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11月25日 Justiça determina nova data do Enem para alunos judeusJustiça determina nova data do Enem para alunos judeus O
desembargador federal Mairan Maia, do Tribunal Regional Federal da 3ª
Região (TRF-3), determinou que o Ministério da Educação (MEC) fixe uma
nova data de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio 2009 (Enem)
para que 22 estudantes judeus do Colégio Iavne, no bairro dos Jardins,
em São Paulo, possam fazer a prova. O Enem está marcado para 5 e 6 de
dezembro. Sua primeira prova cairá num sábado, dia do Shabat, sagrado
para os judeus, no qual eles não podem fazer nenhuma atividade secular.
O MEC informou que pretende manter a realização do Enem nas datas
pré-estabelecidas e recorrerá da decisão em instâncias superiores.Atualmente, todos os alunos cuja religião preserva os sábados como dia de descanso têm a alternativa de fazer a prova em horário especial. Esses estudantes devem chegar às 12h ao local de avaliação estabelecido, onde permanecem confinados até o pôr do sol, quando começarão a fazer o exame. Na opinião de Rogério Terra, advogado que representou o colégio na ação, essa opção oferecida pelo MEC é paliativa. Para Terra, ela seria uma piada de mau gosto: "Isso viola o princípio da dignidade da pessoa humana", diz. "Depois de ficar seis horas olhando para o teto, o aluno não poderá competir em condições de igualdade com os outros estudantes." A decisão do desembargador federal Mairan Maia é inédita no TRF-3. Ela poderá abrir precedente para determinações posteriores, em benefício de outros alunos sabatistas. Na opinião do desembargador, não há sociedade livre sem liberdade de crença religiosa. Segundo ele escreveu no texto da sua decisão: "Incumbe ao Estado, ao planejar e ao executar as tarefas que a Constituição lhe atribui, como por exemplo, promover a educação, observar e respeitar a liberdade de crença e a pluralidade de crenças religiosas entre seus integrantes." A decisão do desembargador não prevê, em caso do seu não cumprimento, nenhuma ação punitiva ao MEC. Porém, se o ministério demorar muito ou não atender o pedido da justiça, o advogado Rogério Terra pretende entrar com uma petição, solicitando um prazo para o órgão acatar a decisão, sob pena de multa e de responsabilidade administrativa. Terra explicou também que, caso o MEC não atenda a determinação, os alunos do colégio não farão o exame no sábado. O Iavne ainda avalia se os estudantes iriam ou não à prova de domingo. A ação judicial impetrada pelo colégio havia sido negada em primeira instância. Foi após ter seu pedido indeferido na 16ª Vara Cível de São Paulo que o Iavne recorreu ao TRF-3. (O Globo) Nota: Dia 8 de dezembro é o feriado católico em homenagem à Nossa Sra. da Conceição. Cai numa terça-feira e a empresa em que trabalho não poderá ter expediente, por força de lei. Algumas religiões são mais iguais que outras...[MB] PROFECIAS PARA O TEMPO DO FIM
Louvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da ApostasiaLouvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da ApostasiaLouvor, Adoração e Espiritualidade. Peças do Quebra Cabeça do Ômega da Apostasia Pr. Joaquim Azevedo Neto, Ph.D. Professor de Línguas Bíblicas e Antigo Testamento do SALT-IAENE, Bahia Editor da revista Hermenêutica Coordenador do Centro de Pesquisa de Literatura Bíblica
Para uma melhor compreensão do termo Ômega, o qual aparece nos
escritos do Espírito de Profecia, temos que considerar o tema do
selamento. Quem é que sela? E por que sela? Podemos entender,
fundamentados em Efésios 1:13 e 4:30, que o Espírito Santo é quem sela
para a redenção. Em Ap 7:1-4 (veja também Ez 9:1-6) o anjo sai a selar
o povo de Deus antes, durante e depois da sacudidura preparando-os para
o alto clamor e o fechamento da porta da graça. Portanto, a função do
Espírito Santo é fundamental nos últimos dias desta geração.
Assim podemos acertadamente dizer que o Inimigo das almas tentará
neutralizar a obra do Espírito Santo na vida do remanescente. Essa
tentativa satânica é a substituição do Espírito verdadeiro pelo falso.
Desde a sua queda no Céu, Satanás assim tem trabalhado, mas seus
esforços serão mais intensos nos últimos dias. Essa tentativa de
substituição pode ser parte do Ômega. Apresentarei detalhes a seguir
que corroboram com esta asserção.
Da mesma maneira como o alfa da apostasia no tempo do Dr. Kellogg era
relacionado com a natureza de Deus (panteísmo), anulando assim o
trabalho de Deus na vida do crente, o qual é a obra do Espírito Santo;
assim é de se esperar que o Ômega, contenha esse mesmo elemento de
engano,[1]
isto é, a tentativa de anular a obra do Espírito Santo para que o
remanescente não seja selado e preparado para enfrentar os últimos
eventos da história desta terra.
Conseqüentemente, esse é um estudo introdutório à ampla produção
literária da IASD e por outros autores mencionados na bibliografia
deste estudo. Portanto, diante da expressiva quantidade de publicações
referentes ao tema proposto, a objetivação deste estudo é permitir uma
re-análise das informações obtidas até o momento por muitos. [1]
Jesus disse “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último...” Os
próprios títulos “Alfa” e “Ômega” da apostasia podem ser uma indicação
da imitação que o inimigo quer fazer da verdade, isto é, tomar o lugar
que só é dado a Cristo. Satanás sempre quis ser como Deus, tomando
sobre si os Seus atributos de poder e deixando de lado os atributos
relacionados como o amor. Satanás dizia no seu coração “. . . serei
semelhante ao Altíssimo,” (Is 14:14). O que significam essas ditas ‘aparições de Maria’ em janelas e vitrais?O que significam essas ditas ‘aparições de Maria’ em janelas e vitrais? O Apocalipse descreve alguns seres humanos que estão no céu, mas não menciona Maria. Em diversos lugares a Bíblia apresenta que o único Mediador entre Deus e os homens é Jesus. “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:5) . “Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas”. (Hebreus 8:6). “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados”. (Hebreus 9:15). “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1). “Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. (Hebreus 7:25). Entretanto mesmo assim algumas pessoas proclamam que Maria ascendeu ao Céu, onde ela estaria atuando como advogada ou nossa conciliadora para com Deus. Ensina-se ainda que como advogada e amiga dos pecadores ela é mais acessível do que o próprio Cristo, pois ela se coloca entre a miséria da pessoa e a misericórdia de Cristo. Sendo assim, de acordo com este ensinamento, a intercessão de Maria seria então o meio mais seguro de atingir a graciosa mão de Deus. Essa é uma crença que não conta com o aval da Bíblia, nem dos apóstolos ou do próprio Cristo. Primeiramente porque "ninguém subiu ao céu, senão Aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do homem" (São João 3:14). Os salvos somente serão introduzidos no reino celestial (inclusive Maria) após a volta de Jesus em glória e majestade a Terra (S. Mateus 25:31 e 32), e isso ainda não ocorreu. Hebreus 4:14 a 16 declara que o nosso Mediador Celestial é Jesus Cristo. “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”. (Hebreus 4:14-16). A Bíblia não chama Maria de "Mãe de Deus", nem diz que ela concede graça aos homens. Ela se considerava uma pecadora que precisava de um Salvador, assim como todos nós. Quando orou, ela disse: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador" (Lucas 1:46,47). Maria foi uma mulher digna e um exemplo de mãe virtuosa. O modo como criou seu filho Jesus atesta de seu amor, dedicação, carinho e sabedoria. Lemos em Lucas 2:52 - "E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens". Entretanto apesar de sua obra grandiosa e do seu maravilhoso caráter, Maria não pode ser objeto de veneração nem tem qualquer poder intercessório. O que podemos e devemos fazer com cristãos é conhecer e imitar essa mulher extraordinária que foi escolhida para ser a mãe de Jesus. Maria dorme o sono da morte, na sepultura. Como qualquer um que já morreu, ela não pode “aparecer” aos vivos. Infelizmente o diabo tem usado esse “truque” de se fazer passar por pessoas que já morreram para enganar os seres humanos. Fez isso muitas vezes no passado, inclusive imitando o falecido profeta Samuel (I Samuel 28). Toda essa polêmica criada em torno do assunto das supostas “aparições” serve apenas para iludir aqueles que não estudam a palavra de Deus diligentemente. E, é claro, espalhar o erro na tentativa de suplantar a verdade cristalina da mortalidade da alma. Que esses sinais sirvam de advertência para permanecermos firmes, pois o diabo, nesse tempo do fim, fará proezas para enganar, se possível, os próprios eleitos. FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000952 Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 25/11/2009 - Quarta
Lição 09 - O Pecado de Moisés e Arão
Lição 09 - O Pecado de Moisés e Arão (Números 20 e 21) Introdução: Você já teve algum período na tua vida no qual você sentiu que tinha uma desculpa para pecar? Você tem tantas coisas acontecendo errado que é fácil escorregar e cair? Você se desapontou quando um líder espiritual no qual você confiava caiu em pecado? Você tem um padrão diferente para você e para os teus líderes? Deveria ter? Nossa lição desta semana é a respeito de um líder que caiu durante um período difícil em sua vida. Vamos mergulhar para dentro da nossa lição e aprender mais! I. Problemas em Família A. Leia Números 21:1. O texto começa com “no primeiro mês”. O primeiro mês do que? Eles estavam no deserto por décadas! (Lembre-se que em Números 14:32-34 Deus sentenciou aqueles que não confiaram nEle e que se recusaram a entrar em Canaã e peregrinar por quarenta anos no deserto e morrer lá. Números 33:38 sugere que os quarenta anos que lhes foi dito que passariam peregrinando no deserto estavam no fim. Provavelmente este é o primeiro mês de seu quadragésimo ano de peregrinação.. 1. Você acha que Moisés esperava que sua irmã Miriã morresse? (Sabemos que ela era mais velha do que Moisés porque ela o vigiou quando ele foi colocado em um cesto no rio Nilo para salvar a sua vida. (Êxodo 2:1-4.) Talvez ela tenha sido incluída junto aos que foram sentenciados a morrer no deserto por causa de sua rebelião.) 2. Como você se sentiria se fosse Moisés? (Ela não era apenas a sua irmã mais velha, ela era parte da “equipe administrativa” dos israelitas.) B. Leia Números 20:2-5. Estes seriam a nova geração do povo. E fé deles aumentou? A sua atitude ficou melhor? 1. O que você acha da sugestão deles, que estariam melhor se tivessem morrido com a geração mais velha? 