servirle aquí en Brasil traduciendo los textos de los comentarios de las Lecciones de la Escuela Sabática, producidos por pastores para "La Escuela en el Aire" (Escola no Ar). Por lo que quedo infinitamente agradecido a nuestro Padre Celestial por aún poderle servir.

 

www.escolanoar.org.br

FONTE: http://www.escolanoar.org.br/Novo/impressao_es.asp?nivel=adultos_es&data=28/8/2009

Percaya kepada Anak Allah - (1 Yohanes 4 & 5) - Dikasihi dan Mengasihi – Surat Yohanes: Pelajaran 9

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Percaya kepada Anak Allah - (1 Yohanes 4 & 5) - Dikasihi dan Mengasihi – Surat Yohanes: Pelajaran 9

Copr. 2009, Bruce N. Cameron, diterjemahkan oleh Debbie Jacobs.  Semua referensi Alkitab dikutip dari Alkitab Terjemahan Baru ©1974 Lembaga Alkitab Indonesia, kecuali disebutkan lain. Saran jawaban terdapat di dalam tanda kurung. Pengajar diasumsikan menggunakan papan tulis atau alat peraga lainnya dalam membawakan pelajaran. Pelajaran ini dapat dilihat di http://www.GoBible.Org/indonesian.

Pendahuluan: Saat memberi nilai atas ujian di sekolah hukum, saya berusaha memberi sebanyak mungkin nilai kepada para mahasiswa berdasarkan jawaban mereka. Karena kebanyakan dari soal-soal yang saya berikan menuntut jawaban “essay,” saya mencari jawaban yang mencerminkan pengertian yang benar mengenai masalah hukum. Bagaimanapun juga, pada dasarnya ada satu jawaban benar. Apakah demikian juga halnya dengan perkara rohaniah? Apakah hanya ada satu jawaban benar? Pelajaran kita pekan ini menyelidiki tentang "jawaban yang paling benar.” Yohanes menulis bahwa hanya ada satu jawaban benar, dan jika kita menjawab dengan benar, upahnya adalah hidup kekal. Jika kita salah, hasilnya adalah kematian kekal. Tampaknya serius! Mari selami pelajaran Alkitab kita dan cari tahu lebih banyak mengenai jawaban yang benar!

Soal Ujian

Baca 1 Yohanes 4:1-3 Ada berapa roh yang berbicara kepada saudara? (Setidaknya ada dua: Roh Allah dan roh(-roh) yang menentang Allah.)

Menurut saudara apa yang Yohanes maksudkan saat ia menulis tentang roh-roh? Apakah roh-roh ini berbisik di telinga kita? (Menurut saya ia menggunakan istilah tersebut secara umum untuk merujuk kepada alur pikiran, logika, “kata hati” kita, nabi-nabi, guru-guru – siapa saja atau apa saja yang coba membujuk kita.)

Bagaimana caranya kita membedakan roh kebenaran dari roh sesat? (Yohanes memberi kita ujian yang sangat sederhana: Kebenaran mengatakan bahwa Yesus berasal dari Allah dan Ia datang ke bumi dalam wujud manusia.)

Saya pernah mengemukakan bahwa barangsiapa yang percaya akan Perjanjian Lama, dan memahami sistem upacara korban, secara logis akan menerima Yesus dan Kekristenan sebagai perpanjangann dari sistem upacara korban. Yohanes menegaskan logika ini dengan mengatakan bahwa jika kita percaya pada Alkitab, kita percaya bahwa Yesus adalah Anak Allah yang menjelma.

Baca 1 Yohanes 4:4-6 Apakah dunia mengerti logika ini? (Tidak.)

Umumnya orang akan beranggapan bahwa orang Kristen bodoh dan tidak terdidik. Benarkah? (Orang Kristen mungkin bodoh dan tidak terdidik, sebagaimana juga orang yang bukan Kristen.) Namun, yang membedakan orang Kristen dari penyembah berhala adalah bahwa orang Kristen memusatkan pandangan pada Yesus.)

Apa yang diajarkan oleh hal ini mengenai pengabaran injil? Haruskah kita menyerah karena para penyembah berhala yang tidak mau mendengar? (Inilah saat di mana kita harus bersandar pada Roh Kudus yang menjamah hati.) Kita dapat mengajukan logika, namun tanpa Roh Kudus logika tidak akan banyak manfaatnya.)

Jika Lulus Ujian

Baca 1 Yohanes 5:1-4 Apakah kita wajib menurut perintah-perintah Allah? (Ya.)

Mengapa? Supaya selamat? (Kasih kita terhadap Allah menjadi pangkal penurutan kita akan perintah-perintah-Nya.)

Pekan lalu kita pelajari bahwa kita harus memberikan barang milik kita kepada orang Kristen yang membutuhkan. Kita telah membahas betapa sulitnya hal tersebut (paling tidak buat saya) untuk mencapai kesempurnaan ini.) Yohanes kini mengatakan bahwa mencapai kondisi ideal ini “tidak berat.” Apakah ia sedang bergurau?

Saat saya mengajar di kelas pekan lalu, ada satu kelompok yang menentang pemberian uang kepada orang-orang yang meminta uang di jalanan. Kelompok lain setuju untuk memberi uang dan urusannya sampai di situ (Kita memberikan uang dan Allah akan mengurus yang selebihnya.) Kelompok yang lain mengatakan kita perlu cari tahu apa yang ingin mereka beli, dan kita membelikan (jika kita setuju.) Kesimpulan akhir yang kami dapat adalah kita perlu mengenal orang yang membutuhkan tersebut untuk mengetahui bagaimana cara terbaik untuk menolong mereka. Jika saya meminta saudara untuk berteman dengan seorang tunawisma, apakah hal tersebut memberatkan?

Kira-kira enam bulan lalu ada seorang saudara datang ke gereja. Ia telah kehilangan pekerjaan, diusir dari rumah oleh istrinya dan membutuhkan tempat tinggal. Di rumah saya ada tiga kamar kosong. Hati saya tersentuh dan saya pikir saya harus menolong saudara ini. Istri saya mengatakan bahwa ini berarti bahwa untuk sebagian besar waktu istri saya akan sendiri saja di dalam rumah dengan orang yang saya tidak kenal ini. (Tak seorang pun di gereja yang benar-benar mengenalnya.) Saya tidak mengajaknya untuk tinggal bersama kami dan tak lama kemudian ia meninggalkan gereja. Apa yang harus saya lakukan?

Baca 1 Yohanes 5:5 Apa kunci untuk menaklukkan dunia? (Percaya bahwa Yesus adalah Anak Allah.)

Jawaban ini tampaknya mengambang bagi saya. Kita baru saja membahas bagaimana kita perlu menuruti perintah-perintah Allah. Kini Yohanes kembali membicarakan tentang kepercayaan. Mengapa demikian? (Satu-satunya kesimpulan logisnya adalah karena kedua hal tersebut saling terkait. Percaya Yesus sebagai Anak Allah merupakan “jawaban benar” yang penting bagi hidup kekal. Saat saudara menemukan jawaban tersebut, perilaku saudara akan terpengaruh.)

Perlu tau Kuncinya

Baca 1 Yohanes 5:6 Saat memberikan ujian, saya berusaha untuk memastikan bahwa saya mengetahui jawaban yang benar. Para dosen menyebut daftar jawaban benar ini sebagai “kunci.” Mengapa Yohanes mengatakan bahwa kita dapat mengetahui bahwa Yesus merupakan jawaban yang benar atas pertanyaan mengenai hidup kekal? (Ia mengatakan Yesus datang dengan air dan darah.)

Apa kaitan yang mungkin ada antara Yesus sebagai Allah dan air dan darah? (Ini akan menjadi lebih jelas bagi penerima surat Yohanes. Jika saudara mengenal kitab Ulangan dan Imamat, seluruh sistem upacara kaabah berkisar pada pemurnian benda-benda dengan air dan darah. Air mengangkat kotoran biasa. Darah mengangkat kotoran rohani Yesus menerima pemurnian oleh air lewat baptisan-Nya (Matius 3:13-17) dan Ia mencurahkan darah-Nya bagi kita (Matius 27:50) Kita membutuhkan hidup yang murni dan hati yang murni.)

Bagaimana keterlibatan Roh Kudus di dalam hal ini? (Baca Yohanes 3:5-6. Yesus mempersamakan baptisan (pembersihan oleh air) dengan dilahirkan dari Roh Kudus (pembersihan rohani).)

Tengok kembali 1 Yohanes 5:6 Yohanes mengatakan bahwa Roh Kudus menguji saksi yang mengatakan “kebenaran.” Saya tidak yakin tautan yang kita lekatkan pada air, darah dan Roh Kudus merupakan hal yang paling masuk akal. Bagaimana kita mempertalikan ketiga hal ini bersama-sama? (Baca 1 Yohanes 5:7-8. Ingat pokok persoalan mengenai apakah kita memiliki jawaban benar. Kuasa Roh Kudus dalam jemaat mula-mula, kuasa Roh Kudus dalam kehidupan kita sekarang ini, memberi bukti bahwa Yesus itu nyata. Memadankan Yesus dengan arti historis dari pelepasan dosa dan kotoran dalam hidup kita, melihat bagaimana Roh Kudus bekerja melawan dosa dalam hidup kita, semuanya ini merupakan saksi bahwa Yesus sesungguhnya adalah Anak Allah, sarana untuk melepaskan dosa yang menghalangi kita dari hidup kekal.)

Mengapa kita membutuhkan banyak saksi? (Supaya kita yakin.)

Baca 1 Yohanes 5:9-10 Yohanes membandingkan argumennya bahwa Yesus merupakan jawaban yang benar dengan cara yang biasa dilakukan untuk meyakinkan kita akan suatu hal. Mengapa argumen bahwa Yesus merupakan jawaban yang benar lebih berkuasa daripada argumen biasa? (Karena Allah yang mengujinya.)

Bukankah hal ini dituliskan dalam kitab Yohanes? Bagaimana bisa ia mengklaim bahwa Allah adalah saksi atas apa yang dia tuliskan?

Saya ingat saat masih kanak-kanak seorang sahabat kecil saya menggunakan ayahnya sebagai "saksi" atas teorinya yang tidak masuk akal. Manakala saya tidak setuju ia akan bertanya, “Kamu kira kamu lebih tau dari ayah saya?” Bagaimana sampai Yohanes mengklaim bahwa Allah mendukung teorinyanya mengenai hidup kekal? (Baca Kisah 1:6-8 dan Kisah 2:1-4. Pekerjaan Roh Kudus dalam hidup kita merupakan bukti ilahi bahwa Yesus itu Allah. Ini adalah perkataan Allah kepada kita, bukan sekadar orang lain yang mengajukan argumen.)

Baca Yohanes 11:41-44 Bagaimanakah Allah yang bekerja dalam kehidupan Yesus menjadi saksi bagi-Nya?

Baca 1 Yohanes 5:11-12. Tunggu sebentar. Apakah kita salah tentang hakekat dari kesaksian Allah? Apa yang ayat ini katakan sebagai kesaksian Allah? (Kebangkitan Yesus menunjukkan kuasa hidup kekal. Ini merupakan pertunjukan paling hebat mengenai kesaksian Allah bahwa Yesus itu Allah.)

