Adams 的个人资料WWW.NovaTerraComJesus.Co...照片日志列表更多 ![]() | 帮助 |
|
|
11月2日 Autoridade da Igreja ou das Escrituras?Autoridade da Igreja ou das Escrituras?Em artigo remetido a Zenit essa segunda-feira, o arcebispo de Salvador afirma que "esta Palavra não é só notícia relativa à salvação, mas também é parte integrante no próprio evento da salvação". "Não só tem por conteúdo Cristo, morto e ressuscitado, mas o próprio Cristo que fala através dos Seus enviados: 'como enviados de Deus, pregamos em Cristo, sob os olhares de Deus' (2Cor 2,17). Os discípulos continuam a pregar e a ensinar em Seu nome e com a sua presença (cf Mateus 28,20)." Segundo o cardeal Agnelo, hoje em dia muitos católicos, no afã de viver a fé à sua maneira, não se preocupam seriamente com a Palavra de Deus, ou ignoram a Sagrada Escritura. Outros ainda "lhe dão interpretação individual ou de grupo, sem terem em conta a interpretação autêntica do magistério eclesial. Pelo contrário, chamado a viver a fé, o cristão necessita ler o livro sagrado e lê-lo de acordo com a Igreja"... Fonte: ZENIT NOTA: A autoridade da Igreja, ou tradição, só tem peso normativo quando estiver em conformidade com as Escrituras. A autoridade da Palavra de Deus sempre deve estar acima da tradição dos homens, caso contrário, o ser humano estará colocando seu destino eterno em perigo. "Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição?... E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição. Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mt 15:3,6-9). "Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que eu vos mando" (Dt 4:2). Um exemplo claro da autoridade da Igreja sobrepondo-se à autoridade das Escrituras está no fato da tradição Católica Romana ter mudado a guarda do sábado bíblico (sétimo dia) para o descanso dominical sem autorização das Escrituras.
Marcadores:
Catolicismo
Postado por
Sérgio SantelA Igreja Romana nunca mudouA Igreja Romana nunca mudou "A
Igreja Católica é a única a possuir todos os elementos da Igreja
instituída por Jesus". "O catolicismo é o único meio pelo qual se pode
alcançar a salvação espiritual com a ajuda da fé em Jesus Cristo".
"Fora da Igreja Católica não há salvação". Frases como estas divulgadas
pelo Vaticano demonstram o real espírito existente por trás da aparente
diplomacia globalizada da Santa Sé: de fato, lobo em pele de ovelha.
Ora, que ninguém se engane pois Roma nunca mudou:"A História testifica de seus esforços, astutos e persistentes, no sentido de insinuar-se nos negócios das nações; e, havendo conseguido pé firme, nada mais faz que favorecer seus próprios interesses, mesmo com a ruína de príncipes e povo... E, convém lembrar, Roma jacta-se de que nunca muda. Os princípios de Gregório VII e Inocêncio III ainda são os princípios da Igreja Católica Romana. E tivesse ela tão-somente o poder, pô-los-ia em prática com tanto vigor agora como nos séculos passados... Ela está silenciosamente crescendo em poder. Suas doutrinas estão a exercer influência nas assembléias legislativas, nas igrejas e no coração dos homens. Está a erguer suas altaneiras e maciças estruturas, em cujos secretos recessos se repetirão as anteriores perseguições". O Grande Conflito, p. 580, 581. Entre a teologia do catolicismo e a teologia protestante tradicional ainda existe um abismo intransponível. Sem dúvida, a diferença principal é a questão sobre a autoridade das Escrituras Sagradas. Enquanto o protestantismo coloca a autoridade das Escrituras Sagradas como norma final para a fé e a prática, o catolicismo insiste em afirmar que a autoridade das Escrituras Sagradas está subordinada à autoridade da Igreja. Daí, como se pode ver, decorrem todas as outras diferenças teológicas. A começar pela figura e a autoridade do papa (palavra em latim que significa “pai”). Se os católicos seguissem os ensinamentos de Jesus registrados nos Evangelhos, seu corretor-mór perderia o emprego: “A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus” (Mateus 23:9). Quanto à autoridade do papa supostamente ser derivada da autoridade concedida a Pedro pelo próprio Cristo (Mateus 16:18 e 19), esse argumento é mais um exemplo do tipo de teologia que faz a Igreja Católica, colocando a autoridade da Igreja acima da autoridade das Escrituras Sagradas. Assim, ela é capaz de usar um texto bíblico que lhe convém, e ao mesmo tempo ignorar muitos outros textos que apontam seus erros. Ora, se o papa acredita ser o sucessor de Pedro, por que, então, ele não segue o exemplo do apóstolo em determinadas questões: (1) Pedro nunca assumiu o papel de intercessor manifestando a pretensão de perdoar os pecados (Atos 8:20-23); (2) Pedro também não aceitava homenagens de adoração (Atos 10:25 e 26). Fonte: Portal G1 e BBC Brasil Para saber mais:
No grande conflito entre o bem e o mal, a impressão que se tem é a de
que o mal está levando a melhor. As notícias são desanimadoras -
violência, fome, desemprego, doenças, acidentes e outras calamidades
estão na ordem do dia. Os meios de comunicação podem lhe dizer o que
está acontecendo. Mas este livro revela por quê. E diz também o que
você jamais ouvirá no noticiário - o que ainda está por acontecer.
Anime-se. A guerra está no fim e você ainda pode escolher de que lado
estará quando tudo terminar. [Adquira já o seu]
Marcadores:
Catolicismo,
Sinais do fim
Postado por
Sérgio SanteliNos passos de ConstantinoNos passos de Constantino "Estamos
no limiar de grandes e solenes acontecimentos. Muitas das profecias
estão prestes a se cumprir em rápida sucessão... Repetir-se-á a
história passada. Antigas controvérsias serão revivescidas, e perigos
rodearão de todos os lados o povo de Deus... Estudai o Apocalipse em
ligação com Daniel; pois a história se repetirá..." Testemunhos para Ministros, p. 116.A Lei Dominical que em breve será implantada nos EUA e nos demais países de tradição cristã tem seu paralelo histórico na época do imperador Constantino (321 d. C.). No entanto, uma análise mais profunda da história pode revelar a existência de outros paralelos mais entre estes dois momentos históricos. De acordo com David Ewing Duncan, autor da obra Calendário (Editora Ediouro, p. 87-104), "a nova ordem de Constantino, como a de César três séculos e meio antes, conseguiu pôr selo no calendário, neste caso, ao criar um novo sistema, religiosamente inspirado, de medir o tempo. Constantino fez isto deixando intacto o calendário básico de César de 365 1/4 dias e doze meses, enquanto operava três grandes mudanças dentro desta estrutura: a introdução do domingo como um dia santo em uma nova semana de sete dias; o reconhecimento oficial dos feriados cristãos como o Natal com datas fixas; e o enxerto no calendário da celebração da Páscoa, que não é uma data fixa, sendo condicionada ao calendário lunar judeu em uso quando Cristo foi crucificado... "A primeira atitude do imperador no sentido de reordenar o calendário veio em um édito divulgado em 321, nove anos depois da batalha da ponte Mílvio, quando ele estabeleceu o domingo como o primeiro dia da semana de sete dias - uma unidade de tempo desconhecida no calendário romano original de calendas, nonas e idos. Segundo o ditado de Constantino, todos os cidadãos que não fossem fazendeiros eram obrigados a se abster de trabalho no dies Solis - o dia do Sol. Ele também ordenou que os tribunais fechassem para litígios e os comandantes do exército restringissem os exercícios militares de forma que os soldados pudessem cultuar o deus de sua escolha. A opção de Constantino pelo domingo não foi sem controvérsia. Ela ostensivamente rejeitava a observância antiga do sábado como o sabá dos judeus... Sábado em uma determinada época era a escolha de muitos cristãos também, já que muitos crentes no início eram judeus que se sentiam obrigados a manter o seu feriao tradicional do sétimo dia da semana judaica. Mas como Jesus foi crucificado no sexto dia da semana judaica e, segundo a Bíblia, ressuscitou no primeiro dia da semana seguinte - um domingo -, aguns líderes cristãos no início decidiram mudar seu sabá para o domingo, e marcar este dia toda semana com um serviço religioso especial que incluísse a Eucaristia... "Ao colocar o sabá no dia devotado ao Sol no ciclo de sete dias dos deuses-planetas pagãos, o imperador também buscava o favor dos mitraístas e de outros adoradores do Sol... "A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo... "Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras... [Nota: Outro ponto em comum com os dias atuais - Leia mais] "A questão da Páscoa chegou a um apogeu no que é hoje uma tranqüila aldeia turca famosa como retiro à beira de um lago para turcos cansados do caos de Istambul, cerca de 130 quilômetros distante. Conhecida como Iznik, esta aldeia era há 1.700 anos uma cidade helênica próspera chamada Nicéia, grego para 'Vitória'... Foi aqui que em 325 Constantino reuniu o primeiro grande concílio