2. Por que o Egito era o ponto de referência? Por que não suplicar a Deus para que Ele os levasse rapidamente para Canaã? (Eles não tinham visão nem confiança. Pensavam que seria preferível voltar à escravidão.) C. Leia Números 20:6-8. Na tua opinião, Moisés e Arão estavam fazendo a coisa certa? (Sim, eles imediatamente se voltaram para Deus para resolver o problema.) 1. O que você pensa sobre a mensagem de Deus, que Moisés deveria “falar” à pedra? a. Leia Gênesis 1:3 e Êxodo 17:5-6. Você acha que é significante que Deus diga agora a Moisés para falar à rocha em vez de bater na rocha? (Falar é um paralelo mais preciso do poder demonstrado por Deus na Criação. Não é necessário qualquer ação física, apenas um comando verbal. Um novo nível de poder é dado a Moisés.) b. Por que Moisés precisa apanhar o seu cajado (Números 20:8), se agora ele só precisa falar? D. Leia Números 20:9-11. O que você encontra de perturbador na declaração de Moisés ao povo? Ou será que Moisés está lhes falando a verdade – que eles são rebeldes? (O primeiro problema é que Moisés parece declarar que Arão e ele produzirão a água, e não Deus. Segundo, no passado Deus havia declarado que o povo era rebelde e Moisés havia intercedido por eles. Agora, Moisés os está condenando.) 1. Embora Moisés bata na rocha em vez de falar a ela, a água sai mesmo assim. Por que isso? Por que Deus executaria um milagre mesmo quando Moisés não seguiu as instruções? (Deus honra a Moisés, embora Moisés não honrasse a Deus.) E. Leia Números 20:12. Qual é o erro de Moisés e Arão? Quando Deus diz “vocês não confiaram em Mim para honrar Minha santidade”, A que, exatamente Deus está se referindo? Que confiança, qual honra? (Deus pode criar meramente através da fala. Ele delegou este poder para Moisés – uma honra muito grande. Em vez de dar glória a Deus, Moisés não somente reclama o poder para si mesmo, mas ele bate na rocha – como se ele precisasse executar uma ação física para fazer um milagre. Moisés reclama o crédito, e faz isso agindo assim.) 1. O que você diria sobre o castigo? Ele parece severo? a. Coloque-se no lugar de Moisés. O que você argumentaria em sua defesa? (Ainda estou perturbado pela morte da minha irmã. Estas pessos estão me deixando louco – parece que elas nunca aprendem. Este foi apenas um pequeno erro.) b. Coloque-se no lugar de Deus. O que você diria a Moisés? (Toda a questão gira em torno de confiar em Mim. Como o povo pode aprender a confiar em Mim se você não confia em Mim (ao simplesmente falar)? Como as pessoas podem confia em Mim se você reclama a Minha autoridade?) c. O castigo tem algum impacto prático na questão da confiança? (Até o ponto em que as pessoas confiam (e acusam) Moisés, se é preciso que elas entrem em Canaã sem ele, compreenderão mais claramente que Deus é a fonte de sua vitória.) II. O Fim de Arão A. Leia Números 20:23-29. Coloque-se no lugar de Moisés. Sua irmã morre e, quatro meses mais tarde (Números 33:38), seu irmão morre. Quais são os teus pensamentos a respeito de Deus? Quais são os teus pensamentos a respeito da morte próxima? 1. Por que Moisés tirou as vestes de Arão? (Esta era uma passagem simbólica da autoridade do Sumo sacerdote Arão para Eleazar.) a. Que tipo de emoção você consegue ver neste processo para eles três? (Moisés pode sentir que uma parte disso é sua culpa, por ter batido na rocha. Moisés perdeu agora seu irmão e co-líder. Arão está morrendo por causa de seu pecado – e sem entrar na terra prometida. O filho compreende que o fim chegou para o seu amado pai.) b. Quando as pessoas chegam ao final de suas vidas, olham para trás e fazem julgamentos acerca das coisas. Que julgamentos Arão teria feito? c. Já ocorreram algumas situações difíceis na tua vida? Coisas que, se você analisa honestamente, tem a ver com falhas da tua parte? Como você as aceitaria? d. Leia Judas 1:9 e Mateus 17:3. Estou avançando {com o assunto} aqui, mas o que estes versos nos ensinam a respeito do amor e cuidado de Deus por nós quando passamos por situações difíceis por causa dos nossos pecados? (Não sabemos o que aconteceu com Arão, mas nos foi revelado que Deus foi mais do que justo no que diz respeito a Moisés. Ele foi levado para a terra prometida final – e imediatamente. ) e. Qual é a lição para nós? (Tanto Arão quanto Miriam (a irmã de Moisés) estavam envolvidos em rebelião. Arão era velho e esta foi uma boa maneira de morrer. Porém, levando em conta que ele morreu antes de entrar em Canaã, é uma advertência para que nós confiemos em Deus e não nos rebelemos contra Ele. Para que não levemos crédito pelo poder de Deus.) III. A Serpente A. Leia Números 21:4-6. O povo deveria ter aprendido alguma coisa com a morte de Arão? 1. Seria razoável para eles crer que as suas últimas reclamações levaram à morte de Arão e ao julgamento contra Moisés? B. Leia Números 21:7-9. Nós acabamos de aprender que quando Deus diz para fazermos alguma coisa, deveríamos fazê-la. Por que você acha que Deus ordenou a Moisés fazer a imagem de uma serpente para salvá-los? 1. Leia João 3:14-15. Se Jesus é como esta serpente, por que não fazer um cordeiro e colocá-lo em um poste? A serpente não representa o pecado? Como Jesus pode ser como a serpente? (A serpente representa o pecado. O pecados das pessoas as estavam matando. O primeiro passo para a salvação é reconhecer o teu pecado – admitir que você é um pecador necessitado da graça. Portanto, olhar para a serpente é o reconhecimento do teu pecado.) 2. Leia II Reis 18:3-5. Por que Ezequias destruiu a serpente que Moisés havia feito? (As pessoas a estavam adorando. Elas a estavam tratando como um ídolo.) a. Há uma lição nisto para nós hoje? (Precisamos enfrentar e confessar os nossos pecados. Contudo, não deveríamos mais tarde ficar “adorando” o nosso passado pecaminoso, se orgulhando dele para os outros. Nosso objetivo é confessar e abandonar o pecado, não voltar a ele.) C. Amigo, todos nós passamos por momentos difíceis. Ao invés de ficar usando esses momentos como desculpa para não confiarmos em Deus, em momentos difíceis precisamos confiar nEle ainda mais. Você vai pedir a Deus agora mesmo para te dar um espírito de confiança e gratidão e tirar o teu espírito de rebelião? IV. Próxima Semana: A "Loucura" do Profeta Direito de Cópia de 2009, por Bruce N. Cameron, J.D. Todas as referências das Escrituras são da Bíblia de Estudo na Nova Versão Internacional (NVI), editada em 2003 pela Editora Vida – São Paulo, a menos que indicado de outra forma. As citações da NVI são usadas com permissão. As respostas sugestivas encontram-se entre parênteses. As frases entre chaves { } foram acrescentadas pelo tradutor e não constam no original. Este comentário, bem como os anteriores, poderá ser encontrado, em vários idiomas, nos seguintes endereços: Inglês - http://www.gobible. org/study. php3 Português (trimestre atual) - http://www.portal. netium.com. br/iasdsf/ noticias1. htm Português (arquivo) - http://brucecameron .blogspot. com/ Francês - http://www.etudesbi bliques.net/ accueil.php Espanhol - http://www.tagnet. org/azenmarcha/ leccion/cameron/ leccion_cam. html Alemão - http://www.gobible. org/german Indonésio - http://www.gobible. org/indonesian Russo - http://holysite. narod.ru/ ss.htm Bósnio - http://www.adventis ti-bih.com/ bible.htm Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, acesse: http://br.groups. yahoo.com/ subscribe/ BruceCameron Para receber semanalmente estes comentários diretamente no teu endereço de e-mail, em formato bilíngüe (Inglês - Português), acesse: http://br.groups. yahoo.com/ subscribe/ BruceCameron_ Bilingue
Estes comentários referem-se às Lições da Escola Sabatina, publicadas em Português pela Casa Publicadora Brasileira, cujo original pode ser encontrado semanalmente em: http://www.cpb. com.br/htdocs/ periodicos/ les2009.html Tradução: Levi de Paula Tavares 11月24日 O homem é monógamoO homem é monógamo Como
criacionista, minha maior discórdia com os que advogam a macroevolução
não resulta das diferenças diametrais entre as conclusões morais
consequentes de cada uma dessas duas cosmovisões (tratarei dessas
diferenças no fim do texto). Minha maior incompatibilidade com eles,
incompatibilidade que por vezes beira a aversão, é de natureza
argumentativa. Mais especificamente me refiro a um tipo de artifício
por eles empregado ao formularem suas ideias. Como a evolução é aceita
hoje como um fato, qualquer explicação que a tenha como partida
apresenta boa possibilidade de ser aceita como verdade. A psicologia
evolutiva é um caso típico – e escabroso.Dia desses, eu falava a um amigo que não existe melhor ocupação que a de psicólogo evolutivo: não é preciso lá grande rigor técnico, basta que sua formulação, embora sem bases epistêmicas, apresente alguma coerência – e voilá! – o dogma evolucionista oferece o alicerce de justificação teórica, e a proposição psicológico-evolutiva ganha espaço em jornais, blogs e revistas. Essa distorção lembrou minhas aulas de Metodologia Científica. Nosso professor era taxativo: “Lembrem-se sempre disso! Escrevam-no na testa e nas mãos! Em pesquisa científica, deve-se privilegiar o árido método em detrimento da aconchegante hipótese, mesmo quando aquele invalida essa!” Bingo, saudoso mestre! Por isso, surpreende-me às vezes que um biólogo macroevolucionista busque testar suas hipóteses a partir de um estudo objetivo de campo em vez de tecer ilações a partir dos pressupostos do naturalismo filosófico contrabandeado no bojo da ciência. Em outubro de 2005, o famoso zoólogo Desmond Morris, autor de livros como O Macaco Nu, falou ao jornalista Luis Amiguet, do La Vanguardia, na cidade de Barcelona. Seguem alguns trechos da entrevista traduzida e publicada na Folha On-Line (os destaques em negrito são de minha iniciativa): LV: [O senhor] não tentou a poligamia habitual entre nossos irmãos primatas? Morris: O homem na realidade é monógamo. LV: Mesmo que guarde sua monogamia em segredo? Morris: Você crê que é uma ironia, mas acaba de dizer uma grande verdade. Em muitas culturas o poderoso é obrigado a ser polígamo, porque a posse de muitas esposas é um sinal de status. Mas embora haja muitas concubinas sempre existe uma favorita: isso em pureza zoológica se chama monogamia. LV: Ou seja, essa história de “duas mulheres ao mesmo tempo” é biologicamente improvável. Morris: Pode haver duas mulheres ao mesmo tempo, mas na realidade há uma esposa e a outra. Sempre há uma que é A mulher. A outra tem um papel secundário que complementa mais ou menos o homem, mas seu investimento emocional, o homem o realiza só em uma mulher, uma companheira, embora :seja claro que esse lugar prioritário em seu afeto e sua economia possam ser ocupados por diversas mulheres sucessivamente. LV: Por que somos seres de uma só mulher? Morris: Porque só podemos nos ocupar realmente de uma prole, mesmo que possamos ter engendrado várias. E a natureza hierarquiza nossa dedicação para otimizar as possibilidades de êxito sucessório. LV: Nunca houve um polígamo de verdade? Morris: Eu e minha equipe de pesquisadores e antropólogos procuramos por todo o planeta pelo menos um caso de poligamia real, quer dizer, um polígamo que desse exatamente o mesmo tratamento a todas as suas fêmeas e aos descendentes que tivesse com cada uma. LV: E...? Morris: Não encontramos. Filmamos um famoso bruxo e cantor de rock nos Camarões que tinha chegado a colecionar 58 esposas... LV: Deve ter sido terrível, coitado. Morris: ...mas sempre tinha uma favorita. LV: Ela. Sempre ela. Morris: ...embora nosso bruxo roqueiro realizasse uma festa de casamento gigantesca cada vez que mudava de favorita. LV: Como tantas celebridades do rock. Morris: E todas as garotas do coro estavam casadas com ele! Na realidade era monógamo, mas para aparentar diante da tribo o pobre homem era obrigado a parecer polígamo. LV: Extenuante. Morris: A mesma coisa aconteceu com um rei do Taiti que pesquisamos: chegou a ter 28 esposas espalhadas pela ilha, cada uma em sua casa. Mas sempre havia uma com a qual passava mais tempo e cuja prole protegia com mais dedicação e recursos. O homem pode ter muitas companheiras, mas uma única dona. ***** Apesar de discordar de partes dessa entrevista e do conjunto da obra de Morris, em especial do livro que ele divulgava à época, A Mulher Nua, não pude deixar de reconhecer-lhe a honestidade metodológica e também, por que não dizer?, sua honestidade moral. Embora encilhado com os arreios materialistas, a íntegra de sua entrevista é um maravilhoso encômio ao que possa haver de amor e pureza nas relações afetivas entre homens e mulheres. Agora voltemos à fealdade destes nossos dias bicudos. Em Nuremberg, os acusados defendiam-se alegando estarem apenas cumprindo ordens. Imagino um adepto – sincero ou oportunista – das ideias de antropólogos como Jane Lancaster. Imagino o sujeito flagrado com as calças literalmente na mão: “Mas, meu bem, eu estava apenas cumprindo meu código genético!” Mais um pouco e estupradores vindicarão essa tese nos tribunais. Certo, certo, nem todos os evolucionistas defendem a Síntese Evolutiva Moderna como jurisprudência biológica para a prática de atos socialmente reprováveis. Mas há um atrativo irresistível nas pretensões materialistas. Somando pragmatismo ao relativismo, o homem de hoje sente-se desobrigado de carregar o fardo das responsabilidades morais. Talvez isso explique o pouquíssimo apuro inquisitivo dos que recebem como verdadeiras as mirabolantes afirmações da doxa macroevolucionista. (Marco Dourado, formado em Ciência da Computação pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)
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MichelsonEditores de revistas da CPB participam do fórum da AnerEditores de revistas da CPB participam do fórum da Aner A
Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) promoveu ontem no
Teatro Raul Cortez, na sede da Fecomércio, em São Paulo, o 3º Fórum
Aner de Revistas, com o tema “Um futuro digital que preserve o
impresso”. Foi um dia bastante intenso, com palestras apresentadas por
renomados expoentes da comunicação nacionais e internacionais, entre
eles Roberto Civita, diretor editorial do grupo Abril; James Collins,
vice-presidente sênior de pesquisas do Mediamark Research &
Intelligence; Pyr Marcondes, diretor do Núcleo ProXXIma do Grupo
M&M; Frederich Kachar, diretor geral da Editora Globo; Daniel
Chalfon, sócio e diretor de mídia da MPM; entre outros. A mestre de
cerimônias foi a apresentadora do Jornal da Globo, jornalista
Christiane Pelajo.“Os recentes desenvolvimentos da indústria editorial mostram que os editores precisam estar cada vez mais preparados para a evolução do seu negócio e adaptação ao meio digital”, diz o texto o texto de apresentação do programa. Os palestrantes deram uma amostra de como está o cenário atual do mercado de revistas e apontaram as perspectivas para um futuro multimídia em que a essência das publicações terá um papel crucial para atrair a atenção de um público leitor cada vez mais exigente. Os palestrantes falaram ainda sobre as novas tecnologias digitais, mídias sociais, a questão do conteúdo aberto e fechado (afinal, como foi dito, a informação quer ser gratuita, mas a qualidade tem um preço) e a qualidade editorial nas múltiplas plataformas. Foram apresentados casos de sucesso e compartilhadas dicas de como fazer uma revista impressa sobreviver em meio ao avanço digital. O presidente da Aner, jornalista Roberto Muylaert, abriu o dia afirmando que, a despeito da não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo, “vamos continuar a contratar profissionais de comunicação”. A justificativa tem que ver com a manutenção da qualidade na apuração e tratamento da informação, atividades para as quais o jornalista é treinado. A tônica que permeou as discussões teve que ver com a boa convivência entre as mídias impressas e as digitais. O palestrante André Jalonetsky, diretor da Editora Escala, diz que as mídias se sobrepõem e brinca: “Tecnologia é uma coisa inventada depois que você nasceu.” Portanto, é importante se atualizar e conhecer as novas possibilidades de disseminação de conteúdos, fazendo com que uma mídia ajude a outra. Uma dessas mídias, o Twitter, foi descrita pelo vice-presidente executivo da Editora M&M Marcelo Salles Gomes como ótimo recurso para (1) gerar tráfego para o site ou blog da revista, (2) acompanhar a repercussão de matérias publicadas, (3) elaborar matérias com a participação dos leitores, e (4) aproximar a marca da audiência, já que a linguagem nessa e em outras mídias sociais é mais informal. Ele deu alguns exemplos de revistas que estão se valendo desse recurso: a Capricho tem hoje mais de 170 mil seguidores; a Veja tem quase 95 mil, e a Superinteressante já passa dos 66 mil. Jairo Leal, presidente executivo da Abril, afirmou que a internet é a grande aliada das revistas, e justifica: “A internet não alterou o hábito de ler revistas; é mais um meio de comunicação para nossas marcas; fortalece a relação com o público; e ajuda a aumentar as assinaturas.” O fato de haver 64 milhões de internautas no Brasil, dos quais 27 milhões leem sites de revistas, parece justificar a tese de Jairo. Os jornalistas Francisco Lemos (editor da revista Vida e Saúde), Sueli Ferreira de Oliveira (editora da revista Nosso Amiguinho), Wendel Lima (editor associado da Revista Adventista), Diogo Cavalcanti (editor associado de Vida e Saúde) e Michelson Borges (editor da revista Conexão JA) participaram do evento representando a Casa Publicadora Brasileira (CPB) juntamente com alguns administradores da instituição. Sueli diz que “é muito bom participar de um evento como esse! Inúmeras oportunidades podem ser aproveitadas: entrar em contato com outras publicações, sondar o que o mercado de revistas está fazendo, discutir estratégias para ampliar o alcance da nossa marca”. Ela afirma que não gostaria de se acomodar com a revista Nosso Amiguinho. “Quero que ela melhore a cada edição e cresça cada vez mais. Fóruns como esses ajudam muito.” Segundo Wendel, “algo que o fórum deixou claro é que a internet não vai acabar com a mídia impressa, pelo contrário, tem mostrado ser uma ferramenta fundamental para a sobrevivência e expansão das revistas. Não tem como pensarmos num futuro, sem a integração estratégica das mídias”. “Pairou a certeza de que o jornalismo impresso está em uma preocupante transição, vendo crescer em torno de si a ‘matéria escura’ do universo digital”, avaliou Diogo. “Um gigante horroroso chamado Google, milhões de sites, blogs, twitters, kindles, celulares, os meios e devices que você quiser, giram absurdamente numa espiral insana chamada mercado editorial. Simplesmente ninguém no Brasil nem fora dele pode prever o futuro do jornalismo impresso, nem dar a ‘receita do bolo’ para se sobreviver financeiramente na internet”, completa o jornalista. Apesar da incerteza, para Diogo está mais do que clara a importância de se criar uma simbiose entre mídias impressas, digitais e outras, a fim de impactar leitores por todos os canais disponíveis. “Além disso, o conhecimento e a satisfação das demandas dos leitores serão a única maneira de prosperar no futuro”, prevê. Uma das palestras de que os editores da CPB mais gostaram teve como título “O poder de uma capa perfeita”, e foi apresentada pelo veterano Thomaz Souto Corrêa, da editora Abril. Corrêa participou do lançamento e reformulação de inúmeras revistas da editora e apresentou algumas características da boa capa: (1) existe para vender a revista; (2) capa bonita vende mais do que revista feia; (3) capa é um convite, um apelo, uma convocação. Segundo ele, “a boa capa tem que ter uma imagem forte, ter boas e claras chamadas, atratividade, legibilidade, surpresa e representatividade do conteúdo da revista”. Na definição de alguns profissionais do meio, a boa capa tem que ter uma ideia e deve comunicá-la de maneira rápida e clara (em três segundos, segundo Corrêa). Além disso, não basta ser linda e não basta ser informativa, e deve despertar a vontade de comprar e de guardar para sempre. Em sua palestra, durante o almoço que reuniu os mais de 700 participantes no restaurante da Fecomércio, o jornalista Roberto Civita disse ser esta uma época “divertida”, pois ninguém sabe exatamente para onde as coisas caminham. Segundo ele, “nosso trabalho tem alma, não é apenas um negócio, como vender sabonetes”. ![]() No encerramento do evento, foi anunciada a melhor capa de revista de 2009. A vencedora foi a capa da Época sobre a tragédia do voo da Air France, em junho deste ano. Na foto acima, da esquerda para a direita, a capa vencedora, duas finalistas e a capa da Marie Claire, muito elogiada por alguns palestrantes. (Michelson Borges, jornalista)
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MichelsonAdúlteros – é como a evolução nos tornaAdúlteros – é como a evolução nos torna Dois artigos apresentados no mesmo dia no LiveScience.com são um estudo de contrastes. Um tem como título “Sobrevivendo à infidelidade – O que as esposas fazem quando os homens traem”. O outro, “O ser humano foi projetado para ser monogâmico?”.
O fio que os interliga é a evolução. O primeiro artigo admite o
sofrimento, a vergonha e o senso de traição que as esposas sentem ao
serem traídas pelo marido, bem como os sentimentos de raiva e desonra
que os maridos sentem com a infidelidade da esposa. “Muitos cônjuges
jamais se recuperam por completo de seus sentimentos de traição e
raiva, ainda que continuem juntos”, disse um conselheiro matrimonial.