Seberapa pentingkah untuk menjawab dengan benar? Seberapa pentingkah percaya kepada Allah? (Jawaban yang benar mengandung makna kekekalan.)

Sobat, bagaimana dengan engkau? Sudahkah engkau menerima Yesus sebagai Anak Allah? Percayakah engkau bahwa Yesus mati gantimu untuk mengangkat dosamu? Percayakah engkau bahwa saat Yesus bangkit menuju hidup kekal engkau memiliki kesempatan untuk hidup kekal? Apakah Roh Kudus menjadi saksi bagi perkara-perkara ini dalam hidupmu? Jika engkau tidak dapat menjawab, “ya” pada semua pertanyaan ini, mintalah Yesus dan kuasa Roh Kudus sekarang juga untuk masuk ke dalam hidupmu supaya engkau memperoleh kunci menuju hidup kekal.

Pekan depan: Keyakinan

FONTE: http://www.gobible.org/indonesian/570.htm

Berjalan di dalam Terang: Mengasihi Saudara Laki-laki dan Perempuan - (1 Yohanes 3:11-24) - Dikasihi dan Mengasihi – Surat Yohanes: Pelajaran 8

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Berjalan di dalam Terang: Mengasihi Saudara Laki-laki dan Perempuan - (1 Yohanes 3:11-24) - Dikasihi dan Mengasihi – Surat Yohanes: Pelajaran 8

Copr. 2009, Bruce N. Cameron, diterjemahkan oleh Hetty Simatupang. Semua referensi Alkitab dikutip dari Alkitab Terjemahan Baru ©1974 Lembaga Alkitab Indonesia, kecuali disebutkan lain. Saran jawaban terdapat di dalam tanda kurung. Pelajaran ini dapat dilihat di http://www.GoBible.Org/indonesian. Berdoalah agar Roh Kudus menuntun pikiran Anda ketika Anda belajar.

Pendahuluan: Minggu ini kita semua akan berpikir seperti ahli-ahli “hukum adat”. Mereka memulai dengan ide bahwa hukum tidak terdiri dari sekumpulan aturan-aturan, tetapi aturan-aturan timbul dari sekumpulan hasil keputusan dari kasus-kasus perkara. Pada bagian yang pertama Anda akan menemukan aturan yang tepat dan menemukan jawabannya -- kalau Anda mengajukan pertanyaan yang tepat. Pada bagian yang berikut, Anda menemukan contoh kasus yang tepat dan menemukan jawaban. Yohanes memberikan kepada kita beberapa “kasus” untuk menemukan bagaimana untuk hidup saat kita melanjutkan perjalanan menuju terang. Mari selami pelajaran Alkitab dan temukan apa yang dapat kita ketahui tentang kehidupan Alkitabiah!

I.           Kain versus Yesus

A.          Minggu lalu kita mengakhiri pelajaran kita dengan rangkuman Yohanes bagaimana membedakan orang-orang baik dan orang-orang jahat. Orang-orang baik melakukan hal-hal baik dan orang-orang jahat melakukan hal-hal jahat. Pertanyaan berikut, “Apakah, tepatnya, hal baik itu?” Mari lanjutkan diskusi Yohanes dengan membaca 1 Yohanes 3:11. Bayangkan kalau saya memberikan Anda satu peraturan: “kasihi satu sama lain.” Tahukah Anda bagaimana caranya untuk hidup?

1.          Dapatkah Anda menghadapi problema dengan mengambil kasih (suatu sikap) dan menjadikan itu suatu tindakan nyata?

2.          Beberapa tahun yang lalu saya membela kasus kebebasan beragama seorang Wiccan. Kasus ini membuat saya mengerti bahwa kelompok Wiccan mempunyai satu aturan utama (Wiccan Rede) yang pada intinya mengatakan “Anda bebas melakukan apa saja sepanjang Anda tidak membahayakan siapapun”. Apakah itu sama dengan mengasihi orang lain? (Saya akan berterima kasih kalau setiap orang mematuhi aturan bahwa mereka tidak boleh mencelakai saya, tetapi dengan persyaratan kasih menambahkan nilai positif.)

B.          Baca 1 Yohanes 3:12. Yohanes memberikan kita satu contoh (sebuah kasus) gantinya memberikan aturan. Definisi kasih yang seperti apa yang Anda dapatkan disini? (Kedengarannya seperti Wiccan Rede – jangan membunuh siapapun.)

1.          Itukah standarnya? Kita mengasihi orang lain bila kita menahan diri untuk tidak membunuh mereka?

2.          Perhatikan Yohanes menulis tentang motif-motif Kain. Mengapa Alkitab membahas motif pembunuhan Kain? (Gantinya menyebut dengan spefisik motif-motif Kain, Yohanes menghubungkan tindakan-tindakan jahatnya dengan pembunuhan.)

a.          Tindakan-tindakan jahat apa yang dilakukan Kain yang mengarah ke pembunuhan? (Tidak menurut Allah.)

b.          Kita harus menemukan sendiri motif-motif yang memungkinkan. Apakah kira-kira? (Cemburu pada Habel dan menginginkan status Habel di hadapan Allah.)

c.          Mengapa hal itu menuntun kepada pembunuhan? (Motif-motif jahat menuntun kepada tindakan-tindakan jahat yang menuntun kepada pembunuhan. Idenya adalah dosa itu berkembang langkah demi langkah.)

d.          Apakah menghindari pembunuhan merupakan standar kasih Yohanes? (Tidak. Dengan melihat satu kasus, gantinya suatu aturan, kita melihat bahwa kasus negatif Yohanes dipenuhi dengan pelajaran mengenai motif-motif dan sifat alami dosa.)

C.          Baca 1 Yohanes 3:13. Apakah kasus Kain suatu contoh negatif buat kita, atau itu hanya suatu contoh yang menggambarkan keduniawian? (Paling sedikit, Yohanes menunjukkan kepada kita apa yang bukan kasih. Bukan pembunuhan. Ia lalu mengatakan bahwa sikap keduniawian adalah benci, dan benci menuntun kepada kematian. Anda akan mengerti kalau dunia membenci Anda.)

1.          Bagaimana dengan saat ini. “Pembenci” adalah istilah yang digunakan kaum homoseksual untuk orang-orang Kristen yang mempercayai apa yang Alkitab katakan mengenai homoseksualitas. Stiker yang biasa digunakan oleh kaum “homo” mengatakan “Benci bukanlah nilai keluarga”. Apakah maksud mereka? Atau, apakah dunia membenci orang-orang Kristen dipantulkan dengan mereka menyebut kita pembenci?

2.          Apakah Yohanes menulis tentang kasih terhadap sesama orang Kristen? (Saya pikir demikian.)

a.     Apakah ini membuat masalahnya menjadi lebih mudah? Kepada kita dikatakan untuk mengasihi mereka yang berperilaku baik? (Hubungan kita dengan kaum homoseksual menjadi lebih sulit karena kita mengatakan perilaku mereka adalah dosa dan mereka mengatakan itu adalah normal. Tetapi, bahkan dengan sesama kaum Kristen kita mempunyai masalah perilaku berdosa.)

D.          Baca 1 Yohanes 3:14-15. Ujian apakah yang diberikan Yohanes kepada kita untuk mengetahui bahwa kita berada dijalan menuju terang? (Kita mengasihi saudara-saudara kita. Apakah kita mengalami kemajuan disini? Kita kembali mencari arti apakah “kasih” itu ketika kita mencoba untuk menterjemahkan itu menjadi tindakan.)

1.          Baca Matius 5:21-22. Yesus mengatakan “marah = sama dengan membunuh”. Sepertinya tidak masuk diakal. Apakah Yohanes menerangkan pernyataan Yesus? (Saya pikir Yohanes berada pada jalur logika yang sama. Marah menuntun kepada benci yang akan menuntun kepada pembunuhan. Jangan marah dan Anda tidak akan pernah membunuh. Kalau Anda menjadi kasih gantinya marah Anda berada di jalan menuju terang.)

2.          Apakah kita sudah membuat poin-poin nyata bagaimana mengukur kasih kita? (Ya. Marah bukanlah kasih. Benci bukanlah kasih. Membunuh bukanlah kasih.)

E.          Baca 1 Yohanes 3:16. Sekarang kita menemukan contoh kasus yang positif. Apakah kasih? (Menyerahkan hidup Anda buat orang lain.)

1.          Apakah Anda mau menyerahkan hidup Anda untuk sesama orang Kristen? (Tentu akan lebih mudah kalau saja saya dapat menghindar dari membunuh!)

2.          Bagaimanakah perdebatan mengenai aborsi diselesaikan dengan peraturan mendasar ini? (Aborsi adalah mengambil hidup yang lain untuk keuntungan kita. Contoh yang Yesus berikan justru berlawanan: berikan hidupmu untuk yang lain.)

3.          Aborsi adalah contoh logis yang mudah kalau diukur dengan contoh Yesus. Bagaimana dengan aspek-aspek kehidupan yang lain, seperti waktu dan uang. Apakah Anda mau menyerahkan itu semua untuk saudara-saudara Kristen yang lain?

F.          Baca 1 Yohanes 3:17. Apa yang dikatakan Yohanes mengenai kasih dan menolong saudara sesama Kristen yang membutuhkan? (Ia katakan menolong mereka secara logis mengikuti contoh yang diberikan Yesus yang menyerahkan hidupNya bagi kita.)

1.          Mengapa masuk akal menolong seseorang kalau contoh yang Yesus berikan adalah memberikan hidup kita bagi orang lain? (Apakah yang mau Anda gantikan dengan hidup Anda? Apapun itu, melepaskannya adalah tidak terlalu sulit dibandingkan dengan menyerahkan hidup Anda.)

G.          Baca 1 Yohanes 3:18. Apakah yang dimaksud Yohanes ketika ia mengatakan mengasihi “dalam kebenaran”. (Sesungguhnya melakukan sesuatu untuk menolong sesama menunjukkan Anda mengasihi mereka. Kata-kata mungkin saja sama sekali tidak memantulkan kebenaran.)

H.          Renungkan apa saja yang sudah kita bahas. Contoh negatif Kain mengatakan kepada kita untuk jangan membunuh, membenci atau menjadi marah. Menghindari pembunuhan dan kebencian kelihatannya cukup mudah. Perjanjian Lama dipenuhi dengan hukuman terhadap orang kaya yang curang dan mengambil untung dari orang miskin. Kelihatannya masuk akal. Diskusi kita sejauh ini memasuki wilayah “Wiccan Rede”: jangan merugikan orang lain. Tetapi sekarang dikatakan kita harus memberikan harta kita kepada sesama orang Kristen yang membutuhkan. Mengapa ini sangat berat? (Kita mementingkan diri. Bukan saja kita tidak mau memberikan hidup kita untuk orang lain, kita tidak mau memberikan harta kita. Kita berpikir “biarkan mereka mencarinya sendiri!”)

1.          Apakah ada pengharapan bagi kita? (Ya. Inilah hal besar mempelajari tentang kasih karunia, jalan (jalan terang Yohanes), dan kasus hukum. Pertama, kita diselamatkan oleh kasih karunia (1 Yohanes 2:1-2). Orang-orang yang diselamatkan menuju jalan yang menjauh dari kasus negatif Kain dan mengarah kepada kasus positif Yesus. Kita harus meninggalkan membunuh, membenci dan marah dibelakang kita, dan pandangan kita tertuju kepada contoh Yesus. ContohNya adalah tujuan kita.)