cristão, que fez o primeiro esforço concentrado para resolver o problema da Páscoa e obter uma data unificada para sua celebração... "O historiador Eusébio, uma testemunha ocular do concílio, escreve sobre a luxuosa festa acontecida em 25 de julho para celebrar o vigésimo aniversário de Constantino como imperador, e o medo hesitante sentido pelos bispos quando passavam pelos guardas nos salões onde aconteceu o banquete e viam 'o cintilar de armas' que até bem recentemente estavam voltadas contra eles. Mas sta transformação do medo em festa naõ era nada comparada à transformação súbita que Constantino realizou em uma igreja que por trezentos anos não teve uma autoridade central. Disperso e por vezes caçado pelas autoridades, o Cristianismo tinha operado menos como uma religião única e coesiva e mais como uma coleção de seitas e denominações seguindo os mesmos dogmas básicos mas diferindo em pontos de maior ou menor importância - como por exemplo em relação à data da celebração da Páscoa... " O mandato de Constantino em Nicéia era para colocar um fim neste cada-um-por-si através do estabelecimento de um conjunto de regras governadas por uma estrutura centralizada liderada por ele próprio como imperador... "Constantino chegou a Nicéia em cerca de 19 de junho de 325, e recebeu imediatamente um grosso pacote comtextos que detalhavam as controvérsias pequenas e grandes entre os presentes no concílio. Ele carregou o pacote consigo para o salão de audiências do seu palácio, onde oficialmente inaugurou o concílio vestindo um manto em ouro e jóias como um rei persa. Sentado em trono de ouro em frente aos prelados, ele ouviu os discursos de boas vindas antes de se levantar para responder em latim à maioria dos bispos de língua grega. Através de um tradutor ele deu boas vindas a todos mas imediatamente foi direto ao assunto da razão do concílio, segurando o pacote de textos como um pai repreendendo os filhos. Ele disse: 'Eu, seu camarada servidor, sinto uma dor profunda sempre que a Igreja de Deus está em dissensão, um mal maior do que o mal da guerra'... "Nenhum dos cânones sobreviventes divulgados pelo concílio menciona o problema da Páscoa diretamente, embora as regras que emergiram de Nicéia sejam bem conhecidas entre os cristãos: que a Páscoa cairá no primeiro domingo depis da primeira Lua cheis depois do equinócio, mas nunca deverá cair no início da Páscoa judaica. O sentimento dos bispos reunidos foi registrado pelo próprio Constantino em uma carta endereçada a bispos e outros líderes de igrejas que não foram ao concílio: 'Pelo julgamento unânime de todos foi decidido que o mais santo festival da Páscoa deve ser celebrado em toda parte no mesmo dia'. Na mesma carta, Constantino assinala que o concílio se opôs à pratica de seguir o calendário judaico para determinar a Páscoa: 'Nós não devemos ter nada em comum com os judeus, porque o Salvador mostrou outro caminho'... [Nota: Este espírito anti-judaico também foi determinante na mudança do sábado para o domingo que persiste até hoje]. "Mas muito mais importante do que a natureza de Cristo ou a data para a Páscoa foi a codificação de Nicéia da fusão de Constantino entre Igreja e Estado, um movimento político expediente da parte deste imperador astuto que ligaria inexoravelmente a Igreja ao poder secular, à riqueza e ao absolutismo por muitos séculos por vir - primeiro como um adjunto da Roma imperial e mais tarde como uma entidade independente que derivava sua influência que tudo englobava de uma hierarquia prória ao estilo imperial e de uma presunção de poder sobre os domínios cristãos." [Nota: Outro paralelo com a atualidade].
Marcadores:
Catolicismo,
Ecumenismo,
Lei dominical,
Paganismo,
Vaticano
Postado por
Sérgio SanteliPapa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a BíbliaPapa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a BíbliaPapa reafirma que só Igreja Católica pode interpretar a BíbliaÉ da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura, disse Bento XVI VATICANO - apa
Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e
professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja
Católica pode interpretar "autenticamente" a Bíblia. "À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia. Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro "lacrado". "Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre", disse. De acordo com o pontífice, "por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura", sendo esta "uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história". "Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação", explicou Bento XVI. O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina. Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus. Fonte: Estadão Nota: Interessante notar que esta prerrogativa não é nova. Desde os primórdios dos séculos passados em especial ao longo período da idade média, a igreja já defendia além da inerrância, a autoridade suprema e única de interpretação das Escrituras. O mais curioso ainda é que algum tempo atrás a igreja ou os papas não tinham tanta liberdade assim para fazer esse tipo de manifestação em publico, especialmente para um público globalizado. Isto indica um parcial cumprimento das profecias bíblicas, pois a ousadia papal gradativamente vai aumentando na medida em que vão ao mesmo tempo ganhando mais força e autonomia sobre os demais. Quando digo os demais, estou me referindo a governos, políticos e principalmente a líderes religiosos. Veremos qual será a próxima ousadia da igreja, dos papas e de seus prelados e comparemos com os respingos proféticos para os nossos dias. Só sei de uma coisa. Quero que tudo aconteça logo, pois estou ansioso em ver o meu salvador.... . Papa reafirma que só igreja pode interpretar a BíbliaPapa reafirma que só igreja pode interpretar a Bíblia O
papa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e
professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja
Católica pode interpretar “autenticamente” a Bíblia. “À Igreja é
destinado o trabalho de interpretar autenticamente a Palavra de Deus
escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus
Cristo”, defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes,
funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da
entidade pontifícia. Bento XVI também destacou que, sem a fé e a
tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro “lacrado”. “Se as
exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da
Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um
livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas,
sobretudo, o abre”, disse.De acordo com o pontífice, “por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura”, sendo esta “uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história”. “Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação”, explicou Bento XVI. O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico [sic] no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina. Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus. (Estadão) Nota: Nada de novo. Ao mesmo tempo em que o papa prega o ecumenismo (união das igrejas), deixa claro que a primazia pertence à sua igreja. Como assim só a Igreja Católica pode interpretar a Bíblia? Quando Jesus sugeriu que é boa coisa examinar as Escrituras (Jo 5:39), não estava falando para católicos. Quando João, no Apocalipse, afirma que são bem-aventurados aqueles que leem (Ap 1:3), também não tem em vista leitores católicos, já que essa igreja ainda não existia. Na verdade, o correto é deixar que a Bíblia interprete a si mesma. Nada de “tradição”, visão institucional ou coisa que o valha. A Palavra é para todos e está ao alcance da compreensão de todos. Essa postura dos líderes católicos não é de hoje. É como escreveu Ellen White, há um século: “Roma jacta-se de que nunca muda. Os princípios de Gregório VII e Inocêncio III ainda são os princípios da Igreja Católica Romana. E tivesse ela tão-somente o poder, os colocaria em prática com tanto vigor agora como nos séculos passados. Pouco sabem os protestantes do que estão fazendo ao se proporem aceitar o auxílio de Roma na obra da exaltação do domingo. Enquanto se aplicam à realização de seu propósito, Roma está visando a restabelecer o seu poder, para recuperar a supremacia perdida” (O Grande Conflito, p. 581). Pelo menos uma vantagem o Concílio Vaticano II teve: estimulou os católicos a lerem a Bíblia. Talvez o papa esteja preocupado com essa abertura, já que o êxodo de seu rebanho para outras igrejas não para de se acentuar.[MB]
Marcadores:
religião
Postado por
MichelsonPapa reafirma que só a Igreja pode interpretar a BíbliaPapa reafirma que só a Igreja pode interpretar a Bíblia
O papa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e
professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja
Católica pode interpretar "autenticamente" a Bíblia.