Os homens e as mulheres diferem em suas reações gerais, mas “as reações
típicas de ambos os sexos incluem se tornarem irados, tristes,
humilhados e deprimidos”. O artigo não forneceu qualquer explicação ou
aconselhamento, a não ser métodos estóicos de competição, sugerindo que
a evolução tornou as pessoas assim.Tais diferenças podem ter raízes evolucionistas profundas. “Com base na perspectiva masculina, a infidelidade sexual historicamente colocou em risco sua certeza de paternidade – ‘o bebê da mamãe ou talvez do papai’”, disse Buss [David Buss é professor de Psicologia na Universidade do Texas, em Austin]. O ciúme sexual masculino é, entre outros, uma adaptação desenvolvida para solucionar o problema genético da traição que, no contexto de sua declaração, foi projetada pela evolução. Em nenhum lugar, o artigo sugeriu uma explicação não-evolucionista para esse problema de infidelidade – nem explicou que, se a evolução causou isso, por que não a colocou longe do sofrimento. O segundo artigo foi além, propondo abertamente a ideia de que o ser humano não deveria ficar obcecado com a fidelidade marital (monogamia), pois os outros animais são promíscuos, ainda que felizmente (veja a informação adicional, “Animal sex no stinking rules” [O sexo animal sem regras sujas]. O artigo afirma que “apenas 3 ou 5% das quase cinco mil espécies de mamíferos (incluindo os humanos) formam laços duradouros e monógamos com os mais notórios sendo os castores, lobos e alguns morcegos”. Isso implica que os cônjuges fiéis deveriam dançar conforme a música, ou pelo menos se livrar de seus bloqueios mentais quanto à promiscuidade. Então, qual é a resposta para as suas questões? Os humanos são feitos para serem monógamos? Não procure aqui por qualquer bússola moral universal. A fidelidade, se valer alguma coisa, é também uma estratégia evolucionista. Psicólogos evolucionistas já sugeriram que os homens são mais suscetíveis a terem sexo extraconjugal; parcialmente, devido à necessidade masculina de “espalhar os genes” ao disseminarem esperma. Tanto mulheres como homens, dizem esses cientistas, tentam melhorar seu progresso evolucionista ao procurarem parceiros de alta qualidade, embora o façam de maneiras diferentes. A parceria comprometida entre um homem e uma mulher evoluídos, dizem alguns, é para o bem-estar dos filhos. “As espécies humanas evoluíram para formar compromissos entre homens e mulheres, com o propósito de cuidar de sua prole. Portanto, isso é um laço”, disse Jane Lancaster, antropóloga evolucionista da Universidade do Novo México (EUA). “No entanto, esse laço pode se enquadrar em todo tipo de padrões de casamento: poligamia, pais e mães solteiros, monogamia.” O que quer que funcione. O artigo encerra declarando que a monogamia não é algo natural – é uma regra social, não biológica. “Não acho que sejamos animais monogâmicos”, disse Pepper Schwartz, professora de Sociologia da Universidade de Washington em Seattle. Ela acrescentou que a “monogamia foi criada para haver ordem e investimento, mas não necessariamente porque seja `natural’”. Essa menção é parte de uma série do LiveScience.com chamada Life’s Little Misteries [Os pequenos mistérios da vida]. Conforme a visão difundida nesses dois artigos, os humanos adultos são presos a um verdadeiro inferno, controlados por desejos primitivos, vindos de algum passado animal nunca visto, destinados a causar mágoas, raiva, dor, tristeza, angústia, desconfiança, indignação, humilhação, até mesmo fúria. (Tradução: Elizandra Milene da Rocha)
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MichelsonA juíza e a jornalista: afetadas pela deterioração social?A juíza e a jornalista: afetadas pela deterioração social?![]() A mídia divulgou na semana passada o incidente da universitária com roupas provocativas numa universidade brasileira, expulsa a princípio e depois readmitida na instituição. Inacreditável a fala de uma juíza e de uma repórter sobre esse caso! A juíza afirmou que houve preconceito contra a mulher e repressão contra a sexualidade feminina! Se eu tivesse ouvido isso no rádio e, portanto, sem ver a pessoa, imaginaria uma juíza muito jovem, deslumbrada e prepotente por adquirir poder sobre destinos de vidas humanas que o magistrado lhe confere, e supersensualizada. Usa ela minissaia provocativa no Tribunal? Mas era notícia na TV e, assim, vi a juíza, uma senhora de uns 65 anos de idade. Sua fala foi deprimente, infeliz, enojadora e revoltante pela posição de juíza – alguém muito bem pago para julgar questões na sociedade em busca de... de quê? De justiça, preservação dos bons costumes? A meu ver ela foi contra a justiça, o bom senso e infeliz com o depoimento sobre a jovem que expunha o corpo de modo supersensual em ambiente estudantil e sobre a punição recebida. Ela disse que a jovem fora punida injusta e preconceituosamente e que aquela universidade fora abusiva, quando, na verdade, creio, a jovem é que foi abusiva, admitindo em outro telejornal que havia exagerado e que tinha certa culpa pelo ocorrido. Antes de tomar a decisão de colocar limite para os abusos dessa moça, a universidade, no seu direito de preservar os bons costumes, havia conversado mais de uma vez com a aluna, pedindo sua cooperação. Não adiantou. A jornalista da TV anunciou ser “absurdo” a instituição colocar regras contra o comprimento de uma saia porque, disse ela, “Será que existe limite para comprimento de minissaias?” Será que essa jornalista pensou no que disse? Será que ela percebeu a besteira que disse? A sociedade decai mais e mais por misturar limites saudáveis com preconceito, liberdade de você ter seu ponto de vista com discriminação. Juntam coisas que são separadas. Em nome de liberdade, abrem-se as fronteiras do “abaixo a discriminação” e o que vem é anarquia. Defender bons costumes não é hipocrisia ou contradição. Contradição, a meu ver, são pessoas religiosas num momento “rezarem” na igreja e em seguida saírem e embebedarem-se na festa de um “padroeiro”. Hipocrisia é um grupo de religiosos com a Bíblia na mão orando e em seguida explorarem a boa fé do povo com lavagem cerebral para obter doações, dízimos, ofertas. Olhe os sem-terra apoiados financeiramente pelo governo depredando propriedades públicas e particulares. Quem paga e se responsabiliza por isso? O que o governo faz para coibir isso? Reforma agrária valida depredações e impunidade por “pena” dos sem-terra? Se eles são “tadinhos” e “inofensivos”, já pensou “se fossem” violentos? O professor Aurélio define “moral” como: relativo aos costumes; conjunto de regras de conduta consideradas como válidas; relativo ao domínio espiritual. E “moralista” como: que ou quem defende valores morais ou de boa conduta. O moralista perverso é o que prega uma coisa e pratica o oposto. Destruir princípios de boa moral como revolta contra moralistas hipócritas é o mesmo, por exemplo, que soltar os marginais das prisões porque há maus policiais. O contrário de anarquia não é necessariamente ditadura ou proteção aos latifundiários. O contrário do direito de pensar diferente não é obrigatoriamente preconceito. O contrário de ter seu ponto de vista sobre certas questões morais não é o mesmo que discriminação. Pode ser tão abusivo uma mulher expor seu corpo indevidamente num ambiente escolar onde se vai para estudar, pesquisar, ensinar, quanto ela ser discriminada pela instituição que a expulsa se ela não infligiu padrões de conduta éticos conhecidos na instituição. Escrevi “se ela não infligiu”. Se ela infligiu, será juridicamente errado a instituição tomar uma providência para proteger a ética naquele ambiente? A jovem universitária tem o direito de fazer o que quer sem limites na universidade para não ser discriminada? A universidade não tem direito de colocar padrões de conduta no seu ambiente? Quem discrimina quem? Pode-se respeitar as escolhas das pessoas sem concordar com o que elas fazem. Mas não temos o direito de fazer o que queremos num ambiente social. E não concordar com o que as pessoas fazem não é preconceito ou discriminação. De novo, é liberdade, aliás, garantida pela nossa Constituição. Quando o país faz uma lei para proteger negros quanto a vagas nas universidades, não os está discriminando? São eles menos inteligentes e por isso precisam ser protegidos na competição com os brancos, reservando-se vagas para eles? Os comentários daquela juíza e da jornalista, lamentavelmente, são uma amostra do rebaixamento dos princípios morais e éticos na sociedade. São uma amostra do pensamento anárquico. Triste e revoltante. Mas se a sociedade quer isso e aprova isso, então aguentem o preço. E ele é alto. Qual o preço dessa falsa liberdade? Gravidezes indesejadas, doenças sexualmente transmissíveis, superficialidade das relações humanas, intoxicações alcoólicas com acidentes graves e mortes, violência, invasões de propriedades particulares, destruição de patrimônio público e privado, falsa felicidade, dependência química, rompimento de laços familiares, corrupção em todos os níveis, etc. Quem domina sua mente? O bem ou o mal? A luz ou as trevas? A justiça ou a injustiça? A verdade ou a mentira? Você tem a escolha. (Dr. Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br) Em tempo: A moça da minissaia já está sendo sondada para posar nua em revistas masculinas. Vai sair como heroína e engordar a conta bancária.
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MichelsonRedes sociais a serviço do ensinoRedes sociais a serviço do ensino Mais
de 5 milhões de estudantes brasileiros já pertencem a uma rede social
na internet, como o Facebook ou o Twitter. A novidade é que, agora,
parte deles começa a frequentar esses círculos virtuais estimulados
pela própria escola - e com fins educativos. Alguns colégios, a maioria
particular, fazem uso simples de tais redes, colocando ali informações
como calendário de aulas e avisos. Muitas vezes, incluem ainda
exercícios e o conteúdo das aulas, recurso que vem se prestando a
aproximar os pais da vida escolar. O maior avanço proporcionado por
esses sites, no entanto, se deve à possibilidade que eles abrem para o
aprendizado em rede - o que já acontece há mais tempo, e com sucesso,
em países como Japão e Inglaterra. No espaço virtual, os alunos
debatem, sob a supervisão de um professor, temas apresentados na sala
de aula e ainda, de casa, podem tirar dúvidas sobre a lição.O Twitter está sendo também adotado nas escolas por uma de suas particularidades: como nenhum texto ali pode ultrapassar 140 caracteres, os alunos são desafiados a exprimir ideias com concisão - habilidade revelada por grandes gênios da história e tão requerida nos tempos modernos. (...) Entre os sites de relacionamento, o Twitter agrada às escolas justamente por preservar, ao menos em parte, a privacidade dos alunos: é preciso nome de usuário e senha para tomar parte dos encontros on-line promovidos pelo colégio. Todo o conteúdo que resulta daí, porém, fica disponível na internet e qualquer um pode ver. (...) Para executar tarefa de tamanha complexidade, antes de tudo é necessário que as escolas disponham de uma equipe de professores bem treinados, artigo raríssimo num país que acumula tantas deficiências nesse setor [o Brasil]. Por completa inexperiência, muitos deixam os computadores acumulando pó e, quando fazem uso deles em sala de aula, é para dar burocráticas lições de informática. Há, portanto, um gigantesco caminho a percorrer - e isso deve ser feito logo. (Veja.com) A propósito, você já está seguindo o Twitter do blog Criacionismo? Receba notícias e dicas diariamente. Clique aqui.
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MichelsonTurma da Mônica tem seu primeiro personagem gayTurma da Mônica tem seu primeiro personagem gay A diversidade sexual chegou aos quadrinhos da Turma da Mônica. A 6ª edição da revista Tina,
já nas bancas, mostra ao público o primeiro personagem gay criado pela
equipe de Maurício de Souza. Na história, Caio é o melhor amigo de Tina
e deixa outros personagens surpresos quando se diz comprometido,
apontando um outro rapaz. Tina, criada nos anos 60 e que hoje estuda
jornalismo, aproveita e faz um discurso contra o preconceito. Caio, aos
poucos, vai ganhar mais espaço nas histórias. Em outras publicações
Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito.
Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.Segundo o blog Universo Mix, "de acordo com a assessoria de Maurício de Sousa, é a primeira vez que o assunto é abordado abertamente nas histórias. Na Turma da Mônica Jovem, no entanto, a personagem Denise utiliza-se de várias gírias adotadas – também – pelos gays. O próprio Maurício afirmou que Denise poderia ter um amigo gay e assimilado o vocabulário dele. Tina é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e agora é estudante de jornalismo e suas histórias são voltadas para um público mais adolescente". Nota: Além da bruxaria e do sensualismo, Maurício parece disposto a tornar “normais” na mente dos seus leitores outros tipos de comportamento.[MB] Leia também: “Quadrinhos: janela para uma sexualidade distorcida” Falando em homossexualismo, aproveite e dê o seu voto contra o totalitarismo gay. Clique aqui.
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MichelsonViolações de direitos humanos no IrãViolações de direitos humanos no Irã O
cidadão que vive em um país livre e democrático, como o Brasil, tem a
obrigação moral de ser solidário para com as pessoas que sofrem nas
mãos de governos desumanos, cruéis e que não respeitam a universalidade
dos direitos humanos. Gravíssimas violações de direitos humanos
praticadas no Irã desde a Revolução de 1979 permaneceram praticamente
desconhecidas da sociedade brasileira. Nem mesmo a Resolução da ONU de 2008,
que condenou o Irã por tais desatinos, mereceu a devida consideração.