II.         Masalah-masalah Hati

A.          Baca 1 Yohanes 3:19-20. Menurut Anda apa maksud Yohanes ketika ia menulis tentang hati kita menuduh kita? Pernahkan hati Anda menuduh Anda? (Ini adalah peranan Setan dan pembantu-pembantunya – menuduh kita (Wahyu 12:10).)

1.          Bagaimanakah kita dapat membedakan tuduhan Setan dengan teguran Roh Kudus? (Allah mengampuni kita dari dosa-dosa yang kita akui, tetapi Setan terus-menerus mengingatkan kita untuk melemahkan kita. Saya pikir yang dimaksudkan Yohanes adalah kalau Anda merenungkan tindakan-tindakan Anda, dan melihat bahwa Anda mengarah kedepan menuju contoh kasih Yesus, maka Anda dapat memiliki keyakinan kalau Anda berada di jalan terang. Anda memiliki “bukti” hidup Anda bergerak kearah yang benar.)

B.          Baca 1 Yohanes 3:21-22. Mengapa Yohanes membicarakan mengenai meminta apa saja? Saya pikir kita baru saja memutuskan bahwa kita perlu memberikan harta kepada orang-orang Kristen yang membutuhkan. (Gambar lengkapnya sekarang terlihat – kalau Yesus mau memberikan hidupNya kepada kita, Ia juga mau memberikan apa saja kepada kita. Yohanes mengajarkan kalau kita membuka hati kita (dan dompet kita) kepada mereka yang memerlukan, Allah akan membukakan dompetNya kepada kita.)

C.          Baca 1 Yohanes 3:23-24. Sesudah semua pembicaraan tentang menolong yang lain, mengapa Yohanes mengatakan “perintahNya” adalah “percaya akan nama AnakNya?” (Seperti yang sudah kita bahas, Yesus adalah contoh tertinggi untuk pengorbanan bagi orang lain. Yesus juga adalah contoh tertinggi yang dihormati untuk itu.)

D.          Sahabat, bagaimana dengan Anda? Apakah Anda akan bertekad hari ini untuk menolong sesama orang Kristen yang membutuhkan? Apakah Anda mau membagi waktu dan harta Anda dengan mereka?

III.        Minggu Depan: Berjalan di dalam Terang: Percaya akan Anak Allah.

FONTE: http://www.gobible.org/indonesian/569.htm

8月27日

Lição 09 - Crendo no Filho de Deus - Comentários de Gilson Nery

Lição 09. Terceiro trimestre. 22 a 29 / 08 / 009

Comentários de Gilson Nery

Esc. Sabatina.

 

Crendo no Filho de Deus

 

“Em verdade, em verdade vos digo: Quem ouve a Minha Palavra e crê Naquele que Me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.” ( João 5:24. Al. At. ), “e” “credes,”..., também em Mim.” ( João 14:1, “e”...serás salvo, tu e a tua casa.” ( At. 16:31 ). Adaptação de Gilson Nery.

Note esta declaração vital de vida eterna: “Aquele que ouve a Minha Palavra e crê, tem a vida eterna e, não entrará em juízo; isso significa que não seremos julgados por já termos crido em Jesus? Neste juízo investigativo, agora em andamento, no Santuário Celestial, iniciado em 1844, no término dos 2300 anos da profecia de Dan. 8:14, todos os crentes em Cristo que pertenceram ou pertencem, a igreja de Cristo agora ou através de toda a história, desde Adão, serão julgados neste juízo ( II Cor. 5:10 ); por que, então, Cristo afirma que os crentes não entrarão em juízo? A resposta está em Rom. 8:1 que diz: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Os crentes em Cristo, portanto, entram sim em juízo, mas, em juízo de absolvição e,não de condenação. Ver João 5:24, na trad. Al. Atualizada. O Universo todo precisa saber porque estes crentes, apesar de seus erros, pecados e fraquezas, são absolvidos neste julgamento final, é neste aspecto  que será necessário que sejamos julgados, julgados, mas não condenados. Somente os que não permaneceram em Cristo Jesus, terão que passar pelo juízo de condenação, e, o Universo, também precisa saber porque estes foram absolvidos e não aqueles. Crer em Jesus como “O” Filho de Deus, inclui aceitá-Lo como Substituto, Penhor e Soberano absoluto em nossa vida, não basta aceitá-Lo em nosso coração, é preciso permitir que Ele ocupe o trono do nosso coração, para podermos está em situação de nenhuma condenação; andar segundo o Espírito para que quando citados no Tribunal divino, possamos comparecer ali, acompanhados do nosso Advogado pelo Qual seremos julgados com juízo de absolvição. Esta situação de absolvidos precisa existir em cada um de nós agora, neste exato momento; para que possamos vencer o mundo e para que estejamos nesta situação de absolvidos, basta crermos em Jesus como “O” Filho de Deus; note: Crer para vencer, não vencer para crer. Todo o problema do crente em Cristo, tem sido o fato de que receberam a Cristo em seu coração , mas não permitiram ainda que Ele ocupe o trono deste coração. Oremos fervorosamente para que Ele seja entronizado urgentemente em nossos corações para que possamos andar segundo o Espírito sem nenhuma condenação. Amém!

 

Verso para memorizar: Note,  “O”, e não “Um” Filho.” Cristo, O Deus Unigênito e Pai da Eternidade, é o Único Filho de Deus, a partir do plano da redenção elaborado desde os dias da eternidade ( Miq. 5:2 ); se crermos Nele apenas como “Um” Filho de Deus, O nivelamos como todos os demais filhos de Deus, como fazem os judeus, os muçulmanos, e outras religiões não cristãs e, até mesmo muitos cristãos dentre todas as religiões, mesmo na igreja remanescente. Esta problemática se iniciou nos Céus, nas Coortes Celestiais, foi transferida para a terra e,.na época de João, florescia na igreja e, esta era a razão das epístolas de João denunciando estes anticristos e seus ensinos perniciosos; É um dever dos atalaias de Sião dar continuidade a obra de João em apresentar a verdadeira identidade do Deus Unigênito das profecias bíblicas revelado na Pessoa de Jesus Cristo da história do Novo Testamento, Senhor nosso e Deus nosso! João 20:28.

 

Parte de domingo. Fé em Jesus e vitória. ( I João 5:1-5 ).

 

Nascemos de novo para crer que Jesus é o Cristo, O Filho de Deus Vivo, ou cremos que Cristo é o Filho do Deus Vivo para nascer de novo? Nada, absolutamente nada, podemos fazer para nascermos biologicamente  falando, mas, em se tratando do novo nascimento, Deus nos capacitou com o dom do livre arbítrio para interrompermos , se quisermos, a obra do Espírito santo operando em nós a gestação espiritual que nos leva ao novo nascimento, assim é que, cremos em Jesus como O Filho de Deus Vivo e como sendo Ele, o Cristo das profecias bíblicas, para nascermos de novo e sermos nascidos de Deus e, esta crença e fé, são, também, dons divinos, mas a determinação para aceitarmos estes dons é nossa e, por sua vez, esta capacidade, também é dom de Deus, note: “dom,” não imposição arbitraria. João 15:5: II Cor. 3:5.

Nota da pág. 108, terceiro parág. É preciso notar, no entanto, que a batalha que tem sido travada contra os cristãos, tem sido, também, pela força, violência, militar, política e literal, negar isto, significa negar toda a história do cristianismo.

Perg. 01.

 

1 – João 16:33 – Aflições no mundo e vitórias em Cristo.

2 – I João 4:4 – Infinitamente Maior é O que está conosco.

3 – Apc. 2:7,11; 3:5,21 – Note os fatores de vitórias: A voz de Cristo falando a alma; se alguém ouvir a Minha voz, etc.

4 – Apc. 12:11 – Vencer; vitória pelo sangue do Cordeiro, pela Palavra de Deus, a palavra do Seu Testemunho, que é o Espírito de Profecia existente em todo o Cânon bíblico e, também, pelo testemunho pessoal dos fiéis cristãos, assim como pelo Testemunho do Espírito de Profecia das mensagens adicionais inspiradas pelo Espírito Santo à Sua igreja, nos últimos dias.

Nota da perg. 01, em, “como vencedores recebemos promessas maravilhosas de Deus de que não precisamos ser escravos do pecado...;” É preciso observar, no entanto, que estas maravilhosas promessas abrangem, também, os escravos do pecado para que sejam vencedores. Não esquecer este ponto vital das promessas divinas. II Pd. 1:4.

 

Promessas maravilhosas :  Comer da árvore da vida; Hoje podemos fazer isso, nos alimentando da carne e do sangue do Filho de Deus. João 6:50-55. Cristo é a nossa Árvore da Vida a Qual todos, quer salvos, santos ou pecadores da pior espécie podem ter acesso. Apc. 2:7.

Livramento da segunda morte; Esta promessa pertence, também, ao presente, todos os crentes em Cristo já passaram da morte eterna para a vida eterna, as suas mortes no presente são apenas curtos cochilos de descansos de suas jornadas. Apc. 2:11; João 5:24; últ. P.

Vestimentas brancas. Apc. 3:5 – Esta promessa tem, também, uma aplicação para o presente, e, isso é de vital importância; ninguém conseguirá ser um vencedor se primeiro não for vestido da justiça de Cristo.

Assentar-se com Cristo em Seu Trono – Primeiro a Cruz a seguir a coroa, mas, pela fé e espiritualmente falando, nós podemos hoje, adentrar a Sala do Trono de Deus e acompanhar o nosso Sumo Sacerdote no Seu Trono, no Santuário Celestial. Ver Zac. 6:12-13 e Heb. 10:19-21. Note: Assentar-se no Trono de Cristo não significa literalmente, ocupar o Trono, mas ter o privilégio de participar do governo de Cristo agora, em Sua obra evangelística, e, no futuro, no Seu julgamento milenar dos ímpios. Ver Apc. 20:4,6; I Cor. 6:2-3.

Parte de segunda feira. O Jesus em Quem cremos.  ( João 5:6-8 ).

 

Por meio de sangue e água.  Se associarmos  I João 5:6 com o cap. 4:2-3 e mais, João 1:14, a definição de I João 5:6 = Veio por sangue e água, tem que ser referente ao processo encarnação do Verbo, ou seja, Jesus Cristo; ver também, II João 7. A questão apresentada e combatida por João em suas epístolas era a respeito da natureza de Cristo, de ter Ele vindo ou não em carne e, não de ter Ele sido batizado ou não! É evidente que João está focalizando o fato de que o Verbo Se fez carne passando pelo mesmo processo de gestação de todos os seres humanos, exceto o processo sexual que foi substituído pelo processo divino do Espírito Santo; Mt. 1:20;Heb.10:5;Lc. 1:34-35, fora este fator divino, Ele teria que participar igualmente das mesmas coisas que os irmãos humanos. Ver Heb. 2:14;Al.At. e Matos Soares, e, estas mesmas coisas ou processos são:

Ser gerado no ventre de uma mulher.

Nascer como nascem as demais crianças, de uma mulher. Gl. 4:4;Al.At.

Passar pelo processo de parto como os demais recém-nascidos. Lc. 2:7.