"À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia. Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro "lacrado". "Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre", disse. De acordo com o pontífice, "por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura", sendo esta "uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história". "Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação", explicou Bento XVI. O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina. Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus. Fonte: Estadão NOTA: Foi a Palavra que fez surgir a Igreja e, por isso, a Palavra tem primazia sobre a Tradição! Declarações que colocam a ICAR como única autoridade na interpretação da Bíblia demonstram apenas uma coisa: que Roma nunca mudou... Veja também: "Autoridade da Igreja ou das Escrituras?". "Nos passos de Constantino".
Marcadores:
Vaticano
Postado por
Sérgio Santeli"Deus não Se cansa de amar...""Deus não Se cansa de amar..."Autor: Prof. Gilson Medeiros
"Será
que uma mãe pode esquecer o seu bebê? Será que pode deixar de amar o
seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, Eu nunca esqueceria
vocês" - Isaías 49:15 (NTLH). Oh, Senhor, obrigado por nos tratar como filhos!Obrigado por nos permitir chamá-lo de "Pai"! Postado em: 31-Out-2009
O Ministério de Ellen WhiteO Ministério de Ellen WhiteAutor: Prof. Gilson Medeiros
PS: E não adianta vir com a velha história de "plágio", porque esta falácia TAMBÉM já foi desmascarada.
Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 2/11/2009 - Segunda
Lição 05 - Das Murmurações à Apostasia - Comentários de Gilson NeryLição 05. Quarto trimestre. 24 a 31 / 10 / 009 Comentários de Gilson Nery Esc. Sabatina. Das murmurações à apostasia Toda murmuração contra Deus, se inicia com pensamentos de dúvidas acariciados a respeito dos “estranhos e maravilhosos caminhos de Deus na história geral da humanidade e em nossa história de vida em particular. Todo ser humano e até mesmo Jesus Cristo e os santos anjos, tiveram Suas dúvidas e Seus medos a respeito de Deus e Seus caminhos e, foram tentados a murmurar contra Deus, mas, a grande diferença é que, Jesus, os anjos e os humanos campeões da fé, não cultivaram e não alimentaram pensamentos de dúvidas e de murmurações contra Deus. Toda murmuração aberta contra Deus, se inicia com o cultivo da dúvida e, por sua vez, este cultivo desta dúvida, se inicia com o aceite mental da dúvida; vamos colocar as coisas pela ordem: Primeiro fator: O aceite da dúvida em nossa mente; segundo fator: o cultivo desta dúvida; terceiro: A murmuração e, o quarto, a apostasia; portando, pela graça de Cristo e Seu poder, não devemos dar guarida ( abrigo, asilo e refugio )à dúvida, quando esta surgir em nossa mente; é muito mais fácil não hospedar a dúvida em nosso coração, do que ter depois de a ter hospedado, despejá-la daí. Toda a problemática do Universo, em seus primórdios, se iniciou quando o anjo cobridor, se iniciou em hospedar e cultivar a dúvida e, a seguir, como não seria diferente, publicá-la, e, como resultado “natural,” veio a apostasia, e, com o cultivo, por sua vez, desta apostasia, que em primeira instância poderia ter sido curada, veio a apostasia crônica e incurável a qual, é descrita na Bíblia, como a operação do erro para a crença na mentira ( II Tes. 2:11 ), por não terem cultivado o amor da verdade, não amaram esta verdade e, aquilo que a principio criam ser a verdade, passaram a crer como sendo mentira o que é a verdade, e, visto como optaram por este expediente e nele permaneceram, Deus não impediu as conseqüências dos seus atos e, conseqüentemente, apostataram, e, pelo cultivo desta apostasia, tornaram-se incuráveis, e, o que é pior, passaram a crer “sinceramente” e por convicção, na mentira como se fosse a verdade, e, este estado de coisas, segundo Jesus Cristo, se chama: o pecado ou blasfêmia contra o Espírito Santo para o qual, não há perdão em época alguma. Mt. 12:31-32. Precisamos orar sempre pedindo a Deus que não nos deixe permitir hospedar a semente da dúvida e nem o cultivo desta, para que não murmuremos, não cultivemos este espírito de murmuração e não venhamos a apostatar da verdade. Amém! Ler Sl. 19:12-14 e 139:23-24. Verso para memorizar: Na Bíblia de Jerusalém, lemos: “Fazei tudo sem murmurações nem reclamações... ..”; ao invés de murmurar e reclamar, devemos brilhar no meio dos murmuradores e “reclamões,” para que as trevas sejam dissipadas e a luz da Palavra de Deus prevaleça em nosso meio. Amém! Parte de domingo. O pecado da ingratidão. Deus abençoando e o murmurador murmurando. Apesar das suas murmurações, enquanto o murmurador murmura, Deus o está abençoando; em apenas 15 minutos de murmurações, o murmurador recebe, aproximadamente, 1.200 bênçãos, considerando que o seu coração pulsa, em média, 80 vezes por minuto, e que é Deus que mantém este pulsar ou o seu coração impulsionando sangue através das artérias e veias do seu organismo, é muita ingratidão da sua parte, murmurar enquanto ele recebe, em apenas 15 minutos, 1200 bênçãos, 80 bênçãos a cada minuto de murmurações; estas evidências mostram que Deus responde com bênçãos as nossas ingratidões, embora nem sempre compreendamos os Seus estranhos e maravilhosos caminhos. Muito daquilo que nós consideramos maldições em nossa vida, não passam de bênçãos disfarçadas de maldições, e, isto é assim, porque Deus sempre aparece em sena, na nossa vida, para transformar as nossas maldições em bênçãos. Perg. 01 – As mais finas iguarias foram providenciadas por Deus para aquele povo; o maná era considerado o pão dos anjos e cereal do céu ( Sl. 78:24 e 25 ) e, foi este maravilhoso alimento que Deus providenciava diariamente durante 40 anos das jornadas daquele povo ingrato; nem mesmo os seus vestidos envelheceram e suas sandálias não se gastaram durante todo aquele tempo ( Dt. 29:5 ), eles tinham, literalmente, sombra durante o dia produzida pela nuvem que os acompanhava e água fresca e viva que saia da Rocha, sem falar do aconchego da temperatura amena durante a noite assim como luz em seu acampamento produzidos pela mesma nuvem que durante dia era sombra refrescante e durante a noite era o calor que precisavam para os proteger das baixas temperaturas do deserto, era, na verdade, o carinho e o amor de Um Deus que os acompanhava e, eles murmuravam; se aquele povo tivesse cultivado as bênçãos que recebiam naquele deserto, suas jornadas teriam tido o sabor de uma vida de felicidade como ante gozo da vida em Canaã, mas, eles murmuravam! Algumas curiosidades daquela época no deserto: O maná caia como o orvalho. Verso 09; tinha o sabor do azeite ( Num. 11:8 ) e de bolos de mel ( Exd. 16:31 ); sua aparência era como gotinhas de resina de casca de arvore ( Verso 07 )e, o processo de preparo está descrito em Num. 11:8, mas, o povo queria carne de panelas e, se fosse hoje, garrafas de Coca Cola e outros refrigerantes assim como os condimentos e as bebidas fores estimulantes das suas vidas passadas do Egito; enquanto Deus estava preservando a sua saúde com todo carinho, eles estavam murmurando porque não tinham como destruir o seu bem maior que é a saúde. Eles insistiram em comer carne, e, Deus, em Sua misericórdia mandou carne em quantidade de um dia de marcha sobre a terra, dois côvados sobre a terra. Verso 31. O que o Israel espiritual de Deus pode aprender deste relato ? Acho que nem é preciso responder! Somente a intercessão de