As recentes eleições iranianas para presidente, contudo, precipitaram a
revelação de informações outrora ignoradas pelo grande público. Graças
à internet, imagens de protestos populares, duramente reprimidos pelo
governo, espalharam-se ao redor do mundo e foram retransmitidas por
diversas emissoras de televisão. Assim, ficou patente a inexistência de
liberdade de imprensa no território iraniano. Outros problemas logo
vieram à tona. No Irã, os direitos das mulheres são constantemente violados, com o pretexto do relativismo cultural. Além disso, não há liberdade de consciência e de crença. Minorias privadas do direito fundamental à liberdade religiosa são duramente perseguidas. Sete líderes Bahá’ís, falsamente acusados de espionagem, estão presos em Teerã. Eles aguardam o julgamento através de processos judiciais sem publicidade e direito de defesa. A comunidade Bahá’í do Brasil teme que esses líderes espirituais possam ser sentenciados à morte a qualquer momento. Também há notícias de que alguns cristãos estão presos nas mesmas circunstâncias. No dia 18 de novembro de 2009, duas cristãs convertidas do islamismo, Maryam e Marzieh, foram libertadas da prisão, após meses de sofrimentos e maus-tratos. O aprisionamento arbitrário dos líderes religiosos no Irã reflete a intolerância no contexto teocrático em que a lei do Estado se confunde com a religião. Durante visita oficial aos Estados Unidos, antes da sua reeleição, o presidente Mahmoud Ahmadinejad foi questionado sobre a eliminação de homossexuais no Irã. A resposta foi incisiva: “No Irã, não temos homossexuais como em seu país.” É verdade, uma vez que todos eles são sumariamente enforcados assim que descobertos. Isso é que é “homofobia”! O Brasil não pode ser omisso em relação a essas gravíssimas violações de direitos no Irã. Os atos do nosso chefe de Estado, presidente da República, e, também, dos nossos representantes diplomáticos estão vinculados à Constituição Federal de 1988. Segundo esse nosso Documento Maior (art. 4º), o Brasil rege-se nas suas relações internacionais pela prevalência dos direitos humanos e pelo repúdio ao terrorismo. O dever de não intervir (“não-intervenção”) do Estado Brasileiro deve ser afastado nesses casos em que há graves violações de direitos humanos. Nossos representantes diplomáticos na ONU se abstiveram na votação da resolução que condenou o Irã por violações de direitos humanos. Como Pilatos, eles lavaram as mãos. A sociedade civil, contudo, acredita nas instituições brasileiras e, sobretudo, no compromisso democrático que vincula o governo à prevalência dos direitos humanos e ao repúdio do terrorismo. Execuções públicas e enforcamentos que ocorrem no Irã podem ser classificados como atos de terrorismo estatal. É muito fácil condenar os horrores praticados no passado, como o holocausto de seis milhões de judeus nos campos de concentração nazistas, mas, no geral, poucos se dispõem a censurar as atrocidades atuais. Esse certamente não é o caso da Frente pela Liberdade no Irã, um grupo pluralista de cidadãos que lançou, em 15 de novembro, o manifesto pela liberdade no Irã. A sociedade civil brasileira encontra-se, hoje, numa posição pouco confortável diante da visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, programada para o dia 23 próximo. Certamente, ela não poderá ficar omissa diante dessas gravíssimas violações de direitos humanos. A comunidade internacional também não pode ficar insensível diante de tantos sofrimentos impostos ao povo iraniano. (Aldir Guedes Soriano, advogado e vice-presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa) Palestras "A Trindade - Quem é o Deus das Escrituras"Palestras "A Trindade - Quem é o Deus das Escrituras"![]() Quatro palestras em PowerPoint sobre o tema A Trindade. Clique nos links a seguir para baixar as apresentações: A Trindade, A Trindade na História da IASD, Quem é Jesus Cristo, A Divindade e a Personalidade do Espírito Santo
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MichelsonSTF nega data alternativa a judeus para prestar o EnemSTF nega data alternativa a judeus para prestar o Enem O
Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta segunda-feira (23) a
decisão que permitia a estudantes judeus realizarem as provas do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) em data alternativa para não coincidir
com o Shabat, período sagrado judaico. O Enem será realizado nos
próximos dias 5 e 6 de dezembro. Em sua decisão, o presidente do STF,
Gilmar Mendes, ressalta que o Ministério da Educação oferecia a
possibilidade de os estudantes assinalarem a opção de “atendimento a
necessidades especiais”, que atenderia pessoas com limitações de cunho
religioso ou que se encontram hospitalizadas ou presas.Mendes lembra que no caso dos adventistas do sétimo dia, a prova do sábado será realizada após o pôr-do-sol. “Tal providência (inicio da prova após o pôr-do-sol) revela-se aplicável não apenas aos adventistas do sétimo dia, mas também àqueles que professam a fé judaica e respeitam a tradição do Shabat. Em uma análise preliminar, parece-me medida razoável, apta a propiciar uma melhor ‘acomodação’ dos interesses em conflito”, disse Gilmar Mendes. O pedido de data alternativa havia sido feito pelo Centro de Educação Religiosa Judaica e 22 alunos secundaristas por meio de uma ação ordinária contra o a União e o Instituto Nacional de Estudos Anísio Teixeira (INEP) para que o exame não coincidisse com o Shabat (do pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol de sábado). Mendes destacou ainda em sua decisão que “a fixação da data alternativa apenas para um determinado grupo religioso configuraria, em mero juízo de delibação, violação ao princípio da isonomia e ao dever de neutralidade do Estado diante do fenômeno religioso”. Segundo ele, “se os demais grupos religiosos existentes em nosso país também fizessem valer as suas pretensões, tornar-se-ia inviável a realização de qualquer concurso, prova ou avaliação de âmbito nacional, ante a variedade de pretensões, que conduziriam à formulação de um sem-número de tipos de prova”. (Gazeta Online) Os Adventistas são Evangélicos?Os Adventistas são Evangélicos?Autor: Prof. Gilson Medeiros
"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" - Apoc. 14:12
Adão foi criado imortal?O homem foi criado por Deus para ser imortal; era um candidato à existência eterna, mas com a condição de que deveria ser obediente a Deus (imortalidade condicional). Pelo fato de ter pecado, perdeu o direito à imortalidade, pois foi privado da presença do Criador e da árvore da vida (cf. Gênesis 3:22 e 23); Adão viveu apenas (em relação ao que poderia ter vivido!) 930 anos (Gen. 5:5). O fato de o homem ser privado da presença contínua do Eterno e da árvore da vida, é uma prova de que nós não somos imortais; para que o fôssemos (ter um espírito imortal, segundo dizem alguns), teríamos ainda de comer da árvore da vida. Graças a Deus que todos temos novamente a possibilidade de ter a vida eterna; eis o segredo: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3:16). “De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”. (João 6:40). “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna?”. (João 6:47). “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6). “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. (João 17:3). “a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade” (Romanos 2:7). “a fim de que, como o pecado reinou pela morte, assim também reinasse a graça pela justiça para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Romanos 5:21). O segredo da vida eterna é crer em Jesus e aceitá-lo como salvador; crer em Seu sacrifício realizado na cruz do calvário. Tal pessoa está com a imortalidade garantida e a receberá na volta de Jesus (I Coríntios 15:23 e 23) quando Ele voltar (cf. I Tessalonicenses 4:13-16) “nas nuvens do céu com poder e grande glória” (Lucas 21:29). Creia em Jesus e no que Ele fez por você na cruz; aceite Sua salvação hoje mesmo: “Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração...” (Hebreus 3:15). “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. (Apocalipse 3:20). Jesus é o único caminho para a vida eterna; não há outro: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14:6 RA). FONTE: http://www.novotempo.org.br/radio/interno.asp?ARS=vocepergunta_perguntasok&VCP_Codigo=00000673 Comece seu dia com Deus - comentario da lição de 24/11/2009 - Terça
11月23日 "Legião": mais um filme antibíblico vem aí"Legião": mais um filme antibíblico vem aí Nas últimas semanas, este e outros blogs fizeram referência ao recente filme "2012"
e a como esse tipo de cinema apocalíptico facilmente lança a confusão
na mente das pessoas, a ponto de não se tornar tão óbvia quanto
desejável a distinção entre ficção e realidade (da mesma forma,
proporcionou a oportunidade para apresentarmos o que a Bíblia diz sobre
o assunto, reconheço). Esse não é um dado novo. O cinema é uma das
maiores ferramentas que o inimigo de Deus tem usado para desviar a
mente do Criador. Será por isso sem surpresa que, à medida que cada vez
menos tempo lhe resta, ele intensifique seus esforços de engano e
contrafação, usando esse método que tanto sucesso lhe tem garantido nas
últimas décadas?Agora, por favor, preste bem atenção neste outro caso que lhe quero apresentar, caso ainda não conheça. Está previsto para o próximo ano a estreia de um filme intitulado "Legion" ("Legião" - desde já uma pergunta: o que lhe faz lembrar ese título?). Segundo o que já se sabe sobre esse projeto, o enredo é o seguinte (sugiro que se sente bem antes de ler): "Após um terrível apocalipse bíblico atingir o mundo, um grupo de estranhos presos num remoto restaurante de autoestrada do sudoeste, torna-se involuntariamente a última linha de defesa da humanidade ao descobrir que a jovem empregada de mesa do restaurante está grávida do Messias." Alguns resumos (não confirmados oficialmente), incluem as seguintes frases: "O que acontece quando Deus fica cansado de nós, reles humanos, e decide começar tudo de novo? Bem, nada de bom, isso é certo." "Quando Deus perde a crença na humanidade, ele envia a sua legião de anjos para trazerem o Apocalipse. A única esperança da humanidade está num grupo de estranhos presos num restaurante no deserto e no Arcanjo Miguel." Percebeu como se desvirtua e lança descrédito sobre a mais bela história de sempre? Como se reduz à banalidade de um argumento tratado e alterado pela própria conveniência de mãos humanas a maior (e urgente!) mensagem que este mundo precisa saber? Concluo que com esse - entre outros - entupimento de perceções, a mente das pessoas nem pensará quando a verdadeira história lhes for contada; será, julgarão elas tragicamente, apenas mais um filme... (O Tempo Final) Leia também: "A espera do Messias" e "Hollywood ajuda a propagar o último engano" Nota [MB]:
Além de distorcer o caráter de Deus e apresentar conceitos
antibíblicos, o filme "Legião" é incorreto também quanto à verdadeira
identidade do Arcanjo Miguel. Veja aqui as características desse
"Anjo", confira os textos em sua Bíblia e tire suas conclusões: Êxodo 23:20, 23 – O Anjo de Israel Atos 7:38 e versos anteriores – O Anjo de Israel é Jesus 1 Coríntios 10:4 – Quem os seguia (a Pedra) era Cristo (cf. Êxodo 14:19) Judas 9 – O Arcanjo Miguel (hebraico = “Quem é como Deus”) Josué 5:13-15 – O Príncipe do exército do Senhor (“Descalça as sandálias...”) Êxodo 3:5, 6, 2 – O “Anjo do Senhor” é o “Eu Sou” Gênesis 22:11, 12 – Anjo do Senhor Juízes 6:11, 14, 16 – O Anjo do Senhor aparece a Gideão Malaquias 3:1 e Tiago 2:25 – Anjo = mensageiro João 17:3 – Jesus, o supremo Mensageiro Isaías 63:9 – O “Anjo da Sua presença” Gênesis 48:16 – O Anjo que redime 1 Tessalonicenses 4:16 – A voz do Arcanjo ressuscita os mortos João 5:28, 29 – A voz do Filho de Deus chama os mortos à vida Daniel 12:1-4 – Quando Miguel Se erguer, no tempo do fim, ocorrerá a ressurreição Motivo certo, maneira erradaMotivo certo, maneira errada A atriz americana Christian Serratos, que interpreta a amiga de Bella (Kristen Stewart), Angela, na saga cinematográfica Crepúsculo,
posou nua para a nova campanha do Peta (Pessoas pela Ética no
Tratamento de Animais), uma organização não governamental que defende