 

Como todos sabem, na gestação o feto se acha flutuando em um líquido que recebe o nome de “amniótico”; e, a parte das membranas que envolvem o feto que se põe a vista ao dilatar-se o colo uterino, recebe o nome de bolsa das águas, ao romper-se a bolsa das águas, sai certa quantidade de líquido amniótico, no qual o feto flutua durante a gravidez. Estes foram os processos pelos quais a Divindade passou para adquirir em Si Mesma, a nossa natureza humana, e, é a este processo que João se refere ao afirmar que Jesus Cristo veio por água e sangue, fato este que estava sendo negado pelos falsos mestres daquela época. A gravidez pela qual Cristo passou, incluiu água e sangue literalmente falando, assim é que, literalmente falando, Ele veio por água e sangue, como acontece com todo ser humano. A aplicação da palavra água para o batismo de Cristo, parece inapropriada e fora de contexto.

 

Parte de terça feira. Jesus e o Testemunho de Deus.  ( I João 5:9 e 10 ).

 

Perg. 02 – A divindade de Jesus tem o testemunho do Pai Celestial nas Palavras: Este é o Meu Filho Amado em Quem Me comprazo; o testemunho do Espírito Santo e, o testemunho ocular dos apóstolos que viram a Sua Glória por ocasião da transfiguração, mas, todas estas evidências a incredulidade pode negar, mas, o testemunho das profecias dos profetas Messiânicas em seu conjunto e detalhes, não é possível ser negado; é sobre este aspecto que Pedro está discorrendo em II Pd. 1:16-18.

 

Parte de quarta feira. A questão da  Trindade. ( I João 5:7,8 ).

 

Note o seguinte: A palavra “Deus,” segundo a Bíblia Sagrada, se aplica a uma Unidade Composta e não a uma Unidade solitária. Comp.c/ Dt. 6:4 = Gen. 2:24.

Negar que exista mais de um Soberano Celestial governando este Universo, é uma tolice teológica muito gritante e, ao mesmo tempo, uma negação frontal das evidências bíblicas; estas evidências se apresentam a partir do Gênesis ( Gen. 1:2,26;3:22; e, se estende através dos escritos sagrados. Ver. Isa. 9:6;Miq.5:2;Zac. 6:12-13;Sl.110:1;Isa. 6:8;63:10;Lc. 1:35;Mt. 28:19;Heb.1:8; etc.

Perg. 03 – Ele ensina que:

Jesus Cristo era e é Deus. João 1:1 e verso 18.

Que Ele é o Grande “Eu Sou” revelado nas Escrituras Sagradas. João . João 8:58-59.

Que Cristo é Um com o Pai Celestial a partir de um contexto diferente daquilo que nós podemos ser um com Deus ou um com os nossos irmãos. Ele é Um com o Pai Celestial a partir de um contexto divino e da Divindade.

Que Cristo com o Seu silêncio diante do testemunho de Tomé afirmando que Ele é Senhor e Deus, estabeleceu esta verdade eterna perante a Sua igreja e perante todo o Universo. João 20:28.

Que negar o Filho é igual a negar o Pai Celestial, isto é, negar Ele como sendo o que Ele Próprio diz de Si Mesmo Etc. I João 2:23.

Que Cristo é o Verdadeiro Deus e Vida Eterna, ou seja, O Grande Deus e Salvador. Veja Tito 2:13.

 

Parte de quinta feira. O resultado de crer em Jesus.

 

Perg. 04:

 

1 – João 3:16 – Deus não emprestou Seu Filho para a humanidade por algum tempo ou séculos, mas para toda a eternidade porque Ele será humano para toda a eternidade.

2 – João 3:36 – Crer = Possuir a vida eterna.

3 – João 5:24 – Os crentes não entrarão em juízo de condenação.

4 – Se alimentar de Cristo significa se nutrir para a eternidade.

 

Perg. 05 – A ausência da Pessoa de Cristo na vida de uma pessoa significa morte eterna; a presença de Jesus Cristo na vida de uma pessoa significa vida eterna; precisamos nos conscientizar que nós crentes em Cristo já possuímos a vida eterna, embora ainda corramos o risco de perdê-la, no caso de apostasia permanente.

 

Que possamos crer a respeito de Jesus e crermos em Jesus para que possamos possuir desde agora, a vida eterna. Amém!

 

Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal.

E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987.

Estado de S. Paulo.Brasil.

Classe Universitários

www.oestadio.com/escola.shtml

 

FONTE: http://www.oestadio.com/escola_GNcoment9.htm

Lição 09 - Crendo no Filho de Deus

Lição 09 - Crendo no Filho de Deus

Introdução: Quando estou corrigindo provas da Faculdade de Direito, tento dar aos estudantes o Maximo de crédito que posso por suas respostas. Uma vez que a maior parte das minhas perguntas exigem respostas “dissertativas”, procuro por qualquer coisa que reflita uma compreensão da questão legal correta. Porém, no final das contas, existe uma resposta correta. Isto também é verdade  com relação às questões espirituais? Existe uma resposta correta? João escreve que existe uma resposta correta e, se acertarmos, a recompensa é a vida eterna. Se errarmos, o resultado é a morte eterna. Isto parece sério! Vamos mergulhar no nosso estudo da Bíblia e descobrir mais acerca da resposta certa!

I.   A Pergunta da Prova

A.  Leia I João 4:1-3. Quantos espíritos falam com você? (Pelo menos dois: O Espírito de Deus e o(s) espírito(s) contra Deus.)

1.  O que você acha que João quer dizer quando escreve sobre espíritos? São vozes cochichando em nossos ouvidos? (Penso que ele está usando o termo de forma ampla para se referir a correntes de pensamento, lógica, nossa “consciência”, profetas, professores – qualquer um ou qualquer coisa que tente nos convencer de algo.)

2.  Como podemos determinar a verdade do erro espiritual? (João nos dá um teste bastante simples: a verdade diz que Jesus é de Deus e que Ele veio à terra em forma humana.)

3.  Já argumentei antes que qualquer um que acredita no Antigo Testamento e compreende o sistema sacrifical, deve logicamente aceitar Jesus e o cristianismo como uma extensão lógica do sistema sacrifical. João confirma esta lógica, nos dizendo que se acreditamos na Bíblia, acreditamos que Jesus é o Filho encarnado de Deus.

B.  Leia I João 4:4-6. O mundo compreende esta lógica? (Não.)

1.  Uma atitude comum com relação aos cristãos é que eles são estúpidos e de pouca cultura. Isto é verdade? (Um cristão pode ser estúpido e de pouca cultura, assim como um não cristão também pode ser. Mas o que separa os cristãos dos pagãos é que os cristãos tem uma visão de mundo centralizada em Cristo.)

2.  O que isto nos ensina a respeito do evangelismo? Deveríamos desistir, porque os pagãos não nos ouvirão? (É aqui que devemos depender do Espírito Santo para tocar os corações. Podemos argumentar da lógica de nossa posição, mas sem o Espírito Santo a lógica não terá muito efeito para o bem.)

II.  Se Você Passar na Prova

A.  Leia I João 5:1-4. Somos obrigados a obedecer os mandamentos de Deus? (Sim.)

1.  Por que? Para sermos salvos? (Nosso amor por Deus nos leva a obedecer os Seus mandamentos.)

2.  Na semana passada aprendemos que deveríamos abrir mãos de nossas coisas em favor de outros cristãos que estejam em necessidade. Discutimos quão difícil é (pelo menos para mim) alcançar este ideal. João agora me diz que atingir este ideal “não é pesado”. Ele está brincando?

a.  Quando expus a lição para a minha classe na semana passada, um grupo era contrário a dar dinheiro aos que estão nas ruas pedindo dinheiro. Outro grupo era a favor de dar o dinheiro e pronto. (Damos o dinheiro e Deus se preocupa com o resto.) Outro grupo disse que deveríamos descobrir o que eles querem comprar e comprar isto para eles (se estivermos de acordo). O que acabamos decidindo é que deveríamos conhecer melhor os necessitados para podermos decidir como ajudá-los melhor. Se eu te dissesse para se tornar amigo de um morador de rua, isso seria pesado?

3.   Há uns seis meses atrás chegou uma pessoa na igreja que havia perdido o seu emprego, havia sido expulso de casa pela esposa e precisava de um luar para ficar. Eu tinha três quartos vagos na minha casa. Meu coração foi tocado e pensei que poderia ajudar esta pessoa. Minha esposa apontou que isto significaria que, na maior parte do tempo, ela estaria sozinha na casa com este homem que eu não conhecia. (Ninguém na igreja realmente o conhecia.) Não o convidei para ficar conosco e ele em pouco tempo deixou a igreja. O que eu deveria ter feito?

B.  Leia I João 5:5. Qual é a chave para vencer o mundo? (Crer que Jesus é o Filho de Deus.)

1.  Isto me parece um pouco complicado. Acabamos de discutir sobre como devemos obedecer os mandamentos. Agora João volta a falar sobre crença? Por que isso? (A única conclusão lógica é que as duas coisas estão ligadas. Crer que Jesus é o Filho de Deus é a “resposta correta” essencial para a vida eterna. Quando você chega a esta resposta, isto afeta o seu comportamento.)

III.  Sabendo que o Gabarito Está Correto

A.  Leia I João 5:6. Quando dou uma prova, tento estar absolutamente certo de que eu entendo a resposta correta. Os professores chamam a lista de respostas corretas de “gabarito”. Por que João diz que podemos saber que Jesus é a resposta correta à pergunta da vida eterna? (Ele diz que Jesus veio pela água e pelo sangue.)

1.  Que possível ligação existe entre Jesus ser Deus e água e sangue? (Isto seria mais óbvio para os destinatários da carta de João. Se você compreende Deuteronômio e Levítico, todo o sistema do santuário girava em torno da purificação das coisas com água e sangue. A água retirava a sujeira comum. O sangue retirava a sujeira espiritual. Jesus passou pela purificação pela água com Seu batismo (Mateus 3:13-17) e Ele derramou Seu sangue por nós (Mateus 27:50). Precisamos de vidas puras e corações puros.)

2.  Como o Espírito Santo está envolvido nisto? (Leia João 3:5-6. João compara o batismo (purificação pela água) com ser nascido do Espírito Santo (purificação espiritual).)

B.  Veja novamente I João 5:6. João diz que o Espírito é uma testemunha que testifica a “verdade”. Não tenho certeza se a nossa ligação entre água, sangue e o Espírito Santo fazem o melhor sentido lógico. Como você ligaria os três? (Leia I João 5:7-8. Lembre que a questão é se temos a resposta certa. O poder do Espírito Santo na igreja primitiva, o poder do Espírito Santo e nossas vidas hoje, dão evidência que Jesus é real. Ao equipararmos Jesus com o método histórico para a remoção do pecado e da sujeira de nossa vida, ver como o Espírito Santo opera contra o pecado em nossa vida, todos estes são testemunhas de que Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus, o método para a remoção do pecado que nos impede {o acesso à} vida eterna.)

1.  Por que precisamos de múltiplas testemunhas? (Para que possamos ter certeza.)

C.  Leia I João 5:9-10. João compara seu argumento de que Jesus é a resposta correta com os métodos comuns pelos quais somos convencidos de alguma coisa. Por que o argumento de que Jesus é a resposta certa é mais poderoso do que os argumentos comuns? (Porque é Deus quem está testificando.)