Moisés fez cessar o fogo? Nem a intercessão de Moisés, nem a intercessão de quem quer que seja, nem mesmo a intercessão de Cristo, faz Deus mudar de posição em relação a nada neste Universo, Deus é Imutável, Nele não existe nem ao menos sombra de variação. Tiado 1:17;Ml. 3:6. Na economia divina tudo já estava previsto e planejado em se tratando dos Seus caminhos relacionados com o Seu trato com os Seus filhos e Seu plano de salvação, nenhuma intercessão muda Deus, Ele antecipou que houvesse intercessões e orações, mas não para mudá-Lo, mas para demonstrações do Seu amor e interesse por Suas criaturas ensinando-lhes lições através de processos, que aos nossos olhos, podem parecer fatores de mudança em Seu comportamento, mas que, na realidade, não existem estas mudanças; Todo o sacrifício da Divindade para salvar o pecador da morte eterna, prova que Este não muda, se Deus fosse mutável, não seria necessário este tremendo sacrifício. Parte de segunda feira. Pressões na liderança. Paradoxos na vida de um campeão. Moisés murmurando contra Deus e contra o povo? Parece paradoxal e inacreditável, mas foi a realidade dos fatos; todavia, devemos notar que este não era o caráter de Moisés, foi um momento de fraqueza que passou por ele em seu estado de cansaço e esgotamento e, isso é fundamental que entendamos, não são atos isolados e esporádicos de fraqueza de um cristão que definem o seu caráter, mas sim, uma somatória continua de atos que se tornam hábitos em sua vida. Parte de terça feira. Conflito familiar. Perg. 04 – Zípora ( Pardal ), mulher não feminista, mulher-mulher, preciosidade incomparável e sem preço, o seu valor somente é comparável aos valores do mundo por vir. Mirian seguiu os passos do feminismo moderno e Deus permitiu que ele colhesse as conseqüências dos seus atos, por algum processo ela ficou, repentinamente, vulnerável a lepra e dias depois Deus a curou desta maldição. Sobre a mulher etíope ( Zípora ) de Moisés, ler P.Prof. 400;4 e 5. Ela era de outra Nação mas não de outra religião, Moisés não casou em jugo desigual. Parte de quarta feira. Na fronteira. Na fronteira de Canaã da terra prometida, a estranha ordem de Deus para que o Seu povo retornasse ao deserto. Num. 14:25; esta, realmente, foi uma decisão estranha da parte de Deus, mas, devemos ler em Num. 14:2,3 e 4, e veremos que foi o próprio povo que escolheu voltar ao Egito ou morrer naquele deserto. Convém notar, também, que o plano para que se enviasse expias a Canaã, não partiu originalmente, de Deus, mas sim, do povo; ver Dt. 1:22; eles deveriam ter avançado confiantes Naquele que já tinha “expiado” a terra por eles e, que os guiaria, protegeria e os levaria sãos e salvos a terra da promessa; eles deveriam expulsar os Cananeus pelo poder de Deus que os acompanharia em suas jornadas e não pelo poder das armas, e, quem sabe, teriam evitado os conflitos e aborrecimentos que sofreram e ainda estão sofrendo lá no Oriente Médio. O Israel espiritual de Deus hoje, precisa aprender lições de que: Fora dos planos e dos caminhos de Deus somente existe regresso e aflições e que nos planos e caminhos Dele, existe progresso, paz e sucesso, mesmo nas aflições. Os sinais dos tempos do tempo final, indicam que nós, o Israel espiritual desta época final, nos encontramos na fronteira entre o deserto da vida e a Canana Celeste; haverá, por ventura, retorno ao deserto, ordenado por Deus, por causa dos murmuradores modernos e outras espécies de elementos não devidamente preparados e recebido neste Israel e que se constituem a “mistura de gente,” entre o povo de Deus e que atrasam a jornada do povo de Deus para a Canaã Celestial? Resposta: Agora, na fronteira entre o deserto e a Canaã Celeste, Deus não prolongará e nem ordenará um retorno ao deserto por causa dos egípcios que se encontram em nosso meio, murmuradores e outros elementos que se encontram entre nós; o que Ele vai fazer então? Note: Deus vai intervir drasticamente, Pessoalmente e diretamente em Sua igreja tirando literalmente, estes elementos do meio do Seu povo em uma sacudidura especial e final e, com o último remanescente, Ele terminará a Sua obra de pregação do Evangelho Eterno em todo o mundo e transportará AGORA POR VIA AEREA E EM UMA VIAGEM COSMICA ATRAVÉS DAS GALÁXIAS ATÉ O TERCEIRO CÉU ONDE SE ENCONTRA A CIDADE ETERNA E O PALACIO DA DIVINDADE E DE ONDE SOMENTE SAIREMOS PARA MAIS UMA VIAGEM COSMICA EM DIREÇÃO DESTA TERRA PARA PRESENCIARMOS A RECRIAÇÃO DESTE NOSSO VELHO PLANETA PARA SER UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA E ONDE MORAREMOS ETERNAMENTE, O SEU ISRAEL ESPIRITUAL. AMÉM! Isto será assim, porque este é o último limite da misericórdia e da graça de Deus; todas as medidas e todas a Nações deste mundo, já estão cheias e, quem sabe, transbordando, não haverá mais prolongamento e nem retirada estratégica para o deserto; DAQUI PARA FRENTE, OS NOSSOS “CLARINS” SOMENTE TOCARÃO AVANÇADA E NUNCA MAIS RETIRADA! AMÉM! Parte de quinta feira. De volta ao Egito. Assunto já comentado no conteúdo deste comentário; Que lição podemos tirar desta história dos nossos irmãos Adventistas do Sétimo Dia do deserto do Sinai em demanda da Canaã terrestre? Resp. : Não se deixar levar pela mistura de gente que está invadindo os nossos arraiais em uma suposta conversão em massa em todo o mundo; não murmurar por mais que murmurem; obedecer as ordens de Deus sejam quais forem as circunstâncias e mesmo que estas ordens pareçam estranhas, absurdas e aparentemente sem sentido. Perg. 07 – A maioria do povo do Advento hoje, tem os seus nomes nos livros da igreja, mas os seus corações se encontram nos livros do Egito, Babilônia ou de Sodoma e Gomorra. Comp.c/ At. 7:39;Apc. 11:8; “...A opinião geral é que a igreja está florescendo e que a paz e prosperidade se encontram em todas as suas “FRONTEIRAS,” A igreja deixou de seguir a Cristo, seu Guia, e, está constantemente retrocedendo rumo ao Egito.” Ver Serviço Cristão 38:5;39:1;41:1;45:1. Ob. Não acredito que estas palavras indicam que Deus rejeitará a Sua igreja Remanescente que nasceu segundo a profecia de Daniel e Apocalipse; é com esta igreja que Deus atravessará a fronteira do deserto e a levará a Canaã Celestial, mas, depois de purificada e depois de passar pela sacudidura final separando a palha do trigo e os meios grãos dos grãos inteiros, mas será esta igreja que atravessará a fronteira. Amém” (Gilson Nery ). Perg. 08 – Deus deu 40 anos de oportunidades e misericórdia para que aquele povo aprendesse as lições repletas de bênçãos e manifestações do Seu Poder e amor e se arrependessem e se preparasse para a Canaã terrestre e para a Canaã Celestial. Que agora, em plena fronteira da Canaã Celestial, o nosso coração, todo o nosso espírito, alma e corpo, estejam plenamente preparados para atravessar o “Rio Jordão” e entrar na Canaã Celestial e Sua Cidade Eterna. Amém: Por Gilson Nery B. Costa. Espírito Santo do Pinhal. E-mail gilnery@uol.com.br Tel.19-3651-1987. Estado de S. Paulo.Brasil. Classe Universitários “Por que antes de Jesus vir, as pessoas eram punidas de imediato, e hoje não?