os animais. No pôster, ela aparece sem roupas em uma floresta sombria
no melhor estilo Crepúsculo. O slogan principal da campanha é
"eu prefiro ficar nua a usar peles de animais". Também aparece no
cartaz a seguinte inscrição: "animais mortos por causa de sua pele são
eletrocutados, afogados, espancados e muitas vezes esfolados vivos. Por
favor, não use casacos de pele". (Terra) Leia também: "Ideologias no liquidificador - confusão conveniente" e "O motivo até é bom, mas o apelo estraga"
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MichelsonO que eu gosto nos...O que eu gosto nos...Autor: Prof. Gilson Medeiros
Isso
não tem nada com COPIAR as outras igrejas, pois não podemos negar que
em alguns pontos os não-Adventistas vivem a "prática" do cristianismo
bem melhor que alguns Adventistas. "julgai todas as coisas, retende o que é bom" - 1Tess. 5:21
Parte 1 - A Quem Adoramos? - Pr. Jan PaulsenParte 1 - A Quem Adoramos? Pr. Jan Paulsen
O apelo espontâneo de Filipe refletiu a perplexidade que seguramente ia na mente de todos os discípulos: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta" (João 14:8). A resposta de Jesus a esse pedido dá-nos uma profunda percepção sobre o motivo pelo qual a encarnação ocorreu: "Quem Me vê a Mim, vê o Pai" (verso 9). A missão de Jesus incluía descortinar uma visão da verdadeira natureza de Deus diante da humanidade caída e alienada, e essa verdade está implícita em Suas palavras. Naturalmente, Jesus veio nos reconciliar com Deus ao confrontar o pecado na carne, morrer por nós e sair vitorioso sobre o pecado e o seu originador, Satanás. Mas em Seu ministério de três anos e meio, antes do Calvário, Ele desvendaria diante de nós uma representação verdadeira e exata do pai e da verdadeira natureza de Seu caráter. Removendo as concepções errôneas acumuladas ao longo de uma centena de gerações, Jesus não somente colocou diante de nós um corpo de informação correta sobre Deus, mas também demonstrou o caráter de Deus em forma humana. Nunca antes em toda a eternidade o Universo havia testemunhado algo assim. Desde a queda de Adão, os seres humanos não mais caminham pessoalmente com Deus. O Criador é tão majestoso que os olhos enfraquecidos pelo pecado não podem contempla-lO. Somente em raras ocasiões Ele tem partilhado conosco vislumbres íntimos de Si mesmo, afastando a cortina que oculta a Sua presença. Conseqüentemente, as pessoas podem concebe-lO apenas na imaginação, e esse tipo de adivinhação é sujeito a erro. Removendo a distorção - Ao começar Seu ministério, Jesus veio ao povo do concerto, o povo que recebera os profetas e seus escritos; contudo, o "mundo não O conheceu" (João 1:10) e "os Seus não O receberam" (verso 11). Opiniões preconcebidas, reforçadas por séculos de idéias errôneas, tinham criado uma série de distorções sobre Deus. Para alguns, Deus parecia uma figura distante, majestosa, fria e exigente, um temível monarca buscando encontrar falhas entre Seus súditos. Ele era o Deus do detalhe meticuloso, diante de quem o povo tremia para não errar. Para outros, Deus parecia um manipulador distante, sempre manobrando Seu arsenal de resultados predeterminados, diante de quem o povo saltava como gafanhotos. Os céticos cogitavam se, afinal de contas, esse Deus que nunca tinha sido visto estava realmente lá. E ainda outros O viam como um pai indulgente e tendencioso, distribuindo presentes para quem O agradava e negando-os a quem O desagradava. Jesus rejeitou todas essas distorções, dirigindo-nos a um Deus perfeito em santidade e majestade, contudo terno e compassivo, um Deus a quem podemos nos dirigir com confiança de uma criança que fala com seu pai. Embora os pais humanos tenham fraquezas, ficando muito longe do caráter de Deus, Jesus repetidamente citou os pais como modelos para pensar sobre Deus. NEle nós encontramos força, segurança e amor altruísta, sempre mesclados com ternura, interesse e sabedoria. No início, Deus caminhava no Éden com Suas criaturas recém criadas, propositalmente feitas à Sua imagem e semelhança para que pudessem experimentar a alegria de um companheirismo íntimo com o Criador. O quadro de Deus revelado em Jesus transformou a figura divina na mente humana, banindo para sempre as especulações que durante milhares de anos anuviaram nosso conhecimento do Pai. "Quem Me vê a mim, vê o Pai." Com a vinda de Jesus, pela primeira vez desde o Éden chegamos a conhecer a Deus como Ele realmente é. Ele veio de um modo que todos nós podíamos entender "E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós" (João 1:14). Tal acontecimento é tão marcante que nenhum de nós pode compreender completamente o mistério do que significa para Deus assumir a condição humana. Contudo, temos evidência poderosa de que é verdade. Essa pessoa única é Jesus, o Messias Redentor longamente aguardado, Emanuel, Deus conosco. E "vimos a Sua glória" (João 1:14). Anunciado em Seu nascimento por um coro de anjos, Ele agora Se tornou um de nós, sendo ainda nosso Senhor. Seu ministério foi diferente de qualquer coisa vista antes. Embora acompanhado de uma série de eventos miraculosos sem precedentes, Jesus raramente apontou para eles como evidência de quem Ele era. Em vez disso, Sua identidade foi fundamentada em repetidas citações das Escrituras, onde profetas antigos tinham previsto a vinda e o ministério de um redentor. Mesmo após Sua ressurreição, Jesus usou essa evidência profética como prova final de quem Ele era. Na estrada para Emaús, apresentou a dois crentes desesperançados a convincente evidência bíblica: "E começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a Seu respeito constava em todas as Escrituras" (Lucas 24:27). Jesus referiu-Se a Si mesmo repetidamente como Senhor, não simplesmente em termos terrenos, mas de um reino já entre nós, embora eterno em sua glória final. A entrega de coração a Ele dá-nos a cidadania desse reino, descrito há muito tempo pelo profeta Daniel como um "reino eterno" (Daniel 7:27). Somos adotados na família de Deus, designados para ser embaixadores das boas-novas de Seu amor e salvação, e privilegiados com a comissão de representa-lO enquanto levamos Sua mensagem a cada nação e povo. Somos recipientes da graça, e nos maravilhamos dos dons que Ele está derramando sobre nós. Não fomos nós que O buscamos, mas Ele é quem veio em busca de nós, o Bom Pastor procurando a Sua ovelha. Ídolos contemporâneos - Desde a entrada do pecado no mundo, as pessoas têm sido tentadas a colocar alguém ou alguma coisa no lugar de Deus. O panorama da história humana é cheio (alguém quase poderia dizer dominado) por figuras de deuses moldadas pelos antigos, que criaram um deus para cada aspecto da vida. Essa tentação era tão poderosa que o próprio povo do concerto de Deus foi seduzido por ela, levando os profetas a denunciá-la com forte linguagem e às vezes ironia mordaz. O profeta Jeremias convida os israelitas a considerar o que eles estavam fazendo. Diz: "Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, portanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem. Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome. ... Portanto, entre todos os sábios das nações e em todo o seu reino, ninguém há de semelhante a Ti" (Jeremias 10:5-7). Numa demonstração de erro monumental, os seres humanos, criados por Deus à Sua imagem, tornaram-se artífices de deuses feitos à sua própria imagem. A maior ironia é que aqueles que fabricaram esses deuses então se curvaram diante deles em adoração, numa inversão completa da intenção do Criador. Embora o mundo hoje tenha se tornado sofisticado, a tentação de permitir algo no lugar do verdadeiro Deus ainda existe entre nós. As escolhas de hoje podem ser a busca persistente de poder, fama, glória terrena, auto-admiração, riqueza ou outra das atrações em voga atualmente, mas o efeito é o mesmo: substituir e distorcer o desejo que Deus colocou em nós de adora-lO. Freqüentemente exaltamos as coisas utilitárias na vida; e, quando elevadas acima de nossa dedicação a Deus, elas se tornam ídolos, os falsos deuses de nossa época. Verdadeira adoração - Perguntamos a nós mesmos: "O que realmente significa adorar? A adoração se resume em desempenhar um ato dedicado a Deus?" Sem dúvida, a verdadeira adoração inclui atos. Desde o começo, Deus instituiu serviços específicos através dos quais o povo iria a Ele em adoração. Durante o êxodo, Ele esboçou em grandes detalhes um tabernáculo onde Seu povo pudesse se aproximar dEle, com cultos ordeiros idealizados para ensiná-lo sobre Sua majestade e Sua provisão para salvar todos os que fossem a Ele com fé. Essa adoração não devia fluir apenas por canais étnicos estreitos. Através do profeta Isaías, vislumbrávamos a proporção do amplo convite divino: "Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, ... também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no Meu altar, porque a Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. Assim diz o Senhor" (Isaías 56:6-8). Este ideal encontra cumprimento na divulgação do evangelho por todo o mundo. O Messias prometido veio, e Seu ministério de salvação é estendido a todas as pessoas. Mas o próprio Jesus reconduziu-nos a um tema encontrado anteriormente nos lábios dos servos de Deus, os profetas. Enquanto a adoração certamente inclui o ir diante de Deus de maneira ordeira, oferecendo louvores, dobrando nossos joelhos e apresentando-Lhe ofertas, outro elemento indispensável da verdadeira adoração aparece ainda mais cedo: a submissão do coração a Ele. Esta lição aparece repetidamente nos eventos e ensinos de Jesus. As moedinhas da viúva eram uma doação monumental não por causa de seu valor monetário, mas devido à completa dedicação prévia de seu coração a Deus. As lições de Jesus junto ao portão do Templo recordam-nos, de novo, que a adoração realmente apropriada começa com uma resposta de gratidão a Deus. A menos que entendamos este princípio, toda as cerimônias de religião mecânica chegam impotentes a Ele. Seu primeiro desejo é ver-nos aceitar o gentil convite do Espírito para ir a Ele com o coração e toda a vida. Este tipo de culto chega a Deus como incenso diante de Seu trono. Por que adorar? - Outra pergunta nos confronta no mundo cada vez mais secularizado de hoje: "Por que deveríamos adorar a Deus?" Nossa resposta pode ser simples: "Por causa de quem Ele é." É somente porque Deus de revelou a nós que podemos conhecê-lO. Sem isso, não teríamos nada mais do que especulação, a qual nos deixa incertos quanto a quem somos, de onde viemos e para onde vamos. É exatamente ao responder a essas questões que chegamos a compreender o que mais importa hoje. Através de seus comentários sobre a maneira como Deus vê as atividades humanas ao longo da história, as Escrituras nos informam sobre a pessoa de Deus. Surgimos como criaturas de Deus, objetos de Seu interesse, Seu povo redimido, para quem Ele tem um plano eterno. Ele mesmo veio viver entre nós para mostrar-nos o caminho; e, de acordo com Suas promessas, logo irá retornar. Ele é o Deus que fala, a quem contemplamos como todo-poderoso e onisciente, o santo, cujo caráter é o padrão para medir e definir a justiça e a própria idéia de certo e errado. Ao mesmo tempo, encontramos nEle graça, ternura, compaixão e um intenso interesse em cada aspecto de nossa vida. Seu amor é de uma qualidade que lutamos para entender, um tipo de amor que levaria Cristo a rebaixar-Se ao nosso status e a pagar um inimaginável sacrifício em nosso favor, a fim de resgatar-nos do cativeiro do pecado. De fato, Deus é muito mais do que um belo e fantástico ideal, pois Ele entrou na História e, como diz o apóstolo João, "vimos a Sua glória". No fim, uma escolha decisiva se coloca diante de nós: se a nossa vida será entregue à busca do eu, para desenvolver e desfrutar o melhor que as circunstâncias permitirem, ou devolvida ao altar de nosso magnificente Criador. O assunto tem conseqüências cósmicas, pois representa a decisão entre afirmar a independência humana de Deus e apresentar alegremente a nós mesmos como Seus dispostos servos. Justificadamente damos atenção à natureza cósmica do assunto da adoração. Foi no próprio céu que Lúcifer suscitou a controvérsia quanto a quem deveria receber a honra, reconhecimento e adoração. Novamente, quando o Cristo encarnado enfrentou Lúcifer no deserto da Judéia no começo de Seu ministério, a mesma questão surgiu. Lúcifer ofereceu o que parecia ser uma grande recompensa se Jesus apenas o adorasse. Jesus rejeitou veementemente essa tentação. Motivo? A questão tinha a ver com a própria essência da natureza de Deus e do Universo. Somente Ele merece adoração. A profecia diz-nos que, à medida que mos aproximamos do fim da História, a mesma questão fundamental irá retornar: quem nós adoramos? Em um último convite a um mundo em rebelião, Deus envia mensagens através de três anjos. Na mensagem do primeiro anjo está inserido o chamado para adorar a Deus como o Criador dos céus e da Terra. O Criador é também nosso Redentor; ambos juntam-Se na pessoa de Cristo, levado a toda a humanidade na mensagem do evangelho. No conflito final descrito no livro do Apocalipse, encontramos um povo fiel a Deus, notável porque, apesar da enorme pressão para ceder, ele permanece leal ao Criador. Quem nós adoramos? Nosso maravilhoso Senhor. Nossa tarefa hoje é apresenta-lO em toda a Sua maravilha a um mundo que necessita desesperadamente conhece-lO. Essa é nossa tarefa, mas, acima de tudo, nosso privilégio. E o fruto da verdadeira adoração traz um convite vivo para os outros se unirem a nós em nossa peregrinação para o reino. Ali, nós e todos os que vierem a conhecê-lO e a amá-lO iremos contempla-lO face a face e desfrutar a alegria de apresentar nossa adoração a Ele por toda a eternidade. Perguntas