1.  Pensei que estivéssemos lendo essas coisas em um livro escrito por João! Como ele pode afirmar que Deus é a testemunha de sua declaração?

2.  Lembro-me de quando eu era um garoto e um de meus amiguinhos usava seu pai como “testemunha” de suas teorias mirabolantes. Sempre que eu não concordava, ele perguntava “Você acha que sabe mais do que meu pai?” Como você acha que João pode afirmar que Deus dá validade à sua teoria de vida eterna? (Leia Atos 1:6-8 e Atos 2:1-4. As ações do Espírito Santo em nossa vida são a prova divina de que Jesus é Deus. Isto é Deus falando conosco, não apenas outras pessoas defendendo um argumento.)

3.  Leia João 11:41-44. Como Deus estava ativo na vida de Jesus para ser uma testemunha em favor dEle?

D.  Leia I João 5:11-12. Espere um minuto. Estamos errados acerca da natureza do testemunho de Deus? O que este texto diz que é o testemunho de Deus? (A ressurreição de Jesus mostra o poder da vida eterna. Esta é a demonstração final do testemunho de Deus de que Jesus é Deus.)

1.   Qual é a importância de ter a resposta certa? Qual é a importância de acreditar em Deus? (Ter a resposta certa tem significado eterno.)

E.  Amigo, e você? Aceitou a Jesus como o Filho de Deus? Acredita que Jesus morreu em teu favor para tirar os teus pecados? Acredita que quando Jesus ressuscitou para a vida eterna, te deu a oportunidade da vida eterna? O Espírito Santo é uma testemunha destas coisas na tua vida? Se você não pode dizer “sim” a todas essas perguntas, peça agora mesmo para que Jesus e o poder do Espírito Santo venham para a tua vida, para que você tenha o gabarito para a vida eterna.

IV.  Próxima Semana: Confiança

Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original.

Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços:

Inglês - http://www.gobible.org/study.php3

Português (trimestre atual) - http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/noticias1.htm  

Português (arquivo) - http://brucecameron.blogspot.com/ 

Francês - http://www.etudesbibliques.net/accueil.php 

Espanhol - http://www.tagnet.org/azenmarcha/leccion/cameron/leccion_cam.html  

Alemão - http://www.gobible.org/german

Indonésio - http://www.gobible.org/indonesian

Russo - http://holysite.narod.ru/ss.htm

Bósnio - http://www.adventisti-bih.com/bible.htm

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Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/les2009.html

Tradução: Levi de Paula Tavares


FONTE: http://www.portal.netium.com.br/iasdsf/licao9.htm

9. CREDERE NEL FIGLIO DI DIO

22/08/2009

9. CREDERE NEL FIGLIO DI DIO

22 - 28 agosto

Letture: Matteo 16:24,25; Giovanni 1:1-3; 3:36; 5:24; Romani 6:1-6; Ebrei 12:4; 1 Giovanni 5:1-12

 

«Chi è che vince il mondo, se non colui che crede che Gesù è il Figlio di Dio?» 1 Giovanni 5:5

 

Le idee sulla vera identità di Gesù sono variate non solo nell’antichità ma anche nel presente. C’è chi separa il Gesù biblico da quello cosiddetto storico, sostenendo che i due potrebbero non avere molto in comune. Il Gesù storico, come alcuni presumono, era un uomo comune con una accentuata sensibilità per il divino, tutto qua. E sicuramente non poteva essere il Figlio di Dio risuscitato dai morti! Altri ritengono che egli sia stato semplicemente un politico rivoluzionario il quale, in maniera sottile, cercò di rovesciare l’Impero romano.

Potremmo essere tentati di considerare questi argomenti dei puri esercizi filosofici e accademici, ma la vera identità di Gesù e ciò che egli ha detto di essere hanno un impatto determinante su ogni essere umano. Il nostro modo di pensare a Gesù influenza in modo determinante la relazione con Dio, la comprensione del piano della salvezza e la certezza di accedere a tale salvezza. Ecco perché Giovanni parla di questo tema nelle sue lettere.

 

Uno sguardo alla settimana

Quali sono le promesse di vittoria che abbiamo ricevuto? Cosa intende Giovanni quando dice «per mezzo di acqua e di sangue»? Quali sono le motivazioni che ci vengono date per la fede? Come si esprime l’apostolo in merito alla divinità di Cristo? E che cosa ci rivela riguardo alla promessa della vita eterna?

1 Giovanni 5:1-5

 

Oggi rifletteremo sul soggetto della fede in Gesù quale Cristo/Messia, Figlio di Dio. I due temi, fede e amore, si accavallano nei primi versetti del cap. 5.

Giovanni desidera che chi lo ascolta creda in Gesù quale Cristo. Quelli che lo fanno, sostiene, sono nati da Dio; essi amano il Signore, si amano reciprocamente e osservano i comandamenti. Quelli che credono che Gesù sia Figlio di Dio vincono anche il mondo (1 Gv 5:1-5).

Ci sono persone che, nel corso della storia, hanno interpretato la battaglia che i cristiani devono combattere contro il mondo come una sorta di conflitto armato letterale. Non è così! In nessuna parte della Scrittura i cristiani sono chiamati a organizzarsi come fossero dei crociati che devono costringere gli infedeli alla conversione. In nessun versetto del Nuovo Testamento troviamo una nazione equiparata al regno di Dio e, quindi, meritevole di essere difesa con la violenza. La battaglia di cui si parla e che riguarda i cristiani è di genere spirituale; per Giovanni, lo strumento di vittoria non è l’uso della forza o della violenza, ma la fede, che si manifesta nel tipo di vita di una persona.

 

Nei passi che seguono, Giovanni si esprime con termini come «conquistare» e «vincere». Cosa si può imparare da queste promesse?

 

Giovanni 16:33        

 

1 Giovanni 4:4        

 

Apocalisse 2:7,11    

 

Apocalisse 3:5,21    

 

Apocalisse 12:11     

 

Il conquistatore per eccellenza è Gesù, e grazie alla sua vittoria, tutti quelli che credono in lui hanno possibilità di successo. Quindi possiedono già la vittoria, quella di Cristo a loro favore. I vincitori ricevono straordinarie promesse da Dio, secondo le quali non saremo più schiavi del peccato (Rm 6:1-6), ma avremo una nuova vita in Cristo e serviremo il Signore, non Satana.

 

Come hai sperimentato la promessa della vittoria? Quando sei stato sconfitto? Come puoi garantirti il successo che ti è stato promesso? Che cosa te lo impedisce?

1 Giovanni 5:6-8

 

Dopo aver sottolineato l’importanza della fede in Gesù quale Messia e Figlio di Dio, Giovanni prosegue e mostra chi egli sia; tra le varie cose che dice di Gesù c’è questa: «Egli è colui che è venuto con acqua e sangue» (1 Gv 5:6). Che cosa significa? In 1 Giovanni, l’acqua è citata solo nel versetto che abbiamo appena letto; compare invece frequentemente nel vangelo di Giovanni e anche nell’Apocalisse. L’acqua di cui parla l’apostolo in 1 Giovanni 5:6,8 deve essere, secondo il passaggio, in qualche modo collegata a Gesù e alla sua prima venuta e deve essere uno dei tre elementi che testimoniano come egli sia il Messia e il Figlio di Dio. L’espressione «acqua e sangue» si ritrova in Giovanni 19:34 in relazione alla morte di Gesù, ma non pare si tratti della stessa acqua citata nella 1 lettera dell’apostolo al cap. 5, vv. 5 e 6.

All’inizio del vangelo di Giovanni, l’acqua viene invece associata al battesimo (Gv 1:26,31,33; 3:5,23) ed è questo il contesto in cui si colloca 1 Giovanni. Gesù è venuto come Signore incarnato e ha cominciato il suo ministero dopo essere stato battezzato con l’acqua; lo stesso ministero terreno che si è poi concluso sulla croce, dove ha versato il suo sangue. Pare evidente che «l’acqua» indichi il battesimo di Gesù e il sangue la sua morte sulla croce (1 Gv 1:7).

Il battesimo e la crocifissione specificano chi è stato Gesù e che cosa ha realizzato per il nostro bene; in entrambe le circostanze le manifestazioni divine e le conseguenti reazioni umane, dimostrano che egli era davvero il Figlio di Dio (Mt 3:17; 27:50-54). In questi versetti Giovanni affronta ancora la questione dei falsi insegnamenti degli anticristi; quei concetti condizionavano le menti dei credenti; se Gesù non era il messia, e nemmeno il Figlio di Dio, il loro messaggio sarebbe stato: la morte espiatoria del Figlio di Dio non è indispensabile ai fini della nostra salvezza. Il Figlio di Dio non è morto in croce al posto nostro per riscattarci. Un concetto simile avrebbe determinato una comprensione completamente diversa della salvezza e della divinità, con la prima raggiungibile mediante la conoscenza (gnosis) e non tramite la croce. Di conseguenza, Giovanni voleva che le persone sapessero esattamente chi era Gesù e che cosa aveva fatto per loro con la sua vita e la sua morte; il suo desiderio era che nessuno fosse ingannato da questi falsi insegnamenti.

 

Acqua e sangue. Come sono applicabili a Gesù. In che senso siamo anche noi chiamati a vivere la realtà dell’acqua e del sangue nella nostra vita? Che cosa ha significato per te il battesimo? Per un cristiano, a cosa è associabile l’idea dello spargimento del proprio sangue? Matteo 16:24,25; Ebrei 12:4

1 Giovanni 5:9,10

 

Il sangue e l’acqua sono il primo e il secondo testimone che Gesù è Figlio divino; il terzo testimone è lo Spirito Santo (1 Gv 5:6,8). Secondo quanto è scritto nel vangelo di Giovanni, Gesù aveva annunciato che lo Spirito avrebbe testimoniato di lui (Gv 15:26). Perché sono necessari questi testimoni?

Nell’Antico Testamento ne erano richiesti due o tre per confermare un’accusa (Dt 19:15). Giovanni vuole sgombrare il terreno da dubbi e chiarire che il caso di Gesù ha delle solide fondamenta; vuole mostrarci che esistono dei validi motivi per credere.

 

Cosa ci vuole dire l’apostolo in 1 Giovanni 5:9,10? In cosa vuole che crediamo?

 

Per Giovanni, l’idea dei testimoni e delle varie testimonianze su Gesù è piuttosto importante e nel suo vangelo ne cita diverse altre: la testimonianza di Giovanni il battista (Gv 1:6,7), quella di Gesù stesso (Gv 3:32), quella della donna samaritana (Gv 4:39), quella delle opere compiute da Gesù (Gv 5:36), quella della Scrittura (v. 39), quella di Dio Padre (Gv 8:18), quella delle persone che assistettero alla risurrezione di Lazzaro (Gv 12:17) e quella dello stesso apostolo (Gv 21:24), il quale intende dimostrare che credere in Gesù poggia su solide testimonianze.

La testimonianza del Padre nel nostro testo è stata compresa differentemente; sembra acquisire più senso se la si collega alla tripla testimonianza citata nei precedenti versetti; in altri termini, la triplice testimonianza è fondamentalmente quella di Dio. Giovanni dice che se siamo disposti ad accogliere la testimonianza degli uomini, tanto più lo faremo nei confronti di quella di Dio in persona.