“Por que antes de Jesus vir, as pessoas eram punidas de imediato, e hoje não? As pessoas na antiguidade, como nos tempos de hoje, recebiam muitas oportunidades de Deus. Aparentemente, a punição vinha de um modo mais imediato; mas não era assim. Quando alguém era punido por seus atos, era alguém que já tinha errado várias vezes. Portanto, Deus nunca permitiu que uma pessoa fosse punida diretamente pela lei mosaica sem ter suas oportunidades de arrependimento. Como a Bíblia não registra todos os atos pecaminosos das pessoas passadas (não é esse o objetivo de Deus ao fazer a Bíblia, mas sim nos mostrar o caminho da salvação), temos a impressão de que o castigo vinha por um erro apenas, sendo que Deus sempre deu oportunidades a todos, inclusive aos pagãos. O Deus mencionado no Novo Testamento é o mesmo do Velho Testamento: Um Deus, bondoso, misericordioso, que não tem prazer na morte do impo que e perdoa os pecados: “Acaso, tenho eu prazer na morte do perverso? — diz o SENHOR Deus; não desejo eu, antes, que ele se converta dos seus caminhos e viva?” (Ezequiel 18:23). “Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei”. (Ezequiel 18:32). “Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar”. (Isaías 55:7). Não sabemos o que há no coração de uma pessoa; mas Deus sabe. Além de dar várias oportunidades, Deus via se elas tinham a disposição de permitir que o Espírito Santo efetuasse nelas a transformação. Certamente Deus foi justo em todas as suas permissões. Confiemos em Deus e em sua sabedoria em julgar. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000655 Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 1/11/2009 - Domingo
11月1日 O pecado cometido por Adão e Eva foi a relação sexualO pecado cometido por Adão e Eva foi a relação sexual. Vejamos o relato Bíblico da origem do sexo: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.” Gênesis 1:31 Note bem, no sexto dia Deus criara o homem e a mulher. Criou a sexualidade deles também. E Deus viu que tudo quanto fizera era muito bom. Algumas pessoas acham que o sexo era algo puro, mas que após o pecado degenerou-se. Esta não é a posição bíblica. Se olharmos para o propósito para o qual Deus criou o sexo veremos que não é apenas para procriação, mas sim para a alegria e felicidade humanas. O matrimônio e o Sábado são sagrados. Foram as duas instituições que Deus deixou para o bem do homem desde a criação. A orientação bíblica é que homem e mulher cheguem ao casamento virgens, e legal e religiosamente livres: solteiros, ou viúvos, ou divorciados (como parte inocente). Se vivem maritalmente quando o Evangelho os alcança, que se casem. Nenhum outro tipo de relacionamento sexual é aprovado por Deus. O casamento satisfaz as necessidades básicas de pertencer, de amar e de ser correspondido. É protegido pela sociedade e dá dignidade ao casal e aos filhos. Exige esforço e determinação para torná-lo bom e satisfatório. Nunca deve um casal pensar que seu casamento foi em erro. O segredo do êxito é manter comunhão com Cristo e decidir tornar o cônjuge feliz. Para a felicidade no casamento o amor é fundamental. Alguns acham que o sexo é o presente de casamento que Deus concede a cada casal que se casa. A procriação humana poderia ter sido planejada por Deus da seguinte maneira: o homem colocar uma “sementinha sexual” na mulher (na boca, por exemplo). Por que será que Deus ideou o sexo como o conhecemos, como algo tão íntimo? Por que Deus ama o homem. O grande prazer e satisfação trazidos pelo sexo ilustram o quanto Deus ama a humanidade e quer ver-nos felizes. Sendo que tudo o que Deus faz é bom, reconhecemos que por mais que os homens tenham deturpado esta dádiva divina, em si mesma ela não é pecaminosa, mas sim santa e pura como tudo o que Deus faz. A sexualidade possui três propósitos, que são: 1. Unidade (Gen. 2:18 e 24): Deus criou o homem e a mulher para que vivam em relação e em comunhão, porque “não é bom que o homem esteja só”. Aqui se enfatiza as necessidades sociais que são satisfeitas na relação matrimonial. Ao mesmo tempo, as necessidades físicas, psicológicas, sociais e espirituais são contempladas nessa unidade. A unidade baseia-se no amor, e é o amor que deve ser expresso na relação sexual porque “a união de dois corpos não pode produzir por si mesma o amor. Só pode expressar um amor já existente”. O sexo será o servo do matrimônio, e não seu senhor. Isso quer dizer que o caráter da pessoa amada será mais importante que seu corpo ou seus atrativos sensuais. 2. Proporcionar prazer sexual (Cantares e Provérbios); A Bíblia nos apresenta claramente este propósito da sexualidade. Especialmente os livros de Cantares e Provérbios de Salomão se ocupam desse aspecto da sexualidade que não se pode estudar separado dos outros dois propósitos. O capítulo 5 de Provérbios refere-se à vida sexual humana, e o versículo 21 deve ser entendido nesse contexto específico, quando diz: “Porque os caminhos (sexuais) do homem estão perante os olhos do Senhor, e Ele considera todas as suas veredas (sexuais)”. Deus observa o ato sexual dos cônjuges entregues ao prazer inocente designado por Ele mesmo, e o aprova; alegra-Se com o gozo puro e santo. É interessante notar que em Cantares não se faz referência á função procriadora, só a função prazenteira da sexualidade, embora os amantes não se neguem a beleza de sua própria concepção (Cantares 3:4) e nascimento (Cantares 6:9; 8:5). Richard Davidson diz que nesse livro “a união sexual ocorre com valor e significados independentes, os quais não necessitam ser justificados como meio para um fim superior (por exemplo, a procriação)”. Dito de outra maneira, o prazer sexual tem seu próprio lugar e não fica sujeito á procriação nem é controlado por ela. Não se pode perder de vista, entretanto, a integração dos três propósitos da sexualidade. “Vários estudos recentes têm analisados profundamente e demonstrado de modo conclusivo a íntima relação entre os primeiros capítulos de Gênesis e Cantares. Na ‘sinfonia de amor’ que cômica no Éden e é arruinada depois da queda, Cantares constitui uma ‘poesia do amor redimido’. Cantares é o comentário defensor de Gênesis 2 e 3; o paraíso perdido é agora um paraíso reconquistado. 3. Procriação (Gen. 1:28); O terceiro propósito para o qual foi criada a sexualidade – poderia ser o primeiro ou o segundo, já que a ordem na qual foram colocados neste livro não indica hierarquia, mas enumeração – é o que nos permite concretizar num filho ou numa filha a unidade baseada no amor gostoso e prazenteiro. Em Gênesis 1:28, Deus diz a Adão e Eva : “ Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra.” Essa ordem é anterior à queda no pecado e, logicamente, traz implícita a ordem: “Usem sua sexualidade para trazer crianças ao mundo e povoar a Terra.” Assim o uso imediato da sexualidade nos começo da humanidade foi com o propósito de que o primeiro casal constituísse uma família. Nada tinha a ver com o primeiro pecado cometido por Adão e Eva. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000777 Por que nascem deficientes físicosPor que nascem deficientes físicos A doença, o sofrimento e a morte são conseqüência do pecado do homem (Gênesis 3:17, 18). Quando Adão e Eva desobedeceram a Deus e obedeceram ao diabo, transferiram para o diabo o domínio deste mundo. O diabo passou a ser o príncipe deste mundo (João 14:30). O diabo disse a Jesus que era dono da glória deste mundo "porque ele me foi entregue" (Lucas 4:6) e Jesus concordou. Deus é amor (I João 4:8) e Ele só nos dá coisas boas (Tiago 1:17; Mateus 7:9-11). Deus permite que o homem sofra as conseqüências de suas escolhas erradas. O alcoólatra pode ter cirrose hepática, o fumante morrerá de câncer do pulmão ou de enfisema pulmonar, e etc. Por outro lado, o diabo conhece as leis físicas do mundo e pode manipulá-las com o intuito de causar destruição (tempestades, terremotos, etc.). A degeneração da raça humana, depois de tantos séculos de pecado, dá lugar a deformidades físicas e mentais congênitas. O cristão tem a promessa de que não ficará sozinho no vale da dor e da aflição (Salmo 23:4, Mateus 28:20, João 16:33). Por outro lado, Deus estabelece limites ao diabo (I Coríntios 10:13). O apóstolo Paulo chama a tribulação de "leve e momentânea" (II Coríntios 4:17) porque em breve terminará quando Jesus voltar e criar novo céu e nova terra (Apocalipse 21:1-4). Jesus veio buscar e salvar o perdido (Lucas 19:10) e para destruir as obras do diabo (I João 3:8). Deus promete que o homem vai recuperar o domínio perdido (Miquéias 4:8) e que Seus gemidos terão um fim (Romanos 8:18-23). Na verdade, devemos exultar porque a nossa redenção se aproxima (Lucas 21:28). Este mundo, cheio de tristeza e de misérias, não é o lugar de nossa recompensa, de nossa felicidade total, e devemos nos considerar estrangeiros e peregrinos sobre a terra (Hebreus 11:13). Estamos em viagem para a Nova Terra, a herança que Deus nos promete em Cristo. Esta é a nossa esperança e a nossa certeza de salvação em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador (Tito 2:13). FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000777 Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 31/10/2009 - Sábado
10月30日 OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAÇÃO!!!OS DEZ MANDAMENTOS OU A LEI DE DEUS E A SUA CONTRAFAÇÃO!!!
Você pode resumir Os Dez Mandamentos em apenas dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a você mesmo (MARCOS 12:29-31). Ainda mais, transformá-lo em apenas um: DEUS É AMOR (1 JOÃO 4:8 e 16). Você só não pode deixar de obedecer como Ele mandou e deseja que seja obedecido. Não pode ser da maneira que você quer obedecer. A doutrina é de Deus e não dos homens. Lembre-se de que Ele é o Criador e nós somos suas criaturas. Mudando a Sua Lei você não reconhece Deus como Pai e Criador (DANIEL 8:12), mas atribui e aceita aquele outro anjo caído – (satanás) – como pai e criador. Leia I JOÃO 3 (Deus é Pai e é santo. Seus filhos são também santos – Os filhos de Deus e os filhos do Maligno – O amor aos irmãos e o ódio ao mundo). Pense nisto! -- Adams Roberto Santos Lembra-te do dia do sábado, para o santificar ...Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. 12 Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 13 Não matarás. 14 Não adulterarás. 15 Não furtarás. 16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. 18 Ora, todo o povo presenciava os trovões, e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte a fumegar; e o povo, vendo isso, estremeceu e pôs-se de longe. 19 E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos. 20 Respondeu Moisés ao povo: Não temais, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis. 21 Assim o povo estava em pé de longe; Moisés, porém, se chegou às trevas espessas onde Deus estava. 22 Então disse o Senhor a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que do céu eu vos falei. 23 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata, ou deuses de ouro, não os fareis para vós. 24 um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas e os teus bois. Em todo lugar em que eu fizer recordar o meu nome, virei a ti e te abençoarei. 25 E se me fizeres um altar de pedras, não o construirás de pedras lavradas; pois se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás. 26 Também não subirás ao meu altar por degraus, para que não seja ali exposta a tua nudez. PENSE NISTO: Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Adams Roberto Santos LEMBRA-TE... DO DIA DO SÁBADO, PARA O SANTIFICARLEMBRA-TE...
PRIMEIRO DIA DA SEMANA = DOMINGO SEGUNDO DIA = SEGUNDA-FEIRA TERCEIRO DIA = TERÇA-FEIRA QUARTO DIA = QUARTA-FEIRA QUINTO DIA = QUINTA-FEIRA SEXTO DIA = SEXTA-FEIRA SÉTIMO DIA = REPOUSO = SÁBADO LEMBRA-TE... GÊNESIS... Gênesis Capítulo: 2 1 Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército. 2 Ora, havendo Deus completado no dia sétimo a obra que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera. 3 Abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que criara e fizera. ÊXODO... Êxodo Capítulo: 20 1 Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2 Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim. 4 Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. 7 Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão. 8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; 10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou. ISAÍAS... Isaías Capítulo: 66 21 E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, diz o Senhor. 22 Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz o Senhor, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. 23 E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor. 24 E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne. APOCALIPSE... Apocalípse Capítulo: 1 1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo seu anjo, as notificou a seu servo João; 2 o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu. 3 Bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo. Apocalípse Capítulo: 12 17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus. Apocalípse Capítulo: 14 6 E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, 7 dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. 8 Um segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. 9 Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, 10 também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. 12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Crês tu em Jesus? João Capítulo: 9 35 Soube Jesus que o haviam expulsado; e achando-o perguntou-lhe: Crês tu no Filho do homem? João Capítulo: 11 26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto? João Capítulo: 14 10 Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, é quem faz as suas obras. Atos Capítulo: 8 37 [E disse Felipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.] Tiago Capítulo: 2 19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem. Depois de lê os textos acima e meditar bem, agora responda com sinceridade de coração. Eu não quero a sua resposta, mas Ele, Jesus Cristo, gostaria de ouvir o que você vai responder. Qual é o verdadeiro Dia do Senhor? O Sábado ou o primeiro dia da semana? Pense nisto! -- Lição 6 - Disposições para o futuro - Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora Brasileira
Leituras da semana: Nm 15; 2Co 2:15, 16; Gl 3:26-29; Ef 5:2; Cl 3:11 No começo de Números 15, as cenas de tumulto e rebelião, vergonha e derrota (nas mãos dos amalequitas e cananeus) já estavam no passado. O povo havia aprendido, da maneira mais difícil, o sofrimento que traz a desobediência. Desta feita, o povo estava de volta à jornada no deserto pela qual havia começado. E foi nesse momento que o Senhor Se comunicou com Moisés no começo do capítulo: “O Senhor disse a Moisés: Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que lhes dou para sua habitação, ...” (v. 2, NVI). Apesar do grande retrocesso, a promessa ainda era certa: Deus levaria Seu povo para a Terra Prometida. Sobre isso não havia dúvida! Da mesma forma, nos deparamos com algumas instruções especiais, dadas ao povo escolhido de Deus. Embora as circunstâncias sejam diferentes, embora as ordens sejam específicas, as lições e princípios espirituais não foram dados só para eles, mas também para nós.