para debate Jan Paulsen é o presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com sede em Silver Spring, Maryland, EUA. Fonte: Revista Adventista (Casa Publicadora Brasileira), Nº 10. Outubro, 2002. Ano 98. págs. 04-06. Parte 2 - Por que Adoramos? - Pr. Jonas ArraisParte 2 - Por que Adoramos? Pr. Jonas Arrais
O pastor começou a falar: "Graças Te dou, ó Deus, porque ao menos algumas pessoas esforçaram-se para vir Te adorar, para se alimentarem da Palavra de Deus, crendo que não és menos importante do que a partida de futebol que está sendo transmitida hoje pela televisão." De repente, o jovem que estava assentado no último banco se ergueu de um salto. "Oh, não! Eu me esqueci do jogo!", exclamou ele, saindo em disparada da igreja. A grande pergunta que deveríamos fazer é: "Temos alguma coisa melhor para fazer do que ir ao culto?" Estamos sempre muito ocupados com os afazeres domésticos - livros para ler, filmes e jogos para assistir, navegar na Internet. O que nos motiva a deixar de lado a televisão, adiar a ida ao shopping, e ir à igreja para adorar a Deus? Imagino que para alguns a resposta é o hábito - e para falar a verdade, um hábito nada mau. Houve, porém, época em nossa vida em que ir ao culto não era uma questão de hábito. De certo modo, tivemos de tomar a decisão de que essa era a disciplina que desejávamos seguir. Por que tomamos tal decisão? Outros vão ao culto porque estão lutando com Deus. Porque estão tristes ou feridos. Porque se sentem perdidos ou solitários. Em tais casos, a freqüência aos cultos se torna uma parte de nossa busca por respostas. Outros ainda, vão aos cultos contra a vontade - os pais ou o cônjuge os forçam a ir. E eles cedem por amor à paz. Por que adoramos? Consideremos os seguintes pontos: 1. Não para fugir da realidade. A adoração é algo que tem o seu lugar na vida real. Isaías inicia o capítulo 6 com uma declaração interessante: "No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor" (6:1). Seria o mesmo que dizer hoje: "No ano em que os japoneses bombardearam Pearl Harbor, eu adorei a Deus. No ano em que o submarino nuclear russo afundou, eu adorei a Deus. No ano em que as torres gêmeas caíram, eu adorei a Deus. No ano em que me casei, no ano em que meu filho nasceu, no ano em que meu amigo morreu - em meio a boas e más experiências, eu estava adorando ao Senhor." Adorar no templo não é ignorar o que acontece lá fora. Não adoramos como uma espécie de fuga ao que acontece lá fora, mas para lidar com essas situações. "Escuta, Senhor, a minha oração e atende à voz das minhas súplicas", orou Davi. "No dia da minha angústia, clamo a Ti, porque me respondes" (Salmo 86:6 e 7). É uma parte natural da adoração trazer conosco as ansiedades da vida. Trazemos nossos temores, nossas preocupações pela família, os problemas do mundo e os apresentamos ao Senhor em oração, em busca de conforto e orientação. 2. Para receber ou dar algo. O verdadeiro culto está centralizado em Deus. Muitos se enganam ao pensar que o culto é apenas para nosso benefício. Ouvimos pessoas dizendo: "Não estou sendo alimentado." "Não estou recebendo nada no culto. Não estou sendo fortalecido." "Não recebi nenhuma benção no culto". Por que adoramos? É verdade que adoramos para receber algo dessa experiência. Mas nossa motivação prioritária deveria ser a de oferecermos algo a Deus. E enquanto não oferecemos algo a Deus em nossa adoração, não haverá nada a receber. Enquanto Deus não for glorificado pela nossa adoração, não poderemos ser abençoados. 3. Para reconhecer a santidade de Deus. A verdadeira adoração começa com o conhecimento da santidade de Deus. Temos perdido um pouco disso em nossos cultos. Quando Moisés tomou consciência da presença de Deus na sarça ardente, teve medo. Quando Jacó despertou de seu sonho com a escada que atingia o Céu, exclamou temeroso: "Na verdade, o Senhor está neste lugar, e eu não sabia" (Gênesis 28:16). Por que adoramos a Deus? Porque Ele é santo, e Sua santidade exige a nossa atenção. 4. Para compreender a nós mesmos. A verdadeira adoração nos ajuda a conhecer nossas fraquezas e a buscar o perdão de Deus. Isaías viu os seres celestiais cantando: "Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia de Sua glória" (6:3). E o profeta imediatamente passou a se lamentar dizendo: "Ai de mim!", pois a experiência o levou a reconhecer a sua pecaminosidade. Não podemos ir à presença de Deus sem estarmos cônscios de Sua santidade e sem percebermos nossa própria iniqüidade. Paulo, em sua carta aos Romanos, diz: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). É impossível adora-lO de verdade, sem estarmos cientes de nossas fraquezas e pecados. Por esse motivo, a oração de confissão deve sempre estar presente em nossa adoração. E nossa confissão sempre resulta no perdão de Deus. Quando Isaías toma consciência da santidade de Deus, ele reconhece sua pecaminosidade e admite o seu pecado. A confissão leva ao perdão dos pecados, simbolizado nessa visão pelo ser celestial tocando os lábios do profeta com uma brasa viva tirada do altar (6:7). "Se dissermos que não temos pecado nenhum", diz João, "a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (I João 1:8 e 9). Por que adoramos? Para experimentarmos o perdão. Necessitamos ouvir a mesma mensagem ouvida pelo profeta Isaías: "A tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado" (6:7). 5. Para que a nossa vida seja diferente. Essa diferença envolve serviço. A adoração, em seu clímax, sempre motiva o adorador a arregaçar as mangas e se pôr a trabalhar. Entramos para adorar e saímos para servir. Na linguagem da Bíblia, adoração e serviço são a mesma palavra. Adoração e serviço andam de mãos dadas. Na vida cristã, não há como prestar adoração sem servir. Isaías, no templo, ouve o chamado para adoração com os anjos cantando: "Santo, Santo, Santo". Ele é levado a confessar seus pecados, o que é seguido pela certeza do perdão. E então ele ouve a voz de Deus dizendo: "A quem enviarei, e quem há de ir por nós?" (Isaías 6:8). O que se segue é o serviço. Ação. "Eis-me aqui, envia-me a mim" (verso 8). Por que adoramos? Para sermos desafiados a fazer algo. Alvo fundamental da adoração - A questão prioritária, portanto, não é por que adoramos. Ou por que vamos à igreja quando há tantas outras coisas para fazer. A verdadeira pergunta é o que faremos quando sairmos deste lugar. O profeta Isaías foi enviado para pregar uma mensagem ao povo. E nós, o que somos enviados a fazer? Qual é o chamado de Deus para nós, especificamente? A quem necessitamos amar um pouquinho mais? A quem, em nossa comunidade, necessitamos alcançar com um pouco mais de empenho? Conhecemos alguém que não está assistindo aos cultos e que deveria ser convidado a vir? As respostas mudam de a cada dia, porque as oportunidades e desafios igualmente mudam. O que Deus nos chama a fazer hoje pode mudar, mas que a nossa resposta seja sempre a mesma de Isaías: "Eis-me aqui, envia-me a mim" (Isaías 6:8). Perguntas
para debate Jonas Arrais é ministerial associado da Divisão Sul-Americana. Fonte: Revista Adventista (Casa Publicadora Brasileira), Nº 10, Outubro, 2002. Ano 98. págs. 08-09. Parte 3 - Como Devemos Adorar? - Pr. Luka T. DanielParte 3 - Como Devemos Adorar? Pr. Luka T. Daniel
Neste solene convite feito pelo salmista há quatro importantes pontos a respeito da adoração: quem é a pessoa merecedora da adoração, quem deve adorar, por que e como. Nossa ênfase hoje é o último ponto: como adorar. As Escrituras deixam claro que é importante o modo de adorarmos a Deus. Quando Caim ofereceu produto de sua fazenda em vez de um animal como sacrifício, descobriu que Deus era criterioso - seu sacrifício não foi aceito. Saulo, líder zeloso de um grupo que perseguia a igreja primitiva, achava que ele defendia a causa de Deus. Posteriormente, descobriu que sinceridade não era suficiente. E na parábola de Cristo do fariseu e do publicano que foram ao templo para orar, aprendemos que são aqueles que dão glória a Deus e não a si mesmos que saíram do culto justificados. Modo de adorar - Alguns decidem celebrar "com júbilo ao Senhor" (Salmo 98:4). Outros buscam solenizar o culto optando pelo "cale-se toda carne diante do Senhor" (Zacarias 2:13). Textos como Salmo 46:10; 47:6 e 7; e Esdras 3:11 indicam que, dependendo das circunstâncias, existem lugar e tempo para os dois modos de adorar. Curiosamente, no início da história dos adventistas houve casos isolados em que o culto incluía falar em línguas (1), gargalhadas (2) e gritos de alegria (3). No início do século passado, porém, Ellen G. White passou a chamar a atenção da igreja para a ordem, contra um culto caracterizado pela "balburdia" e envolvendo "gritos com tambores, música e dança (4)". Durante uma semana de oração em 1901, ela advertiu: "Cuidadoso direcionamento em todos os pontos é necessário, para que não deslizemos nem para o fogo do fanatismo nem para o formalismo, que congela tanto a nossa alma como a alma dos outros (5)." Parece que Davi introduziu uma ordem de culto para o Templo (ver II Crônicas 8:14). Paulo também parece indicar em Coríntios 14:26 que o serviço de culto na igreja em Corinto incluía "um salmo", "um ensino", "uma língua", "uma revelação", e "uma interpretação". Isto soa como um típico programa adventista de sábado, abrangendo os momentos de louvor, a Escola Sabatina e o culto divino. No entanto, é óbvio que nem a ordem de adoração do Templo, nem a igreja de Corinto, foram estabelecidas para serem copiadas exatamente em todos os lugares e épocas. A falta de uma liturgia padronizada pela Bíblia dá espaço para flexibilidade e/ou variação. Não importando a forma que nosso culto assuma, é importante incluir nele os quatro seguintes ingredientes: adoração, aclamação, proclamação e aplicação. Adoração - Para a devoção pessoal é sugestiva a prática regular e diária da "tarde, manhã e meio-dia" (Salmo 55:17). Adoração (particular ou pública) pode incluir inclinar-se e colocar-se ajoelhado como fazia Daniel (Daniel 6:10); (não ajoelhar sobre o hinário e a lição da Escola Sabatina, para não citar a Bíblia). "Querido Deus", escreveu Elliot, cinco anos atrás, "penso a Teu respeito mesmo quando não estou orando". Sim, de fato! A Bíblia também nos aconselha a "orar sem cessar" (I Tessalonicenses 5:17), indicando que ajoelhar não é sempre possível ou necessário. Podemos orar em pé, como os fariseus e o publicano na parábola de Cristo (Lucas18:11-13), ou sentados como Elias (I Reis 19:4). Podemos também orar em silêncio, enquanto trabalhamos, caminhamos ou dirigimos. Desse modo, podemos manter comunhão ininterrupta com nosso Criador. Especialmente na oração em público, precisamos nos