In effetti, spesso prendiamo per oro colato quello che altri ci dicono, attraverso la carta stampata o la televisione, anche se non abbiamo motivi certi per credere a ciò che ascoltiamo; a maggior ragione, dobbiamo accettare la testimonianza di Dio e credere nel Gesù che viene rappresentato dal Nuovo Testamento! Il Padre è il vero Dio ed è credibile (1 Gv 5:20); se non accettiamo la sua testimonianza, sosteniamo che egli ci avrebbe mentito; un’accusa davvero molto grave.

 

Quali sono tutti i motivi che hai di credere in Dio, in Gesù, nella speranza che ci viene presentata dal messaggio avventista?

1 Giovanni 5:7,8

 

Le parole: «Poiché tre sono quelli che rendono testimonianza: lo Spirito, l’acqua e il sangue, e i tre sono concordi» compaiono in 1 Giovanni 5:7,8; l’unico problema è che si tratta di un’aggiunta posteriore, non risultando nei manoscritti originali. Gli studiosi della Bibbia concordano nel dire che si tratta di un’affermazione inserita non autentica, a supporto della dottrina della trinità.

Naturalmente, non si deve mai tentare di corrompere il testo biblico, per diverse ragioni (Ap 22:18); uno dei motivi principali è che la gente inizierebbe a nutrire dubbi sull’attendibilità del testo sacro nel suo complesso e nascerebbe il sospetto nei confronti della Parola di Dio. Nei fatti, anche senza queste parole, la dottrina trinitaria è saldamente radicata nei testi di Giovanni; sebbene gli autori neotestamentari credano che Dio sia uno, ritraggono Gesù e lo Spirito Santo quale Dio. Per riconciliare l’unicità di Dio con la divinità del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo, è fondamentale il concetto della trinità.

 

Giovanni fa delle affermazioni molto forti che riguardano la divinità di Gesù. Che cosa rivela su Cristo nei seguenti passi?

 

Giovanni 1:1-3,14    

 

Giovanni 8:58,59     

 

Giovanni 10:30,31   

 

Giovanni 20:28        

 

1 Giovanni 2:23       

 

1 Giovanni 5:20       

 

Sebbene non vi siano dubbi legati alla divinità di Gesù attestata da questi versetti (ma anche da molti altri), il passaggio che stiamo studiando non cerca di affermare la dottrina della trinità, ma piuttosto il tema della fede in Gesù quale Figlio di Dio e la testimonianza resa al mondo dalla sua persona.

 

Avendo sempre in mente la sua divinità, ripercorriamo le scene finali della sua vita, fino alla croce. Ricordiamoci che egli era anche Dio, il creatore e ragioniamo su questo. Perché tali realtà dovrebbero trasformare le nostre esistenze?

1 Giovanni 5:11,12

 

Dio ha offerto agli uomini il dono della vita eterna (1 Gv 5:11,12); che è fruibile esclusivamente in Gesù Cristo. Come poterlo ricevere? Accogliendo la testimonianza di Dio sul proprio figlio, credendo e accettandolo.

 

Cosa ci insegna nel suo vangelo l’apostolo Giovanni a proposito della vita eterna?

 

Giovanni 3:16

 

Giovanni 3:36

 

Giovanni 5:24

 

Giovanni 6:54

 

La discussione aperta da Giovanni sulla fede in Gesù, sull’essenza del personaggio e sui motivi che ci devono indurre ad accogliere la testimonianza di Dio pone un obiettivo chiaro e concreto: trovare la vita eterna nel Figlio di Dio.

Gli oppositori dell’apostolo (che mettevano in dubbio la reale divinità di Cristo, o anche la sua umanità, e che volevano disgiungere il divino dall’umano), avevano un parere diverso su Gesù e non credevano in lui secondo il senso biblico. Non possedendo il Gesù della Scrittura, non avevano nemmeno la vita eterna e anche se sostenevano il contrario, reclamando una «conoscenza superiore» e la tranquillità data dal possesso della vita eterna, le loro rivendicazioni non rispondevano al vero.

 

«La vita eterna è possibile solo mediante Gesù Cristo». Quali sono le implicazioni di quest’affermazione? 1 Giovanni 5:11,12

 

Giovanni afferma senza mezzi termini che chi non ha il Figlio di Dio non avrà la vita eterna. Sono parole molto forti, ricche di incredibili risvolti per l’intero genere umano. Non sorprende che le questioni legate alla salvezza siano così importanti; non si tratta solo di vita o di morte, ma di vita o morte eterne. Non esiste argomento più serio di questo.

 

Cosa dire di chi non ha mai ascoltato il messaggio del Vangelo esposto in modo chiaro? Sono perdute? Non dimentichiamoci dell’amore universale di Dio per tutti gli uomini. In che modo possiamo affidarci al Signore in relazione a questa domanda?

Leggere: Matteo 16:13-17; Giovanni 12:37-46.

 

«“In lei [la Parola] era la vita, e la vita era la luce degli uomini” (Gv 1:4). Qui non si parla della vita fisica, ma dell’immortalità, di quell’esistenza che appartiene esclusivamente a Dio. La Parola, che era con Dio ed era Dio, possedeva questa vita. La vita fisica è un qualcosa che ogni individuo riceve, non è eterna o immortale, poiché Dio, colui che ce l’ha donata, se la riprende. L’uomo non ha alcun controllo sulla propria vita; solo la vita di Cristo non poteva essere presa; nessuno può prendergli la vita. “Nessuno me la toglie, ma io la depongo da me” (Gv 10:18), disse. In lui era la vita, originale, non derivata; una vita del genere non è insita nell’uomo, che la può possedere soltanto per mezzo di Cristo; ma non se la può conquistare in alcun modo, gli viene donata liberamente se crederà in Cristo quale suo personale salvatore. “Questa è la vita eterna: che conoscano te, il solo vero Dio, e colui che tu hai mandato, Gesù Cristo” (Gv 17:3)» - 1 SM, pp. 296,297.

 

Domande per la discussione

1.       Discutere nella classe le varie risposte alla domanda finale di martedì. Come trarre forza e incoraggiamento dai vari interventi?

2.       Giovanni parla delle testimonianze che ci sono state rese a proposito di Gesù. Cosa dire di quella che presentiamo noi stessi al mondo? Se qualcuno avesse avuto modo di osservarvi nelle ultime 24 ore, che tipo di testimonianza avreste dato? Sapendo di essere osservati, c’è qualcosa che avreste fatto in modo diverso? Non sappiamo, forse, che comunque c’è sempre qualcuno che ci guarda?

3.       Abbiamo la promessa della vita eterna e va bene. Ma che cosa significa in concreto? Come può e deve condizionare la nostra vita terrena? Da quando ne siamo venuti a conoscenza, cosa facciamo in maniera diversa rispetto a prima?

4.       Rileggere la citazione finale di Ellen G. White. Che cosa emerge e quale aspetto percepisci aderente alla tua persona? Quale speranza e incoraggiamento ti trasmette?

5.       Essendoci una posta in gioco così alta (vita o morte per sempre), perché rimaniamo comunque facilmente avvinghiati nelle cose di questo mondo, cose che non possono soddisfarci e nemmeno darci la salvezza eterna? Qual è il segreto per riuscire a liberarci dalla presa del mondo? Cosa faresti per aiutare una persona che vuole sinceramente essere cristiana, accedere a queste promesse, ma che non riesce a liberarsi da questa presa?

FONTE: http://avventisti.it/sito/bibbia_dettagli.asp?id=447

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Lesson 9 - Believing in the Son of God - (1 John 4 & 5)

Introduction: When I'm grading law school exams, I try to give students as much credit for their answers as I can. Since most of my questions call for "essay" answers, I look for anything that reflects an understanding of the right legal issue. At the bottom, however, there is a right answer. Is this also true with spiritual matters? Is there only one right answer? Our lesson this week explores this issue of the ultimate "right answer." John writes that there is one right answer, and if we get it right, the reward is eternal life. If we get it wrong, the result is eternal death. That sounds serious! Let's dive into our study of the Bible and find out more about the right answer!

            I.  The Test Question

                          A.  Read 1 John 4:1-3. How many spirits speak to you? (At least two: the Spirit of God and spirit(s) against God.)

                                           1.  What do you think John means when he writes of spirits? Are these whispers in our ear? (I think he is using the term broadly to refer to currents of thought, logic, our "conscience," prophets, teachers - anyone or anything trying to persuade us.)

                                           2.  How can we determine spiritual truth from error? (John gives us a very simple test: truth says that Jesus is from God and He came to earth in human form.)

                                           3.  I've argued before that anyone who believes in the Old Testament, and understands the sacrificial system, must logically accept Jesus and Christianity as the logical extension of the sacrificial system. John confirms this logic by telling us that if we believe the Bible, we believe that Jesus is the incarnate Son of God.

                          B.  Read 1 John 4:4-6. Does the world understand this logic? (No.)

                                           1.  A common attitude towards Christians is that they are stupid and uneducated. Is this true? (A Christian might be stupid and uneducated, just as a non-Christian might be. But, what separates Christians from pagans is that Christians have a Christ-centered world view.)

                                           2.  What does this teach us about evangelism? Shall we give up because pagans will not listen to us? (This is where we must depend on the Holy Spirit to touch hearts. We can argue the logic of our position, but without the Holy Spirit logic will not do us much good.)

          II.  If You Pass the Test

                          A.  Read 1 John 5:1-4. Are we obliged to obey God's commands? (Yes.)

                                           1.  Why? To be saved? (Our love for God causes us to obey His commands.)

                                           2.  Last week we learned we should give up our stuff for fellow Christians who are in need. We discussed how difficult it is (at least for me) to attain this ideal. John now tells me meeting the ideal is "not burdensome." Is he kidding?

                                                           a.  When I taught my class last week, one group was against giving money to those on the street asking for money. Another group was for giving them the money and being done with it. (We give the money and God will sort out the rest.) Another group said we should find out what they want to buy, and buy it for them (if we approve of it). What we ended up deciding was that we should get to know the needy to figure out how best to help. If I told you to become friends with a homeless person, would that seem burdensome?

                                           3.  About six months ago we had a fellow arrive at church who had lost his job, been tossed out of his house by his wife, and needed a place to stay. I've got three empty bedrooms in my house. My heart was touched and I thought I should help this fellow. My wife pointed out that this would mean that for most of the time she would be alone in the house with this guy who I did not know. (No one in church really knew him.) I did not invite him to stay with us and he soon left the church. What should I have done?

                          B.  Read 1 John 5:5. What is the key to overcoming the world? (Believing that Jesus is the Son of God.)

                                           1.  This seems a little tricky to me. We just got through discussing how we need to obey the commands. Now John is back to talking about belief. Why is this? (The only logical conclusion is that the two are linked. Believing Jesus is the Son of God is the essential "right answer" for eternal life. When you come to that answer, it affects your behavior.)

        III.  Knowing the Key is Correct

                          A.  Read 1 John 5:6. When I give a test, I try to be absolutely certain that I understand the correct answer. Teachers call the list of correct answers the "key." Why does John say that we can know Jesus is the correct answer to the question of eternal life? (He says Jesus came by water and blood.)

                                           1.  What possible link is there between Jesus being God and water and blood? (This would be more obvious to the recipients of John's letter. If you understand Deuteronomy and Leviticus, the whole sanctuary system revolved around purifying things with water and blood. Water took away regular dirt. Blood took away spiritual dirt. Jesus took on water purification with His baptism ( Matthew 3:13-17) and He shed His blood for us ( Matthew 27:50). We need pure lives and pure hearts.)