Gratidão 1. Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? Nm 15:1-10, 18-21 O termo hebraico traduzido como “manjares/cereais” é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de Deus nos campos e colheitas (veja Dt 8:18). No contexto de Números 15, essas orientações realmente levavam para a geração mais jovem a promessa de que um dia plantariam campos de trigo, cevada e outros grãos em seu novo lar em Canaã. Com as próprias mãos, eles plantariam vinhas nas colinas e cultivariam oliveiras e outras árvores que produzissem frutos como figos e romãs. Em outras palavras, essas ofertas sem derramamento de sangue ajudavam a lhes apontar as bênçãos materiais que seriam suas caso permanecessem fiéis. Sem dúvida, todos esses pensamentos estavam envolvidos nos sacrifícios ao Senhor, que ajudavam a lhes apontar dia a dia a terra da promessa que os aguardava. 2. Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2 Por mais difíceis que fossem as coisas naquele momento, o Senhor queria que Seu povo cultivasse uma atitude de louvor e gratidão pelo que fizera e prometia fazer por eles no futuro. Não devemos fazer o mesmo?
O estrangeiro em sua terra Uma das ideias mais radicais do Israel antigo era sua atitude para com os estrangeiros, os que não pertenciam a sua herança ou fé.3. Quais mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? Nm 15:14-16. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? Gl 3:26-29; Cl 3:11 O estrangeiro era alguém que, habitando entre os israelitas, aceitava plenamente a fé e, no caso dos homens, era circuncidado conforme a lei. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. “A mesma lei” ou “ordenança” se aplicará tanto “a vocês como ao estrangeiro residente” (Nm 15:16, NVI). A mesma lei e ordenança se aplicará tanto a vocês como ao estrangeiro residente. Admirável inclusividade! 4. Na oração de dedicação, oferecida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a Deus com respeito aos não israelitas? 1Rs 8:41-43. O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo? Is 56:6, 7 Quando se considera todo o propósito de Deus ao chamar Seu povo e estabelecê-lo na Terra Prometida, esses textos são perfeitamente lógicos. Israel precisava manter seus ensinos e verdades distintivas, ensinos e verdades que os tornavam representantes especiais de Deus a um mundo pagão. Mas, ao mesmo tempo, eles precisavam ser abertos e receptivos aos pagãos que quisessem aprender sobre seu Deus e segui-Lo. De muitas formas, nossa igreja hoje deve fazer a mesma coisa. Temos verdades específicas para ensinar ao mundo, verdades que precisamos guardar e proteger, mas, ao mesmo tempo, precisamos estar dispostos a receber aqueles que buscam conhecer o Senhor e Sua mensagem para este tempo.
Pecados de ignorância Devemos ter em mente que a geração mais jovem à qual Deus estava Se dirigindo neste capítulo (Números 15) nasceu em escravidão. Assim, os israelitas foram influenciados pela cultura egípcia que os cercava, bem como por seus pais que, como escravos, também haviam sido influenciados por aquela mesma cultura. Consequentemente, havia muita coisa ruim que os israelitas precisavam desaprender e muitas coisas novas e boas a aprender. 5. Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma “oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro”? Nm 15:22-27 A oferta pelo pecado expiava o erro da congregação. As ofertas queimadas representavam a renovação da consagração do povo perante Deus. É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas “sem querer” eram consideradas “pecado” e precisavam ser corrigidas. 6. Como a pessoa obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? Nm 15:27-29 “Há os que já experimentaram o amor perdoador de Cristo, e que desejam realmente ser filhos de Deus, contudo reconhecem que seu caráter é imperfeito, sua vida faltosa, e chegam a ponto de duvidar se seu coração foi renovado pelo Espírito Santo. A esses eu desejo dizer: Não recuem em desespero! Muitas vezes, teremos de nos prostrar e chorar aos pés de Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por Deus. Não! Cristo está à destra de Deus, fazendo intercessão por nós. Diz o amado João: ‘Estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo’” (1Jo 2:1; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 64).
Pecados de desafio 7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como atuava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? Nm 15:30, 31 A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são tomados com muita seriedade pelo Senhor. Em casos como esse, de fato, os que mais tarde se desculpam, frequentemente o fazem só por haverem sido apanhados, mas não estão arrependidos pelo pecado em si. Contra essa dureza de coração, o que o Senhor pode fazer? O pecado deve ser objeto de verdadeiro arrependimento antes de ser perdoado.8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em Números 15:32-36? Que lição espiritual podemos tirar disso? Deve ter sido difícil para um grupo de israelitas apedrejar até a morte um de seus membros. Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Talvez Ele também quisesse lhes mostrar a natureza corporativa de sua comunidade, e que aquilo que eles faziam influenciava os outros ao seu redor. O que cada um fazia, individualmente, ainda afetava o bem-estar de todos. Afinal, não fora por causa das queixas de algumas pessoas que o acampamento inteiro tivera que sofrer permanecendo no deserto? Como cristãos, precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal. Enquanto isso, embora na teocracia do antigo Israel, frequentemente a morte viesse imediatamente, não devemos nos enganar. Embora não sejamos atingidos imediatamente pela morte no desafio, não significa que um dia não vamos colher a recompensa.
Borlas azuis Se você já viu algum judeu ortodoxo, pode ter notado que, debaixo da camisa, eles vestem alguma coisa com borlas brancas. A origem disso é encontrada aqui, na Bíblia.9. O que o Senhor instruiu Moisés a ensinar que todos os israelitas prendessem em suas vestes? Nm 15:38 Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática usual entre os povos antigos do Oriente Médio, e Deus adotou essa prática. A “franja” (KJV) ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha (“ribband” KJV) azul. O moderno manto de oração tem quatro borlas – uma em cada canto, presa em um laço tradicional com linhas brancas e azuis. 10. Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas Deus queria que os israelitas se lembrassem? Nm 15:39-41 O verbo lembrar-se aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de Deus, e ser santos a Deus (v. 40). Quando tentados a seguir outros deuses – adultério espiritual – o azul nas borlas os chamaria de volta à lealdade jurada a Deus, o Deus que tirara a nação da escravidão egípcia (v. 41). Aparentemente, mesmo com a presença tão marcante de Deus entre eles, o Senhor queria lhes dar algo ainda mais imediato para ajudá-los a se lembrar do que precisavam fazer. Embora hoje não usemos borlas, temos algo ainda mais poderoso: a cruz de Cristo, que sempre deve trazer à nossa mente o preço do pecado, o custo de nossa redenção e a promessa de salvação a todos os que, pela fé, confiam nos méritos de Jesus e que seguem “a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).
Estudo adicional “Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a graça segundo nos é dada a conhecer através dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de Deus ao revelar em nós mesmos a atuação de um poder que é divino. Cada indivíduo tem uma vida diversa da de todos os outros, uma experiência que difere essencialmente da sua. Deus deseja que nosso louvor a Ele ascenda, com o cunho de nossa própria individualidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando confirmados por uma vida semelhante à de Cristo, possuem irresistível poder, eficaz para salvação das pessoas” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 347). Perguntas para reflexão 1. Que princípios importantes podemos tirar da citação acima, de
Ellen G. White? Como você entende a ideia de que, mediante uma “vida
semelhante à de Cristo”, nosso louvor a Deus pode ser uma influência
poderosa para a salvação de outros? Resumo: Embora a primeira geração tenha sido condenada a vagar pelo deserto até morrer, o Senhor encorajou Seus filhos a esperar ansiosamente pela vida em Canaã. Por causa disso, o Senhor deu aos israelitas instrução adicional a respeito dos sacrifícios, uma atitude pelos estrangeiros que se convertiam à fé, como lidar com os pecados de ignorância e pecados de aberto desafio e, finalmente, o uso de borlas azuis para as vestes a fim de lembrá-los dos mandamentos de Deus e que sua obediência constituía o caminho único para a felicidade verdadeira. Respostas Sugestivas: Pergunta 1: Farinha, azeite e vinho. Representavam o reconhecimento das bênçãos de Deus. Lição 6 - Disposições para o futuro - Auxiliar Para Lição da Escola Sabatina - Casa Publicadora BrasileiraA Lição em resumo TEXTO-CHAVE: Ezequiel 20:18, 19 O aluno deverá...