resguardar contra a ostentação da eloqüência e das "vãs repetições" (Mateus 6:7). Apenas seres humanos, e não Deus, podem ficar impressionados com sua atitude na oração. A recompensa de tais orações termina no louvor e aplauso humanos. Outra atitude a evitar são as orações longas em público. Os profetas de Baal no Monte Carmelo (I Reis 18) representam um exemplo do infrutífero esforço humano na oração. A oração de Elias (versos 36 e 37) foi curta e fervorosa. Algumas orações podem ser acompanhadas pelo jejum - não para impressionar nosso Deus, sábio e conhecedor de todas as coisas, para que nos ouça ou mude Sua forma de pensar, mas para ajudar a nos manter concentrados nEle. Aclamação - As Escrituras listam o hábito de não freqüentar a igreja como um dos sinais dos tempos (Hebreus 10:25). Os membros que não se congregam perdem a oportunidade de se ligar com outros para agradecer e louvar a Deus em laços de amor. Eles perdem o prazer e as bênçãos de devolver seus dízimos e doar ofertas conforme as recomendações de Deus (ver Malaquias 3:8-12). Copiosas bênçãos esperam aqueles que obedecem sem alarde. Deve ser observado, no entanto, que Deus não pode ser subornado, considerando que Ele é quem nos dá forças e habilidades para prosperar. Ele simplesmente espera nossa demonstração de apreciação dentro da proporção daquilo que temos recebido (II Coríntios 8:12). Cantar é outro importante aspecto da adoração a Deus. Alegra o coração e cura a alma. Para evitar monotonia ou excessos no culto, uma variedade de cânticos é recomendada em Colossenses 3:16. Podemos usar hinos para louvar a Deus e canções religiosas para compartilhar nossas experiências em batalhas espirituais enfrentadas e ganhas por meio de Cristo. Instrumentos musicais, usados habilmente, acrescentam doces melodias aos nossos cânticos. Leia II Crônicas 5:13 e 14 e veja como Deus apreciava a combinação de vozes e instrumentos nas reuniões do Templo. (Estou lembrando o que aconteceu no encerramento da sessão da Associação Geral de 1985, em Nova Orleans, Louisiana. Após a multidão de assistentes formar um coral e entoar "Aleluia" de Handel, acompanhada por uma orquestra, muitos de nós nos sentimos mais perto do Céu.) Proclamação - Adoração também envolve estudar e ouvir a Palavra de Deus. Tanto no estudo da Bíblia como na apresentação do sermão é importante que o dirigente manuseie corretamente a "palavra da verdade" (II Timóteo 2:15). Devemos resistir à tentação de fazer do púlpito um lugar de mero entretenimento. Aqueles que vêm adorar devem receber uma mensagem espiritual e não uma massagem espiritual. Eles necessitam ouvir a Palavra de Deus apresentada de forma clara e não acariciar filosofias com eloqüência humana. Como João Batista, o orador deve ficar de lado e deixar que Cristo seja revelado o máximo possível. As boas-novas do evangelho devem ser o foco em cada lição ou mensagem. E cada apresentação deve terminar com um claro e definido apelo para se tomar uma decisão. Aplicação - O culto deve efetivar uma mudança no estilo de vida para melhor, e essa mudança deve começar no coração - a fonte de todas as nossas ações. Apenas Deus pode ler o que está registrado na "caixa preta" da alma. Felizmente, Ele tem Se oferecido para realizar uma cirurgia espiritual para remover nosso "coração de pedra" e transplantar um "coração de carne" (Ezequiel 11:19). Ele vai além: "Habito no alto e santo lugar" e acrescenta: "mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos" (Isaías 57:15). Que privilégio para nós como adoradores! Em suma, no culto não é o volume da voz que cantamos ou pregamos, nem a duração de nossas orações ou jejuns, nem a quantidade daquilo que ofertamos que é importante. O que vale é nossa disposição de render o coração para uso exclusivo do Criador, a quem adoramos. Como Isaías na maravilhosa presença de Deus (Isaías 6:1-8), devemos reconhecer a divina santidade em contraste com nossa pecaminosidade. Devemos nos arrepender para estarmos em condições de ser perdoados e transformados, e prontos para seguir as recomendações de Deus. Cada vez que temos uma oportunidade para adorar com o povo de Deus em Seu santuário, vamos decididos a participar do culto e sair para servir. Perguntas
para debate Notas: Luka T. Daniel é presidente da Divisão África-Oceano Índico, com sede em Abidjan, Costa do Marfim. Fonte: Revista Adventista (Casa Publicadora Brasileira), Nº 10. Outubro, 2002. Ano 98. págs. 10-11. Parte 4 - Onde Devemos Adorar? - Pr. Stanley Ng Wai-ChunParte 4 - Onde Devemos Adorar? Pr. Stanley Ng Wai-Chun
A adoração ocupa um lugar importante na vida do cristão. Ao prestar culto, o ser humano se coloca, em sua pequenez, diante da grandeza de Deus, como que dizendo por suas atitudes: "Senhor és melhor do que eu. És maior do que eu. És mais do que eu". No culto, a iniciativa é de Deus. Como Criador, Redentor e Libertador, Ele tomou a iniciativa de Se aproximar do ser humano. A história da redenção, os eventos do Êxodo, a Páscoa, a crucifixão e a ressurreição, tudo isso requer uma resposta do povo de Deus. Essa resposta é adoração. [Nesta série de artigos], temos estudado sobre quem devemos adorar, por que devemos adorar, e como devemos adorar. Agora estamos diante da seguinte questão: Onde devemos adorar? Além da controvérsia do lugar - O lugar de adoração foi assunto de contenda e controvérsia entre judeus e samaritanos no tempo de Jesus, como podemos ver no relato do diálogo de Jesus com a mulher samaritana, junto ao poço de Jacó, em João 4. Enquanto Ele falava sobre a água da vida, a mulher O olhava com admiração. E disse: "Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la" (João 4:15). Abruptamente, Jesus mudou o curso da conversação. Ele sabia que antes que a mulher pudesse receber Seus dons, ela deveria convencer-se de que era pecadora e necessitava de um Salvador. Assim, Ele colocou o dedo sobre alguns segredos daquela pobre vida (versos 16-18). A mulher ficou ainda mais surpresa. Quem era aquele que podia ler daquela forma os segredos da sua vida pecaminosa? Reconhecendo estar diante de um profeta, ela retomou o diálogo: "Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar" (v. 20). O ato de adorar estava intimamente ligado a um lugar sagrado. Para um samaritano, esse lugar era o monte Gerizim; para um judeu, Jerusalém. Os samaritanos tinham muitas razões para fundamentar suas reivindicações do monte Gerizim como um lugar sagrado. Foi ali que Deus primeiro apareceu a Abraão depois que ele entrou em Canaã (Gênesis 12:6 e 7). Foi ali que Jacó habitou (Gênesis 33:18). Foi ali que Josué leu as bênçãos e maldições (Josué 8:33). E foi ali que os israelitas sepultaram os restos mortais de José (Josué 24:32). Os samaritanos construíram ali um templo a adoravam segundo os rituais mosaicos. E mesmo depois que o templo foi destruído por inimigos, eles ainda mantinham suas tradições e formas de culto. Respondendo ao questionamento da mulher, Jesus disse: "Mulher, podes crer-Me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai" (João 4:21). Posteriormente todas as distinções religiosas como lugares de culto seriam abolidas. O verdadeiro culto não mais estaria confinado a qualquer lugar ou nação. Cristo sabia que ela não necessitava perturbar-se quanto ao lugar de culto, porque em pouco tempo Jerusalém e seu templo seriam destruídos, não ficando pedra sobre pedra que não fosse derribada. Sem templo, monte Gerizim ou Jerusalém, todas as pessoas levantariam as mãos, orariam e ofereceriam sacrifícios espirituais em qualquer lugar. "Mas desde o nascente do sol até o poente, é grande entre as nações o Meu nome; e em todo lugar lhe é queimado incenso e trazidas ofertas puras, porque o Meu nome é grande entre as nações, diz o Senhor dos Exércitos" (Malaquias 1:11). Sem restrições - A adoração a Deus não está restrita a um lugar particular - Judéia, Samaria, Jerusalém, monte Girizim, Meca, Vaticano, ou qualquer outro. Não é onde, mas como, o que conta no culto. Está chegando o tempo em que será compreendido que o aspecto que confere genuinidade ao culto é a espiritualidade, não o local. Jesus continuou falando: "Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade" (João 4:23). O Mestre dirigiu os pensamentos da mulher, do lugar de adoração à Pessoa adorada; e da forma ao espírito da adoração. Deus está buscando genuínos adoradores, não formais, que O adorem em verdade, rendendo-Lhe obediência de fé com um espírito filial. A seguinte declaração de Ellen White ilumina o conceito real de adoração: "Não por procurar um monte santo ou templo sagrado, são os homens postos em comunhão com o Céu. Religião não é limitar-se a formas e cerimônias exteriores. A religião que vem de Deus é a única que leva a Ele. Para O servirmos devidamente, é mister nascermos do divino Espírito. Isso purificará o coração e renovará a mente, dando-nos nova capacidade para conhecer a amar a Deus. Comunicar-vos-á voluntária obediência a todos os Seus reclamos. Esse é o verdadeiro culto. ... Onde quer que a alma se dilate em busca de Deus, aí é manifesta a obra do Espírito, e Deus Se revelará a essa alma. A tais adoradores Ele busca. Espera recebê-los, e torná-los Seus filhos e filhas." - O Desejado de Todas as Nações, pág. 189. A união do espírito e verdade lança luz sobre o significado de "verdadeiros adoradores". Esses são genuínos, opostos àqueles que meramente parecem ser ao participarem apenas dos rituais exteriores. A mesma distinção entre verdadeira adoração e formas de culto é claramente estabelecida pelo profeta Miquéias (Miquéias 6:7 e 8). "Deus é espírito; e importa que os Seus adoradores O adorem em espírito e verdade" (João 4:24). Essas palavras contêm uma das mais simples e mais profundas verdades. Elas mostram que Deus é absolutamente livre de toda limitação de espaço e tempo, não estando, portanto, confinado a templos. Deus não é material como os idólatras afirmam; Ele não é uma força abstrata como pensam os filósofos. Ele é um Ser que está acima de toda necessidade de templos, sacrifícios, etc., que são benéficos aos seres humanos, mas não a Deus. "O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo Ele Senhor do Céu e da Terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois Ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais" (Atos 17:24 e 25). A Igreja Adventista não dá preferência a um lugar de culto em relação a outro, com respeito à santidade e à aceitação por parte de Deus. Na China, de acordo com as estatísticas governamentais, existem aproximadamente 15 milhões de cristãos nas igrejas registradas. Entretanto, para cada adorador nessas igrejas, há pelo menos seis ou oito crentes que cultuam em suas casas, no que comumente se chama "igreja do lar". Aí, estima-se que entre 90 e 100 milhões de pessoas cultuam cada semana. Esses crentes, mesmo sem um magnificente edifício, adoram com sinceridade, coração purificado e mente renovada. Suas orações, ações de graças e cantos não estão limitados a um certo lugar. Seus atos de adoração são seguramente aceitáveis a Deus. "Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu nome", Cristo prometeu, "ali estou no meio deles" (Mateus18:20). Deus não está confinado a um determinado lugar, mesmo que seja Seu santuário celestial. A presença de Deus depende da nossa busca. Se nosso coração se afasta dEle, com o tempo Ele abandona Seu santuário e o destrói. (Jeremias 7:1-15). Os adventistas são edificados juntos, em unidade, através da adoração. Temos diferentes culturas, antecedentes, linguagens e raças. Adoramos a Deus em diferentes estilos, formas e lugares. Mas não há diferença diante de Deus. A genuinidade do culto é determinada por sua natureza espiritual, não por seu estilo ou geografia. Jesus disse: "Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores" (João 4:23). Perguntas
para debate Pr. Stanley Ng Wai-Chun é secretário da Divisão Ásia do Pacífico Norte, com sede em Ilsan, Coréia. Fonte: Revista Adventista (Casa Publicadora Brasileira) Nº 10. Outubro, 2002. Ano 98. págs. 12-13. Agradeço a sua visita! Leia abaixo os Dez Mandamentos Nisto Cremos - 28 Crenças Fundamentais Os Adventistas do Sétimo Dia acreditam nisto e Você?
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