                                           2.  How is the Holy Spirit involved in this? (Read John 3:5-6. Jesus equates baptism (water cleansing) with being born of the Holy Spirit (spiritual cleansing).)

                          B.  Look again at 1 John 5:6. John says that the Spirit is a testifying witness who tells the "truth." I'm not sure our link between water, blood and the Holy Spirit makes the best logical sense. How would you tie the three together? (Read 1 John 5:7-8. Recall the issue is whether we have the right answer. The power of the Holy Spirit in the early church, the power of the Holy Spirit in our lives today, gives evidence that Jesus is real. Matching Jesus to the historical means of removing sin and dirt in our life, seeing how the Holy Spirit works against sin in our life, all of these are witnesses that Jesus is indeed the Son of God, the means for removing the sin that keeps us from eternal life.)

                                           1.  Why do we need multiple witnesses? (So we can be sure.)

                          C.  Read 1 John 5:9-10. John compares his argument for Jesus being the right answer with the ordinary means by which we are convinced of something. Why is the argument for Jesus being the right answer more powerful than ordinary arguments? (Because God is doing the testifying.)

                                           1.  I thought we were reading this in a book written by John! How can he claim God as the witness for his statement?

                                           2.  I recall when I was a kid one of my little friends would use his father as a "witness" for his far-fetched theories. Whenever I disagreed, he would ask, "Do you think you know more than my father?" How does John get to claim God as vouching for his theory of eternal life? (Read Acts 1:6-8and Acts 2:1-4. The actions of the Holy Spirit in our life are divine proof that Jesus is God. This is God speaking to us, not just other people making an argument.)

                                           3.  Read John 11:41-44. How was God active in Jesus' life to be a witness for Him?

                          D.  Read 1 John 5:11-12. What a minute. Are we wrong about the nature of God's testimony? What does this say is God's testimony? (Jesus' resurrection shows the power of eternal life. This is the ultimate display of God's testimony that Jesus is God.)

                                           1.  How important is it to get the answer right? How important is it to believe God? (Getting the answer right has eternal significance.)

                           E.  Friend, how about you? Have you accepted Jesus as the Son of God? Do you believe that Jesus died on your behalf to take away your sins? Do you believe that when Jesus rose to eternal life, you have the opportunity for eternal life? Is the Holy Spirit a witness to these things in your life? If you cannot say, "yes," to all of these questions, right now ask Jesus and the power of the Holy Spirit to come into your life so you will have the key to eternal life.

         IV.  Next week: Confidence.

 

FONTE: http://www.gobible.org/study/

Étude 09 - Croire au Fils de Dieu (1 Jean 4 & 5)

Étude 09 - Croire au Fils de Dieu (1 Jean 4 & 5)                                  

Thème : Les épîtres de Jean

Copyright © 2009, Bruce N. Cameron, J.D. Toutes les références bibliques se réfèrent à la version Nouvelle Bible Second (NBS), 2002, sauf indication contraire. Des réponses suggérées sont placées entre parenthèses. Cette étude est publiée sur Internet à l’adresse http://www.etudesbibliques.net.

Introduction : Quand je fais passer des examens aux étudiants en droit, j’essaye de leur donner autant de crédits pour leurs réponses que je peux. Dès lors que la plupart de mes questions amène une réponse du type "dissertation", j’essaye de déceler les moindres éléments qui reflètent une compréhension du droit juridique. Au fond, cependant, il y a toujours une bonne réponse. Est-ce également vrai en ce qui concerne les choses spirituelles ? N’y a-t-il qu’une seule bonne réponse ? Notre étude de cette semaine explore le cas de l’ultime "bonne réponse". Jean écrit qu’il y a une bonne réponse, et que si nous l’obtenons, la récompense est la vie éternelle. Si nous ne l’obtenons pas, le résultat est la mort éternelle. Cela semble si sérieux ! Débutons notre étude de la Bible et découvrons-en davantage au sujet de la bonne réponse !

I.         La question test

1.      Lisez 1 Jean 4:1-3. Combien d’esprits vous parlent ? (Au moins deux : l’Esprit de Dieu et l’esprit/les esprits contre Dieu.)

a.        Selon vous, que veut dire Jean en parlant des esprits ? Chuchotent-ils à notre oreille ? (Je pense qu’il utilise ce terme de façon large pour référer à des courants de pensées, à la logique, à notre "conscience", aux prophètes, aux enseignants - quiconque ou quoi que ce soit qui essaye de nous persuader.)

b.        Comment distinguer la vérité spirituelle de l’erreur ? (Jean nous donne un test très simple : la vérité dit que Jésus est issu de Dieu et qu’il est venu sur la terre sous forme humaine.)

c.        J’ai soutenu précédemment que quiconque croit à l’Ancien Testament et comprend le système sacrificiel doit logiquement accepter Jésus et le christianisme comme étant l’extension logique au système sacrificiel. Jean confirme cette logique en nous disant que si nous croyons la Bible, nous croyons que Jésus est l’incarnation du Fils de Dieu.)

2.      Lisez 1 Jean 4:4-6. Le monde comprend-il cette logique ? (Non.)

a.        Une attitude courante face aux chrétiens est qu’ils sont stupides et ignorants. Est-ce vrai ? (Un chrétien peut être stupide et ignorant, tout comme un non-chrétien peut l’être. Mais ce qui sépare les chrétiens des non-croyants est que les chrétiens ont une vision du monde centrée sur Jésus-Christ.)

b.        Que cela nous enseigne-t-il sur l’évangélisme ? Devons-nous abandonner parce que les non-croyants ne nous écoutent pas ? (C’est là que nous devons dépendre de l’Esprit saint pour toucher les cœurs. Nous pouvons soutenir la logique de notre position, mais sans l’Esprit saint la logique ne nous fera pas beaucoup de bien.)

II.       Si vous passez l’épreuve

1.      Lisez 1 Jean 5:1-4. Sommes-nous obligés d’obéir aux Commandements de Dieu ? (Oui.)

a.        Pourquoi ? Pour être sauvés ? (Notre amour pour Dieu nous amène à obéir à ses Commandements.)

b.        La semaine dernière nous avons appris que nous devrions partager nos biens avec ceux qui sont dans le besoin. Nous avons discuté à quel point il était difficile (du moins en ce qui me concerne) d’atteindre cet idéal. Jean me dit maintenant qu’atteindre l’idéal n’est pas "pénible". Nous fait-il marcher ?

i.        Lorsque j’enseignais mon groupe d’étude la semaine dernière, une partie des participants était contre l’idée de donner de l’argent à ceux qui mendient dans la rue. Un autre groupe était en faveur de donner de l’argent et d’être ainsi affranchi du problème (nous donnons de l’argent et Dieu s’occupera du reste). Un autre groupe affirmait que nous devrions déterminer ce qu’ils veulent acheter, et ensuite l’acheter pour eux (si nous l’approuvons). Ce que nous avons fini par décider était que nous devrions arriver à définir le besoin pour déterminer comment aider au mieux. Si je vous demandais de devenir ami avec une personne sans domicile fixe, trouveriez-vous cela "pénible" ?

c.        Il y a environ six mois, un homme est arrivé à l’église ; il avait perdu son travail, s’était fait mettre dehors de sa maison par sa femme, et avait besoin d’un endroit où loger. J’avais trois chambres à coucher libres dans ma maison. Mon cœur était touché et je pensais que je devais aider cet homme. Ma femme a relevé que cela voudrait dire que la plupart du temps elle serait seule dans la maison avec cet homme que je ne connaissais pas (personne dans l’église ne le connaissait vraiment). Je ne l’ai pas invité à rester chez nous et il a quitté l’église rapidement. Qu’aurais-je dû faire ?

2.      Lisez 1 Jean 5:5. Quelle est la clé pour vaincre le monde ? (Croire que Jésus est le Fils de Dieu.)

a.        Cela me semble un peu délicat. Nous venons de discuter comment nous devons obéir aux Commandements. Maintenant Jean revient en parlant de notre croyance. Pourquoi cela ? (La seule conclusion logique est que les deux sont liés. Croire que Jésus est le Fils de Dieu est la "bonne réponse" essentielle pour la vie éternelle. Quand vous avez cette réponse, celle-ci influence votre comportement.)

III.    Savoir que la clé est correcte

1.      Lisez 1 Jean 5:6. Quand je fais passer un examen, j’essaye d’être absolument certain de comprendre la bonne réponse. Les enseignants appellent la liste des bonnes réponses la "clé". Pourquoi Jean dit-il que nous pouvons savoir que Jésus est la bonne réponse à la question de la vie éternelle ? (Il dit que Jésus est venu par l’eau et le sang.)

a.        Quelle relation possible y a-t-il entre Jésus qui est Dieu et l’eau et le sang ? (Cela devait être plus évident aux destinataires de la lettre de Jean. Si vous comprenez les livres du Deutéronome et du Lévitique, l’ensemble du système du sanctuaire gravitait autour de la purification à l’aide de l’eau et du sang. L’eau enlevait les impuretés courantes. Le sang enlevait l’impureté spirituelle. Jésus a subi la purification de l’eau par le baptême (Matthieu 3:13-17) et a répandu son sang pour nous (Matthieu 27:50). Nous avons besoin d’une vie pure et d’un cœur pur.)

b.        Comment l’Esprit saint est-il impliqué dans cela ? (Lisez Jean 3:5-6. Jésus met à égalité le baptême (purification d’eau) et le fait d’être né de nouveau de l’Esprit saint (purification spirituelle).)

2.      Lisez à nouveau 1 Jean 5:6. Jean dit que l’Esprit saint est un témoin qui fait sa déposition et qui dit la "vérité". Je ne suis pas sûr que notre lien entre l’eau, le sang et l’Esprit saint est ce qu’il y a de plus logique. Comment lieriez-vous les trois ensemble ? (Lisez 1 Jean 5:7-8. Rappelez-vous que la question est de savoir si nous avons la bonne réponse. La puissance de l’Esprit saint dans l’église naissante, la puissance de l’Esprit saint dans notre vie aujourd’hui, nous apporte l’évidence que Jésus est réel. Faire correspondre Jésus aux moyens historiques pour enlever le péché et la saleté dans notre vie, regarder comment l’Esprit saint œuvre contre le péché dans notre vie, tout cela sont des témoignages que Jésus est bien le Fils de Dieu, le moyen pour enlever le péché qui nous tient écarté de la vie éternelle.)

a.        Pourquoi avons-nous besoin de plusieurs témoins ? (Afin d’être sûrs.)

3.      Lisez 1 Jean 5:9-10. Jean compare son argumentation, selon laquelle Jésus est la bonne réponse, avec le moyen ordinaire par lequel nous sommes convaincus de quelque chose. Pourquoi l’argument selon lequel Jésus est la bonne réponse est plus puissant que les arguments ordinaires ? (Parce que Dieu en rend témoignage.)

a.        Je pensais que nous lisions cela dans un livre écrit par Jean ! Comment peut-il prétendre que Dieu est le témoin de son affirmation ?

b.        Je me souviens que lorsque j’étais enfant, un de mes petits camarades utilisait son père comme "témoin" de ses théories largement exagérées. Si je n’étais pas d’accord, il disait : "Penses-tu mieux savoir que mon père ?" Comment Jean est-il arrivé à prétendre que Dieu est le garant de sa théorie de la vie éternelle ? (Lisez Actes 1:6-8 et Actes 2:1-4. Les actions de l’Esprit saint dans notre vie son des preuves divines que Jésus est Dieu. Il s’agit de Dieu qui nous parle, et non simplement de l’argumentation d’une autre personne.)

c.        Lisez Jean 11:41-44. Comment Dieu était-il actif dans la vie de Jésus pour être un témoin pour lui ?