ESBOÇO DO APRENDIZADO
II. Sentir: A importância da experiência individual
III. Fazer: Oferecer a vida a Cristo, um aroma agradável
Resumo: Podemos ser sempre agradecidos porque nosso Deus é um Deus de ordem e detalhe tanto em misericórdia como em justiça. CICLO DO APRENDIZADO
O antigo tele-evangelista Jim Bakker conta o que aconteceu logo depois de seu livramento da prisão: “Quando fui transferido para minha última prisão, Franklin [Graham] disse que queria me ajudar quando saísse – com um emprego, uma casa em que morar e um carro. Foi meu quinto Natal na cadeia. Pensei cuidadosamente nisso e disse: ‘Franklin, você não pode fazer isso. Isso vai lhe prejudicar. A sua família não precisa da minha bagagem.’ Ele olhou para mim e disse: ‘Jim, você foi meu amigo no passado e é meu amigo agora. Se alguém não gostar disso, está procurando briga.’ “Então, quando saí da cadeia, os Graham me apadrinharam, pagaram uma casa para eu viver e me deram um carro para dirigir. No primeiro domingo fora, Ruth Graham ligou para o Exército de Salvação, a meio caminho da casa em que eu estava vivendo e pediu permissão para que eu fosse com ela à Igreja Presbiteriana de Montreat naquele domingo de manhã. Quando cheguei lá, o pastor me deu boas-vindas e me encaminhou para um assento junto à família Graham. Havia quase duas fileiras inteiras de bancos da família – acho que todos os tios e primos de Graham estavam lá. O órgão começou a tocar, e o lugar estava cheio, a não ser por um assento perto de mim. Então, as portas se abriram e Ruth Graham entrou. Ela caminhou por aquele corredor e sentou perto do preso 07407-058. Eu estava fora da cadeia havia só 48 horas, mas ela disse ao mundo naquela manhã que Jim Bakker era seu amigo” (“A Reeducação de Jim Bakker”, Christianity Today, 7 de dezembro de 1998, citado em Perfect Illustrations For Every Topic and Occasion [Wheaton, Ill.: Tyndale House Publishers, Inc., 2002], p. 182, 183).
COMENTÁRIO BÍBLICO I. Gratidão Enquanto algumas religiões consideram que o corpo é algo a ser desdenhado ou de que devemos escapar, o cristianismo considera o corpo e todos os aspectos físicos da criação como dons de Deus sobre os quais somos nomeados Seus gerentes (mordomos). As promessas de Deus assumem dimensões físicas: terras, riquezas materiais e saúde física. Portanto, não devemos nos surpreender de que as expressões humanas de gratidão pelos dons de Deus assumam também dimensões físicas. Os sacrifícios que reconheciam a graça de Deus eram coisas que se podia tocar, cheirar e saborear. As leis quanto às ofertas de ações de graças continham oculta uma promessa de prosperidade e sucesso futuro. Mesmo que em suas caminhadas pelo deserto eles não tivessem pronto acesso a óleo, farinha e suco de uva, que representavam a produtividade de uma população estabelecida, viria o tempo em que Deus cumpriria Suas promessas, apesar da deslealdade deles. Pense nisto: Quando ouvimos uma apelo para a oferta, somos tentados a pensar: Ah! Já vêm eles querendo meu dinheiro? Como nossa atitude mudaria se reconhecêssemos que a saúde física e as riquezas materiais são dons imerecidos confiados a nós por um Deus que perdoa misericordiosamente nossa deslealdade? II. O estrangeiro dentro de suas portas Quando o coração humano reconhece a profundidade da misericórdia de Deus e aceita o perdão que Ele oferece livremente, a resposta imediata é agradecer a Deus por tudo o que Ele fez. A parte seguinte de nossa resposta à graça envolve nossos semelhantes. Se Deus nos perdoou – e até mesmo o “menor” pecado é digno de condenação eterna – que direito temos nós de nos elevar acima de nossos semelhantes? Podemos fazer isso corretamente com base na cor da pele, extensão das posses materiais, língua, conexões familiares ou alguma outra característica superficial? Não é verdade que eu estou naturalmente mais perto de uma pessoa com um tom de pele contrastante que compartilha meu compromisso com Jesus de que estou de alguém com tom de pele idêntico ao meu mas que rejeita o Senhor? Então, a base fundamental para aceitar os outros é que todos estamos igualmente relacionados com Deus; mas também existe um propósito evangelístico. O mundo equipara desempenho e status com aceitação. Na economia baseada no pecado, desenvolvida por Satanás, essa visão equivocada foi responsável por dor desnecessária e problemas psicológicos que são resultado de exclusão. O evangelho oferece inclusão a todos os que vierem, não importando seu desempenho passado ou status mundano. Em Cristo, todos são alguém! Pense nisto: Que passos da vida real posso dar para praticar a aceitação daqueles que não são como eu, até mesmo daqueles que me ofenderam? III. Pecados de ignorância, pecados de desafio Nestes textos, como mostra Números 15:22-36 Deus estabelece um princípio de lei que se reflete nas leis das nações modernas ainda hoje. Para se estabelecer o grau de culpabilidade de alguém, são considerados os motivos e a atitude. Jesus expôs o mesmo princípio na parábola dos servos, registrada em Lucas 12. Por exemplo, se uma pessoa distraída atropela e mata outra pessoa, é condenada por homicídio culposo. Mas se o acusador puder demonstrar que o motorista atropelou intencionalmente o falecido, o motorista será culpado de homicídio doloso. Note que, em ambos os casos, foi cometido um crime. No entanto, o castigo, no segundo caso, será maior que no primeiro. O pecado, intencional ou não, sempre exige expiação, mas ai daquela pessoa que se opõe arrogante e desafiadoramente a Deus. Pense nisto: Quando chegam as contas do pecado, não é só o pecador que é cobrado, mas a família e os amigos também são. Como isso nos deve afetar quando somos confrontados com a tentação?
Atividade: Na Bíblia, Deus usou ilustrações muito simples do mundo físico para ensinar conceitos e princípios espirituais. Esses são comuns em certos livros, como Jeremias, Ezequiel e Zacarias. Jesus fez uso extensivo do mundo físico para explicar o reino espiritual. Por exemplo: Ele poderia ter falado, apenas, e curado o cego, mas Ele fez uma massa de barro e a aplicou sobre os olhos do homem. Deus sabe que existe uma dimensão da personalidade humana que entende e sente melhor o reino espiritual quando são usados elementos do mundo físico para ensinar conceitos espirituais, por mais simples que sejam as ilustrações. Entregue uma folha de papel sulfite a cada um dos seus alunos. Sugira que todos imitem o que vai fazer. Explique que Deus nos criou perfeitos e quer que sejamos felizes. Agite o papel ao ar e convide a classe a celebrar, fazendo as folhas “cantarem” porque a vida cristã é feliz. Mas o pecado macula nossa vida. Vagarosamente, amasse seu papel, fazendo dele uma bola, enquanto menciona diversos exemplos da destruição que o pecado provoca (vícios, pecado sexual, mentira, orgulho, etc.). Mas Jesus Cristo nos renova. Ele pode perdoar os pecados. Desamasse agora a folha, tentando restaurá-la ao estado original. Deus renova e transforma nossa vida, que deixa de ser uma massa disforme e é renovada em Cristo. Agite agora a folha de papel. Perceba que, embora recuperada, a folha não mais “canta”. O pecado deixa em nós suas cicatrizes. Pergunte à classe se existe algum pecado que Deus não pode perdoar. Se Deus pode curar ou reformar nossa vida depois que a arruinamos com más escolhas, por que ficam cicatrizes? Essas só deixarão de existir na glorificação.
(1) Procure alguém que o ofendeu, e ofereça-lhe o mesmo perdão que Deus estendeu a você. |
|
|