4.      Lisez 1 Jean 5:11-12. Attendez une minute. Nous trompons-nous au sujet de la nature du témoignage de Dieu ? Selon ce texte, qu’est le témoignage de Dieu ? (La résurrection de Jésus montre la puissance de la vie éternelle. Il s’agit là de la visualisation ultime du témoignage de Dieu selon lequel Jésus est Dieu.)

a.        À quel point est-il important d’avoir la bonne réponse ? À quel point est-il important de croire en Dieu ? (Avoir la bonne réponse a une importance éternelle.)

5.      Cher ami, qu’en est-il de vous ? Avez-vous accepté Jésus comme le Fils de Dieu ? Croyez-vous que Jésus est mort à votre place pour enlever vos péchés ? Croyez-vous que quand Jésus est ressuscité pour la vie éternelle vous avez l’opportunité d’avoir la vie éternelle ? L’Esprit saint est-il un témoin de ces choses dans votre vie ? Si vous ne pouvez pas répondre affirmativement à toutes ces questions, demandez maintenant à Jésus et la puissance de l’Esprit saint viendra dans votre vie, de telle sorte que vous aurez la clé vers la vie éternelle.

IV.     La semaine prochaine : Une question d’assurance.

FONTE: http://www.etudesbibliques.net/index.php?option=com_content&view=article&id=412:etude-09-croire-au-fils-de-dieu-1-jean-4-a-5&catid=65:epitresjean&Itemid=18

Урок 9. Вера в Сына Божьего - (1 Ин. 4 и 5)

Урок 9. Вера в Сына Божьего - (1 Ин. 4 и 5)

           

Copr. 2009, Bruce N. Cameron, J.D.— Комментарий доктора юридических наук Брюса Н. Камерона.

Все библейские цитаты приводятся по Синодальному тексту (современная редакция), если не указан другой источник. В скобках даются возможные ответы. Если вам не пришел комментарий к уроку по электронной почте, вы cможете найти его по ссылке http://www.adventist.kz/ss

 

Введение: Когда я принимаю экзамены у студентов-юристов, я стараюсь оценивать их ответы в лучшую сторону. Так как большинство экзаменационных вопросов требуют расширенного ответа, больше всего я ценю те ответы, в которых вижу правильное понимание правовых проблем. Но в основе оценки, конечно, лежит правильный ответ. Верно ли это для духовных вопросов? Является ли только один ответ правильным? На этой неделе мы рассмотрим проблему максимально «правильного ответа». Иоанн пишет, что существует один правильный ответ, и если мы верно его понимаем, то в награду нас ожидает жизнь вечная. А если неправильно – то вечная смерть. Не правда ли, серьезное заявление? Давайте углубимся в изучение Библии и узнаем больше о правильном ответе!

 

I.                   Тестовый вопрос

1.      Прочитайте 1 Ин. 4:1—3. Сколько духов говорит к вам? (По крайней мере, два: Дух Божий и дух(и) не от Бога).

а)      Как вы думаете, что имел в виду Иоанн, когда писал о духах? Это те, кто вам шепчет на ухо? (Мне кажется, он говорит в широком смысле слова о потоке мыслей, логике, нашей «совести», пророках, учителях – обо всех и вся, старающихся убедить нас в чем-либо).

б)      Как можно отличить духовную истину от ошибки? (Иоанн предлагает очень простой тест: дух истины говорит, что Иисус от Бога и что Он пришел на землю в человеческом естестве).

в)      Когда-то я говорил о том, что те, кто верят Ветхому Завету и понимает систему жертвоприношений, должны принять Иисуса Христа и христианство как логическое продолжение системы жертвоприношений. Иоанн подтверждает эту логику, говоря, что если мы верим Библии, мы верим, что Иисус есть воплощённый в человеческий облик Сын Божий).

2.      Прочитайте 1 Ин. 4:4—6. Мир понимает эту логику? (Нет).

а)      В целом принято считать, что христиане глупые и необразованные. Это правда? (Отдельно взятый христианин может быть глупым и необразованным, как и отдельный нехристианин. Но христиане отличаются от язычников христоцентричным мировоззрением).

б)      Что нам это говорит от миссионерской работе? Должны ли мы сдаваться, потому что язычники не будут нас слушать? (Вот в этом вопросе мы должны полагаться на Святого Духа, касающегося сердец людей. Мы можем доказывать логику нашей позиции, но без Святого Духа логика нам не сильно поможет).

 

II.                Если вы прошли тест

1.      Прочитайте 1 Ин. 5:1—4. Мы обязаны соблюдать Божьи заповеди? (Да).

а)      Почему? Чтобы спастись? (Если мы любим Бога, мы будем соблюдать заповеди).

б)      На прошлой неделе мы узнали, что мы должны делиться с нашими братьями-христианами, испытывающими нужду в чем-либо. Мы говорили, как трудно (по крайней мере, для меня) достичь такого идеала. Иоанн говорит мне, что это «нетяжко». Он что, шутит?

1)      Когда я вел прошлый урок, часть собратьев в моем классе выступали против того, чтобы давать деньги попрошайкам на улице. Другие говорили о том, что они дают деньги, чтобы отделаться от них (мы даем деньги, а Бог позаботится обо всем остальном). Третьи предлагали определить их нужды и купить им необходимое (если эти вещи приемлемы для нас). Мы пришли к заключению, что нужно знать нуждающегося, чтобы определить, как лучше всего мы можем помочь ему. Если я скажу вам подружиться с бездомным, это будет для вас «нетяжко»?

в)      Около полугода назад в нашу церковь пришел человек, который потерял работу, в результате жена выгнала его из дому, и ему негде было жить. А в моем доме три свободные спальни. Сердце мое было тронуто, и мне захотелось помочь этому парню. Но жена сказала, что если мы возьмем его к себе, то большую часть дня ей придется быть в доме наедине с человеком, которого мы не знаем (и в церкви его никто не знал). И я не пригласил его к нам, а вскоре он оставил церковь. Что мне надо было сделать?

2.      Прочитайте 1 Ин. 5:5. Какой ключ к победе над миром? (Вера, что Иисус Христос есть Сын Божий).

а)      Как-то это мудрёно. Мы только что говорили о том, что нам необходимо соблюдать заповеди. А теперь Иоанн говорит о вере. Почему? (Единственное логическое заключение – что это взаимосвязано. Вера в то, что Иисус Христос есть Сын Божий, является основным «правильным ответом» на вопрос о вечной жизни. Когда вы приходите к такому заключению, оно влияет на ваше поведение).

 

III.             Ключ к тесту

1.      Прочитайте 1 Ин. 5:6. Когда я готовлю тест, я стараюсь быть абсолютно уверенным в том, что я сам понимаю, какой ответ правильный. Учителя называют список правильных ответов «ключом к тесту». Почему Иоанн говорит, что мы можем знать, что Иисус является правильным ответом на вопрос о вечной жизни? (Он говорит, что Иисус пришел водой и кровью).

а)      Какая связь между тем, что Иисус является Богом, и водой и кровью? (Для адресатов послания Иоанна это было более понятно. Если вы знаете и понимаете книги Второзаконие и Левит, то вся система жертвоприношений строилась на очищении водой и кровью. Вода смывала обычную грязь. Кровь смывала духовную нечистоту. Иисус прошел через очищение водой при Своем крещении (Мф. 3:13—17) и пролил кровь Свою за нас (Мф. 27:50). Нам нужны чистые жизни и чистые сердца).

б)      В чем заключена работа Святого Духа? (Прочитайте Ин. 3:5—6. Иисус ставит рядом крещение (очищение водой) и рождение от Святого Духа (духовное очищение)).

2.      Давайте перечитаем 1 Ин. 5:6. Иоанн говорит, что Дух свидетельствует об «истине». Не уверен, что логическая увязка воды и крови с Духом верна. Как вы свяжете эти три реалии вместе? (Прочитайте 1 Ин. 5:7—8. Помните, мы говорили о том, правилен ли наш ответ. Сила Святого Духа в ранней церкви, сила Святого Духа в нашей жизни сегодня является свидетельством того, что Иисус реален. Когда мы сопоставляем Иисуса с историческими средствами очищения от греха и нечистоты в жизни человека, когда мы видим, как Святой Дух борется с грехом в нашей жизни, мы понимаем, что все это свидетельствует о том, что Иисус действительно является Сыном Божьим, Тем, кто очищает нас от греха и дарует нам жизнь вечную).

а)      Зачем нам необходимо несколько свидетелей? (Чтобы иметь уверенность).

3.      Прочитайте 1 Ин. 5:9—10. Иоанн приводит в довод того, что Иисус – это правильный ответ, наши обычные человеческие свидетельства. Почему свидетельство в пользу Иисуса более сильное, чем простые человеческие аргументы? (Потому что об этом свидетельствует Сам Бог).

а)      Но об этом пишет Иоанн! Как он может призывать Бога в свидетели в пользу своих аргументов?

б)      Помню как в детстве один из моих приятелей, доказывая правильность своих притянутых за уши доводов, призывал в «свидетели» своего отца. Когда я не соглашался с ним, он возмущался: «Ты что, знаешь больше, чем мой папа?» Как Иоанн призывает в свидетели Бога, говоря о своей теории вечной жизни? (Прочитайте Деян. 1:6—8 и Деян. 2:1—4. Эти действия Святого Духа в нашей жизни являются Божественным доказательством того, что Иисус есть Бог. К нам обращается Сам Бог, это не доводы простого смертного).

в)      Прочитайте Ин. 11:41—44. Как Бог активно действовал в жизни Христа, являясь Его Свидетелем?

4.      Прочитайте 1 Ин. 5:11—12. Постойте, мы ошибались в природе Божьего свидетельства? Что в этих текстах говорится о Божьем свидетельстве? (Воскресение Христа показывает силу вечной жизни. Это величайшее свидетельство Бога о том, что Иисус есть Бог).

а)      Насколько важно правильно понимать вопрос? Насколько важно верить в Бога? (Правильный ответ имеет значение для вечности).

5.      Дорогой друг, что скажешь ты? Принял ли ты Иисуса Сыном Божьим? Веришь ли ты, что Иисус умер за тебя, взяв на Себя твои грехи? Веришь ли ты, что раз Иисус воскрес, ты тоже имеешь возможность воскреснуть для вечной жизни? Является ли Святой Дух свидетелем этого в твоей жизни? Если ты отвечаешь «да» на все поставленные вопросы, попроси сейчас, чтобы Иисус и сила Святого Духа вошли в твою жизнь, чтобы тебе иметь ключ к вечной жизни!

 

V. Урок следующей недели: «Дерзновение».

                            Перевод Аллы Бурлай,
 
allaburlay@yahoo.com

 

FONTE: http://www.adventist.kz/ss/